Advogada Sem Tabu

Advogada Sem TabuDepois de vários anos, crio coragem pra te contar essa história LACONEJADEPAPI, mostrei seu site pro Papai pra acalmar ele, pra mostrar que o que tá rolando entre a gente não é anormal, que ele não é o único Pai que come a própria filha nem eu sou a única filha que curte o próprio Pai.....Meu nome é Matilde, tenho 31 anos, estudo Direito, minha família é composta pelo meu Pai Roberto, o clássico advogado de empresas, 54 anos, esportista, bonitão, situação financeira muito boa (pelo que eu saiba, esses prazeres não são pra gente), 23 anos de casamento feliz, Mamãe de 42, dona de casa, muito gostosa, três filhos: eu de 31 e dois gêmeos de 16. Nas férias de inverno, Mamãe e os gêmeos foram esquiar por duas semanas, eu fiquei pra estudar. Desde o primeiro dia, me senti a dona da casa. Como meu Pai é advogado e eu estudante de Direito, a gente tinha muita afinidade. Eu animava ele a me convidar pra jantar fora, dava em cima, falava: "olha como te olham com inveja, todo mundo acha que a gente é amante", ele ria, eu provocava mais: "seria um sonho pra você ter uma gostosa como eu de amante", beijava ele em público na boca (sem língua), ele transbordava luxúria. Ficamos assim três dias até que, de tanto falar, comecei a imaginar (não sou uma santinha). Primeiro me masturbei, depois comecei a ficar com tesão, a putaria me consumia, tinha fantasias onde ele era o protagonista, os orgasmos me deixavam exausta. Era real: eu tava com tesão no meu Pai, era incesto e isso me atraía pra caralho, o proibido. No fim de semana, tentei evitar, mas ele me convidou pra jantar. Meu primeiro erro: aceitei. O segundo: me vesti pra matar, mini, salto, decote, me senti uma deusa (sou alta, loira, já fui modelo em vários programas de TV no meu país, Venezuela). Quando Papai me viu, quase morreu, brincou: "Neném, vai matar esse velho". Se ele soubesse minhas intenções...
intenções) ofereci um drink pra ele antes de sair, eu tomei dois, ele três, essa

era minha ideia desinibir ele, a conversa foi animada, sentada na frente dele, eu cruzava

e descruzava minhas pernas, o triângulo da minha calcinha estava ao alcance dele

olhos, mais de uma vez eu peguei ele olhando pra eles, fui mais fundo, joguei fora

Um pouco de bebida no tapete e com essa desculpa me abaixei na frente dos olhos dela.

mostrei minhas pernas longas e minha calcinha minúscula bem enfiada no meu rabo.

meus pelos estavam aparecendo, não tinha depilado, imaginava que pro Papai

ele gostavam de bucetas depiladas, senti o olhar dela, me virei pra me abaixar, queria

esquentar ele, pra não perder nenhum detalhe da buceta que ia comer. Quando me

Sentei na frente dele, vi o olhar dele, tava com tesão e confuso. Levantei e, sem

falar uma palavra pra ela, meter um beijo de língua, intenso, separar só um pouco os

lábios, leva sua mão pras minhas tetas

— Me espera aqui, Roberto, tenho uma coisa pra você

Fiquei mudo, coloquei um CD do Luis Miguel, uns boleros, e fui buscar ele, parei ele.

Vamos dançar, relaxa, você vai gostar.

Antes de terminar a primeira música, senti a ereção dele,

anime, me toca, não ousou, peguei a mão dele, passei pelos meus lábios, depois

pelos meus peitos, minha calcinha molhada, eu beijei ele, dessa vez ele respondeu, o

ereção era monstruosa (eu só tinha transado com um namorado, a do Papai era

enorme), senti que era a maior rola que ia me penetrar. Fiquei toda molhada.

de pensar nisso.....

—Papai, me segue que você vai gozar.

Balbuciava, um pequeno "não, não", quase um sussurro, "não me...

Parei, meti ele no meu quarto, joguei ele na cama, tranquei a porta, ninguém ia entrar.

Sair daquele quarto sem foder, ele me olhava apavoradíssimo, isso me deixava mais excitada.

Não, Matilde, não, não... Isso é incesto e é perigoso...

!Eu sei, sua filhinha vai te dar muito prazer!

No escuro, me despi, tava com tesão, nunca na minha

nunca na vida tinha sentido tanto tesão, vi na escuridão ela se despindo,

Papai ficou só de cueca, sua resistência tinha dado lugar ao tesão.

!!Matilde, pelo amor de Deus, que ninguém nunca fique sabendo!!

-!Nunca, Papai, me pega, me goza¡

Me joguei em cima dele, aquele corpo alto, grisalho e musculoso me

recebeu, enquanto nos beijávamos com fúria, desci a cueca dele, apareceu na minha frente um

garrote, era como um tronquinho, sussurro rouco de tesão.

Me lamba, ele era um expert, percorria meu clitóris, estimulava meu cu, a

calor, o tesão pelo proibido me impedia de segurar meus gritos, eu gritava

como uma puta, acabei com rios de gozo na boca dela, Papai não parava de lamber

, eu meti o pau enorme dele na minha boca, a gente tava na posição 69, eu por cima dele, lambia a

pauzão em todo seu esplendor, depois suas bolas enormes, Papai continuava chupando minha buceta e, puta loucura, ele lambia meu cu (nunca tinham feito isso antes), a vara dele me sufocava.

Papai balbuciava, sua putinha, vai foder teu Pai, vira, beija ele,

Agora papai, agora consuma o incesto, me penetra

Enterrou sem cerimônia, ela estava tão molhada que entrou.

até o fundo do meu ser, achei que fosse me rasgar, isso era prazer e dor de verdade

, tínhamos quebrado o tabu, era incesto e nós dois, Pai e filha, nos curtíamos como

cachorros no cio, gritei pra ela:

-!Você vai gozar dentro da buceta da sua filha, preciso sentir seu sêmen dentro de mim, quero sentir a semente que me deu vida¡

—Oi, filhinha gostosaaaaaaaaa—

A porra dele inundou minha buceta, enquanto eu tinha uma sequência incontrolável de orgasmos, de repente senti uma tontura e, com um grito desgarrador,

_Papitooooooooooo gozei de novo, dessa vez com o pau do papai, enfiado até o útero, nós dois ficamos em silêncio nos beijando, eu não parava de sussurrar pra ele, te amo, papai, te amo, papai, ele só conseguia dizer:

—Deus, o que a gente fez, o que a gente fez, Matilde.

encarei ele bem de leve:

-É tarde pra se arrepender, você gozou na sua filha, filho da puta, e ela me comeu como ninguém

-!Te gozei, mas e aí?

—Mas que merda! Você e eu vamos foder pra vida toda, entendeu? Me dá um sim e você vai chupar a buceta da sua filha de novo!

Sim, sim, filhinha, pra vida toda!

Monta minha cara na sua cara, fiquei louco, perdi toda a razão.

Chegar a ter um orgasmo descomunal e não consegui evitar que saíssem jorros de xixi. Desloquei minha bunda pra língua dele e deixei ele enfiar ela lá dentro. Papai tava curtindo tudo, a gente gritava um com o outro, ele: "vadia, vadia, você comeu seu pai", e eu: "meu macho, você comeu sua filha, sua filha gostosa". Depois a penetrada foi com minhas pernas nos ombros dele, aí veio a dor doce e quente. Assim, nessa posição, desvirginei meu cu. Chorei no começo, e depois gozei.

Naquele fim de semana foi só sexo, sexo, sexo, tudo pesado, violento, pervertido, até mijava nela.

ele gozou na minha cara, a gente transou pesado, forte.

Quando chegou a notícia ruim de que minha mãe e os gêmeos tinham sofrido um acidente na estrada e morrido... Agora era hora de eu e meu pai formarmos nossa própria família. Papé já tinha alugado um apartamento central, bem perto do escritório dele, e fomos morar lá nós dois. De segunda a sexta, a gente se pega, é um vício, somos um par de degenerados felizes e acho que eu... comecei. E nosso relacionamento cresceu, mas isso eu deixo pra segunda parte, CONEJADEPAPI. Obrigado pelo seu tempo e apoio!

Tudo começou às dez da noite.

Matilde, uma guria de 26 anos, tava vestindo um pijama branco de seda. Tava sentada no sofá da sala de casa, amamentando o bebê dela. Chegou em casa o Roberto, o pai dela, um coroa. Vinha meio alegre. Olhou pras tetas da filha e pro leite que escorria pelo canto da boca do filho/neto, e exclamou:

-Que sorte a nossa!

Carolina, deu uma bronca nele.

-Ô Papai!

Roberto sentou na frente da Matilde. Não parava de olhar pras tetas dela. Matilde sabia que o Roberto, depois de dois anos que ficou viúvo e de ter o filho dele com a filha dela nesse tempo, não ia mostrar tanta safadeza na cara, mas ele não era assim. Tava agindo daquele jeito porque tinha bebido.

—Tá olhando pra minha buceta, pai?

-Não, você tem uma buceta linda, mas tô olhando pro nosso filho.

Por cima, sarcasmo e mentira

- Porra, filha. Que culpa eu tenho de você ter umas tetas tão lindas e apetitosas?

— Quanto você bebeu?

—Uns seis ou sete uísques.

-Dá pra ver, dá pra ver.

Roberto parecia arrependido do que tinha dito.

—Cê acha que exagerei em ter um bebê com você?

—Claro que não, nós dois queríamos isso.

Roberto se levantou e disse pra Matilde:

-Desculpa, os uísques é que deviam ter batido um papo.

-Perdoado.

-Vou pro meu quarto ver um filme.

— Qual filme você vai ver?

-A última que me deram pirata. SEXCULA.

— Deve ser pornô. Deve ser bom.

—Foi o que me disseram. Quer ver ela comigo?

—Depois do que você me disse?!

-Já te pedi desculpa.

Sim, mas…

-Quantas vezes a gente já viu filme no meu quarto?

-Muitas,

Roberto lembrou do filho dele.

— O Miguel já dormiu?

—Sim, e já dormiu, entre outras coisas. Já passou minha quarentena, é hora de voltar a fazer a tarefa, né?

-Que bom. Te espero pra ver o filme?

- Espera. Dou banho no moleque, ponho ele pra dormir e vou.

Matilde terminou de dar banho e vestir o bebê. Levou ele pro quarto e, já dormindo, colocou no berço. Foi pro quarto do Roberto. Ele tava deitado na cama com o torso peludo à mostra e com a calça do pijama vestida. Carolina já tava há mais de dois meses sem subir no pai depois da gravidez, e ao ver o Roberto, deu vontade de voltar pro quarto dela, mas a cabeça dizia uma coisa e o corpo pedia outra. Ela se deitou na cama, a uns dez centímetros do Roberto.

Roberto apagou a luz do quarto e colocou o vídeo do SEXCULA. Uns minutos depois, Matilde viu um volume no pijama do Antonio. Devia ser pelo perfume dela, pelo babydoll ou pela lembrança da porra escorrendo pelo canto dos lábios do bebê dela, mas a broxada era total. Matilde ficou com tesão. Se aninhou do lado do Roberto, que acariciou o cabelo dela com a mão, e disse:

-Você é gostosa como uma deusa.

—Papai, já tem mais de dois meses que eu não como ninguém e fico excitada com qualquer coisinha!

—Você vai me dizer isso? Tô há dois meses só no pão e na água!

—Você também fica excitada com pouca coisa?

—Com pouco? Ontem fiquei excitado vendo duas moscas trepando.

As palavras do Roberto fizeram a Matilde rir.

—Pois é, você se excita com pouca coisa, hein. Sim.

Matilde, sem vergonha nenhuma, olhou pro volume do pijama, Roberto viu e se animou pra falar:

—Se eu te perguntar uma coisa, você não vai ficar puta?

-Não, atira.

—Me deixa beber a porra das suas tetas? Sua mãe deixava!

Matilde, sorrindo, respondeu com outra pergunta.

- Você quer roubar a porra do nosso filho?

—Você tem muita.

Matilde ficou pensativa, e depois disse pra ele:

—Tá bom, mas só um pouquinho.

Matilde tirou a parte de cima do Babydoll. As tetonas dela, com auréolas rosadas e bicos grandes, ficaram à mostra. Antonio pegou elas com as mãos e começou a chupar. A boca dele foi enchendo de leitinho doce e quentinho, que ele foi saboreando e engolindo. Matilde já tava toda molhada. Ela tirou os 24 centímetros do Antonio da calça do pijama e começou a punhetar ele. Roberto, tarado igual um cachorro, parou de mamar e, com uma mão, levou a cabeça da Matilde até o pau dele. A garota meteu ele na boca e chupou com gosto.

Roberto enfiou a mão dentro do pijama e da calcinha de Matilde, e ao lambuzar a mão com o fluido, exclamou:

—Como é que cê tá, filha!

- Com uma vontade louca de gozar.

—Quero comer sua bucetinha.

Matilde tirou a calça do pijama e a calcinha.

Vem.

Roberto comeu a boca dela e acariciou os peitos, chupou de novo e se empanturrou de porra. Depois desceu pra boceta. Era um puta expert em fazer cunnilingus. Pouco depois, Matilde sentiu que ia gozar. Agarrou com as duas mãos as barras da cabeceira da cama e disse pro Roberto:

— Preparado?

—Me dá.

-Toooooooooooooma!

Matilde gozou com uma força brutal. Antonio sentiu a buceta se encher de outro líquido quentinho. Matilde estava dando todo o fluido vaginal que tinha guardado. Depois de gozar, se sacudir e gemir, Roberto disse pra ela:

—Este é o néctar que os deuses bebiam.

Matilde disse com uma voz melosa.

—Adoro que você seja um guloso.

Depois de uns beijos de língua bem longos, Roberto subiu em cima de Matilde. A garota recebeu o pau dele na bucetinha com gosto… Antonio beijava maravilhosamente e comia melhor ainda… Em pouco mais de cinco minutos já tinha deixado Matilde no ponto. Os gemidos da moça o alertaram.

—Vai gozar, filha?

-Sim, papai. E você?

—Eu ainda posso esperar.

—Quero que você goze dentro de mim. Quero sentir seu leitinho quentinho enchendo minha bucetinha de novo esta noite!

—Você vai ter. Vou gozar dentro de você quando você gozar.

—Me deixa subir?

—Sobe, filha, sobe.

Matilde subiu em cima do Roberto. A pica entrou de novo fácil. Ela montava com ritmo diferente, agora cinco ou seis empurrões suaves, agora cinco ou seis metidas fortes... Os bicos dos peitos de Matilde, sem ninguém tocar, começaram a jorrar leite. Ela deu pra Roberto beber, que engoliu com muito prazer... Chegou uma hora que Matilde, que queria segurar o orgasmo, não aguentou mais.

—Tô gozando, papai, tô gozando!!!

—E eu, filha, e eu!

Matilde, ao começar a gozar, sentiu dentro da sua bucetinha as batidas e a porra quentinha do Roberto… A corrente que percorreu seu corpo fez com que seus gemidos terminassem num grito de prazer.

O berro acordou o bebê e naquela noite eles não se deram mais prazer... Mas para surpresa do pai e da filha, pela segunda vez ele a engravidaria de um par de gêmeos...

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