O velho tava acordando, limpei minhas lágrimas, senti ele se mexer e se colocar de novo em cima de mim, não dava pra acreditar, o que ele queria? Fazer de novo...
Os lábios dele percorriam minhas costas até chegar na minha bunda, ele separou minhas pernas e passou a língua no meu rego.
- mmm ainda tá molhadinha, já vi que você gosta de ser pega-
Me puxo pelo cabelo me ajoelhando de costas pra ele, apertou meus pezões judiados com as mãos grandes dele, me fez inclinar pra frente ficando de quatro com a bunda bem levantada, pegou na minha cintura e com força separou minhas nádegas, a próxima coisa que senti foi a língua dele passando e repassando pelo meu cu devagar, me acariciava com a língua fazendo círculos pequenos ao redor, depois enfiou a língua áspera dele dentro do meu cu, era uma sensação tão gostosa, o tesão daquilo deixava ainda mais gostoso, não conseguia resistir a tanto prazer, o que esse homem queria, me matar de prazer.
Bem na porta de sentir o prazer supremo de um orgasmo, ele parou, me deixando com vontade de sentir mais prazer, me deixando ainda mais tesuda. Fiquei naquela posição, igual uma puta, de bunda pra cima, esperando ele fazer algo mais. Me olhando daquele jeito, ele riu. Quando ouvi aquilo, mudei de posição, queria levantar e ir embora, mas ele me segurou pelo braço e disse:
— Você não vai embora até eu mandar, ele disse enquanto me puxava com força pelo cabelo.
Tentei resistir, mas ele era muito mais forte que eu. Me segurou pelo braço, me levantou e me levou até a mesa, onde me colocou de bruços.
- Abre as pernas, puta
—Me solta, não quero, queria me levantar, mas ele me apertava com o peso dele em cima da mesa.
—Agora, por se resistir, eu não vou mais te comer com cuidado, sua puta, já vi que você gosta é na força, por isso me faz ficar com raiva. Agora abre, que você vai ver estrelas, hahaha. — Olha essa buceta, é de uma deusa, sente a cabeçona da minha pica, tá dura, sente bem agora, minha pica é toda sua, ahhh, que gostosa e apertadinha, tá uma delícia, não é, rainha? E olha que a gente mal começou, só foi na metade. Como você é uma puta que esquenta o saco, quer ela toda, né? Então toma tudinho, hahaha.
- Não, por favor, tira essa porra, tá doendo pra caralho, paraaaa aiiii, tá me machucandooo, aii, que bagunça que tá fazendo na minha buceta, nãoooooo, tô doendo, aiiii
- Espera que agora você vai sentir prazer, muito prazer, até vai me implorar pra não tirar ela, ah que gostosa você é, tem uma bunda de putaaa, Josesito.
Sentia como a pica do velho entrava no meu cu, como ele me avisou, não teve o menor cuidado, os movimentos do velho eram brutais, a pica dele entrava e saía, à vontade dele, doía, sentia que ardia, cada movimento era dor e prazer, agora sim sentia o prazer esperado, ser possuído daquela maneira tão violenta, meu cu se rasgava, mas era gostoso, até comecei a me mover no ritmo do velho, abri as nádegas com as mãos pra sentir ele chegar até o fundo, era um prazer indescritível, pica tremenda no meu rabo, o grande não era o problema, mas sim o grosso que ela era, sentia meu corpo tremer, já chegava o orgasmo desejado, aiiii gritei, me dá mais velho, quero mais da tua pirocaaaaaa, aiiii arrebenta meu cuzão, mexe mais rápido aiiii, assim me dá mais, arrebenta ele aiiii. O esperma dele dentro do meu cu, desejar a porra quente dele era o triunfo do velho.
De novo fiquei todo dolorido, mais dolorido do que antes. O velho tirou o pau meio mole do meu cu e eu, aos poucos, consegui me levantar. Tava doendo tudo. Procurei minha roupa com os olhos, no escuro consegui achar, mas tava toda rasgada. O velho jogou uma roupa que encontrou na minha mochila e disse: "Essa cor deve ficar um luxo em você, veste". Eu vesti a roupa que ele me deu, peguei a jaqueta jeans que eu tinha trazido e, quando ia colocar, o velho tirou de mim e falou que não precisava, porque ele queria me ver bonita e gostosa pra ele.
Ele me pegou pela cintura e me levou pro quarto dele, um cômodo pequeno tão bagunçado e sujo quanto o outro. Tinha uma cama de metal velha encostada na parede. Ele disse que era ali que a gente ia dormir. Não tive escolha a não ser me deitar nela só de calcinha, e ele fez o mesmo do meu lado. No meio da escuridão, eu sentia as mãos dele no meu corpo, me apalpando à vontade. Foi a noite mais longa que já tive até hoje; só conseguia dormir em pedaços, porque acordava com qualquer movimento mínimo que o velho fazia. Sentia as mãos dele tocando meus mamilos e minha barriga, e às vezes parecia que ele fazia de propósito só pra me ferrar a noite. As mãos caleadas apertavam meus mamilos com raiva e não paravam até eu gemer. Teve uma hora que a mão dele chegou na minha buceta e deslizou devagar por baixo da minha calcinha, acariciando meu pauzinho. Ele não falava nada, só mexia ali, me dando um puta prazer que em poucos segundos fez sair líquido pré-seminal. Eu tava exausto demais pra resistir, só me deixei levar, me fazendo sentir uns momentos muito gostosos.
Já quase amanhecendo, ele me virou de bruços, se colocou por cima de mim e eu sentia de novo as mãos e os dentes dele nas minhas costas e na minha bunda. Ele me mordiscava, doía, eu achava desagradável. Ele foi descendo devagar a minha calcinha fio dental enquanto me mordia as pernas. Eu falei num tom de comando: não, que eu não queria mais que ele me tocasse, que eu estava me sentindo mal, com náusea. Ele só me olhou, riu de mim e disse: cala a boca, puta, bem que você gostou do que a gente fez ontem à noite. Você é uma puta, e garotas como você adoram uma boa rola enfiada no cu e na boca.
Não podia acreditar que aquele velho ainda tivesse fogo depois de tudo que a gente fez na noite anterior. Enquanto eu ainda tava pensando naquela situação tão desagradável, as mãos dele já tavam tocando minha racha. Ele enfiou um dos dedos dentro do meu buraquinho, metia e tirava devagar. Tava me comendo com o dedo, que era grosso e peludo, doía pra caralho. Minha bunda ainda não tinha se recuperado da última penetrada, mas o prazer era uma delícia, por mais que doesse, eu não parava de rebolar no ritmo da mão dele. Daí ele enfiou mais um dedo. Sabia que eu não ia aguentar muito sem gozar. Queria sentir ainda mais prazer e pedi pra ele enfiar mais um dedo e meter mais rápido. O velho não fez questão de esperar e foi logo fazendo.
— Vou arrebentar essa sua buceta, puta, o velho me dizia, enquanto minhas cadeiras e a mão dele se moviam num ritmo frenético, eu já não aguentava mais
- Vai mais rápido, mmmm, que delícia, enfia tudo até o fundo, seu velho nojento, mais rápido, já não aguenta mais comigo?, quero que me faça gozar mmmm, ahhhhh, assimmmmm, aiiiiii, que gostosooo ahhhhhh e gozei vários jatos de porra, enquanto o prazer e a tesão passavam, eu voltava a me sentir mal por tudo que fazia e falava
O velho chegou perto do meu ouvido e falou: "Putaaa, viu só que você é uma puta de rabo quente? Agora nunca mais vai conseguir me largar e vai fazer tudo que eu quiser.
Já quero ir embora, falei pra ele.
- Você vai embora depois, muito depois, além disso, hoje só você gozou, eu ainda não acabei, tenho muita porra pra te dar, dorme mais um pouco, vou te deixar trancada aqui, enquanto isso vou preparar algo pra você comer. Não tinha relógio à vista, não sei quanto tempo dormi, mas devem ter sido várias horas. O velho me acordou e perguntou o que eu tinha sonhado, respondi que sonhei que estava transando com o homem que amava, com meu namorado. Como era de se imaginar, o velho não gostou da minha resposta. Olhou pra mesa, lá estava a comida que ele preparou, foi até lá e jogou pela janela que dava pro quintal. Me disse: "Que pena que você sonha essas coisas, por isso não vai comer.
Os lábios dele percorriam minhas costas até chegar na minha bunda, ele separou minhas pernas e passou a língua no meu rego.
- mmm ainda tá molhadinha, já vi que você gosta de ser pega-
Me puxo pelo cabelo me ajoelhando de costas pra ele, apertou meus pezões judiados com as mãos grandes dele, me fez inclinar pra frente ficando de quatro com a bunda bem levantada, pegou na minha cintura e com força separou minhas nádegas, a próxima coisa que senti foi a língua dele passando e repassando pelo meu cu devagar, me acariciava com a língua fazendo círculos pequenos ao redor, depois enfiou a língua áspera dele dentro do meu cu, era uma sensação tão gostosa, o tesão daquilo deixava ainda mais gostoso, não conseguia resistir a tanto prazer, o que esse homem queria, me matar de prazer.
Bem na porta de sentir o prazer supremo de um orgasmo, ele parou, me deixando com vontade de sentir mais prazer, me deixando ainda mais tesuda. Fiquei naquela posição, igual uma puta, de bunda pra cima, esperando ele fazer algo mais. Me olhando daquele jeito, ele riu. Quando ouvi aquilo, mudei de posição, queria levantar e ir embora, mas ele me segurou pelo braço e disse:
— Você não vai embora até eu mandar, ele disse enquanto me puxava com força pelo cabelo.
Tentei resistir, mas ele era muito mais forte que eu. Me segurou pelo braço, me levantou e me levou até a mesa, onde me colocou de bruços.
- Abre as pernas, puta
—Me solta, não quero, queria me levantar, mas ele me apertava com o peso dele em cima da mesa.
—Agora, por se resistir, eu não vou mais te comer com cuidado, sua puta, já vi que você gosta é na força, por isso me faz ficar com raiva. Agora abre, que você vai ver estrelas, hahaha. — Olha essa buceta, é de uma deusa, sente a cabeçona da minha pica, tá dura, sente bem agora, minha pica é toda sua, ahhh, que gostosa e apertadinha, tá uma delícia, não é, rainha? E olha que a gente mal começou, só foi na metade. Como você é uma puta que esquenta o saco, quer ela toda, né? Então toma tudinho, hahaha.
- Não, por favor, tira essa porra, tá doendo pra caralho, paraaaa aiiii, tá me machucandooo, aii, que bagunça que tá fazendo na minha buceta, nãoooooo, tô doendo, aiiii
- Espera que agora você vai sentir prazer, muito prazer, até vai me implorar pra não tirar ela, ah que gostosa você é, tem uma bunda de putaaa, Josesito.
Sentia como a pica do velho entrava no meu cu, como ele me avisou, não teve o menor cuidado, os movimentos do velho eram brutais, a pica dele entrava e saía, à vontade dele, doía, sentia que ardia, cada movimento era dor e prazer, agora sim sentia o prazer esperado, ser possuído daquela maneira tão violenta, meu cu se rasgava, mas era gostoso, até comecei a me mover no ritmo do velho, abri as nádegas com as mãos pra sentir ele chegar até o fundo, era um prazer indescritível, pica tremenda no meu rabo, o grande não era o problema, mas sim o grosso que ela era, sentia meu corpo tremer, já chegava o orgasmo desejado, aiiii gritei, me dá mais velho, quero mais da tua pirocaaaaaa, aiiii arrebenta meu cuzão, mexe mais rápido aiiii, assim me dá mais, arrebenta ele aiiii. O esperma dele dentro do meu cu, desejar a porra quente dele era o triunfo do velho.
De novo fiquei todo dolorido, mais dolorido do que antes. O velho tirou o pau meio mole do meu cu e eu, aos poucos, consegui me levantar. Tava doendo tudo. Procurei minha roupa com os olhos, no escuro consegui achar, mas tava toda rasgada. O velho jogou uma roupa que encontrou na minha mochila e disse: "Essa cor deve ficar um luxo em você, veste". Eu vesti a roupa que ele me deu, peguei a jaqueta jeans que eu tinha trazido e, quando ia colocar, o velho tirou de mim e falou que não precisava, porque ele queria me ver bonita e gostosa pra ele.
Ele me pegou pela cintura e me levou pro quarto dele, um cômodo pequeno tão bagunçado e sujo quanto o outro. Tinha uma cama de metal velha encostada na parede. Ele disse que era ali que a gente ia dormir. Não tive escolha a não ser me deitar nela só de calcinha, e ele fez o mesmo do meu lado. No meio da escuridão, eu sentia as mãos dele no meu corpo, me apalpando à vontade. Foi a noite mais longa que já tive até hoje; só conseguia dormir em pedaços, porque acordava com qualquer movimento mínimo que o velho fazia. Sentia as mãos dele tocando meus mamilos e minha barriga, e às vezes parecia que ele fazia de propósito só pra me ferrar a noite. As mãos caleadas apertavam meus mamilos com raiva e não paravam até eu gemer. Teve uma hora que a mão dele chegou na minha buceta e deslizou devagar por baixo da minha calcinha, acariciando meu pauzinho. Ele não falava nada, só mexia ali, me dando um puta prazer que em poucos segundos fez sair líquido pré-seminal. Eu tava exausto demais pra resistir, só me deixei levar, me fazendo sentir uns momentos muito gostosos.
Já quase amanhecendo, ele me virou de bruços, se colocou por cima de mim e eu sentia de novo as mãos e os dentes dele nas minhas costas e na minha bunda. Ele me mordiscava, doía, eu achava desagradável. Ele foi descendo devagar a minha calcinha fio dental enquanto me mordia as pernas. Eu falei num tom de comando: não, que eu não queria mais que ele me tocasse, que eu estava me sentindo mal, com náusea. Ele só me olhou, riu de mim e disse: cala a boca, puta, bem que você gostou do que a gente fez ontem à noite. Você é uma puta, e garotas como você adoram uma boa rola enfiada no cu e na boca.
Não podia acreditar que aquele velho ainda tivesse fogo depois de tudo que a gente fez na noite anterior. Enquanto eu ainda tava pensando naquela situação tão desagradável, as mãos dele já tavam tocando minha racha. Ele enfiou um dos dedos dentro do meu buraquinho, metia e tirava devagar. Tava me comendo com o dedo, que era grosso e peludo, doía pra caralho. Minha bunda ainda não tinha se recuperado da última penetrada, mas o prazer era uma delícia, por mais que doesse, eu não parava de rebolar no ritmo da mão dele. Daí ele enfiou mais um dedo. Sabia que eu não ia aguentar muito sem gozar. Queria sentir ainda mais prazer e pedi pra ele enfiar mais um dedo e meter mais rápido. O velho não fez questão de esperar e foi logo fazendo.
— Vou arrebentar essa sua buceta, puta, o velho me dizia, enquanto minhas cadeiras e a mão dele se moviam num ritmo frenético, eu já não aguentava mais
- Vai mais rápido, mmmm, que delícia, enfia tudo até o fundo, seu velho nojento, mais rápido, já não aguenta mais comigo?, quero que me faça gozar mmmm, ahhhhh, assimmmmm, aiiiiii, que gostosooo ahhhhhh e gozei vários jatos de porra, enquanto o prazer e a tesão passavam, eu voltava a me sentir mal por tudo que fazia e falava
O velho chegou perto do meu ouvido e falou: "Putaaa, viu só que você é uma puta de rabo quente? Agora nunca mais vai conseguir me largar e vai fazer tudo que eu quiser.
Já quero ir embora, falei pra ele.
- Você vai embora depois, muito depois, além disso, hoje só você gozou, eu ainda não acabei, tenho muita porra pra te dar, dorme mais um pouco, vou te deixar trancada aqui, enquanto isso vou preparar algo pra você comer. Não tinha relógio à vista, não sei quanto tempo dormi, mas devem ter sido várias horas. O velho me acordou e perguntou o que eu tinha sonhado, respondi que sonhei que estava transando com o homem que amava, com meu namorado. Como era de se imaginar, o velho não gostou da minha resposta. Olhou pra mesa, lá estava a comida que ele preparou, foi até lá e jogou pela janela que dava pro quintal. Me disse: "Que pena que você sonha essas coisas, por isso não vai comer.
1 comentários - O velho nojento........ 3