Final de fiesta.

A verdade é que sempre soube da Mariel.
Era evidente e até obsceno o comportamento do Mario naqueles dias. Ele desligava o celular quando eu entrava num cômodo. Estava como ausente de mim. Sumia a noite toda com desculpas de reencontros estranhos com gente que nunca tinha mencionado...
Mais claro que água.
Mas eu não estava em condições de mandar tudo pra merda. A vida às vezes é um jogo complexo de condicionamentos e conveniências. E os meus naquele momento não davam pra recomeçar com uma convalescença longa e um trampo mal sustentado com alfinetes. Essa também é a verdade.
Me senti corna e chorei e sofri muito naqueles meses, mas me fiz de besta por conveniência e comodidade. Me sentindo sozinha e humilhada, não tinha a menor intenção de dar pra ele. Me reerguendo depois do vendaval, os filhos grandes e longe.
Ele parecia satisfeito com o que a Mariel dava e também não me procurava muito, o que me poupou o trabalho de ter que rejeitá-lo.
Disse finalmente naqueles dias que entendia ele. É verdade, tanto quanto me sentia com necessidade de alguma retribuição. Retribuição que consistia obviamente em arrumar um cara pra devolver a chifrada. Esse foi o verdadeiro germe da relação posterior com o Felipe. Até aumentou minha libido a ideia de pegar um cara naqueles dias escuros. De certa forma, foi minha terapia de me reinventar como mulher. Já passada dos 45 e com toda uma nova vida sexual por descobrir.
Vingança é uma palavra feia. Prefiro dizer boa memória quando me refiro a algo parecido. E outra verdade é que tenho muito boa memória pra algumas coisas.
"Cornuda posso ser, mas otária nunca". Esse foi meu lema, o que finalmente me levou a estar esta tarde sentada nua, batendo punheta porque tô muito tesuda e tô vendo o Mario com a pica do Felipe enfiada no cu dele na minha frente.
E também não acho que seja uma vingança, porque não tô fazendo mal nenhum pra ele. Ao contrário, vejo ele gozar aos berros. pedindo pra ele meter mais e mais forte, que quer sentir a buceta bem aberta por aquela pica.
Ele me olha com cara de satisfação absoluta. Me vê tesuda e de pernas abertas, com as costas apoiadas na cabeceira da cama. Ele com o rosto a alguns centímetros do meu pé direito. Lambe ofegante os dedos, a bochecha esquerda apoiada nos lençóis. Vermelho de prazer, respiração ofegante, suado pelas quase duas horas de prazer que estamos nos entregando.
Felipe, enorme e peludo, todo suado também, bombeia ele com força por trás. Adoro ver aquele corpo bruto, pedregoso, gozando assim. Ele também me olha fixo. Sou o objeto e a razão pra eles estarem se comendo nesse momento. Os dois eu esquento e os dois convenci de que meu desejo mais íntimo de puta era estar com dois caras que se comem entre si. Esse foi meu poder e me dá tesão.
Eu recebi o meu mais cedo.
A gente vai aperfeiçoando cada vez melhor a técnica das duas picas dentro de mim. A do Felipe eu gosto na buceta, é grossa demais pro cu. De vez em quando gosto que ele me parta ao meio, principalmente quando tô muito tesuda, mas prefiro que o rabo me abra o Mario. É muito mais confortável e além disso, ele sabe como fazer direito. Depois de várias tentativas, a melhor posição acabou sendo com o Mario sentado em algum sofá, comigo sentada em cima dele, enfiando e de costas pra ele, e o Felipe vindo de frente, parado na nossa frente e marcando o ritmo da foda.
Assim eles me fizeram gozar duas vezes umas duas horas atrás.
Faz três meses que as quartas-feiras de quinze em quinze dias são nossas. Quase somos uma estranha família de três que vai se encaixando na base da rotina.
Foi difícil convencê-los. Se tem uma coisa que nunca tinha passado pela cabeça deles era ficar com outro homem.
Sempre achei estranho isso dos caras.
Eles passam o tempo fantasiando com sexo grupal. Imaginando a gente cheia de picas por perto, sendo a gente inclusive Bissexuais, e eles nem pensam em enfiar uma pica no cu? Ficam de pau duro imaginando uma mulher com três ou quatro caras comendo ela, e nem passa pela cabeça deles acariciar a rola do parceiro? É estranho porque tá tudo ali, na mão. E mesmo assim, a cultura e os preconceitos matam o prazer deles.

Falei um pouco disso pra eles dois tomando um café outro dia. Eles me olhavam confusos, como se eu tivesse contando que um disco voador pousou no meio da avenida. Negaram firmemente, com risadas nervosas dos dois.

- Por mim, a gente tá aqui pra comer os três juntos. E não pra vocês dois me comerem. É injusto porque me excita ver vocês e tenho a fantasia de que façam isso. É minha condição: ou vocês fazem algo entre si, ou não tem mais quarta-feira de suruba. - ameacei, segura por fora, mas com a convicção íntima de que eles não iam querer.

Mario levantou e foi pro banheiro. Felipe e eu ficamos dois longos minutos sentados em silêncio, olhando as pessoas passando a centímetros da gente do outro lado do vidro.

Quando Maxi voltou, a gente olhou ele chegando com um sorriso.

- Quando cheguei no banheiro, percebi que tava de pau duro, parece que gostei da ideia - disse num tom debochado.

Nós três rimos, relaxando.

Essa tarde sou eu quem marca os ritmos e as posições. Minha ameaça me colocou num lugar de decisão que adoro. Digo pro Felipe que quero que me coma. Fico de quatro atrás do Mario e, enquanto recebo a pica por trás, começo a chupar o cu aberto dele, que recebe minha língua enquanto ele se bate frenético.

Saboreando a iguaria do cu dilatado, recebo as estocadas por trás com a dureza exata que minha excitação precisa. Adoro sentir os ovos batendo na minha virilha. As mãos grandes e calejadas me segurando pela cintura, os gemidos dos três se cruzando.

Um fogo sobe das minhas entranhas pro cérebro e deixo ele explodir em outro orgasmo, gemendo entre as nádegas do Mario, já caindo exausta. tanto porra.
Digo pra vocês que a festa tem que ter o final que merece. Peço pra vocês, deitada de barriga pra cima, que derramem em cima de mim toda a porra acumulada de vocês.
- Quero um banho de porra igual Cleópatra - falo pra eles e eles riem das minhas manias de rainha.

O casamento do Felipe foi pro saco há um mês. Primeiro o relacionamento comigo e depois os menages foram a gota d'água no balde de água podre em que a relação deles tinha virado. Ele encontrou finalmente em nós uma espécie de desculpa e apoio pra tomar a decisão que a vida dele precisava.

Fomos nos descobrindo com muito mais coisas em comum do que imaginávamos. Velhos conhecidos de outros tempos, eu ex-namorada, Mario ex-amigo, compartilhávamos com Felipe um humor, uma visão de mundo, uns gostos formados na juventude compartilhada há meia vida.
É estranho, mas de algum jeito a gente "ficou de namoro" com ele.

As quartas-feiras eram nossa festa. Começávamos cedo, logo depois do meio-dia na confeitaria tomando um café, conversando de boa. Seguíamos no motel. Terminávamos comendo umas pizzas com cervejas no centro, sempre brindando felizes por estarmos juntos.
Pra gente também fez bem. Trouxe um ar novo pro nosso relacionamento e fomos nos sentindo mais seguros juntos.
Se até convidamos ele pra passar férias com a gente em San Bernardo...

O que mais custou foi começar.
Como sempre, a gente ficou pelado antes de tudo. Nesses casos é mais confortável tirar a roupa primeiro e a gente evita os puxões com a roupa.
- Deixem que eu vou guiando vocês, assim se não gostarem, jogam a culpa em mim - falei e coloquei um de frente pro outro, de pé.
Me ajoelhei entre eles e comecei a chupar os dois alternadamente. Deixando as picas duras dentro da boca. Esquentando eles devagar, sem forçar.
Brincava com as cabeças, roçando, lambendo as duas juntas. Juntando as cabecinhas e chupando. Me dava muito tesão sentir eles começarem a gemer por cima da minha cabeça. E eu com Essas picas tão diferentes e tão lindas entre as mãos e sobre o meu rosto.
Levantei a vista e vi dois machos com os olhos fixos em mim. Me senti desejada e puta, fiquei ainda mais excitada.
Quando senti que eles estavam perto, pedi que se tocassem entre si. Felipe não hesitou e começou a acariciar devagar a rola dele, descobrindo essa novidade de manipular a porra da pica de outro. Ficou um tempão com a mão como se fosse uma carícia leve. Eu lambia os ovos dele. Mario me olhava com os olhos bem abertos, quase exaltado. Peguei a mão dele e guiei até a pica. Ele agarrou forte, batendo uma rápido. Felipe pediu mais devagar. Assim eu os deixei, me afastei uns centímetros e fiquei vendo meus dois machos se masturbando na minha frente e senti a linda umidade brotar da minha buceta quente.
Aquela visão me deixou de pau duro e me levantei pra beijá-los. Dei um beijo de língua profundo em cada um e depois os atraí os dois pra minha boca num beijo de três caliente, agitado e ofegante.
Por sorte, eles estavam entrando no clima e tava começando a gostar. Eu os sentia ansiosos entre meus braços.
Senti uma mão entre as pernas e outra nos peitos. Não me importei de quem era. Tava voando de tesão. Entre eles também começaram a se explorar e eu a eles. Peguei Mario pelo cu. Comecei a chupar um mamilo do Felipe. Eles finalmente se beijaram.
Comigo de novo ajoelhada chupando toda agitada, levantei a vista e vi Felipe chupando um mamilo dele.
— Quero pica — anunciei empurrando Felipe na cama. De barriga pra cima, ele me oferece a pica, segurando ela com a mão.
Como tive uma ideia, sento em cima dele de costas. Uma sensação linda de prazer me envolve quando sinto minha boceta invadida pela pica desejada. Cavalgo ele com vontade. Agarrando meus mamilos, gemendo e olhando pro Mario que bate uma como sempre nos vendo foder.
Me acomodo com os braços pra trás e as pernas pra frente. Peço pro Mario vir chupar meu clitóris enquanto a gente trepa.
A ideia é que além da minha Clitóris, também chupo os ovos do Felipe. Vejo ele se aproximar, tarado, brincando com a língua na minha buceta, que eu movo intensa sobre a pica que tá me fazendo ver estrelas. Escorro fluidos pra caralho na boca e nos genitais deles. Grito que adoro, e eles aumentam a intensidade. Sinto o pau me perfurando e a língua que achou o ponto exato do meu prazer. Gozo, mas quero mais, muito mais.
Me desmontando, falo pro Mario chuparmos juntos. Tiro a camisinha dele e meto na minha boca. Sinto ele pulsar quando deixo uns segundos na minha garganta. Mario hesita, mas minha vontade é mais forte, e ele aproxima o rosto do meu. Beijo ele e guio o pau pra entrar no meio das nossas bocas. Chupamos juntos, subindo e descendo pelo tronco até entrelaçar nossas línguas na cabeça pra voltar a descer até os ovos. Vejo o Mario excitado, curtindo o primeiro pau dele, e fico louca de tesão. Monto na cara do Felipe pra fazer um 69. Fico com o pau e mando o Mario chupar os ovos. Ele lambe, acaricia, aproveita.
Mando o Felipe abrir as pernas.
— Chupa o cu dele — ordeno pro Mario, que, agora sem hesitar, enfia quase desesperado a língua no rabo peludo do nosso amigo, que solta um gemido grave, tipo bicho selvagem, com as novas sensações vindo do ânus.
Eu no pau, Mario no cu, formamos um time que tá fazendo o Felipe voar. Levanto e pergunto se ele quer que meta. Ele não responde, continua gemendo, então, como quem cala consente, passo uma camisinha pro Mario e jogo um jato de gel no cu dele.
Colocamos um travesseiro embaixo do quadril dele e levantamos as pernas entre nós dois. O Mario aproxima o pau e apoia na entrada. Eu abro as nádegas pra facilitar. Ele custa a meter. O Felipe não relaxa no começo. Chupo o pau dele pra ele se deixar levar. Finalmente, a pica entra no cu apertado dele e começa a bombar, segurando ele pelos tornozelos. Essa visão de dois machos... Foder comigo me deixa mais louca ainda e eu aperto quente minha buceta contra o rosto do Felipe, que me implora por um pouco de ar e pede pro Mario ir mais devagar, que ele gosta, mas tá doendo um pouco.
Ele curte pra caralho depois de alguns minutos e recebe a pica com gritos de prazer que me enchem de tesão enquanto continuo chupando a pica dele. No fim, ele goza enchendo minha boca de porra, que eu cuspo nos ovos e na barriga dele. Eles já sabem que não curto engolir a porra.
Como a pica do Mario ainda tá dura, agora quero ela no meu cu.
– É hora da minha dupla penetração. – aviso e vamos os três pro sofá. Já contei os detalhes disso lá em cima.

Quando a gente tava conversando no bar, já com a decisão tomada, eles começaram a se perguntar entre si quem ia ser passivo e quem ativo.
– Não, nada disso, os dois vão meter no cu como Deus manda. – continuei com minhas exigências, já que via que eles aceitavam.
– Vamos testar e ver o que cada um curte. É algo novo pra nós três e a gente precisa achar o jeito certo. – completei, um pouco mais conciliadora.
O Felipe pediu a conta, olhando a hora no relógio de parede do bar.
– É hora, vamos.

Duas horas e quarenta e três minutos depois, vejo o relógio do quarto na parede. Tô deitada de costas, cheia de porra nos peitos, suada da cabeça aos pés, com o cu cheio de gel e a buceta toda melada.
Meus bicos tão ardendo de tanto que chuparam, e sinto o cu meio aberto.
De cada lado, nos meus ombros, as cabeças dos meus dois problemas apoiadas, bufando e tentando recuperar o fôlego que falta depois de tanta atividade.
Me sinto como Dona Flor, mas melhor porque os dois tão pelados.
– Onde a gente come hoje? Tem que brindar! – falo pra eles e a gente se beija.

11 comentários - Final de fiesta.

Muy buen relato, me calentó mucho
gracias. me alegro por tu calentura. es el mejor elogio
Para leer tomando el sol en el planeta Mercurio, a ver si refresca un poco...
vuelta por wl universo!
Acabas de describir mi fantasía y de provocarme espaspasmos al leerte...
Van 10+
gracias por pasar y por los espasmos. eso es lo mejor! y adelante que todas las fantasias estan para cumplirse!
Mí sueño
podran decirnos soñadores, pero nonsomos los unicos! muchas gracias por pasar y ojala te haya calentado.
Muy buen texto, le dejo mis tesoros! saludos!
gracias a usted por el elogio, los tesoros, los saludos y los puntos!
Muy bueno!!!!! despues de leer el relato no solo arden los ojos...jajaja
gracias. que placentero ardor ese de despues del sexo intenso!
Genial como ya nos tiene acostumbrados!!!
muchas gracias! con tenerlos acostumbrados a calentarse leyendo soy feliz.