Contar a primeira vez não é bonito. É estranho. Não é feio. Mas estranho... Minha primeira vez foi aos 14... ficando com um cara do bairro... Resumindo, doeu pra caralho. Me fiz de durona e não falei nada. Agüentei. Horrível. Rápido, doloroso. O cara nem sabia o que tava fazendo e eu menos ainda.
Com o tempo, aprendi muito bem o que eu tava fazendo... e amava... Um ano depois da minha primeira vez, já tinha experiência porque todo fim de semana a gente se juntava com os caras na casa de alguém e rolava boquete ou foda, farra, etc... a bendita bebida fazia estrago hahaha... depois diminuí o ritmo e já escolhia mais quem eu queria comer. Mas sempre caras. Nunca tinha dado pra um velho. O mais velho que eu tinha dado foi um cara de 23 anos... um punheteiro, até que um dia um cara me pegou... Tinha 40 anos. Não parecia velho, mas aparentava uns 30-32 pra mim... E por me achar esperta, acabei levando uma pirocada.
Sempre considero aquele dia como minha primeira vez... Tinha um mercadinho perto de casa e eu ia desde pequena lá. Jorge sempre muito atencioso, me tratava super bem. Meio amigo dos meus pais. Que também eram clientes de lá... A história começa numa madrugada que ele me manda solicitação no Facebook e quando aceito, ele escreve: Oi Nati! Eu respondo: Oii!!
J: O que cê tá fazendo acordada a essa hora!?
N: Qual é a dessa hora!? São 2 e amanhã não tenho aula...
J: É que é tarde. E cê é nova pra ficar acordada a essa hora hahaha
N: Hahaha também não tô na rua. Tô deitada no quarto vendo TV... e você também devia tá dormindo.
J: Eu??!? Nem fudendo. Já sou velho e ainda por cima só fecho os olhos lá pras 3 ou 4...
N: e o que cê faz enquanto isso??
J: haha ei. Cê é muito novinha pra perguntar isso! Faço coisas que se fazem de noite!!
N: hahaha o que cê pensa? Que eu não sei o que se faz de noite, neném??
J: hahaha e sei lá... pra você, o que se faz de noite??
N: mmmm sei lá, várias coisas...
J: é... várias coisas menos dormir às vezes. Hahaha
N: e é... sei lá... ouvir música, ver TV... J: hahaha sim sim... isso é o que menos faço. Hahaha
Y: e o que você faz?!
J: ehhh te falei que você é muito novinha pra saber issooo
Y: não sou novinha! Até sou. Mas não pense que não sei...
J: e o que você sabe?
Y: sei tudo. O que se fazee...
J: mmmm tá me zoando...
Y: naaa. Não tô zoando, neném... cê acha que eu não faço também??
J: tamo falando da mesma coisa??
Y: siim... vai. Sei lá. Você gosta??
J: claro que gosto, mas vai que você me vem com "comer sorvete" e eu tava pensando em outra coisa. Hahaha
Y: hahahah sim sim. Comer. Mas no lugar do sorvete, outra coisa. Que os homens têm...
J: mmmmmm acho que essa conversa tá me agradando...
Y: cê ia gostar mais da conversa ou de fazer?
Juro que mandei porque achei que tava falando pra ele, não por mim. Eu tava enchendo o saco e levando na brincadeira... Perguntava porque queria saber se ele esperava alguém pra me contar o que ia fazer. Esse jogo me excitava pra caralho... o problema é que ele achou que eu tava perguntando se queria fazer comigo... e me respondeu: "naaaa, você é muito novinha. Não dá."
E me respondeu isso e me deixou puta. Porque me tratou como se eu fosse uma garota imatura. Uma bobinha. Sei lá. O negócio é que isso me transformou e por dentro eu pensei: "Esse aí acha que uma mina não tá à altura de outra gostosa??" E me joguei...
"Novinha eu? Nem imagina, nene. Vamos apostar??"
Eu adorava apostar e não perder...
J: o que você quer apostar?
Y: sei lá. O que você quiser
J: não sei, fala você. Pra mim tanto faz. Grana, bebida, algo assim??
Y: uns chocolates...
J: fechou. E o que você faria comigo??
Y: imagina. E é isso que eu faço...
J: hahahaha para de zoar. Vou dormir. Porque nem vão deixar você vir aqui em casa... e ainda a essa hora...
Não respondi...
10 minutos depois, tava na casa dele...
Coloquei um vestidinho solto que usava pra dormir. Jorge morava perto. Abri a porta do quarto. Meus pais estavam roncando. Apaguei tudo e saí... tava cagando de medo. Pela hora e pelo que ia rolar. Ele era um cara mais velho. E naquela idade eu não sabia muito. Mandei mensagem: "tô aqui fora..."
Ele acende uma luz, a porta mal se abre e o Jorge aparece. Ele abriu os olhos e deu um sorriso nervoso. Saiu mais pra calçada. Tava de cueca e já dava pra ver a pica dura. Olhou pra todo lado preocupado e me falou. Entra! Não tem ninguém? Não cruzou com ninguém? Cuidou direitinho? Sabe que isso não é brincadeira. A putaria que dá pra mim.
Eu: hahahaha ninguém, negaaa, cê acha que sou tonta?? Tava fazendo o quê?? Achou que eu tinha ficado brava?
E enquanto a gente entrava na sala, ele fala, que filha da puta, olha o que você faz?! E levanta meu vestidinho.
Ele segura a cabeça com uma mão e diz: nãooo... e ainda olha essa rabetinha!!!
E eu rio e abaixo o vestido. Bom, falo. Meus chocolates, cadê??
Ele me pega pelo braço e me leva pro quarto. Os chocolates vão depois. Primeiro o primeiro... ele falou.
A gente entra no quarto, ele me senta na cama e fala. Vamos ver se a menininha é tudo o que disse. O que você vai fazer??
E eu peguei na cintura dele a cueca, puxei pra baixo. Apareceu uma pica que até então eu nunca tinha comido. Grossa.. cheia de veias... bolas grandes. Depilada... cheiro gostoso... bem limpinha. Peguei ela e meti na boca... chupei devagar duas ou três vezes e com uma carinha de putinha sonsa falo. Isso eu sei fazer... cê gosta?
Adoro... falou Jorge. Enquanto me pegava pelos cabelos e começava a meter tudo na minha boca... chupei ela toda. As bolas, a cabeça. Mordia. Batia punheta. Cuspia. Aproveitava...
Que boquete gostoso você tá me dando, filha da puta... olha a pibinha que era ela me falava. E depois de 20 minutos chupando a pica dele, ele tira e começa a bater punheta.
Nem pensar que você vai tomar, né?? Ele fala.
Eu adoro porra!! Falo.
E pego ela de novo e começo a chupar enquanto ele falava toma tudo, garota... ahhhhhh tenho muita porra pra você. E começou a gozar. Ele tinha razão. Era pra caralho. Engolia, engolia e não acabava. Enchi a boca de porra e chupava ela. Até sentir que não saía mais. Tirei a pica da boca, tava cheia de porra. Eu saboreava e ele me dizia: gostou da porra?? Eu respondia mmmjuuu... porque não conseguia falar e depois de saborear, engoli tudo. Mmmm, você tinha muito leite!!! E tudo pra você, ele diz... e se levanta e vai pro banheiro. Fiquei sentada porque pensei em ir ao banheiro, me trocar e ir embora... era o de sempre. Pronto. Chupei a pica dele, gozou cada um pra sua casa... muito além do que eu tava acostumada... Jorge saiu do banheiro pelado. A pica ainda tava meia dura. Eu ria nervosa porque os caras que eu comia não eram tão de se mostrar e eu não parava de olhar pra pica dele. Levanto e vou ao banheiro. Quando saio, ele tava deitado olhando o celular. Bom, vou indo, falei... J: Pra onde? Tem que ir??? Y: É, sei lá... J: Eu não te expulsei. Mas se não gostou e quer ir, sem problema... Y: Não... é que não sei. J: Vem. Deita... se não tiver problema de horário, fica mais um pouco... e ele se levanta e me leva pra cama. Deito. Fica confortável, ele diz. Tô bem, falo. Sim, mas parece que quer ir. E eu por dentro pensava: Pois é. O que vamos fazer. Já tirei seu leite... e falo: Não. Tá bem. Tô bem... Ele me pega pela cintura, me vira e me coloca de bruços na cama. Levanta meu vestidinho e diz: Quer ir e ainda não provei tudo isso... e começa a beijar as nádegas enquanto falava: olha essa bundinha pequena!! Linda... chuparia o dia inteiro... e passava a língua. Nunca tinham me chupado a buceta, muito menos a bunda. Mmmmmmm ele dizia enquanto tirava minha calcinha bem devagar... até a metade... mmmmm eu já queria foder, tava com a buceta toda molhada. Jorge se ajoelha em cima de mim e sinto ele apoiar a pica nas minhas costas... meu deus, aí sim fiquei com muito tesão. Vocês não sabem o que era sentir aquele pedaço de pica apoiado nas costas... E foi descendo devagar até a cabeça da pica tocar meu clitóris... aiii deussss. Mete em mim, falei alto. E ele mete. Devagar. Até sentir o limite dos ovos... Ela chega perto do meu ouvido e fala. Assim? Assim, garota?? Agora você vai aprender que não se brinca com fogo... e começou a meter com tudo. Me sacudia inteira. Me pegava com força. Eu não sabia o que fazer de desespero e prazer que ele tava me fazendo sentir... eu flutuava. Mordia os lençóis. Apertava o travesseiro com as mãos. Gozava. Gritava. Gemia. Sentia aquele pedaço de cock entrando até na minha barriga... eu era bem pequenininha de corpo e o Jorge tinha aquele corpão... 1,87 de altura... braços fortes e mãos grandes. Eu me sentia uma bonequinha de papel do lado dele. Sentia que ele penetrava meu corpo inteiro... tava amando o que sentia... E ele não parava... Me levantou pela cintura e fiquei de quatro... Meu Deus, ele metia com tudo... a cama balançava inteira enquanto eu sentia os ovos dele batendo na minha pussy toda molhada. Que prazer... Aí ele me sentou em cima dele sem tirar a cock de dentro. Comecei a cavalgar com tudo... até que meu corpo inteiro começou a tremer. Fiquei com arrepios, fechei os olhos e comecei a cum... era a primeira vez que um cara me fazia gozar... sempre terminava batendo uma sozinha. E a sensação de gozar dando foi surreal!! Foi uma coisa linda. Não queria parar de fazer aquilo. E continuei dando... minha pussy tava toda molhada e quente. Aí ele me levanta, me deita de barriga pra baixo de novo e começa a chupar minha Booty de novo. Aiiii meu Deus, eu esperneava, mordia o travesseiro... minha Booty pulsava inteira. E enquanto ele enfiava a língua na minha Booty, passava os dedinhos... fiquei nervosa porque achei que era só aquilo, até que ele pergunta: já fizeram essa tiny ass?? Eu viro e falo que não, que nunca tive coragem... Olha como se faz pra você não ter medo... ele disse. Levantou, foi no armário e trouxe uma garrafinha. Começou a molhar minha Booty inteira. Era tipo um gel, um óleo. Enquanto brincava com os dedos... até que senti algo que não era um dedo... fiquei tensa e ele fala: aguenta. Não faz força que vai doer. Relaxa. que entra devagarzinho... eu relaxei, sentia a cabeça da pica na porta da bunda fazendo pressão e o Jorge empurrando devagar, até que senti que passou a cabeça e ele tava metendo... o que eu senti não dá pra explicar aqui. Só mordia os lábios e me masturbava o clitóris porque o que eu sentia era novo e eu tava gostando. Isso sim. Sentia que tavam abrindo meu cu inteiro. A pressão daquela pica me matava, e nisso o Jorge me comia devagar enquanto dizia olha a bundinha minúscula que eu tô desvirginando!! Mmmmm que gostosa!!! Essa bundinha minúscula agora é só minha, não é mesmo, putinha?? E eu só balançava a cabeça que sim porque não queria nem falar pra aguentar aquela pica... Sabe o que é sentir encherem sua bundinha minúscula de porra?? Ele disse. MMmmm não, não... Eu vou encher você e você vai sentir. E aí ele tirou devagar. Passou mais gel e meteu de novo devagar até entrar tudo. Me ajoelhou na cama e me encostou no encosto e começou a me comer forte. Eu sentia que ele tava destruindo minha bunda e gritava que nem uma desgraçada... ayyyyy nãoooo chegaaaa (mas não queria que ele tirasse) chegaaaa, mmmmmm goza em mim que não aguento maissss vaiiii me come bem forte... goza em mim vaiiii mmmmmm O que eu sentia com aquela pica lá dentro... por deussss. Eu tava morrendo... até que comecei a sentir algo quentinho enquanto o Jorge gemia e me apertava forte... mmmmmmm senti a porra enchendo aquela bundinha minúscula ele dizia... Eu tava toda molhada, não queria que ele tirasse. Ele deitou e me colocou por cima dele com a pica enfiada na bunda. A gente ficou um minuto parado, os dois. Viramos e ele tirou... juro que sentia que o buraquinho da minha bunda linda tava todo aberto. E pulsava pra caralho... O Jorge foi no banheiro e voltou com a pica dura. Me pegou pela cintura e colocou minhas pernas nos ombros dele, e ele em pé do lado da cama meteu na minha buceta molhada e começou a me foder. Não acredito, garota. Olha como você deixou minha pica. Fazia tempo que eu não sentia tanta vontade de foder assim... Eu ria e fechava os olhos e por dentro pensava "e eu que nem tinha transado assim?" Vou comer essa bunda sua sempre, gata? Você vai me dar sempre? Siiiiim... siiiim, eu dizia enquanto ele me comia forte... assim ele me comeu forte por um tempo e tirou a pica e gozou tudo na minha barriga... mmmmmm, eu dizia, eu tava tão tesuda que nem falava. Achava que era um sonho... terminamos e vejo pela janela que começava a amanhecer. "Vou embora!!!" Falei pra ele. Olha a hora que é!! Vão me matar se acordaram! Jorge riu e disse: e eu pensei que você era uma cagona. Amanhã foda-se os chocolates, mas vou te dar outro presentinho porque você arrasou... MMmmm, tá bom, falei. Dei um beijo nele e fui embora sem saber que aquele dia foi o primeiro dia que me viciei em ter a bunda arrombada...
Com o tempo, aprendi muito bem o que eu tava fazendo... e amava... Um ano depois da minha primeira vez, já tinha experiência porque todo fim de semana a gente se juntava com os caras na casa de alguém e rolava boquete ou foda, farra, etc... a bendita bebida fazia estrago hahaha... depois diminuí o ritmo e já escolhia mais quem eu queria comer. Mas sempre caras. Nunca tinha dado pra um velho. O mais velho que eu tinha dado foi um cara de 23 anos... um punheteiro, até que um dia um cara me pegou... Tinha 40 anos. Não parecia velho, mas aparentava uns 30-32 pra mim... E por me achar esperta, acabei levando uma pirocada.
Sempre considero aquele dia como minha primeira vez... Tinha um mercadinho perto de casa e eu ia desde pequena lá. Jorge sempre muito atencioso, me tratava super bem. Meio amigo dos meus pais. Que também eram clientes de lá... A história começa numa madrugada que ele me manda solicitação no Facebook e quando aceito, ele escreve: Oi Nati! Eu respondo: Oii!!
J: O que cê tá fazendo acordada a essa hora!?
N: Qual é a dessa hora!? São 2 e amanhã não tenho aula...
J: É que é tarde. E cê é nova pra ficar acordada a essa hora hahaha
N: Hahaha também não tô na rua. Tô deitada no quarto vendo TV... e você também devia tá dormindo.
J: Eu??!? Nem fudendo. Já sou velho e ainda por cima só fecho os olhos lá pras 3 ou 4...
N: e o que cê faz enquanto isso??
J: haha ei. Cê é muito novinha pra perguntar isso! Faço coisas que se fazem de noite!!
N: hahaha o que cê pensa? Que eu não sei o que se faz de noite, neném??
J: hahaha e sei lá... pra você, o que se faz de noite??
N: mmmm sei lá, várias coisas...
J: é... várias coisas menos dormir às vezes. Hahaha
N: e é... sei lá... ouvir música, ver TV... J: hahaha sim sim... isso é o que menos faço. Hahaha
Y: e o que você faz?!
J: ehhh te falei que você é muito novinha pra saber issooo
Y: não sou novinha! Até sou. Mas não pense que não sei...
J: e o que você sabe?
Y: sei tudo. O que se fazee...
J: mmmm tá me zoando...
Y: naaa. Não tô zoando, neném... cê acha que eu não faço também??
J: tamo falando da mesma coisa??
Y: siim... vai. Sei lá. Você gosta??
J: claro que gosto, mas vai que você me vem com "comer sorvete" e eu tava pensando em outra coisa. Hahaha
Y: hahahah sim sim. Comer. Mas no lugar do sorvete, outra coisa. Que os homens têm...
J: mmmmmm acho que essa conversa tá me agradando...
Y: cê ia gostar mais da conversa ou de fazer?
Juro que mandei porque achei que tava falando pra ele, não por mim. Eu tava enchendo o saco e levando na brincadeira... Perguntava porque queria saber se ele esperava alguém pra me contar o que ia fazer. Esse jogo me excitava pra caralho... o problema é que ele achou que eu tava perguntando se queria fazer comigo... e me respondeu: "naaaa, você é muito novinha. Não dá."
E me respondeu isso e me deixou puta. Porque me tratou como se eu fosse uma garota imatura. Uma bobinha. Sei lá. O negócio é que isso me transformou e por dentro eu pensei: "Esse aí acha que uma mina não tá à altura de outra gostosa??" E me joguei...
"Novinha eu? Nem imagina, nene. Vamos apostar??"
Eu adorava apostar e não perder...
J: o que você quer apostar?
Y: sei lá. O que você quiser
J: não sei, fala você. Pra mim tanto faz. Grana, bebida, algo assim??
Y: uns chocolates...
J: fechou. E o que você faria comigo??
Y: imagina. E é isso que eu faço...
J: hahahaha para de zoar. Vou dormir. Porque nem vão deixar você vir aqui em casa... e ainda a essa hora...
Não respondi...
10 minutos depois, tava na casa dele...
Coloquei um vestidinho solto que usava pra dormir. Jorge morava perto. Abri a porta do quarto. Meus pais estavam roncando. Apaguei tudo e saí... tava cagando de medo. Pela hora e pelo que ia rolar. Ele era um cara mais velho. E naquela idade eu não sabia muito. Mandei mensagem: "tô aqui fora..."
Ele acende uma luz, a porta mal se abre e o Jorge aparece. Ele abriu os olhos e deu um sorriso nervoso. Saiu mais pra calçada. Tava de cueca e já dava pra ver a pica dura. Olhou pra todo lado preocupado e me falou. Entra! Não tem ninguém? Não cruzou com ninguém? Cuidou direitinho? Sabe que isso não é brincadeira. A putaria que dá pra mim.
Eu: hahahaha ninguém, negaaa, cê acha que sou tonta?? Tava fazendo o quê?? Achou que eu tinha ficado brava?
E enquanto a gente entrava na sala, ele fala, que filha da puta, olha o que você faz?! E levanta meu vestidinho.
Ele segura a cabeça com uma mão e diz: nãooo... e ainda olha essa rabetinha!!!
E eu rio e abaixo o vestido. Bom, falo. Meus chocolates, cadê??
Ele me pega pelo braço e me leva pro quarto. Os chocolates vão depois. Primeiro o primeiro... ele falou.
A gente entra no quarto, ele me senta na cama e fala. Vamos ver se a menininha é tudo o que disse. O que você vai fazer??
E eu peguei na cintura dele a cueca, puxei pra baixo. Apareceu uma pica que até então eu nunca tinha comido. Grossa.. cheia de veias... bolas grandes. Depilada... cheiro gostoso... bem limpinha. Peguei ela e meti na boca... chupei devagar duas ou três vezes e com uma carinha de putinha sonsa falo. Isso eu sei fazer... cê gosta?
Adoro... falou Jorge. Enquanto me pegava pelos cabelos e começava a meter tudo na minha boca... chupei ela toda. As bolas, a cabeça. Mordia. Batia punheta. Cuspia. Aproveitava...
Que boquete gostoso você tá me dando, filha da puta... olha a pibinha que era ela me falava. E depois de 20 minutos chupando a pica dele, ele tira e começa a bater punheta.
Nem pensar que você vai tomar, né?? Ele fala.
Eu adoro porra!! Falo.
E pego ela de novo e começo a chupar enquanto ele falava toma tudo, garota... ahhhhhh tenho muita porra pra você. E começou a gozar. Ele tinha razão. Era pra caralho. Engolia, engolia e não acabava. Enchi a boca de porra e chupava ela. Até sentir que não saía mais. Tirei a pica da boca, tava cheia de porra. Eu saboreava e ele me dizia: gostou da porra?? Eu respondia mmmjuuu... porque não conseguia falar e depois de saborear, engoli tudo. Mmmm, você tinha muito leite!!! E tudo pra você, ele diz... e se levanta e vai pro banheiro. Fiquei sentada porque pensei em ir ao banheiro, me trocar e ir embora... era o de sempre. Pronto. Chupei a pica dele, gozou cada um pra sua casa... muito além do que eu tava acostumada... Jorge saiu do banheiro pelado. A pica ainda tava meia dura. Eu ria nervosa porque os caras que eu comia não eram tão de se mostrar e eu não parava de olhar pra pica dele. Levanto e vou ao banheiro. Quando saio, ele tava deitado olhando o celular. Bom, vou indo, falei... J: Pra onde? Tem que ir??? Y: É, sei lá... J: Eu não te expulsei. Mas se não gostou e quer ir, sem problema... Y: Não... é que não sei. J: Vem. Deita... se não tiver problema de horário, fica mais um pouco... e ele se levanta e me leva pra cama. Deito. Fica confortável, ele diz. Tô bem, falo. Sim, mas parece que quer ir. E eu por dentro pensava: Pois é. O que vamos fazer. Já tirei seu leite... e falo: Não. Tá bem. Tô bem... Ele me pega pela cintura, me vira e me coloca de bruços na cama. Levanta meu vestidinho e diz: Quer ir e ainda não provei tudo isso... e começa a beijar as nádegas enquanto falava: olha essa bundinha pequena!! Linda... chuparia o dia inteiro... e passava a língua. Nunca tinham me chupado a buceta, muito menos a bunda. Mmmmmmm ele dizia enquanto tirava minha calcinha bem devagar... até a metade... mmmmm eu já queria foder, tava com a buceta toda molhada. Jorge se ajoelha em cima de mim e sinto ele apoiar a pica nas minhas costas... meu deus, aí sim fiquei com muito tesão. Vocês não sabem o que era sentir aquele pedaço de pica apoiado nas costas... E foi descendo devagar até a cabeça da pica tocar meu clitóris... aiii deussss. Mete em mim, falei alto. E ele mete. Devagar. Até sentir o limite dos ovos... Ela chega perto do meu ouvido e fala. Assim? Assim, garota?? Agora você vai aprender que não se brinca com fogo... e começou a meter com tudo. Me sacudia inteira. Me pegava com força. Eu não sabia o que fazer de desespero e prazer que ele tava me fazendo sentir... eu flutuava. Mordia os lençóis. Apertava o travesseiro com as mãos. Gozava. Gritava. Gemia. Sentia aquele pedaço de cock entrando até na minha barriga... eu era bem pequenininha de corpo e o Jorge tinha aquele corpão... 1,87 de altura... braços fortes e mãos grandes. Eu me sentia uma bonequinha de papel do lado dele. Sentia que ele penetrava meu corpo inteiro... tava amando o que sentia... E ele não parava... Me levantou pela cintura e fiquei de quatro... Meu Deus, ele metia com tudo... a cama balançava inteira enquanto eu sentia os ovos dele batendo na minha pussy toda molhada. Que prazer... Aí ele me sentou em cima dele sem tirar a cock de dentro. Comecei a cavalgar com tudo... até que meu corpo inteiro começou a tremer. Fiquei com arrepios, fechei os olhos e comecei a cum... era a primeira vez que um cara me fazia gozar... sempre terminava batendo uma sozinha. E a sensação de gozar dando foi surreal!! Foi uma coisa linda. Não queria parar de fazer aquilo. E continuei dando... minha pussy tava toda molhada e quente. Aí ele me levanta, me deita de barriga pra baixo de novo e começa a chupar minha Booty de novo. Aiiii meu Deus, eu esperneava, mordia o travesseiro... minha Booty pulsava inteira. E enquanto ele enfiava a língua na minha Booty, passava os dedinhos... fiquei nervosa porque achei que era só aquilo, até que ele pergunta: já fizeram essa tiny ass?? Eu viro e falo que não, que nunca tive coragem... Olha como se faz pra você não ter medo... ele disse. Levantou, foi no armário e trouxe uma garrafinha. Começou a molhar minha Booty inteira. Era tipo um gel, um óleo. Enquanto brincava com os dedos... até que senti algo que não era um dedo... fiquei tensa e ele fala: aguenta. Não faz força que vai doer. Relaxa. que entra devagarzinho... eu relaxei, sentia a cabeça da pica na porta da bunda fazendo pressão e o Jorge empurrando devagar, até que senti que passou a cabeça e ele tava metendo... o que eu senti não dá pra explicar aqui. Só mordia os lábios e me masturbava o clitóris porque o que eu sentia era novo e eu tava gostando. Isso sim. Sentia que tavam abrindo meu cu inteiro. A pressão daquela pica me matava, e nisso o Jorge me comia devagar enquanto dizia olha a bundinha minúscula que eu tô desvirginando!! Mmmmm que gostosa!!! Essa bundinha minúscula agora é só minha, não é mesmo, putinha?? E eu só balançava a cabeça que sim porque não queria nem falar pra aguentar aquela pica... Sabe o que é sentir encherem sua bundinha minúscula de porra?? Ele disse. MMmmm não, não... Eu vou encher você e você vai sentir. E aí ele tirou devagar. Passou mais gel e meteu de novo devagar até entrar tudo. Me ajoelhou na cama e me encostou no encosto e começou a me comer forte. Eu sentia que ele tava destruindo minha bunda e gritava que nem uma desgraçada... ayyyyy nãoooo chegaaaa (mas não queria que ele tirasse) chegaaaa, mmmmmm goza em mim que não aguento maissss vaiiii me come bem forte... goza em mim vaiiii mmmmmm O que eu sentia com aquela pica lá dentro... por deussss. Eu tava morrendo... até que comecei a sentir algo quentinho enquanto o Jorge gemia e me apertava forte... mmmmmmm senti a porra enchendo aquela bundinha minúscula ele dizia... Eu tava toda molhada, não queria que ele tirasse. Ele deitou e me colocou por cima dele com a pica enfiada na bunda. A gente ficou um minuto parado, os dois. Viramos e ele tirou... juro que sentia que o buraquinho da minha bunda linda tava todo aberto. E pulsava pra caralho... O Jorge foi no banheiro e voltou com a pica dura. Me pegou pela cintura e colocou minhas pernas nos ombros dele, e ele em pé do lado da cama meteu na minha buceta molhada e começou a me foder. Não acredito, garota. Olha como você deixou minha pica. Fazia tempo que eu não sentia tanta vontade de foder assim... Eu ria e fechava os olhos e por dentro pensava "e eu que nem tinha transado assim?" Vou comer essa bunda sua sempre, gata? Você vai me dar sempre? Siiiiim... siiiim, eu dizia enquanto ele me comia forte... assim ele me comeu forte por um tempo e tirou a pica e gozou tudo na minha barriga... mmmmmm, eu dizia, eu tava tão tesuda que nem falava. Achava que era um sonho... terminamos e vejo pela janela que começava a amanhecer. "Vou embora!!!" Falei pra ele. Olha a hora que é!! Vão me matar se acordaram! Jorge riu e disse: e eu pensei que você era uma cagona. Amanhã foda-se os chocolates, mas vou te dar outro presentinho porque você arrasou... MMmmm, tá bom, falei. Dei um beijo nele e fui embora sem saber que aquele dia foi o primeiro dia que me viciei em ter a bunda arrombada...
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