(...)De manhã acordei já com tesão. Tinha sonhado com o Carlos e a pica enorme dele fodendo meu cu. Acordei muito frustrada. Em qualquer outro dia, eu teria me masturbado igual uma louca com esse tesão todo, mas ali estava eu, impedida por aquelas porras de ataduras.
Chamei o David pra me ajudar a levantar. Claro que eu conseguia me levantar sozinha com um pouco de esforço, mas queria o toque de um homem e, além disso, ainda estava de fio dental e precisava de uma calça. O David apareceu na porta e me ajudou a levantar. Falei qual calça queria que ele colocasse em mim.- Prefiro que você fique assim, mamãe. Além disso, hoje vai fazer calor e com certeza você fica mais confortável.Ele pôs uma mão na minha nuca e começou a me beijar igual na noite anterior. Quando o beijo acabou, falou que ia preparar meu café da manhã. Porra, meu filho não fazia ideia do que ele tinha acabado de fazer. Eu só pensava em chamar ele e me jogar na cama de pernas abertas, pedindo pra ele me foder. Mas eu curtia o tesão de ver ele no controle da situação. Antes de segui-lo, pensei em dar uma trapaceada na minha própria regra.
Cheguei na cozinha e ele estava na bancada passando manteiga no pão torrado. Aproximei por trás, encostei meus peitos nas costas dele e apoiei o queixo no ombro dele, fingindo um interesse exagerado no que ele fazia. Olhei pra baixo, mas não vi ele de pau duro. Me virei e vi uma revista na mesa da cozinha. Fui até lá e me apoiei com cuidado nos cotovelos, jogando o corpo pra frente e deixando minha bunda de fio dental bem empinada, balançando de um lado pro outro. Nem um minuto depois, senti a mão do David nela.- O que você tá fazendo, David?Falei sensual enquanto sorria pelo meu futuro orgasmo.- Você tem uma bunda do caralho nessa fio dental, mamãe.Finalmente um elogio. Não lembrava de ter recebido nenhum nos dois dias anteriores. Fiquei emocionada ao pensar que meu filho estava se soltando.- Sim, você gosta?
— Gosto muito.Me respondia enquanto continuava me apalpando.Mamãe, tô morrendo de vontade de repetir o que a gente fez ontem à noite.
- Ah, é? O quê?Queria que me dissesse, que ficasse excitadíssima.- Você já sabe...
- Não sei, não lembro...
- Quero que você me masturbe com os pés.Sorri satisfeita. Embora quisesse gozar eu mesma.- Mas aqui como é que a gente faz se eu não posso deitar? Talvez a gente possa fazer outra coisa sem ter que perder tempo indo pro quarto.Eu falei com minha melhor voz de puta, esperando que ele puxasse minha fio dental pra baixo e me fodesse ali mesmo.- Bom, vem senta na cadeira.Enfiou as mãos debaixo do meu corpo e pegou nos meus peitos, colando a cock dura na minha bunda. Me ajudou a me levantar, puxou uma cadeira e eu sentei, intrigada. Ele ficou na minha frente, baixou as calças e deixou a cock à mostra. Enfiou uma mão no meu decote e tirou meus peitos para fora, um por um. Eu já estava toda molhada, esperando o que quer que fosse acontecer. Ele colocou uma mão na minha nuca e com a outra segurou a cock, começando a guiá-la até minha boca.
"Buceta, que merda de jogada eu fiz", pensei enquanto abria a boca e começava a fazer meu primeiro boquete no meu filho mais novo, e ele começava a aproveitar o primeiro boquete da vida dele.
Sentia a buceta vibrar de pura excitação enquanto saboreava a cock do David. Comecei a chupar devagar, brincando com a língua no pauzão dele. Pouco depois, comecei a enfiar tudo até o fundo, acompanhada pela mão do meu filho na minha nuca. Ele logo soltou a cock e agarrou meu peito. Depois de um tempo, parei de mexer a cabeça, esperando a reação dele, e, muito satisfeito, ele começou a mexer os quadris, fazendo a cock quase sair toda e depois enfiar de novo até a garganta.
Com certeza ele estava estreando com uma chupadora de primeira. Sempre gostei de fazer boquetes desde que tive meu primeiro namorado e me considerava uma boa chupadora. Até conhecer o Carlos. Quando encarei aquela cock tão grande e grossa, me senti muito sem jeito. Com ele aprendi a relaxar a garganta e a deixar a boca ser fodida. Nem fodendo com o Carlos eu conseguia fazer como com o David, deixar ele meter até as bolas baterem no meu queixo. Mas tratando-se do Carlos, já era uma conquista enfiar tudo o que eu enfiava.
Depois de um tempo, o David já estava fodendo minha boca muito mais rápido. Eu olhava para cima para ver a expressão dele. Meu amado filho estava em êxtase com a experiência. Continuou fodendo minha boca até anunciar que ia gozar. Eu quis tirar para perguntar onde ele queria gozar, mas meu filho tinha colocado as duas mãos na minha cabeça e começou a me empurrar com força demais. Fechei os olhos e aguentei. A foda que eu tava levando até ele tirar o pau quase deixando na entrada da minha boca e começou a gozar dentro. Tenho que dizer que não curto muito engolir porra e meu filho tava enchendo minha boca. Sentia um fio de leite quente escorrendo pelo canto dos lábios. Quando terminou de descarregar, tirou o pau da minha boca e eu aproveitei pra cuspir uma boa quantidade no chão e engolir o resto que tinha ficado na minha boca.- Ah, desculpa, mãe.Ela me disse quando viu que eu cuspia o sêmen.- Não se preocupa, amor. Gostei que você gozasse na minha boca, mas não curto engolir.
- Vou pegar um paninho pra me limpar e arrumar tudo isso.Quis dizer a ele que não. Que agora era minha vez. Mas eu gostava demais desse jogo de ver o que acontecia. Esse jogo de observar os passos que o inexperiente do meu filho ia dando.
Eu estava com uma excitação mortal, vendo meu filho limpar a porra dele do chão e desejei mais do que nunca ter as mãos sãs para me masturbar na frente dele. Fechei os olhos e comecei a esfregar minhas coxas enquanto lembrava do gosto da pica do David, esperando sentir algum prazer, mas nada. Quando parei e abri os olhos, meu filho estava me encarando. Ele se aproximou de mim e me pegou para me levantar da cadeira. Se agachou na minha frente e abaixou minha calcinha fio dental. Porra, eu já estava com tesão de novo, louca pra ver o que ele queria fazer comigo. Ele se levantou e apoiou minha bunda na mesa. Então começou a meter a língua na minha boca, sentindo o gosto da pica dele na minha língua, enquanto começava a acariciar minha buceta. Porra, eu queria que ele desse o passo e me fodesse, mas ele não devia ousar ir tão longe comigo por eu ser a mãe dele.
Minha buceta estava encharcada e eu ficava mais excitada ouvindo os barulhos de chupeta que os dedos do meu filho faziam me fodendo rápido. Ele parou de me beijar e agarrou um dos meus peitos com a mão livre e começou a chupá-lo com avidez. Porra, que vontade eu tinha de acariciar o cabelo dele enquanto ele fazia isso. Joguei a cabeça para trás e comecei a sentir o orgasmo chegando. Meu filho continuou me fodendo forte com os dedos e chupando meus peitos quando eu comecei a gozar, gritando e com as coxas tremendo de puro prazer. Levei uma boa surpresa ao ver o David tirar os dois dedos da minha buceta, encharcados na minha porra, e aproximá-los da minha boca. Imagino que era algo que ele devia ter visto em algum vídeo pornô. Abri a boca olhando nos olhos dele e comecei a lamber e chupar os dedos dele como se fosse uma pica, sem desviar o olhar do dele. Depois me sentei de novo na cadeira, ele me serviu um café meio frio com um canudinho e saiu da cozinha.
Quando voltou, enfiou meus peitos de novo na boca. camiseta e sentou comigo pra me dar a torrada. Pelada da cintura pra baixo, ia dando mordidas no pão que meu filho me oferecia.- Mamãe.Ele me disse de repente.- Acho que quero falar sobre isso que a gente faz. Não sei se é certo e ainda sinto que tô tirando vantagem da situação.Comecei a engolir a torrada o mais rápido que podia pra ela não continuar.- A gente conversa depois, se quiser, quando tirarem meus curativos. Não fica pensando que a gente tá fazendo nada errado. Já somos adultos e sabemos muito bem o que estamos fazendo. E nem te passa pela cabeça que você tá se aproveitando de mim, a gente não faz nada que eu não curta fazer.
- Vale, mãe, como você quiser.Ele me respondeu um pouco mais animado.
Passamos um dia meio estranho. Meu filho não fez menção de colocar a tanga de novo em mim e eu não falei nada. Passei o dia com a buceta de fora, adorando abrir as pernas quando ele passava na minha frente enquanto eu estava no sofá da sala. De repente, me perguntei o que aconteceria se alguém viesse me ver, algum amigo(a) ou colega de trabalho. Aí me lembrei do celular. Como não podia usar as mãos, desde o primeiro dia quase nem lembrava do telefone. Liguei pro David e falei pra ele procurar entre as almofadas do sofá, porque da última vez que usei, deixei cair e esqueci completamente. David procurou no sofá até achar. Não sei por que ele estava meio nervoso. Devia ser por me ver ali, quase nua.- Marca o código e vê se tenho chamadas perdidas ou mensagens no zap.
- Você tem um monte de conversas no WhatsApp e várias chamadas perdidas. Dez chamadas perdidas da Verônica, mãe.
- Minha nossa, VerônicaA Verónica era minha melhor amiga há muitos anos.Vai, marca e me traz o celular.David me ligou e segurava o celular no meu ouvido. Enquanto escutava o tom, pensei que ia falar com minha amiga só de camiseta, sem sutiã, sem calça e sem calcinha, com a bucetinha à mostra, enquanto meu filho estava do meu lado segurando o telefone. Não consegui evitar que meus bicos endurecessem.-"Oi, Elena
- Oi Vero. Me desculpa, me senti super mal quando vi as ligações. Esses porra de analgésicos me deixaram toda lesada.
Tava muito preocupada, amor. Me contaram o que rolou com a Vitória e que você também teve que operar. E ninguém atendia o telefone... e, bom, fiquei com medo...
- Não, fica tranquila. Já vou te passar os analgésicos. Além disso, o que rolou foi que me queimei as mãos tentando apagar a Victoria, mas já tô bem melhor.
Mas como é que você teve que operar? Foi tão grave assim?
- Bom, algumas áreas ficaram mais danificadas e tiveram que me... mmmm...
- "O que que tu tem?Olhei pro meu filho com a boca entreaberta num gesto de prazer. O David tinha enfiado um dedo na minha buceta de uma vez só. Doeu um pouco porque eu não tava preparada, mas porra, como eu adorava quando ele me surpreendia.— "Elena?
- Não, nada Vero. É que às vezes minhas mãos doem quando o efeito dos remédios vai passando.Respondi enquanto me reclinava e David continuava brincando com os dedos na minha buceta.Você tava me contando o que fizeram com você na operação
- Ah, isso. Então, em algumas áreas tinha mais danos e tiveram que fazer uns enxertos de pele. Agora vou ficar com ataduras nas mãos por uma semana, mas me disseram que quase não vai dar pra notar.-E aí, como é que cê tá me chamando?
Aqui está meu filho David segurando o celular pra mim. Ele tá se comportando muito bem, sempre que pode me dá uma força.Disse olhando nos olhos do meu filho com um sorriso nos lábios e depois virei o rosto do celular para soltar um gemidinho quando David enfiou os dois dedos até o fundo por causa das minhas palavras.Que gostoso é o teu filho
- É sim, hein. Olha Vero, tenho que ir. Dá pra avisar as outras sobre o que rolou? Não tô a fim de falar com toda essa gente que fica me ligando.
Claro, não se preocupa. Se cuida, gostosa. Um beijo.Fiz um sinal com a cabeça pro David e ele apertou o botão de desligar.- Porra, David. Como essa situação me deixou excitado.Meu filho tirou os dedos da minha buceta e enfiou de novo na minha boca. Dava pra ver que era um fetiche que deixava ele doido. Ver ele saboreando meus fluidos. Depois me deu um apertão na teta, levantou e me ajudou a levantar.- Vamos pro quarto.Ele me disse secamente.
Segui ele pelo corredor pensando que finalmente ia comer ela.
Ele terminou de me despir e me ajudou a deitar na cama. Depois fiquei ali olhando, totalmente tesuda, enquanto ele se despia.- Você tem camisinha?— Ela me perguntou timidamente.- Você não precisa deles.Meu filho ficou excitado ao me ouvir. Foi subindo pela cama sobre o meu corpo. Parou um pouco para acariciar minha buceta molhada e depois se distraiu chupando e mamando nos meus peitos. Terminou de se deitar sobre mim, comendo minha boca e esfregando seu pau duro na minha virilha. Ele se ergueu um pouco e segurou o pau com a mão. Eu abri as pernas e olhei entre nossos corpos, vendo David passar o pau sobre mim. Parecia que ele não sabia como enfiar em mim, e eu não tinha mãos livres para guiá-lo. Ficava muito tesuda em ser a professora sexual de alguém pela primeira vez na vida. E me enlouquecia que fosse com meu amado filho.- Deixa ela aí, mas não solta. Isso aí. Agora vai descendo devagar. Aí, bem aí. Tá sentindo como ela tá quente e molhada? Agora empurra um pouco. Tá sentindo?
- Aaaahh, sim, mamãe. Porra, que prazer.
- Tá bom, meu amor. Já pode soltar ela. Vai empurrando devagar até entrar inteira.David foi se deixando cair sobre mim até enterrar o pau dentro de tudo. Começou a me beijar enquanto mexia timidamente os quadris.- Isso mesmo, céu, muito bem. Agora apoia com as mãos e começa a tirar e botar.Meu filho seguiu minhas instruções. Eu adorava ver a cara dele toda vez que o pau dele enfiava tudo de novo na minha buceta.- Mmmm assim, David. Mais rápido agora, gostoso, me fode mais forte.Começou a me foder mais rápido. Meu filho gemia pra caralho e cada vez me metia com mais força. Tava morrendo de vontade de agarrar a bundinha magra dele e cravar as unhas enquanto ele me comia. Foram umas dez metidas nesse nível quando ele começou a ofegar forte e eu senti minha buceta encher com o leite quente do meu pequeno. David se jogou pro lado, ofegando, passando o pau dele pela minha coxa.- Porra, mãe, que delícia.Ele me disse, me abraçando, deitado de lado com uma mão na minha teta.— Gostou, meu bem? Gozou?
- Muito, mamãe. Foi o melhor momento da minha vida.Sorri ao ouvir isso.- E aí, sua mãe? Você gozou?
— No céu, foi muito rápido pra mim. Mas não se preocupa, é normal nas primeiras vezes de um cara.
- Pô, foi mal.
- Não tem problema. Faz carinho lá embaixo e me fode de novo quando estiver pronto.Meu filho começou a enfiar os dedos na minha buceta e a se masturbar. De repente, ele tirou os dedos e os ergueu, olhando para eles. Tinha restos de porra neles.- Kkkkk, claro, amor, deve ter sido uma gozada bem grossa pelo que eu senti. Qual é, te dá nojo?
- Não, nada disso. Na verdade, me excita.— Disse ele, meio envergonhado.
Olhei pro pau dele e vi ele duro e firme, como se ainda não tivesse me comido. Dessa vez, David aproximou os dedos da minha boca com mais timidez, e eu precisei inclinar a cabeça pra chupá-los. Meu filho se masturbava rápido enquanto me via fazer aquilo.- Fica tranquilo, David. Para de bater uma por um tempo. Dessa vez quero que você aguente.Ela me obedeceu e soltou o pau enquanto eu enfiava os dedos de novo. Soltei um gemido porque meu filho enfiava os dedos o mais fundo que podia, esperando encontrar mais porra.- Vamos, me fode de novo. Tô quase lá. Quero gozar com teu pau dentro.David demorou um segundo pra subir de novo em cima de mim. Dessa vez ele segurou a rola e meteu de uma vez, num empurrão só. Porra, como esse moleque aprendia rápido. Ele começou a me foder bem forte dessa vez, desde o começo. Eu já tava muito tesuda por causa da situação, da foda de antes e da punheta que eu tinha tirado.- Isso é foder... continua assim... me fode, céu, me fode... me agarra pelos peitos.Comecei a mexer minha cintura com o pau dele dentro pra sentir mais prazer e logo comecei a perceber que o orgasmo tava chegando.- Ahh porra, sim David...Vou gozar!...vai, me fode mais forte...você vai fazer a mamãe gozar, amor...você vai conseguir...to gozando. to gozandooo...E eu comecei a gritar que nem uma puta enquanto o pau do meu filho socava minha buceta, minhas pernas tremiam e meu cuzinho começava a jorrar fluidos com a gozada. Continuei de pernas abertas e ofegante com meu filho por cima enquanto ele continuava me comendo.- Vamos, meu bem, goza de novo... porra, que delícia foi... como você me deixou... vamos, goza...
- Aaah, mamãe... vou gozar já... vou gozar... quero gozar em cima de você...
Corre pra onde quiser, meu amor... faz o que quiser comigo...Ela me deu mais umas duas estocadas, tirou o pau e ficou de joelhos na minha frente. Sacudiu o pau várias vezes enquanto ofegava e começou a gozar na minha buceta aberta e na minha barriga. Era a terceira gozada do dia dele e não saiu muita coisa. Com certeza na próxima vez ele ia gozar em mim logo de primeira pra ver como eu ficava cheia. Ele sacudiu até a última gota e desabou do meu lado.- Mmmm, amor, agora você foi muito bem, meu bem, meu pequenino.
- Mamãe, por que você deixa ele fazer tudo isso com você?- ela me perguntou sem me olhar.- David, olha pra mim.Ergueu o olhar com medo até encontrar o meu.— Eu sei que nunca te falei da minha vida sexual. Você sabe o que aconteceu com seu pai e por que nos divorciamos. Eu gosto de sexo, querido, é assim. Não acho que sou ninfomaníaca. Até fui a um psicólogo e ele disse que meu comportamento não era anormal. Quanto ao motivo de estar deixando isso acontecer... Bem, no primeiro dia deixei você me masturbar no chuveiro porque estava há um tempo sem poder fazer isso, e com as mãos assim, resolvi aproveitar. Além disso, foi você quem passou o dia inteiro se esbaldando com meu corpo e quem, no chuveiro, começou a passar a lateral da mão na minha buceta. — David se mexeu, inquieto. — Não, não é uma reclamação. Eu te amo demais e, pra ser sincera, gosto do seu corpo. Estou curtindo muito esses dias. Pensava em esperar tirarem os curativos pra conversar com você, mas já que começamos... Você se sente mal depois de fazer essas coisas com sua mãe?David engoliu saliva.- Na primeira noite depois de te colocar na cama, eu me masturbei pensando em como tinha te masturbado e no teu corpo pelado. Depois me senti muito mal por ter feito aquilo com minha mãe e ainda por ter me masturbado pensando em você. No dia seguinte, tava convencido de que ia parar, mas só pensava em te ter pelada de novo no chuveiro. Mas com o que rolou ontem à noite com a masturbação e o que a gente fez hoje... É que não sei, é como se eu não conseguisse pensar nem me segurar, e depois me sinto um lixo.
— Mas, David, não fica mal não. Eu também me surpreendi no começo e fiquei remoendo o que tinha rolado entre a gente. Mas não tem problema. Eu gosto do que a gente tem, adoro sentir como você me deseja. O problema é a moralidade da sociedade, não a gente. E ninguém nunca vai ficar sabendo disso, né?
— Não, claro que não, mãe.—disse David, muito nervoso.Nem me passaria pela cabeça.
- Isso tá bom. Pois eu gostaria de continuar com o que a gente tem. Adorei que você me comeu. Vai dormir e pensa nisso tudo, e amanhã me fala se quer continuar sendo meu amante. Não quero te pressionar de jeito nenhum.Ela começou a me beijar na boca e se levantou da cama com um sorriso nos lábios.- Ei, David.Falei pra ela quando ela tava quase saindo pela porta.- Sim?
— Você insistiu tanto em não ter enfermeira só pra me ter à sua mercê?Ele ficou um pouco vermelho.- Sim, mamãe. Já faz tempo que te desejava.
- Te amo, filho.Sorri satisfeita.- Coloca o despertador que amanhã a gente tem que ir no hospital pra trocar meus curativos e cuidar dos enxertos.
- Sim, mãe, já tava colocado. Também te amo. Boa noite.Fechei os olhos pra dormir quando me toquei que a gente tinha esquecido completamente que eu tava pelada. Pelo menos eu tinha esquecido, já não sabia mais o que passava na cabeça do meu filho mais novo.
Na manhã seguinte, o David veio me acordar. Eu tinha dormido super bem naquela noite. Ele me ajudou a levantar, dizendo que eu precisava tomar um banho antes da gente ir. Agarrou minha bunda pelada com as duas mãos e começou a me beijar de boca aberta enquanto eu sentia o pau dele duro dentro da calça batendo na minha buceta nua. Parece que meu filho tinha decidido que não tinha nada de errado em continuar sendo meu amante.
Depois a gente foi pro chuveiro e ele se pelou pra tomar banho comigo. Foi um banho rápido, com uns amassos do meu filho no meu corpo nu e só. Daí ele me levou pro quarto pra me vestir.
Eu já não falava mais nada. Ele me tocava quando queria, me beijava quando queria e me vestia do jeito que queria. Eu ri quando vi o que ele tinha separado pra mim. Uma regata com um decote bem generoso e uma saia bem leve combinando. Depois ele chamou um táxi e a gente foi pro hospital. Quando chegou minha vez, o David falou pra eu entrar sozinha que ele tinha que resolver uma parada.
A consulta foi bem de boa. Eu me assustei um pouco quando tiraram os curativos, mas meu cirurgião disse que não tinha problema, que tava cicatrizando muito bem. Aí um enfermeiro bonitinho passou um creme nas minhas mãos enquanto eu via os olhos dele desviando pro meu decote. Eles me enfaixaram de novo e falaram que em três dias já podiam tirar as ataduras.
Quando saí, encontrei o David me esperando no corredor. Ele perguntou como tinha sido e o que me disseram, e eu contei tudo com um sorrisão no rosto, tava mais feliz do que há muito tempo. O David colocou a mão nas minhas costas e a gente começou a andar enquanto eu continuava falando. Quando me dei conta, não sabia onde a gente tava, a gente não tinha entrado por ali.— David?
- Dei uma pesquisada no hospital. Vem comigo.Seguimos por outro corredor e pegamos um elevador. Ele apertou o botão mais embaixo e saímos num estacionamento subterrâneo. Andamos mais um pouco e ele abriu outra porta. Estávamos nas escadas que davam pro subsolo.
David fechou a porta e, sem dizer nada, começou a me beijar com gosto enquanto abaixava minhas alças e tirava meus peitos pra fora, tomando cuidado pra não esfregar as mãos. Eu sentia um pouco de medo e tesão em fazer aquilo ali com ele, mas me deixei levar como sempre. Ele apalpou meus peitos por um instante e me fez virar de costas. Me ajudou a apoiar os braços no corrimão da escada e senti ele baixar minha calcinha até os joelhos. Depois levantou minha saia e eu soltei um gemido ao sentir o pau dele esfregando na minha buceta.- Mmmm David, aqui mesmo?
- Sim, aqui.Comecei a me molhar muito rápido. Meu filho pequeno começou a meter a pica devagar até enfiar ela toda dentro de mim. Ele agarrou meus peitos por trás e começou a me foder num ritmo médio pra não fazer muito barulho.- Ah, caralho David, que delícia...Eu sussurrava pra ela.- Você me deixa louco, mãe. Você é uma gostosa.Continuou me comendo enquanto apalpava meus peitos. Eu gemia o mais baixo que podia, mas já estava chegando ao orgasmo pelo tesão da situação.- Amor, vou gozar agora... continua assim... não para...
— Mãe, no outro dia quando voltei das compras e te levei ao banheiro, vi seu celular... e peguei ele, mãe. Naquela noite, fiquei olhando seus e-mails...Porra, já entendi a cara de nervo quando ela me deu o celular ontem. Ela devia ter enfiado de novo no sofá na manhã seguinte.- O que você tá dizendo, David? Ohhh... continua, meu amor...Tava morrendo de medo do que meu filho podia ter descoberto e do que ele ia pensar de mim. Mas aproveitou que eu tava quase gozando pra me contar.- Vamos, vai se foder, mãe... depois a gente fala em casa... sobre a coleção de paus e mensagens sujas que você tem...De repente, começou a me meter com força e não consegui evitar gemer mais alto. Comecei a gozar pra caralho enquanto meu filho me socava contra aquela grade, e pouco depois senti ele gozar dentro da minha buceta, com um fio de porra escorrendo pela parte de dentro da minha coxa.- Vem cá, arruma bem minha roupa que a gente fez muito barulho.Ela me vestiu com cuidado e voltamos para o elevador. Me olhei no espelho e tava com a cara toda vermelha. Saímos e fomos em direção à saída.- Ei David, aquela parada do celular...
- Não tem problema, mãe. A gente conversa quando chegar em casa.Fiquei olhando pra frente enquanto a gente andava pelo hospital, pensando no que tinha acabado de rolar. Na noite anterior, meu filho tava arrependido de ter me comido, e agora a gente tinha acabado de fazer isso num lugar público, e ele me contou o que descobriu sobre minha vida sexual enquanto me comia por trás pra me deixar com tesão. Tava começando a achar que não conhecia meu filho tão bem quanto pensava. Quem sabe na juventude frustrada dele, de punheteiro sem transar com minas, o que ele tinha visto na internet. Eu também via pornô de vez em quando e, sinceramente, o pornô atual não é um bom conselheiro pros jovens.
Voltamos de táxi quase sem falar e entramos em casa. David pegou na minha bunda e me levou pro quarto. Começou a me beijar de novo e a me despir. Sabia que dessa vez tinha que parar ele, que a gente precisava conversar sobre a "outra vida" da mãe dele. Mas me deixei levar. Era mais forte do que eu continuar naquele jogo de ser usada por ele. Me deitou na cama com cuidado e se despiu, foi na minha bolsa, pegou meu celular e se deitou na cama do meu lado.- Ei, David...Comecei enquanto olhava ele mexer no meu celular.— Mamãe, eu já imaginava que você tava se encontrando com alguém. Sempre os horários que você voltava em certos dias e o jeito que se arrumava. Mas não pensei que você tava saindo com mais de um! Mas pra mim tanto faz. Isso é igual ao nosso lance, enquanto você tiver curtindo, ninguém tem que te julgar.Mas é claro! E agora ela usava meus próprios argumentos contra mim. A verdade é que me senti aliviada com aquilo. Basta uma mulher ter vários encontros sexuais com alguém que não seja seu parceiro oficial pra virar a puta do bairro.- Mamãe, me fala sobre o Carlos.
- Como? O que você quer que eu te conte?
Me conta como vocês se conheceram.Porra, justo com o Carlos, que ia ser só uma foda de uma noite...- Bom, saí pra balada com a Vero, só nós duas. Fomos pra uma danceteria com um clima mais jovem do que eu curto, mas a Vero me convenceu. A gente tava dançando juntas e bebendo, aí...Senti os dedos do meu filho pousarem na minha bucetinha, me acariciando por fora.— E os moleques te olhavam muito, mãe? Eu com certeza teria te olhado, me conta.Mas o que é que tava rolando?- Pois é, eles estavam mesmo me olhando. A verdade é que naquela noite a gente tava mostrando bastante.
— E você gostava que te olhassem, mamãe?Ela começou a enfiar a ponta do dedo na minha buceta repetidamente.- Mmm, sim, eu adorava. Ficar ali naquela balada, cheio de mina novinha, e os caras olhando pra mim e pra Vero, eu curtia pra caralho.
- Continua com a parada do Carlos.
- Pois é, o Carlos e uns amigos chegaram quando a gente parou de dançar um pouco e foi no balcão pedir umas bebidas. Eles se apresentaram e deram dois beijinhos na gente. Desde o primeiro momento, eu reparei nele. Eu curto muito o corpo de caras magrinhos, sem aquela cara de maromba de academia, e a gente começou a conversar.
- E ele aproveitava pra te apalpar enquanto se aproximava pra falar contigo, mãe? Com a música tão alta, vocês deviam estar bem juntinhos.Sentia uma pulsação na buceta toda vez que me chamava de mamãe enquanto eu me masturbava e perguntava sobre outro homem.- Bom, no começo ele colocava a mão na minha cintura. Eu tava bem de boa por causa dos drinks e ele ser tão gostoso, então deixei rolar. No fim, ele tava passando a mão na minha bunda enquanto sussurrava no meu ouvido.Meu filho enfiou o dedo bem fundo na minha buceta enquanto eu soltava um gemido. Ele começou a me masturbar devagar.- E o que a mamãe te dizia?
- Aaah... Tava me dizendo que gostava muito de mim. Que morava com um colega da faculdade, mas que agora tava na festa. Que se eu quisesse, a gente podia ir pro apartamento dele tomar o último drink.
- E aí, você foi com ele?
Falei pra ele que tava com a Vero, que não podia deixar ela sozinha. Mas ele foi falar com um dos caras que tava com a Vero e convenceu ele a acompanhar ela pra casa. Vi os dois conversando com a Vero e aí ela veio e disse que não tinha problema, que não queria cortar meu barato, mas que ia embora de táxi porque eu tinha ficado com o melhor. A gente se deu dois beijos e eu vi ela se despedir dos outros, que pelos gestos imploravam pra ela ficar. Depois o Carlos voltou comigo e perguntou se a gente ia embora.
- E aí, o que você respondeu pra ela?
- Eu disse que sim e dei um aperto suave na pica dele por cima da calça.
- Como? Repete pra mim.David me disse, me masturbando mais rápido.Dei um aperto suave na pica dele por cima da calça.
- Muito bem, continua.Muito bem, continua." Essa frase só indicava que aqueles dias tinham surtido o efeito que eu queria. Que meu filho assumisse o controle sabendo que eu não pretendia negar nada a ele.- A gente se pegou um pouco numa das ruas. Ele beija muito bem. Depois subimos pro apartamento dele e fomos pro quarto. A gente se beijava lá em pé enquanto se despia um ao outro até não sobrar nenhuma roupa nos nossos corpos.
— E quando você viu isso?David tava me mostrando no meu celular um dos vários e-mails com a foto da pica gigantesca do Carlos. Por cima da tela do celular, vi que meu filho tava com a pica dura como pedra, sem nem tocar nela. Comecei a me molhar de um jeito bestial.- Pois fiquei pasmada de encontrar uma rola daquelas num corpo tão magro. Sem pensar, estendi as duas mãos e comecei a acariciar a rola e as bolas dele, e logo já tava fazendo uma punheta com as duas mãos enquanto a gente se beijava. Daí ele perguntou se eu gostava da rola dele e eu falei que amava. Então ele perguntou se eu queria chupar ela. Sentei na cama e comecei a mamar aquela piroca grossa, quase não cabia na minha boca. Lambia o tronco inteiro e babava tudo, mas não conseguia enfiar muita daquela rola na boca. Ele, no entanto, tava curtindo meu boquete, então continuei chupando.Olhei pro meu filho e vi ele de olhos fechados, se masturbando com a mão livre enquanto me punhetava. Eu sou muito aberta pra sexo, mas tava achando muito estranho ver meu filho tão excitado enquanto eu contava como a mãe dele tava mamando na pica de um jovem que acabara de conhecer.— E aí, o que aconteceu depois, mãe?Perguntou interrompendo meus pensamentos.- Me deitei na cama, toda tesuda, com as pernas abertas, e Carlos subiu em cima de mim, passou o pauzão dele na minha buceta molhada e começou a me foder.Naquele momento, David se colocou por cima de mim, enfiou a rola na minha buceta com uma estocada forte e começou a me foder.- Assim, mamãe? Assim que ele te comia?Eu comecei a gemer enquanto olhava nos olhos dele, tava completamente fora de mim.— David, mas que...?
- Me fala, mamãe, fala se eu te comia assim...Não pude evitar me render ao desejo dela.- Sim, meu amor. Eu tava dando mesmo desse jeito. Igual você tá agora, enfiando a pica com força.Meu filho começou a me foder bem rápido.- E você gostava de como ele te comia? Me fala, putinha, você gostava de como ele te comia?Ele acabou de me chamar de putinha. Senti minha buceta encharcar e começar a pulsar. Ia gozar a qualquer momento.- Sim, porra, eu adorava como ele me comia. Ele tava me comendo como um campeão. Ai, Deus, David, vou gozar!!
- Vamos gozar, sua putinha, eu também vou gozar agora, mas quero ver você gozando, me deixa muito excitado.Começamos a gozar quase ao mesmo tempo. Tinha sido uma fodida do caralho. Meu filho tinha me deixado com um tesão da porra.- Ei, gostosa.Eu falei pra ela quando estávamos os dois deitados, com a respiração ofegante.E isso que acabou de rolar?
- Então vou te contar meu segredo. Eu costumo ver pornô no computador, mas o que mais me atrai são os sites de contos eróticos. Comecei há alguns anos lendo de tudo, mas os que mais me excitam são aqueles que contam como um marido faz a esposa transar com outro e depois ela conta pra ele, porque ele fica de pau duro sabendo que é um corno manso. E isso também me excita. Quando vi os e-mails no seu celular, pensei: "quem me dera ter coragem de realizar essa fantasia com você". E ontem à noite, quando você disse que o que a gente faz é bom e deu a entender que eu estava no controle... resolvi experimentar.Fiquei ali deitada, com o esperma do meu filho escorrendo da minha buceta atônita com o que ouvia. Ele curte que a mulher com quem ele transa dê pra outros caras e depois conte pra ele enquanto ele come ela. Sempre achei que isso era fantasia de cara com pau pequeno ou que não aguenta nem dois minutos trepando.— Vou te levar pro salão e trocar seus lençóis antes do jantar.Voltamos a nos beijar, ele me vestiu, me deixando de novo só de fio dental e sem sutiã, e me acompanhou até a sala pra ligar a TV. Fiquei ali processando o que tinha acabado de rolar. Talvez isso estivesse saindo do controle, mas porra, que transa boa que eu acabei de ter. Então me relaxei no sofá e decidi continuar me deixando levar pelas fantasias do meu filhote.Continua...
Chamei o David pra me ajudar a levantar. Claro que eu conseguia me levantar sozinha com um pouco de esforço, mas queria o toque de um homem e, além disso, ainda estava de fio dental e precisava de uma calça. O David apareceu na porta e me ajudou a levantar. Falei qual calça queria que ele colocasse em mim.- Prefiro que você fique assim, mamãe. Além disso, hoje vai fazer calor e com certeza você fica mais confortável.Ele pôs uma mão na minha nuca e começou a me beijar igual na noite anterior. Quando o beijo acabou, falou que ia preparar meu café da manhã. Porra, meu filho não fazia ideia do que ele tinha acabado de fazer. Eu só pensava em chamar ele e me jogar na cama de pernas abertas, pedindo pra ele me foder. Mas eu curtia o tesão de ver ele no controle da situação. Antes de segui-lo, pensei em dar uma trapaceada na minha própria regra.
Cheguei na cozinha e ele estava na bancada passando manteiga no pão torrado. Aproximei por trás, encostei meus peitos nas costas dele e apoiei o queixo no ombro dele, fingindo um interesse exagerado no que ele fazia. Olhei pra baixo, mas não vi ele de pau duro. Me virei e vi uma revista na mesa da cozinha. Fui até lá e me apoiei com cuidado nos cotovelos, jogando o corpo pra frente e deixando minha bunda de fio dental bem empinada, balançando de um lado pro outro. Nem um minuto depois, senti a mão do David nela.- O que você tá fazendo, David?Falei sensual enquanto sorria pelo meu futuro orgasmo.- Você tem uma bunda do caralho nessa fio dental, mamãe.Finalmente um elogio. Não lembrava de ter recebido nenhum nos dois dias anteriores. Fiquei emocionada ao pensar que meu filho estava se soltando.- Sim, você gosta?
— Gosto muito.Me respondia enquanto continuava me apalpando.Mamãe, tô morrendo de vontade de repetir o que a gente fez ontem à noite.
- Ah, é? O quê?Queria que me dissesse, que ficasse excitadíssima.- Você já sabe...
- Não sei, não lembro...
- Quero que você me masturbe com os pés.Sorri satisfeita. Embora quisesse gozar eu mesma.- Mas aqui como é que a gente faz se eu não posso deitar? Talvez a gente possa fazer outra coisa sem ter que perder tempo indo pro quarto.Eu falei com minha melhor voz de puta, esperando que ele puxasse minha fio dental pra baixo e me fodesse ali mesmo.- Bom, vem senta na cadeira.Enfiou as mãos debaixo do meu corpo e pegou nos meus peitos, colando a cock dura na minha bunda. Me ajudou a me levantar, puxou uma cadeira e eu sentei, intrigada. Ele ficou na minha frente, baixou as calças e deixou a cock à mostra. Enfiou uma mão no meu decote e tirou meus peitos para fora, um por um. Eu já estava toda molhada, esperando o que quer que fosse acontecer. Ele colocou uma mão na minha nuca e com a outra segurou a cock, começando a guiá-la até minha boca.
"Buceta, que merda de jogada eu fiz", pensei enquanto abria a boca e começava a fazer meu primeiro boquete no meu filho mais novo, e ele começava a aproveitar o primeiro boquete da vida dele.
Sentia a buceta vibrar de pura excitação enquanto saboreava a cock do David. Comecei a chupar devagar, brincando com a língua no pauzão dele. Pouco depois, comecei a enfiar tudo até o fundo, acompanhada pela mão do meu filho na minha nuca. Ele logo soltou a cock e agarrou meu peito. Depois de um tempo, parei de mexer a cabeça, esperando a reação dele, e, muito satisfeito, ele começou a mexer os quadris, fazendo a cock quase sair toda e depois enfiar de novo até a garganta.
Com certeza ele estava estreando com uma chupadora de primeira. Sempre gostei de fazer boquetes desde que tive meu primeiro namorado e me considerava uma boa chupadora. Até conhecer o Carlos. Quando encarei aquela cock tão grande e grossa, me senti muito sem jeito. Com ele aprendi a relaxar a garganta e a deixar a boca ser fodida. Nem fodendo com o Carlos eu conseguia fazer como com o David, deixar ele meter até as bolas baterem no meu queixo. Mas tratando-se do Carlos, já era uma conquista enfiar tudo o que eu enfiava.
Depois de um tempo, o David já estava fodendo minha boca muito mais rápido. Eu olhava para cima para ver a expressão dele. Meu amado filho estava em êxtase com a experiência. Continuou fodendo minha boca até anunciar que ia gozar. Eu quis tirar para perguntar onde ele queria gozar, mas meu filho tinha colocado as duas mãos na minha cabeça e começou a me empurrar com força demais. Fechei os olhos e aguentei. A foda que eu tava levando até ele tirar o pau quase deixando na entrada da minha boca e começou a gozar dentro. Tenho que dizer que não curto muito engolir porra e meu filho tava enchendo minha boca. Sentia um fio de leite quente escorrendo pelo canto dos lábios. Quando terminou de descarregar, tirou o pau da minha boca e eu aproveitei pra cuspir uma boa quantidade no chão e engolir o resto que tinha ficado na minha boca.- Ah, desculpa, mãe.Ela me disse quando viu que eu cuspia o sêmen.- Não se preocupa, amor. Gostei que você gozasse na minha boca, mas não curto engolir.
- Vou pegar um paninho pra me limpar e arrumar tudo isso.Quis dizer a ele que não. Que agora era minha vez. Mas eu gostava demais desse jogo de ver o que acontecia. Esse jogo de observar os passos que o inexperiente do meu filho ia dando.
Eu estava com uma excitação mortal, vendo meu filho limpar a porra dele do chão e desejei mais do que nunca ter as mãos sãs para me masturbar na frente dele. Fechei os olhos e comecei a esfregar minhas coxas enquanto lembrava do gosto da pica do David, esperando sentir algum prazer, mas nada. Quando parei e abri os olhos, meu filho estava me encarando. Ele se aproximou de mim e me pegou para me levantar da cadeira. Se agachou na minha frente e abaixou minha calcinha fio dental. Porra, eu já estava com tesão de novo, louca pra ver o que ele queria fazer comigo. Ele se levantou e apoiou minha bunda na mesa. Então começou a meter a língua na minha boca, sentindo o gosto da pica dele na minha língua, enquanto começava a acariciar minha buceta. Porra, eu queria que ele desse o passo e me fodesse, mas ele não devia ousar ir tão longe comigo por eu ser a mãe dele.
Minha buceta estava encharcada e eu ficava mais excitada ouvindo os barulhos de chupeta que os dedos do meu filho faziam me fodendo rápido. Ele parou de me beijar e agarrou um dos meus peitos com a mão livre e começou a chupá-lo com avidez. Porra, que vontade eu tinha de acariciar o cabelo dele enquanto ele fazia isso. Joguei a cabeça para trás e comecei a sentir o orgasmo chegando. Meu filho continuou me fodendo forte com os dedos e chupando meus peitos quando eu comecei a gozar, gritando e com as coxas tremendo de puro prazer. Levei uma boa surpresa ao ver o David tirar os dois dedos da minha buceta, encharcados na minha porra, e aproximá-los da minha boca. Imagino que era algo que ele devia ter visto em algum vídeo pornô. Abri a boca olhando nos olhos dele e comecei a lamber e chupar os dedos dele como se fosse uma pica, sem desviar o olhar do dele. Depois me sentei de novo na cadeira, ele me serviu um café meio frio com um canudinho e saiu da cozinha.
Quando voltou, enfiou meus peitos de novo na boca. camiseta e sentou comigo pra me dar a torrada. Pelada da cintura pra baixo, ia dando mordidas no pão que meu filho me oferecia.- Mamãe.Ele me disse de repente.- Acho que quero falar sobre isso que a gente faz. Não sei se é certo e ainda sinto que tô tirando vantagem da situação.Comecei a engolir a torrada o mais rápido que podia pra ela não continuar.- A gente conversa depois, se quiser, quando tirarem meus curativos. Não fica pensando que a gente tá fazendo nada errado. Já somos adultos e sabemos muito bem o que estamos fazendo. E nem te passa pela cabeça que você tá se aproveitando de mim, a gente não faz nada que eu não curta fazer.
- Vale, mãe, como você quiser.Ele me respondeu um pouco mais animado.
Passamos um dia meio estranho. Meu filho não fez menção de colocar a tanga de novo em mim e eu não falei nada. Passei o dia com a buceta de fora, adorando abrir as pernas quando ele passava na minha frente enquanto eu estava no sofá da sala. De repente, me perguntei o que aconteceria se alguém viesse me ver, algum amigo(a) ou colega de trabalho. Aí me lembrei do celular. Como não podia usar as mãos, desde o primeiro dia quase nem lembrava do telefone. Liguei pro David e falei pra ele procurar entre as almofadas do sofá, porque da última vez que usei, deixei cair e esqueci completamente. David procurou no sofá até achar. Não sei por que ele estava meio nervoso. Devia ser por me ver ali, quase nua.- Marca o código e vê se tenho chamadas perdidas ou mensagens no zap.
- Você tem um monte de conversas no WhatsApp e várias chamadas perdidas. Dez chamadas perdidas da Verônica, mãe.
- Minha nossa, VerônicaA Verónica era minha melhor amiga há muitos anos.Vai, marca e me traz o celular.David me ligou e segurava o celular no meu ouvido. Enquanto escutava o tom, pensei que ia falar com minha amiga só de camiseta, sem sutiã, sem calça e sem calcinha, com a bucetinha à mostra, enquanto meu filho estava do meu lado segurando o telefone. Não consegui evitar que meus bicos endurecessem.-"Oi, Elena
- Oi Vero. Me desculpa, me senti super mal quando vi as ligações. Esses porra de analgésicos me deixaram toda lesada.
Tava muito preocupada, amor. Me contaram o que rolou com a Vitória e que você também teve que operar. E ninguém atendia o telefone... e, bom, fiquei com medo...
- Não, fica tranquila. Já vou te passar os analgésicos. Além disso, o que rolou foi que me queimei as mãos tentando apagar a Victoria, mas já tô bem melhor.
Mas como é que você teve que operar? Foi tão grave assim?
- Bom, algumas áreas ficaram mais danificadas e tiveram que me... mmmm...
- "O que que tu tem?Olhei pro meu filho com a boca entreaberta num gesto de prazer. O David tinha enfiado um dedo na minha buceta de uma vez só. Doeu um pouco porque eu não tava preparada, mas porra, como eu adorava quando ele me surpreendia.— "Elena?
- Não, nada Vero. É que às vezes minhas mãos doem quando o efeito dos remédios vai passando.Respondi enquanto me reclinava e David continuava brincando com os dedos na minha buceta.Você tava me contando o que fizeram com você na operação
- Ah, isso. Então, em algumas áreas tinha mais danos e tiveram que fazer uns enxertos de pele. Agora vou ficar com ataduras nas mãos por uma semana, mas me disseram que quase não vai dar pra notar.-E aí, como é que cê tá me chamando?
Aqui está meu filho David segurando o celular pra mim. Ele tá se comportando muito bem, sempre que pode me dá uma força.Disse olhando nos olhos do meu filho com um sorriso nos lábios e depois virei o rosto do celular para soltar um gemidinho quando David enfiou os dois dedos até o fundo por causa das minhas palavras.Que gostoso é o teu filho
- É sim, hein. Olha Vero, tenho que ir. Dá pra avisar as outras sobre o que rolou? Não tô a fim de falar com toda essa gente que fica me ligando.
Claro, não se preocupa. Se cuida, gostosa. Um beijo.Fiz um sinal com a cabeça pro David e ele apertou o botão de desligar.- Porra, David. Como essa situação me deixou excitado.Meu filho tirou os dedos da minha buceta e enfiou de novo na minha boca. Dava pra ver que era um fetiche que deixava ele doido. Ver ele saboreando meus fluidos. Depois me deu um apertão na teta, levantou e me ajudou a levantar.- Vamos pro quarto.Ele me disse secamente.
Segui ele pelo corredor pensando que finalmente ia comer ela.
Ele terminou de me despir e me ajudou a deitar na cama. Depois fiquei ali olhando, totalmente tesuda, enquanto ele se despia.- Você tem camisinha?— Ela me perguntou timidamente.- Você não precisa deles.Meu filho ficou excitado ao me ouvir. Foi subindo pela cama sobre o meu corpo. Parou um pouco para acariciar minha buceta molhada e depois se distraiu chupando e mamando nos meus peitos. Terminou de se deitar sobre mim, comendo minha boca e esfregando seu pau duro na minha virilha. Ele se ergueu um pouco e segurou o pau com a mão. Eu abri as pernas e olhei entre nossos corpos, vendo David passar o pau sobre mim. Parecia que ele não sabia como enfiar em mim, e eu não tinha mãos livres para guiá-lo. Ficava muito tesuda em ser a professora sexual de alguém pela primeira vez na vida. E me enlouquecia que fosse com meu amado filho.- Deixa ela aí, mas não solta. Isso aí. Agora vai descendo devagar. Aí, bem aí. Tá sentindo como ela tá quente e molhada? Agora empurra um pouco. Tá sentindo?
- Aaaahh, sim, mamãe. Porra, que prazer.
- Tá bom, meu amor. Já pode soltar ela. Vai empurrando devagar até entrar inteira.David foi se deixando cair sobre mim até enterrar o pau dentro de tudo. Começou a me beijar enquanto mexia timidamente os quadris.- Isso mesmo, céu, muito bem. Agora apoia com as mãos e começa a tirar e botar.Meu filho seguiu minhas instruções. Eu adorava ver a cara dele toda vez que o pau dele enfiava tudo de novo na minha buceta.- Mmmm assim, David. Mais rápido agora, gostoso, me fode mais forte.Começou a me foder mais rápido. Meu filho gemia pra caralho e cada vez me metia com mais força. Tava morrendo de vontade de agarrar a bundinha magra dele e cravar as unhas enquanto ele me comia. Foram umas dez metidas nesse nível quando ele começou a ofegar forte e eu senti minha buceta encher com o leite quente do meu pequeno. David se jogou pro lado, ofegando, passando o pau dele pela minha coxa.- Porra, mãe, que delícia.Ele me disse, me abraçando, deitado de lado com uma mão na minha teta.— Gostou, meu bem? Gozou?
- Muito, mamãe. Foi o melhor momento da minha vida.Sorri ao ouvir isso.- E aí, sua mãe? Você gozou?
— No céu, foi muito rápido pra mim. Mas não se preocupa, é normal nas primeiras vezes de um cara.
- Pô, foi mal.
- Não tem problema. Faz carinho lá embaixo e me fode de novo quando estiver pronto.Meu filho começou a enfiar os dedos na minha buceta e a se masturbar. De repente, ele tirou os dedos e os ergueu, olhando para eles. Tinha restos de porra neles.- Kkkkk, claro, amor, deve ter sido uma gozada bem grossa pelo que eu senti. Qual é, te dá nojo?
- Não, nada disso. Na verdade, me excita.— Disse ele, meio envergonhado.
Olhei pro pau dele e vi ele duro e firme, como se ainda não tivesse me comido. Dessa vez, David aproximou os dedos da minha boca com mais timidez, e eu precisei inclinar a cabeça pra chupá-los. Meu filho se masturbava rápido enquanto me via fazer aquilo.- Fica tranquilo, David. Para de bater uma por um tempo. Dessa vez quero que você aguente.Ela me obedeceu e soltou o pau enquanto eu enfiava os dedos de novo. Soltei um gemido porque meu filho enfiava os dedos o mais fundo que podia, esperando encontrar mais porra.- Vamos, me fode de novo. Tô quase lá. Quero gozar com teu pau dentro.David demorou um segundo pra subir de novo em cima de mim. Dessa vez ele segurou a rola e meteu de uma vez, num empurrão só. Porra, como esse moleque aprendia rápido. Ele começou a me foder bem forte dessa vez, desde o começo. Eu já tava muito tesuda por causa da situação, da foda de antes e da punheta que eu tinha tirado.- Isso é foder... continua assim... me fode, céu, me fode... me agarra pelos peitos.Comecei a mexer minha cintura com o pau dele dentro pra sentir mais prazer e logo comecei a perceber que o orgasmo tava chegando.- Ahh porra, sim David...Vou gozar!...vai, me fode mais forte...você vai fazer a mamãe gozar, amor...você vai conseguir...to gozando. to gozandooo...E eu comecei a gritar que nem uma puta enquanto o pau do meu filho socava minha buceta, minhas pernas tremiam e meu cuzinho começava a jorrar fluidos com a gozada. Continuei de pernas abertas e ofegante com meu filho por cima enquanto ele continuava me comendo.- Vamos, meu bem, goza de novo... porra, que delícia foi... como você me deixou... vamos, goza...
- Aaah, mamãe... vou gozar já... vou gozar... quero gozar em cima de você...
Corre pra onde quiser, meu amor... faz o que quiser comigo...Ela me deu mais umas duas estocadas, tirou o pau e ficou de joelhos na minha frente. Sacudiu o pau várias vezes enquanto ofegava e começou a gozar na minha buceta aberta e na minha barriga. Era a terceira gozada do dia dele e não saiu muita coisa. Com certeza na próxima vez ele ia gozar em mim logo de primeira pra ver como eu ficava cheia. Ele sacudiu até a última gota e desabou do meu lado.- Mmmm, amor, agora você foi muito bem, meu bem, meu pequenino.
- Mamãe, por que você deixa ele fazer tudo isso com você?- ela me perguntou sem me olhar.- David, olha pra mim.Ergueu o olhar com medo até encontrar o meu.— Eu sei que nunca te falei da minha vida sexual. Você sabe o que aconteceu com seu pai e por que nos divorciamos. Eu gosto de sexo, querido, é assim. Não acho que sou ninfomaníaca. Até fui a um psicólogo e ele disse que meu comportamento não era anormal. Quanto ao motivo de estar deixando isso acontecer... Bem, no primeiro dia deixei você me masturbar no chuveiro porque estava há um tempo sem poder fazer isso, e com as mãos assim, resolvi aproveitar. Além disso, foi você quem passou o dia inteiro se esbaldando com meu corpo e quem, no chuveiro, começou a passar a lateral da mão na minha buceta. — David se mexeu, inquieto. — Não, não é uma reclamação. Eu te amo demais e, pra ser sincera, gosto do seu corpo. Estou curtindo muito esses dias. Pensava em esperar tirarem os curativos pra conversar com você, mas já que começamos... Você se sente mal depois de fazer essas coisas com sua mãe?David engoliu saliva.- Na primeira noite depois de te colocar na cama, eu me masturbei pensando em como tinha te masturbado e no teu corpo pelado. Depois me senti muito mal por ter feito aquilo com minha mãe e ainda por ter me masturbado pensando em você. No dia seguinte, tava convencido de que ia parar, mas só pensava em te ter pelada de novo no chuveiro. Mas com o que rolou ontem à noite com a masturbação e o que a gente fez hoje... É que não sei, é como se eu não conseguisse pensar nem me segurar, e depois me sinto um lixo.
— Mas, David, não fica mal não. Eu também me surpreendi no começo e fiquei remoendo o que tinha rolado entre a gente. Mas não tem problema. Eu gosto do que a gente tem, adoro sentir como você me deseja. O problema é a moralidade da sociedade, não a gente. E ninguém nunca vai ficar sabendo disso, né?
— Não, claro que não, mãe.—disse David, muito nervoso.Nem me passaria pela cabeça.
- Isso tá bom. Pois eu gostaria de continuar com o que a gente tem. Adorei que você me comeu. Vai dormir e pensa nisso tudo, e amanhã me fala se quer continuar sendo meu amante. Não quero te pressionar de jeito nenhum.Ela começou a me beijar na boca e se levantou da cama com um sorriso nos lábios.- Ei, David.Falei pra ela quando ela tava quase saindo pela porta.- Sim?
— Você insistiu tanto em não ter enfermeira só pra me ter à sua mercê?Ele ficou um pouco vermelho.- Sim, mamãe. Já faz tempo que te desejava.
- Te amo, filho.Sorri satisfeita.- Coloca o despertador que amanhã a gente tem que ir no hospital pra trocar meus curativos e cuidar dos enxertos.
- Sim, mãe, já tava colocado. Também te amo. Boa noite.Fechei os olhos pra dormir quando me toquei que a gente tinha esquecido completamente que eu tava pelada. Pelo menos eu tinha esquecido, já não sabia mais o que passava na cabeça do meu filho mais novo.
Na manhã seguinte, o David veio me acordar. Eu tinha dormido super bem naquela noite. Ele me ajudou a levantar, dizendo que eu precisava tomar um banho antes da gente ir. Agarrou minha bunda pelada com as duas mãos e começou a me beijar de boca aberta enquanto eu sentia o pau dele duro dentro da calça batendo na minha buceta nua. Parece que meu filho tinha decidido que não tinha nada de errado em continuar sendo meu amante.
Depois a gente foi pro chuveiro e ele se pelou pra tomar banho comigo. Foi um banho rápido, com uns amassos do meu filho no meu corpo nu e só. Daí ele me levou pro quarto pra me vestir.
Eu já não falava mais nada. Ele me tocava quando queria, me beijava quando queria e me vestia do jeito que queria. Eu ri quando vi o que ele tinha separado pra mim. Uma regata com um decote bem generoso e uma saia bem leve combinando. Depois ele chamou um táxi e a gente foi pro hospital. Quando chegou minha vez, o David falou pra eu entrar sozinha que ele tinha que resolver uma parada.
A consulta foi bem de boa. Eu me assustei um pouco quando tiraram os curativos, mas meu cirurgião disse que não tinha problema, que tava cicatrizando muito bem. Aí um enfermeiro bonitinho passou um creme nas minhas mãos enquanto eu via os olhos dele desviando pro meu decote. Eles me enfaixaram de novo e falaram que em três dias já podiam tirar as ataduras.
Quando saí, encontrei o David me esperando no corredor. Ele perguntou como tinha sido e o que me disseram, e eu contei tudo com um sorrisão no rosto, tava mais feliz do que há muito tempo. O David colocou a mão nas minhas costas e a gente começou a andar enquanto eu continuava falando. Quando me dei conta, não sabia onde a gente tava, a gente não tinha entrado por ali.— David?
- Dei uma pesquisada no hospital. Vem comigo.Seguimos por outro corredor e pegamos um elevador. Ele apertou o botão mais embaixo e saímos num estacionamento subterrâneo. Andamos mais um pouco e ele abriu outra porta. Estávamos nas escadas que davam pro subsolo.
David fechou a porta e, sem dizer nada, começou a me beijar com gosto enquanto abaixava minhas alças e tirava meus peitos pra fora, tomando cuidado pra não esfregar as mãos. Eu sentia um pouco de medo e tesão em fazer aquilo ali com ele, mas me deixei levar como sempre. Ele apalpou meus peitos por um instante e me fez virar de costas. Me ajudou a apoiar os braços no corrimão da escada e senti ele baixar minha calcinha até os joelhos. Depois levantou minha saia e eu soltei um gemido ao sentir o pau dele esfregando na minha buceta.- Mmmm David, aqui mesmo?
- Sim, aqui.Comecei a me molhar muito rápido. Meu filho pequeno começou a meter a pica devagar até enfiar ela toda dentro de mim. Ele agarrou meus peitos por trás e começou a me foder num ritmo médio pra não fazer muito barulho.- Ah, caralho David, que delícia...Eu sussurrava pra ela.- Você me deixa louco, mãe. Você é uma gostosa.Continuou me comendo enquanto apalpava meus peitos. Eu gemia o mais baixo que podia, mas já estava chegando ao orgasmo pelo tesão da situação.- Amor, vou gozar agora... continua assim... não para...
— Mãe, no outro dia quando voltei das compras e te levei ao banheiro, vi seu celular... e peguei ele, mãe. Naquela noite, fiquei olhando seus e-mails...Porra, já entendi a cara de nervo quando ela me deu o celular ontem. Ela devia ter enfiado de novo no sofá na manhã seguinte.- O que você tá dizendo, David? Ohhh... continua, meu amor...Tava morrendo de medo do que meu filho podia ter descoberto e do que ele ia pensar de mim. Mas aproveitou que eu tava quase gozando pra me contar.- Vamos, vai se foder, mãe... depois a gente fala em casa... sobre a coleção de paus e mensagens sujas que você tem...De repente, começou a me meter com força e não consegui evitar gemer mais alto. Comecei a gozar pra caralho enquanto meu filho me socava contra aquela grade, e pouco depois senti ele gozar dentro da minha buceta, com um fio de porra escorrendo pela parte de dentro da minha coxa.- Vem cá, arruma bem minha roupa que a gente fez muito barulho.Ela me vestiu com cuidado e voltamos para o elevador. Me olhei no espelho e tava com a cara toda vermelha. Saímos e fomos em direção à saída.- Ei David, aquela parada do celular...
- Não tem problema, mãe. A gente conversa quando chegar em casa.Fiquei olhando pra frente enquanto a gente andava pelo hospital, pensando no que tinha acabado de rolar. Na noite anterior, meu filho tava arrependido de ter me comido, e agora a gente tinha acabado de fazer isso num lugar público, e ele me contou o que descobriu sobre minha vida sexual enquanto me comia por trás pra me deixar com tesão. Tava começando a achar que não conhecia meu filho tão bem quanto pensava. Quem sabe na juventude frustrada dele, de punheteiro sem transar com minas, o que ele tinha visto na internet. Eu também via pornô de vez em quando e, sinceramente, o pornô atual não é um bom conselheiro pros jovens.
Voltamos de táxi quase sem falar e entramos em casa. David pegou na minha bunda e me levou pro quarto. Começou a me beijar de novo e a me despir. Sabia que dessa vez tinha que parar ele, que a gente precisava conversar sobre a "outra vida" da mãe dele. Mas me deixei levar. Era mais forte do que eu continuar naquele jogo de ser usada por ele. Me deitou na cama com cuidado e se despiu, foi na minha bolsa, pegou meu celular e se deitou na cama do meu lado.- Ei, David...Comecei enquanto olhava ele mexer no meu celular.— Mamãe, eu já imaginava que você tava se encontrando com alguém. Sempre os horários que você voltava em certos dias e o jeito que se arrumava. Mas não pensei que você tava saindo com mais de um! Mas pra mim tanto faz. Isso é igual ao nosso lance, enquanto você tiver curtindo, ninguém tem que te julgar.Mas é claro! E agora ela usava meus próprios argumentos contra mim. A verdade é que me senti aliviada com aquilo. Basta uma mulher ter vários encontros sexuais com alguém que não seja seu parceiro oficial pra virar a puta do bairro.- Mamãe, me fala sobre o Carlos.
- Como? O que você quer que eu te conte?
Me conta como vocês se conheceram.Porra, justo com o Carlos, que ia ser só uma foda de uma noite...- Bom, saí pra balada com a Vero, só nós duas. Fomos pra uma danceteria com um clima mais jovem do que eu curto, mas a Vero me convenceu. A gente tava dançando juntas e bebendo, aí...Senti os dedos do meu filho pousarem na minha bucetinha, me acariciando por fora.— E os moleques te olhavam muito, mãe? Eu com certeza teria te olhado, me conta.Mas o que é que tava rolando?- Pois é, eles estavam mesmo me olhando. A verdade é que naquela noite a gente tava mostrando bastante.
— E você gostava que te olhassem, mamãe?Ela começou a enfiar a ponta do dedo na minha buceta repetidamente.- Mmm, sim, eu adorava. Ficar ali naquela balada, cheio de mina novinha, e os caras olhando pra mim e pra Vero, eu curtia pra caralho.
- Continua com a parada do Carlos.
- Pois é, o Carlos e uns amigos chegaram quando a gente parou de dançar um pouco e foi no balcão pedir umas bebidas. Eles se apresentaram e deram dois beijinhos na gente. Desde o primeiro momento, eu reparei nele. Eu curto muito o corpo de caras magrinhos, sem aquela cara de maromba de academia, e a gente começou a conversar.
- E ele aproveitava pra te apalpar enquanto se aproximava pra falar contigo, mãe? Com a música tão alta, vocês deviam estar bem juntinhos.Sentia uma pulsação na buceta toda vez que me chamava de mamãe enquanto eu me masturbava e perguntava sobre outro homem.- Bom, no começo ele colocava a mão na minha cintura. Eu tava bem de boa por causa dos drinks e ele ser tão gostoso, então deixei rolar. No fim, ele tava passando a mão na minha bunda enquanto sussurrava no meu ouvido.Meu filho enfiou o dedo bem fundo na minha buceta enquanto eu soltava um gemido. Ele começou a me masturbar devagar.- E o que a mamãe te dizia?
- Aaah... Tava me dizendo que gostava muito de mim. Que morava com um colega da faculdade, mas que agora tava na festa. Que se eu quisesse, a gente podia ir pro apartamento dele tomar o último drink.
- E aí, você foi com ele?
Falei pra ele que tava com a Vero, que não podia deixar ela sozinha. Mas ele foi falar com um dos caras que tava com a Vero e convenceu ele a acompanhar ela pra casa. Vi os dois conversando com a Vero e aí ela veio e disse que não tinha problema, que não queria cortar meu barato, mas que ia embora de táxi porque eu tinha ficado com o melhor. A gente se deu dois beijos e eu vi ela se despedir dos outros, que pelos gestos imploravam pra ela ficar. Depois o Carlos voltou comigo e perguntou se a gente ia embora.
- E aí, o que você respondeu pra ela?
- Eu disse que sim e dei um aperto suave na pica dele por cima da calça.
- Como? Repete pra mim.David me disse, me masturbando mais rápido.Dei um aperto suave na pica dele por cima da calça.
- Muito bem, continua.Muito bem, continua." Essa frase só indicava que aqueles dias tinham surtido o efeito que eu queria. Que meu filho assumisse o controle sabendo que eu não pretendia negar nada a ele.- A gente se pegou um pouco numa das ruas. Ele beija muito bem. Depois subimos pro apartamento dele e fomos pro quarto. A gente se beijava lá em pé enquanto se despia um ao outro até não sobrar nenhuma roupa nos nossos corpos.
— E quando você viu isso?David tava me mostrando no meu celular um dos vários e-mails com a foto da pica gigantesca do Carlos. Por cima da tela do celular, vi que meu filho tava com a pica dura como pedra, sem nem tocar nela. Comecei a me molhar de um jeito bestial.- Pois fiquei pasmada de encontrar uma rola daquelas num corpo tão magro. Sem pensar, estendi as duas mãos e comecei a acariciar a rola e as bolas dele, e logo já tava fazendo uma punheta com as duas mãos enquanto a gente se beijava. Daí ele perguntou se eu gostava da rola dele e eu falei que amava. Então ele perguntou se eu queria chupar ela. Sentei na cama e comecei a mamar aquela piroca grossa, quase não cabia na minha boca. Lambia o tronco inteiro e babava tudo, mas não conseguia enfiar muita daquela rola na boca. Ele, no entanto, tava curtindo meu boquete, então continuei chupando.Olhei pro meu filho e vi ele de olhos fechados, se masturbando com a mão livre enquanto me punhetava. Eu sou muito aberta pra sexo, mas tava achando muito estranho ver meu filho tão excitado enquanto eu contava como a mãe dele tava mamando na pica de um jovem que acabara de conhecer.— E aí, o que aconteceu depois, mãe?Perguntou interrompendo meus pensamentos.- Me deitei na cama, toda tesuda, com as pernas abertas, e Carlos subiu em cima de mim, passou o pauzão dele na minha buceta molhada e começou a me foder.Naquele momento, David se colocou por cima de mim, enfiou a rola na minha buceta com uma estocada forte e começou a me foder.- Assim, mamãe? Assim que ele te comia?Eu comecei a gemer enquanto olhava nos olhos dele, tava completamente fora de mim.— David, mas que...?
- Me fala, mamãe, fala se eu te comia assim...Não pude evitar me render ao desejo dela.- Sim, meu amor. Eu tava dando mesmo desse jeito. Igual você tá agora, enfiando a pica com força.Meu filho começou a me foder bem rápido.- E você gostava de como ele te comia? Me fala, putinha, você gostava de como ele te comia?Ele acabou de me chamar de putinha. Senti minha buceta encharcar e começar a pulsar. Ia gozar a qualquer momento.- Sim, porra, eu adorava como ele me comia. Ele tava me comendo como um campeão. Ai, Deus, David, vou gozar!!
- Vamos gozar, sua putinha, eu também vou gozar agora, mas quero ver você gozando, me deixa muito excitado.Começamos a gozar quase ao mesmo tempo. Tinha sido uma fodida do caralho. Meu filho tinha me deixado com um tesão da porra.- Ei, gostosa.Eu falei pra ela quando estávamos os dois deitados, com a respiração ofegante.E isso que acabou de rolar?
- Então vou te contar meu segredo. Eu costumo ver pornô no computador, mas o que mais me atrai são os sites de contos eróticos. Comecei há alguns anos lendo de tudo, mas os que mais me excitam são aqueles que contam como um marido faz a esposa transar com outro e depois ela conta pra ele, porque ele fica de pau duro sabendo que é um corno manso. E isso também me excita. Quando vi os e-mails no seu celular, pensei: "quem me dera ter coragem de realizar essa fantasia com você". E ontem à noite, quando você disse que o que a gente faz é bom e deu a entender que eu estava no controle... resolvi experimentar.Fiquei ali deitada, com o esperma do meu filho escorrendo da minha buceta atônita com o que ouvia. Ele curte que a mulher com quem ele transa dê pra outros caras e depois conte pra ele enquanto ele come ela. Sempre achei que isso era fantasia de cara com pau pequeno ou que não aguenta nem dois minutos trepando.— Vou te levar pro salão e trocar seus lençóis antes do jantar.Voltamos a nos beijar, ele me vestiu, me deixando de novo só de fio dental e sem sutiã, e me acompanhou até a sala pra ligar a TV. Fiquei ali processando o que tinha acabado de rolar. Talvez isso estivesse saindo do controle, mas porra, que transa boa que eu acabei de ter. Então me relaxei no sofá e decidi continuar me deixando levar pelas fantasias do meu filhote.Continua...
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