Camila, parte 3

Parte 1http://www.poringa.net/posts/relatos/3496702/Camila.htmlParte 2http://www.poringa.net/posts/relatos/3500137/Camila-parte-2.html- Tô presa na estrada, não tá andando nada. Acabei de passar por Berazategui.
Tava esperando a Cami na Retiro; como de costume cheguei cedo no encontro por causa dos meus problemas de ansiedade. Eram quase oito da noite, a gente ia tomar alguma coisa, fazia quase um mês que a gente não saía, e sendo minha única amante, o mesmo tempo que eu não transava. Então minha ansiedade era justificável. Avisei que tava esperando ela num bar, e fui pra rua Reconquista onde tem vários pubs; decidi entrar no Kilkenny, pra ser janeiro tava cheio; sentei no balcão e pedi uma Heineken chope, pra começar. Terminei em dez minutos e mandei outra mensagem.
- E aí, como tá a parada?
- Igual. Não andei nem um passo – ela respondeu, pra minha decepção.
- Puta que pariu. E ainda não dá pra descer e pegar outro, digo tipo pra cancelar.
- Isso não é o pior.
- E qual é o pior?
Pedi outra cerveja, o lugar continuava enchendo, muitos gringos, muitos funcionários de escritório, e eu olhando pro meu celular.
- Bom, ia ser uma surpresa muajajaja
- O quê? Conta – não sabia com o que ela ia me surpreender.
- Tô usando umas bolinhas chinesas… cada vez que me mexo eu fico molhada.
- Ufff não pode me falar isso agora.
- Hahaha se você tá com tesão imagina eu com isso dentro.
Tomei meu copo em dois goles. Percebi que já tava de pau duro, fiquei muito excitado.
- Tá cheio o ônibus?
- Nah, pouca gente.
- Do seu lado tem alguém?
- Não. Do outro lado do corredor tem um mlk dormindo.
- Então você pode se tocar.
Pedi meu terceiro copo. Por alguma razão estranha, eu conseguia tomar dois tequileiros sem ficar bêbado, mas dois copos de cerveja me deixavam alegre, no mínimo. Ela demorou uns minutos pra responder, fiquei nervoso.
- Você acha? E se o cara me vê?
- Como ele é?
- Deve ter uns 18, 19 anos. Meio maloqueiro, mas bonito.
- Bom, então você pode se divertir.
- Você é pervertidinhu, né
Queria ficar mais de boa, peguei meu copo e vazei pra uma mesa, que não eram muito usadas, já que o andar de cima abria não pra dançar, mas sim pra ficar em pé e poder socializar. Quando sentei já tinha uma mensagem nova.
- Tirei o zíper do meu jeans, tô me tocando. Não sabe como tô molhada.
- E eu você não sabe como tô de pau – respondi, e era verdade. Tava difícil não me tocar.
- Soltei as bolas e gozei
- Ufff e não gemeu?
- Me contorci um pouquinho muajajaja

Já tinha acabado meu terceiro copo. Dessa vez chamei a garçonete, e pedi um Jagermeister com coca, pra tomar mais de boa.
- O cara tá dormindo agora de frente pra mim.
- Ufff capaz que ele te viu – respondi, alimentando o tesão
- Você acha? Mmmmm
- Isso te deixou com tesão, não, sua putinha? – minha cabeça fervia e meu pau doía de tão duro.
- Você que tá mais, pelo jeito… quando me chama de putinha é porque tá muito excitado
- O ônibus andou? Tô te avisando que vou embora de putaria se você não chegar logo – ameacei
- Siiiim, já tô quase em Quilmes.
- Ahhh ainda falta um pedaço; pode se divertir um pouco com o cara.
- Como? Não vou acordar ele – disse Cami
- Se você se tocar e ao mesmo tempo chupar dois dedos ele vai interpretar como se você quisesse chupar um pau e senta do seu lado. Confia em mim. Mas como no outro dia, se chupar ele eu quero vídeo, senão não tá autorizada.
- Ah você me autoriza a fazer coisas agora?
- Essa noite sim, você é minha putinha.
- Ok, sou sua putinha.

Chegou a garçonete com meu drink. Comecei a tomar devagar, brincava com o gelo, esperando uma mensagem. Passaram cinco minutos e não chegava, pensei que talvez não tivesse sinal, ou algo assim. Fiquei ansioso, escrevia algo e apagava, mas não mandei. Doze minutos exatamente depois chegou. Abri o WhatsApp, era um vídeo. Não podia acreditar que ela tinha feito. Demorou uns segundos pra baixar que pra mim foram anos. Começou, durou quase seis minutos.
O cara filmava, tava escuro mas dava pra ver o pau, normal, e a Camila chupando com vontade. Na metade do vídeo, ela não usava as mãos, deu três gargantas profundas, e o cara, que tava na glória, ficou apertando os peitos dela por cima da roupa. Nos últimos minutos, ela fez a punheta, lambendo ou metendo só a cabeça na boca, obviamente pra ele gozar mais rápido porque não tinha muito tempo. Em dois minutos ela conseguiu. No vídeo dava pra ver o gozo começando a sair e a Cami enfiou o pau na boca. Aí cortava, na hora não soube se ela engoliu ou não.

- Que foda
- Kkkk gostou? – ela me respondeu
- Sim… quando chegar te estupro
- Tô entrando na Capital agora, vem pra parada
- Parada você que me deixou – respondi me achando o engraçadinho

Paguei e voltei pro Retiro pra esperar por ela. Sentei onde o ônibus parava, e cinco minutos depois ela chegou. Desceu e me cumprimentou com um beijinho.

- Quem era o cara? – perguntei
- Ele desceu antes
- Engoliu o gozo? – perguntei
- Sim… não tive escolha – a resposta dela me decepcionou muito, queria que ela guardasse isso pra mim. Mas não falei nada.
- Ele não quis te comer?
- Kkkk não deu tempo, aliás ele passou uma parada pra não gozar antes. Mas mesmo assim eu não ia deixar.

Parei um táxi. Falei pro motorista ir pra Córdoba e Pueyrredón, onde tem um hotel, o Mix, que eu conhecia e sabia que era bom. Chegamos na esquina, paguei e andamos até a porta.

- Não vamos comer nem nada? – a Camila questionou
- Depois talvez… agora eu falei que ia te estuprar

Entramos, paguei um quarto com banheiro romano, tipo uma banheira gigante. Era no térreo, e o quarto tinha no primeiro nível o banheiro romano, duas pias e um sofá. Tinha uma escadinha que levava pra cama, com a TV e outro sofá menor. Já tinha estado no mesmo lugar antes.

Entramos e não deixei ela nem respirar, joguei ela na... sofá de baixo. A Camila estava de regata, jeans e tênis, e levava uma jaqueta de jeans na mão por causa do ar-condicionado do ônibus, mas a noite estava muito quente. Ela ficou de bruços, eu levantei seus quadris e desabotoei a calça, fazendo ela sentir meu volume na bunda com um apoio terrível. Terminei minha tarefa e desci a calça. Ela ficou de quatro, apoiando as mãos na parte de cima do encosto do sofá e empinando a bunda. Com minhas mãos abri suas nádegas, dei uma palmada e depois puxei a calcinha. Me inclinei e coloquei minha língua no seu cu. Chupei com vontade, tocando a buceta molhada que ela tinha, e enchendo seu ânus com seus próprios fluidos para depois comê-los. Ajudando-me com um dedo, fui abrindo a bunda. A Cami massageava o clitóris.

- Você tá muito safada, putinha... Me come logo, depois a gente faz o que você quiser, mas enfia essa pica – ela disse quase desesperada

Não a fiz esperar. Ela baixou um pouco o quadril, eu tirei o jeans e a camisa, e guiei meu pau duríssimo até sua boceta encharcada. Por trás, levantei a regata, e a Cami terminou de tirar. O mesmo com o sutiã, comecei desabotoando e ela terminou de tirar. Tudo isso enquanto meu pau entrava e saía de dentro dela.

- Quero leite dentro rápido, vai, depois tem tempo pra mais, agora me arrebenta toda e me enche de porra

Nunca a tinha ouvido assim, mas isso me deixou mais excitado, parece que chupar o cara e as bolas que ela tinha enfiado a deixaram muito excitada. Agarrei forte seu cabelo, meti com força e não demorei o orgasmo. Em cinco minutos já estava dando a porra como ela tinha pedido.

Terminou de sair, eu estava muito suado; dei umas palmadas na sua bunda, ela riu.

- Precisava disso – ela disse e, virando-se, beijou a cabeça do meu pau – vamos tomar um banho

Tomamos bem rapidinho, pra tirar o suor e os fluidos. Terminamos, nos secamos e subimos na cama. Liguei o ar e nos deitamos. Conversamos. um tempinho de putaria.
- Hoje eu vim preparada – disse Camila e se abaixou para buscar sua bolsa. Pegou e tirou um óleo.
- E isso?
- Vou te fazer uma massagem, vira de bruços.

Obedeci. Ela derramou o óleo frio pela minha coluna, arrepiou minha pele. Com as mãos, espalhou pelos meus ombros, pressionando com as pontas dos dedos. Passou pelas minhas costas, cobrindo tudo, e depois desceu até minha bunda. Não parou e continuou pelas minhas pernas, deixando-as bem encharcadas de óleo. Fez massagem com as mãos por um tempo, de baixo para cima, eu precisava e ela fazia bem, tinha força. Depois, passou óleo no próprio corpo, entre os peitos. Lubrificou bem e se jogou com todo o corpo em cima de mim, massageando com os seios. Subindo da minha bunda até meus ombros. Então fez o mesmo, mas com a raba; alinhou toda minha coluna, era uma sensação gostosa.

- Sabe o que é melhor desse óleo? Que tem um gosto gostoso.

Começou a lamber meu pescoço, descendo pelas minhas costas. Depois, alternava lambidas com chupões, assim até chegar no meu cu. Pegou um travesseiro e colocou sob minha barriga, e agora com mais liberdade, abriu minhas nádegas. Passou um pouco de óleo no meu ânus e nas minhas bolas. Começou a chupar estas últimas, lambendo bem devagar. Com um dedo, timidamente tocou o buraco do meu cu, pra ver minha reação, suponho. Não disse nada, e ela se animou a subir com a língua. Eu tinha depilado, então não tinha problemas. Ela começou a chupar meu ânus, lambeu e encheu bem de saliva. Depois subiu de novo pro meu pescoço, e ficou me chupando, mas enfiando um dedo um pouco na bunda. Foi enfiando mais, passando os peitos pelas minhas costas e lambendo o óleo que tinha ficado no meu corpo; até que entrou por completo, e começou a estimular minha próstata.

Meu pau nessa altura já estava duro de novo. Virei de lado. Cami entendeu o que eu queria, pegou o óleo de novo e derramou um pouco no meu pau. Depois, ajoelhada entre minhas pernas, deixou cair a saliva que tinha juntado na boca. para terminar de molhá-la. Ela se inclinou e começou a chupar meu pau, sem usar as mãos, enfiando até o fundo, mexendo a língua, e tirando ele por completo. Deixou meu pau limpo de óleo, voltou a se ajoelhar e esfregou minha glande no clitóris dela devagar. Em um dos movimentos, aproveitou a lubrificação extrema que a gente tinha e enfiou meu pau no cu dela. Foi descendo devagar, assim na posição de cavalgada, até entrar por completo. Eu sentia ela me apertando, somado ao calor do óleo, era uma sensação única. Camila começou a comandar a situação, apoiando as duas mãos no meu peito, e movendo o quadril para meu pau entrar e sair. Depois de algumas bombadas, tirou uma das mãos e começou a estimular o clitóris. Eu agarrei os peitos dela, apertando forte. Ela gemeu e se moveu cada vez mais rápido; tanto que eu estava quase gozando, então a segurei; ela não gostou muito. Aproveitei para mudar de posição, e agora fiz ela deitar de bruços.

Peguei o óleo agora, e passei nas costas dela.
- Abre as nádegas com as mãos – pedi
Ela colocou um travesseiro debaixo da barriga, e me obedeceu. Joguei óleo no cu aberto dela pelo meu pau, e deixei cair um pouco da minha saliva também. Usei minhas mãos para espalhar o óleo nas costas, pescoço e bunda dela. Massageei de cima para baixo, apoiando meu pau entre as nádegas dela, mas sem enfiar. Cravei meus dedos no pescoço dela, depois os ombros; continuei pelas costas, a coluna. Cami pegou meu pau com uma mão e bateu uma punheta devagar.

Não aguentei mais do que uns minutos, e enfiei meu pau no cu dela de novo. Abria a bunda dela com minhas mãos, e metia forte, já que não encontrava resistência na Camila. Pelo contrário, parecia estar gostando porque gemía cada vez mais alto. Assim nessa posição continuamos até que não pude segurar mais. Enchi ela de porra, deixando bem lá dentro. Me joguei na cama ao lado, Cami me deu um beijo, e desceu para limpar meu pau com a boca. Deixou impecável.
- Vamos nos lavar? – ela propôs
Entramos no O banheiro romano, nos limpiamos um ao outro. Terminamos e fomos para a cama, ficamos conversando besteiras um pouco, mas estávamos cansados e pegamos no sono.

Acordei, com a claridade entrando pela janela, e a Camila chupando meu pau. Tentei segurar a cabeça dela para acompanhar o ritmo, mas percebi que meus dois braços estavam amarrados na cabeceira da cama.

- Surpresa – ela disse, e continuou me dando um boquete.

- Mmmm, você veio preparada.

Ela deixou ele bem duro e se levantou. Ela estava nua, eu olhei bem, meu pau estava uma pedra. Ela foi até o frigobar e pegou uma lata de Red Bull. Abriu, tomou um pouco, e deixou outro pouco na boca. Voltou a se abaixar para chupar. Senti o líquido gelado escorrer, enquanto a Cami movia a língua. Ela me fez me contorcer e machucar um pouco os pulsos pelas amarras. Chupou mais um pouco e me deixou com essa mistura de frio e calor no pau. Ela se levantou de novo. Ficou de pernas abertas na minha cara, segurando na parede. Não tive opção a não ser chupar sua buceta. Movi minha língua, de cima a baixo, senti ela se molhando aos poucos. Ela colocou as mãos onde as minhas estavam amarradas, e acelerou a respiração, soltando gemidos baixinhos. Continuei, quase ficando sem ar, até que ela deu um grito, apertou minhas mãos, e se molhou muito. Ela tinha gozado, então desceu da minha cara. Aproximou a boca da minha, juntamos as línguas um pouco. Rapidamente desceu, chupou meu pescoço, depois os mamilos. Seguiu seu caminho, pela minha barriga, beijou minhas bolas; fingiu passar a língua no meu pau, mas não fez. Ela se virou, dando as costas, e enfiou meu pau na buceta. Eu gostava, para variar, de ver como ele entrava e saía por trás. Fiquei excitado de novo com a tatuagem que ela tinha.

- Quero gozar na sua tatuagem.

- Mmmmm, tudo bem, mas não goza ainda. Me fode.

Ela disse para eu foder ela, mas na verdade era ela que fazia todo o trabalho. Eu ainda estava amarrado, não conseguia me mover muito, e a Camila subia e descia. A lubrificação era perfeita; ela fazia. sair quase toda, e entrar até o fundo; sentia as paredes da sua buceta me apertando.
- Me solta, quero te comer de quatro agarrando seu cabelo
- Mmmmm tá bom, vai
Ela gostou da ideia, pra mim foi bom pra não gozar tão rápido. Enquanto ela me soltava, chupei seus mamilos com força, mordi um pouco. Com minhas mãos livres, saí de debaixo dela; Camila ficou apoiada na cabeceira da cama, então fiquei atrás e enfiei de novo. Como avisei, agarrei seu cabelo puxando a cabeça pra trás.
- Isso, me dá forte, vai, me come
Não precisei pedir duas vezes, meti bem forte. Transpirava mas continuei, soltei seu cabelo e peguei seus ombros. Não aguentei mais, tirei meu pau, apoiei no seu tatuagem. Me masturbei até o gozo sair.
- Não se mexe – falei quando recuperei o fôlego
Peguei meu celular e tirei uma foto, toda melada assim.
- Isso vai me ajudar nas noites solitárias
- Seba, você é um porco – ela disse rindo
Tomamos outro banho, não tínhamos muito tempo. Nos vestimos e fomos.
Acompanhei ela até a Once, estávamos a poucas quadras, pra pegar o ônibus. Quando já estava no meu voltando pra casa, recebi um vídeo da Cami. Era o final do boquete no moleque do ônibus, e mostrava que ela não tinha engolido.
- Só engulo seu gozo, sua putinha – ela me escreveu

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