Oi! Esta é a continuação do meu primeiro relato, se você não leu, aqui está a parte 1!!
Parte 1:http://www.poringa.net/posts/relatos/3489255/La-amiga-de-mi-hermana-en-una-situacion-comprometedora-1.html
A amiga da minha irmã numa situação comprometedora 2
A noite ainda estava começando, eu tinha acabado de chupar a buceta da melhor amiga da minha irmã e estava na glória. Cami pediu para usar o chuveiro do banheiro do meu quarto, e eu não ia negar...
Cami puxou o jeans e saiu pelo corredor até meu quarto, para tomar banho no banheiro dele. Eu me sacudi um pouco o pau, levantei as calças e esperei alguns minutos por precaução, depois fui para meu quarto.
Ao chegar no meu quarto, vi toda a roupa da Cami jogada em cima da minha cama: o jeans que apertava sua bunda, a camisetinha de uma banda de rock do bairro, o top esportivo que ela usava e sua calcinha de renda vermelha. A porta do banheiro estava entreaberta e já começava a vazar um pouco do vapor do chuveiro.
Não resisti e peguei a calcinha, cheirei até que o aroma ficasse gravado em mim, isso me esquentou de novo.
Me aproximei da porta do banheiro e a vi, aquele corpo esculpido à mão e uma bunda feita com compasso, acompanhada de uns peitos lindos. Me virei, peguei uma camisinha na gaveta e voltei ao banheiro. Ela estava lavando o cabelo, fazendo uma pose que me pegou na hora, então, entrei no banheiro, Cami se virou sem dizer nada e, olhando fixamente para ela, tranquei a porta.
— Quero te comer — eu disse.
— Entra se tiver coragem — ela respondeu.
Comecei a tirar toda a roupa devagar, deixei a camisinha na pia, enquanto isso, ela começou a se tocar para que eu visse pelo box de vidro, se apoiava nele e apertava seus peitos contra o vidro. Não aguentei mais e entrei no chuveiro. Comi sua boca de uma vez enquanto minhas mãos percorriam cada centímetro de seu corpo, desde seu quadril até seu pescoço e desde seus peitos até sua bunda. Minhas mãos começaram a descer até sua buceta, massageando seus lábios devagar, podia ouvir uns gemidos bem sensuais saindo de sua boca.
Fui descendo lentamente, beijei seu pescoço e devagar desci até seus peitos, os beijei por toda parte, mordi devagar seus mamilos e comecei a marcar uns belos chupões para que ela não esquecesse que, de agora em diante, eu ia comê-la sempre que viesse.
Continuei descendo, beijei e lambi seus abdomens definidos que me deixavam Loco. Peguei a Cami, que não era muito pesada, e sentei ela na borda do box, e enquanto beijava suas pernas, lentamente as abria até chegar de volta na sua buceta, a degustei novamente, com mais fúria, com mais vontade. Com uma mão comecei a enfiar os dedos nela enquanto com a outra massageava e apertava um peito. Com minha língua fazia círculos no seu clitóris, enquanto olhava para seu rosto, seus olhos reviravam. Cami me agarrou pelo cabelo enquanto me empurrava contra sua buceta.
- Ahh... me come... - Ela disse entre gemidos eróticos.
- Tem certeza que quer? Quer que eu faça você de minha putinha? - Perguntei.
- Sim... - Ela respondeu.
- Sim o quê? - Perguntei enquanto apertava um peito e enfiava meus dedos no mais profundo de sua buceta.
- Aaaay... me faz de tua putinha... - Ela disse com cara de prazer.
Levantei-a, agarrei seu pescoço e a beijei, estiquei minha mão para pegar a camisinha que havia deixado na pia, coloquei rapidamente, e a coloquei em cima de mim, apoiei-a contra a parede e suas duas pernas se cruzaram nas minhas costas. Enquanto beijava sua boca, comecei a esfregar minha pica em sua buceta molhada, de cima a baixo. Posicionei e lentamente deixei Cami descer sobre minha pica, podia sentir cada centímetro entrando em sua buceta quente e apertada, sentia que ia rasgá-la, o tamanho de sua buceta era proporcional ao seu corpinho pequeno.
Quando entrei completamente, comecei a meter com muita vontade, Cami começou a gemer, ao que respondi tapando sua boca com uma mão, porque aquela mesma parede era a parede do quarto da minha irmã.
Continuamos por um bom tempo, deixei Cami se levantar, virei-a e a comi de pé, enquanto tapava sua boca, evitando fazer muito barulho, enfiava meus dedos em sua boca e ela os chupava como se fossem minha pica. Comi-a como nunca havia comido alguém e ela se movia como se não tivesse sido comida há meses.
- Ahh... Vou gozar, te... Vai engolir, não, putinha? – falei, olhando nos olhos dela enquanto esperava sua resposta.
Ela balançou a cabeça afirmando, então agarrei seus cabelos e a forcei a se ajoelhar. Tirei a camisinha e joguei longe. Com minha mão em sua nuca, passei meu pau pelos lábios dela e ela começou a chupar. Com meu pau já dentro de sua boca, agarrei sua cabeça com as duas mãos e comecei a foder sua boca. Cami tinha uma técnica de boquete incrível, parecia que fazia vácuo. Ela me levou ao limite e, com toda minha força, enfiei meu pau até sua garganta e gozei pela segunda vez naquela noite. Mantive assim por alguns segundos até que ela engolisse tudo. Ela começou a ficar desconfortável e a engasgar. Tirei meu pau e ela voltou a respirar, recostando-se no chão do box para se recuperar.
– Acabou? – perguntei.
– Eu estava quase gozando de novo, foi… – ela disse, ofegante.
– Não, não foi nada – desci novamente até sua buceta.
Comecei a massagear seu clitóris e a enfiar meus dedos da mesma forma que havia feito antes. Ela agarrou meus braços e fechou os olhos, começou a tremer e a gemer baixinho, e depois de alguns segundos conseguiu gozar.
Estávamos os dois nus no chão do box, já cansados. Levantamos e terminamos de tomar banho em um silêncio estranho, com algumas risadinhas no meio. Emprestei uma toalha e terminamos de nos secar juntos no banheiro.
– Bom, foi muito bom, mas tô caindo de sono. Abre a porta? – disse Cami.
– Vai dormir no quarto da minha irmã? – perguntei.
– É, pô, se me virem dormindo com você, sabe como a gente se fode? –.
– Tem razão – falei, enquanto abria o trinco da porta do banheiro.
Saímos do banheiro em silêncio. Ela vestiu a calcinha e disse secamente: “Tchau”, saindo na ponta dos pés em direção ao quarto ao lado.
O relógio marcava 04:57 da manhã. Fui dormir feliz aquela noite, sabendo que havia conseguido algo que pensei ser inalcançável.
Quando acordei, já era tarde. Cami já se Fui. E eu fiquei na espera de que ela apareça mais algum dia dessa semana...
A amiga da minha irmã numa situação comprometedora 2
A noite ainda estava começando, eu tinha acabado de chupar a buceta da melhor amiga da minha irmã e estava na glória. Cami pediu para usar o chuveiro do banheiro do meu quarto, e eu não ia negar...
Cami puxou o jeans e saiu pelo corredor até meu quarto, para tomar banho no banheiro dele. Eu me sacudi um pouco o pau, levantei as calças e esperei alguns minutos por precaução, depois fui para meu quarto.
Ao chegar no meu quarto, vi toda a roupa da Cami jogada em cima da minha cama: o jeans que apertava sua bunda, a camisetinha de uma banda de rock do bairro, o top esportivo que ela usava e sua calcinha de renda vermelha. A porta do banheiro estava entreaberta e já começava a vazar um pouco do vapor do chuveiro.
Não resisti e peguei a calcinha, cheirei até que o aroma ficasse gravado em mim, isso me esquentou de novo.
Me aproximei da porta do banheiro e a vi, aquele corpo esculpido à mão e uma bunda feita com compasso, acompanhada de uns peitos lindos. Me virei, peguei uma camisinha na gaveta e voltei ao banheiro. Ela estava lavando o cabelo, fazendo uma pose que me pegou na hora, então, entrei no banheiro, Cami se virou sem dizer nada e, olhando fixamente para ela, tranquei a porta.
— Quero te comer — eu disse.
— Entra se tiver coragem — ela respondeu.
Comecei a tirar toda a roupa devagar, deixei a camisinha na pia, enquanto isso, ela começou a se tocar para que eu visse pelo box de vidro, se apoiava nele e apertava seus peitos contra o vidro. Não aguentei mais e entrei no chuveiro. Comi sua boca de uma vez enquanto minhas mãos percorriam cada centímetro de seu corpo, desde seu quadril até seu pescoço e desde seus peitos até sua bunda. Minhas mãos começaram a descer até sua buceta, massageando seus lábios devagar, podia ouvir uns gemidos bem sensuais saindo de sua boca.
Fui descendo lentamente, beijei seu pescoço e devagar desci até seus peitos, os beijei por toda parte, mordi devagar seus mamilos e comecei a marcar uns belos chupões para que ela não esquecesse que, de agora em diante, eu ia comê-la sempre que viesse.
Continuei descendo, beijei e lambi seus abdomens definidos que me deixavam Loco. Peguei a Cami, que não era muito pesada, e sentei ela na borda do box, e enquanto beijava suas pernas, lentamente as abria até chegar de volta na sua buceta, a degustei novamente, com mais fúria, com mais vontade. Com uma mão comecei a enfiar os dedos nela enquanto com a outra massageava e apertava um peito. Com minha língua fazia círculos no seu clitóris, enquanto olhava para seu rosto, seus olhos reviravam. Cami me agarrou pelo cabelo enquanto me empurrava contra sua buceta.
- Ahh... me come... - Ela disse entre gemidos eróticos.
- Tem certeza que quer? Quer que eu faça você de minha putinha? - Perguntei.
- Sim... - Ela respondeu.
- Sim o quê? - Perguntei enquanto apertava um peito e enfiava meus dedos no mais profundo de sua buceta.
- Aaaay... me faz de tua putinha... - Ela disse com cara de prazer.
Levantei-a, agarrei seu pescoço e a beijei, estiquei minha mão para pegar a camisinha que havia deixado na pia, coloquei rapidamente, e a coloquei em cima de mim, apoiei-a contra a parede e suas duas pernas se cruzaram nas minhas costas. Enquanto beijava sua boca, comecei a esfregar minha pica em sua buceta molhada, de cima a baixo. Posicionei e lentamente deixei Cami descer sobre minha pica, podia sentir cada centímetro entrando em sua buceta quente e apertada, sentia que ia rasgá-la, o tamanho de sua buceta era proporcional ao seu corpinho pequeno.
Quando entrei completamente, comecei a meter com muita vontade, Cami começou a gemer, ao que respondi tapando sua boca com uma mão, porque aquela mesma parede era a parede do quarto da minha irmã.
Continuamos por um bom tempo, deixei Cami se levantar, virei-a e a comi de pé, enquanto tapava sua boca, evitando fazer muito barulho, enfiava meus dedos em sua boca e ela os chupava como se fossem minha pica. Comi-a como nunca havia comido alguém e ela se movia como se não tivesse sido comida há meses.
- Ahh... Vou gozar, te... Vai engolir, não, putinha? – falei, olhando nos olhos dela enquanto esperava sua resposta.
Ela balançou a cabeça afirmando, então agarrei seus cabelos e a forcei a se ajoelhar. Tirei a camisinha e joguei longe. Com minha mão em sua nuca, passei meu pau pelos lábios dela e ela começou a chupar. Com meu pau já dentro de sua boca, agarrei sua cabeça com as duas mãos e comecei a foder sua boca. Cami tinha uma técnica de boquete incrível, parecia que fazia vácuo. Ela me levou ao limite e, com toda minha força, enfiei meu pau até sua garganta e gozei pela segunda vez naquela noite. Mantive assim por alguns segundos até que ela engolisse tudo. Ela começou a ficar desconfortável e a engasgar. Tirei meu pau e ela voltou a respirar, recostando-se no chão do box para se recuperar.
– Acabou? – perguntei.
– Eu estava quase gozando de novo, foi… – ela disse, ofegante.
– Não, não foi nada – desci novamente até sua buceta.
Comecei a massagear seu clitóris e a enfiar meus dedos da mesma forma que havia feito antes. Ela agarrou meus braços e fechou os olhos, começou a tremer e a gemer baixinho, e depois de alguns segundos conseguiu gozar.
Estávamos os dois nus no chão do box, já cansados. Levantamos e terminamos de tomar banho em um silêncio estranho, com algumas risadinhas no meio. Emprestei uma toalha e terminamos de nos secar juntos no banheiro.
– Bom, foi muito bom, mas tô caindo de sono. Abre a porta? – disse Cami.
– Vai dormir no quarto da minha irmã? – perguntei.
– É, pô, se me virem dormindo com você, sabe como a gente se fode? –.
– Tem razão – falei, enquanto abria o trinco da porta do banheiro.
Saímos do banheiro em silêncio. Ela vestiu a calcinha e disse secamente: “Tchau”, saindo na ponta dos pés em direção ao quarto ao lado.
O relógio marcava 04:57 da manhã. Fui dormir feliz aquela noite, sabendo que havia conseguido algo que pensei ser inalcançável.
Quando acordei, já era tarde. Cami já se Fui. E eu fiquei na espera de que ela apareça mais algum dia dessa semana...
3 comentários - La amiga de mi hermana en una situación comprometedora 2