Já se passaram muitos anos desde que minha puta esposa foi desflorada e hoje em dia acho que nem ela mesma sabe quantos paus visitaram seus buracos. O que é certo é que não me incomoda nem um pouco ser corno; quanto mais homens a comem, melhor para mim. Agora vou relatar mais uma das tantas histórias e tentarei ser o mais fiel possível, já que foi algo que outra pessoa me contou e possivelmente os fatos sejam exagerados ou imprecisos... Preparem o ganso, porque com certeza vão bater uma. Como contei antes, meu irmão José é um dos primeiros com quem compartilhei a rabuda. Várias vezes ele foi convidado a desfrutar da boca e da buceta dela, mas por estar amarrada, não dava para explorar 100% das habilidades dela. Eu me via incapaz de fazer com que ela transasse com ele voluntariamente, pois desde o início ela não gostava dele. Então decidi conversar com meu primo sobre isso para que ele me ajudasse nessa missão. Ele simplesmente disse que não havia problema e que, na próxima vez que visse minha esposa, José finalmente poderia saciar seus instintos. Meu irmão tem compleição média e é meio forte por causa do trabalho. Então, César, meu primo, com o pretexto de dar uma surpresa para Erika, colocou uma máscara de estilo sado em José, deixou-o no quarto dela e foi buscar Erika. Ao chegar e perceber que a surpresa não era outra senão um "submisso", a sexualidade de Erika definitivamente pegou fogo. José não deveria se mover de forma alguma até que ela pedisse. Erika, não estando acostumada com a situação, já que sempre foi a dominada, não sabia exatamente como começar. A primeira coisa que fez foi tirar a blusa, admirando como o volume quase inerte de José crescia. Em seguida, ela se aproximou e, com uma mão, segurou o pau de José pela base, subindo e descendo lentamente, apreciando cada veia, cada detalhe daquele membro longo (uns dois centímetros a mais que o meu). O pênis balançava, procurando briga, e ela, sem saber o que fazer, o colocou na boca. Subia e descia, às vezes devagar, outras vezes o engolia por completo, até deixá-lo bem... ensalivado. A buceta dela também estava molhada, então depois de chupar um pouco, ela tirou a calcinha e sentou nas pernas do José, o pau ficou bem no meio apontando pra cima, ela movia o quadril pra frente e pra trás sem deixar entrar, oferecia os dois peitos na boca seca do José, que, sem poder falar sem se entregar, evitava até engolir saliva, sugava o máximo que podia porque a Erika estava gostando de fazer e não fazer nada, só pequenas provas dos seus mamilos duros, excitada, enfiou dois dedos na sua abertura encharcada e já completamente molhados deu para o José comer, uma e outra e outra vez repetia a ação que achava muito divertida, mmmmm você gosta dos meus sucos, hein? Gosta, José concordou com várias cabeçadas, tudo bem vou deixar você comer da minha fonte, vem, deita aqui e não mexe as mãos, José já deitado, esperou poucos instantes enquanto a Erika adotava a posição mais confortável para ela, brincando da mesma maneira que com os mamilos, aproximava de maneira intermitente a abertura muito aromática e molhada, permitia algumas lambidas e se afastava, a puta tinha mais de vinte minutos brincando com o José até que sua tesão finalmente ultrapassou seu próprio limite, mal sentiu a língua entrar entre seus lábios, deixou cair um pouco do seu peso, cobrindo o rosto do José. Que não parava de lamber tão saboroso banquete, alternava lambidas e chupava ambos os lábios como querendo devorar a buceta suculenta, Erika brincava com suas tetas e fazia gestos obscenos com a língua, se sentia poderosa ao fazer o que muitos tinham feito com ela, usava um homem para sua própria satisfação, pelo menos era o que ela pensava haha, estava decidida a chegar no mínimo a um orgasmo com aquela língua que se movia tão bem dentro dela e fazer ele beber cada gota de suco, mmmm mmmm seus gemidos cada vez mais constantes avisaram da tão esperada chegada, mmmmm assim asiiiii asssssssiiiii porra que eu gozoooo!!! Os espasmos vieram constantes, seus punhos se fecharam nos lençóis e ela perdeu a força, ofegava e suava. Fazia muito tempo que ninguém colocava a língua naquele lugar, sempre era chupar, foder e engolir paus. Que bom que se sentia alguém retribuindo o favor. Ela se recuperou um pouco e, ainda quente, decidiu que aquele pau havia conquistado o direito de estar dentro dos seus buracos. Acomodou-se sobre o pau rígido e, pouco a pouco, sua **buceta** engoliu o mastro de carne. Ficou parada, sentindo as pulsações, e aos poucos começou a subir e descer, devagar. Como há anos não entrava um pau no seu corpo, sentia cada milímetro saindo e entrando, de novo e de novo. Na verdade... Nunca alguém teve a delicadeza de possuí-la devagar. Ninguém! E isso, longe de desanimá-la, motivou-a a mover os quadris como a **vadia** que sempre foi. Não que a sensação de uma penetração lenta fosse desagradável, mas ela adorava sexo duro, então deixou que seu corpo falasse por ela. Sentadas duras no pau de José eram um deleite para ambos. Erika usou seus anos de experiência e apertava os músculos vaginais para tornar a sensação mais prazerosa. Apertava ao descer e soltava ao subir, assim muitas vezes. Mas algo faltava. Embora tivesse gostado de ser quem conduzia, faltava-lhe aquele impulso vigoroso por trás, sentir-se dominada era sua vocação. Então, desmontando do sorridente José, ela pediu: "Me fode, me dá duro que meu corpo está pedindo, me trata como a **vadia** que eu sou, não para até me encher de porra, puxa meu cabelo, aperta meus peitos e usa meu corpo à vontade. Por hoje eu sou sua **vadia**..." Ela ficou de quatro, com a bunda empinada, e esperou a investida. César entrou no jogo naquele instante. Estava observando desde o começo e sabia que, se José falasse, poderia pôr fim à putaria de Erika. "Tem certeza? Não sabe quem está por trás da máscara. Vou repetir a pergunta mais uma vez, prima: tem certeza de que será a **vadia** de quem estiver sob essa máscara?" "Siiiiim, siiiim, tenho certeza, não importa! Que se foda se o papa tá por trás da máscara, eu quero rola, caralho. - Beleza então, vamos lá, primo, fode essa vagabunda! José mirou direto pro cu da Erika e de uma vez enfiou a rola toda, ela gritou, não se sabe se de prazer ou de dor, José pegou o cabelo da vagabunda, puxou com força e tirou devagar o membro dolorido, cuspiu no cu pra lubrificar um pouco e de novo, Zaz, até o fundo, uma, outra, outra, Erika gemia, fazia força, já não tava nem aí e pedia mais, arromba meu cu, caralho, arromba bem, filho da puta, me fode!!!... José penetrava como se tivesse possuído, César disse pra Erika, cala a boca, vagabunda, chupa minha rola que você gosta tanto e você, primo, acho que já pode falar, José continuou penetrando o buraco apertado e quando sentiu que ia gozar finalmente se decidiu a falar, cunhada, que delícia esse seu cu de vagabunda, finalmente consegui arrombar, Erika se desconcentrou e tentou tirar aquele pedaço de carne, nenhum dos dois deixou, kkk vagabunda, era assim que eu queria te ter, engole rola, vagabunda, agora não vem com frescura que você que pediu rola, Erika tava ciente que tinha pedido e desanimou ao saber quem tava comendo ela, mas resignada aos seus instintos, já que não tinha outra opção, começou a dizer, vamos, viadinho, me fode, cara, anda, enche o cu da sua cunhada, me fode com força, puto, ou é só isso que você tem? José meio ofendido, apertou os peitos da Erika e intensificou as investidas, nenhuma vagabunda diria que ele não fodia com força suficiente, agora você vai ver, vagabunda, vou gozar de novo na sua buceta, vou encher seus ovários com minha porra, vagabunda! E aí você vai engolir o que sobrar na minha rola, tirou a rola do cu dilatado e enfiou na buceta, toma porra, vagabunda, toma tudo, aí vão meus miolos, quase ao mesmo tempo César gozava na boca da Erika e ela sentia a porra do cunhado no fundo do seu buraco, parou de chupar a rola do meu primo e apertou mais a buceta, não tira, puto, tô gozando, tô gozandoooooo mmmmmm filho da puta, quanta... leiteeeeeee, assim porra, me dá seu leitãoooo. José continuou socando a buceta cheia dos seus fluidos e depois, aproveitando que estava ereto, deu outras enfiadas no cu da Erika, mmmm mmmm desgraçado, que pau gostoso, continua continua. -Agora não puta, limpa meu pau... Erika agarrou e começou a chupar aquele cacete. Ele tinha enchido ela completamente e seus orgasmos não mentiam, o fdp do seu cunhado tinha comido ela muito gostoso, mmmm que porra gostosa porra, definitivamente não será a última vez que você fode minhas bolas, agora me explica como é isso de que você encheria minha buceta de porra de novo? Cabe esclarecer que depois de descobrir como José tinha comido ela várias vezes, ela não me deixou foder ela por um tempo, até a vadia ficava transando com ele na minha frente, me deixando com o pau bem duro hahaha.
4 comentários - A puta da minha esposa...