Descobrindo Minha Verdadeira Mãe 1

Descobrindo Minha Verdadeira Mãe 1 Com o Selo do Prazer e do Morbo… Meu nome é Daniel, mas todo mundo me chama de Danny. Tenho 17 anos e moro com minha mãe, já que meus pais se divorciaram há apenas um ano. Minha mãe e eu nos damos super bem, somos muito unidos, digamos que com meu pai nunca fui muito próximo, ela sempre esteve ao meu lado e foi meu grande apoio. Sou um cara moreno, olhos castanhos, 1,70 de altura, bem magro, meio franzino, mas dizem que me pareço muito com minha mãe. Minha mãe se chama Maria, porém, mesmo sendo minha mãe, tenho que dizer que ela é uma gostosa, daquelas que fazem virar a cabeça. Ela tem 35 anos, já que me teve com 18, é magrinha, com umas pernas firmes e invejáveis, e mede aproximadamente 1,69 de altura, é bem baixinha, ou como ela sempre diz quando comentam algo sobre sua altura: "baixinha, mas manejável". Ela é branca com olhos verdes escuros, uma pele muito pálida, isso eu herdei dela, uns peitões, usando sutiã 100, embora em casa ela sempre os deixe soltos, salta aos olhos. Tem uma bunda durinha e firme, bem branquinha também, é um branco integral no corpo dela. Ela e meu pai sempre se deram, simplesmente, nem melhor nem pior, simplesmente se davam bem, embora pareça que muita "vida conjugal"... não faziam, mas também não foi um divórcio traumático. Cada um dormia num quarto, simplesmente tinham um tratamento cordial, mais do que um casal, eram como colegas de apartamento, embora no que diz respeito ao tratamento comigo nada tinha mudado. Meu pai mora sozinho e minha mãe e eu juntos onde sempre vivemos, já que meu pai, de acordo amigável, decidiu assim sem necessidade de trâmites ou burocracia. Minha mãe e eu nos divertíamos muito juntos, assistíamos filmes à noite, contávamos nossas coisas, eu contava meus casos amorosos com minhas namoradas, e nisso ela sempre me aconselhava, enfim, uma relação excelente de mãe e filho, quase de amigos. Até que, pouco a pouco, começou a... Sair, como dizia uma amiga, então toda sexta não assistíamos mais filmes, ela já ia com o "amigo". Em um mês, já saía também aos sábados, depois às quintas... e assim por diante até que todos os dias às 09:00 ela saía com seu "amigo". Ela não falava sobre ele, só dizia que era um bom amigo, que meu pai o apresentou, já que era amigo dele, e que estavam apenas se conhecendo. Ainda lembro de uma vez que ela voltou de um desses encontros com o "amigo", chegando às 3:00 da manhã, me encontrando ainda acordado, largado no sofá vendo um filme. Quando entrou, foi rápido, mais que o normal, então fui ver o que estava acontecendo e, ao ser pega de surpresa, pois não esperava que eu fosse ao seu encontro, ela se virou e pude ver grandes jatos esbranquiçados no cabelo e no rosto, nas bochechas, assim como na roupa. Ao se abaixar para pegar o casaco do pijama que tinha caído, por estar usando uma saia curta, pude observar que ela não estava de calcinha, e que suas nádegas estavam completamente vermelhas, com marcas de mãos.

— Mas... o que aconteceu com seu rosto e cabelo? — perguntei, intrigado.

— Eeeehhh... nada... nada... jantando... derrubei molho em mim e... pronto, vamos, sai daqui que preciso me trocar! — ela disse, quase me expulsando do quarto.

Não tinha motivo para não acreditar nela, então não dei muita importância ao assunto e tudo seguiu normalmente, se não fosse porque, no dia seguinte, aconteceu de novo e, dessa vez, fiquei curioso sobre a vermelhidão nas nádegas, então, mais uma vez, fui atrás dela e, dessa vez, ela estava usando um jeans apertado, que, aliás, destacava toda a linda figura do seu corpo. Dessa vez não a invadi, apenas espiei pela fresta da porta e pude observar que, mais uma vez, ela tinha o rosto todo cheio de meleca branca e grandes manchas por toda a camiseta preta, embora o que mais me chamou a atenção foi que, ao tirar o jeans e se abaixar para pegá-lo, pude ver perfeitamente como toda a rachada do seu cu, completamente depilado, assim como sua buceta, e seu ânus estava bem dilatado e com um líquido branco escorrendo dele, deslizando pela sua perna, e mais uma vez várias marcas em suas nádegas vermelhas de mãos bem grandes. Também não dei maior importância, já que minha mãe sempre me pareceu uma mulher muito caseira, nada caçadora de homens nem uma mulher fácil. Os dias passaram e isso vinha se repetindo já todo dia, cheguei a pensar que o que eu continuava observando todo dia no ânus dilatado, seria possivelmente alguma pomada para irritação ou sei lá… Já pela manhã perguntei por esse amigo, como estava.
—Oi mãe… Como tá esse amigo com quem você anda? — perguntei.
—Bem, ele é muito agradável, me divirto muito com ele, estamos nos conhecendo, sabe? — disse com um sorriso bobo.
—Quer dizer que…? — falei sem nem precisar completar a frase, olhando pra minha mãe com meio sorriso.
—Sim… gosto dele, estou muito à vontade com ele, nos damos bem, temos coisas em comum. — Disse um pouco mais séria.
—Coisas, tipo o quê? — perguntei com curiosidade.
—Bem… não sei… coisas… O que você tem com isso! — Disse me dando uma cotovelada no braço e indo pra cozinha.
Fiquei com vontade de perguntar por que ela sempre estava com a bunda vermelha, mas pensei que teriam ficado muito tempo sentados em algum banco de pedra ou algo assim e, já que minha mãe é tão branca de pele, no mínimo que seja fica marca de qualquer coisinha.
—E por que não convida ele pra casa, nem que seja pra comer, pra eu conhecer? — perguntei.
—Bem… seria uma boa ideia… tá bom, vou perguntar pra ver o que ele diz. — Respondeu com um largo sorriso.
Ela foi trabalhar e eu fui estudar, já que os exames da universidade tomavam muito do meu tempo. Às 08:00, minha mãe chegou do trabalho, mas quando abriu a porta não veio sozinha. Junto com ela vinha um cara alto, de uns 35 anos.
—Oi Marcos. — Minha mãe disse. — Esse aqui é o Lucas. — Disse apresentando-me ao seu amigo.
—Oi, garoto. —Ele disse, dando um tapinha na minha cabeça, deixando minha mão no ar.
—Hahahaha, que bruto você é, Lucas, vai assustar o menino. —Minha mãe disse rindo, enquanto ele só olhava para ela com um meio sorriso. Eu fiquei ridicularizado e, ainda por cima, minha mãe me chamou de "menino" na frente desse cara, ela nunca me chamou de menino...
—Bom, Maria, você me convidou para jantar, não foi? —Ele disse à minha mãe, agarrando uma das nádegas dela com uma mão e apertando com força na minha frente.
—Aaaaaaaa… Lucas, o menino está aqui, vamos… —Ela disse, ele sussurrou algo no ouvido dela, ela ficou toda vermelha e ele continuou apalpando aquele bumbum lindo.
De propósito, ele deu uma palmada bem forte enquanto a beijava, fazendo minha mãe dar um pulo, e recebeu outra em cima da calça jeans, que por sinal era bem justa e marcava suas nádelas perfeitas.
—Vamos lá! Vocês dois vão para a sala de jantar enquanto eu arrumo a mesa. —Ela disse para nós dois.
Nós dois fomos para a sala, e ele se acomodou na poltrona individual, *minha* poltrona, justo onde eu ia sentar antes que aquele desgraçado sexy me empurrasse para o lado.
—Onde você vai, menino! —Ele disse, me afastando como se eu fosse um piolho.
O cara tinha os dois braços musculosos e tatuados que, sem serem exagerados, dava para ver que eram trabalhados, mas pelo tom moreno da pele, pareciam mais músculos de quem trabalha na obra do que de academia.
—Sabe, acho que hoje vou dormir aqui? O que você acha? —Ele me disse com um sorriso arrogante no rosto.
—Bom… não sei… mas não tem camas, você vai ter que dormir no sofá… —Falei, sendo ingênuo.
—Pra que, se eu tenho a da sua "mamãe"? Hahahaha —Ele disse sem o menor pudor.
—Não sei… acho que minha mãe não… —Respondi sem terminar a frase, deixando bem claro o que eu pensava.
—Não! Apostamos que hoje eu durmo na cama dela? Hahahaha Mas, garoto, onde você acha que sua mãe fica todo o tempo que não está em casa com você, moleque? brincando? - ele disse, me deixando paralisado no lugar.
--Acho que... com você... claro... - respondi, totalmente sem graça.
--E o que você acha que sua mãe faz, ponto cruz? Vai ser cara de pau assim? - o babaca falou, e eu não tive coragem de enfrentá-lo. --Vou lá com sua mãe, tô perdendo tempo aqui. - ele disse, levantando do sofá e indo em direção à cozinha.

Fiquei olhando pra TV um pouco, esperando minha mãe fazer o jantar, pelo menos quanto mais demorasse, menos eu teria que aguentar aquele otário. Ele tinha acabado de chegar e já vinha com essa atitude de escroto. Depois de um tempo, comecei a ouvir uma série de batidas, barulhão vindo do corredor, então fui bem devagar pelo corredor. Vinham da cozinha. Dava pra ouvir as vozes.

--De joelhos, putinha! Plaaaassssss! Assim, vadia! Plaaaassssss! - ouvia aquele cu de merda dizer.
--O menino... vai ouvir... - ouvia minha mãe falar.
--Plaaaassssss! Que ele vá se acostumando com a puta que tem por mãe! - ele disse pra minha mãe. --Assim, de quatro como as cachorras, com a bunda bem aberta! Plaaaaaassss! - ouvia da porta.

Não tinha coragem de espiar, estava nervoso, o coração batia forte parecendo que ia sair do peito a qualquer momento, minhas pulsações tinham aumentado e comecei a suar. Tomei coragem e fui me aproximando da porta aos poucos, centímetro por centímetro.

--Porca! Plaaaassssss! - Lucas gritava. - Ouvi estalidos... como de algo líquido, tipo quando você esfrega as mãos com sabão com força.
--Aaaaaahhhhhhhhhhh! Ooooo...oooo...oooooohhhhhhh...car...alho...oooooohhhh....! - escutava minha mãe dizer.
--Vou fechar essa buceta de boca que você tem, mais que nada pra não sermos ouvidos pelo pirralho! - o desgraçado falou, não só insultava minha mãe, mas se permitia em apenas uns três quartos de hora que estava em casa, vir com essa atitude e nos tratar desse jeito.
--Mmmmm... Mmmmm... mmmmnn...! - parecia que os sons da minha mãe tinham sido abafados.
--Aaaassssiiiii... olha que beeemm...! Puta! Plaaaaaassssss! Assim... kkkkkk se seu filho vier verá que mãe ele tem, tão puta! Plaaaaaassssss! - Lucas continuava dizendo. - Que mamadeira, que mãe gostosa o seu filho tem! - Eu ouvia dizer.

- Aaaaaaagghhh! Aaaaaagggghhhh! - Pareciam ânsias misturadas com tosse e fortes estalos de saliva. - Mmmmnnnnn, ha, ha, ha, Mmnnnnn, ha, ha, ha, ha, ha, ha, Mmnnnn, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, Mmmmm, ha, ha, ha, ha, ha, ha, Mmmmm, ho, ho, ho, haaa Mmm haaaaaaa

- Vamos, buceta...! Pra dentro, mais pra dentro! - Ele dizia. - Não lembro como seu filho se chama, repete. - Lucas dizia.

- Haaaa...iii...eeeellll... - As palavras que minha mãe tentava emitir eram ininteligíveis, parecia que ela tinha a boca completamente cheia.

- Haaa, haaaa, haaaaaaaaaaa, Ahhhhh que delícia, gostei... Não tô te entendendo, puta! Plaaaaaassssss! Repete o nome do seu filho! Plaaaaaassssss! - Ele repetia pra minha mãe, e se ouviam sons como de tapas.

- aaaaa...iiiiiii...eee....lllll...! - Ela tentava de novo sem muito sucesso. - Mmnnn hussss mmmnnnn.

Eu pensava no que aquele animal, aquele desalmado, poderia estar fazendo com ela, com certeza nada de bom. Queria espiar, mas o medo não permitia, eu estava petrificado, mesmo querendo ir embora pra não ouvir mais, a curiosidade era forte, eu queria saber mais.

- Já sei! Você não sabe falar de boca cheia! Né? - Ele dizia entre risadas. - Bom, já que não entendo o nome do seu filho, me diz o do seu ex-marido. Como se chama o frouxo do pai do seu filho? Plaaaaaassssss! - Não sei exatamente o que eram aqueles sons.

- iiiiiii...eeellllll... - Minha mãe emitia.

- Ainda não tô te entendendo, mamadeira! Mais um pouquinho pra dentro...! Porra, você baba que nem uma porca! Olha como as babas tão escorrendo, parecem cipós! - Lucas dizia. - E agora... vou tapar seu nariz, vamos ver como fica assim. Como você disse que ele se chama? E me olha nos olhos enquanto enfia meu pau na sua boca, até o fundo, eu gosto de ver você babando e lacrimejando, gostosa!

- uuuuuuuuuuuuugggggggghhhhhhh! - Depois da primeira vogal o que pareceu sair de sua boca foi um engasgo violento, seguido por uma tosse intensa.
—Viu que utilidade boa eu dou às espátulas de frigideira, hein? Perfeitas para dar palmadas nessa bunda da raposa hahahahaha! O que será que seu filho diria se te visse com o jeans e a calcinha arriados até os joelhos, enquanto eu te dou tapa com a espátula que você usava pra virar os bifinhos dele? Sem falar no garfo que você tem enfiado pelo cu pela parte do cabo, o mesmo que ele vai usar pra espetar os bifes deliciosos! *Plazzzzz, Plazzzzz, Plazzzzz, Plazzzzz, Plazzzzzz!* — Lucas dizia, me deixando totalmente paralisado física e psicologicamente.
—O que será que seu filho diria se soubesse das fodas que eu te dava na cama de casal enquanto você ainda era casada com aquele idiota do seu marido? — Isso me deixou absolutamente arrasado, não conseguia acreditar, o tom dele não parecia falso, e também não ouvi minha mãe negar.
Minha mãe tinha traído meu pai? Isso não… não podia ser…! Com esse? Trocar meu pobre pai por esse animal degenerado?
—Hoooo…ooo…oooo…heeeee… — A vocalização da minha mãe era ridícula, ela continuava tentando dizer o nome do meu pobre pai.
—Umas fodas loucas, hein, eu te deixava com a bunda tão arrebentada que você nem conseguia sentar, hahahaha! — dizia o miserável.
Não conseguia acreditar no que estava ouvindo. Em questão de uma hora, meu mundo passou de um azul maravilhoso a desabar sobre minha cabeça, tudo virando caos e destruição.
—Chupa aqui, sua raposa de merda, vou gozar! Vou gozar no prato do seu filho! — Disse Lucas, enquanto eu sentia uma explosão no peito e meu estômago se dissolvia, virando um purê de batata rançoso.
—Não… por favor… querido, não envolve meu filho…! — Disse minha mãe, saindo em minha defesa.
—Mmmmm… bom… tá, tudo bem, então você mesma vai comer a salada com o molho do meu leite, que gozada que vou dar, tenho quilos de porra acumulada o dia todo… Buuuufffff! — Disse ele bufando como um touro bravo.
Eu ouvia perfeitamente as chupadas da minha mãe, aquelas que deveriam estar sendo dadas no nojento daquele bastardo prepotente, não conseguia acreditar que minha mãe se deixasse submeter a tamanha abominação, ele nem merecia ser chamado de pessoa, era um puto animal. Não entendo como minha mãe, uma pessoa recatada e educada, podia estar cedendo a tamanhas barbaridades na frente desse sem-vergonha.

—Buuuuufffffffffffffff! Asssssiiiiiiiiiiiiii! Oooooooooohhhhhhh! Chega mais essa saladaaaaaaa, porcaaaaaa! —berrava o nojento.

Ouvi os talheres se mexendo na mesa, então imaginei que minha mãe estava obedecendo e levando a salada.

—Segura ela enquanto eu me bato uma… Aaaaaaahhhhhhhhhhhh! Yaaaaaa lleeeeeegaaaaaaaaaa! Toooooooomaaaaaaaaaaaaaa! —suponho que ele começou a gozar abundantemente na salada da minha pobre mãe.

Eu não aguentava mais ouvir, então decidi voltar de fininho para a sala, pensativo e cabisbaixo, imerso nos meus pensamentos tentando lembrar que momento do passado deu errado para chegarmos a isso. Tentava entender como minha mãe trocou meu pai, atencioso, bom, gentil e muito trabalhador, por essa peste. Dez minutos depois, ouvi minha mãe me chamando para jantar.

—Daniel, querido, vem jantar! —ela gritou da cozinha.

—Já vou! —respondi.

Fui para a cozinha e, quando entrei, lá estava minha mãe, com os olhos vermelhos, suponho que de tanto engolir o pau à força imposta pelo animal e, o tal sujeito, sentado no centro da mesa, triunfante, como o macho da casa. Minha mãe começou a servir os bifes e os pratos individuais com salada, pude observar que o dela estava completamente coberto por uma substância que bem poderia passar por queijo se eu não soubesse de onde vinha.

—E aí! A salada da sua mãe tá com uma cara boa, hein! —ele me disse dando uma palmadinha no meu ombro.

—Sss…iii… —falei sorrindo como um idiota, levantando os olhos para olhar minha mãe, que tinha ficado completamente vermelha.

—Gostou O queijo, ela gosta? - Ele me perguntou.
-- Bom... sssim... - Respondi, absolutamente constrangido pela situação.
-- Então não se fala mais nada, pega o prato da sua mãe, outro dia faço queijo caseiro pra ela, que ela já tá bem cheia da sua cota diária! - O filho da puta trocou os pratos, o meu ele deu pra ela e o dela pra mim.
O desgraçado tinha tudo planejado, tanto minha mãe quanto eu caímos na armadilha. Nenhum de nós sabia o que dizer, ela não podia falar que era porra, por outro lado, eu não podia dizer que tinha espiado tudo que eles fizeram. Minha cara empalideceu, meu estômago fechou completamente. Minha mãe ficou olhando pra mesa, calada, com sentimento de culpa, embora, com razão, já que ela era cúmplice de tudo, isso não teria acontecido se ela tivesse tido coragem de recusar.
-- Não vai experimentar, menino? - Ele me disse sorrindo. -- Quer que sua mãe prove primeiro? Tá bom! - falou o maldito, pegando o garfo para espetar um bom pedaço de tomate totalmente encharcado de porra grossa e quente.
Minha mãe, me encarando fixamente, como se quisesse me pedir perdão de forma telepática, abriu a boca como uma autômata, engolindo tudo que ele deu.
-- Viu? Tava gostoso, né, querida? - Perguntou com certo grau de ironia pra minha mãe.
-- Ssssim... - Ela respondeu de forma quase inaudível.
-- Então vamos, agora você! Ou tá desprezando nosso jantar? - Ele me disse de forma autoritária.
-- Não... claro que não... - Respondi intimidado pelo tom imperativo e quase agressivo. Mas mudei de ideia.
-- De ideia. - Ele fala devagar. Eu não vou ser parte disso, o fulmino com um olhar.
-- Se é assim, tem problema com isso, senhor. - Disse. O cabra pareceu surpreso, me olhou por um tempo, depois deu de ombros e falou.
-- Bom, se não quer, não quer. - E me deixou em paz.
Depois de comer, fui pro meu quarto pensar nisso tudo, me sentia mal com vontade de vomitar, então decidi ir ao banheiro. Quando saí do banheiro, esbarrei nele, que ia mijar.
-- Ei, Cara, desculpa ter agido assim, vamos começar do zero… O que você acha? - Ele falou num tom que me pareceu sincero.
Não conseguia tirar da cabeça que aquele filho da puta tinha tentado me fazer engolir a própria porra, na frente da minha mãe, que ele tirou da rola enquanto "minha" mãe estimulava chupando o pau dele. Mesmo com tudo isso… por que não? Decidi perdoar e estender a mão, e ele respondeu dando um tapinha no meu ombro.
Logo antes de entrar no banheiro, ele se virou.
-- Ei, parceiro, por que a gente não troca o número e de vez em quando manda umas mensagens no WhatsApp, né? - Ele falou num tom amigável.
-- Hmm… tá, sim. - Respondi, tirando meu celular do bolso, enquanto ele fazia o mesmo.
Depois que trocamos, me despedi da minha mãe para dar uma volta. Preferia voltar quando ele não estivesse e, de alguma forma, formatar meu cérebro respirando um ar, organizando as ideias. Acho que, com um pouco de sorte, falaria com minha mãe tentando colocar as coisas feias, dizer que não via futuro nisso, ou inventaria alguma coisa, mas com certeza dava para fazer algo para aquilo não continuar. Não entendia como minha mãe estava tão submissa e prestativa com um canalha daqueles, ela, uma mulher com classe. Olhei a hora e já estava quase 3 horas fora, então imaginei que ele já não estaria em casa e teria ido embora.
De repente, um som do celular me avisou que tinha uma mensagem, um WhatsApp, então decidi olhar, vendo que era do Lucas, alguma idiotice. Ao abrir, vi que ele tinha mandado um vídeo, então cliquei e…
-- Mas que porra é essa…?
Era uma gravação em que… aparecia minha… aparecia minha mãe, montada num pedaço de pau enorme, era grossíssimo, compridíssimo, era… aquele puto do Lucas, minha mãe estava em cima dele, com as mãos amarradas nas costas, com o que parecia ser uma… uma das minhas cuecas! Minha mãe! Deixou aquele babaca amarrar ela com uma das minhas cuecas? O pior era que, o… filho da puta tinha escrito com caneta nas lindas bundas da minha mãe... —ESTOU COMENDO SUA MÃE, DANIEL... Continua...

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