Com a Andrea a gente se sentia incrível, era como se algo tivesse despertado de novo, ou mais forte. A gente passava o dia todo com tesão e se tocando. Por outro lado, eu também tinha mudado. A gente, homem, sempre tem essa parada de caçador, quer saber que pode pegar ou que ainda tá no jogo, sempre tem alguém com quem a gente troca ideia que não é a nossa mulher, mesmo que não role nada. Por exemplo, no trampo tinha uma mina com quem eu sempre conversava, às vezes ela me provocava ou eu provocava ela, mas quando eu queria partir pra ação, ela recuava e no fim eu ficava parecendo um sem noção. Desde que começamos essa nova fase, não dei mais bola pra ela. Isso mexeu com ela, porque ela ficava doida. Toda hora vinha no meu escritório por qualquer motivo e tentava puxar assunto, eu respondia educadamente mas não dava a menor atenção, ela saía e voltava logo com outra coisa. Me mandava mensagem e eu não respondia ou respondia seco, só no que ela pedia. Não era que eu tava fazendo cu doce, mas era, como explicar sem parecer metido, eu me sentia em outro nível.
Uma noite de semana, acho que era quarta-feira, chega mensagem no grupo.
Sofia: fala galera, como foi com os novos candidatos?
Andrea: show, mas você vai ter concorrência, a Ceci é doida por fluidos, e o Mauri por cheiros, quase morreu cheirando calcinha com fluxo.
Vero: morro de amores, se ele quiser eu visto uma calcinha minha, uso uns dias e dou pra ele.
Eu: bom, se vocês quiserem, a gente avisa e eles vão.
Tomas: eu, por mim, não tenho problema, mas me avisem porque vou ter que fazer uma pequena modificação, nada demais na estrutura.
Guillermo: eu não tenho problema.
Tomas: só que, se ninguém se importar, eu queria fazer um churrasco, e se não for ruim pra vocês, a gente se encontra um pouco mais cedo pra preparar. Chamem esses novatos pra se juntar. No máximo, vai vir só uma. vez.
Sofia: bom, a gente faz na sexta em casa. Guardamos umas calcinhas pra esse bonitão que gosta de cheiros?
Todas responderam que sim, seria tipo um presente de boas-vindas.
Na sequência, Andrea mandou mensagem pra Ceci pra avisar, e ela não cabia em si de tanta emoção. Já queria que fosse sexta-feira, perguntava um monte de coisas ao mesmo tempo. Já tava tarde e eu virei pra dormir, e elas continuaram conversando.
No outro dia no trabalho, já sendo quinta-feira, tava no escritório conversando com um dos meus colegas quando apareceu a mina que eu tava contando. Ela chama Florencia. Eu era apaixonado nela, mais ou menos da minha idade, e a típica gatinha bem feminina, que nunca deixa escapar nada, e daquelas que fazem você perder a cabeça. Era casada há mais ou menos o mesmo tempo que eu e tinha um filho. Nós três conversamos sobre coisas do trabalho e umas piadas aqui e ali. Meu colega foi embora e eu fiquei a sós com a Florencia. Do nada ela perguntou:
Florencia: tá acontecendo alguma coisa contigo? Faz um tempo que eu tô notando que você tá diferente comigo.
Eu: não, nada, flor. Falei e fiquei olhando pra ela.
Florencia: sei lá, me parecia que antes a gente tinha mais química, era mais brincalhão, a gente era…
Eu cortei ela na hora.
Eu: é verdade, mas também não vou ficar insistindo tanto quando eu avanço e você recua, e aí eu sou o sem noção. Você sabe que eu te acho gostosa, nós dois sabemos que pode ser complicado, mas também não vou ficar atrás de você que nem um cachorrinho. Se pra você servia pra te esquentar um pouco e depois ficar de boa em casa, acho ótimo, mas eu não sou um brinquedo, acho que a gente já tá grande pra ficar perdendo tempo com besteira.
Ela ficou me olhando, tipo processando o que eu tava falando.
Eu: vou lá na contabilidade. Falei, pegando umas pastas e deixando ela parada no meio do escritório.
O dia inteiro ela passou vindo no meu escritório pra um monte de coisa sem sentido, fazia perguntas idiotas e tentava puxar conversa. Da minha parte, continuei na mesma, respondia, mas acho que nem olhava pra ela. respondia olhando pro computador, tava doida e eu tava me divertindo pra caralho.
Chegou sexta-feira, desde cedo eu já tava de pau duro, o Mauri tinha me escrito perguntando o que precisava levar e tal. O Tomas também tinha mandado mensagem falando que já tinha tudo pronto. A ideia era chegar umas 19h em casa pra gente curtir o churrasco.
O dia não podia estar mais lindo, calor pra cacete, céu limpo. Eu já não aguentava mais, olhava pro relógio toda hora, o tempo não passava. Já queria vazar. Minha esposa ficava me escrevendo direto, dizendo que queria sair do trampo e que já queria que fosse noite. Lá pelo meio-dia, o Tomas postou uma foto no grupo da estrutura que ele tinha montado. Era tipo uma parede de madeira fina, sustentada nas laterais, com uns espaços, ou seja, cada um ia ficar naquele cubículo mas sem visão pros lados, e claro, tinha um buraco no meio. Acho que em um minuto a gente mandou mil mensagens no grupo. Todo mundo tava muito empolgado e ansioso. Nem percebi que a Florencia tava no meu escritório me olhando, mas não viu o celular, só me encarava.
Florencia: parece que você tá bem entretido, ia te fazer uma pergunta mas parece que cheguei na hora errada.
Eu: não, nada disso, fala.
Florencia: não, deixa, continua com o que tava fazendo...
Eu: beleza, então, a gente se vê depois.
Ela saiu batendo a porta, quase quebrou. Pouca atenção eu dei. Daí a pouco ela me mandou uma mensagem.
"Não sei o que tá rolando com você, eu tava afim das coisas que a gente conversava, você me atrai mas sabe que tô com meu marido há muito tempo e tenho um monte de medo, mas não gosto que você fique tão seco comigo, achei que a gente tinha algo especial, mas respeito você ficar distante e entendo." Li a mensagem várias vezes, tava na vibe de "coitadinha", mas era sexta, me esperava uma tarde-noite de loucura. Não tava a fim de ficar enrolando ela mais. Respondi "OK". Isso fez ela enlouquecer. O dia inteiro ela não falou mais comigo e, quando a gente se cruzava, me olhava com cara de ódio.
Saí do trabalho voando, e pra piorar, saí mais tarde porque tinha que deixar tudo pronto pro fim de semana. Cheguei em casa e minha esposa estava me esperando pelada, andando pela casa. Fiquei olhando pra ela, perplexo, e ela me encarou com cara de puta.
Andrea: "Acho melhor você aliviar um pouco, senão não vai durar nada."
E era verdade. Se eu chegasse assim, muito rápido, ia acabar rápido. Passei o dia inteiro com a pica dura, se por qualquer motivo roçasse em mim, já subia. Nem respondi a Andrea e me enfiei nos peitos dela, chupando com voracidade. Depois que a gente se aliviou, tomamos banho e fomos pra casa da Sofia. A gente tinha combinado com o Mauri de chegar junto, e foi o que fizemos. O Tomas nos atendeu na porta e entramos, não vimos ninguém, então ele disse que estavam no quintal. Era óbvio, a tarde estava linda. A Cecilia e o Mauri estavam nervosos e não diziam nada. Como sempre, na mesma sala, começamos a tirar a roupa e ficamos pelados.
O Tomas fez o mesmo, dizendo que tava com muita vontade de ficar pelado, mas que estava nos esperando. Olhei pra Ceci e pro Mauri, que estavam tirando a roupa timidamente. Deixamos eles à vontade e fomos pro quintal, eu só estava com meu maço de cigarro. Vi que os dois vinham atrás da gente.
No quintal, a Sofia estava com a Vero e o Guilherme, conversando. O Tomas foi pra churrasqueira, que ficava a uns metros dali. A gente se juntou na conversa e serviu algo pra beber. Tava tudo preparado, no chão tinha duas caixas térmicas cheias de gelo e muita bebida. Música de fundo. A Cecilia cumprimentou todo mundo e ficou parada do lado da Andrea, dava pra ver que ela tava nervosa. O Maurício também cumprimentou, mas as minas foram mais ousadas. Quando cumprimentou a Sofía estendeu a mão, tocou na rola dele e disse "muito prazer", o que fez Mauri dar um pulo. Todo mundo riu. Eu fui com Tomas, que já estava na churrasqueira com o fogo aceso, tomando uma cerveja. Ajudei ele a arrumar o que faltava, a carne já estava na grelha e tudo já tava rolando. A gente conversou sobre coisas bestas.
Colocamos o papo em dia sobre o trabalho e tal, e Mauri e Guille se juntaram na conversa. As mulheres estavam no meio do pátio, falando e rindo, dava pra ver a estrutura que tinham montado, então a gente também comentava sobre isso. Os caras explicaram pra Mauri como funcionavam as coisas. Falaram que era só sexo, sem mensagem pessoal pras esposas dos outros, senão estragava tudo. Ele só concordava e ouvia. Explicaram que ali valia tudo, sem ciúmes, e outras regras necessárias pra noite ser boa. Também disseram que se ele se sentisse desconfortável, podia vazar, que tava tudo bem. Mauri só acenava e dizia que tava de acordo.
Sofía chamou todo mundo rindo.
Sofía: Bom, acho que a gente tem que dar as boas-vindas pros caras. Vocês já tiveram sua conversa, e a gente também. Todas estavam sorrindo e ouvindo ela.
Então a gente vai sequestrar o Mauri por um tempinho e dar o presentinho que a gente vem preparando há dois dias. Os caras, sabendo do presente, riram. A gente viu que Andrea segurava umas calcinhas das mulheres que estavam ali. Mauri olhava sem entender nada.
Verônica: Um passarinho contou que você gosta de cheiros, principalmente das partes íntimas das mulheres. Então, há dois dias a gente tá usando essas calcinhas, e vamos te dar pra você sentir o cheiro da buceta da gente. Dito isso, entregou as calcinhas. Ele sorriu, pegou elas, olhou pra todo mundo e perguntou:
Mauri: Posso?
Todo mundo concordou com um sorriso. Ele levou uma por uma das calcinhas ao nariz. Fechando os olhos, ele sentiu o cheiro. Foi um momento de silêncio, todos nós olhávamos enquanto ele curtia.
Maurício: "Formidável", disse depois de terminar de cheirar.
Sofia pegou ele pela mão e levou ele junto com Andrea e Vero para uma das espreguiçadeiras. Sentaram ele e começaram a apalpar e chupar ele por todos os lados. Ficamos olhando como aquele sequestro acontecia sem que pudéssemos fazer nada, mas elas tinham deixado a Ceci pra gente, que também olhava a situação.
Tomás: "Te deixaram sozinha", ele disse com um sorrisinho safado na boca. "Você também tem que ganhar seu presente de boas-vindas."
Ela se virou, olhava pra gente e sorria.
Guille: "E você, do que gosta?"
Ceci: "De tudo, mas o que mais gosto são os fluidos, o mijo e que me tratem como uma putinha, que falem coisas obscenas pra mim."
Eu: "Bom, me parece que hoje você vai tomar muito leite porque você foi uma menina muito putinha, me parece."
Colocamos ela no meio de nós três e começamos a apalpar ela por todos os lados, enfiávamos os dedos, chupávamos os peitos dela, ela ficava em pé gemendo, se deixava fazer o que a gente fazia.
Abaixamos ela e colocamos as 3 picas na cara dela, que ela chupava, lambia, passava pelo rosto, tava em êxtase. Eu fui pra trás dela, levantei a rabeta dela e lambi a buceta dela e passei a língua no cu, enquanto chupava ela reclamava de como tava gostoso. Não aguentei muito mais e meti, ela estremeceu, tava muito molhada. Ela continuava chupando e o Guille veio pro meu lado, tirei e deixei o espaço pra ele. Fui pra frente dela.
Eu: "Limpa ela pra mim, você deixou ela cheia da sua buceta."
Ela enfiou na boca e fazia ânsia enquanto chupava com desespero.
Foi a vez do Tomás, que foi pra trás dela, e o Guille veio comigo. Nós comemos a boca dela e ela adorava. O Mauri tava com a Sofia em cima dele, que tava montando nele enquanto a Andrea e a Vero brincavam entre si enquanto acariciavam ele.
Eu já não aguentava mais, então comecei a bater uma. enquanto eu continuava chupando, falei pra ela
Eu: não quero nem uma gotinha pra fora, quero que você engula tudo e deixe bem limpinho. Ela tirou a pica do Guille da boca e meteu a minha. Eu sentia ela engolindo meu gozo enquanto saía, e ela continuou chupando até não sobrar mais nada. Tirei minha pica, e ela, com gozo na boca, começou a chupar o Guille, que tava esperando a vez. Fez a mesma coisa com ele.
Ceci: tô quase gozando, Ai meu Deeeeeus que delícia. Ela falava enquanto gemia.
Tomas começou a meter forte nela até que, num momento, parou de bombar e se jogou pra frente pra ela tirar o gozo. Ela, toda feliz, foi quem engoliu e limpou as três picas.
Ela ficou de joelhos na frente das três picas, tava feliz, dava pra ver na cara dela. Eu me aproximei e coloquei minha pica de novo na boca dela e meti.
Eu: agora sim você vai ter que deixar bem limpinho, vai, putinha, que isso aqui tá só começando. Falei e comecei a mijar na boca dela. Parecia que alguém invisível tava comendo ela, porque ela começou a gemer de novo enquanto tinha a pica na boca e o mijo escorria pelos lados. Com uma das mãos, ela começou a se masturbar. Os outros dois esperavam a vez. Quando terminei, fiz ela chupar e deixar bem limpa. Guille e Tomas fizeram a mesma coisa. Ela teve outro orgasmo de novo.
Tomas: vem aqui que eu te mostro onde é o banheiro, porque você tá toda bagunçada. Ele falou e acompanhou ela pra tomar um banho. Mauri também foi junto, com uma cara de felicidade que não cabia em si.
A noite foi sensacional. A gente fazendo o churrasco enquanto as mulheres conversavam, riam, se apalpavam. Trocavam uns beijos de vez em quando. Tavam bebendo muito álcool. A gente também. De vez em quando, alguma vinha, fazia uma piada, tocava na gente e ia embora. A gente aproveitava, tocava nelas e queria segurar, mas as outras mulheres apareciam e resgatavam. Parecia que esse era o jogo. Uma vinha, tocava na gente, a gente ficava perto dela, a começávamos a tocar e elas vinham todas juntas e levavam ela.
Mauri e Ceci tinham se integrado bem. Riam e participavam de tudo. O jantar estava pronto e nos sentamos à mesa. Comemos um bom churrasco enquanto continuávamos com a música e a conversa.
Terminando de comer e tendo deixado tudo arrumado, Sofi diz.
Sofi: bom, é hora da sobremesa.
Andrea: de uma das sobremesas, vamos ao que o Tomás fez, vamos provar o glory, mas primeiro se posicionem, ela diz pra gente.
Sem pensar, nós homens fomos até onde estava, entramos no compartimento. Olhei pros lados e só vi madeira, pra trás só tinha o pátio. Só de pensar e estar fazendo aquilo, meu pau tinha endurecido, enfiei no buraco, olhando pra frente só tinha madeira. Então era só esperar pra ver o que ia rolar. De repente, senti uma mão tocando meu pau, foi uma sensação estranha. Muito gostosa, mas era estar de olhos abertos e não ver quem tá te tocando e fazendo algo. De repente, senti que chupavam meu pau e me punhetavam com muita saliva. Sensação deliciosa. Muito sexo oral, mas não sabia quem tava fazendo. Minha cabeça ia a mil. Num momento parou e depois senti de novo que chupavam, parecia que tinham trocado de posição. Só se ouvia gemidos, os homens gemiam pra caralho e do outro lado dava pra ouvir as mulheres também. Senti que pegavam meu pau, ajeitavam e enfiavam na buceta, de novo foi impossível saber quem era. Depois de se mexer um pouco, eu cruzava os dedos dos pés pra não gozar, senti que tiravam. De novo, sentia sexo oral, pegavam e começavam a ajeitar. Tava enfiando no cu. Devagar tava entrando, fazia força e dava pra sentir como o cu ia abrindo pra entrar, faltava lubrificação, então tiravam, enchiam de saliva e ajeitavam de novo pra dessa vez entrar bem, começava a se mexer, eu sentia tudo A buceta apertada da Booty, os gemidos foram aumentando por parte da minha acompanhante e era nítido que a qualquer momento ela ia gozar, e foi isso mesmo, os movimentos foram ficando mais lentos, como curtindo o pós-gozo, meu pau saiu do cu dela e eu senti sexo oral de novo, dessa vez com muito mais ritmo, o objetivo dela era que eu terminasse assim. E eu não fiz ela esperar, me encostei na parede e comecei a sentir meu leite saindo, que ia direto pra boca da minha acompanhante, que recebia tudo sem dizer nada. Saiu até a última gota, que ela tratou de limpar com a língua. Meu pau tava muito sensível, mas ela continuava chupando bem devagar até que começou a dormir. Senti um movimento atrás de mim, era o Mauri indo pegar uma bebida. Eu também saí e vi que todo mundo tava saindo do cubículo. As mulheres não estavam à vista. Nós, os caras, ficamos juntos até que as quatro apareceram juntas, com sorrisos na boca, vieram ao nosso encontro e depois foram as quatro juntas pro banheiro. Nós, os caras, sentamos na mesa e esperamos elas voltarem, que chegaram com sobremesa. Comemos e conversamos sobre o glory hole.
Andrea: E aí, o que acharam? Eu adorei. Foi muito bom.
Ceci: Verdade, sim, é pra repetir.
Todo mundo riu, e também todos concordamos que era bom pra repetir.
Terminada a noite, cada um foi pra sua casa. Muito relaxados e com aquela sensação de liberdade que era impagável.
Uma noite de semana, acho que era quarta-feira, chega mensagem no grupo.
Sofia: fala galera, como foi com os novos candidatos?
Andrea: show, mas você vai ter concorrência, a Ceci é doida por fluidos, e o Mauri por cheiros, quase morreu cheirando calcinha com fluxo.
Vero: morro de amores, se ele quiser eu visto uma calcinha minha, uso uns dias e dou pra ele.
Eu: bom, se vocês quiserem, a gente avisa e eles vão.
Tomas: eu, por mim, não tenho problema, mas me avisem porque vou ter que fazer uma pequena modificação, nada demais na estrutura.
Guillermo: eu não tenho problema.
Tomas: só que, se ninguém se importar, eu queria fazer um churrasco, e se não for ruim pra vocês, a gente se encontra um pouco mais cedo pra preparar. Chamem esses novatos pra se juntar. No máximo, vai vir só uma. vez.
Sofia: bom, a gente faz na sexta em casa. Guardamos umas calcinhas pra esse bonitão que gosta de cheiros?
Todas responderam que sim, seria tipo um presente de boas-vindas.
Na sequência, Andrea mandou mensagem pra Ceci pra avisar, e ela não cabia em si de tanta emoção. Já queria que fosse sexta-feira, perguntava um monte de coisas ao mesmo tempo. Já tava tarde e eu virei pra dormir, e elas continuaram conversando.
No outro dia no trabalho, já sendo quinta-feira, tava no escritório conversando com um dos meus colegas quando apareceu a mina que eu tava contando. Ela chama Florencia. Eu era apaixonado nela, mais ou menos da minha idade, e a típica gatinha bem feminina, que nunca deixa escapar nada, e daquelas que fazem você perder a cabeça. Era casada há mais ou menos o mesmo tempo que eu e tinha um filho. Nós três conversamos sobre coisas do trabalho e umas piadas aqui e ali. Meu colega foi embora e eu fiquei a sós com a Florencia. Do nada ela perguntou:
Florencia: tá acontecendo alguma coisa contigo? Faz um tempo que eu tô notando que você tá diferente comigo.
Eu: não, nada, flor. Falei e fiquei olhando pra ela.
Florencia: sei lá, me parecia que antes a gente tinha mais química, era mais brincalhão, a gente era…
Eu cortei ela na hora.
Eu: é verdade, mas também não vou ficar insistindo tanto quando eu avanço e você recua, e aí eu sou o sem noção. Você sabe que eu te acho gostosa, nós dois sabemos que pode ser complicado, mas também não vou ficar atrás de você que nem um cachorrinho. Se pra você servia pra te esquentar um pouco e depois ficar de boa em casa, acho ótimo, mas eu não sou um brinquedo, acho que a gente já tá grande pra ficar perdendo tempo com besteira.
Ela ficou me olhando, tipo processando o que eu tava falando.
Eu: vou lá na contabilidade. Falei, pegando umas pastas e deixando ela parada no meio do escritório.
O dia inteiro ela passou vindo no meu escritório pra um monte de coisa sem sentido, fazia perguntas idiotas e tentava puxar conversa. Da minha parte, continuei na mesma, respondia, mas acho que nem olhava pra ela. respondia olhando pro computador, tava doida e eu tava me divertindo pra caralho.
Chegou sexta-feira, desde cedo eu já tava de pau duro, o Mauri tinha me escrito perguntando o que precisava levar e tal. O Tomas também tinha mandado mensagem falando que já tinha tudo pronto. A ideia era chegar umas 19h em casa pra gente curtir o churrasco.
O dia não podia estar mais lindo, calor pra cacete, céu limpo. Eu já não aguentava mais, olhava pro relógio toda hora, o tempo não passava. Já queria vazar. Minha esposa ficava me escrevendo direto, dizendo que queria sair do trampo e que já queria que fosse noite. Lá pelo meio-dia, o Tomas postou uma foto no grupo da estrutura que ele tinha montado. Era tipo uma parede de madeira fina, sustentada nas laterais, com uns espaços, ou seja, cada um ia ficar naquele cubículo mas sem visão pros lados, e claro, tinha um buraco no meio. Acho que em um minuto a gente mandou mil mensagens no grupo. Todo mundo tava muito empolgado e ansioso. Nem percebi que a Florencia tava no meu escritório me olhando, mas não viu o celular, só me encarava.
Florencia: parece que você tá bem entretido, ia te fazer uma pergunta mas parece que cheguei na hora errada.
Eu: não, nada disso, fala.
Florencia: não, deixa, continua com o que tava fazendo...
Eu: beleza, então, a gente se vê depois.
Ela saiu batendo a porta, quase quebrou. Pouca atenção eu dei. Daí a pouco ela me mandou uma mensagem.
"Não sei o que tá rolando com você, eu tava afim das coisas que a gente conversava, você me atrai mas sabe que tô com meu marido há muito tempo e tenho um monte de medo, mas não gosto que você fique tão seco comigo, achei que a gente tinha algo especial, mas respeito você ficar distante e entendo." Li a mensagem várias vezes, tava na vibe de "coitadinha", mas era sexta, me esperava uma tarde-noite de loucura. Não tava a fim de ficar enrolando ela mais. Respondi "OK". Isso fez ela enlouquecer. O dia inteiro ela não falou mais comigo e, quando a gente se cruzava, me olhava com cara de ódio.
Saí do trabalho voando, e pra piorar, saí mais tarde porque tinha que deixar tudo pronto pro fim de semana. Cheguei em casa e minha esposa estava me esperando pelada, andando pela casa. Fiquei olhando pra ela, perplexo, e ela me encarou com cara de puta.
Andrea: "Acho melhor você aliviar um pouco, senão não vai durar nada."
E era verdade. Se eu chegasse assim, muito rápido, ia acabar rápido. Passei o dia inteiro com a pica dura, se por qualquer motivo roçasse em mim, já subia. Nem respondi a Andrea e me enfiei nos peitos dela, chupando com voracidade. Depois que a gente se aliviou, tomamos banho e fomos pra casa da Sofia. A gente tinha combinado com o Mauri de chegar junto, e foi o que fizemos. O Tomas nos atendeu na porta e entramos, não vimos ninguém, então ele disse que estavam no quintal. Era óbvio, a tarde estava linda. A Cecilia e o Mauri estavam nervosos e não diziam nada. Como sempre, na mesma sala, começamos a tirar a roupa e ficamos pelados.
O Tomas fez o mesmo, dizendo que tava com muita vontade de ficar pelado, mas que estava nos esperando. Olhei pra Ceci e pro Mauri, que estavam tirando a roupa timidamente. Deixamos eles à vontade e fomos pro quintal, eu só estava com meu maço de cigarro. Vi que os dois vinham atrás da gente.
No quintal, a Sofia estava com a Vero e o Guilherme, conversando. O Tomas foi pra churrasqueira, que ficava a uns metros dali. A gente se juntou na conversa e serviu algo pra beber. Tava tudo preparado, no chão tinha duas caixas térmicas cheias de gelo e muita bebida. Música de fundo. A Cecilia cumprimentou todo mundo e ficou parada do lado da Andrea, dava pra ver que ela tava nervosa. O Maurício também cumprimentou, mas as minas foram mais ousadas. Quando cumprimentou a Sofía estendeu a mão, tocou na rola dele e disse "muito prazer", o que fez Mauri dar um pulo. Todo mundo riu. Eu fui com Tomas, que já estava na churrasqueira com o fogo aceso, tomando uma cerveja. Ajudei ele a arrumar o que faltava, a carne já estava na grelha e tudo já tava rolando. A gente conversou sobre coisas bestas.
Colocamos o papo em dia sobre o trabalho e tal, e Mauri e Guille se juntaram na conversa. As mulheres estavam no meio do pátio, falando e rindo, dava pra ver a estrutura que tinham montado, então a gente também comentava sobre isso. Os caras explicaram pra Mauri como funcionavam as coisas. Falaram que era só sexo, sem mensagem pessoal pras esposas dos outros, senão estragava tudo. Ele só concordava e ouvia. Explicaram que ali valia tudo, sem ciúmes, e outras regras necessárias pra noite ser boa. Também disseram que se ele se sentisse desconfortável, podia vazar, que tava tudo bem. Mauri só acenava e dizia que tava de acordo.
Sofía chamou todo mundo rindo.
Sofía: Bom, acho que a gente tem que dar as boas-vindas pros caras. Vocês já tiveram sua conversa, e a gente também. Todas estavam sorrindo e ouvindo ela.
Então a gente vai sequestrar o Mauri por um tempinho e dar o presentinho que a gente vem preparando há dois dias. Os caras, sabendo do presente, riram. A gente viu que Andrea segurava umas calcinhas das mulheres que estavam ali. Mauri olhava sem entender nada.
Verônica: Um passarinho contou que você gosta de cheiros, principalmente das partes íntimas das mulheres. Então, há dois dias a gente tá usando essas calcinhas, e vamos te dar pra você sentir o cheiro da buceta da gente. Dito isso, entregou as calcinhas. Ele sorriu, pegou elas, olhou pra todo mundo e perguntou:
Mauri: Posso?
Todo mundo concordou com um sorriso. Ele levou uma por uma das calcinhas ao nariz. Fechando os olhos, ele sentiu o cheiro. Foi um momento de silêncio, todos nós olhávamos enquanto ele curtia.
Maurício: "Formidável", disse depois de terminar de cheirar.
Sofia pegou ele pela mão e levou ele junto com Andrea e Vero para uma das espreguiçadeiras. Sentaram ele e começaram a apalpar e chupar ele por todos os lados. Ficamos olhando como aquele sequestro acontecia sem que pudéssemos fazer nada, mas elas tinham deixado a Ceci pra gente, que também olhava a situação.
Tomás: "Te deixaram sozinha", ele disse com um sorrisinho safado na boca. "Você também tem que ganhar seu presente de boas-vindas."
Ela se virou, olhava pra gente e sorria.
Guille: "E você, do que gosta?"
Ceci: "De tudo, mas o que mais gosto são os fluidos, o mijo e que me tratem como uma putinha, que falem coisas obscenas pra mim."
Eu: "Bom, me parece que hoje você vai tomar muito leite porque você foi uma menina muito putinha, me parece."
Colocamos ela no meio de nós três e começamos a apalpar ela por todos os lados, enfiávamos os dedos, chupávamos os peitos dela, ela ficava em pé gemendo, se deixava fazer o que a gente fazia.
Abaixamos ela e colocamos as 3 picas na cara dela, que ela chupava, lambia, passava pelo rosto, tava em êxtase. Eu fui pra trás dela, levantei a rabeta dela e lambi a buceta dela e passei a língua no cu, enquanto chupava ela reclamava de como tava gostoso. Não aguentei muito mais e meti, ela estremeceu, tava muito molhada. Ela continuava chupando e o Guille veio pro meu lado, tirei e deixei o espaço pra ele. Fui pra frente dela.
Eu: "Limpa ela pra mim, você deixou ela cheia da sua buceta."
Ela enfiou na boca e fazia ânsia enquanto chupava com desespero.
Foi a vez do Tomás, que foi pra trás dela, e o Guille veio comigo. Nós comemos a boca dela e ela adorava. O Mauri tava com a Sofia em cima dele, que tava montando nele enquanto a Andrea e a Vero brincavam entre si enquanto acariciavam ele.
Eu já não aguentava mais, então comecei a bater uma. enquanto eu continuava chupando, falei pra ela
Eu: não quero nem uma gotinha pra fora, quero que você engula tudo e deixe bem limpinho. Ela tirou a pica do Guille da boca e meteu a minha. Eu sentia ela engolindo meu gozo enquanto saía, e ela continuou chupando até não sobrar mais nada. Tirei minha pica, e ela, com gozo na boca, começou a chupar o Guille, que tava esperando a vez. Fez a mesma coisa com ele.
Ceci: tô quase gozando, Ai meu Deeeeeus que delícia. Ela falava enquanto gemia.
Tomas começou a meter forte nela até que, num momento, parou de bombar e se jogou pra frente pra ela tirar o gozo. Ela, toda feliz, foi quem engoliu e limpou as três picas.
Ela ficou de joelhos na frente das três picas, tava feliz, dava pra ver na cara dela. Eu me aproximei e coloquei minha pica de novo na boca dela e meti.
Eu: agora sim você vai ter que deixar bem limpinho, vai, putinha, que isso aqui tá só começando. Falei e comecei a mijar na boca dela. Parecia que alguém invisível tava comendo ela, porque ela começou a gemer de novo enquanto tinha a pica na boca e o mijo escorria pelos lados. Com uma das mãos, ela começou a se masturbar. Os outros dois esperavam a vez. Quando terminei, fiz ela chupar e deixar bem limpa. Guille e Tomas fizeram a mesma coisa. Ela teve outro orgasmo de novo.
Tomas: vem aqui que eu te mostro onde é o banheiro, porque você tá toda bagunçada. Ele falou e acompanhou ela pra tomar um banho. Mauri também foi junto, com uma cara de felicidade que não cabia em si.
A noite foi sensacional. A gente fazendo o churrasco enquanto as mulheres conversavam, riam, se apalpavam. Trocavam uns beijos de vez em quando. Tavam bebendo muito álcool. A gente também. De vez em quando, alguma vinha, fazia uma piada, tocava na gente e ia embora. A gente aproveitava, tocava nelas e queria segurar, mas as outras mulheres apareciam e resgatavam. Parecia que esse era o jogo. Uma vinha, tocava na gente, a gente ficava perto dela, a começávamos a tocar e elas vinham todas juntas e levavam ela.
Mauri e Ceci tinham se integrado bem. Riam e participavam de tudo. O jantar estava pronto e nos sentamos à mesa. Comemos um bom churrasco enquanto continuávamos com a música e a conversa.
Terminando de comer e tendo deixado tudo arrumado, Sofi diz.
Sofi: bom, é hora da sobremesa.
Andrea: de uma das sobremesas, vamos ao que o Tomás fez, vamos provar o glory, mas primeiro se posicionem, ela diz pra gente.
Sem pensar, nós homens fomos até onde estava, entramos no compartimento. Olhei pros lados e só vi madeira, pra trás só tinha o pátio. Só de pensar e estar fazendo aquilo, meu pau tinha endurecido, enfiei no buraco, olhando pra frente só tinha madeira. Então era só esperar pra ver o que ia rolar. De repente, senti uma mão tocando meu pau, foi uma sensação estranha. Muito gostosa, mas era estar de olhos abertos e não ver quem tá te tocando e fazendo algo. De repente, senti que chupavam meu pau e me punhetavam com muita saliva. Sensação deliciosa. Muito sexo oral, mas não sabia quem tava fazendo. Minha cabeça ia a mil. Num momento parou e depois senti de novo que chupavam, parecia que tinham trocado de posição. Só se ouvia gemidos, os homens gemiam pra caralho e do outro lado dava pra ouvir as mulheres também. Senti que pegavam meu pau, ajeitavam e enfiavam na buceta, de novo foi impossível saber quem era. Depois de se mexer um pouco, eu cruzava os dedos dos pés pra não gozar, senti que tiravam. De novo, sentia sexo oral, pegavam e começavam a ajeitar. Tava enfiando no cu. Devagar tava entrando, fazia força e dava pra sentir como o cu ia abrindo pra entrar, faltava lubrificação, então tiravam, enchiam de saliva e ajeitavam de novo pra dessa vez entrar bem, começava a se mexer, eu sentia tudo A buceta apertada da Booty, os gemidos foram aumentando por parte da minha acompanhante e era nítido que a qualquer momento ela ia gozar, e foi isso mesmo, os movimentos foram ficando mais lentos, como curtindo o pós-gozo, meu pau saiu do cu dela e eu senti sexo oral de novo, dessa vez com muito mais ritmo, o objetivo dela era que eu terminasse assim. E eu não fiz ela esperar, me encostei na parede e comecei a sentir meu leite saindo, que ia direto pra boca da minha acompanhante, que recebia tudo sem dizer nada. Saiu até a última gota, que ela tratou de limpar com a língua. Meu pau tava muito sensível, mas ela continuava chupando bem devagar até que começou a dormir. Senti um movimento atrás de mim, era o Mauri indo pegar uma bebida. Eu também saí e vi que todo mundo tava saindo do cubículo. As mulheres não estavam à vista. Nós, os caras, ficamos juntos até que as quatro apareceram juntas, com sorrisos na boca, vieram ao nosso encontro e depois foram as quatro juntas pro banheiro. Nós, os caras, sentamos na mesa e esperamos elas voltarem, que chegaram com sobremesa. Comemos e conversamos sobre o glory hole.
Andrea: E aí, o que acharam? Eu adorei. Foi muito bom.
Ceci: Verdade, sim, é pra repetir.
Todo mundo riu, e também todos concordamos que era bom pra repetir.
Terminada a noite, cada um foi pra sua casa. Muito relaxados e com aquela sensação de liberdade que era impagável.
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