Cena de amigos (4)

O fim de semana passou sem grandes sustos. Começou a semana de trabalho e cada um na sua.
Sofia: bom dia….. Manda no grupo.
Todos se cumprimentam e perguntam como foi o fim de semana.
Guillermo: pergunta, quem transou logo depois que saiu de casa?
Todos respondemos que sim.
Andrea: eu não aguentei esperar chegar em casa e enfiar na boca.
Verônica: eu tive o cu arrombado de novo, juro que não conseguia nem sentar depois.
Sofia: eu chupei muito igual a Andrea kkkkk
Andrea: não vale falar quem escreveu cada coisa, né? Porque acho que falei uma besteira comparada com as outras e queria mudar kkkkk
Eu: e é que pra você ver o que escreveu, vai ter que ler o resto kkkkk
Andrea: claro, né, burra. Bom. Kkkkk
Sofia: vocês se divertiram?
Todos respondemos que sim de novo.
Tomás: eu me diverti pra caralho, e depois que a gente voltou a transar, não conseguia dormir de novo. Devo confessar que lembro e fico com tesão.
Todos dissemos que também estávamos com tesão enquanto lembrávamos. Era segunda. Tinha passado só uns dois dias, só isso. Era impressionante o que a gente tinha causado. E assim passou a semana. Era sexta, já estávamos cansados, eu ainda tava no trampo quando toca o cel com o som do grupo.
Tomás: o que vocês tão falando? Essa semana parece que todo mundo tava ocupado porque ninguém falou quase nada kkkkk
Sofia: eu tô em casa ocupada pra caralho kkkkk, hoje a tarde inteira fiquei molhada lembrando.
Tomás: eu tava falando do trabalho kkkkk
Andrea: sério que você tá molhada?
Sofia: siiiiiim.
Verônica: eu também. Kkkkk
Eu: agora que vocês começaram a falar, eu também.
Guillermo: eu também.
Sofia: então no final somos uns tarados, e temos que esperar mais uma semana. Que merda.
A verdade é que era uma merda. Já estávamos todos a mil.
Verônica: eu, se continuar assim, vou me tocar.
Andrea: manda fotoooooo, eu fico com tesão quando meu marido me manda fotos.
Verônica: mas a gente tinha combinado de não tirar fotos. Embora eu, por mim, não tengodrama. Eu amo isso.
Sofía: eu também.
Andrea: e se a gente adiantar o encontro?
Todos dissemos que sim em uníssono.
Naquela noite a gente tinha que ir na casa da Verónica, a nota no envelope dizia CHUVADE OURO, não dizia como nem o que fazer. Então no fim da tarde pelo telefone…
Tomás: como é essa parada de chuva de ouro? Perguntou no grupo. O que a gente faz?
Verónica: eu dei uma pesquisada. Vamos fazer assim. A gente se encontra às 21:00 em casa. Umas 19:00 comecem a beber água. O máximo que conseguirem. Assim chegam cheias. Tentem não ir no banheiro, ou pelo menos chegar com vontade de ir. Já tenho quase tudo pronto.
Cheguei em casa e a primeira coisa que vi na mesa foi água mineral. Minha esposa tava bebendo igual uma louca desde que leu a mensagem.
Deixamos os meninos na casa da avó e fomos pra casa da Verónica. A noite tava perfeita, fazia calor, tava estrelada, não dava pra pedir mais. Chegamos e enquanto eu tava estacionando vi que o Tomás também tava estacionando com a Sofía. Todos juntos batemos na porta e entramos.
A primeira coisa que vimos foi a Verónica que tava só de calcinha e sutiã. Ela veio e cumprimentou todo mundo com um beijinho. O Tomás, que já tinha nos recebido, falou:
Tomás: tava esperando vocês chegarem pra eu tirar a roupa. Dito isso, ficou só de cueca.
Quando me toquei, todo mundo já tava quase pelado. Eu não fiquei pra trás e tirei tudo. Fiquei no pelo. Curtia a sensação de estar peladão.
Eu: não sei vocês, mas eu tô morrendo de vontade de mijar desde um tempo atrás.
Verónica: vamos pro quintal. Disse isso enquanto trazia bebidas pra todo mundo, de todos os tipos.
Andrea: vamos rápido que eu tô me mijando. Falou e quase saiu correndo.
A gente tava todo mundo no quintal em círculo, já pelados, falando de tudo um pouco. Antes da piscina tinha uns colchonetes tudo juntinho arrumados.
Sofía: galera, eu não aguento mais, juro que tô me mijando.
Verónica: aguenta mais um pouquinho, disse e saiu correndo pra dentro de casa.
Voltou e deu pra nós três homens uns lenços. negros.
Verónica: tampem os olhos. Ela nos disse, ordenando.
Guilherme: haaaaaa, isso não vale. Eu também tô me mijando. Kkkkkk.
Nós três obedecemos sem dizer uma palavra.
A partir daquele momento não vi mais nada, meus sentidos estavam mais alertas. Eu estava na expectativa do que ia rolar. Entre risadas e comentários, senti que me pegavam pela mão e me faziam andar.
Verónica: vocês três vão sentar nos colchonetes. Pra se localizarem, estão um do lado do outro a menos de um metro de distância.
Dito isso, me seguraram pelo ombro e fizeram pressão pra eu sentar, o que fiz sem reclamar. Senti que tocavam na minha cock, tava meio mole, me punhetavam e num instante senti que chupavam ela. Não sabia quem era, mas tava chupando muito bem. Tava com muita vontade de mijar, era uma sensação estranha, por um lado eu adorava como faziam, mas também tava morrendo de vontade de urinar. Senti que pararam de chupar, eu tava sentado e apoiava as mãos nos lados. Senti uma pussy na minha cara, não era da minha esposa, se ouviam gemidos, mas ninguém falava nada. Senti a umidade e o cheiro daquela bucetinha, se eu tiver que dizer quem era, parecia que era a Sofia, porque as outras duas eu já tinha provado. Eu chupava e passava a língua por tudo, até que num momento comecei a sentir algo quentinho descendo pelo meu queixo enquanto eu chupava a pussy dela, eu tava mijando. Gemia e se mexia pra frente e pra trás, sentia que caía na minha barriga e depois molhava meu rosto, era espetacular. Tava com a cock durassa. Doía de tão ereta que tava. Ela tirou a buceta do meu rosto, que tava todo ensopado, e começou a chupar minha cock. Eu já não aguentava mais, me mijava, acontecesse o que acontecesse. Ela engolia minha cock com força, até que num momento, com minha cock dentro da boca dela, não consegui mais me segurar e comecei a mijar. Tudo dentro da boca dela, e deixava cair sobre mim, tava fervendo. De novo ela parou de chupar e agora me ofereceu a bunda dela na boca. Sem vergonha, ele passava a língua. Sentia que ela se mexia, eu fazia força com minha língua pra enfiar no cu dela, que aos poucos cedia e mal se abria. Comecei a sentir de novo que ela tava fazendo xixi em cima de mim. Com uma das mãos, comecei a enfiar um dedo na buceta dela, que tava terrivelmente molhada, entre fluxo e xixi. Depois estimulava e mexia os dedos como se tivesse comendo ela, ela gemia, ouvia que perto de mim também gemiam e estavam gozando. Não via nada, só sentia o calor da noite e estar molhado pelos fluidos dela e o xixi, ela começou a ter um orgasmo, bem na minha boca, se mexia sem parar enquanto os líquidos escorriam pelo meu rosto. Depois, sem mais, ela passou a língua nos lábios e foi pro meu pau. Ela se engasgava, eu ainda tinha vontade de fazer xixi, então sem mais comecei a deixar sair, sentia o calor da boca dela agora misturado com meu próprio líquido que saía sem parar e com muita força, ela não engolia, deixava escorrer, mas ouvia que se afogava com o xixi e com meu pau. Avisei que não aguentaria muito mais, o que pareceu ser uma permissão pra ela me chupar mais rápido. Comecei a deixar sair toda minha porra. Era muito, sentia que enchia a boca dela e quando não dava mais, deixava cair e ela continuava chupando. Sentia tudo tremelicando, lindo foi o orgasmo. Intenso, duradouro, sujo. Ela continuou chupando até ir diminuindo de leve. Me perdi no tempo e no espaço, já não ouvia nada há um tempo, mas parecia que todos estavam na mesma. Todos tinham gozado. Eu tava todo molhado. Ainda com a venda nos olhos, senti colocarem um cigarro na minha boca, o que agradeci profundamente.
Sofia: estica a mão que tenho um copo de cerveja gelada pra você.
Era a Sofia que tinha mijado em mim toda, agora minha imagem dela tinha se projetado na minha cabeça.
Tomas: quando a gente tira essas merdas dos olhos? Disse quase implorando.
Andrea: alguém afim de continuar fazendo xixi?
Eu: eu ainda tô com vontade. Disse quase. tímido ao perceber que ninguém mais falava nada. Senti que pegavam na minha piroca e me masturbavam devagar.
Andrea: deixa sair, meu amor. Senti que minha esposa tava falando comigo.
Comecei a mijar de novo com uma força danada, saindo toda a porra que tinha ficado dentro junto com a morna toda. Ouvi as três rindo enquanto mexiam minha piroca de um lado pro outro até eu não ter mais nada pra dar.
Verônica: agora sim, tirem tudo.
Tiraram a venda e vi que os dois caras estavam deitados nos colchonetes, completamente encharcados. Todo mundo com uma bebida na mão. As mulheres pareciam que tinham tomado banho e não tinham se secado de tão molhadas que estavam.
Perto da piscina tinha um chuveiro, pra lá as mulheres foram, tomaram uma ducha enquanto conversavam e riam. Depois fomos nós, os caras.
As toalhas estavam distribuídas, a gente pegou e foi se secando.
Verônica: bom, se vocês toparem, vamos pra dentro comer. Já deixei tudo pronto.
Fomos pra dentro de casa, eles eram os mais anfitriões entre os casais, daquele tipo que adora que tudo saia perfeito. Se desdobravam pra te dar o melhor que podiam. Fomos todos pra uma bancada e continuamos conversando e trocando piadas. Todo mundo pelado. Ela tinha preparado um jantar com todo tipo de entrada pra petiscar. Era foda ver aquelas mulheres nuas, papeando, de vez em quando uma mão boba, se abraçavam por qualquer motivo. Era incrível. Eu com minha cerveja na mão, comendo umas paradas gostosas, olhando aquelas mulheres se tocando e rindo, boa companhia, não podia estar num lugar melhor. Concentrado nos meus pensamentos, meio perdido, nem sei quanto tempo passou. Num momento olho pro Guillermo, que tava observando algo atentamente. Olho na direção do olhar dele e tava a minha senhora se beijando tão sensual com a Verônica que era impossível descrever. As línguas delas se moviam bem devagar e as mãos mal se tocavam. A Sofia, que tava quase do meu lado sentada, me olha e fala:
Sofia: parece que Isso te excita, o que você está olhando? Ela me disse, enquanto sorria, apontando pro meu pau, que já estava durasso.
Eu: hahaha, parece que o seu marido também, falei, apontando pro Tomas, que estava com um canapé na mão e na outra segurava o pau dele, bem inchado.
Sofia: Vem. Ela disse pro marido, que sentou do meu lado, deixando o lugar dela pra ele.
Sofia ficou do nosso lado e começou a nos tocar. Olhei pro Guillermo e chamei ele também, que trouxe um banquinho e sentou do nosso lado.

Nós três estávamos sentados um do lado do outro, apoiados no balcão. Olhando como a minha mulher e a Verônica se tocavam e se beijavam. Sofia estava entretida com três paus, chupando e massageando a gente. Enquanto chupava o meu, tocava nos outros dois. Ela fazia isso de um jeito delicado, devagar, sem pressa, tava curtindo. A gente, por nossa parte, só olhava o show que elas estavam dando.

Em um momento, minha esposa deita no chão e a Verônica fica de 69 com ela, e as duas começaram a lamber as bucetas uma da outra, gemendo igual umas loucas. Guillermo não aguentou mais e, no meio da masturbação, começou a gozar igual um louco. Sofia parou de chupar o meu pau e foi receber todo o leite que ele tava dando. Eu já não ia aguentar muito mais, então deixei o pau quieto até a Sofia voltar.

Guillermo soltou um gemido que dava pra perceber que tava terminando. Ouvindo isso, Sofia se mexeu rápido e foi pra onde ele tava. Ele já tinha gozado e tava soltando mais um pouco, que foi parar na boca dela. Ela pegou com a mão o gozo que tinha ficado no púbis dele e espalhou pela barriga. Eu, nessa hora, peguei meu pau e comecei a bater uma devagar. Começou a sair gozo bem devagar, que tava bem quente. Sofia veio na direção dele e meteu na boca.

Nós três caras tínhamos gozado em cima da gente. Era uma bagunça, todo mundo sujo. Minha esposa e a Verônica já tinham tido um orgasmo fantástico, a gente sabia pelos gemidos. Elas se levantaram, se Deram um beijo e vieram ao nosso encontro. Eu com a minha senhora nos demos um beijo e ficamos abraçados. Cada um com sua parceira ficou na mesma posição. A gente cheirava a sexo, muito sexo. A noite passou entre comida e bebida. Todo mundo sentado num ambiente nudista e alegre. Nossas picas estavam meia-bomba. Chegou a hora da despedida, já que o tempo tinha ido pra merda. Andrea se levantou e foi até a mesa onde Verónica tinha arrumado os envelopes com cuidado.

Andrea: "Bom, o próximo encontro é em casa. Vamos ver o que o futuro nos reserva." Disse enquanto pegava os envelopes e os virava de um lado pro outro, colocando aquele suspense pra todo mundo falar alguma coisa. "Vamos ver o que diz. Haaaaa boooom, isso tá ficando cada vez mais divertido. Acho que vou gostar. MASSAGEM PROSTÁTICAAAAAA."

Os homens, em uníssono, soltaram um grande NÃOOOOO. As mulheres riam como loucas.

Verónica: "Brinquedos também ou só dedo?"

Sofia: "Eu cuido de comprar os brinquedos, um pra cada um."

Os homens olhavam com medo e atenção.

Andrea: "Fala sério, eu cuido do jantar. Mas quando a gente faz? Daqui a quinze dias?"

Todo mundo disse que sim.

Eu: "Acho que a gente tem que fazer força pra que seja daqui a 15 dias mesmo, senão a gente vai ficar entediado rápido. E não vou dizer uma vez por mês porque é demais, mas senão depois a gente não vai saber o que fazer."

Tomas: "Concordo em tudo, acho melhor daqui a 15 dias. Vamos manter contato, mas só isso. No máximo, a gente vê se querem brincar pelo telefone, mas senão as ideias acabam."

Todo mundo ficou de acordo com isso. Fomos cada um pra sua casa, um bom banho e pra cama. Não sei o que acontecia com a gente, mas cada vez até agora, quando íamos embora, chegávamos com vontade de transar com a Andrea, e era alucinante. Chegamos e fomos tomar banho. Os dois saímos do banho e fomos pra cama pelados. Começamos a nos beijar com muita vontade. De um salto, ela subiu em cima de mim, enfiou a pica na buceta e se mexeu. como uma louca. Eu mordiscava os peitos dela e puxava os biquinhos, que eu sabia que ela adorava. Num momento, ela se ajeitou e tirou minha pica da buceta encharcada dela, foi encaixando no cu dela, custou a entrar, e a cara dela mostrava: ela gostava, mas doía um pouco. Vendo que faltava lubrificação, ela fez um movimento de contorcionista e, depois de chupar um pouco, cuspiu. Subiu de novo e dessa vez entrou com menos dificuldade. Foi devagar até que entrou toda. Eu podia sentir na minha barriga como a buceta dela continuava escorrendo suco enquanto ela se mexia com minha pica no cu dela. Sabia que ela não ia aguentar muito porque essa posição faz ela gozar rápido, e como se eu fosse um adivinho.
Andrea: ai, meu amor, que delícia sentir sua pica no meu cu, vou gozar todinha com sua pica no meu cu, quero que fique doendo, quero estar amanhã no trabalho e lembrar como você arrebentou meu cu.
Eu agarrei ela pelos quadris e comecei a fazer força, minha pica ia o mais fundo que podia. Ela não aguentou mais e começou a gozar, se mexia e me deixou todo molhado. Levantei ela um pouco pelos quadris e comecei a foder com força e rápido, até que comecei a encher o cu dela de porra. O cu dela pulsava quando parei. Não queria tirar. Amava a sensação. Ela me beijou, sorriu e saiu. Eu levantei, fui ao banheiro e voltei pra cama. Ela também foi ao banheiro, eu fiquei deitado pensando. Quando ela voltou.
Andrea: você se divertiu?
Eu: sim, demais.
Andrea: você gosta do que a gente tá fazendo?
Eu: sim, pra caralho.
Andrea: você não sabe como deixou meu cu, mas o mais lindo é que você não sabe como vou deixar o seu cu na próxima vez que a gente se encontrar. Disse isso, me deu um beijo e virou de costas. Eu fiquei olhando pro teto, quase com medo.

3 comentários - Cena de amigos (4)

excelente los encuentros y juegos que van haciendo
Muy bueno, muy caliente. Me deja con ganas de saber cómo sigue. Van puntos y saludos