Transformando-me Numa Submissa
Com o Selo de Prazer e Perversão…
Fazia um tempo que meu relacionamento, que já estava perto de completar 4 anos, não ia bem e eu buscava uma saída, algo diferente, mesmo que fosse só compartilhar experiências, trocar opiniões… sem precisar mostrar o rosto pra quem fosse meu confidente. Foi por isso que decidi me aventurar de novo no mundo das redes. Depois de um tempo passeando por chats e falando com ninguém, já que não tinha ninguém que realmente valesse a pena, apareceu Ele, um cara educado e interessante, e embora fosse um pouco mais velho que eu, a gente se conectou na hora. Depois de trocar algumas palavras, continuamos a conversa, onde seguimos falando toda semana por meses, me apresentando um mundo sobre sexualidade, porque diferente d'Ele, minhas experiências naquela época eram poucas, só um ménage e uma aproximação com o mundo BDSM com quem até então era a única pessoa com quem eu tinha me relacionado. Além disso, naquela época eu era uma garota mais tímida, sempre me preocupando com o "que vão pensar", e com mais preconceitos do que tenho hoje. Conversa após conversa, a temperatura subia, e meu papel de submissa inexperiente despertava o lado dominante dele. Naquele momento, meu estado de espírito não era dos melhores, mas ele se esforçava pra tentar tirar de dentro de mim aquela slutty que um dia viu o sol, mas que tinha desaparecido, frustrada, por não encontrar no namorado o que ela precisava. Isso, somado a algumas videochamadas e umas fotos eróticas, foi despertando em mim um certo interesse, desejo e excitação, me incentivando a nos encontrarmos cara a cara. Mas eu não podia, sabia que se isso acontecesse, nossos corpos iam acabar se unindo, e minha consciência me dizia que eu não podia enganar daquele jeito a pessoa com quem eu estava dividindo minha vida. As conversas online continuaram rolando, falando de tudo um pouco, como dois bons amigos fariam, mas sempre com o pano de fundo daquela forte atração sexual que existia entre nós. Passaram-se sete meses, e meu relacionamento… explodiu. Vieram tempos difíceis marcados pela dor, aquela que nasce do fundo da alma e rasga a gente por dentro. Mas Ele estava lá, me apoiando e me aconselhando, sempre tão respeitoso, deixando de lado nossos sentimentos mais obscenos. Foram necessários três meses e várias circunstâncias pra eu perceber que não podia continuar afundada no fundo do poço, que tinha que seguir com a vida, e ia começar minha nova etapa fazendo o que há tanto tempo acendia uma chama dentro de mim… Ia me entregar a Ele como submissa. E foi assim que, uma semana depois, eu estava na frente da casa dele. O nervosismo tomou conta de mim, porque nunca tinha sido submissa de ninguém, nem tinha tido uma sessão de verdade, mas no fundo eu tinha a tranquilidade de que, apesar de sermos dois desconhecidos, ele conhecia meus gostos e meus limites, e eu confiava plenamente Nele. A porta se abriu e nossos olhares se cruzaram pela primeira vez. Algo se mexeu dentro de mim. Nos cumprimentamos com um "Oi". – E entrei. Deixei minhas coisas, e mal tínhamos trocado quatro palavras, quando fui surpreendida por um beijo intenso. "Tira a roupa." – Ele ordenou, enquanto se sentava, pronto pra curtir o espetáculo. Lá estava eu, de pé no meio da sala, sentindo os olhos dele cravados em mim. Fiquei vermelha, me sentindo um objeto, observada enquanto tirava cada peça de roupa até ficar completamente nua. "Abre as pernas e coloca as mãos atrás da cabeça." – De novo, obedeci. Ele começou a apalpar meu corpo inteiro sem delicadeza nenhuma, buscando minha humilhação. "Já volto, não se mexe." – Ele disse. Não demorou pra voltar, trazendo meu novo uniforme: um par de meias, uma cinta-liga de vinil e uns sapatos de salto, tudo preto. Me vesti atrapalhadamente sentada no colo dele, molhando a calça dele com minha buceta, e me levantei. "Vem." – Ele me colocou na frente de um espelho de corpo inteiro e colocou uma coleira em mim, também preta. Um arrepio me percorreu o corpo dela.
A sensação de sentir aquele enfeite rodeando meu pescoço era indescritível.
— Se olha, o que você vê? — ele sussurrou no meu ouvido.
Não vou negar, eu me via estranha, pouco acostumada a me vestir daquele jeito, mas dava pra ver uma putinha pronta pra ser usada pelo seu Dono.
— Me despe… e começa pelo pescoço. — ele ordenou.
Me virei e comecei tirando a camisa dele. Meus lábios buscaram o pescoço dele, e foram descendo pelo torso. Eu, consciente de que Ele observava minha parte de trás no espelho, tentava me abaixar de um jeito sugestivo, de modo que minha bunda ficasse bem exposta.
Quando cheguei no umbigo dele, me ajoelhei e tirei a calça, revelando a ereção dele por baixo da cueca, que fui descendo enquanto meus lábios percorriam a virilha e o púbis raspado. Com o pau dele ereto na minha cara, era grande, uns 20 centímetros de comprimento ou mais, e bem grosso. Olhei pra cima, e o olhar penetrante dele me fez desviar o meu na hora e focar na delícia que estava a poucos centímetros, e que não demorei a levar à boca. Envolvi a glande dele com meus lábios e comecei a salivar e brincar com a língua, que continuou deslizando pelo tronco até a base, e subindo de novo pra dessa vez meter o pau de tamanho considerável na minha boca. Depois de vários minutos mergulhada num boquete em que tentei dar o meu melhor, ele me agarrou pela cabeça e aprofundou até minha garganta, me fazendo engasgar, o primeiro de vários que vieram depois, porque já fazia tempo que ele queria foder minha boca. A sensação não era prazerosa, mas minha excitação só aumentava. Quando ele achou que já bastava, me fez recuar, deixando vários fios de baba entre a glande dele e meus lábios. Ele me deitou no sofá e abriu minhas pernas, podendo assim observar pela primeira vez a bucetinha aberta da putinha dele. Aproximou a boca e afundou a língua nos meus sucos, iniciando uma espécie de tortura no meu clitóris, procurando a área mais sensível e fazendo com que eu me contorcesse.
--Vamos pra cama. -Ele disse. Eu o segui até o quarto dele, que estava na penumbra. --De quatro. -Obediente, me coloquei na posição.
Mas nada acontecia, só se ouviam meus gemidos de excitação, até que de repente a mão dele bateu numa das minhas nádegas, seguida de uma leve carícia. Levei mais umas palmadas, nada exagerado, porque Ele sabia que primeiro precisava avaliar meu limite de dor.
--Tá com vontade de eu te comer, sua putinha? -ele perguntou. Depois da minha resposta afirmativa, ouvi o som do plástico de um preservativo e ele colocou o pau na minha entrada molhada. --Vem buscar. -E aos poucos meu interior foi se abrindo, acolhendo todo o comprimento dele. Ele começou a me foder, aumentando a intensidade aos poucos, enquanto segurava meu cabelo preso num rabo de cavalo. --Olha pra você, que putinha que você é. -Essa frase fez minha lubrificação aumentar a um ponto que eu nunca tinha chegado.
A cada estocada, eu sentia minhas pernas cobertas pela meia-calça escorregando pros lados, e sem conseguir evitar, acabei deitada, presa entre o corpo dele e os lençóis.
--Haaaaaaaaaaaaaaaa, ha, ha, ha, ha, ha, Haaaaaaaaaaaaaaaaaa, ho, ho, ho, ho, ho, ho, Mmmmnnnnn, Mmmmnnn, ha, ha, ha, ha, ha Mmnmnnn, ha, ha, ha, ha, haaaaaaai…
A respiração dele roçava minha nuca e uma das mãos dele agarrou meu pescoço, dificultando minha respiração e fazendo meus gemidos saírem entrecortados.
--Haaaaaai… Mmmmnn, ho, ho, ho, haaa Mmm ha… Haaaa, haaaaaaaaa, Haaaaaaaaai… ha, ha, ha, ha, ha, ha, ahhhhhhhh hufffffffff Mmmmnn, Mmnnn, haaaaaaaaaaaaaaaai… ohhhhhhhhh, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, Haaaaaaaaai…
Ele me fodiu sem piedade, e acho que minha cara foi se transformando a cada segundo na de uma puta safada, porque quando virei levemente, ele sussurrou no meu ouvido "gostosa". E eu não consegui evitar soltar um gemido alto. Depois de um tempo, ele saiu de dentro de mim e se deitou sobre a costas.
—Agora, sua putinha, é sua vez de trabalhar. —Ele me disse. Então, obediente, subi em cima dele pra cavalgá-lo. Pela primeira vez, nos olhamos fixamente. —Você topa com os grampos? —ele perguntou.
—Sim. —sussurrei.
O que senti em seguida foram grampos sendo presos nos meus peitos, um após o outro, três em cada. Pra minha surpresa, minha buceta ficou ainda mais molhada, e ele não se conteve: me agarrou pelas nádegas e voltou a me foder do jeito dele. Depois, resolveu mudar os grampos de lugar. Deitada de barriga pra cima, ele colocou dois em cada um dos meus lábios maiores e começou a me masturbar. A sensação de prazer misturada com a dor causada por aqueles pequenos objetos foi me levando em direção ao orgasmo, mas fui interrompida pela remoção súbita dos grampos. Um segundo depois, ele enfiou o pau de novo em mim, e foi aí que eu inevitavelmente alcancei o clímax tão desejado.
—Ah, ah, ah, ah, ah, Continuaaaaa, ah, ah, ah, ah, aaaaaaai, Mmmmnnnnn… Ahhhh ohhh que delícia, Siiiiim…
Como uma boa submissa, eu tinha que agradecer ao meu Amo pelo orgasmo que ele me deu. Conhecia o gosto dele por brincadeiras anais, então não pensei em jeito melhor de retribuir do que enfiar uns dedinhos nele sem ele pedir, enquanto ele se masturbava, e ao mesmo tempo lamber e chupar as bolas dele com minha boca. Não demorou pra porra jorrar, caindo na barriga dele. Limpei com minha língua as últimas gotinhas que ficaram na glande, e nós dois caímos extasiados no colchão.
Fim…
Com o Selo de Prazer e Perversão…
Fazia um tempo que meu relacionamento, que já estava perto de completar 4 anos, não ia bem e eu buscava uma saída, algo diferente, mesmo que fosse só compartilhar experiências, trocar opiniões… sem precisar mostrar o rosto pra quem fosse meu confidente. Foi por isso que decidi me aventurar de novo no mundo das redes. Depois de um tempo passeando por chats e falando com ninguém, já que não tinha ninguém que realmente valesse a pena, apareceu Ele, um cara educado e interessante, e embora fosse um pouco mais velho que eu, a gente se conectou na hora. Depois de trocar algumas palavras, continuamos a conversa, onde seguimos falando toda semana por meses, me apresentando um mundo sobre sexualidade, porque diferente d'Ele, minhas experiências naquela época eram poucas, só um ménage e uma aproximação com o mundo BDSM com quem até então era a única pessoa com quem eu tinha me relacionado. Além disso, naquela época eu era uma garota mais tímida, sempre me preocupando com o "que vão pensar", e com mais preconceitos do que tenho hoje. Conversa após conversa, a temperatura subia, e meu papel de submissa inexperiente despertava o lado dominante dele. Naquele momento, meu estado de espírito não era dos melhores, mas ele se esforçava pra tentar tirar de dentro de mim aquela slutty que um dia viu o sol, mas que tinha desaparecido, frustrada, por não encontrar no namorado o que ela precisava. Isso, somado a algumas videochamadas e umas fotos eróticas, foi despertando em mim um certo interesse, desejo e excitação, me incentivando a nos encontrarmos cara a cara. Mas eu não podia, sabia que se isso acontecesse, nossos corpos iam acabar se unindo, e minha consciência me dizia que eu não podia enganar daquele jeito a pessoa com quem eu estava dividindo minha vida. As conversas online continuaram rolando, falando de tudo um pouco, como dois bons amigos fariam, mas sempre com o pano de fundo daquela forte atração sexual que existia entre nós. Passaram-se sete meses, e meu relacionamento… explodiu. Vieram tempos difíceis marcados pela dor, aquela que nasce do fundo da alma e rasga a gente por dentro. Mas Ele estava lá, me apoiando e me aconselhando, sempre tão respeitoso, deixando de lado nossos sentimentos mais obscenos. Foram necessários três meses e várias circunstâncias pra eu perceber que não podia continuar afundada no fundo do poço, que tinha que seguir com a vida, e ia começar minha nova etapa fazendo o que há tanto tempo acendia uma chama dentro de mim… Ia me entregar a Ele como submissa. E foi assim que, uma semana depois, eu estava na frente da casa dele. O nervosismo tomou conta de mim, porque nunca tinha sido submissa de ninguém, nem tinha tido uma sessão de verdade, mas no fundo eu tinha a tranquilidade de que, apesar de sermos dois desconhecidos, ele conhecia meus gostos e meus limites, e eu confiava plenamente Nele. A porta se abriu e nossos olhares se cruzaram pela primeira vez. Algo se mexeu dentro de mim. Nos cumprimentamos com um "Oi". – E entrei. Deixei minhas coisas, e mal tínhamos trocado quatro palavras, quando fui surpreendida por um beijo intenso. "Tira a roupa." – Ele ordenou, enquanto se sentava, pronto pra curtir o espetáculo. Lá estava eu, de pé no meio da sala, sentindo os olhos dele cravados em mim. Fiquei vermelha, me sentindo um objeto, observada enquanto tirava cada peça de roupa até ficar completamente nua. "Abre as pernas e coloca as mãos atrás da cabeça." – De novo, obedeci. Ele começou a apalpar meu corpo inteiro sem delicadeza nenhuma, buscando minha humilhação. "Já volto, não se mexe." – Ele disse. Não demorou pra voltar, trazendo meu novo uniforme: um par de meias, uma cinta-liga de vinil e uns sapatos de salto, tudo preto. Me vesti atrapalhadamente sentada no colo dele, molhando a calça dele com minha buceta, e me levantei. "Vem." – Ele me colocou na frente de um espelho de corpo inteiro e colocou uma coleira em mim, também preta. Um arrepio me percorreu o corpo dela.
A sensação de sentir aquele enfeite rodeando meu pescoço era indescritível.
— Se olha, o que você vê? — ele sussurrou no meu ouvido.
Não vou negar, eu me via estranha, pouco acostumada a me vestir daquele jeito, mas dava pra ver uma putinha pronta pra ser usada pelo seu Dono.
— Me despe… e começa pelo pescoço. — ele ordenou.
Me virei e comecei tirando a camisa dele. Meus lábios buscaram o pescoço dele, e foram descendo pelo torso. Eu, consciente de que Ele observava minha parte de trás no espelho, tentava me abaixar de um jeito sugestivo, de modo que minha bunda ficasse bem exposta.
Quando cheguei no umbigo dele, me ajoelhei e tirei a calça, revelando a ereção dele por baixo da cueca, que fui descendo enquanto meus lábios percorriam a virilha e o púbis raspado. Com o pau dele ereto na minha cara, era grande, uns 20 centímetros de comprimento ou mais, e bem grosso. Olhei pra cima, e o olhar penetrante dele me fez desviar o meu na hora e focar na delícia que estava a poucos centímetros, e que não demorei a levar à boca. Envolvi a glande dele com meus lábios e comecei a salivar e brincar com a língua, que continuou deslizando pelo tronco até a base, e subindo de novo pra dessa vez meter o pau de tamanho considerável na minha boca. Depois de vários minutos mergulhada num boquete em que tentei dar o meu melhor, ele me agarrou pela cabeça e aprofundou até minha garganta, me fazendo engasgar, o primeiro de vários que vieram depois, porque já fazia tempo que ele queria foder minha boca. A sensação não era prazerosa, mas minha excitação só aumentava. Quando ele achou que já bastava, me fez recuar, deixando vários fios de baba entre a glande dele e meus lábios. Ele me deitou no sofá e abriu minhas pernas, podendo assim observar pela primeira vez a bucetinha aberta da putinha dele. Aproximou a boca e afundou a língua nos meus sucos, iniciando uma espécie de tortura no meu clitóris, procurando a área mais sensível e fazendo com que eu me contorcesse.
--Vamos pra cama. -Ele disse. Eu o segui até o quarto dele, que estava na penumbra. --De quatro. -Obediente, me coloquei na posição.
Mas nada acontecia, só se ouviam meus gemidos de excitação, até que de repente a mão dele bateu numa das minhas nádegas, seguida de uma leve carícia. Levei mais umas palmadas, nada exagerado, porque Ele sabia que primeiro precisava avaliar meu limite de dor.
--Tá com vontade de eu te comer, sua putinha? -ele perguntou. Depois da minha resposta afirmativa, ouvi o som do plástico de um preservativo e ele colocou o pau na minha entrada molhada. --Vem buscar. -E aos poucos meu interior foi se abrindo, acolhendo todo o comprimento dele. Ele começou a me foder, aumentando a intensidade aos poucos, enquanto segurava meu cabelo preso num rabo de cavalo. --Olha pra você, que putinha que você é. -Essa frase fez minha lubrificação aumentar a um ponto que eu nunca tinha chegado.
A cada estocada, eu sentia minhas pernas cobertas pela meia-calça escorregando pros lados, e sem conseguir evitar, acabei deitada, presa entre o corpo dele e os lençóis.
--Haaaaaaaaaaaaaaaa, ha, ha, ha, ha, ha, Haaaaaaaaaaaaaaaaaa, ho, ho, ho, ho, ho, ho, Mmmmnnnnn, Mmmmnnn, ha, ha, ha, ha, ha Mmnmnnn, ha, ha, ha, ha, haaaaaaai…
A respiração dele roçava minha nuca e uma das mãos dele agarrou meu pescoço, dificultando minha respiração e fazendo meus gemidos saírem entrecortados.
--Haaaaaai… Mmmmnn, ho, ho, ho, haaa Mmm ha… Haaaa, haaaaaaaaa, Haaaaaaaaai… ha, ha, ha, ha, ha, ha, ahhhhhhhh hufffffffff Mmmmnn, Mmnnn, haaaaaaaaaaaaaaaai… ohhhhhhhhh, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, Haaaaaaaaai…
Ele me fodiu sem piedade, e acho que minha cara foi se transformando a cada segundo na de uma puta safada, porque quando virei levemente, ele sussurrou no meu ouvido "gostosa". E eu não consegui evitar soltar um gemido alto. Depois de um tempo, ele saiu de dentro de mim e se deitou sobre a costas.
—Agora, sua putinha, é sua vez de trabalhar. —Ele me disse. Então, obediente, subi em cima dele pra cavalgá-lo. Pela primeira vez, nos olhamos fixamente. —Você topa com os grampos? —ele perguntou.
—Sim. —sussurrei.
O que senti em seguida foram grampos sendo presos nos meus peitos, um após o outro, três em cada. Pra minha surpresa, minha buceta ficou ainda mais molhada, e ele não se conteve: me agarrou pelas nádegas e voltou a me foder do jeito dele. Depois, resolveu mudar os grampos de lugar. Deitada de barriga pra cima, ele colocou dois em cada um dos meus lábios maiores e começou a me masturbar. A sensação de prazer misturada com a dor causada por aqueles pequenos objetos foi me levando em direção ao orgasmo, mas fui interrompida pela remoção súbita dos grampos. Um segundo depois, ele enfiou o pau de novo em mim, e foi aí que eu inevitavelmente alcancei o clímax tão desejado.
—Ah, ah, ah, ah, ah, Continuaaaaa, ah, ah, ah, ah, aaaaaaai, Mmmmnnnnn… Ahhhh ohhh que delícia, Siiiiim…
Como uma boa submissa, eu tinha que agradecer ao meu Amo pelo orgasmo que ele me deu. Conhecia o gosto dele por brincadeiras anais, então não pensei em jeito melhor de retribuir do que enfiar uns dedinhos nele sem ele pedir, enquanto ele se masturbava, e ao mesmo tempo lamber e chupar as bolas dele com minha boca. Não demorou pra porra jorrar, caindo na barriga dele. Limpei com minha língua as últimas gotinhas que ficaram na glande, e nós dois caímos extasiados no colchão.
Fim…
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