- Pois é, agora como que tem um pouco mais de liberalismo… as mulheres agora tomam a iniciativa… me explicava Rubén, um velho amigo de colégio e ainda solteiro.
- Sério?... respondi, incrédulo.
- Sim, agora com essa moda do feminismo, algumas mulheres não querem se sentir submissas e blá, blá... às vezes querem se comportar como homens, buscando aventuras de uma noite... sentenciei.
- Nossa... me senti um dinossauro, agora as novinhas estavam mais espertas. Tem redes sociais, o pessoal se conecta por ali e até marca encontros... enfim... meu caso não foi bem assim, mas teve algo de internet que ajudou muito nessa nova confusão em que me meti. Meses atrás, uma garota nova do escritório tinha me chamado a atenção, Valéria, uma moça jovem de pele clara, cabelo liso e castanho, olhos grandes e cor de caramelo... e bem, de silhueta magra, seios médios, cintura fina, mas... o que chamava poderosamente a atenção eram seus quadris bem formados e suas bundas redondas.
- Essa mina é puro rabo... ouvi dizer de algum colega de trabalho, que era dos mais quietos e recatados.
- Tá pedindo pra levar no cu... murmurou um senhor perto da aposentadoria, sério e rabugento, que acabou sendo um velho tarado. Esse era o nível do impacto das curvas dela. Como era óbvio, muitos no trabalho tentaram chegar nela, mas apesar do jeito ingênuo e cordial pela juventude e inexperiência, Valéria sabia se impor e não dava moral pra tanto lobo desesperado. Da minha parte, naquela época eu estava namorando, então só me deliciava olhando pra ela e rindo do desespero de alguns pra conseguir a amizade dela ou algo mais. Quando terminei com minha namorada, também não dei muita importância... mal trocamos algumas palavras umas poucas vezes, mas a gente nunca sabe o que o destino apronta. Um dia, saindo do trabalho, tinha que ir a uma reunião no norte da cidade, então peguei um ônibus nessa direção. Sentei-me tranquilo e vi Valéria subir no próximo ponto. Ela me reconheceu quase de imediato e sorriu, em seguida sentou-se ao meu lado. No começo, me senti um pouco entediado, era uma viagem longa e não achei que tivesse muito em comum com aquela garota, bom, pelo menos seus quadris avantajados me empurravam de um jeito engraçado no banco e me tiravam da minha abstração pós-término. Para minha surpresa, conversamos alegremente e ela me caiu muito bem, até senti que em alguns momentos a gente flertava. Bom, no fim, me apaixonei, meses depois éramos um casal… seu corpo gracioso… caramba, levei ela a um clube campestre e ao vê-la de roupa de banho, pensei: essa garota poderia ser modelo, embora faltasse um pouco de volume nos seios. Só que demorei um pouco para concretizar a intimidade, não estava desesperado também, sentia que estava passando o tempo para ver no que dava, enquanto Valéria parecia que se reservava para alguém especial… então quase me senti um canalha quando a desvirginei, mas acho que acabei me apaixonando mais… apesar da inexperiência, ela tinha uma fogosidade especial… Diferente de outros relacionamentos, Valéria não era pudica, não tinha vergonha de andar nua na minha frente, não se sentia mal se eu a colocava em uma ou outra posição, agora com o feminismo em alta, muitas ficam indignadas se você as pega em uma posição que consideram degradante… quando é só por prazer, não uma questão de submissão. Nesse sentido, Valéria se deixava levar, me permitia guiá-la nas posições que eu quisesse, acho que ela entendia que eu era mais experiente e não fazia questão de se acomodar para me dar prazer ou satisfazer minha curiosidade… ela sabia que eu adorava o corpinho dela. Em pouco tempo, para minha sorte, ela descobriu que gostava de levar por trás… — É bem gostoso por trás… — ela me confessou uma vez, pensando alto, depois ficou com um pouco de vergonha.
E sim, era fabuloso comê-la por trás, com sua cintura fina e suas nádegas fartas tremendo a cada penetração, seus gemidos gostosos com aquele sotaque da cidade dela, o rosto de prazer toda vez que virava para me olhar, às vezes para transmitir seu prazer com seus lábios carnudos e língua… ufff… era um espetáculo completo… Em pouco tempo, ela preferia que eu a pegasse assim, de quatro, maximizava o tesão e prazer dela, assim como o meu… no entanto, para meu pesar… ela se opunha ao sexo anal… não por achar degradante, mas por medo.
- Já é suficiente seu pau mal entrar na minha buceta… essa coisa destruiria minha bunda… dizia Valeria, engraçada, cuja estreiteza me fascinava.
Eu tinha esperança de convencê-la mais tarde a fazer anal, treiná-la aos poucos como havia feito com outras parceiras… no entanto, meio brincando, meio séria… ela repetia…
- Em nossa lua de mel… te dou tudo… brincava sobre a possibilidade de um futuro juntos.
Acabou que Valeria morava sozinha na cidade, num mini apartamento que alugava ao norte, aquela independência de que gozava foi muito favorável durante aqueles meses de descoberta sexual para ela. Mas isso mudaria logo, sua mãe e sua irmãzinha a visitariam em breve da província natal. A mãe de Valeria precisava seguir um tratamento médico por alguns meses, já que a idade fazia estragos na minha até então desconhecida sogra.
Conheci minha sogra, era desconfiada dos homens, como toda mãe solteira. Descobri que sua irmãzinha Laurita era produto de um segundo relacionamento que também não deu certo. Essa senhora criou as duas filhas sozinha e por isso me olhava com desconfiança.
Na verdade, quem me olhava com uma fascinação estranha era sua irmãzinha, talvez por conhecer o primeiro cara que sua irmã apresentava à mãe, talvez porque soubesse que eu era mais velho que sua irmã… Naquela época, Laurita era uma adolescente quase atingindo a maioridade… fisicamente era muito diferente de Valeria. Laurita tinha pele cor de canela, corpo com tendência a ser mais volumoso pelo que eu já tinha visto antes em outras situações, com uma prima (Anita). Embora eu não pudesse dizer muito sobre o corpo dela por causa da roupa de inverno que a Laurita estava usando e que não deixava ver nada.
Na verdade, eu tinha que admitir que a Laurita tinha um rosto mais bonito que o da irmã dela, lábios mais carnudos e nariz arrebitado, olhos negros. Apesar da idade, ela se comportava como uma criança, fazia gestos e beicinhos às vezes, talvez a mãe a mimasse demais. Eu pensava que essa garota em poucos anos seria uma tentação terrível, considerando meus antecedentes, ou seja, minha fraqueza por morenas de corpo escultural. Tínhamos conseguido matricular a Laurita numa escola, para que ela não perdesse o que já tinha avançado com a mudança de cidade. Um sábado fui visitá-las no minúsculo apartamento delas, a Valéria me mandou mensagem dizendo que tinha saído com a mãe para fazer umas compras e que eu esperasse, que a Laurita estava em casa. Bom, pelo menos vou conhecer um pouco mais minha cunhada, eu disse pra mim mesmo, tentando calar minha mente pervertida, e ela era uma adolescente que se comportava como criança, o bom era que isso tirava a tentação… pelo menos foi o que pensei… Chegando no apê, bati na porta…
- Pode entrar, tá aberto… ela disse com sua voz infantil.
Eu obedeci e entrei, a sala estava vazia… até que de repente a Laurita apareceu…
- Caralh… só consegui dizer baixinho enquanto ela sorria.
A Laurita saiu da cozinha, onde também ficava a lavanderia… com a saia escolar, xadrez azul e preto, igual nas fotos e vídeos pornô de colegialas… mas isso não era tudo… ela estava com os peitos à mostra… nua da cintura pra cima.
- Achei que era minha mãe e minha irmã… ela se desculpou sem parar de rir.
Fiquei de boca aberta… minha primeira impressão foi que ela tinha peitos melhores que os da Valéria, médios e bem formados pra idade dela. Depois reagi e tentei agir como cavalheiro… virei de costas, pra evitar vê-la… mas aquela imagem ficou na minha pupila por um bom tempo, até me daria uma boa punheta em casa depois.
- Ah, desculpa… não sabia que você estava… bem… assim… me desculpei
- Já pode virar… ela disse, enquanto eu pensava nessas coisas a Laurita já tinha se coberto.
Também não ajudou muito… ela vestiu uma Moletom branco, que por estar molhado grudou na pele dela, marcando o peito com os mamilos pontudos... meu pau não demoraria a ficar pontudo também, então sentei na sala. Ela explicou que teve ensaio de desfile na escola e tinha acabado de voltar, foi lavar o uniforme... começou pela blusa e sutiã, por isso o peito nu. E não colocou outro sutiã, eu sentia os mamilos dela me apontando ou me encarando. Era muita tentação, me desculpei e saí para dar uma volta, senão aquilo podia acabar mal... a gente é homem e, além do mais, aquela imagem de colegialha safada me deixou a mil... Quando voltei, minha namorada e minha sogra já estavam em casa, a garota tinha trocado de roupa, não fizeram nenhum comentário, acho que a Laurita omitiu... guardei o segredo assim como mais tarde guardaria outros. Começamos a sair esporadicamente com a Laurita para o cinema e outros lugares, era como nossa filha, atraía olhares dos garotos por ser gostosa e às vezes eu entrava no modo pai ciumento, coisa que a Valéria gostava, como eu protegia a irmãzinha... se ela soubesse que aquela moreninha começava a me tentar. Como o tratamento da minha sogra tinha terminado, elas teriam que voltar para a cidade dela. Pouco antes de irem, decidimos com a Valéria levá-las à praia para a Laurita conhecer o mar, afinal já estava de férias. Dessa vez pude ver o corpo da garota completo... para minha sorte, a Valéria tinha quadris melhores que a irmã (que ainda era adolescente), mas na frente, a Laurita ganhava... então, em termos neutros, a coisa ficava equilibrada... mas eu tinha atração natural por quadris largos e bundas redondas. A Valéria tinha medo do mar, não entrava além de alguns metros da areia. Então quando a Laurita quis entrar, tive que levá-la. A garota segurou minha mão sem malícia, mas no meu morbido eu intuía que tinha algo mais... senti um leve tremor no corpo dela ao toque das minhas mãos. Cada vez que vinha uma onda, Laurita ficava nerviosa e se agarrava em mim, quase subindo em cima de mim, já que era baixinha, 1,60m... e isso me deixava ainda pior... seus seios se apertavam no meu peito enquanto ela me abraçava, suas pernas envolviam as minhas, com seu púbis quase por cima do meu pau, que começava a endurecer a cada subida e aperto do corpo da Laurita. No começo, Valéria e sua mãe nos observavam e riam da reação da Laurita, de como ela me fazia tropeçar por causa do medo das ondas, e como depois as ondas nos sacudiam. Depois percebi que Valéria e sua mãe começaram a conversar sem prestar muita atenção. A essa altura, acho que Laurita já tinha sentido o volume do meu pau que se formou pela pressão constante dela contra mim. Ela se afastou um pouco nervosa, eu envergonhado não busquei mais contato físico... estava brincando com fogo. Até que veio uma onda grande, então fiz sinal para ela mergulhar e deixar passar, como já tinha ensinado... ao levantar a cabeça da água procurei por Laurita... e a encontrei... de novo com os seios à mostra... caramba...
- Aiii... meu sutiã... disse ela envergonhada e sorridente sem se cobrir. O sutiã do biquíni estava flutuando a alguns metros, peguei e dei para ela... por sorte não tinha gente perto, ninguém percebeu, ainda mais que Valéria e minha sogra estavam distraídas comprando lanches... e eu, babando, aproveitava para olhar seus seios.
- Me ajuda?... me disse sorrindo. Essa garota vai me matar... pensei com meu pau endurecendo de novo... dei uma olhada na praia, Valéria e sua mãe continuavam distraídas, Laurita se virou e eu amarrei seu sutiã. Depois ela ficou de frente e me disse:
- Tá bom?... Pode ajeitar?... disse inocentemente.
- Ahhh... siim... claro... respondi, babando com sua proposta. Ufff... era o cúmulo... na verdade o sutiã estava desajeitado, metade do mamilo estava à vista... depois de notar que não tinha ninguém por perto, coloquei minhas mãos sobre seus seios bem formados, movi o tecido de modo que cobrisse tudo e me virei de tocar um pouco a mais, mas sem reclamações da Laurita… Só notei como a respiração dela ficou ofegante, vi ela abrir os lábios e estremecer um pouco, talvez tenha sentido a água mais fria que o normal… os mamilos dela endureceram e senti os batimentos cardíacos acelerarem nos segundos intermináveis em que minhas mãos repousaram sobre seus seios. -
Siii… aí está bom… disse com voz entrecortada. Acho que ela também ficou um pouco excitada com o toque das minhas mãos em seus seios, talvez fosse a primeira vez que alguém mexeu no peito dela. Ainda mais sabendo que ela mesma poderia ter ajustado o sutiã. Depois de um silêncio meio constrangedor, só consegui sorrir e agradecer, ficamos nos olhando… tive vontade de beijá-la e parecia que ela não se oporia, mas isso ferraria tudo… com minha namorada e sogra na praia. Para minha sorte, uma onda me derrubou e evitou que eu cometesse um erro, enquanto a Laurita reagiu melhor e mergulhou. Na volta, quando perguntei sobre a experiência na praia, a Laurita achou incrível, disse sorrindo para mim pelo retrovisor do carro. Também não comentou o que aconteceu, sobre minhas mãos em seus seios… pelo menos era discreta. Laurita e a mãe dela voltaram para a cidade delas, dando paz ao meu relacionamento com a Valéria, sabia que no futuro aquela garota traria problemas conforme seu corpo e seus quadris amadurecessem como seus seios. Como se fosse brincadeira, passou um ano desde que Laurita e a mãe nos visitaram na capital, no meio tempo já as tínhamos visitado uma vez na cidade delas, num fim de semana prolongado, mas por sorte não houve mais contato como naquela vez na praia. Até que, por questões de trabalho, tive que visitar a cidade delas, ficaria alguns dias por lá, enquanto a Valéria estava aqui trabalhando e a Laurita estava de férias lá… já teria 18 anos e fiquei curioso para saber como ela tinha se desenvolvido. Tinha planejado ficar num hotel e daria um tempo para visitar a Laurita e a mãe dela, de quebra entregar uns recados da Valéria. Ao sair do aeroporto, vi uma morena muito gostosa na entrada, pensei em soltar algum elogio, afinal estava longe do radar da Valeria… mas… merd… - Oi, o que você faz aqui?... falei, era a Laurita… estava com um vestido meio solto, com saia acima dos joelhos, com um pouco de decote no busto. - Fiquei sabendo da sua chegada e quis vir te receber… fiz errado?... perguntou envergonhada.
- Não, de jeito nenhum… é uma surpresa muito boa… falei agradecido.
- Que bom que você gostou… ela disse enquanto se jogava em cima de mim, igual na praia. Subiu em mim como uma menina querendo se pendurar no pai, mas naquele jeito de me abraçar e se apertar contra mim, os seios dela, um pouco maiores dessa vez, afundaram no meu peito, a ponto de eu sentir os mamilos… ela estava alguns centímetros mais alta também. Me deu um beijo na bochecha, bem perto dos meus lábios… Não interpreta mal, eu dizia pra mim mesmo pra me acalmar… a garota gosta de mim, com certeza me vê como uma figura paterna ou um amigo de confiança, sou o namorado da irmã dela, o que mais ela poderia pensar… isso é loucura… repetia pra manter a sanidade.
- Vamos pra minha casa… Laurita falou animada, pegando parte das minhas coisas.
- Ah, não se preocupa, a empresa reservou um hotel pra mim, talvez depois eu visite vocês… falei. Mas ela tinha se agarrado em mim, veio me buscar e não queria se soltar. Até se ofereceu pra me levar ao hotel e depois pra casa dela… Bom, Laurita quer ir pro hotel comigo… vamos ver onde isso vai dar… Entramos no meu hotel, com a recepcionista me olhando desconfiada, vendo eu com aquela jovenzinha. Laurita entrou no meu quarto e sentou numa poltrona, igual uma criança observando tudo que tinha no ambiente. Falei que ia me trocar, e ela nem se mexeu… parecia que não ligava se eu ficasse pelado na frente dela, afinal eu já tinha visto os peitos dela, talvez ela esperasse que eu mostrasse alguma coisa… mas tentei raciocinar com a cabeça fria, não queria assustá-la, então mostrando um pouco de pudor, entrei no banheiro pra me trocar. Quando saí, Laurita estava na cama vendo TV bem de boa. Eu estava cansado da viagem, então deitei do lado dela… ok, com paciência, não interpreta mal… repetia… pouco tempo depois, sem dizer nada, Laurita tinha se aconchegado do meu lado. Fiquei tenso por uns instantes, mas depois senti ela como uma menina que se sente protegida, de novo pensei que ela A ingenuidade dela não via malícia nessa situação... e assim acabei adormecendo sem perceber. Ao acordar, Laurita continuava aconchegada ao meu lado, quase agarrada, só que desta vez nossas pernas estavam entrelaçadas. Seu vestido havia subido um pouco, revelando suas coxas que pareciam mais definidas do que anos atrás. Ela soltou um pequeno gemido ao se espreguiçar enquanto despertava, me apertou com força, dei um beijo em sua testa. Ela abriu os olhos com um sorriso, o que me aliviou porque pensei que ficaria envergonhada ou se afastaria, ao perceber nossa proximidade. Já era noite, então Laurita se levantou sem fazer maiores comentários sobre como estávamos entrelaçados na cama, acho que não havia malícia em sua atitude, o único pervertido era eu. Depois disso, saímos em direção à casa dela. No caminho, eu pensava: parece que para ela tudo isso é algo inocente, então é melhor não pisar na bola. Me senti um pouco culpado ao ver a sogra, por tudo que pensei em fazer com sua filha mais nova e por tudo que já fazia com sua filha mais velha. Mesmo assim, comi com prazer o jantar que minha sogra preparou para mim. Nos dias seguintes, procurei me concentrar no trabalho, além do fato de que naquela cidade havia garotas gostosas de roupas curtas, que esperava que me fizessem esquecer minha cunhada. Um dia antes de ir embora, recebi a ligação de Laurita, reclamando do meu distanciamento e perguntando se tinha feito algo errado. Me justifiquei dizendo que por causa do trabalho e outras coisas não tinha tido tempo, mas que iria compensá-la, que escolhesse o que fazer naquela tarde. Ela pediu para levá-la ao cinema... caramba, um lugar escuro com aquela tentação ao lado... devem ser as provas que o destino nos coloca, pensei, se sobreviver estou pronto para me comprometer. Laurita apareceu, com um micro-short e uma blusinha minúscula... puta merda... tive que recolher minha língua do chão e tampar minha boca. Ela estava uma delícia, com suas pernas bronzeadas e bem torneadas, seus quadris curvilíneos e sua bunda avantajada, não tanto quanto a da Valeria, mas já começando a mostrar as formas que Ela me deixaria louco em pouco tempo. Sorriu ao me ver, talvez com aquela coquetice incipiente, ao perceber o efeito que causa em mim. Escolheu um filme quase de contos de fadas... para minha azar não tinha ingressos, pensei que a presença de crianças e famílias me conteria... tivemos que ver uma comédia romântica que estava em cartaz há algumas semanas, então a sala estava semi vazia... No começo, nas poltronas, ela se colou em mim, quase segurou meu braço com ingenuidade e em alguns momentos apoiou a cabeça no meu ombro, como se fôssemos um casal... não pense mal... como é normal, houve cenas de beijos e carinhos...
- Essa garota tem lábios bonitos... disse pensando em voz alta.
- Não como os seus... me escapou, sem perceber.
- Sério? Tenho lábios bonitos... me disse sorrindo na penumbra.
- Ah... bom... sim... são avermelhados e carnudos... são bonitos... disse envergonhado.
Ela sorriu de modo provocante, olhando meus lábios e mordendo os dela... depois acrescentou algo embasbacada...
- Eu não sei beijar... me confessou.
- Qualé... não acredito... disse incrédulo, devem ter muitos atrás de você, pensei.
- Não, nunca beijei ninguém... respondeu se sentindo mal por sua inexperiência.
- Ah, não se preocupa, na sua idade é normal, eu beijei minha primeira garota na sua idade... disse para não fazê-la se sentir mal.
- Sério... você acha que...?... disse curiosa.
- O quê?... vamos, fala com confiança...
- Não, nada... disse envergonhada.
- Vamosss... insisti.
- Você me ensinaria?... disse corando.
- Perdão?... exclamei incrédulo.
- Você me ensinaria a beijar... terminou de dizer Laurita com voz infantil.
- Não... sei... não seria certo... sou namorado da sua irmã... disse mecanicamente, me sentindo um idiota porque queria devorá-la de beijos.
- Verdade... esquece... disse envergonhada.
- Mas... bom... talvez se ficar entre nós... não acho que tenha nada de errado... se eu te ajudar... disse tentando retomar a proposta dela.
- Sim, sim... não vou contar nada (como antes)… ela me disse com o rosto iluminado. Ok, pensei, vamos lá, é só um beijo… se não for comigo, ela vai fazer com qualquer moleque bandido, imaginei. Me aproximei da Laurita, que me olhava com os olhos brilhantes, instintivamente ela foi fechando os olhos, meus lábios pousaram sobre os dela, que eram macios e carnudos. Aos poucos, ela foi perdendo a timidez e brincando com meus lábios, assim como eu fazia com os dela. Ela se desdobrava para me beijar, quase se afogando, com alguns gemidos, que denotavam sua excitação e veemência juvenil. Aos poucos, fui incluindo minha língua, o que a deixou ainda mais excitada e ela foi unindo sua língua à minha… nossa, ela aprendia rápido. Tínhamos esquecido do filme, o que pensei que seria um beijo terno, terminou sendo um amasso intenso na penumbra do cinema, agachados entre as poltronas. Seus braços começaram a se agarrar em mim. Minhas mãos seguiram instintivamente seu impulso, terminando em seus seios redondos, acariciando-os por cima da roupa… ela soltou um gemido suave, se arrepiou um pouco, como na praia quando a toquei… só que dessa vez ela se afastou um pouco assustada… Por alguns instantes, me olhou com indecisão e confusão… finalmente, se atirou em mim novamente, produto de sua ansiedade, me enchendo de beijos loucamente, enquanto me deixava continuar apertando seus seios por cima da roupa. Deu vontade de puxar a mão dela até meu pau, para que ela me masturbasse, afinal já estava duro, estava fora de mim… essa garota estava me tirando do sério, tanto que eu queria possuí-la ali entre as poltronas… o que acalmou minha loucura foi que o filme terminou e as luzes foram sendo acesas aos poucos… caralho… a Laurita escapou por pouco… pensei. Nos arrumamos e tentamos agir normalmente, mas era evidente que estávamos a mil.
- Seu hotel é perto… vamos lá um pouco… ela me disse, entre envergonhada e excitada.
- Sim, claro… respondi, me dirigindo rápido para evitar que seu desejo diminuísse. Parece que ela queria a lição completa. Entramos rapidamente no meu quarto, ela se atirou em ela praticamente pendurada em mim, como na praia ou no aeroporto, causando certa fricção entre seu púbis e meu pau, o que a fez tremer novamente. Me fez perder o equilíbrio e caímos na cama, com ela por cima de mim, e não parava de me beijar, enquanto eu acariciava sua cintura e suas costas. Beijei seu pescoço gentilmente e Laurita estremeceu… timidamente, entre suspiros, pegou minha mão e a direcionou para o lado do seu peito. Não foi preciso mais nenhum sinal, como no cinema, comecei a apertar seus seios por cima da roupa, dessa vez me atrevi a mais… no fim já estávamos loucos… passei minha mão por baixo de sua blusa minúscula, com ainda mais tremor da parte dela, quase tremia. Peguei rapidamente seus seios nus, sua pele ficou arrepiada, num momento de lucidez, suas mãos cobriram as minhas, querendo pará-las… mas foi em vão, em poucos segundos, em vez de se opor, suas mãos acariciavam as minhas e me deixavam agir enquanto sua língua afogava gemidos na minha garganta.
Meus dedos continuaram acariciando seus seios, apertando-os de vez em quando, enquanto o corpo jovem da Laurita tremia de prazer. Quase em cima de mim, ela se movia desajeitadamente, buscando novamente o atrito entre seu púbis e minha virilha. Se a Laurita já tinha me permitido isso, o que mais dava um pouco mais, pensei… me atrevi a levantar aquela blusinha, deixando seus seios redondos à mostra. Ela me olhou com paixão e aprovação, a garota estava submissa. Antes de deixá-la pensar ou se arrepender, rapidamente engoli seus mamilos… o que fez ela se contrair completamente, abafando um gemido de prazer, suas mãos apertavam meus cabelos, me pressionando contra seu corpo que parecia ter tido um orgasmo.
- Ayyyy… – ela exclamou, sufocada.
Minha rola soltou uma gotinha de porra, eu não aguentava mais, mandei minha consciência passear, não importava que fosse minha cunhada… a única coisa que importou foi… a ligação que ela recebeu no celular, e segundos depois no meu… A Laurita estava sendo chamada pela mãe, e eu, pela Valeria… elas estavam preocupadas porque não estávamos voltando… isso nos fez voltar à realidade… foi um balde de água fria para nós dois… já estava ficando tarde… Me arrependi de ter comprado aquele celular com a irmã dela na nossa última visita, supostamente o telefone era para ficar mais em contato com a Laurita, para que ela não se envolvesse com más companhias, já que era uma adolescente terminando o colégio. Mais do que más companhias, acabei sendo um cunhado abusador…
A Laurita, nervosa no início e depois mais calma, explicou à mãe que depois do cinema estávamos passeando pela praça. Enquanto isso, eu dizia a mesma coisa para a Valeria… com um pouco de culpa na consciência, enquanto via sua irmãzinha arrumando a blusa, cobrindo seus seios bem formados.
Já não me lembro que pretextos ou desculpas dei para a Valeria, e acho que a Laurita também não sabia o que tinha dito para a mãe, só sabíamos que prometemos voltar logo para a casa da mãe dela. Nos arrumamos e saímos sem dizer muita coisa. Tentamos falar sobre assuntos triviais, mas às vezes havia silêncios constrangedores, eu não queria dizer algo fora de hora que a fizesse se arrepender ou se envergonhar… além do que eu já começava a sentir um peso na consciência por quase ter me jogado na minha jovem cunhada.
- Obrigada por me ensinar… disse ela timidamente.
- Ah… não se preocupe… você manda bem… aprende rápido… falei, elogiando.
- Sério?… respondeu ela, animada.
Assim, sem perceber, havíamos caminhado vários minutos até chegar à porta da casa dela. Eu voltaria para a capital num voo de madrugada, não a veria de novo talvez por muito tempo, e Laurita sabia disso.
- Sério?... respondi, incrédulo.- Sim, agora com essa moda do feminismo, algumas mulheres não querem se sentir submissas e blá, blá... às vezes querem se comportar como homens, buscando aventuras de uma noite... sentenciei.
- Nossa... me senti um dinossauro, agora as novinhas estavam mais espertas. Tem redes sociais, o pessoal se conecta por ali e até marca encontros... enfim... meu caso não foi bem assim, mas teve algo de internet que ajudou muito nessa nova confusão em que me meti. Meses atrás, uma garota nova do escritório tinha me chamado a atenção, Valéria, uma moça jovem de pele clara, cabelo liso e castanho, olhos grandes e cor de caramelo... e bem, de silhueta magra, seios médios, cintura fina, mas... o que chamava poderosamente a atenção eram seus quadris bem formados e suas bundas redondas.
- Essa mina é puro rabo... ouvi dizer de algum colega de trabalho, que era dos mais quietos e recatados.
- Tá pedindo pra levar no cu... murmurou um senhor perto da aposentadoria, sério e rabugento, que acabou sendo um velho tarado. Esse era o nível do impacto das curvas dela. Como era óbvio, muitos no trabalho tentaram chegar nela, mas apesar do jeito ingênuo e cordial pela juventude e inexperiência, Valéria sabia se impor e não dava moral pra tanto lobo desesperado. Da minha parte, naquela época eu estava namorando, então só me deliciava olhando pra ela e rindo do desespero de alguns pra conseguir a amizade dela ou algo mais. Quando terminei com minha namorada, também não dei muita importância... mal trocamos algumas palavras umas poucas vezes, mas a gente nunca sabe o que o destino apronta. Um dia, saindo do trabalho, tinha que ir a uma reunião no norte da cidade, então peguei um ônibus nessa direção. Sentei-me tranquilo e vi Valéria subir no próximo ponto. Ela me reconheceu quase de imediato e sorriu, em seguida sentou-se ao meu lado. No começo, me senti um pouco entediado, era uma viagem longa e não achei que tivesse muito em comum com aquela garota, bom, pelo menos seus quadris avantajados me empurravam de um jeito engraçado no banco e me tiravam da minha abstração pós-término. Para minha surpresa, conversamos alegremente e ela me caiu muito bem, até senti que em alguns momentos a gente flertava. Bom, no fim, me apaixonei, meses depois éramos um casal… seu corpo gracioso… caramba, levei ela a um clube campestre e ao vê-la de roupa de banho, pensei: essa garota poderia ser modelo, embora faltasse um pouco de volume nos seios. Só que demorei um pouco para concretizar a intimidade, não estava desesperado também, sentia que estava passando o tempo para ver no que dava, enquanto Valéria parecia que se reservava para alguém especial… então quase me senti um canalha quando a desvirginei, mas acho que acabei me apaixonando mais… apesar da inexperiência, ela tinha uma fogosidade especial… Diferente de outros relacionamentos, Valéria não era pudica, não tinha vergonha de andar nua na minha frente, não se sentia mal se eu a colocava em uma ou outra posição, agora com o feminismo em alta, muitas ficam indignadas se você as pega em uma posição que consideram degradante… quando é só por prazer, não uma questão de submissão. Nesse sentido, Valéria se deixava levar, me permitia guiá-la nas posições que eu quisesse, acho que ela entendia que eu era mais experiente e não fazia questão de se acomodar para me dar prazer ou satisfazer minha curiosidade… ela sabia que eu adorava o corpinho dela. Em pouco tempo, para minha sorte, ela descobriu que gostava de levar por trás… — É bem gostoso por trás… — ela me confessou uma vez, pensando alto, depois ficou com um pouco de vergonha.
E sim, era fabuloso comê-la por trás, com sua cintura fina e suas nádegas fartas tremendo a cada penetração, seus gemidos gostosos com aquele sotaque da cidade dela, o rosto de prazer toda vez que virava para me olhar, às vezes para transmitir seu prazer com seus lábios carnudos e língua… ufff… era um espetáculo completo… Em pouco tempo, ela preferia que eu a pegasse assim, de quatro, maximizava o tesão e prazer dela, assim como o meu… no entanto, para meu pesar… ela se opunha ao sexo anal… não por achar degradante, mas por medo. - Já é suficiente seu pau mal entrar na minha buceta… essa coisa destruiria minha bunda… dizia Valeria, engraçada, cuja estreiteza me fascinava.
Eu tinha esperança de convencê-la mais tarde a fazer anal, treiná-la aos poucos como havia feito com outras parceiras… no entanto, meio brincando, meio séria… ela repetia…
- Em nossa lua de mel… te dou tudo… brincava sobre a possibilidade de um futuro juntos.
Acabou que Valeria morava sozinha na cidade, num mini apartamento que alugava ao norte, aquela independência de que gozava foi muito favorável durante aqueles meses de descoberta sexual para ela. Mas isso mudaria logo, sua mãe e sua irmãzinha a visitariam em breve da província natal. A mãe de Valeria precisava seguir um tratamento médico por alguns meses, já que a idade fazia estragos na minha até então desconhecida sogra.
Conheci minha sogra, era desconfiada dos homens, como toda mãe solteira. Descobri que sua irmãzinha Laurita era produto de um segundo relacionamento que também não deu certo. Essa senhora criou as duas filhas sozinha e por isso me olhava com desconfiança.
Na verdade, quem me olhava com uma fascinação estranha era sua irmãzinha, talvez por conhecer o primeiro cara que sua irmã apresentava à mãe, talvez porque soubesse que eu era mais velho que sua irmã… Naquela época, Laurita era uma adolescente quase atingindo a maioridade… fisicamente era muito diferente de Valeria. Laurita tinha pele cor de canela, corpo com tendência a ser mais volumoso pelo que eu já tinha visto antes em outras situações, com uma prima (Anita). Embora eu não pudesse dizer muito sobre o corpo dela por causa da roupa de inverno que a Laurita estava usando e que não deixava ver nada.
Na verdade, eu tinha que admitir que a Laurita tinha um rosto mais bonito que o da irmã dela, lábios mais carnudos e nariz arrebitado, olhos negros. Apesar da idade, ela se comportava como uma criança, fazia gestos e beicinhos às vezes, talvez a mãe a mimasse demais. Eu pensava que essa garota em poucos anos seria uma tentação terrível, considerando meus antecedentes, ou seja, minha fraqueza por morenas de corpo escultural. Tínhamos conseguido matricular a Laurita numa escola, para que ela não perdesse o que já tinha avançado com a mudança de cidade. Um sábado fui visitá-las no minúsculo apartamento delas, a Valéria me mandou mensagem dizendo que tinha saído com a mãe para fazer umas compras e que eu esperasse, que a Laurita estava em casa. Bom, pelo menos vou conhecer um pouco mais minha cunhada, eu disse pra mim mesmo, tentando calar minha mente pervertida, e ela era uma adolescente que se comportava como criança, o bom era que isso tirava a tentação… pelo menos foi o que pensei… Chegando no apê, bati na porta… - Pode entrar, tá aberto… ela disse com sua voz infantil.
Eu obedeci e entrei, a sala estava vazia… até que de repente a Laurita apareceu…
- Caralh… só consegui dizer baixinho enquanto ela sorria.
A Laurita saiu da cozinha, onde também ficava a lavanderia… com a saia escolar, xadrez azul e preto, igual nas fotos e vídeos pornô de colegialas… mas isso não era tudo… ela estava com os peitos à mostra… nua da cintura pra cima.
- Achei que era minha mãe e minha irmã… ela se desculpou sem parar de rir.
Fiquei de boca aberta… minha primeira impressão foi que ela tinha peitos melhores que os da Valéria, médios e bem formados pra idade dela. Depois reagi e tentei agir como cavalheiro… virei de costas, pra evitar vê-la… mas aquela imagem ficou na minha pupila por um bom tempo, até me daria uma boa punheta em casa depois.
- Ah, desculpa… não sabia que você estava… bem… assim… me desculpei
- Já pode virar… ela disse, enquanto eu pensava nessas coisas a Laurita já tinha se coberto.
Também não ajudou muito… ela vestiu uma Moletom branco, que por estar molhado grudou na pele dela, marcando o peito com os mamilos pontudos... meu pau não demoraria a ficar pontudo também, então sentei na sala. Ela explicou que teve ensaio de desfile na escola e tinha acabado de voltar, foi lavar o uniforme... começou pela blusa e sutiã, por isso o peito nu. E não colocou outro sutiã, eu sentia os mamilos dela me apontando ou me encarando. Era muita tentação, me desculpei e saí para dar uma volta, senão aquilo podia acabar mal... a gente é homem e, além do mais, aquela imagem de colegialha safada me deixou a mil... Quando voltei, minha namorada e minha sogra já estavam em casa, a garota tinha trocado de roupa, não fizeram nenhum comentário, acho que a Laurita omitiu... guardei o segredo assim como mais tarde guardaria outros. Começamos a sair esporadicamente com a Laurita para o cinema e outros lugares, era como nossa filha, atraía olhares dos garotos por ser gostosa e às vezes eu entrava no modo pai ciumento, coisa que a Valéria gostava, como eu protegia a irmãzinha... se ela soubesse que aquela moreninha começava a me tentar. Como o tratamento da minha sogra tinha terminado, elas teriam que voltar para a cidade dela. Pouco antes de irem, decidimos com a Valéria levá-las à praia para a Laurita conhecer o mar, afinal já estava de férias. Dessa vez pude ver o corpo da garota completo... para minha sorte, a Valéria tinha quadris melhores que a irmã (que ainda era adolescente), mas na frente, a Laurita ganhava... então, em termos neutros, a coisa ficava equilibrada... mas eu tinha atração natural por quadris largos e bundas redondas. A Valéria tinha medo do mar, não entrava além de alguns metros da areia. Então quando a Laurita quis entrar, tive que levá-la. A garota segurou minha mão sem malícia, mas no meu morbido eu intuía que tinha algo mais... senti um leve tremor no corpo dela ao toque das minhas mãos. Cada vez que vinha uma onda, Laurita ficava nerviosa e se agarrava em mim, quase subindo em cima de mim, já que era baixinha, 1,60m... e isso me deixava ainda pior... seus seios se apertavam no meu peito enquanto ela me abraçava, suas pernas envolviam as minhas, com seu púbis quase por cima do meu pau, que começava a endurecer a cada subida e aperto do corpo da Laurita. No começo, Valéria e sua mãe nos observavam e riam da reação da Laurita, de como ela me fazia tropeçar por causa do medo das ondas, e como depois as ondas nos sacudiam. Depois percebi que Valéria e sua mãe começaram a conversar sem prestar muita atenção. A essa altura, acho que Laurita já tinha sentido o volume do meu pau que se formou pela pressão constante dela contra mim. Ela se afastou um pouco nervosa, eu envergonhado não busquei mais contato físico... estava brincando com fogo. Até que veio uma onda grande, então fiz sinal para ela mergulhar e deixar passar, como já tinha ensinado... ao levantar a cabeça da água procurei por Laurita... e a encontrei... de novo com os seios à mostra... caramba...
- Aiii... meu sutiã... disse ela envergonhada e sorridente sem se cobrir. O sutiã do biquíni estava flutuando a alguns metros, peguei e dei para ela... por sorte não tinha gente perto, ninguém percebeu, ainda mais que Valéria e minha sogra estavam distraídas comprando lanches... e eu, babando, aproveitava para olhar seus seios.
- Me ajuda?... me disse sorrindo. Essa garota vai me matar... pensei com meu pau endurecendo de novo... dei uma olhada na praia, Valéria e sua mãe continuavam distraídas, Laurita se virou e eu amarrei seu sutiã. Depois ela ficou de frente e me disse:
- Tá bom?... Pode ajeitar?... disse inocentemente.
- Ahhh... siim... claro... respondi, babando com sua proposta. Ufff... era o cúmulo... na verdade o sutiã estava desajeitado, metade do mamilo estava à vista... depois de notar que não tinha ninguém por perto, coloquei minhas mãos sobre seus seios bem formados, movi o tecido de modo que cobrisse tudo e me virei de tocar um pouco a mais, mas sem reclamações da Laurita… Só notei como a respiração dela ficou ofegante, vi ela abrir os lábios e estremecer um pouco, talvez tenha sentido a água mais fria que o normal… os mamilos dela endureceram e senti os batimentos cardíacos acelerarem nos segundos intermináveis em que minhas mãos repousaram sobre seus seios. -
Siii… aí está bom… disse com voz entrecortada. Acho que ela também ficou um pouco excitada com o toque das minhas mãos em seus seios, talvez fosse a primeira vez que alguém mexeu no peito dela. Ainda mais sabendo que ela mesma poderia ter ajustado o sutiã. Depois de um silêncio meio constrangedor, só consegui sorrir e agradecer, ficamos nos olhando… tive vontade de beijá-la e parecia que ela não se oporia, mas isso ferraria tudo… com minha namorada e sogra na praia. Para minha sorte, uma onda me derrubou e evitou que eu cometesse um erro, enquanto a Laurita reagiu melhor e mergulhou. Na volta, quando perguntei sobre a experiência na praia, a Laurita achou incrível, disse sorrindo para mim pelo retrovisor do carro. Também não comentou o que aconteceu, sobre minhas mãos em seus seios… pelo menos era discreta. Laurita e a mãe dela voltaram para a cidade delas, dando paz ao meu relacionamento com a Valéria, sabia que no futuro aquela garota traria problemas conforme seu corpo e seus quadris amadurecessem como seus seios. Como se fosse brincadeira, passou um ano desde que Laurita e a mãe nos visitaram na capital, no meio tempo já as tínhamos visitado uma vez na cidade delas, num fim de semana prolongado, mas por sorte não houve mais contato como naquela vez na praia. Até que, por questões de trabalho, tive que visitar a cidade delas, ficaria alguns dias por lá, enquanto a Valéria estava aqui trabalhando e a Laurita estava de férias lá… já teria 18 anos e fiquei curioso para saber como ela tinha se desenvolvido. Tinha planejado ficar num hotel e daria um tempo para visitar a Laurita e a mãe dela, de quebra entregar uns recados da Valéria. Ao sair do aeroporto, vi uma morena muito gostosa na entrada, pensei em soltar algum elogio, afinal estava longe do radar da Valeria… mas… merd… - Oi, o que você faz aqui?... falei, era a Laurita… estava com um vestido meio solto, com saia acima dos joelhos, com um pouco de decote no busto. - Fiquei sabendo da sua chegada e quis vir te receber… fiz errado?... perguntou envergonhada.
- Não, de jeito nenhum… é uma surpresa muito boa… falei agradecido.- Que bom que você gostou… ela disse enquanto se jogava em cima de mim, igual na praia. Subiu em mim como uma menina querendo se pendurar no pai, mas naquele jeito de me abraçar e se apertar contra mim, os seios dela, um pouco maiores dessa vez, afundaram no meu peito, a ponto de eu sentir os mamilos… ela estava alguns centímetros mais alta também. Me deu um beijo na bochecha, bem perto dos meus lábios… Não interpreta mal, eu dizia pra mim mesmo pra me acalmar… a garota gosta de mim, com certeza me vê como uma figura paterna ou um amigo de confiança, sou o namorado da irmã dela, o que mais ela poderia pensar… isso é loucura… repetia pra manter a sanidade.
- Vamos pra minha casa… Laurita falou animada, pegando parte das minhas coisas.
- Ah, não se preocupa, a empresa reservou um hotel pra mim, talvez depois eu visite vocês… falei. Mas ela tinha se agarrado em mim, veio me buscar e não queria se soltar. Até se ofereceu pra me levar ao hotel e depois pra casa dela… Bom, Laurita quer ir pro hotel comigo… vamos ver onde isso vai dar… Entramos no meu hotel, com a recepcionista me olhando desconfiada, vendo eu com aquela jovenzinha. Laurita entrou no meu quarto e sentou numa poltrona, igual uma criança observando tudo que tinha no ambiente. Falei que ia me trocar, e ela nem se mexeu… parecia que não ligava se eu ficasse pelado na frente dela, afinal eu já tinha visto os peitos dela, talvez ela esperasse que eu mostrasse alguma coisa… mas tentei raciocinar com a cabeça fria, não queria assustá-la, então mostrando um pouco de pudor, entrei no banheiro pra me trocar. Quando saí, Laurita estava na cama vendo TV bem de boa. Eu estava cansado da viagem, então deitei do lado dela… ok, com paciência, não interpreta mal… repetia… pouco tempo depois, sem dizer nada, Laurita tinha se aconchegado do meu lado. Fiquei tenso por uns instantes, mas depois senti ela como uma menina que se sente protegida, de novo pensei que ela A ingenuidade dela não via malícia nessa situação... e assim acabei adormecendo sem perceber. Ao acordar, Laurita continuava aconchegada ao meu lado, quase agarrada, só que desta vez nossas pernas estavam entrelaçadas. Seu vestido havia subido um pouco, revelando suas coxas que pareciam mais definidas do que anos atrás. Ela soltou um pequeno gemido ao se espreguiçar enquanto despertava, me apertou com força, dei um beijo em sua testa. Ela abriu os olhos com um sorriso, o que me aliviou porque pensei que ficaria envergonhada ou se afastaria, ao perceber nossa proximidade. Já era noite, então Laurita se levantou sem fazer maiores comentários sobre como estávamos entrelaçados na cama, acho que não havia malícia em sua atitude, o único pervertido era eu. Depois disso, saímos em direção à casa dela. No caminho, eu pensava: parece que para ela tudo isso é algo inocente, então é melhor não pisar na bola. Me senti um pouco culpado ao ver a sogra, por tudo que pensei em fazer com sua filha mais nova e por tudo que já fazia com sua filha mais velha. Mesmo assim, comi com prazer o jantar que minha sogra preparou para mim. Nos dias seguintes, procurei me concentrar no trabalho, além do fato de que naquela cidade havia garotas gostosas de roupas curtas, que esperava que me fizessem esquecer minha cunhada. Um dia antes de ir embora, recebi a ligação de Laurita, reclamando do meu distanciamento e perguntando se tinha feito algo errado. Me justifiquei dizendo que por causa do trabalho e outras coisas não tinha tido tempo, mas que iria compensá-la, que escolhesse o que fazer naquela tarde. Ela pediu para levá-la ao cinema... caramba, um lugar escuro com aquela tentação ao lado... devem ser as provas que o destino nos coloca, pensei, se sobreviver estou pronto para me comprometer. Laurita apareceu, com um micro-short e uma blusinha minúscula... puta merda... tive que recolher minha língua do chão e tampar minha boca. Ela estava uma delícia, com suas pernas bronzeadas e bem torneadas, seus quadris curvilíneos e sua bunda avantajada, não tanto quanto a da Valeria, mas já começando a mostrar as formas que Ela me deixaria louco em pouco tempo. Sorriu ao me ver, talvez com aquela coquetice incipiente, ao perceber o efeito que causa em mim. Escolheu um filme quase de contos de fadas... para minha azar não tinha ingressos, pensei que a presença de crianças e famílias me conteria... tivemos que ver uma comédia romântica que estava em cartaz há algumas semanas, então a sala estava semi vazia... No começo, nas poltronas, ela se colou em mim, quase segurou meu braço com ingenuidade e em alguns momentos apoiou a cabeça no meu ombro, como se fôssemos um casal... não pense mal... como é normal, houve cenas de beijos e carinhos...
- Essa garota tem lábios bonitos... disse pensando em voz alta.
- Não como os seus... me escapou, sem perceber.
- Sério? Tenho lábios bonitos... me disse sorrindo na penumbra.
- Ah... bom... sim... são avermelhados e carnudos... são bonitos... disse envergonhado.
Ela sorriu de modo provocante, olhando meus lábios e mordendo os dela... depois acrescentou algo embasbacada...
- Eu não sei beijar... me confessou.
- Qualé... não acredito... disse incrédulo, devem ter muitos atrás de você, pensei.
- Não, nunca beijei ninguém... respondeu se sentindo mal por sua inexperiência.
- Ah, não se preocupa, na sua idade é normal, eu beijei minha primeira garota na sua idade... disse para não fazê-la se sentir mal.
- Sério... você acha que...?... disse curiosa.
- O quê?... vamos, fala com confiança...
- Não, nada... disse envergonhada.
- Vamosss... insisti.
- Você me ensinaria?... disse corando.
- Perdão?... exclamei incrédulo.
- Você me ensinaria a beijar... terminou de dizer Laurita com voz infantil.
- Não... sei... não seria certo... sou namorado da sua irmã... disse mecanicamente, me sentindo um idiota porque queria devorá-la de beijos.
- Verdade... esquece... disse envergonhada.
- Mas... bom... talvez se ficar entre nós... não acho que tenha nada de errado... se eu te ajudar... disse tentando retomar a proposta dela.
- Sim, sim... não vou contar nada (como antes)… ela me disse com o rosto iluminado. Ok, pensei, vamos lá, é só um beijo… se não for comigo, ela vai fazer com qualquer moleque bandido, imaginei. Me aproximei da Laurita, que me olhava com os olhos brilhantes, instintivamente ela foi fechando os olhos, meus lábios pousaram sobre os dela, que eram macios e carnudos. Aos poucos, ela foi perdendo a timidez e brincando com meus lábios, assim como eu fazia com os dela. Ela se desdobrava para me beijar, quase se afogando, com alguns gemidos, que denotavam sua excitação e veemência juvenil. Aos poucos, fui incluindo minha língua, o que a deixou ainda mais excitada e ela foi unindo sua língua à minha… nossa, ela aprendia rápido. Tínhamos esquecido do filme, o que pensei que seria um beijo terno, terminou sendo um amasso intenso na penumbra do cinema, agachados entre as poltronas. Seus braços começaram a se agarrar em mim. Minhas mãos seguiram instintivamente seu impulso, terminando em seus seios redondos, acariciando-os por cima da roupa… ela soltou um gemido suave, se arrepiou um pouco, como na praia quando a toquei… só que dessa vez ela se afastou um pouco assustada… Por alguns instantes, me olhou com indecisão e confusão… finalmente, se atirou em mim novamente, produto de sua ansiedade, me enchendo de beijos loucamente, enquanto me deixava continuar apertando seus seios por cima da roupa. Deu vontade de puxar a mão dela até meu pau, para que ela me masturbasse, afinal já estava duro, estava fora de mim… essa garota estava me tirando do sério, tanto que eu queria possuí-la ali entre as poltronas… o que acalmou minha loucura foi que o filme terminou e as luzes foram sendo acesas aos poucos… caralho… a Laurita escapou por pouco… pensei. Nos arrumamos e tentamos agir normalmente, mas era evidente que estávamos a mil.
- Seu hotel é perto… vamos lá um pouco… ela me disse, entre envergonhada e excitada.
- Sim, claro… respondi, me dirigindo rápido para evitar que seu desejo diminuísse. Parece que ela queria a lição completa. Entramos rapidamente no meu quarto, ela se atirou em ela praticamente pendurada em mim, como na praia ou no aeroporto, causando certa fricção entre seu púbis e meu pau, o que a fez tremer novamente. Me fez perder o equilíbrio e caímos na cama, com ela por cima de mim, e não parava de me beijar, enquanto eu acariciava sua cintura e suas costas. Beijei seu pescoço gentilmente e Laurita estremeceu… timidamente, entre suspiros, pegou minha mão e a direcionou para o lado do seu peito. Não foi preciso mais nenhum sinal, como no cinema, comecei a apertar seus seios por cima da roupa, dessa vez me atrevi a mais… no fim já estávamos loucos… passei minha mão por baixo de sua blusa minúscula, com ainda mais tremor da parte dela, quase tremia. Peguei rapidamente seus seios nus, sua pele ficou arrepiada, num momento de lucidez, suas mãos cobriram as minhas, querendo pará-las… mas foi em vão, em poucos segundos, em vez de se opor, suas mãos acariciavam as minhas e me deixavam agir enquanto sua língua afogava gemidos na minha garganta.
Meus dedos continuaram acariciando seus seios, apertando-os de vez em quando, enquanto o corpo jovem da Laurita tremia de prazer. Quase em cima de mim, ela se movia desajeitadamente, buscando novamente o atrito entre seu púbis e minha virilha. Se a Laurita já tinha me permitido isso, o que mais dava um pouco mais, pensei… me atrevi a levantar aquela blusinha, deixando seus seios redondos à mostra. Ela me olhou com paixão e aprovação, a garota estava submissa. Antes de deixá-la pensar ou se arrepender, rapidamente engoli seus mamilos… o que fez ela se contrair completamente, abafando um gemido de prazer, suas mãos apertavam meus cabelos, me pressionando contra seu corpo que parecia ter tido um orgasmo. - Ayyyy… – ela exclamou, sufocada.
Minha rola soltou uma gotinha de porra, eu não aguentava mais, mandei minha consciência passear, não importava que fosse minha cunhada… a única coisa que importou foi… a ligação que ela recebeu no celular, e segundos depois no meu… A Laurita estava sendo chamada pela mãe, e eu, pela Valeria… elas estavam preocupadas porque não estávamos voltando… isso nos fez voltar à realidade… foi um balde de água fria para nós dois… já estava ficando tarde… Me arrependi de ter comprado aquele celular com a irmã dela na nossa última visita, supostamente o telefone era para ficar mais em contato com a Laurita, para que ela não se envolvesse com más companhias, já que era uma adolescente terminando o colégio. Mais do que más companhias, acabei sendo um cunhado abusador…
A Laurita, nervosa no início e depois mais calma, explicou à mãe que depois do cinema estávamos passeando pela praça. Enquanto isso, eu dizia a mesma coisa para a Valeria… com um pouco de culpa na consciência, enquanto via sua irmãzinha arrumando a blusa, cobrindo seus seios bem formados.
Já não me lembro que pretextos ou desculpas dei para a Valeria, e acho que a Laurita também não sabia o que tinha dito para a mãe, só sabíamos que prometemos voltar logo para a casa da mãe dela. Nos arrumamos e saímos sem dizer muita coisa. Tentamos falar sobre assuntos triviais, mas às vezes havia silêncios constrangedores, eu não queria dizer algo fora de hora que a fizesse se arrepender ou se envergonhar… além do que eu já começava a sentir um peso na consciência por quase ter me jogado na minha jovem cunhada.
- Obrigada por me ensinar… disse ela timidamente.
- Ah… não se preocupe… você manda bem… aprende rápido… falei, elogiando.
- Sério?… respondeu ela, animada.
Assim, sem perceber, havíamos caminhado vários minutos até chegar à porta da casa dela. Eu voltaria para a capital num voo de madrugada, não a veria de novo talvez por muito tempo, e Laurita sabia disso.
2 comentários - Flor de la juventud