El novio substituto: En su casa

Acordei cedo, não conseguia esperar mais para ir à casa da Maria. A primeira coisa que fiz foi procurar a calcinha que ela tinha me dado na noite anterior. Tirei ela por um momento do saquinho onde a tinha guardado; ainda estava úmida. Cheirei; respirando fundo me impregnei dos aromas potentes emanados da buceta da minha amiga. Isso, junto com minha ereção matinal, já me deixou num estado de excitação incrível. Depois tomei um banho frio e me vesti rapidamente. Tomei um café da manhã rápido e me despedi da minha mãe, avisando que ia passar o dia com uns amigos e não sabia quando voltaria.
A verdade é que a Maria quase nunca me convidava pra ir na casa dela. Normalmente a gente preferia passar o tempo no corredor do prédio. A família dela sempre me ignorou completamente, especialmente o irmão dela, que era um baita de um cuzão. Pra falar a verdade, eu tava pouco me lixando, até ficava feliz com isso.
Eu não sabia o que esperar daquele dia. Nos dias anteriores, Maria tinha me tratado como namorado porque precisava sair de alguma enrascada, ou fingir. Mas dessa vez ela tinha simplesmente me convidado pra casa dela pra passar um tempo. Não tinha nenhuma desculpa, não precisava fingir nada.
Talvez ela realmente não quisesse nada além de assistir a um filme, ou ouvir música; passar um tempo para não ficar entediada sozinha em casa, como ela mesma disse. Pode ser que, com a mesma naturalidade com que tudo começou, passando de apenas amigos a agir como amantes em questão de segundos, da mesma forma poderíamos voltar a ser apenas amigos de novo, como se não tivesse a menor importância. Não seria de surpreender que tudo o que aconteceu entre nós não passasse de algo circunstancial. Maria sempre foi igualmente impulsiva e atrevida, não me surpreenderia tanto.
Mas e se houvesse algo mais? E se houvesse esperança de que a Maria se envolvesse comigo e terminasse com o Ramon? Afinal, ela não parecia se sentir nem um pouco culpada pelos atos dela, pelo contrário, estava adorando. E aquele corno não tinha hesitado nem um segundo em deixar a namorada abandonada o verão inteiro, motivo suficiente para terminar. Pensando bem, a culpa era toda dele, por ser tão otário. Até pode ser que ele nem ligue; talvez ele mesmo esteja se envolvendo com alguma prima distante dele na cidade dele, quem sabe.

O Substituto: Na Casa Dela


Com aquele debate na minha cabeça, logo cheguei no bloco dela. Demorou alguns minutos para abrir e quando cheguei na porta, ela me recebeu ainda de camisola.
—Oi! Desculpa, dormi demais. Entra, entra... —disse ainda sonolenta —. Quer tomar um café da manhã?
—Bom… na verdade já tomei café da manhã, obrigado. Acordei cedo, tomei banho e tudo mais… —respondi—. Mas olha, não se preocupa que não tem pressa.
—Nossa! Que madrugada! E ainda por cima a gente dormiu tão tarde ontem... —ela disse enquanto eu a acompanhava pelo hall até a sala.

Ao chegar lá, sendo um ambiente muito mais iluminado, pude apreciar melhor sua roupa. O camisão que ela usava era mais uma camiseta larga, suficientemente comprida para cobrir metade da coxa.



teta


—Então, se você não se importa, vou tomar café da manhã, porque tô com fome —ela me disse.
Logo ele voltou da cozinha com algumas torradas com manteiga e dois copos de suco, me oferecendo um deles. Nos sentamos juntos à mesa e conversamos enquanto ele comia.
—Foi legal ontem —comentou com a boca cheia—. Valeu de novo, acho que mandamos bem na frente das minhas amigas; elas não desconfiaram nem por um segundo que a gente não era um casal.
—É… sim. Foi bem convincente, eu acho… —comentei um pouco corado, lembrando dos acontecimentos.
—Você caiu nas graças das minhas amigas, especialmente da Tania; ela não parava de me perguntar sobre você —disse sorrindo.
Eu a observava enquanto ela devorava suas torradas. Ela estava sentada bem na minha frente, e eu me deliciava com seus movimentos graciosos ao comer. Ela falava comigo de novo como minha amiga de sempre, me fazendo pensar que de fato o que aconteceu não significava nada especial para ela.
—Esse nosso acordo está se mostrando muito gratificante —continuou então—. Olha, não tem nada de errado em aproveitar um pouco da situação e curtir ao mesmo tempo, não acha? —concluiu sorridente com a boca meio cheia.
—Não, acho que não... é verdade —concordei sem muita convicção.
—Fico feliz que você esteja curtindo também. Já te falei, aproveita à vontade, pra isso que somos amigos — ela me disse com toda a naturalidade do mundo.
—Bom… mas… você não acha que o Ramón vai ficar puto se descobrir? —eu me arrisquei a perguntar.
— Esse imbecil perdeu o direito de ficar com ciúmes quando saiu de férias e me deixou aqui largada! — respondeu visivelmente irritada —. Eu tenho minhas necessidades, e ele não tem nenhum direito de me privar delas! — disse quase gritando.
Essa reação tão forte me surpreendeu, mas de certa forma me alegrou, alimentando minha teoria de que eles iam terminar logo. Mas logo em seguida me senti meio culpada por isso. Depois de uma pequena pausa e um pouco mais calma, Maria se levantou e se aproximou de mim.
—Me dá sua mão —disse, pegando-a ao mesmo tempo.
Ela começou a dobrar meus dedos um por um, deixando apenas o dedo do meio ereto. Então apoiou minha mão sobre meu joelho direito com o dedo apontando para cima. Ela se aproximou mais de mim, direcionando sua pubis para a perna onde ela ainda mantinha o dedo bem ereto. Foi descendo sobre mim e senti como ela foi se introduzindo em seu interior.
Foi assim que descobri que ela não estava usando absolutamente nada debaixo daquela camiseta. Maria sentou-se completamente no meu joelho, mas sobre a minha mão, com meu dedo do meio inteiro dentro de sua buceta molhada. Eu conseguia sentir sua vulva inchada na palma da minha mão, úmida e pegajosa. Minha amiga me encarou, depois fechou os olhos e começou a subir e descer sobre mim.

Eu não conseguia ver o que estava acontecendo, essa maldita camiseta estava tapando minha visão, mas eu podia sentir. Era extremamente excitante. Me limitei a observar como ela se masturbava sozinha comigo, e me concentrei em aproveitar o toque de sua buceta, sentindo cada textura, cada detalhe no interior de sua vagina.



Buceta

Pouco a pouco ela foi acelerando o ritmo, alternando entre movimentos verticais e circulares, maximizando assim o contato do meu dedo médio com as paredes da sua buceta. Ela estava encharcada, entrava e saía com facilidade, e ia impregnando com seu mel a palma da minha mão, onde seu pubis peludinho batia ritmicamente.
Cavalgando no meu dedo, de vez em quando ela apertava com força contra mim, esfregando o clitóris na minha mão. Foi aumentando o ritmo até finalmente gozar, deixando um pouco de líquido quente na minha mão. Senti a buceta dela contrair e ela, sempre de olhos fechados, arqueou as costas pra trás e soltou um gemido intenso. Depois relaxou e se apoiou em mim sem tirar meu dedo da sua boceta, passando os braços em volta dos meus ombros.
— Tá vendo? Isso é exatamente o que eu tava te falando — disse com certa dificuldade enquanto recuperava o fôlego —. O Ramón quis me privar desse prazer me deixando aqui largada. Ele é muito egoísta. Mas não vou deixar ele se dar bem.
Então ela se levantou e começou a recolher os restos do café da manhã como se nada tivesse acontecido. Eu fiquei sentado em silêncio por um momento, refletindo sobre o que ela tinha acabado de me dizer e tentando me recuperar um pouco. Minha ereção estava monumental, quase dolorosa. Aproximei do nariz o dedo que tinha estado dentro da minha amiga, o dedo que tinha dado prazer a ela. Reconheci aquele cheiro forte, que estava começando a se tornar um perfume muito familiar.
— Vem comigo — disse quando terminou na cozinha —, vou tomar um banho.
Pulei da cama feito mola e segui ela pelo corredor, admirando aquele bumbum balançando sob a camiseta velha. Chegamos no quarto dela e, com um certo cuidado, fiquei parado na porta sem me atrever a entrar. Ela, totalmente na dela, sumiu atrás do guarda-roupa. Tava procurando, imaginei, as roupas que ia usar depois do banho. Vi a camiseta dela voar pelo ar e aterrissar na cama, e logo em seguida ela reapareceu na minha frente completamente pelada. Segurava na mão uma regata combinando com um shorts curtinho.
—O que você tá fazendo aí parado? Vem cá, homem, que eu não mordo... por enquanto —disse rindo ao mesmo tempo.
Entrei devagar no quarto e me sentei na beirada da cama dela, que, apesar de não estar arrumada, era o único lugar que estava minimamente livre. Pra falar a verdade, o quarto dela era uma zona, com roupa jogada pra todo lado, e livros, pastas e papéis espalhados pelo chão.
—Tá bom, me espera aqui — disse, deixando as roupas que tinha escolhido em cima da cama.
O quarto dela tinha banheiro próprio, que mesmo sendo bem pequeno, me pareceu um luxo considerando o tamanho do apartamento. De onde eu estava, dava pra ver uma pia pequena e um box de vidro, onde a Maria decidiu tomar banho. Ela entrou sem fechar a porta do banheiro, mas fechou a porta do box. Pude observá-la enquanto ela se lavava, até que o vapor foi se acumulando no vidro e só dava pra ver vagamente a silhueta dela.
Continuei observando da minha posição, embora ela não me fizesse esperar muito. Logo ela saiu e rapidamente se envolveu na toalha, secando-se com ela. Vê-la assim me fez lembrar da cena nos vestiários da piscina no dia anterior, e senti meu pau latejar dentro do meu shorts. Lembrei de como ela me masturbou e como minha porra derramou sobre a pele dela. Maria continuou se secando com a toalha e eu a observava com o olhar perdido, revivendo na minha cabeça aqueles momentos maravilhosos.
A voz dela me fez voltar à realidade:
—Ei! Você tá viajando, no que você tava pensando?
Ela estava na minha frente, completamente nua, com a toalha aos seus pés. Seu cabelo ainda molhado deixava pingar gotas dos longos fios em direção ao chão, deixando um rastro úmido sobre sua pele no caminho.
—E aí? Tá de pau duro? —perguntou minha amiga, fiel ao seu estilo —Já tá com tesão? Mal me viu pelada uns minutinhos…

Ele me observou por um instante. Então se aproximou um pouco mais, colocou as mãos nos quadris e começou uma dança sensual. Queria me provocar ainda mais.
pau




—Você gosta do que vê? Te deixo de pau duro? Te deixo com tesão? —ela dizia enquanto se exibia pra mim sem vergonha nenhuma.
Eu a tinha tão perto que podia sentir o frescor de sua pele recém-lavada. Levando minhas mãos sobre sua vulva, abri seus lábios maiores, mostrando-me o interior de sua buceta, que parecia úmida e inchada.
—Olha minha bucetinha… você gosta? Gosta da minha vulvinha? —ela continuou—. Quer enfiar seu pau na minha bucetinha?
Eu estava ficando a mil, e eu não conseguia articular uma palavra. O suor escorria pela minha testa e o coração parecia que ia sair do peito.
—Mmm… Talvez você prefira enfiar na minha bunda? —ela disse.
Então ela virou de costas para mim, inclinando-se para frente e afastando as nádegas. Pude ver seu ânu exposto, que brilhava como a joia de uma coroa sobre sua buceta bem aberta

—Vamos, não seja tímido; tira essa rola e bate uma punheta! —continuou— E me pega na bunda, vai, olha como é macia —prosseguiu Maria, dando uma palmada na própria nádega.



usa a palavra buceta




Ela virou a cabeça para ver o que eu estava fazendo. Ao me ver sentado ali sem reagir, ela se endireitou de novo e me disse num tom muito mais normal:
Falo sério, vai bater uma punheta. Você não vai querer ficar de pau duro o dia todo!
Então entendi que sim, era sério mesmo. Era a oportunidade que minha amiga estava me dando pra aliviar toda a tensão acumulada. Seguindo o conselho dela, tirei tudo da cintura pra baixo e coloquei uma mão no meu pau e a outra na bunda dela. Maria sorriu satisfeita e continuou com seu show.

—Olha que bumbum apertadinho… —dizia com malícia—. Será que seu pau cabe no meu cuzinho? Olha só, vamos ver o que você acha…



infiel




Ela começou a esfregar o esfínter com dois dedos; primeiro os molhava na sua vulva lubrificada e depois os direcionava para o ânus. Pouco a pouco ele cedeu, permitindo que as pontas dos dois dedos entrassem ao mesmo tempo. Eu me animei e imitei seus movimentos, indo da vulva até o ânus, e facilmente consegui inserir meio dedo indicador no seu reto.
cuck


Continuei tocando, alternando entre a buceta e o cu dela. Meu pau estava quase explodindo, e precisei desacelerar a punheta que estava fazendo em mim mesmo para não gozar. Então a Maria mudou de posição, virando de frente para mim novamente e continuando sua dança sexy. Ela fazia de um jeito que os quadris apontavam para mim, destacando a buceta para que eu pudesse apreciar bem. Enquanto isso, minha amiga acariciava os próprios seios.
— Você gosta dos meus peitos? Toca eles, toca bem — ela ordenou, e eu obedeci —. Quer gozar nos meus peitos? Quer? Vem, chega mais! Goza nos meus peitos! — ela gritou.
Ela se ajoelhou bem na minha frente. Eu ainda estava sentado na beirada da cama dela, mas me aproximei o máximo que pude. Maria apertou os seios em volta do meu pau, que agora repousava bem no meio deles. O contato da cabeça do meu pau com a pele dela foi tudo que precisei para gozar nela.

Foi colossal. Meu sêmen cobriu o seu busto, que ela não afastou em momento algum. Pelo contrário, parecia que queria capturar tudo, e me ajudando, sacudiu meu pau até tirar a última gota, esfregando seus mamilos com minha glande. Quando terminei, vi o líquido viscoso e esbranquiçado escorrendo rapidamente pela sua pele, dos peitos para baixo.



O Substituto: Na Casa Dela




— Caralho! Você me molhou de novo! — disse ele dando risada —. Mas pelo menos isso é melhor que sabonete! — e continuou rindo.
Ela se levantou do chão e, pegando a mesma camiseta que usava de pijama, usou para se limpar um pouco. Sem chegar a tirar toda a porra dos seus peitos, jogou a peça de roupa de volta na cama. Era bem provável que fosse usar de novo naquela mesma noite.
Depois, ela colocou o short e a camiseta que havia escolhido antes de tomar banho, se vestindo lentamente diante dos meus olhos. Não usou sutiã nem calcinha.
—Bom, acorda aí — disse —, pronto pra ver um filme?
I pulled up my underwear and shorts and followed María into the living room. All kinds of thoughts raced through my head; on one hand, that damn guilt and remorse lingered—I knew I was helping cheat on Ramón—but on the other, I was growing hungrier and hungrier for my friend.
Essa mistura explosiva de sentimentos se intensificava enquanto eu observava Maria caminhando à minha frente. Sua bunda balançava como gelatina enquanto ela corria pelo corredor, aparecendo timidamente por baixo de seus shorts minúsculos de algodão. Ao chegar perto da televisão, Maria se inclinou para frente, abrindo uma gaveta cheia de DVDs. Pude ver um lábio da sua buceta escapando por um lado do tecido, carnudinho e peludinho.

Nessa posição minha amiga virou a cabeça e perguntou:







teta—O que você tem vontade de ver?

Sim, definitivamente; eu ia mandar a culpa e os remorsos para a puta que pariu. Eu queria aproveitar a Maria ao máximo, e saber até onde eu poderia chegar.

CONTINUARÁ...

3 comentários - El novio substituto: En su casa

Laina12 +1
Ojala tubiera una maria como amiga q no perderia ninguna oportunidad de llenarla de semen