Desvirgada Consentidad

Desvirgada
Com o Selo do Prazer e do Morbo…

No inverno de 2002, quando eu tinha uns 20 anos, tive uma experiência inesquecível, que me fez gozar igual um louco, me mostrou o infinito e virou minha cabeça. Agora vou contar o que rolou naquela noite incrível. Eu tinha sido convidado por uns amigos meus pra um churrasco, num condomínio nos arredores da Capital. Os convidados eram umas 30 pessoas, mas infelizmente, e como geralmente acontece nessas ocasiões, éramos mais homens do que mulheres, então eu tentei botar uma boa energia no rolê, pra curtir o máximo possível, mesmo sem esperança de sair com alguma mina do lugar. A maioria das garotas era conhecida minha, todas entre 19 e 21 anos, algumas muito gostosas mas com um nível de burrice na cabeça que chamava a atenção. Mas tinha duas mulheres, melhor dizendo duas "gostosas" que rachavam o chão, e que eu nunca tinha visto na vida. Um amigo meu me apresentou elas, já que eram amigas dele: uma se chamava Daniela, de 18 anos, e a outra Luciana, de 18 anos, duas minas lindíssimas. A mais nova das duas tinha uns peitos do caralho, que tiravam o fôlego de qualquer um — devia ter uns 120 de peito, uma bunda redonda, bem desenhada embora não muito grande, e uma cara de anjo, que te inspirava paz, paciência e tranquilidade. Como eu tava enganado! Ela tinha 1,70m e vestia a roupa bem justinha, feito uma gostosa no cio. Não vou perder tempo descrevendo a Luciana, já que quem deu asas à minha loucura sexual foi a Daniela. Logo depois de nos conhecermos, começamos a bater um papo amigável, sobre vários assuntos, tipo família, costumes, viagens, gostos, desejos e objetivos… e contamos o que a gente fazia da vida. Nisso, já tínhamos terminado de comer fazia mais de uma hora e no lugar o álcool tava voando. A gente tava se preparando pra uma noite completa, a todo vapor! Continuamos conversando um pouco, molhando nossas bocas com espumante e de repente, a conversa chegou num ponto crítico: a Masturbação. Daniela admitiu pra mim que se masturbava quase todo dia, e que no geral, dava uns tesões terríveis de noite. Ela tava namorando, obviamente o cara dela tava em Caracas naqueles dias, fazia um tempo, e depois de um tempo, ela admitiu que era virgem, mas falou:
— É um assunto que não me incomoda, não me preocupa; sei que a hora vai chegar, e não vou ter problema nenhum em fazer amor quando for a hora. Meu namorado também é virgem, e por enquanto, não quer ter relações sexuais comigo.
— Pobre infeliz! — falei sem pensar, o álcool me faz falar demais.
— Por que você diz isso? — perguntou meio ofendida.
— Tem uma gostosa do teu lado como você, e não é capaz de te comer direito! Se eu fosse seu namorado, você ia viver na cama e eu ia te comer todo dia.
Ela ficou vermelha, a amiga dela sorriu e depois riu, mas ela não disse nada. Passaram uns minutos tranquilos. Eu confessei que também tava namorando e que mantinha uma boa vida sexual com a minha mina. Naquele momento, eu senti que algo bom ia rolar e soube que eu mesmo tinha o controle da situação. Só precisava agir na manha, sem fazer ou falar nenhuma merda. Dali pra frente, o resto da noite dependia de mim. Continuamos conversando por mais um tempo, e eu ia ficando com tesão aos poucos, cada vez mais… e mais… Daniela me olhava com uma cara de desejo incrível, e num momento ela falou:
— Eu queria que você morasse na Venezuela, pra gente se ver mais, você é muito legal. — Essa última frase acabou de me acender, e meus sentidos interpretaram que essa mina tava precisando de uma boa pica, ou de uma guerra total.
Quando chegou a hora de ir dançar, um por um, todos os carros foram saindo, e Daniela disse que queria ir comigo pro baile, no meu carro. Não precisou fazer nem falar mais nada. Eu ainda tinha minhas dúvidas se ia rolar algo ou não, mas o fato de ficar só nós dois no carro, logo me deu uma baita esperança. Ela sentou no banco do carona e não falou nada. A gente não tinha andado nem 200 metros pelas ruas internas do condomínio, quando eu parei o carro.
— Você me deixaria te dar um beijo?
Eu tentava ser o mais formal possível, por causa dos namoros de nós dois; se a gente fosse trair, pelo menos que fosse com o consentimento dos dois, e não forçado.
— Sim! — Ela disse.
Ela concordou balançando a cabeça, e na hora eu meti o beiço; a gente se apertou forte, com dentes, lábios e línguas se misturando e virando uma coisa só, que dava muito prazer e esquentava a gente demais. Daniela pegou minha mão direita e colocou na buceta dela, como pedindo pra eu esfregar um pouco; eu não podia acreditar, mas comecei a trabalhar na xota dela na hora, por cima da calça, e ela começou a gemer. A gente continuava se beijando, e daqui a pouco eu já tava pegando nos peitões duros dela, que pareciam dois músculos malhados. Na hora eu tirei a blusa dela e chupei bem os peitos, enquanto saboreava e massageava com minhas mãos. Eu passava a língua por cima dos dois bicos, que deviam ter uns 5 cm de diâmetro naquele momento, e estavam tão duros que cortavam vidro. Claro, Daniela queria meu pau a todo custo, então ela se jogou na minha virilha e começou a apalpar meu pacote, que já tava duro que nem um sabre curvo. Ela acariciava, apertava, e eu gozava que nem um condenado… Depois de um minuto, ela abaixou o zíper da minha calça e tirou meu pau.
— Mas que pau. — Só falou.
A venezuelana fogosa começou a me masturbar com uma suavidade que parecia ser expert no assunto, ou melhor, parecia ter nascido com um pau duro nas mãos. Eu tava amando, ela me levava a um nível de excitação supremo; mas o que mais me pegava era a cara de puta que a Daniela fazia enquanto me masturbava. De repente, ela sozinha levou meu pau na boca dela, e comeu tudo, fazendo um boquete perfeito, com o ritmo ideal, as carícias nos ovos, e os gemidos de uma profissional do sexo. Foi algo que nunca vou esquecer. Eu não podia acreditar como essa flor de puta ainda era virgem… evidentemente, tinha uma contradição. Como eu não queria diminuir o tesão da novinha, puxei a calça dela pra baixo, e enfiei um dedo dentro da buceta dela, que já estava lubrificada como pra deixar entrar um caminhão… muito mel escorria pela vulva e pelos lábios carnudos. O clitóris dela aparecia, como pedindo pra cuidarem dele logo. Fiz a masturbação com um, dois e depois três dedos; a Daniela quase chorava de prazer.
Haaaaaa, haaaaaaa, haaaaaaa, haaaaaaa, haaaaaaa, haaaaaaa, haaaaaa, haaaaaa, haaaaaa, haaaaaa, haaaaa, haaaaa, ha. – Ela gemia como uma depravada.
De vez em quando ela pegava meu pau de novo, como se não quisesse soltar aquele instrumento duro em momento nenhum. Nós nos despimos completamente, e fomos pra um lugar mais tranquilo, já que a rua onde a gente tava estacionado era bem movimentada, então pra evitar problemas, fomos pra uma rua quase abandonada, sempre dentro do condomínio. Chegamos e passamos direto pros bancos de trás do carro; assim a gente ficava muito mais confortável. Juro que a buceta da venezuelana exalava um cheiro delicioso, que tinha enchido completamente o interior do veículo. Eu morria de vontade de saborear aquele manjar dos deuses, então comecei a chupar a ppk dela; enfiava a língua até onde dava, sugava o clitóris e mordia com amor os lábios vaginais carnudos. De vez em quando enfiava um dedo até o fundo, e roçava o cu dela com outro dedo.
– Haaaaaa, haaaaaa, haaaaaa, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaa. – De repente eu arrancava os orgasmos dela. – Ha, ha, ha, ha, ha, haaaaai, eu vou gozar haaaaaaa.
Então concentrei minha língua no clitóris dela, e em 10 segundos ela teve um segundo orgasmo que a mandou à lua.
—Aaaaaaahhhhhhhhhhhhh! —Ela gritou por quase um minuto, esmagando minha cabeça contra a buceta dela, pedindo mais, quase sem me deixar respirar. Eu não conseguia acreditar.
—Não aguento mais isso. —Falei, e ela me olhou. —Tenho que te comer gostoso, sua gostosa.
Eu tinha uma quantidade industrial de porra dentro de mim, só pra ela.
—Me come do jeito que quiser, mas de camisinha. —Ela disse, toda excitada também.
Vesti a camisinha na velocidade da luz e me joguei em cima da Daniela. Coloquei as pernas dela nos meus ombros e deixei o caminho livre pra buceta dela. Enfiei o pau bem devagar, lembrando que ela era virgem, tentando evitar qualquer dor da penetração do meu membro de 18 centímetros de carne. Doeu um pouco quando entrei até o fundo, e umas lágrimas escaparam, mas logo a mina tava gozando como ninguém.
—Haaaaaa, haaaaaaa, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaaaa…. Isso, isso assim haaaa gostoso, me dá mais, mais forte assim haaaaaaaaaaa.
Comi ela com tudo, até o fundo, pra arrebentar as entranhas dela, encher ela de porra. Aumentei o ritmo e fui até o limite, quase gozando.
—Mete mais fundoooo, e tira pela bocaaa. —Ela disse. Isso me deixou louco de vez. Haaaaay, haaaaaaaay, já vou gozar de novo haaaaaaaaaaa.
Então meti mais umas 4 ou 5 vezes, e nós dois explodimos num orgasmo delicioso, que quase nos fulminou.
—Haaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa!
Gritamos feito loucos por vários segundos, e ficamos exaustos, um em cima do outro. Daniela disse que tinha gozado como nunca na vida, que sentiu um prazer indescritível, e que lembraria dessa foda pelo resto dos dias, por ter sido a primeira. Olhei o relógio, e eram 5 da manhã. Tava foda, porque ela tinha que encontrar a amiga Luciana, que a essa altura já devia estar de volta na capital. Eu tinha que levar ela de volta. Infelizmente, não conseguimos transar uma segunda vez por causa do tempo, mas na volta pra cidade, a venezuelana tratou de me dar um boquete dos deuses enquanto eu dirigia. Gozei na boca dela, e minha querida Daniela engoliu toda a porra, como despedida e prova de apreço por essa pica que tanto a fez gozar. Dois dias depois, ela voltou pra Venezuela, e nunca mais a vi.
Fim…

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