Depois que Carlos encheu minha boquinha de porra, ele se sentou ao meu lado. Limpei a boca e me arrumei um pouco, mas precisava sentir aquela pica enorme dentro de mim, estava muito excitada. Carlos me disse: "Que putinha, você parecia tão recatada". Eu respondi: "Isso é culpa sua, você me deixou assim com essa pica, agora preciso que você me coma". Carlos disse: "Não seja impaciente, putinha, vou te foder tanto que você vai pedir para parar". Enquanto metia a mão por baixo da minha saia, começou a enfiar os dedos na minha buceta e me beijou com gosto. Não me importava se alguém visse, estava ardendo de tesão. Ele me fez ter outro orgasmo até que finalmente chegamos à cidade. Ele puxou minha calcinha e ficou com ela, me disse: "Hoje você vai passar o dia todo sem ela, VADIA", e deu um tapa lento no meu rosto. Mas eu estava desesperada por aquela pica. Chegamos à cidade e começamos a arrumar tudo, quando um professor que vinha atrás de nós passou por mim e disse: "Que delícia você chupa, Eve, eu vi. Tomara que um dia eu tenha a sorte de te dar pau, cachorrinha". Fiquei gelada e disse: "Pablo, não diga nada, depois a gente conversa direito". Ele sorriu e ajustou o pau na calça, dizendo: "Com essa aqui você vai conversar, mas calma, depois a gente fala". Carlos veio até mim e disse: "Professora, me acompanhe até a barraca, tenho que mostrar algo antes de entrar". Ele disse a um militar que estava lá fora para não deixar ninguém entrar, que tinha uma reunião comigo. Entramos na barraca, ele me agarrou pelos quadris e disse: "Agora sim você vai ver o que é foder, cachorrinha". Ele me beijou, foi me despindo, eu não me importava com nada, só queria aquele pau. Ele disse: "Ajoelhe, putinha, e comece a chupar". Desabotoei a calça e aquela pica deliciosa saltou para fora. Comecei a chupar como uma desesperada, queria engolir ela toda, engasgando com aquela pica. Ele mandava: "Engole tudooo", me agarrava pelo cabelo, dava tapas no meu rosto... mmmmm, minha buceta estava encharcada. Ele me tira da frente e me faz subir em uma mesa que estava ali, abre minhas pernas e começa a chupar minha boceta deliciosamente, me chupava toda. Buceta, o cu, tudo... eu me torcia toda, não queria gritar mas gemía que nem uma louca e pedia por favor me come, me dá esse pauzão já! Ele disse: tá bom, putinha, você mereceu. Quando ele vai pegar uma camisinha, eu falo: nãooo, quero te sentir sem nada, eu tomo pílula e quero sentir esse pauzão no natural. Ele fala: você é mais puta do que eu pensava. Ele abre minhas pernas e começa a meter aquele pedaço de pau de uns 23 cm, mas grosso... Mmmm. Comecei a gemer que nem louca. Ele enfiou minha calcinha na minha boca pra eu não gritar. Não conseguia me conter, ele me comia gostoso demais, perdi a conta dos orgasmos. Ele metia com força, os quadris dele massageavam minha bunda, eu estava em êxtase de tanto prazer. Ele tirou de repente e botou na minha boca, disse: sente o gosto da sua buceta, putinha. Eu estava à mercê dele, que fizesse o que quisesse comigo. Ele me fez levantar, me inclinou um pouco sobre a mesa e começou a meter e sacar aquele pauzão. Ele me puxava pelo cabelo enquanto enfiava tudooo, agarrava meus peitos e apertava, me tratava como a putinha dele. Eu só queria mais. Ele disse: bom, putinha, chegou a hora de foder esse cuzinho lindo que você tem. Eu falava: não vai entrar esse pauzão nunca, nem meu marido... Ele me ordenou a ficar de quatro, começou a chupar meu cu de um jeito delicioso e a meter um dedo, me fazia gemer, o safado. Botou dois dedos, depois três e falava: viu como vai abrindo, putinha? Seu marido nasceu pra ser corno. E meteu o pau na minha boca, disse: baba bem, putinha, que vai ajudar na penetração. Obedeci, chupei como ele mandou. Ele lubrificou bem meu cu com saliva e começou a meter aquele pauzão, parecia que me partia ao meio. Eu pedia: pfv tira, tá doendo muito! Ele disse: se vai ser minha putinha, tem que aguentar, puta. Comecei a esfregar minha buceta até sentir que ele tinha metido tudooo. Eu sentia muito prazer e dor, até que ele começou a bombear suavemente enquanto me puxava pelo cabelo e dizia: viu, putinha, como você gosta? Agora você é minha, eu te fodo quando quiser, até na frente do seu marido. cuck, ele dizia: "me come, sou sua, a a a aaa siiii, me dá mais, mais aaa, enche minha bunda de leite, tiro e coloco na boca até o fundo, me fez limpar aquele pauzão". Eu não conseguia acreditar que um cara feio daquele tivesse total controle do meu corpo, me deu a melhor foda da minha vida. Desde aquele dia, me transformei na putinha dele e de outros também.
5 comentários - De esposa recatada a putinha submissa 2
Y gracias por los puntos que me dejaste en mi post!