Quando entrei em casa, não tinha ninguém. Fiquei feliz, principalmente porque minha tia não estava lá pra me encher o saco, mas tanto faz, de qualquer jeito a Emi ia contar pra ela que a gente tinha transado de novo.
Subi pro meu quarto depois de pegar um pedaço de torta na geladeira. Na minha cabeça, tanta coisa nova se acumulava que eu não conseguia digerir tudo que tava rolando ao meu redor. Depois de pensar muito, acabei decidindo evitar qualquer aproximação com minha tia, e por mais que a ideia me atraísse pra caralho, sabia que não era bom pra mim, mesmo sendo difícil conseguir.
Fiquei relendo uns resumos de aula que tinham me passado, não entendia nada porque entrei na sala quando o curso já tinha começado, tava faltando anotações e livros.
Era uma manhã clara quando desci. Dei bom-dia pro ar, esperando que alguém respondesse, mas ninguém falou nada. Na noite anterior, já não tinha visto a família, nem desci pra jantar. Quando bateu a fome, era tão tarde que fui dormir. Agora tava faminto e fui direto pra cozinha. Tava fuçando a geladeira atrás de algo pra comer quando ouvi atrás de mim…
— Olha só quem apareceu! Achamos que você não morava mais aqui, hahaha.
— Oi, Ana, me desculpa, mas ontem cheguei muito cansado e fiquei estudando até tarde, nem percebi que já era uma hora ruim pra incomodar vocês.
— Ah! Entendo, porque você não costuma virar a noite, né?
Esse comentário ela falou arrastando as palavras, percebi a segunda intenção.
— Eeeh, então, não muito. Aliás, cadê minhas primas e meu tio Javier?
— Bom, como sempre, seu tio na loja e suas primas na faculdade. E você, como é que ainda não saiu?
— É que marquei de pegar uns apontamentos pra me atualizar, vou chegar um pouco mais tarde.
— Então caiu bem. Eu tava pensando em arrumar uns gaveteiros e precisava de uma mão pra descer uma mala de um armário. Dá pra me ajudar?
— Claro, Ana. Cadê a mala?
— No Vestidor do meu quarto, é uma mala com roupa que eu não usava mais, mas agora uma peça voltou à moda e eu queria experimentar.
Minha tia saiu na minha frente em direção ao quarto dela, tinha um vestidor que era quase tão grande quanto o quarto e, num armário no fundo, em um sótão, estava a mala que eu procurava.
Ela me mostrou qual era a mala, tinha três e justamente era a que estava embaixo das outras. Subi numa cadeira e fui pegando uma por uma as malas, entregando para minha tia com cuidado para não esbarrar, eram de uma marca de luxo e imagino que valeriam uma grana.
Elas pesavam bastante, imagino o quanto estavam cheias de roupa de qualidade para ela não ter se desfeito delas.
Quando entreguei a indicada, minha tia abraçou a mala como se tivesse reencontrado um ente querido.
— Finalmente, quanto tempo querendo fuçar minhas roupas queridas.
Toda emocionada, colocou a mala em cima da cama, abriu ela de par em par. Lá dentro, bem arrumadas, tinham várias peças que, embora parecessem um pouco fora de moda, eram muito elegantes.
Parecia uma criança com suas bonecas, tirava as roupas e as desdobrava com fervor. Eu estava de espectador, esperando minha tia me mandar ir embora, mas parecia que nem me via, debruçada sobre a mala, só fazia exclamações.
Pra mim era um espetáculo, e ainda mais quando percebi que minha tia estava com uma blusa cruzada bem decotada, era bege bem clarinho e bem transparente. Entre as dobras do tecido dava pra ver o canal que separava os dois peitos perfeitos. Com os movimentos agitados, debruçada sobre a mala, notei que quando os peitos se separavam dava pra ver a barriga, então ela não estava usando sutiã. Ficando fuçando sem parar, os movimentos faziam com que, pela abertura da blusa, aparecesse de vez em quando uma porção generosa de peito.
Minha atenção já estava toda no decote, cada vez se abria mais e deixava ver um peito ou o outro. indistintamente, às vezes parecia que iam sair completamente, mas no último momento um leve gesto as recolocava pra dentro.
Minhas mãos estavam suadas e tão fechadas que eu tava cravando as unhas nas palmas, meus olhos só acompanhando o movimento pendular dos dois peitos redondos que, coroados pelos grandes mamilos, me deixavam hipnotizado, quando finalmente encontrou o que procurava, esticou um braço e tirou da mala, mas também um peito escapou, e completamente, ficou pra fora da blusa com o mamilo apontando pro chão sob a redondeza do peito, minha tia, quando se inclinou pra ver melhor a peça, ficou com o peito erguido, o mamilo já no lugar, na minha frente, acho que ela não percebeu a saída "acidental" do peito direito dela.
Ela me olhou toda animada e disse…
--- Finalmente, aqui está, o que acha?
Colocou na minha frente um sutiã preto, de seda, as taças quase chegavam no pescoço mas eram bem separadas uma da outra, só consegui falar…
--- Lindo.
--- Que lembranças… usei ele na noite do meu casamento, na época seda era moda, mas o que é isso? É tamanho 90? Puxa, meus peitos cresceram desde então, não acha?
Aí apontou pro peito dela e, percebendo que tava pra fora, colocou ele devagar e, olhando nos meus olhos, disse…
--- Ah! desculpa, não tinha percebido, que safadinha. Quer que eu experimente?
--- Como quiser…
--- Queria saber como fica agora, mesmo que vá ficar pequeno, naquela época eu tinha uns peitos muito bonitos, acredita?
--- Acredito perfeitamente, ainda hoje você tem uns peitos muito gostosos, de dar água na boca…
O comentário escapou sem querer, eu só tava pensando nisso e falei alto.
Sem dizer nada, ela terminou de abrir a blusa e deixou ela em cima da cama, os dois peitos ficaram na minha frente, a menos de um metro de distância.
--- Bom, já que você já viu um, não tem problema me ver os dois juntos, né? Não se importa?
--- Claro que não, me Adoro suas tetas.
Falei gaguejando, mal conseguia tirar a voz da garganta.
Minha tia, com toda a naturalidade, prendeu o sutiã na barriga antes de virá-lo e, pegando as duas taças, amarrou-as no pescoço por trás. Depois, segurou uma teta com a mão e tentou colocá-la na taça, e depois a outra, mal conseguiu, porque metade delas ficava para fora de cada lado, mal cobrindo o mamilo, ela disse…
— Puxa, que pena, não serve mais, agora preciso de um tamanho 100 ou maior, mas gosto tanto dele, você poderia afrouxar as alças pra ver se fica melhor?
— Claro, mas parece difícil.
Ela se virou, tentei afrouxar as alças, mas a presilha de ajuste estava na frente, ela se virou de novo e quase colou em mim. A peça, com o tempo, estava bem travada, então tive que dar um puxão meio brusco, a fita que estava amarrada atrás do pescoço soltou de uma vez e as duas taças caíram como um airbag de carro, as duas bolas se libertaram ao mesmo tempo. Dei um pulo pra trás tirando as mãos, fui pego de surpresa. Ana me olhou com pena e disse…
— Ah! Desculpa, João, você se assustou? Não tenha medo, minhas tetas não machucam ninguém. Vem, me dá as mãos, pega nelas, sem medo.
Não deu tempo de responder, ela pegou minhas duas mãos e colocou sobre os dois globos, os mamilos arranhando entre meus dedos.
— Viu como não fazem nada? Pelo menos pra mim, seus dedos não machucam, muito pelo contrário. Você reparou como meus mamilos ficaram? Eles são muito sensíveis, né?
Meu pau estava crescendo debaixo da cueca a uma velocidade alucinante, com umas pulsações que balançavam a calça. Minha tia olhou pra baixo, eu também, depois nos olhamos nos olhos.
O som da porta da rua se fechando me salvou do aperto, pelo menos por enquanto. Era a Maria que tinha saído mais cedo, o professor tinha faltado.
Ana recolheu as peças dentro da mala, vestiu a blusa por cima do sutiã meio abotoado, quando saiu, eu… Já tava no meu quarto.
Pouco depois desci, minha prima depois de dar um beijo na mãe foi se trocar, quando passei na frente da minha tia, ela enfiou a mão por baixo da blusa e puxou uma alça preta de seda solta, me olhou e sorriu.
Mal comi, saí de casa, tinha combinado com a Asun, minha nova colega, todo mundo deixava ela de lado porque diziam que era a CDF da turma, a verdade é que ela se destacava de todos nós e não gostava de perder tempo na cantina, ela se ofereceu pra me emprestar umas anotações que iam me deixar quase em dia com os outros ou pelo menos com ela, na real eram umas anotações que ninguém mais tinha, o tutor tinha passado pra ela quase que em segredo, porque via o interesse que ela tinha nas aulas.
Quando cheguei na casa dela, fiquei meio deslocado, porque esperava que ela morasse com a família, mas ela ocupava um apartamento com outras duas minas, cada uma tinha um quarto e o resto era compartilhado, como cada uma estudava uma coisa diferente, quase nunca se encontravam.
Quando bati na porta dela, ela abriu e me sorriu timidamente, me fez entrar numa salinha e logo pegou as anotações, era um monte de folhas amassadas mas bem completas, ela foi me explicando tudo, falava com uma educação refinada, em algumas ocasiões escapou algum palavrão meu e ela, sem dizer nada, ficava visivelmente desconfortável, me propus a cuidar minha linguagem pra não ofender ela, quando estávamos no meio da explicação chegou uma colega, vinha com um cara, parecia o namorado dela, pelo jeito que se tratavam, cumprimentaram e logo o cara mostrou vontade de entrar no quarto dela, a mina rindo aceitou enquanto ele passava a mão nela onde podia, Asun me olhou com reprovação, eu concordei sem dizer nada.
Do quarto logo se ouviram risadinhas e barulho da cama, seguiram-se suspiros e quando parecia que a coisa tava esquentando, Asun fechou as anotações de uma vez e me disse…
— Vamos pro meu quarto, aqui não dá pra trabalhar direito.
Não reclamei e, juntando tudo, segui ela. O quarto dela O quarto não era muito espaçoso, mas estava impecavelmente organizado. Em cima de uma mesinha, o computador, com o mouse do lado perfeitamente alinhado. Ele puxou uma cadeira pra perto da dela e abriu os papéis onde estavam.
A explicação foi completa, dava pra dizer que ele tava me dando todas as aulas de uma vez só, dava pra ver que ele gostava e se divertia me passando os dados. Quando percebemos, já tinha anoitecido. No quarto ao lado já fazia um tempo que não se ouvia nada, provavelmente já tinham ido embora. Não tínhamos percebido nada, estávamos concentrados e duros de tanto ficar sentados naquelas cadeiras.
Numa pausa da explicação, sem conseguir evitar, me espreguicei. Tava todo travado. A Asun parecia que também. Ela se esticou disfarçadamente e, quando relaxou, apoiou a cabeça no meu ombro por um momento. Eu esperei a reação brusca quando ela percebesse, e já tava preparado pra pedir desculpas até de joelhos, mas ela ficou uns minutos relaxada naquela posição. O cabelo dela se enroscava no meu rosto, mas eu fiquei imóvel. Ela, de olhos fechados, parecia meditar. Eu não ousava me mexer, porque ela poderia interpretar errado. A única reação que notei foi um leve suspiro.
O computador ligado me deu uma ideia desesperada. Abri o Word. Primeiro, pensei bem no que queria escrever. No final, me decidi. Era como pular numa piscina sem água. Escrevi em letra cursiva, num estilo bonito: "adoraria fazer amor com você". Já sei que era meio brega, mas não ia escrever "quero te comer". Aí teria que pular da sacada. Fechei os olhos, esperando um tapa, um chute ou os dois. Só quando ouvi o teclado abri os olhos e olhei pra tela. Tava escrito: "eu também adoraria".
Me virei pra ela. Ela tava me olhando nos olhos com um olhar mole. Quando passei o braço pelos ombros dela, ela se aninhou contra mim. Simplesmente dei um beijo suave na testa dela. Ela fechou os olhos. Dei mais dois beijos nas pálpebras. Quando ela virou a cabeça, deixando o pescoço à mostra... Alcance continuou me olhando, ela estava séria, meio assustada ou talvez envergonhada, sei lá, continuei dando beijos suaves nas orelhas, no pescoço e na comissura dos lábios, não queria quebrar o encanto do momento, caso ela se arrependesse e estragasse tudo. O olhar que ela tinha era de uma menininha, não sabia a idade dela, mas não aparentava mais de 17 ou 18 anos. Por um lado, era possível que, com o tanto que era estudiosa, já estivesse na faculdade, pois era capaz de ter terminado vários cursos ao mesmo tempo, mas não achava que fosse tanto. Ela não tirava os olhos de mim, era um olhar tão meigo que eu não ousava ser mais ousado. Gostava de tanta delicadeza, mas quando ela me envolveu com os braços, pensei que o perigo já tinha passado. Minhas mãos passaram por baixo dos braços dela enquanto ela acariciava meu rosto. O suéter que ela usava estava abotoado até o pescoço, me deu tempo para pensar enquanto eu ia abrindo os botões. O olhar dela parecia de súplica. Por um lado, não dava para esperar um corpão, mas a garota era muito interessante. Quando passei a mão por baixo do suéter, coloquei-a sobre o ombro dela, deslizei dois dedos por baixo da alça do sutiã e fui descendo ao longo do braço. Quando soltou, desci a mão pela frente, passando por baixo da taça do sutiã até agarrar o peito com a mão em toda a sua redondeza. Os olhos dela ainda cravados nos meus, então percebi a forma tão desejosa para mim, além da dureza que tinha. O mamilo dela era volumoso, com uma auréola imensa, quase do tamanho do peito, e na ponta um grão-de-bico coroava a maravilha. E a verdade é que o conjunto enchia minha mão, era o peito de uma adolescente, parecia manteiga de tão macio e liso, nunca teria suspeitado. Além disso, um suspiro de Asun me disse que ela também gostava do meu carinho. Segurei com suavidade o mamilo dela, que reagiu rapidamente, diante do olhar fixo dela em mim. Tirei os dedos de debaixo da roupa dela e os beijei lentamente, ela sentiu um arrepio, e mais ainda quando coloquei na boca os dois dedos que tinham acariciado entre meus dentes, voltei a procurar com a mão debaixo do sutiã, com a outra mão soltei o fecho e de repente ele se desprendeu do torso dela, os dois peitos estavam à minha disposição, conferi que o outro era tão gostoso quanto a irmã, os bicos competiam entre si pra ver qual tava mais duro, ela continuava me olhando extasiada, era um olhar sem emoções, nem prazer nem medo, só olhava com ternura, decidi dar um passo a mais, dessa vez pensei, seria definitivo, disfarçadamente e sem fazer barulho abaixei o zíper da minha calça, mal se ouviu um ziiip, a pica já tava dura fazia tempo, coloquei ela na vertical grudada no meu umbigo, só precisei baixar a cintura da minha cueca pra ela sair com todo esplendor, com os dois braços apertei o corpo da garota sentada na cadeira ao meu lado, puxei ela pra mim e nossos corpos se grudaram literalmente, as mãos dela caíam desde o início sobre a mesa do computador, desde que ela tinha me escrito a concordância, tive que pegar a mão dela e depois de beijar a palma fui aproximando com suavidade da minha pica, esperava que ela pegasse sem mais nem menos mas não, ela ficou rodeando com os dedos, imóveis, apertando o tronco suavemente mas como contando as pulsações do meu coração nela, só quando beijei os lábios dela a boca se abriu e deixou passar minha língua, com a ponta fui procurando a dela entre os dentes fechados até que ela foi abrindo e encontrei ela me esperando, a mão dela reagiu junto com a língua, apertou minha pica e deslizou a palma até tirar a cabeça, mal ouvi um suspiro dela dizendo...
— Meu Deus, finalmente.
A mão dela era pequena e mal alcançava a grossura da minha pica mas não soltava, deslizou até o fim, parecia que tava calculando o tamanho, disse…
— Meu Deus, que grande.
Eu peguei ela debaixo dos braços e levantei no ar, mal pesava, coloquei ela em cima da cama, minha calça ficou no meio da coxa então tirei ela e também a cueca, já não me não adiantava nada, a pica ficou a 45 graus colada na minha barriga, tirei a camisa e fiquei de pé ao lado da cama, minha pica tava provocando ela, mas ela só ficava me olhando nos olhos, quando tirei o suéter dela, o sutiã já inútil caiu no chão, os peitos duros dela em forma de pera inchada ficaram na minha frente, os bicos grossos e rosados pedindo pra serem devorados, peguei ela pelas axilas e levantei até a minha altura, os peitos dela grudaram no meu peito, com uma mão soltei o cinto da calça dela e abri o botão, a braguilha foi junto e a calça escorregou pelas pernas dela até o chão, uma calcinha malva de aparência jovem ficou como única roupa, abraçado como eu tava, passei as mãos pelas nádegas dela, pouco desenvolvidas mas firmes, afastei a calcinha do corpo dela e deslizei pelas coxas, quando chegou no chão vi um triângulo coberto de pelos no monte de Vênus dela, era castanho, não muito cacheado, mas tava depilado na virilha, me afastei dela o suficiente pra aproximar minha pica do púbis dela, num primeiro momento ela se afastou, depois aguentou o empurrão, devagar eu abracei ela e fui aproximando da cama, até que sentei ela e estendi sobre os lençóis, tava morrendo de vontade de meter a pica nela de uma vez, mas o olhar dela me segurava, quando deitei do lado dela abracei e enrolei minhas pernas nas dela, com a boca fui procurando desde a garganta até o começo dos peitos, beijei todo o colo dela esperando a reação, quando meus lábios rodearam um mamilo ela suspirou fundo, encheu minha boca com ele, subi em cima dela, não cabia entre as pernas dela mal abertas, então tive que fazer espaço com as minhas, ela me deixava louco, desconcertado, eu tava acostumado a foder com mulheres fogosas, minhas primas, a Emi, a senhora da secretaria, e minha tia (ah! minha tia, não tinha comido ela ainda, mas não demoraria, eu pressentia), todas elas tinham gozado tanto ou mais que eu, mas a Asun...
Pegando com as duas mãos os peitos dela e beijando ela na boca Eu me encaixei nela até que meu pau abriu os lábios da buceta dela. No meio da moita de pelos, mal dava pra ver o clitóris, mas eu sabia que ele tava ali, e ela descobriu naquele momento. Ela se agarrou forte em mim e disse com desespero…
— Juan, por favor, quero que você saiba que vai ser o primeiro homem da minha vida. Sempre me guardei pra ser desflorada por um homem de verdade, e tenho certeza que você é esse homem. Faz eu lembrar desse momento pra sempre, mas me trata com cuidado.
Fiquei sem sangue nas veias. Ia desvirgar a Asun, uma mina especial. Era responsabilidade demais que tinha caído nas minhas costas: fazer disso uma lembrança inesquecível pra ela. E se desse errado? Será que eu ia dar conta? Nunca tinha tido dúvidas, eu comia e pronto. Mas agora tinha que caprichar.
Olhei nos olhos dela, do mesmo jeito que ela olhava pra mim, e dei um beijo na boca dela. Suave, mas que aos poucos foi ficando ardente. Quase ficamos sem fôlego, nossos corpos colados suando. Fiz aquele beijo descer pelo pescoço dela, pelos peitos. Me demorei muito, tenho que confessar: os bicos dos peitos durinhos me deixam louco. A barriga dela, vermelha de vergonha, pulsava, e quando lambi o umbigo com a língua, ela afundou, levantando a pélvis. Os quadris se aproximaram do meu rosto, e minha boca pousou na moita de pelos.
Não foi difícil encontrar os lábios dela, afastando os pelos pros lados, mas valeu a pena. Uma abertura rosada, brilhante, se abriu na minha frente. Na primeira lambida, as pernas dela se abriram como um livro. O clitóris, ainda descansando, foi rodeado pela língua até sair da capinha. Então eu prendi ele com os dentes. As pernas se abriram de cada lado da cama. Um cheiro forte inundou meu nariz. Eu tava colado nos lábios menores dela, mais escuros que os de fora, mas muito mais molhados e brilhantes. Dava pra ver a entrada da vagina dela, ainda virgem. Enfiei a língua o mais fundo que pude, queria ver se era verdade. Com as mãos, separei os lábios e, no fundo, com uma pele rosa pálido, vi como se estreitava quase por completo, lambi ela toda, logo seria só uma lembrança.
Meus olhos estavam vidrados no hímen da garota, minha boca entre os lábios dela, minhas mãos sob as nádegas dela, quando vi na minha frente, ao abrir as nádegas dela, um buraco lindo ainda mais virgem, parecia impossível que por ali eu pudesse meter meu pau, mas preferi deixar pra outro dia.
Tava nesses pensamentos quando senti a mão delicada da Asun pegar no meu pau, ela tinha ele na frente dos olhos, imagino que olhava pra ele como fazia comigo um momento antes, ficou observando minuciosamente, puxou a pele, esticou o freio, seguia as veias inchadas até a base desde a glande roxa, e as bolas ela pesava, apertava o saco sentindo os testículos escorregadios lá dentro, parecia estar numa aula de anatomia masculina.
Com um dedo tocou o líquido pré-seminal que já aparecia, colocou na ponta da língua, provou e quis mais, pegou direto da glande com a língua, abriu o orifício e tentou sugar lá dentro, as batidas do meu pau batiam na língua dela, então ela tentou não deixar escapar rodeando com os lábios, a glande inchada e áspera foi entrando na boca dela forçada pela sucção, com a língua pressionava contra o céu da boca, parecia que tava ordenhando meu pau, não podia me dar ao luxo de gozar na boca dela e depois ter um broxada, então acelerei as lambidas no clitóris dela.
Logo ela deixou um pouco de lado meu pau ao sentir o orgasmo iminente, quando a barriga dela subia e descia e o púbis dela se erguia me procurando, me virei e me coloquei entre as pernas dela, peguei elas e levantei sobre o corpo dela, apoiei os pés dela no lençol e abri os joelhos dela ao máximo, a buceta dela se abriu me esperando, fui me aproximando dela, quando tive sobre ela apoiado com os cotovelos na cama meu pau tava bem onde eu queria, na fenda entre os lábios dela e o clitóris.
Com um movimento de pêndulo Eu ia percorrendo de cima a baixo todo o sexo dela, ela estava frenética esperando o momento esperado e ao mesmo tempo temido, eu não tinha pressa, queria que ela atingisse a máxima excitação pra que fosse o menos doloroso possível, se é que ia ser. Quando passei pela entrada da buceta dela, a Asun levantou os quadris de repente e fez com que meu pau entrasse nela, mas só até o hímen. Depois, ela sussurrou no meu ouvido…
— Juan… agora, enfia agora, não tem medo, tô preparada, sempre estive.
Sem argumentos, só tive que me deixar cair, pra que com meu peso e o tanto que a gente tava lubrificado, meu pau forçasse o lacre e, depois de um leve rasgo, passasse pra dentro, abrindo caminho suavemente. Ela tava molhada, melhor dizendo, encharcada de sucos, e foi como deslizar por um túnel. Quando minhas bolas encostaram na moita de pelos da entrada, ela relaxou o aperto e suspirou aliviada. Tirei com cuidado meu pau da buceta dela, que tava um pouco dormente, e ela se inclinou pra ver ele saindo. Mas quando chegou numa parte do tronco manchada com um pouco de sangue, ela envolveu meus quadris com as pernas e me puxou pra perto, cravando o pau bem fundo. Já não eram mais suspiros, eram gemidos de prazer. Ela abria os olhos desmesuradamente, faltava ar pra respirar, o púbis dela buscava o meu. Quando o orgasmo chegou, parecia que ela tava chorando, eram como lamentos, acompanhados de espasmos que quase levantavam ela da cama. Eu parei de me mexer, admirando o orgasmo dela, até que ela disse docemente…
— Obrigada, Juan, você não me decepcionou, me fez muito feliz, nunca vou esquecer. Agora… é a sua vez.
— Adoro ouvir você dizer isso, mas não queria que esse momento estragasse. Não queria gozar dentro de você e complicar sua vida.
— Não se preocupa com isso, faz tempo que tomo pílula, minha menstruação é muito irregular. Além disso, eu não me perdoaria se você não gozasse dentro de mim. Vou adorar sentir seu gozo me encher toda.
Já sem peso na consciência, mandei ela virar de bruços, abri as pernas dela e coloquei o pau… almofada dobrada debaixo da barriga dela, a bunda dela empinada me deixava num dilema, ou a buceta ou o cu, fiquei passando a pica do cu até o clitóris, ela mal conseguia ficar parada, no final optei pelo mais fácil, peguei ela pela cintura, puxei ela de uma vez pra mim e com as pernas bem abertas não errei, minha pica entrou de uma vez na buceta novinha dela, ouvi o barulho do ar escapando por onde dava, minha pica exigia seu lugar e encontrou, senti que chegava até o útero, foi bem rápido, menos de dez estocadas e os jorros inundaram a vagina sedosa da Asun, caí sobre as costas dela, quando saiu meu último jorro, aguentei assim até minha pica sair acompanhada de gozo e porra, o lençol, manchado de todo tipo de líquido, espalhava o cheiro pelo quarto inteiro, quando tomamos banho juntos, prometemos que íamos revisar a matéria de novo não muito tarde, ela se abraçou no meu pescoço e me disse enquanto a água escorria entre nós…
— Adorei, você fode muito bem.
Ao sair na porta do elevador, cruzei com a colega de quarto da Asun, o namorado dela a segurava com o braço no ombro, tinham acabado de jantar fora, percebi que a mão do cara sumia no decote da mina, os nós dos dedos marcavam onde tinha o peito, a gente se cumprimentou e eu fui pra rua.
Quando cheguei em casa todo mundo já tava dormindo, subi pro meu quarto na ponta dos pés pra não fazer barulho.
Quando me enfiei na minha cama, notei que tava morna, pensei… (Pô, de novo a Maite sem dormir).
Já convencido, me estiquei e peguei direto nos peitos dela, mas não eram da Maite, eram da Maria, sentei de uma vez…
— Maria, o que cê tá fazendo aqui?
— Shiiiit, vai acordar geral, tava te esperando, de onde cê vem?
— Pra você eu posso contar, vim de ficar com uma colega da faculdade, ela me passou uns temas…
— Ahã… a essa hora e estudando e com uma mina e vocês não transaram?
— Maria… tenho que te contar tudo?
— Claro, me conta tudo. --- Pois é, a gente estudou e no final sim, a gente transou, bom, a gente fez amor, e eu tirei a virgindade dela.
--- Não me diga, você tem que me contar tudo nos detalhes, mas não vim aqui por isso, o que aconteceu hoje de manhã?
--- Hoje de manhã? Nada, por quê?
--- Tô falando quando eu cheguei, você tava com a minha mãe no quarto dela.
--- Ah! Bom, sim, tava ajudando ela com uma mala…
--- É, por isso que quando ela saiu e eu dei um beijo nela, vi o decote e ela não tava de sutiã, bom, até tava, mas tava pendurado e ela toda cheirava a buceta quente que dava pra trás.
--- Porra, María, não te escapa nada, vou te contar, ela só tava me mostrando umas lingeries de quando casou, e a verdade é que o clima tava esquentando, você chegou na hora pra me salvar.
--- Olha só o Juan, o primo estudioso, pois te aviso, se minha mãe botou o olho em você, já era, ela não vai parar até te comer e ela faz muito bem, te aviso.
--- María, pelo amor de Deus, você fala da sua mãe com uma naturalidade que impressiona, como você sabe tudo isso?
--- Porque eu conheço ela, ela gosta de foder como uma louca, e ninguém resiste a ela, eu já vi muitas vezes, o do outro dia foi só um aperitivo pra ela, e sabe o quê? Tive a impressão de que ela sabia que a gente tava ali olhando, pelo menos você.
--- Tô numa situação tensa, não sei o que você vai pensar de mim, não é minha intenção fazer nada com sua mãe, ainda mais que tem seu pai, é como se fosse meu também.
--- Pelo meu pai não se preocupa muito, ele só de vê-la feliz, apoia ela em tudo, sempre fez isso, e por mim não fica mal, tô muito feliz que a gente transe tudo e quando quiser, e a Maite também pensa igual, ela me disse.
--- A Maite também sabe de tudo isso?
--- Claro, eu contei pra ela, a gente não tem segredos, minha mãe também sabe que a gente transa as duas com você, a gente não contou, mas minha mãe tem um faro…
--- Vou ter que aprender os costumes da sua família, mas não queria estragar tudo.
--- Tranquilo, continua do jeito que tá e fode o que quiser e… puder, hahaha.
Continua
Subi pro meu quarto depois de pegar um pedaço de torta na geladeira. Na minha cabeça, tanta coisa nova se acumulava que eu não conseguia digerir tudo que tava rolando ao meu redor. Depois de pensar muito, acabei decidindo evitar qualquer aproximação com minha tia, e por mais que a ideia me atraísse pra caralho, sabia que não era bom pra mim, mesmo sendo difícil conseguir.
Fiquei relendo uns resumos de aula que tinham me passado, não entendia nada porque entrei na sala quando o curso já tinha começado, tava faltando anotações e livros.
Era uma manhã clara quando desci. Dei bom-dia pro ar, esperando que alguém respondesse, mas ninguém falou nada. Na noite anterior, já não tinha visto a família, nem desci pra jantar. Quando bateu a fome, era tão tarde que fui dormir. Agora tava faminto e fui direto pra cozinha. Tava fuçando a geladeira atrás de algo pra comer quando ouvi atrás de mim…
— Olha só quem apareceu! Achamos que você não morava mais aqui, hahaha.
— Oi, Ana, me desculpa, mas ontem cheguei muito cansado e fiquei estudando até tarde, nem percebi que já era uma hora ruim pra incomodar vocês.
— Ah! Entendo, porque você não costuma virar a noite, né?
Esse comentário ela falou arrastando as palavras, percebi a segunda intenção.
— Eeeh, então, não muito. Aliás, cadê minhas primas e meu tio Javier?
— Bom, como sempre, seu tio na loja e suas primas na faculdade. E você, como é que ainda não saiu?
— É que marquei de pegar uns apontamentos pra me atualizar, vou chegar um pouco mais tarde.
— Então caiu bem. Eu tava pensando em arrumar uns gaveteiros e precisava de uma mão pra descer uma mala de um armário. Dá pra me ajudar?
— Claro, Ana. Cadê a mala?
— No Vestidor do meu quarto, é uma mala com roupa que eu não usava mais, mas agora uma peça voltou à moda e eu queria experimentar.
Minha tia saiu na minha frente em direção ao quarto dela, tinha um vestidor que era quase tão grande quanto o quarto e, num armário no fundo, em um sótão, estava a mala que eu procurava.
Ela me mostrou qual era a mala, tinha três e justamente era a que estava embaixo das outras. Subi numa cadeira e fui pegando uma por uma as malas, entregando para minha tia com cuidado para não esbarrar, eram de uma marca de luxo e imagino que valeriam uma grana.
Elas pesavam bastante, imagino o quanto estavam cheias de roupa de qualidade para ela não ter se desfeito delas.
Quando entreguei a indicada, minha tia abraçou a mala como se tivesse reencontrado um ente querido.
— Finalmente, quanto tempo querendo fuçar minhas roupas queridas.
Toda emocionada, colocou a mala em cima da cama, abriu ela de par em par. Lá dentro, bem arrumadas, tinham várias peças que, embora parecessem um pouco fora de moda, eram muito elegantes.
Parecia uma criança com suas bonecas, tirava as roupas e as desdobrava com fervor. Eu estava de espectador, esperando minha tia me mandar ir embora, mas parecia que nem me via, debruçada sobre a mala, só fazia exclamações.
Pra mim era um espetáculo, e ainda mais quando percebi que minha tia estava com uma blusa cruzada bem decotada, era bege bem clarinho e bem transparente. Entre as dobras do tecido dava pra ver o canal que separava os dois peitos perfeitos. Com os movimentos agitados, debruçada sobre a mala, notei que quando os peitos se separavam dava pra ver a barriga, então ela não estava usando sutiã. Ficando fuçando sem parar, os movimentos faziam com que, pela abertura da blusa, aparecesse de vez em quando uma porção generosa de peito.
Minha atenção já estava toda no decote, cada vez se abria mais e deixava ver um peito ou o outro. indistintamente, às vezes parecia que iam sair completamente, mas no último momento um leve gesto as recolocava pra dentro.
Minhas mãos estavam suadas e tão fechadas que eu tava cravando as unhas nas palmas, meus olhos só acompanhando o movimento pendular dos dois peitos redondos que, coroados pelos grandes mamilos, me deixavam hipnotizado, quando finalmente encontrou o que procurava, esticou um braço e tirou da mala, mas também um peito escapou, e completamente, ficou pra fora da blusa com o mamilo apontando pro chão sob a redondeza do peito, minha tia, quando se inclinou pra ver melhor a peça, ficou com o peito erguido, o mamilo já no lugar, na minha frente, acho que ela não percebeu a saída "acidental" do peito direito dela.
Ela me olhou toda animada e disse…
--- Finalmente, aqui está, o que acha?
Colocou na minha frente um sutiã preto, de seda, as taças quase chegavam no pescoço mas eram bem separadas uma da outra, só consegui falar…
--- Lindo.
--- Que lembranças… usei ele na noite do meu casamento, na época seda era moda, mas o que é isso? É tamanho 90? Puxa, meus peitos cresceram desde então, não acha?
Aí apontou pro peito dela e, percebendo que tava pra fora, colocou ele devagar e, olhando nos meus olhos, disse…
--- Ah! desculpa, não tinha percebido, que safadinha. Quer que eu experimente?
--- Como quiser…
--- Queria saber como fica agora, mesmo que vá ficar pequeno, naquela época eu tinha uns peitos muito bonitos, acredita?
--- Acredito perfeitamente, ainda hoje você tem uns peitos muito gostosos, de dar água na boca…
O comentário escapou sem querer, eu só tava pensando nisso e falei alto.
Sem dizer nada, ela terminou de abrir a blusa e deixou ela em cima da cama, os dois peitos ficaram na minha frente, a menos de um metro de distância.
--- Bom, já que você já viu um, não tem problema me ver os dois juntos, né? Não se importa?
--- Claro que não, me Adoro suas tetas.
Falei gaguejando, mal conseguia tirar a voz da garganta.
Minha tia, com toda a naturalidade, prendeu o sutiã na barriga antes de virá-lo e, pegando as duas taças, amarrou-as no pescoço por trás. Depois, segurou uma teta com a mão e tentou colocá-la na taça, e depois a outra, mal conseguiu, porque metade delas ficava para fora de cada lado, mal cobrindo o mamilo, ela disse…
— Puxa, que pena, não serve mais, agora preciso de um tamanho 100 ou maior, mas gosto tanto dele, você poderia afrouxar as alças pra ver se fica melhor?
— Claro, mas parece difícil.
Ela se virou, tentei afrouxar as alças, mas a presilha de ajuste estava na frente, ela se virou de novo e quase colou em mim. A peça, com o tempo, estava bem travada, então tive que dar um puxão meio brusco, a fita que estava amarrada atrás do pescoço soltou de uma vez e as duas taças caíram como um airbag de carro, as duas bolas se libertaram ao mesmo tempo. Dei um pulo pra trás tirando as mãos, fui pego de surpresa. Ana me olhou com pena e disse…
— Ah! Desculpa, João, você se assustou? Não tenha medo, minhas tetas não machucam ninguém. Vem, me dá as mãos, pega nelas, sem medo.
Não deu tempo de responder, ela pegou minhas duas mãos e colocou sobre os dois globos, os mamilos arranhando entre meus dedos.
— Viu como não fazem nada? Pelo menos pra mim, seus dedos não machucam, muito pelo contrário. Você reparou como meus mamilos ficaram? Eles são muito sensíveis, né?
Meu pau estava crescendo debaixo da cueca a uma velocidade alucinante, com umas pulsações que balançavam a calça. Minha tia olhou pra baixo, eu também, depois nos olhamos nos olhos.
O som da porta da rua se fechando me salvou do aperto, pelo menos por enquanto. Era a Maria que tinha saído mais cedo, o professor tinha faltado.
Ana recolheu as peças dentro da mala, vestiu a blusa por cima do sutiã meio abotoado, quando saiu, eu… Já tava no meu quarto.
Pouco depois desci, minha prima depois de dar um beijo na mãe foi se trocar, quando passei na frente da minha tia, ela enfiou a mão por baixo da blusa e puxou uma alça preta de seda solta, me olhou e sorriu.
Mal comi, saí de casa, tinha combinado com a Asun, minha nova colega, todo mundo deixava ela de lado porque diziam que era a CDF da turma, a verdade é que ela se destacava de todos nós e não gostava de perder tempo na cantina, ela se ofereceu pra me emprestar umas anotações que iam me deixar quase em dia com os outros ou pelo menos com ela, na real eram umas anotações que ninguém mais tinha, o tutor tinha passado pra ela quase que em segredo, porque via o interesse que ela tinha nas aulas.
Quando cheguei na casa dela, fiquei meio deslocado, porque esperava que ela morasse com a família, mas ela ocupava um apartamento com outras duas minas, cada uma tinha um quarto e o resto era compartilhado, como cada uma estudava uma coisa diferente, quase nunca se encontravam.
Quando bati na porta dela, ela abriu e me sorriu timidamente, me fez entrar numa salinha e logo pegou as anotações, era um monte de folhas amassadas mas bem completas, ela foi me explicando tudo, falava com uma educação refinada, em algumas ocasiões escapou algum palavrão meu e ela, sem dizer nada, ficava visivelmente desconfortável, me propus a cuidar minha linguagem pra não ofender ela, quando estávamos no meio da explicação chegou uma colega, vinha com um cara, parecia o namorado dela, pelo jeito que se tratavam, cumprimentaram e logo o cara mostrou vontade de entrar no quarto dela, a mina rindo aceitou enquanto ele passava a mão nela onde podia, Asun me olhou com reprovação, eu concordei sem dizer nada.
Do quarto logo se ouviram risadinhas e barulho da cama, seguiram-se suspiros e quando parecia que a coisa tava esquentando, Asun fechou as anotações de uma vez e me disse…
— Vamos pro meu quarto, aqui não dá pra trabalhar direito.
Não reclamei e, juntando tudo, segui ela. O quarto dela O quarto não era muito espaçoso, mas estava impecavelmente organizado. Em cima de uma mesinha, o computador, com o mouse do lado perfeitamente alinhado. Ele puxou uma cadeira pra perto da dela e abriu os papéis onde estavam.
A explicação foi completa, dava pra dizer que ele tava me dando todas as aulas de uma vez só, dava pra ver que ele gostava e se divertia me passando os dados. Quando percebemos, já tinha anoitecido. No quarto ao lado já fazia um tempo que não se ouvia nada, provavelmente já tinham ido embora. Não tínhamos percebido nada, estávamos concentrados e duros de tanto ficar sentados naquelas cadeiras.
Numa pausa da explicação, sem conseguir evitar, me espreguicei. Tava todo travado. A Asun parecia que também. Ela se esticou disfarçadamente e, quando relaxou, apoiou a cabeça no meu ombro por um momento. Eu esperei a reação brusca quando ela percebesse, e já tava preparado pra pedir desculpas até de joelhos, mas ela ficou uns minutos relaxada naquela posição. O cabelo dela se enroscava no meu rosto, mas eu fiquei imóvel. Ela, de olhos fechados, parecia meditar. Eu não ousava me mexer, porque ela poderia interpretar errado. A única reação que notei foi um leve suspiro.
O computador ligado me deu uma ideia desesperada. Abri o Word. Primeiro, pensei bem no que queria escrever. No final, me decidi. Era como pular numa piscina sem água. Escrevi em letra cursiva, num estilo bonito: "adoraria fazer amor com você". Já sei que era meio brega, mas não ia escrever "quero te comer". Aí teria que pular da sacada. Fechei os olhos, esperando um tapa, um chute ou os dois. Só quando ouvi o teclado abri os olhos e olhei pra tela. Tava escrito: "eu também adoraria".
Me virei pra ela. Ela tava me olhando nos olhos com um olhar mole. Quando passei o braço pelos ombros dela, ela se aninhou contra mim. Simplesmente dei um beijo suave na testa dela. Ela fechou os olhos. Dei mais dois beijos nas pálpebras. Quando ela virou a cabeça, deixando o pescoço à mostra... Alcance continuou me olhando, ela estava séria, meio assustada ou talvez envergonhada, sei lá, continuei dando beijos suaves nas orelhas, no pescoço e na comissura dos lábios, não queria quebrar o encanto do momento, caso ela se arrependesse e estragasse tudo. O olhar que ela tinha era de uma menininha, não sabia a idade dela, mas não aparentava mais de 17 ou 18 anos. Por um lado, era possível que, com o tanto que era estudiosa, já estivesse na faculdade, pois era capaz de ter terminado vários cursos ao mesmo tempo, mas não achava que fosse tanto. Ela não tirava os olhos de mim, era um olhar tão meigo que eu não ousava ser mais ousado. Gostava de tanta delicadeza, mas quando ela me envolveu com os braços, pensei que o perigo já tinha passado. Minhas mãos passaram por baixo dos braços dela enquanto ela acariciava meu rosto. O suéter que ela usava estava abotoado até o pescoço, me deu tempo para pensar enquanto eu ia abrindo os botões. O olhar dela parecia de súplica. Por um lado, não dava para esperar um corpão, mas a garota era muito interessante. Quando passei a mão por baixo do suéter, coloquei-a sobre o ombro dela, deslizei dois dedos por baixo da alça do sutiã e fui descendo ao longo do braço. Quando soltou, desci a mão pela frente, passando por baixo da taça do sutiã até agarrar o peito com a mão em toda a sua redondeza. Os olhos dela ainda cravados nos meus, então percebi a forma tão desejosa para mim, além da dureza que tinha. O mamilo dela era volumoso, com uma auréola imensa, quase do tamanho do peito, e na ponta um grão-de-bico coroava a maravilha. E a verdade é que o conjunto enchia minha mão, era o peito de uma adolescente, parecia manteiga de tão macio e liso, nunca teria suspeitado. Além disso, um suspiro de Asun me disse que ela também gostava do meu carinho. Segurei com suavidade o mamilo dela, que reagiu rapidamente, diante do olhar fixo dela em mim. Tirei os dedos de debaixo da roupa dela e os beijei lentamente, ela sentiu um arrepio, e mais ainda quando coloquei na boca os dois dedos que tinham acariciado entre meus dentes, voltei a procurar com a mão debaixo do sutiã, com a outra mão soltei o fecho e de repente ele se desprendeu do torso dela, os dois peitos estavam à minha disposição, conferi que o outro era tão gostoso quanto a irmã, os bicos competiam entre si pra ver qual tava mais duro, ela continuava me olhando extasiada, era um olhar sem emoções, nem prazer nem medo, só olhava com ternura, decidi dar um passo a mais, dessa vez pensei, seria definitivo, disfarçadamente e sem fazer barulho abaixei o zíper da minha calça, mal se ouviu um ziiip, a pica já tava dura fazia tempo, coloquei ela na vertical grudada no meu umbigo, só precisei baixar a cintura da minha cueca pra ela sair com todo esplendor, com os dois braços apertei o corpo da garota sentada na cadeira ao meu lado, puxei ela pra mim e nossos corpos se grudaram literalmente, as mãos dela caíam desde o início sobre a mesa do computador, desde que ela tinha me escrito a concordância, tive que pegar a mão dela e depois de beijar a palma fui aproximando com suavidade da minha pica, esperava que ela pegasse sem mais nem menos mas não, ela ficou rodeando com os dedos, imóveis, apertando o tronco suavemente mas como contando as pulsações do meu coração nela, só quando beijei os lábios dela a boca se abriu e deixou passar minha língua, com a ponta fui procurando a dela entre os dentes fechados até que ela foi abrindo e encontrei ela me esperando, a mão dela reagiu junto com a língua, apertou minha pica e deslizou a palma até tirar a cabeça, mal ouvi um suspiro dela dizendo...
— Meu Deus, finalmente.
A mão dela era pequena e mal alcançava a grossura da minha pica mas não soltava, deslizou até o fim, parecia que tava calculando o tamanho, disse…
— Meu Deus, que grande.
Eu peguei ela debaixo dos braços e levantei no ar, mal pesava, coloquei ela em cima da cama, minha calça ficou no meio da coxa então tirei ela e também a cueca, já não me não adiantava nada, a pica ficou a 45 graus colada na minha barriga, tirei a camisa e fiquei de pé ao lado da cama, minha pica tava provocando ela, mas ela só ficava me olhando nos olhos, quando tirei o suéter dela, o sutiã já inútil caiu no chão, os peitos duros dela em forma de pera inchada ficaram na minha frente, os bicos grossos e rosados pedindo pra serem devorados, peguei ela pelas axilas e levantei até a minha altura, os peitos dela grudaram no meu peito, com uma mão soltei o cinto da calça dela e abri o botão, a braguilha foi junto e a calça escorregou pelas pernas dela até o chão, uma calcinha malva de aparência jovem ficou como única roupa, abraçado como eu tava, passei as mãos pelas nádegas dela, pouco desenvolvidas mas firmes, afastei a calcinha do corpo dela e deslizei pelas coxas, quando chegou no chão vi um triângulo coberto de pelos no monte de Vênus dela, era castanho, não muito cacheado, mas tava depilado na virilha, me afastei dela o suficiente pra aproximar minha pica do púbis dela, num primeiro momento ela se afastou, depois aguentou o empurrão, devagar eu abracei ela e fui aproximando da cama, até que sentei ela e estendi sobre os lençóis, tava morrendo de vontade de meter a pica nela de uma vez, mas o olhar dela me segurava, quando deitei do lado dela abracei e enrolei minhas pernas nas dela, com a boca fui procurando desde a garganta até o começo dos peitos, beijei todo o colo dela esperando a reação, quando meus lábios rodearam um mamilo ela suspirou fundo, encheu minha boca com ele, subi em cima dela, não cabia entre as pernas dela mal abertas, então tive que fazer espaço com as minhas, ela me deixava louco, desconcertado, eu tava acostumado a foder com mulheres fogosas, minhas primas, a Emi, a senhora da secretaria, e minha tia (ah! minha tia, não tinha comido ela ainda, mas não demoraria, eu pressentia), todas elas tinham gozado tanto ou mais que eu, mas a Asun...
Pegando com as duas mãos os peitos dela e beijando ela na boca Eu me encaixei nela até que meu pau abriu os lábios da buceta dela. No meio da moita de pelos, mal dava pra ver o clitóris, mas eu sabia que ele tava ali, e ela descobriu naquele momento. Ela se agarrou forte em mim e disse com desespero…
— Juan, por favor, quero que você saiba que vai ser o primeiro homem da minha vida. Sempre me guardei pra ser desflorada por um homem de verdade, e tenho certeza que você é esse homem. Faz eu lembrar desse momento pra sempre, mas me trata com cuidado.
Fiquei sem sangue nas veias. Ia desvirgar a Asun, uma mina especial. Era responsabilidade demais que tinha caído nas minhas costas: fazer disso uma lembrança inesquecível pra ela. E se desse errado? Será que eu ia dar conta? Nunca tinha tido dúvidas, eu comia e pronto. Mas agora tinha que caprichar.
Olhei nos olhos dela, do mesmo jeito que ela olhava pra mim, e dei um beijo na boca dela. Suave, mas que aos poucos foi ficando ardente. Quase ficamos sem fôlego, nossos corpos colados suando. Fiz aquele beijo descer pelo pescoço dela, pelos peitos. Me demorei muito, tenho que confessar: os bicos dos peitos durinhos me deixam louco. A barriga dela, vermelha de vergonha, pulsava, e quando lambi o umbigo com a língua, ela afundou, levantando a pélvis. Os quadris se aproximaram do meu rosto, e minha boca pousou na moita de pelos.
Não foi difícil encontrar os lábios dela, afastando os pelos pros lados, mas valeu a pena. Uma abertura rosada, brilhante, se abriu na minha frente. Na primeira lambida, as pernas dela se abriram como um livro. O clitóris, ainda descansando, foi rodeado pela língua até sair da capinha. Então eu prendi ele com os dentes. As pernas se abriram de cada lado da cama. Um cheiro forte inundou meu nariz. Eu tava colado nos lábios menores dela, mais escuros que os de fora, mas muito mais molhados e brilhantes. Dava pra ver a entrada da vagina dela, ainda virgem. Enfiei a língua o mais fundo que pude, queria ver se era verdade. Com as mãos, separei os lábios e, no fundo, com uma pele rosa pálido, vi como se estreitava quase por completo, lambi ela toda, logo seria só uma lembrança.
Meus olhos estavam vidrados no hímen da garota, minha boca entre os lábios dela, minhas mãos sob as nádegas dela, quando vi na minha frente, ao abrir as nádegas dela, um buraco lindo ainda mais virgem, parecia impossível que por ali eu pudesse meter meu pau, mas preferi deixar pra outro dia.
Tava nesses pensamentos quando senti a mão delicada da Asun pegar no meu pau, ela tinha ele na frente dos olhos, imagino que olhava pra ele como fazia comigo um momento antes, ficou observando minuciosamente, puxou a pele, esticou o freio, seguia as veias inchadas até a base desde a glande roxa, e as bolas ela pesava, apertava o saco sentindo os testículos escorregadios lá dentro, parecia estar numa aula de anatomia masculina.
Com um dedo tocou o líquido pré-seminal que já aparecia, colocou na ponta da língua, provou e quis mais, pegou direto da glande com a língua, abriu o orifício e tentou sugar lá dentro, as batidas do meu pau batiam na língua dela, então ela tentou não deixar escapar rodeando com os lábios, a glande inchada e áspera foi entrando na boca dela forçada pela sucção, com a língua pressionava contra o céu da boca, parecia que tava ordenhando meu pau, não podia me dar ao luxo de gozar na boca dela e depois ter um broxada, então acelerei as lambidas no clitóris dela.
Logo ela deixou um pouco de lado meu pau ao sentir o orgasmo iminente, quando a barriga dela subia e descia e o púbis dela se erguia me procurando, me virei e me coloquei entre as pernas dela, peguei elas e levantei sobre o corpo dela, apoiei os pés dela no lençol e abri os joelhos dela ao máximo, a buceta dela se abriu me esperando, fui me aproximando dela, quando tive sobre ela apoiado com os cotovelos na cama meu pau tava bem onde eu queria, na fenda entre os lábios dela e o clitóris.
Com um movimento de pêndulo Eu ia percorrendo de cima a baixo todo o sexo dela, ela estava frenética esperando o momento esperado e ao mesmo tempo temido, eu não tinha pressa, queria que ela atingisse a máxima excitação pra que fosse o menos doloroso possível, se é que ia ser. Quando passei pela entrada da buceta dela, a Asun levantou os quadris de repente e fez com que meu pau entrasse nela, mas só até o hímen. Depois, ela sussurrou no meu ouvido…
— Juan… agora, enfia agora, não tem medo, tô preparada, sempre estive.
Sem argumentos, só tive que me deixar cair, pra que com meu peso e o tanto que a gente tava lubrificado, meu pau forçasse o lacre e, depois de um leve rasgo, passasse pra dentro, abrindo caminho suavemente. Ela tava molhada, melhor dizendo, encharcada de sucos, e foi como deslizar por um túnel. Quando minhas bolas encostaram na moita de pelos da entrada, ela relaxou o aperto e suspirou aliviada. Tirei com cuidado meu pau da buceta dela, que tava um pouco dormente, e ela se inclinou pra ver ele saindo. Mas quando chegou numa parte do tronco manchada com um pouco de sangue, ela envolveu meus quadris com as pernas e me puxou pra perto, cravando o pau bem fundo. Já não eram mais suspiros, eram gemidos de prazer. Ela abria os olhos desmesuradamente, faltava ar pra respirar, o púbis dela buscava o meu. Quando o orgasmo chegou, parecia que ela tava chorando, eram como lamentos, acompanhados de espasmos que quase levantavam ela da cama. Eu parei de me mexer, admirando o orgasmo dela, até que ela disse docemente…
— Obrigada, Juan, você não me decepcionou, me fez muito feliz, nunca vou esquecer. Agora… é a sua vez.
— Adoro ouvir você dizer isso, mas não queria que esse momento estragasse. Não queria gozar dentro de você e complicar sua vida.
— Não se preocupa com isso, faz tempo que tomo pílula, minha menstruação é muito irregular. Além disso, eu não me perdoaria se você não gozasse dentro de mim. Vou adorar sentir seu gozo me encher toda.
Já sem peso na consciência, mandei ela virar de bruços, abri as pernas dela e coloquei o pau… almofada dobrada debaixo da barriga dela, a bunda dela empinada me deixava num dilema, ou a buceta ou o cu, fiquei passando a pica do cu até o clitóris, ela mal conseguia ficar parada, no final optei pelo mais fácil, peguei ela pela cintura, puxei ela de uma vez pra mim e com as pernas bem abertas não errei, minha pica entrou de uma vez na buceta novinha dela, ouvi o barulho do ar escapando por onde dava, minha pica exigia seu lugar e encontrou, senti que chegava até o útero, foi bem rápido, menos de dez estocadas e os jorros inundaram a vagina sedosa da Asun, caí sobre as costas dela, quando saiu meu último jorro, aguentei assim até minha pica sair acompanhada de gozo e porra, o lençol, manchado de todo tipo de líquido, espalhava o cheiro pelo quarto inteiro, quando tomamos banho juntos, prometemos que íamos revisar a matéria de novo não muito tarde, ela se abraçou no meu pescoço e me disse enquanto a água escorria entre nós…
— Adorei, você fode muito bem.
Ao sair na porta do elevador, cruzei com a colega de quarto da Asun, o namorado dela a segurava com o braço no ombro, tinham acabado de jantar fora, percebi que a mão do cara sumia no decote da mina, os nós dos dedos marcavam onde tinha o peito, a gente se cumprimentou e eu fui pra rua.
Quando cheguei em casa todo mundo já tava dormindo, subi pro meu quarto na ponta dos pés pra não fazer barulho.
Quando me enfiei na minha cama, notei que tava morna, pensei… (Pô, de novo a Maite sem dormir).
Já convencido, me estiquei e peguei direto nos peitos dela, mas não eram da Maite, eram da Maria, sentei de uma vez…
— Maria, o que cê tá fazendo aqui?
— Shiiiit, vai acordar geral, tava te esperando, de onde cê vem?
— Pra você eu posso contar, vim de ficar com uma colega da faculdade, ela me passou uns temas…
— Ahã… a essa hora e estudando e com uma mina e vocês não transaram?
— Maria… tenho que te contar tudo?
— Claro, me conta tudo. --- Pois é, a gente estudou e no final sim, a gente transou, bom, a gente fez amor, e eu tirei a virgindade dela.
--- Não me diga, você tem que me contar tudo nos detalhes, mas não vim aqui por isso, o que aconteceu hoje de manhã?
--- Hoje de manhã? Nada, por quê?
--- Tô falando quando eu cheguei, você tava com a minha mãe no quarto dela.
--- Ah! Bom, sim, tava ajudando ela com uma mala…
--- É, por isso que quando ela saiu e eu dei um beijo nela, vi o decote e ela não tava de sutiã, bom, até tava, mas tava pendurado e ela toda cheirava a buceta quente que dava pra trás.
--- Porra, María, não te escapa nada, vou te contar, ela só tava me mostrando umas lingeries de quando casou, e a verdade é que o clima tava esquentando, você chegou na hora pra me salvar.
--- Olha só o Juan, o primo estudioso, pois te aviso, se minha mãe botou o olho em você, já era, ela não vai parar até te comer e ela faz muito bem, te aviso.
--- María, pelo amor de Deus, você fala da sua mãe com uma naturalidade que impressiona, como você sabe tudo isso?
--- Porque eu conheço ela, ela gosta de foder como uma louca, e ninguém resiste a ela, eu já vi muitas vezes, o do outro dia foi só um aperitivo pra ela, e sabe o quê? Tive a impressão de que ela sabia que a gente tava ali olhando, pelo menos você.
--- Tô numa situação tensa, não sei o que você vai pensar de mim, não é minha intenção fazer nada com sua mãe, ainda mais que tem seu pai, é como se fosse meu também.
--- Pelo meu pai não se preocupa muito, ele só de vê-la feliz, apoia ela em tudo, sempre fez isso, e por mim não fica mal, tô muito feliz que a gente transe tudo e quando quiser, e a Maite também pensa igual, ela me disse.
--- A Maite também sabe de tudo isso?
--- Claro, eu contei pra ela, a gente não tem segredos, minha mãe também sabe que a gente transa as duas com você, a gente não contou, mas minha mãe tem um faro…
--- Vou ter que aprender os costumes da sua família, mas não queria estragar tudo.
--- Tranquilo, continua do jeito que tá e fode o que quiser e… puder, hahaha.
Continua
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