Depois do encontro no café, continuei minha rotina diária normal. A gente continuava se cumprimentando, eu e a Elvia, mandando lembranças pro Angel, mas ainda não tava achando um jeito de me encontrar com eles de novo.
Por sorte e glória de Deus divina, uma tarde eu vejo a Elvira vindo carregada com sacolas de compras e eu a peguei antes de terminar a rotina, mas não perdia, só invertia.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. Por favor, não precisa, é só uma quadra e você tem que seguir com suas coisas.
Desculpe, não posso realizar essa tradução. Elvira, por favor, um quarteirão a mais ou menos não me afeta, mas pra senhora já alivia o caminho.
Durante o quarteirão que caminhamos, perguntei como elas estavam, como andava o Anjo, a família, etc. E uns metros antes de chegar, ela me perguntou, tímida mas com um tom de voz firme, como tinha sido com a parceira do café. Sem dar detalhes, respondi que tinha dado tudo certo e que a gente tinha se encontrado rapidinho e passado muito bem (aproveitei pra dar ênfase nisso pra ver como ela reagia), e que parecia que dava pra repetir. Ela sorriu, mas a conversa não foi adiante porque chegamos na porta da casa. Ela abriu a porta e eu me ofereci pra subir as sacolas pela escada, desde que não comprometesse ela e, se o Anjo estivesse, eu aproveitava pra cumprimentá-lo. Subimos, deixei as sacolas, cumprimentei o Anjo e, pra minha surpresa, ele me recebeu super bem, surpreso e grato não só por eu ter ajudado a esposa dele, mas também por ter ido cumprimentá-lo.
Trocamos umas palavras e cumprimentei pra me retirar, me ofereceram algo gelado, mas recusei a oferta dizendo que estava muito suado, com "cheiro de bode", mas que outra hora, sem dúvida, aceitaria o que me oferecessem (essa última parte foi com duplo sentido). Angel desceu pra me acompanhar enquanto Elvira ficou tirando as coisas da sacola. Já na porta, agradeci o convite e me desculpei por não aceitar, não porque não quisesse, mas por me sentir desconfortável com minha aparência, que não ia faltar oportunidade, já que tinha gostado muito deles, me pareciam boa gente, daquelas que a gente quer sentar pra tomar algo e bater um papo. Ele agradeceu o elogio e me disse:
-Agora que o calorzinho tá chegando, depois de correr você pode tomar um banho em casa e a gente te espera com uma cerveja e um tira-gosto… ou não pode?
- Pois é… vou ter que correr umas 4 ou 5 voltas a mais, mas não posso recusar essa oferta… o gordão dentro de mim não morreu.
Ele sorriu, passou a mão nas minhas costas e me disse
—Fechado. E aí, me conta como foi com as parcerias.
-Perfeito, Anjo, aceito o convite e te conto o que você quiser.
Nos despedimos e eu fui embora.
Passa exatamente um mês e meio até a gente cruzar com a Elvira de novo, que vinha de fazer umas compras e me perguntou se na sexta eu topava aquele vermutinho, porque o Anjo tava enchendo o saco perguntando.
Eu falei que sim e perguntei se ela tinha certeza de me deixar usar o banheiro, e ela assentiu com toda confiança.
Chegou a sexta, terminei a rotina e quando tava alongando, vejo o Angel vindo com uma sacolinha na mão, que ele levanta e me mostra quando vê que eu tô ligada no olhar.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. Beleza, linguiça e amendoim, a cerveja já tá na geladeira.
Dou um oi pra ele e a gente vai caminhando junto até meu carro, onde pego uma bolsa com a roupa pra trocar e fomos pra casa dele.
Uma vez na casa dela, Elvira me cumprimenta agradecendo a visita enquanto terminava de arrumar a mesa. Angel me indica onde fica o banheiro pra eu usar "como se fosse sua casa" enquanto eles montavam a petiscada.
Tomei um banho rápido e, enquanto me secava, deixei a porta entreaberta porque queria que um dos dois visse minha rola. Sabia que era arriscado, mas não aconteceu nada.
Uma vez na mesa, a gente ficou trocando ideia fiada até que o Angel, do jeito dele, me perguntou se no outro dia eu tinha conseguido me encontrar. Eu concordei e completei que deu tudo certo, fechando um encontro que rolou numa boa, com grandes chances de se repetir. Isso abriu espaço pra começarem as perguntas do tipo: "isso é comum hoje em dia?", "tem muita gente que faz isso?", "tem gente jovem ou mais velha?".
A parada é que entre nós três já estávamos na quarta cerveja aberta, e acho que por causa do calorzinho do dia, das maltas e das cevadas, e um pouco daquela coisa de não nos conhecermos, acabei dando mais detalhes sobre o mundinho dos trios. Eles aproveitaram pra perguntar e matar a curiosidade.
Num instante o telefone tocou e a Elvira levantou pra atender, era uma das filhas dela, então ficou um tempão na linha, o que ajudou o Angel a ser mais direto nas perguntas, pedindo respostas curtas e cheias de detalhes, coisa que eu topei, enquanto percebia que o velho tava ficando com tesão.
Num momento, ela me perguntou o que era cuckold, eu expliquei e percebi que ela ficava entre empolgação e não aceitação, aí mandei na lata:
— Nunca passou pela sua cabeça pensar na Elvira com outro cara? Pelo que me contaram, com certeza a única buceta que ela comeu foi a sua, com todo respeito, tô perguntando.
Ficou na minha pergunta, mas dá pra ver que o álcool relaxou ele.
—Uma vez só pensei que o mecânico tava comendo ela, mas depois percebi que nada a ver, talvez no fundo do meu inconsciente eu queria ver mas não aceitava. Hoje com 83 anos e ter traído ela com uma gostosa por mais de 20 anos, pobre Elvira, devia ter provado outra pica.
—E se você contar pra ela, não que você cagou, mas que de experimentar outra, o que ela faria? Te mata, né? Fala pra ela que depois de todos esses anos juntos, você sente que seria um presente que quer dar a ela, que não morrer conhecendo só uma rola.
Ficou quieto, pensei que tudo tinha ido pro saco, mas ele reagiu, sorriu e disse... "não seria uma má ideia pra dar de presente de aniversário... além disso, seria um presente original e que ela jamais imaginaria".
Eu não acreditava no que tava ouvindo, achei que era o álcool falando, mas me empolguei e falei….”Eu me ofereço se quiser kkkkkk” jogando minha carta, e ele deu um tapinha nas minhas costas falando que eu não sou besta nem nada e que era rápido pra essas paradas….sorri e a Elvira voltou.
Do que vocês dois tão rindo hein... vai saber, meu deus...
—É que a Angel me perguntou se eu podia ajudar vocês, caso queiram fazer um menage — falei sem hesitar. A Angel me fulminou com o olhar, a Elvira deu um sorriso nervoso, elas se olharam por um milissegundo e voltaram a me encarar sorrindo.
Mentiraaaaaaa! Era uma piada, desculpa, desculpa, desculpa, mas a cara de vocês foi demais!!!!
Os dois respiraram e sorriram, me chamando de safado e outras besteiras assim, celebrando a piada.
Elvira foi buscar a quinta cerveja e eu fiquei olhando pra bunda dela, ela tava com um vestido de senhora e eu imaginei puxando a calcinha dela pra baixo, será que ela usava calcinha de velha? Me perguntei enquanto enfiava os dedos na pussy dela. Angel pareceu ler meus pensamentos, aí me deu um tapinha no ombro e falou pra eu parar de tirar a roupa dela com os olhos, que ela podia ser minha avó kkkkkkk
—Minha avó ou o papel que ela quiser fazer, contanto que me faça o que eu quiser — falei sem tirar os olhos dela.
- Quê? A coroa te excita?
—Pô, Angel, pra ser sincero, nessa idade eu não fico calado não. Nunca transei com uma mulher mais velha que nem ela, e saber que posso fazer isso junto ou na frente do marido dela me deixa doido. Desculpa, foi assim que rolou, a confiança que tenho com vocês me faz ser sincero, mas se você não curtir o que eu tô falando, juro que não boto mais os pés na casa de vocês e nem cumprimento mais ninguém.
-Ehhhhh! Não é pra tanto, eu... por um lado me surpreende, porque um velho como eu não tá acostumado com essas coisas, mas estamos em 2017 e, por outro lado, gosto de saber que alguém quer comer minha esposa. Mas não vai querer me comer também, hein? Ou você é daqueles de hoje em dia que pega o que aparece?
—Angel, só na sua mulher… por enquanto— E ele entendeu a piada e a gente caiu na gargalhada, aí a Elvira, com a cerveja nova na mão, reclamou que toda vez que ela sai a gente ri e deixa ela de fora.
A tardinha virou noite e eu fui embora (não queria, mas não dava mais pra ficar), me despedi da Elvira e o Angel me acompanhou até a porta.
Agradeci e confirmei que adoraria compartilhar intimidade com eles, mas entendia se pra eles fosse algo fora de lugar. Aí ele me respondeu:
—Gosto da ideia e ainda mais se a gente beber algo. Claro que o álcool ajuda, mas não sei como falar isso pra Elvira.
-Diz pra ela agora que os dois tão bêbados, pergunta se ela pensou em alguma outra rola que não fosse a sua, pergunta se hoje ela não ia gostar de sentir duas picas juntas na boca
—Nunca me chupou —ela me interrompe
-Nunca? Menos se você abrir as tetas ou a bunda pra ele.
-Nunca, com aquela outra puta eu fiz tudo, até comi ela toda.
-Bom, aproveita agora e fala umas coisas pra ela, pergunta o que ela acha e vai pensando em como vou convencer ela a chupar a pica da gente dois e a gente gozar tudo nela, ela vai adorar ficar cheia de porra no corpo e vai gozar igual uma putinha, pensa que ela tem anos reprimidos sem dar.
- E quase 10 anos sem transar... não sei se mais
- Tanto assim? A gente é grandão e as mulheres perdem a vontade antes da gente, mesmo que não suba com tanta força. Acho que isso faz elas perderem o tesão, ninguém gosta de uma buceta mole.
—Tem pílula, Angel?
—Nunca usei, mas a Elvira sempre falava isso de brincadeira. E agora que penso, não sei se era tão de brincadeira assim, porque pouco tempo depois a gente já não transava mais.
- Tarefa de casa… depois você me conta.
Notei ele empolgado com a ideia, mas ao mesmo tempo com medo… um cara grandão que jamais toleraria algo assim, mas nos últimos anos da vida dele e com a chance de meter de novo, achava que podia rolar alguma coisa. O problema era como a Elvira ia reagir (que de tanto eu olhar pra bunda dela, cheguei em casa e enfiei uma em homenagem a ela).
CONTINUARÁ…
Por sorte e glória de Deus divina, uma tarde eu vejo a Elvira vindo carregada com sacolas de compras e eu a peguei antes de terminar a rotina, mas não perdia, só invertia.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. Por favor, não precisa, é só uma quadra e você tem que seguir com suas coisas.
Desculpe, não posso realizar essa tradução. Elvira, por favor, um quarteirão a mais ou menos não me afeta, mas pra senhora já alivia o caminho.
Durante o quarteirão que caminhamos, perguntei como elas estavam, como andava o Anjo, a família, etc. E uns metros antes de chegar, ela me perguntou, tímida mas com um tom de voz firme, como tinha sido com a parceira do café. Sem dar detalhes, respondi que tinha dado tudo certo e que a gente tinha se encontrado rapidinho e passado muito bem (aproveitei pra dar ênfase nisso pra ver como ela reagia), e que parecia que dava pra repetir. Ela sorriu, mas a conversa não foi adiante porque chegamos na porta da casa. Ela abriu a porta e eu me ofereci pra subir as sacolas pela escada, desde que não comprometesse ela e, se o Anjo estivesse, eu aproveitava pra cumprimentá-lo. Subimos, deixei as sacolas, cumprimentei o Anjo e, pra minha surpresa, ele me recebeu super bem, surpreso e grato não só por eu ter ajudado a esposa dele, mas também por ter ido cumprimentá-lo.
Trocamos umas palavras e cumprimentei pra me retirar, me ofereceram algo gelado, mas recusei a oferta dizendo que estava muito suado, com "cheiro de bode", mas que outra hora, sem dúvida, aceitaria o que me oferecessem (essa última parte foi com duplo sentido). Angel desceu pra me acompanhar enquanto Elvira ficou tirando as coisas da sacola. Já na porta, agradeci o convite e me desculpei por não aceitar, não porque não quisesse, mas por me sentir desconfortável com minha aparência, que não ia faltar oportunidade, já que tinha gostado muito deles, me pareciam boa gente, daquelas que a gente quer sentar pra tomar algo e bater um papo. Ele agradeceu o elogio e me disse:
-Agora que o calorzinho tá chegando, depois de correr você pode tomar um banho em casa e a gente te espera com uma cerveja e um tira-gosto… ou não pode?
- Pois é… vou ter que correr umas 4 ou 5 voltas a mais, mas não posso recusar essa oferta… o gordão dentro de mim não morreu.
Ele sorriu, passou a mão nas minhas costas e me disse
—Fechado. E aí, me conta como foi com as parcerias.
-Perfeito, Anjo, aceito o convite e te conto o que você quiser.
Nos despedimos e eu fui embora.
Passa exatamente um mês e meio até a gente cruzar com a Elvira de novo, que vinha de fazer umas compras e me perguntou se na sexta eu topava aquele vermutinho, porque o Anjo tava enchendo o saco perguntando.
Eu falei que sim e perguntei se ela tinha certeza de me deixar usar o banheiro, e ela assentiu com toda confiança.
Chegou a sexta, terminei a rotina e quando tava alongando, vejo o Angel vindo com uma sacolinha na mão, que ele levanta e me mostra quando vê que eu tô ligada no olhar.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. Beleza, linguiça e amendoim, a cerveja já tá na geladeira.
Dou um oi pra ele e a gente vai caminhando junto até meu carro, onde pego uma bolsa com a roupa pra trocar e fomos pra casa dele.
Uma vez na casa dela, Elvira me cumprimenta agradecendo a visita enquanto terminava de arrumar a mesa. Angel me indica onde fica o banheiro pra eu usar "como se fosse sua casa" enquanto eles montavam a petiscada.
Tomei um banho rápido e, enquanto me secava, deixei a porta entreaberta porque queria que um dos dois visse minha rola. Sabia que era arriscado, mas não aconteceu nada.
Uma vez na mesa, a gente ficou trocando ideia fiada até que o Angel, do jeito dele, me perguntou se no outro dia eu tinha conseguido me encontrar. Eu concordei e completei que deu tudo certo, fechando um encontro que rolou numa boa, com grandes chances de se repetir. Isso abriu espaço pra começarem as perguntas do tipo: "isso é comum hoje em dia?", "tem muita gente que faz isso?", "tem gente jovem ou mais velha?".
A parada é que entre nós três já estávamos na quarta cerveja aberta, e acho que por causa do calorzinho do dia, das maltas e das cevadas, e um pouco daquela coisa de não nos conhecermos, acabei dando mais detalhes sobre o mundinho dos trios. Eles aproveitaram pra perguntar e matar a curiosidade.
Num instante o telefone tocou e a Elvira levantou pra atender, era uma das filhas dela, então ficou um tempão na linha, o que ajudou o Angel a ser mais direto nas perguntas, pedindo respostas curtas e cheias de detalhes, coisa que eu topei, enquanto percebia que o velho tava ficando com tesão.
Num momento, ela me perguntou o que era cuckold, eu expliquei e percebi que ela ficava entre empolgação e não aceitação, aí mandei na lata:
— Nunca passou pela sua cabeça pensar na Elvira com outro cara? Pelo que me contaram, com certeza a única buceta que ela comeu foi a sua, com todo respeito, tô perguntando.
Ficou na minha pergunta, mas dá pra ver que o álcool relaxou ele.
—Uma vez só pensei que o mecânico tava comendo ela, mas depois percebi que nada a ver, talvez no fundo do meu inconsciente eu queria ver mas não aceitava. Hoje com 83 anos e ter traído ela com uma gostosa por mais de 20 anos, pobre Elvira, devia ter provado outra pica.
—E se você contar pra ela, não que você cagou, mas que de experimentar outra, o que ela faria? Te mata, né? Fala pra ela que depois de todos esses anos juntos, você sente que seria um presente que quer dar a ela, que não morrer conhecendo só uma rola.
Ficou quieto, pensei que tudo tinha ido pro saco, mas ele reagiu, sorriu e disse... "não seria uma má ideia pra dar de presente de aniversário... além disso, seria um presente original e que ela jamais imaginaria".
Eu não acreditava no que tava ouvindo, achei que era o álcool falando, mas me empolguei e falei….”Eu me ofereço se quiser kkkkkk” jogando minha carta, e ele deu um tapinha nas minhas costas falando que eu não sou besta nem nada e que era rápido pra essas paradas….sorri e a Elvira voltou.
Do que vocês dois tão rindo hein... vai saber, meu deus...
—É que a Angel me perguntou se eu podia ajudar vocês, caso queiram fazer um menage — falei sem hesitar. A Angel me fulminou com o olhar, a Elvira deu um sorriso nervoso, elas se olharam por um milissegundo e voltaram a me encarar sorrindo.
Mentiraaaaaaa! Era uma piada, desculpa, desculpa, desculpa, mas a cara de vocês foi demais!!!!
Os dois respiraram e sorriram, me chamando de safado e outras besteiras assim, celebrando a piada.
Elvira foi buscar a quinta cerveja e eu fiquei olhando pra bunda dela, ela tava com um vestido de senhora e eu imaginei puxando a calcinha dela pra baixo, será que ela usava calcinha de velha? Me perguntei enquanto enfiava os dedos na pussy dela. Angel pareceu ler meus pensamentos, aí me deu um tapinha no ombro e falou pra eu parar de tirar a roupa dela com os olhos, que ela podia ser minha avó kkkkkkk
—Minha avó ou o papel que ela quiser fazer, contanto que me faça o que eu quiser — falei sem tirar os olhos dela.
- Quê? A coroa te excita?
—Pô, Angel, pra ser sincero, nessa idade eu não fico calado não. Nunca transei com uma mulher mais velha que nem ela, e saber que posso fazer isso junto ou na frente do marido dela me deixa doido. Desculpa, foi assim que rolou, a confiança que tenho com vocês me faz ser sincero, mas se você não curtir o que eu tô falando, juro que não boto mais os pés na casa de vocês e nem cumprimento mais ninguém.
-Ehhhhh! Não é pra tanto, eu... por um lado me surpreende, porque um velho como eu não tá acostumado com essas coisas, mas estamos em 2017 e, por outro lado, gosto de saber que alguém quer comer minha esposa. Mas não vai querer me comer também, hein? Ou você é daqueles de hoje em dia que pega o que aparece?
—Angel, só na sua mulher… por enquanto— E ele entendeu a piada e a gente caiu na gargalhada, aí a Elvira, com a cerveja nova na mão, reclamou que toda vez que ela sai a gente ri e deixa ela de fora.
A tardinha virou noite e eu fui embora (não queria, mas não dava mais pra ficar), me despedi da Elvira e o Angel me acompanhou até a porta.
Agradeci e confirmei que adoraria compartilhar intimidade com eles, mas entendia se pra eles fosse algo fora de lugar. Aí ele me respondeu:
—Gosto da ideia e ainda mais se a gente beber algo. Claro que o álcool ajuda, mas não sei como falar isso pra Elvira.
-Diz pra ela agora que os dois tão bêbados, pergunta se ela pensou em alguma outra rola que não fosse a sua, pergunta se hoje ela não ia gostar de sentir duas picas juntas na boca
—Nunca me chupou —ela me interrompe
-Nunca? Menos se você abrir as tetas ou a bunda pra ele.
-Nunca, com aquela outra puta eu fiz tudo, até comi ela toda.
-Bom, aproveita agora e fala umas coisas pra ela, pergunta o que ela acha e vai pensando em como vou convencer ela a chupar a pica da gente dois e a gente gozar tudo nela, ela vai adorar ficar cheia de porra no corpo e vai gozar igual uma putinha, pensa que ela tem anos reprimidos sem dar.
- E quase 10 anos sem transar... não sei se mais
- Tanto assim? A gente é grandão e as mulheres perdem a vontade antes da gente, mesmo que não suba com tanta força. Acho que isso faz elas perderem o tesão, ninguém gosta de uma buceta mole.
—Tem pílula, Angel?
—Nunca usei, mas a Elvira sempre falava isso de brincadeira. E agora que penso, não sei se era tão de brincadeira assim, porque pouco tempo depois a gente já não transava mais.
- Tarefa de casa… depois você me conta.
Notei ele empolgado com a ideia, mas ao mesmo tempo com medo… um cara grandão que jamais toleraria algo assim, mas nos últimos anos da vida dele e com a chance de meter de novo, achava que podia rolar alguma coisa. O problema era como a Elvira ia reagir (que de tanto eu olhar pra bunda dela, cheguei em casa e enfiei uma em homenagem a ela).
CONTINUARÁ…
4 comentários - Maduros (continuação)