La profe de inglés (parte 1: fantasía)

Quando eu tinha 19/20 anos, não me dava muito bem com as mulheres e transava pouco. Tinha só uma mina com quem eu tinha ficado uma vez, e a gente trocava mensagem, mas nunca se viava porque morava longe. Eu era muito tímido e, quando saía pra farra, era o que ria de tudo e se divertia, mas nunca comia ninguém. Então vivia de pau duro por qualquer coisa (mais do que agora) e me masturbava pra caralho (mais do que agora). Mas tinha outra situação que me preocupava: eu não conseguia emprego. Pediam experiência e eu não tinha, pediam inglês avançado e, mesmo tendo estudado num colégio bom, eu não dominava. Meus pais também ficaram preocupados e, vendo que eu tava me esforçando na faculdade, me deram a chance de fazer aulas de inglês pra melhorar esse item no meu currículo. Me mandaram pra um professor que dava aula num centro cultural, mas ele ficou doente e os alunos foram transferidos pra uma professora que dava aula na casa dela. Não sei se era por causa da minha ansiedade sexual, mas desde a primeira vez que vi ela, fiquei de pau duro pra caramba. A profe tinha uns 35 anos, era mãe de duas meninas, mas o corpo dela não tinha sofrido muito com isso. Bom, ou talvez sim, porque tinha uns peitões bonitos, mas o forte dela era aquela bunda gostosa que ela sempre escondia debaixo de umas leggings pretas ou cinzas. O corpo trabalhado daquela mulher era muito atraente, mas o que mais me deixava com tesão era a boca dela. Só de olhar pra boca dela, os movimentos dos lábios, a língua e as carinhas que ela fazia ao falar, eu pegava fogo. Tentei me concentrar nas aulas e, com o tempo, foram sobrando poucos alunos. Parece que vários não tavam satisfeitos com o nível do conteúdo comparado com o que o professor anterior dava. Quando sobravam só dois ou três na aula, a professora ia conversando com cada um de forma particular, e o clima de mais intimidade era excitante. Pelo menos pra mim. A voz dela me excitava demais. Tentei me concentrar nas aulas, mas não sei... se era só pra ver pornô ou o quê, mas ouvir ela falando inglês me fez imaginá-la uma e outra vez gemendo e dizendo "Oh yeah! Fuck me!" ou coisas assim. A fantasia na minha cabeça foi saindo do controle e eu me masturbava quando chegava em casa depois das aulas. Sentia muito prazer fazendo isso e adorava, tanto que na aula já ficava olhando pra ela pensando em como ia me tocar depois. Uma tarde fui sozinho e ela tinha acabado de tomar banho. O cabelo molhado e a pele fresca me fizeram desejá-la ainda mais, mas vi outras coisas que já não aguentei. Ela estava de legging como sempre, mas dessa vez dava pra ver bem a tanga que ela usava por baixo. Além disso, ela mordeu a tampinha da caneta umas duas vezes, e meu desejo pelos lábios dela já era insuportável. Dava pra perceber que eu tava de pau duro e, de vergonha, fui ao banheiro pra ver se parando de olhar pra ela passava. Mas foi pior: no varal do chuveiro estavam penduradas 2 ou 3 tangas BEM pequenininhas, e eu não consegui evitar imaginá-la usando elas. Com o pau bem duro, não dava pra voltar assim, então, sem pensar muito, comecei a me tocar e me masturbei até gozar. Ela perguntou se eu tava bem, mas eu saí e disse que precisava ir embora porque não tava me sentindo bem. Nas duas aulas seguintes, não fui, e além da bronca dos meus pais, recebi uma mensagem da professora no Facebook perguntando o que tinha acontecido. Claro que vi todas as fotos dela e me toquei vendo ela dançar com as amigas, até tinha fotos dela se beijando com outra várias vezes. Minha cabeça explodiu de imaginá-la(s) de mil maneiras, e amaldiçoei a hora em que ela me escreveu pelo Facebook pessoal dela. O acaso fez com que eu a encontrasse numa festa de aniversário da minha prima num clube. Ela era amiga da namorada de um amigo da minha prima e estava lá: muito mais decotada que de costume e de shortinho. Vi ela dançar e, de novo, não conseguia controlar meus pensamentos. Mas nunca fui falar com ela porque era muito tímido, como já disse. Antes de ir embora, ela veio falar comigo e perguntou por que eu não ia mais às aulas. Eu inventei uma desculpa. Puta merda de horários e que não podia porque blá, blá, blá e quando ela perguntou qual horário eu tinha disponível, mandei um horário ridículo que era super inconveniente pra qualquer um (tipo dia de semana às 21h). Aí ela pegou e disse "então vem, eu dou um jeito nas coisas e a gente faz a aula", e eu não soube o que responder. Sem falar que era minha professora, perguntei pra minha prima se ela conhecia "aquela do shortinho" e ela disse "é amiga da Pipi (tanto faz o nome) e é puta, também era amiga da Pupi mas comeu o marido dela". Não consegui falar nada. No dia seguinte, depois de homenagear ela a noite toda, recebi outra mensagem no Facebook dizendo "Não falta".

1 comentários - La profe de inglés (parte 1: fantasía)

MoscuR
que hermosa fantasia.. o no... pero siempre quize cogerme el orto de mi teacher tambien... una bestia esa hembra... espero qe sigas con la saga.. dejo puntoz y favoritos