Aquele domingo tinha começado uma nova fase no nosso relacionamento e nós dois sabíamos, mesmo que ainda não quiséssemos assumir. Passar do desejo e da fantasia para o plano real era algo que a gente tinha que aprender a levar. Chegou o meio-dia e, enquanto eu fui cozinhar algo pra recuperar as energias, pedi pra ela bolar um baseado. Coloquei comida no forno, abri um vinho e nos sentamos no sofá.
Parece que a ideia tinha motivado ela, ou talvez ela sempre tivesse tido a fantasia, mas custava a admitir. Depois daquela trepada reveladora, a gente precisava conversar. Ela começou sem rodeios, como sempre fazia quando ficava decidida em alguma coisa.
— Então você aguentaria me ver chupando outro pau?
Eu ri, um pouco porque o baseado e o vinho já estavam batendo, outro pouco porque eu adorava quando ela era tão direta.
— Não só aguentaria, como a ideia me deixa louco de tesão. Faz tempo que imagino sentado no sofá vendo você apanhando de rola. Claro que em algum momento eu entraria na jogada, mas principalmente quero ver como você curte. Sua cara, seus gemidos. Como você se mexe, até onde consegue chegar.
— Já só de pensar, olha como ficou — eu disse, acariciando meu pau por cima do short, que já começava a inchar de novo.
— Ai, eu adoro! Como seria? Conhecido? A gente abre uma conta no Tinder? Convida pra cá? Vai pra um hotel?
A Vale tava empolgada e já queria começar a planejar.
— Não sei se aguentaria dois paus ao mesmo tempo lá dentro — ela continuou —, mas talvez eu tenha que usar muito a boca.
Ela falou isso rindo e tomando um gole de vinho, me dando um olhar carregado de desejo. Pra Vale, sexo anal tinha sido mais ou menos até ali. Só quando tava muito bêbada e com tesão, depois de uma noitada pesada, mas poucas vezes ela tinha aguentado uma sessão muito longa.
— Bom — eu disse —, você vai ter que treinar a mandíbula. Até onde quer chegar depende só de você. Quero que a gente faça um trio em que pra você seja só prazer.
A gente continuou conversando enquanto ela... Comecei a massagear meu pau por cima da roupa, devagar, percorrendo cada centímetro em detalhes. Minha cabeça não aguentava mais, já imaginava tudo que estava por vir e não conseguia conter a emoção. A ideia do desconhecido não era nada má, mas a ideia de incluir alguém com quem ela sempre quis estar me parecia que poderia dar à Vale um nível de libertinagem que valia a pena ver.
- Com certeza você tem vários que querem te foder faz tempo, né? Algum que vive dando em cima de você no Instagram?
Falei isso e só com o olhar ela deixou claro que eu tinha dito exatamente o que queria ouvir.
- Sim, eu tenho alguém em mente, mas não vai te incomodar, né? Olha, eu não quero que você fique desconfortável com isso, amor.
- Vale, fui eu que propus a ideia. Óbvio que vai ficar tudo bem. Enquanto eu ia abaixando o shorts e ela agarrava meu pau, deixei bem claro:
- Parece que estou desconfortável?
- Tá bom, tenho um candidato que me procura faz tempo. Lembra do meu colega de trabalho, Santiago?
- Uns meses antes de começarmos a namorar, quando ainda não éramos fixos, eu dei em cima dele na festa de aniversário da empresa, mas como estava muito bêbada, acabei quebrada e não pude fazer mais nada. Só toquei um pouco no pau dele por cima da calça e acho que ele tem um pedaço incrível.
Ela falava com um olhar de desejo que raramente via nela, enquanto lentamente se aproximava. Agarrou meu pau e começou a me masturbar bem devagar, sussurrando bem perto do meu ouvido:
- Você não imagina a vontade que tenho de que ele me encha de porra. Na cara, na boca, nos peitos. Toda banhada de porra enquanto você assiste.
A garota vinha guardando isso por vários anos e agora, solta, mostrava uma faceta que eu adorava. Não houve muito mais a dizer. Ela subiu em cima de mim, puxou a calcinha de lado e começou a cavalgar bem devagar. Eu sentia cada centímetro entrando e saindo da sua buceta. a palavra: buceta encharcada enquanto ela continuava grudada no meu pescoço, sussurrando no meu ouvido, curtindo brincar com minha perversão. – Será que as duas cabem juntas na minha boca? Com certeza é super grossa e me engasga todinha. Ela gemeu e as frases ficaram entrecortadas conforme o tesão aumentava. Agarrei forte seu cabelo enquanto dava tapas secos na bunda que ficava cada vez mais vermelha, e as estocadas aumentavam de intensidade. Beijava seu pescoço enquanto sussurrava no ouvido tudo que íamos fazer com ela. O sofá se movia batendo na parede, fazendo um barulhão, mas pouco importava. Estávamos tendo uma sessão incrível e era a única coisa em que conseguíamos pensar. Novamente eu estava quase gozando, então a levantei e pedi que se ajoelhasse. Enquanto ela massageava os seios e passava a língua nos lábios, pedindo meu pau na boca, eu só conseguia pensar que em pouco tempo seríamos dois fazendo isso ao mesmo tempo. Só a imagem me fez explodir, banhando-a de porra. Nem eu entendia como ainda tinha tanto sêmen, parece que o tesão estava como nunca antes. De olhos fechados e com um sorriso coberto de porra, ela se levantou e, enquanto lambia os dedos, entrou no chuveiro. Acendi um cigarro, sentei no sofá e fiquei olhando para o nada enquanto ouvia seus gemidos no meio do barulho da água do chuveiro. Naquela mesma tarde, ela começou a organizar tudo. Não era tão difícil assim. Sabia que não custaria convencê-lo. Deitou-se na cama com uma blusa bem decotada que, provocativamente, subia até a altura da bunda, mostrando pouco mais da metade dela com uma calcinha de renda violeta super minúscula. Juntou bem os braços, fazendo os seios ficarem à beira de escapar pelo decote, e abriu um pouco a boca, deixando uma imagem de infarto. Colocou a foto nos melhores amigos e, em 5 minutos, Santiago já tinha mandado fogos e o emoji do macaquinho tapando os olhos. Rimos de como os homens eram fáceis. Vale começou a fazer o que ela fazia de melhor. Esquentar a gente até não aguentar mais.

O cara do outro lado do telefone tava pilhado e a gente não ficava atrás. O resto do dia a gente dedicou a planejar cada passo. Como naquela sexta eu ia ficar um tempo a mais, fingindo que tava distraído jogando, fazendo de conta que ia embora daqui a pouco, e tomando alguma coisa entre nós três, a gente ia levar ele pro lugar que a Vale queria. Poder brincar com dois paus na boca ao mesmo tempo. Só faltava escolher que roupa ela ia vestir. Vale tirou o camisolão de pijama, ficando só de thong, que também voou enquanto ela começava a experimentar combinações. Quanto mais ela entrava no clima, mais gostosa e provocante ficava. Ela dançava e brincava com as poses enquanto fritava minha cabeça com o que estava por vir. "Com essa thong ele com certeza vai me querer foder, né, meu amor?" Ela me dizia isso enquanto se encostava na parede, levantando a bunda e me olhando de lado enquanto brincava com o cabelo. "Nessa pose com certeza ele puxa sua thong e te come assim mesmo. De pé, encostada na parede", eu dizia só pra deixá-la mais excitada, enquanto sentia a pressão do short com o pau de novo ficando duro. Ela foi experimentando combinações até se decidir por um body todo de renda preta que era um inferno. Os peitos estavam à beira de escapar, mal cobrindo eles, e a parte de trás era tão fininha que era como se não tivesse nada em cima. O toque final era o botãozinho que abria a parte de baixo, pra foder ela ser simples e confortável. Tudo que a gente precisava. "Ai, já tô toda molhada de novo", ela me disse enquanto se aproximava da cama e tirava as alças, deixando aqueles peitos divinos saírem pra colocá-los na minha boca. Minha língua brincava com os mamilos dela, que iam ficando duros ao mesmo tempo que os gemidos iam aparecendo. Com uma mão, desabotoei a parte de baixo e comecei a massagear o clitóris dela, arrancando suspiros que se transformavam em gemidos. Ela agarrava minha cabeça com força e com as mãos pressionava meu rosto nos peitos dela. Com a mão que ficou livre, empurrei ela pra mim, e os dois caímos na cama. mais uma vez. Eu estava tão molhada e ele tão duro que o pau entrou de uma vez, arrancando um gemido e um sorriso meu, daqueles de quem sabe que provocou um desejo incontrolável.
— Que foi, meu bem? Não aguenta até sexta? Ficou com tanto tesão assim?
— Siiim, não aguento mais, mal posso esperar para ter os dois juntos. Que me comam até eu não aguentar mais. Que façam o que quiserem comigo. Aiii, já quero os dois me enchendo de porra.
— Nós vamos te foder pela casa toda, gata. Você vai ver como vai acabar pedindo para a gente parar.
— Aiii, é isso que eu quero. Que eu não consiga nem me mexer de tão fodida. Que me façam gozar a noite toda. Que minhas pernas fiquem bambas e que minha buceta estoure.
Ela me dizia isso entre gemidos e beijos no pescoço que me deixavam à beira de outro orgasmo. Naquele ponto do dia, eu já não sabia quantos tinha tido nem quantos mais aguentaria, mas o tesão era tanto que não conseguíamos parar. Estávamos loucos.
— E se ele quiser dar uma olhada na raba? — provoquei um pouco para ver se ela estava tão disposta quanto dizia.
— Será que essa bunda aguenta? — falei, dando uma palmada seca que soou bem forte, arrancando um grito de prazer e dor dela.
— Mmmmmm sim, claro! Com o tesão que estou de ter os dois, eu aguento qualquer coisa.
O tesão dela era tão grande que estava empurrando seus limites cada vez mais.
— Mal posso esperar até sexta — ela disse enquanto enfiava o dedo na minha boca, molhava e levava até a bunda, começando a brincar, me mostrando o quanto estava disposta e excitada.
— Nossa, meu amor! Que delícia te ver assim — eu disse, tentando não gozar de novo antes de me divertir com aquela bundinha tão apertada.
— Não quer ir experimentando um pouquinho? Estou com muito tesão! — ela falou com a voz mais safadinha que eu já tinha ouvido.
Tirei ela de cima de mim, virei e coloquei um travesseiro na barriga dela, deixando-a totalmente entregue.
Ela virou a cabeça para o lado e, entre gemidos e a respiração ofegante, disse: — Vai devagar, que está muito apertada. Metade me provocando e a outra metade pedindo sério, metade de brincadeira. A imagem era espetacular. Ela toda suada, os cabelos bagunçados e os olhos revirando de tanto prazer, e ainda mais sabendo o que estava por vir. Me aproximei da mesinha de cabeceira e peguei um creme para o corpo, jogando nas costas dela. O contato frio com a pele quente provocou uma contração, arqueando as costas e soltando um gemido entrecortado. Comecei a massagear suavemente as costas dela enquanto com o pau começava a roçar na bunda. Preparando ela para o que estava por vir.
Abri o lubrificante que vinha com as camisinhas e deixei cair no início da bunda e, me massageando o pau, comecei a lubrificar também. Disse para ela tocar a buceta enquanto eu começava com um dedo na bunda, que aos poucos começava a ceder. Quando vi que não dava mais com as duas mãos, abri as nádegas e lentamente comecei a penetrar. Era impossível não querer gozar na hora com o aperto que sentia. Já estava toda a cabeça dentro e ela se contorcia entre o prazer e a dor enquanto continuava tocando o clitóris, que a essa altura devia estar pegando fogo.
— Você gosta aí, Val? Tá sentindo bem?
— Aiii, sim. Você tá me matando. Eu adoro. Quero ele todo dentro. Por favor, não para.
Ela falava entrecortada, com a respiração ofegante e o coração a mil. Fiquei parado esperando ela se acostumar com a sensação enquanto continuava acariciando as costas, que entre o creme e o suor estavam super úmidas. Ela começou a se mexer, querendo que entrasse mais, o que me fez perceber que ela estava tão excitada que a dor não seria problema. Agarrei o cabelo dela com força e levei a cabeça até o travesseiro, fazendo ela morder. Comecei a enfiar o resto do pau até sentir as bolas batendo na pele dela. O grito abafado que ela soltou me mostrou que estava curtindo o que estava acontecendo como nunca antes. As bombadas começaram devagar enquanto Val ia aumentando os movimentos, me mostrando que estava voando de tesão. O ritmo crescia até ficar frenético. Os gemidos dela eram incríveis. - Ai, meu amorrrrr. Isso, vai, vai. Me dá tudo. Ai, como eu sinto! Você está me matando. Já estou quase lá, bebê. Vou explodir. Me dá mais forte, mais forte. As palavras dela viraram um gemido intenso enquanto ela se contorcia de prazer com um novo orgasmo, eu explodia dentro daquela bunda preciosa. - gata, eu disse como pude enquanto me recuperava. Seu amiguinho vai ficar louco com você. Você é fogo. Ela virou a cabeça de novo e com a língua tocou meus lábios e respondeu. - Vou tirar toda a porra dos dois. Então já sabe. Até sexta, nada de foder nem de se tocar, hein. Quero ela toda para o encontro. Enquanto a via ir para o banheiro e recuperava o fôlego, olhei para o teto e pensei como tinha ficado tantos anos sem pensar em dividi-la. Faltavam 4 dias para um encontro que desejávamos como nada. Minha única tarefa era segurar a vontade por 4 dias, mas com essa gata fogosa sabia que não ia ser fácil. Por ela eu ia tentar, mesmo sabendo que se não controlasse a cabeça, o pau ia me explodir. Só quatro dias para nosso primeiro trio. Só quatro dias para ver a Vale como sempre tinha desejado. Quente e gozando com outro.
Parece que a ideia tinha motivado ela, ou talvez ela sempre tivesse tido a fantasia, mas custava a admitir. Depois daquela trepada reveladora, a gente precisava conversar. Ela começou sem rodeios, como sempre fazia quando ficava decidida em alguma coisa.
— Então você aguentaria me ver chupando outro pau?
Eu ri, um pouco porque o baseado e o vinho já estavam batendo, outro pouco porque eu adorava quando ela era tão direta.
— Não só aguentaria, como a ideia me deixa louco de tesão. Faz tempo que imagino sentado no sofá vendo você apanhando de rola. Claro que em algum momento eu entraria na jogada, mas principalmente quero ver como você curte. Sua cara, seus gemidos. Como você se mexe, até onde consegue chegar.
— Já só de pensar, olha como ficou — eu disse, acariciando meu pau por cima do short, que já começava a inchar de novo.
— Ai, eu adoro! Como seria? Conhecido? A gente abre uma conta no Tinder? Convida pra cá? Vai pra um hotel?
A Vale tava empolgada e já queria começar a planejar.
— Não sei se aguentaria dois paus ao mesmo tempo lá dentro — ela continuou —, mas talvez eu tenha que usar muito a boca.
Ela falou isso rindo e tomando um gole de vinho, me dando um olhar carregado de desejo. Pra Vale, sexo anal tinha sido mais ou menos até ali. Só quando tava muito bêbada e com tesão, depois de uma noitada pesada, mas poucas vezes ela tinha aguentado uma sessão muito longa.
— Bom — eu disse —, você vai ter que treinar a mandíbula. Até onde quer chegar depende só de você. Quero que a gente faça um trio em que pra você seja só prazer.
A gente continuou conversando enquanto ela... Comecei a massagear meu pau por cima da roupa, devagar, percorrendo cada centímetro em detalhes. Minha cabeça não aguentava mais, já imaginava tudo que estava por vir e não conseguia conter a emoção. A ideia do desconhecido não era nada má, mas a ideia de incluir alguém com quem ela sempre quis estar me parecia que poderia dar à Vale um nível de libertinagem que valia a pena ver.
- Com certeza você tem vários que querem te foder faz tempo, né? Algum que vive dando em cima de você no Instagram?
Falei isso e só com o olhar ela deixou claro que eu tinha dito exatamente o que queria ouvir.
- Sim, eu tenho alguém em mente, mas não vai te incomodar, né? Olha, eu não quero que você fique desconfortável com isso, amor.
- Vale, fui eu que propus a ideia. Óbvio que vai ficar tudo bem. Enquanto eu ia abaixando o shorts e ela agarrava meu pau, deixei bem claro:
- Parece que estou desconfortável?
- Tá bom, tenho um candidato que me procura faz tempo. Lembra do meu colega de trabalho, Santiago?
- Uns meses antes de começarmos a namorar, quando ainda não éramos fixos, eu dei em cima dele na festa de aniversário da empresa, mas como estava muito bêbada, acabei quebrada e não pude fazer mais nada. Só toquei um pouco no pau dele por cima da calça e acho que ele tem um pedaço incrível.
Ela falava com um olhar de desejo que raramente via nela, enquanto lentamente se aproximava. Agarrou meu pau e começou a me masturbar bem devagar, sussurrando bem perto do meu ouvido:
- Você não imagina a vontade que tenho de que ele me encha de porra. Na cara, na boca, nos peitos. Toda banhada de porra enquanto você assiste.
A garota vinha guardando isso por vários anos e agora, solta, mostrava uma faceta que eu adorava. Não houve muito mais a dizer. Ela subiu em cima de mim, puxou a calcinha de lado e começou a cavalgar bem devagar. Eu sentia cada centímetro entrando e saindo da sua buceta. a palavra: buceta encharcada enquanto ela continuava grudada no meu pescoço, sussurrando no meu ouvido, curtindo brincar com minha perversão. – Será que as duas cabem juntas na minha boca? Com certeza é super grossa e me engasga todinha. Ela gemeu e as frases ficaram entrecortadas conforme o tesão aumentava. Agarrei forte seu cabelo enquanto dava tapas secos na bunda que ficava cada vez mais vermelha, e as estocadas aumentavam de intensidade. Beijava seu pescoço enquanto sussurrava no ouvido tudo que íamos fazer com ela. O sofá se movia batendo na parede, fazendo um barulhão, mas pouco importava. Estávamos tendo uma sessão incrível e era a única coisa em que conseguíamos pensar. Novamente eu estava quase gozando, então a levantei e pedi que se ajoelhasse. Enquanto ela massageava os seios e passava a língua nos lábios, pedindo meu pau na boca, eu só conseguia pensar que em pouco tempo seríamos dois fazendo isso ao mesmo tempo. Só a imagem me fez explodir, banhando-a de porra. Nem eu entendia como ainda tinha tanto sêmen, parece que o tesão estava como nunca antes. De olhos fechados e com um sorriso coberto de porra, ela se levantou e, enquanto lambia os dedos, entrou no chuveiro. Acendi um cigarro, sentei no sofá e fiquei olhando para o nada enquanto ouvia seus gemidos no meio do barulho da água do chuveiro. Naquela mesma tarde, ela começou a organizar tudo. Não era tão difícil assim. Sabia que não custaria convencê-lo. Deitou-se na cama com uma blusa bem decotada que, provocativamente, subia até a altura da bunda, mostrando pouco mais da metade dela com uma calcinha de renda violeta super minúscula. Juntou bem os braços, fazendo os seios ficarem à beira de escapar pelo decote, e abriu um pouco a boca, deixando uma imagem de infarto. Colocou a foto nos melhores amigos e, em 5 minutos, Santiago já tinha mandado fogos e o emoji do macaquinho tapando os olhos. Rimos de como os homens eram fáceis. Vale começou a fazer o que ela fazia de melhor. Esquentar a gente até não aguentar mais.


O cara do outro lado do telefone tava pilhado e a gente não ficava atrás. O resto do dia a gente dedicou a planejar cada passo. Como naquela sexta eu ia ficar um tempo a mais, fingindo que tava distraído jogando, fazendo de conta que ia embora daqui a pouco, e tomando alguma coisa entre nós três, a gente ia levar ele pro lugar que a Vale queria. Poder brincar com dois paus na boca ao mesmo tempo. Só faltava escolher que roupa ela ia vestir. Vale tirou o camisolão de pijama, ficando só de thong, que também voou enquanto ela começava a experimentar combinações. Quanto mais ela entrava no clima, mais gostosa e provocante ficava. Ela dançava e brincava com as poses enquanto fritava minha cabeça com o que estava por vir. "Com essa thong ele com certeza vai me querer foder, né, meu amor?" Ela me dizia isso enquanto se encostava na parede, levantando a bunda e me olhando de lado enquanto brincava com o cabelo. "Nessa pose com certeza ele puxa sua thong e te come assim mesmo. De pé, encostada na parede", eu dizia só pra deixá-la mais excitada, enquanto sentia a pressão do short com o pau de novo ficando duro. Ela foi experimentando combinações até se decidir por um body todo de renda preta que era um inferno. Os peitos estavam à beira de escapar, mal cobrindo eles, e a parte de trás era tão fininha que era como se não tivesse nada em cima. O toque final era o botãozinho que abria a parte de baixo, pra foder ela ser simples e confortável. Tudo que a gente precisava. "Ai, já tô toda molhada de novo", ela me disse enquanto se aproximava da cama e tirava as alças, deixando aqueles peitos divinos saírem pra colocá-los na minha boca. Minha língua brincava com os mamilos dela, que iam ficando duros ao mesmo tempo que os gemidos iam aparecendo. Com uma mão, desabotoei a parte de baixo e comecei a massagear o clitóris dela, arrancando suspiros que se transformavam em gemidos. Ela agarrava minha cabeça com força e com as mãos pressionava meu rosto nos peitos dela. Com a mão que ficou livre, empurrei ela pra mim, e os dois caímos na cama. mais uma vez. Eu estava tão molhada e ele tão duro que o pau entrou de uma vez, arrancando um gemido e um sorriso meu, daqueles de quem sabe que provocou um desejo incontrolável.— Que foi, meu bem? Não aguenta até sexta? Ficou com tanto tesão assim?
— Siiim, não aguento mais, mal posso esperar para ter os dois juntos. Que me comam até eu não aguentar mais. Que façam o que quiserem comigo. Aiii, já quero os dois me enchendo de porra.
— Nós vamos te foder pela casa toda, gata. Você vai ver como vai acabar pedindo para a gente parar.
— Aiii, é isso que eu quero. Que eu não consiga nem me mexer de tão fodida. Que me façam gozar a noite toda. Que minhas pernas fiquem bambas e que minha buceta estoure.
Ela me dizia isso entre gemidos e beijos no pescoço que me deixavam à beira de outro orgasmo. Naquele ponto do dia, eu já não sabia quantos tinha tido nem quantos mais aguentaria, mas o tesão era tanto que não conseguíamos parar. Estávamos loucos.
— E se ele quiser dar uma olhada na raba? — provoquei um pouco para ver se ela estava tão disposta quanto dizia.
— Será que essa bunda aguenta? — falei, dando uma palmada seca que soou bem forte, arrancando um grito de prazer e dor dela.
— Mmmmmm sim, claro! Com o tesão que estou de ter os dois, eu aguento qualquer coisa.
O tesão dela era tão grande que estava empurrando seus limites cada vez mais.
— Mal posso esperar até sexta — ela disse enquanto enfiava o dedo na minha boca, molhava e levava até a bunda, começando a brincar, me mostrando o quanto estava disposta e excitada.
— Nossa, meu amor! Que delícia te ver assim — eu disse, tentando não gozar de novo antes de me divertir com aquela bundinha tão apertada.
— Não quer ir experimentando um pouquinho? Estou com muito tesão! — ela falou com a voz mais safadinha que eu já tinha ouvido.
Tirei ela de cima de mim, virei e coloquei um travesseiro na barriga dela, deixando-a totalmente entregue.
Ela virou a cabeça para o lado e, entre gemidos e a respiração ofegante, disse: — Vai devagar, que está muito apertada. Metade me provocando e a outra metade pedindo sério, metade de brincadeira. A imagem era espetacular. Ela toda suada, os cabelos bagunçados e os olhos revirando de tanto prazer, e ainda mais sabendo o que estava por vir. Me aproximei da mesinha de cabeceira e peguei um creme para o corpo, jogando nas costas dela. O contato frio com a pele quente provocou uma contração, arqueando as costas e soltando um gemido entrecortado. Comecei a massagear suavemente as costas dela enquanto com o pau começava a roçar na bunda. Preparando ela para o que estava por vir.
Abri o lubrificante que vinha com as camisinhas e deixei cair no início da bunda e, me massageando o pau, comecei a lubrificar também. Disse para ela tocar a buceta enquanto eu começava com um dedo na bunda, que aos poucos começava a ceder. Quando vi que não dava mais com as duas mãos, abri as nádegas e lentamente comecei a penetrar. Era impossível não querer gozar na hora com o aperto que sentia. Já estava toda a cabeça dentro e ela se contorcia entre o prazer e a dor enquanto continuava tocando o clitóris, que a essa altura devia estar pegando fogo.
— Você gosta aí, Val? Tá sentindo bem?
— Aiii, sim. Você tá me matando. Eu adoro. Quero ele todo dentro. Por favor, não para.
Ela falava entrecortada, com a respiração ofegante e o coração a mil. Fiquei parado esperando ela se acostumar com a sensação enquanto continuava acariciando as costas, que entre o creme e o suor estavam super úmidas. Ela começou a se mexer, querendo que entrasse mais, o que me fez perceber que ela estava tão excitada que a dor não seria problema. Agarrei o cabelo dela com força e levei a cabeça até o travesseiro, fazendo ela morder. Comecei a enfiar o resto do pau até sentir as bolas batendo na pele dela. O grito abafado que ela soltou me mostrou que estava curtindo o que estava acontecendo como nunca antes. As bombadas começaram devagar enquanto Val ia aumentando os movimentos, me mostrando que estava voando de tesão. O ritmo crescia até ficar frenético. Os gemidos dela eram incríveis. - Ai, meu amorrrrr. Isso, vai, vai. Me dá tudo. Ai, como eu sinto! Você está me matando. Já estou quase lá, bebê. Vou explodir. Me dá mais forte, mais forte. As palavras dela viraram um gemido intenso enquanto ela se contorcia de prazer com um novo orgasmo, eu explodia dentro daquela bunda preciosa. - gata, eu disse como pude enquanto me recuperava. Seu amiguinho vai ficar louco com você. Você é fogo. Ela virou a cabeça de novo e com a língua tocou meus lábios e respondeu. - Vou tirar toda a porra dos dois. Então já sabe. Até sexta, nada de foder nem de se tocar, hein. Quero ela toda para o encontro. Enquanto a via ir para o banheiro e recuperava o fôlego, olhei para o teto e pensei como tinha ficado tantos anos sem pensar em dividi-la. Faltavam 4 dias para um encontro que desejávamos como nada. Minha única tarefa era segurar a vontade por 4 dias, mas com essa gata fogosa sabia que não ia ser fácil. Por ela eu ia tentar, mesmo sabendo que se não controlasse a cabeça, o pau ia me explodir. Só quatro dias para nosso primeiro trio. Só quatro dias para ver a Vale como sempre tinha desejado. Quente e gozando com outro.
18 comentários - Enfiestar a mi novia. Un viaje de ida p. 2
muy bueno!