Conheci um cara há pouco tempo que se mudou pro bairro. Como ele veio de outro lugar e não conhece ninguém por aqui, um amigo em comum foi apresentando a gente pra ele não ficar sempre sozinho. A gente se deu bem, ele é bem mais novo e meio metido, mas por algum motivo começamos a nos dar bem e a nos encontrar de vez em quando. O cara é magro pra caralho, parece desnutrido, o corpo é bem definido e toda a roupa fica grande nele. Ser tão magro é motivo pra fazerem várias piadas com ele. O cara sempre se gabava de que não era só osso e brincava com isso, mas eu não prestava muita atenção porque ele não falava nada claro e eu levava na brincadeira. Ele vive postando um monte de "memes" nas redes sociais e postou um dizendo algo tipo que tinha um pau enorme e que isso às vezes complicava a vida dele. A real é que não sei se sou gay ou bi, nunca tinha ficado com um homem, mas sempre quando tava sozinho procurava imagens ou vídeos de paus grandes, enormes, era meu segredo já que até aquele momento eu levava uma vida completamente hétero, mas esse era meu fetiche. Sempre foi algo que não passou disso, ficava só na fantasia de ver pela internet e nada mais, mas naquela hora aquela situação despertou algo em mim. Eu tinha a chance talvez não só de ver, mas de sentir, tocar, ter perto algo de bom tamanho (pelo que ele dizia). Então naquela hora começou uma obsessão que me levaria a tentar conseguir o que eu queria. A primeira coisa que fiz foi reagir àquela imagem que ele tinha postado, não de forma engraçada, mas surpreso e como quem não quer nada, pelo WhatsApp puxar o assunto na hora. Arranjei qualquer desculpa pra falar com ele, naquela hora foi um jogo que começava daqui a pouco. Foi assim a troca de mensagens: Eu: "E aí, amigão? A que horas é o jogo?" Ele: "Fala, amigo, começa daqui a meia hora, tô terminando um trampo aqui pra poder sentar e ver." Eu: "Boa! Aqui não sei o que tá rolando, não tá funcionando. O cabo, fiz a reclamação mas me disseram que vai normalizar em 2h. Vou perder o primeiro tempo, no mínimo.
Ele: Que nada, Garcías! Expõe eles nas redes, sabe como eles se ligam, né? Em 10 minutos resolvem pra você.
Me deu um gancho perfeito, ele mesmo puxou o assunto das redes.
Eu: Sim, você sabe, porque usa pra tudo as redes, filho da puta! Haha, você é um sem-vergonha, postou aquela imagem do tamanho, não tem vergonha na cara! Tá pescando à vontade, né?
Ele: Haha! Não, vi e achei engraçada e real, e postei! Haha
Eu: Olha só, real!? Sabe que mentira tem perna curta, quando você tá lá, se enganou, como se vira?
Ele: Hahahaha eu não engano! Mais de uma conhece minha fama. Eu, otário, vou terminar isso aqui pra ver o esporte, me fez perder tempo.
Eu: Fala sério, aproveita, me conta como vai... Talvez eu consiga ver o resumo.
Ele: Faz uma coisa, curioso, compra duas cervejas e vem ver aqui em casa, como vai perder isso. Tamo a duas quadras e um boteco no meio. Só cerveja hein, camisinha do meu tamanho esse boteco não vende, só na farmácia que é mais longe, então vai ter que ir no pelo!
Eu: Não! Olha que viado você é, ainda tenho que trazer a cerveja pra você me embebedar e mentir na minha cara! Haha! Não, mentira, fica tranquilo, que eu vejo depois. Talvez a internet volte.
Ele: Fala sério, não se faz de rogado, não quero descer pra comprar cerveja e é um saco ver o jogo sozinho, quero comentar com alguém pelo menos, te prometo que seguro a fera!
Eu: Haha! E verdade que é um jogão, perder isso é burrice. Beleza, tô indo, foda-se o tempo, termino o trampo enquanto compro a cerveja e você enche a cueca com as meias. Daqui a pouco tô aí.
Ele: Em casa não uso cueca, calção de futebol direto! Liberdade!
Toda essa conversa me gerou uma tensão que eu não entendia, mas pelo menos ia poder ver o volume dele, o plano ia tomando forma, tava ansioso, ao mesmo tempo queria cancelar, mas a tesão e a curiosidade me deram coragem, tomei um banho rápido e me vesti como se fosse num encontro com uma gostosa num restaurante. Antes de sair, percebi que era um otário. Ia ver um jogo com um amigo, o maluco ia estar de uniforme de futebol e eu todo arrumado, então me despi e vesti a roupa de fim de semana: uma calça de futebol de um clube do bairro, daquelas que têm propaganda por toda parte mas marcam o que têm que marcar, e uma camiseta dos Rolling, chinelos e uma mochila com alguns vasilhames pra comprar a cerveja. O que não consegui disfarçar foi todo o perfume que tinha passado. Passei no boteco, comprei a cerveja e vi as camisinhas expostas ali. Pensei no que ela tinha me dito, assim na lata, um atrevido por um lado, mas algo no ar ficava interessante. Nunca tinha ido na casa dele, como contei, ele tinha se mudado sozinho fazia pouco pro bairro e alugava um quitinete. A TV tava numa parede e não tinha sofá nem cadeira, direto na frente da TV uma cama de casal, desarrumada. Uma mesinha pequena e uma geladeira tipo "minibar". Fumamos um baseado rápido enquanto os times saíam pro campo, umas tragadas só, eu sentei num banquinho perto da geladeira, ele tava sentado na cama e começamos a conversar. Ele: "Mano, fiz você comprar cerveja à toa, lembrei que tenho umas seis latas que tinham sobrado. Coloquei na geladeira. Dia bom pra relaxar e beber." Eu: "Ué, me fez gastar dinheiro à toa! Haha, já foi, no máximo sobram pra você, não vamos beber tanto, além disso não vou invadir sua casa." Ele: "Cara, fico sozinho o dia todo largado assim (se deita na cama), agora vou fazer o mesmo mas não falo sozinho, pelo menos falo com você, senão falo com a fera, mas ela ainda não responde." Eu: "A fera! Que figura!" (Até aquele momento tinha feito esforço pra não olhar porque tava nervoso e meio que me negava) "Não engana que a moça do boteco diz que você não compra camisinha de rato, que tem tamanho e provador hahaha." Ele: "Haha, que figura! Quem dera, é uma bagunça, aperta demais ou escapa... Bom, vamos mudar de assunto porque a... A besta tá solta e tu vai pensar que vou te encher de cerveja e te comer de verdade. Quando falam dela, ela acorda.
Eu: Para de papo furado, mano, não sou uma mina, não vai me conquistar com o tamanho! Além disso, o jogo já começou e nem tamo ligando pra isso. Todo mundo tem mais ou menos do mesmo tamanho, sei lá! Como é que não cabe um camisinha... Quem tu pensa que é?
Ele: (Meio surpreso com minha resposta e meio ofendido) Tá me chamando de mentiroso? Que atrevido! Olha o mentiroso aqui, dá uma olhada... Tenho uma piroca enorme, parceiro! Não minto. Uma piroca do caralho, comedor de puta e curioso. Tudo isso ele disse deitado na cama, segurando o volume na calça, deixando bem marcado. Na cama, ficava bem exposto, parecia mole mas era algo gigante. Ficou com cara de bunda, olhando pra frente, pra TV.
Eu: Mano, me desculpa! É que fiquei nervoso de ficar falando da sua piroca, por isso te cortei daquele jeito. Me perdoa.
Ele: Tudo bem, sem problemas. Mas o assunto quem puxou foi você, curioso.
Eu: Calma aí, cara, tá me chamando do quê? O que tu pensa?
Ele: O que eu penso? Que nem todo curioso, quando descobre a besta, quer ver! Quem tu pensa que é o primeiro? Eu identifico vocês, curiosos.
Eu: Tu se enganou feio, pai! Tá pensando que sou viado?
Ele: Se eu falei que ia te comer e tu veio correndo, trouxe cervejinha, até olhou onde a moça da venda guarda as camisinhas. Deitei sem cueca na sua frente e tu não fala nada, e ainda passou perfume! Curioso demais... E mesmo sendo um curioso atrevido, a besta vai te tratar bem.
Eu: Calma aí, filho da puta! O que tu pensa? Pegando minha mochila e fazendo menção de ir embora. Não sou curioso nenhum, parece que tu que gosta de comer caras, eu sou um cara de boa. Enquanto falava isso, e a gente discutia, ele continuava deitado na cama, se esfregando na piroca que já não tava mais mole e dava pra ver pela calça sem cueca algo gigante. Eu queria ir embora, brigar, mas aquela imagem me hipnotizava.
Ele: Ah, viu? Olha como a boca já tá se enchendo d'água. (Tirando ela metade pra fora da calça, pela perna ele me mostra a cabeça já bem fora da pele) olha como ela te cumprimenta. Você não consegue parar de olhar. Tirando ela inteira, começa a bater uma punheta devagar e me dizia... E aí? Não ia embora? Não ia ver o jogo? Eu também já tava bem duro, mas meu pau não era nem metade do dele. Naquele momento só engoli seco e criei coragem pra falar:
Eu: Mano, é verdade, você tem um pau imenso, me desculpa
Ele: Viu? É muito grande?
Eu: Gigante.
Ele: E o que a gente faz? Você é o quê?
Eu: Um curioso e quero que a besta faça comigo o que faz com os curiosos
Ele: Vem, deita e faz o que quiser enquanto eu vejo o jogo, quando acabar, vou fazer tudo que te prometi... Curioso atrevido. Aproveita.
Eu deitei e finalmente tinha um pau imenso pra mim, toquei e chupei por um bom tempo, até o intervalo. Durante os 15 minutos do descanso, ele comeu minha boca, eu tava em êxtase, meu primeiro pau e era a besta que esse magrelo escondia, e eu tava tão curioso. Antes do segundo tempo começar, ele disse que ia gozar pela primeira vez, pra eu me preparar. Ele jogou uns sete jatos gigantes de porra, lavou minha cara toda. O que veio depois fica pra outra história.
Ele: Que nada, Garcías! Expõe eles nas redes, sabe como eles se ligam, né? Em 10 minutos resolvem pra você.
Me deu um gancho perfeito, ele mesmo puxou o assunto das redes.
Eu: Sim, você sabe, porque usa pra tudo as redes, filho da puta! Haha, você é um sem-vergonha, postou aquela imagem do tamanho, não tem vergonha na cara! Tá pescando à vontade, né?
Ele: Haha! Não, vi e achei engraçada e real, e postei! Haha
Eu: Olha só, real!? Sabe que mentira tem perna curta, quando você tá lá, se enganou, como se vira?
Ele: Hahahaha eu não engano! Mais de uma conhece minha fama. Eu, otário, vou terminar isso aqui pra ver o esporte, me fez perder tempo.
Eu: Fala sério, aproveita, me conta como vai... Talvez eu consiga ver o resumo.
Ele: Faz uma coisa, curioso, compra duas cervejas e vem ver aqui em casa, como vai perder isso. Tamo a duas quadras e um boteco no meio. Só cerveja hein, camisinha do meu tamanho esse boteco não vende, só na farmácia que é mais longe, então vai ter que ir no pelo!
Eu: Não! Olha que viado você é, ainda tenho que trazer a cerveja pra você me embebedar e mentir na minha cara! Haha! Não, mentira, fica tranquilo, que eu vejo depois. Talvez a internet volte.
Ele: Fala sério, não se faz de rogado, não quero descer pra comprar cerveja e é um saco ver o jogo sozinho, quero comentar com alguém pelo menos, te prometo que seguro a fera!
Eu: Haha! E verdade que é um jogão, perder isso é burrice. Beleza, tô indo, foda-se o tempo, termino o trampo enquanto compro a cerveja e você enche a cueca com as meias. Daqui a pouco tô aí.
Ele: Em casa não uso cueca, calção de futebol direto! Liberdade!
Toda essa conversa me gerou uma tensão que eu não entendia, mas pelo menos ia poder ver o volume dele, o plano ia tomando forma, tava ansioso, ao mesmo tempo queria cancelar, mas a tesão e a curiosidade me deram coragem, tomei um banho rápido e me vesti como se fosse num encontro com uma gostosa num restaurante. Antes de sair, percebi que era um otário. Ia ver um jogo com um amigo, o maluco ia estar de uniforme de futebol e eu todo arrumado, então me despi e vesti a roupa de fim de semana: uma calça de futebol de um clube do bairro, daquelas que têm propaganda por toda parte mas marcam o que têm que marcar, e uma camiseta dos Rolling, chinelos e uma mochila com alguns vasilhames pra comprar a cerveja. O que não consegui disfarçar foi todo o perfume que tinha passado. Passei no boteco, comprei a cerveja e vi as camisinhas expostas ali. Pensei no que ela tinha me dito, assim na lata, um atrevido por um lado, mas algo no ar ficava interessante. Nunca tinha ido na casa dele, como contei, ele tinha se mudado sozinho fazia pouco pro bairro e alugava um quitinete. A TV tava numa parede e não tinha sofá nem cadeira, direto na frente da TV uma cama de casal, desarrumada. Uma mesinha pequena e uma geladeira tipo "minibar". Fumamos um baseado rápido enquanto os times saíam pro campo, umas tragadas só, eu sentei num banquinho perto da geladeira, ele tava sentado na cama e começamos a conversar. Ele: "Mano, fiz você comprar cerveja à toa, lembrei que tenho umas seis latas que tinham sobrado. Coloquei na geladeira. Dia bom pra relaxar e beber." Eu: "Ué, me fez gastar dinheiro à toa! Haha, já foi, no máximo sobram pra você, não vamos beber tanto, além disso não vou invadir sua casa." Ele: "Cara, fico sozinho o dia todo largado assim (se deita na cama), agora vou fazer o mesmo mas não falo sozinho, pelo menos falo com você, senão falo com a fera, mas ela ainda não responde." Eu: "A fera! Que figura!" (Até aquele momento tinha feito esforço pra não olhar porque tava nervoso e meio que me negava) "Não engana que a moça do boteco diz que você não compra camisinha de rato, que tem tamanho e provador hahaha." Ele: "Haha, que figura! Quem dera, é uma bagunça, aperta demais ou escapa... Bom, vamos mudar de assunto porque a... A besta tá solta e tu vai pensar que vou te encher de cerveja e te comer de verdade. Quando falam dela, ela acorda.
Eu: Para de papo furado, mano, não sou uma mina, não vai me conquistar com o tamanho! Além disso, o jogo já começou e nem tamo ligando pra isso. Todo mundo tem mais ou menos do mesmo tamanho, sei lá! Como é que não cabe um camisinha... Quem tu pensa que é?
Ele: (Meio surpreso com minha resposta e meio ofendido) Tá me chamando de mentiroso? Que atrevido! Olha o mentiroso aqui, dá uma olhada... Tenho uma piroca enorme, parceiro! Não minto. Uma piroca do caralho, comedor de puta e curioso. Tudo isso ele disse deitado na cama, segurando o volume na calça, deixando bem marcado. Na cama, ficava bem exposto, parecia mole mas era algo gigante. Ficou com cara de bunda, olhando pra frente, pra TV.
Eu: Mano, me desculpa! É que fiquei nervoso de ficar falando da sua piroca, por isso te cortei daquele jeito. Me perdoa.
Ele: Tudo bem, sem problemas. Mas o assunto quem puxou foi você, curioso.
Eu: Calma aí, cara, tá me chamando do quê? O que tu pensa?
Ele: O que eu penso? Que nem todo curioso, quando descobre a besta, quer ver! Quem tu pensa que é o primeiro? Eu identifico vocês, curiosos.
Eu: Tu se enganou feio, pai! Tá pensando que sou viado?
Ele: Se eu falei que ia te comer e tu veio correndo, trouxe cervejinha, até olhou onde a moça da venda guarda as camisinhas. Deitei sem cueca na sua frente e tu não fala nada, e ainda passou perfume! Curioso demais... E mesmo sendo um curioso atrevido, a besta vai te tratar bem.
Eu: Calma aí, filho da puta! O que tu pensa? Pegando minha mochila e fazendo menção de ir embora. Não sou curioso nenhum, parece que tu que gosta de comer caras, eu sou um cara de boa. Enquanto falava isso, e a gente discutia, ele continuava deitado na cama, se esfregando na piroca que já não tava mais mole e dava pra ver pela calça sem cueca algo gigante. Eu queria ir embora, brigar, mas aquela imagem me hipnotizava.
Ele: Ah, viu? Olha como a boca já tá se enchendo d'água. (Tirando ela metade pra fora da calça, pela perna ele me mostra a cabeça já bem fora da pele) olha como ela te cumprimenta. Você não consegue parar de olhar. Tirando ela inteira, começa a bater uma punheta devagar e me dizia... E aí? Não ia embora? Não ia ver o jogo? Eu também já tava bem duro, mas meu pau não era nem metade do dele. Naquele momento só engoli seco e criei coragem pra falar:
Eu: Mano, é verdade, você tem um pau imenso, me desculpa
Ele: Viu? É muito grande?
Eu: Gigante.
Ele: E o que a gente faz? Você é o quê?
Eu: Um curioso e quero que a besta faça comigo o que faz com os curiosos
Ele: Vem, deita e faz o que quiser enquanto eu vejo o jogo, quando acabar, vou fazer tudo que te prometi... Curioso atrevido. Aproveita.
Eu deitei e finalmente tinha um pau imenso pra mim, toquei e chupei por um bom tempo, até o intervalo. Durante os 15 minutos do descanso, ele comeu minha boca, eu tava em êxtase, meu primeiro pau e era a besta que esse magrelo escondia, e eu tava tão curioso. Antes do segundo tempo começar, ele disse que ia gozar pela primeira vez, pra eu me preparar. Ele jogou uns sete jatos gigantes de porra, lavou minha cara toda. O que veio depois fica pra outra história.
1 comentários - La curiosidad no siempre mata.