Olhei fixamente pra ele, com meu corpo quase pelado encostado na parede, não sabia o que fazer, só sentia vontade de ser possuída por aquele velho nojento que me dava tanto asco. Me virei, colocando os braços contra a parede, e comecei a rebolar a cintura de um jeito bem sensual, de um lado pro outro, de cima pra baixo. Tirei o sutiã e peguei meus peitos com as mãos, olhei pro velho de frente e apertei eles com força. Toquei meus bicos duros, apertando, e minhas mãos foram descendo, acariciando meu corpo. Mostrei minha raba pro velho e, me inclinando, puxei a tanga pra baixo, ficando na frente dele completamente nua. Abracei ele pelo pescoço e beijei com fúria, continuei beijando o pescoço dele, desabotoando cada botão da camisa velha. O cheiro de sujeira dele me deixava mais excitada. Cheguei no zíper da calça dele e abaixei com ansiedade. Me ajoelhei e puxei a vara dura dele, que ao ver fiquei besta: era grande, uns 23 ou 25 cm, grossíssima, um pouco maior que a do meu namorado, muito mais gostosa. Tava meio molhada, dava pra ver que o velho tava com tanta vontade quanto eu. Sem pensar muito, meti na boca, sem me importar com o cheiro desagradável, só queria chupar. Lambi de cima a baixo. O velho me segurou pelo cabelo e empurrou minha cabeça pra meter até a garganta. Senti ânsia, mas segurei, sentia aquela coisa entrando e roçando minha garganta. Segurei a respiração até onde deu. Depois, o velho continuou guiando minha cabeça pro lado que queria. Nunca tinha chupado tanto uma pica, nunca tinha doído tanto a boca de tanto chupar e chupar. Aí o velho se afastou sem falar nada, saiu do quarto, me deixando de joelhos, com a boca aberta, toda dolorida, e a buceta molhada.
O velho voltou com uns papelões sujos do que um dia foi uma caixa, colocou no chão e me chamou:
— Vem, puta, mamadora.
Me aproximei do velho, ele me pegou pelos braços e me jogou em cima dos papelões. Se inclinou na minha direção, tocando meus peitos, parecia um... animal, as mãos dele esmagavam meus peitos, a boca chupava e lambia meus mamilos, eu sentia ele me morder enquanto dizia que eu era sua piranha e que podia fazer comigo o que quisesse, eu falei que ele era só um velho e que aproveitasse porque nunca mais me teria, ele se irritou, me deu um tapa e puxando meu cabelo disse:
- Isso é só o começo, piranha suja, agora vou te mostrar que você me pertence - falando isso voltou pros meus peitos e começou a morder com raiva meus mamilos e tudo ao redor, eu gritei e ele me deu outro tapa, segurou minhas mãos com uma mão, pegou um pano que usava pra limpar e enfiou na minha boca, ele continuou com o castigo me mordendo os peitos à vontade, eu só sentia dor e mais dor, continuou assim até se cansar e me soltar, assim que fez isso esfreguei meus seios pra aliviar a dor, com a pouca luz que tinha dava pra ver marcas dos dentes dele nos meus peitos, gritei com lágrimas nos olhos:
- Velho maldito, é uma besta - Ele me puxou de novo pelo cabelo pra me beijar e enfiar a língua, dizendo que era pra eu entender que era a piranha dele, me empurrou com força me jogando no chão de novo, abriu minhas pernas, colocou a cabeça entre elas e passou a língua na minha bucetinha de cima pra baixo rapidamente, me dava lambidas, procurava meu buraquinho pra enfiar a língua, me senti como nunca sendo penetrada por aquela língua, sentia a língua dele no meu clitóris, chupando e mordiscando, eu só conseguia ofegar e gemer de prazer apertando a cabeça dele contra minha pussy e falando:
- Me come, me come a buceta, é sua, ahhhh, assim, enfia a língua, aí, velho nojento, chupa elaaaaa, com forçaaaa, não tem piedadeeee ahhhhh, sou sua cachorraaaaa sujaaaa, me usaaaa, me faz mulherrrrr, me mata de prazerrrr, que delíciaaaa, morde minha bucetaaaaa
Eu sentia que a mulher que gritava não era eu, mas uma piranha reprimida, capaz de se entregar a um homem tão nojento.
O velho se afastou me deixando com vontade. Além disso, me levantei, fiquei de joelhos e segurando a perna dele, disse pra ele não ir, que eu queria mais. Me aproximei da rola dele e coloquei na minha boca de novo, chupei como uma louca, só ouvindo o velho dizer:
- Isso, sua putinha, era assim que eu queria você, faminta pela minha rola, chupa ela, ahhh chupa ela como se chupasse do teu dono, mama ela toda, ahhh assim, putaaaa, era uma boa putaaaaaa, quem é minha putinha mamadora?
- Eu sou sua putinha, sou sua, gosto da sua rola, sua boca na minha buceta
- Sim, porque você é uma putinha, gosta da minha rola e isso que ainda não enfiei em você
Ele me empurrou e se inclinou sobre mim, me segurando e dizendo:
- Vira, me mostra esse rabo que vai ser meu, fica de quatro como as cachorras sujas, assim, mmmm que rabo gostoso, sempre sonhei com esse momento, segurando teu rabo com minhas mãos, sentindo tua pele macia, limpa, teu perfume gostoso, sente minha rola te acariciando, ela tá explodindo, minha rola te deseja, e vai entrar na tua buceta de putinha, assim devagar, sente a cabeça entrando, ahhh, que buraco gostoso, molhadinho e quentinho, parece um forno, ahhh, toma, cadela, essa rola é toda sua, ahhh, assim, assim, sente ela, grita, quero que você chore, putonaaaa
Eu só sentia aquela coisa enorme entrando na minha buceta, quando entrou doeu um pouco por ser tão grossa, sentia que tava me rasgando, mas não queria que parasse, queria mais e mais, queria sentir mais, aquela rola era minha, aquela rola enorme, tava me comendo gostoso, sentia ela entrando e saindo toda, as bolas do velho balançando, e o barulho da umidade da minha buceta a cada estocada ploc ploc ploc, me deixava louca, não aguentava mais, cheguei ao prazer de novo, ahhh ahhhh, assim, me dá, tô quase gozando, continua mais rápido, mais forte, me trata como cadela, mete mais, que rola gostosa, você manda, me rasga, não para, me dá mais, ahhhhh, o velho gozou dentro de mim, senti o esperma dele e meus fluidos escorrendo, caí exausta de tanto prazer e dor juntos Nunca tinham me comido daquele jeito tão brutal e o melhor de tudo é que eu tinha gostado. Fiquei de bruços, exausta, e o velho em cima de mim ainda com o pau dentro de mim, sentindo ele diminuir de tamanho.
Não sei quanto tempo ficamos assim, acho que até dormimos um pouco. Depois ele se levantou e se deitou ao meu lado. A buceta ficou dolorida, mas satisfeita, enquanto o prazer e a vontade iam se afastando de mim, comecei a pensar no que tinha acontecido, o que eu estava fazendo ali, naquele quarto horrível, ao lado de um homem velho e nojento. Aquele velho tinha me aproveitado à vontade em cima de uns colchões sujos. O que aquele velho tinha feito de mim? Eu, que meu namorado lindão me comia nos hotéis mais luxuosos da cidade, em meio a lençóis de seda. Aquele velho tinha me humilhado, a ponto de me transformar numa puta suja, e chorei em silêncio pelo que tinha acontecido.
O velho voltou com uns papelões sujos do que um dia foi uma caixa, colocou no chão e me chamou:
— Vem, puta, mamadora.
Me aproximei do velho, ele me pegou pelos braços e me jogou em cima dos papelões. Se inclinou na minha direção, tocando meus peitos, parecia um... animal, as mãos dele esmagavam meus peitos, a boca chupava e lambia meus mamilos, eu sentia ele me morder enquanto dizia que eu era sua piranha e que podia fazer comigo o que quisesse, eu falei que ele era só um velho e que aproveitasse porque nunca mais me teria, ele se irritou, me deu um tapa e puxando meu cabelo disse:
- Isso é só o começo, piranha suja, agora vou te mostrar que você me pertence - falando isso voltou pros meus peitos e começou a morder com raiva meus mamilos e tudo ao redor, eu gritei e ele me deu outro tapa, segurou minhas mãos com uma mão, pegou um pano que usava pra limpar e enfiou na minha boca, ele continuou com o castigo me mordendo os peitos à vontade, eu só sentia dor e mais dor, continuou assim até se cansar e me soltar, assim que fez isso esfreguei meus seios pra aliviar a dor, com a pouca luz que tinha dava pra ver marcas dos dentes dele nos meus peitos, gritei com lágrimas nos olhos:
- Velho maldito, é uma besta - Ele me puxou de novo pelo cabelo pra me beijar e enfiar a língua, dizendo que era pra eu entender que era a piranha dele, me empurrou com força me jogando no chão de novo, abriu minhas pernas, colocou a cabeça entre elas e passou a língua na minha bucetinha de cima pra baixo rapidamente, me dava lambidas, procurava meu buraquinho pra enfiar a língua, me senti como nunca sendo penetrada por aquela língua, sentia a língua dele no meu clitóris, chupando e mordiscando, eu só conseguia ofegar e gemer de prazer apertando a cabeça dele contra minha pussy e falando:
- Me come, me come a buceta, é sua, ahhhh, assim, enfia a língua, aí, velho nojento, chupa elaaaaa, com forçaaaa, não tem piedadeeee ahhhhh, sou sua cachorraaaaa sujaaaa, me usaaaa, me faz mulherrrrr, me mata de prazerrrr, que delíciaaaa, morde minha bucetaaaaa
Eu sentia que a mulher que gritava não era eu, mas uma piranha reprimida, capaz de se entregar a um homem tão nojento.
O velho se afastou me deixando com vontade. Além disso, me levantei, fiquei de joelhos e segurando a perna dele, disse pra ele não ir, que eu queria mais. Me aproximei da rola dele e coloquei na minha boca de novo, chupei como uma louca, só ouvindo o velho dizer:
- Isso, sua putinha, era assim que eu queria você, faminta pela minha rola, chupa ela, ahhh chupa ela como se chupasse do teu dono, mama ela toda, ahhh assim, putaaaa, era uma boa putaaaaaa, quem é minha putinha mamadora?
- Eu sou sua putinha, sou sua, gosto da sua rola, sua boca na minha buceta
- Sim, porque você é uma putinha, gosta da minha rola e isso que ainda não enfiei em você
Ele me empurrou e se inclinou sobre mim, me segurando e dizendo:
- Vira, me mostra esse rabo que vai ser meu, fica de quatro como as cachorras sujas, assim, mmmm que rabo gostoso, sempre sonhei com esse momento, segurando teu rabo com minhas mãos, sentindo tua pele macia, limpa, teu perfume gostoso, sente minha rola te acariciando, ela tá explodindo, minha rola te deseja, e vai entrar na tua buceta de putinha, assim devagar, sente a cabeça entrando, ahhh, que buraco gostoso, molhadinho e quentinho, parece um forno, ahhh, toma, cadela, essa rola é toda sua, ahhh, assim, assim, sente ela, grita, quero que você chore, putonaaaa
Eu só sentia aquela coisa enorme entrando na minha buceta, quando entrou doeu um pouco por ser tão grossa, sentia que tava me rasgando, mas não queria que parasse, queria mais e mais, queria sentir mais, aquela rola era minha, aquela rola enorme, tava me comendo gostoso, sentia ela entrando e saindo toda, as bolas do velho balançando, e o barulho da umidade da minha buceta a cada estocada ploc ploc ploc, me deixava louca, não aguentava mais, cheguei ao prazer de novo, ahhh ahhhh, assim, me dá, tô quase gozando, continua mais rápido, mais forte, me trata como cadela, mete mais, que rola gostosa, você manda, me rasga, não para, me dá mais, ahhhhh, o velho gozou dentro de mim, senti o esperma dele e meus fluidos escorrendo, caí exausta de tanto prazer e dor juntos Nunca tinham me comido daquele jeito tão brutal e o melhor de tudo é que eu tinha gostado. Fiquei de bruços, exausta, e o velho em cima de mim ainda com o pau dentro de mim, sentindo ele diminuir de tamanho.
Não sei quanto tempo ficamos assim, acho que até dormimos um pouco. Depois ele se levantou e se deitou ao meu lado. A buceta ficou dolorida, mas satisfeita, enquanto o prazer e a vontade iam se afastando de mim, comecei a pensar no que tinha acontecido, o que eu estava fazendo ali, naquele quarto horrível, ao lado de um homem velho e nojento. Aquele velho tinha me aproveitado à vontade em cima de uns colchões sujos. O que aquele velho tinha feito de mim? Eu, que meu namorado lindão me comia nos hotéis mais luxuosos da cidade, em meio a lençóis de seda. Aquele velho tinha me humilhado, a ponto de me transformar numa puta suja, e chorei em silêncio pelo que tinha acontecido.
0 comentários - El viejo asqueroso ........ 2