Conociendo el Placer 1

Conhecendo o Prazer 1
Com o Selo de Prazer e Morbo…

Meu nome é Sofia e quero contar um pouco da minha vida. Tenho 30 anos, 1,78m, loira, cabelo curto, olhos acinzentados e um corpão. Medidas 94-60-96, com pernas longas e torneadas, minha bunda pequena bem empinada, redondinha e dura, anos de academia e muita dieta, com uma cintura de pilão, cuido muito do meu corpo. Nasci em uma família de classe média alta, meu pai comerciante e empresário, minha mãe dona de casa. Minha juventude até os 18 anos foi realmente linda. Dois meses depois da minha festa de 18 anos, minha mãe faleceu de repente. Meu pai e eu ficamos sozinhos e tentamos nos virar. Eu estudava em uma escola particular e fazia as coisas de casa, como limpar, lavar roupa, tentava passar e cozinhava algumas coisas. Tudo ia bem, até que um dia meu pai, de 40 anos, me disse que ia se casar com uma mulher que conhecera há alguns meses. Aquilo caiu como uma bomba pra mim. Era muito cedo depois da morte da mamãe. Um dia falei isso pra ele e acabamos discutindo, ele me chamou de garota intrometida na vida dele. Um dia ele a trouxe pra casa, era uma mulher comum, de uns 31 anos, mas tinha algumas coisas nela que não me agradavam. Mas minha opinião não contava nisso e eles se casaram. Desde o casamento, nós duas começamos a discutir por qualquer coisa. Eu não era uma santinha, mas também não era o demônio que ela pintava pro meu pai. Com quase 19 anos, comecei a me desiludir com essa vida. Pensar que quando minha mãe vivia, tudo corria nos trilhos, ela unia muito a família. Pra piorar, pra mim, ela engravidou logo, então cada dia eu me sentia mais excluída de casa. Eu não era virgem, nem de longe, mas não encontrava satisfação em transar com meus amigos da mesma idade. Minha vida era sem graça e chata, sempre a mesma coisa. Comecei a ir em baladas, casas noturnas, dançar até altas horas da manhã, comecei a tomar vários drinks e dançar freneticamente. Meu pai, pra piorar, diminuiu o que dava por mês, em parte por pedido dela, já que eu continuava bem nos estudos. Pra ir pra uma balada nas sextas e sábados era tudo no cartão, então fodeu pra mim nesse ponto. Quando a gente ia pra um lugar diferente e desconhecido, tentava conseguir entrada e, se não desse, a gente tinha que se infiltrar. Às vezes não entrava de jeito nenhum, aí a gente oferecia pros seguranças da porta fazer um boquete rápido. Íamos pra um lugar mais escuro, atrás de uma árvore perto do local, ajoelhávamos e chupávamos a pica deles. Essa era nossa entrada. No começo, eu tinha dificuldade, mas depois entrei no clima. Uma vez lá dentro, gastávamos a grana que tínhamos em ecstasy e água mineral. Na saída, íamos andando pra casa, a menos que tivéssemos pego algum cara pra dar carona. Nem pra voltar de táxi a gente tinha grana. Numa noite dessas, sem dinheiro nem pra uma bala, tendo pago com um boquete, eu tava no balcão da balada e, atrás dele, tinha um cara de uns 30 anos mais ou menos me encarando. Era muito gostoso, admito, e comecei a olhar mais pra ele. Ele se aproximou, sempre atrás do balcão, e falou:
— Oi, me chamo Lucas, quer um drink?
— Meu nome é Sofia, valeu, mas não. Hoje tô sem grana.
— Eu te ofereço de graça. Quer?
— Beleza, obrigada.
— Aqui está. Quantos anos você tem, Sofia?
— 20.
— Mm, certeza? Deixa eu ver o documento?
Tirei o documento da calça e mostrei bem rápido, pra ele não ver direito. Mas ele pegou minha mão e puxou.
— Aqui diz que mês que vem você vai fazer 19, ou eu calculei errado.
— Tá bom, tenho 19 anos, já vou indo.
— Espera, não falei nada. Sou o gerente geral. Você é uma dessas que passa documento.
— Passei com o de uma amiga.
Às vezes, as mais novas do grupo, por não terem 20 anos, iam atrás das mais velhas e, quando elas entravam, passavam o documento pra outra entrar. A gente sempre tentava achar as parecidas, mas em minas dessa idade, éramos todas iguais. parecidas. O pessoal da entrada olhava meio por cima e a gente entrava.
- Claro, aproveitam a confusão e passam. Outras fazem é boquete. - Ela deve ter percebido, porque eu fiquei vermelha.
- Não, não é o nosso caso.
- Tá bom, fica tranquila, não vou te expulsar, e se fosse na sua casa, não ia te sacanear, juro. - Me deu um sorriso muito lindo.
- Valeu.
- Sabe que você é muito gostosa, corpo bonito pra sua idade e esses olhos claros que aqui com essa luz não dá pra ver a cor direito.
- São cinza.
- Pô, que cor de olho linda. Me diz, tem namoradinho?
- Agora não.
- Fica aqui, se quiser mais um drink, é só pedir.
- Tô bem assim, Lucas.
- Já volto. - Ele se afastou de mim e do balcão, por uma porta que ficava atrás do balcão. Voltou depois de alguns minutos.
- Beleza, agora vem um substituto, aí a gente pode beber uns tranquilo.
- Não se preocupa, tô bem.
- Eu diria que você tá muito bem.
- Valeu. - Chegou o substituto que ele pediu e ele me convidou pra ir pra um VIP.
Subimos pro primeiro andar, eu nunca tinha entrado num VIP, parecia que era o do dono. Tinha uma mesa, umas cadeiras e um sofazinho. Uma geladeirinha pequena e só. Sentamos na janela, de onde dava pra ver lá fora sem ser visto. Vi minhas amigas dançando e algumas se divertindo pra caramba. Ele sentou do meu lado e abriu uma garrafa de champanhe, me convidando pra beber. Brindamos e ele me ofereceu um cigarro. Peguei, ele acendeu e a gente fumou do mesmo. Aos poucos, ele colocou a mão no meu ombro, diminuindo a distância entre a gente. Com a mão, ele massageava minha nuca, coisa que me deixa com tesão. Depois, aproximou o rosto do meu e começou a me beijar. A língua dele, que tenho que dizer, era bem comprida e grossa, e ele sabia usar, porque ninguém nunca tinha me beijado como ele, isso me deixou a mil, a língua dele entrava e saía da minha boca, batendo na minha, e a mão dele apertava meus peitos.
- Mmmmmmnnn. - Eu gemia com aquilo.
Ele me fez inclinar pra frente, abaixou o zíper do meu vestido e desabotoou meu sutiã, com muita experiência, deixando meus peitos à mostra. ar.
—Que barbaridade, gata, como você tá gostosa com esses peitinhos de biquinho rosa e duro!
Ao mesmo tempo, a boca dele foi pros meus mamilos lamber, enquanto a mão dele abria o zíper da calça. Pegou minha mão e levou até a braguilha dele, fazendo ela entrar. O pau dele já tava duro, estourando de tesão, quente igual ferro em brasa. Era grande, enorme e muito grosso. Tirei ele pra fora e fiquei brincando com a mão. Me segurando pela nuca, ele fez minha cabeça descer até lá. Abri a boca e coloquei ele pra dentro, era tão grosso que custei pra engolir. Era comprido e muito grosso. Talvez eu esteja repetindo, mas é que era muito grande e grosso, mais do que qualquer outro que eu já vi. Quando ele viu que eu já tava focada em chupar o pau dele, colocou a mão por baixo do meu vestido e, me levantando um pouco do banco, puxou minha calcinha pra baixo. Enfiou a mão de uma vez na minha buceta e eu soltei um suspiro longo.
—Mmmmmmmmmnnnnnnnnnnn… —Os dedos dele sabiam o que fazer, tinha muita experiência, quase me fez gozar ali mesmo só com as carícias, tinha dedos grandes e grossos, mas com muita experiência.
Percebendo que tinha tocado no meu clitóris, comecei a me mexer mais e ele tirou o pau da minha boca, me fazendo deitar. Começou a me penetrar.
Haaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaay… Pra um pau desse tamanho, eu era bem apertada. —Ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha. —Quando colocou tudo pra dentro, começou a se mover, entrando e saindo. —Haaaa, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha. —Ele me fazia delirar de prazer. —Haaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa, Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaaaaaaa… —Eu acompanhava os movimentos. —Ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaaaaaa... De repente tiro ela toda pra fora.
— Que isso, não tira agora, por favor!
— Cê gosta assim, né, putinha.
— Adoro dentro, não tira. — Ele enfiou de novo e de repente parava no meio da bombada.
— Haaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa… continua, que isso! não para! ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaay…
— Como cê gosta dessa pica, né, putinha.
— Amo sua pica, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha… Mmmmmmmmmmmm, nãoooooooo, siiiim, não para, por favor, ayyyyyyyyyy, divino, asiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii Ahhhh ohhh que gostoso, Siiiiim, eu gostoooo, Continua, que delíciaaaaa, haaaaa amo, papai haaaaaaa… ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, Haaaaaaaaaaaaaaaaaaa…
Fiquei exausta, nunca na minha curta vida tinha tido uns orgasmos daqueles. Aquilo sim era satisfazer uma mulher. Ele ficou do meu lado, acabado também. Depois de um tempo, a gente se vestiu e desceu pro salão pra se divertir um pouco.
— Espera, te levo em casa.
— É que eu vim com mais duas minas.
— Não importa, levo todas. — Ele deixou primeiro minhas duas amigas e depois eu. Quando chegou, parou o carro na frente do prédio e a gente conversou.
— Pra ser sincero, cê me gusta muito, tem celular?
— Me sinto bem contigo, tenho sim, anota o número.
— Passa pra mim, que eu te passo o meu. — Dei o celular pra ele e ele colocou o número dele. Me devolveu e eu olhei, não tinha nenhum Lucas. Percebendo, ele disse:
— Não procura por Lucas.
— Que safado você é, meu macho.
— Lógico, a partir de agora sou seu macho. Vou te ligar a qualquer hora e dia, e você vem pra onde eu estiver, onde quer que eu esteja. Entendeu?
— Siiim. — me dando um beijo na boca.
— Agora vai dormir.
— Sim. Tchau.
Continua…

0 comentários - Conociendo el Placer 1