.............................Eu olhava a cena e era inacreditável, minha esposa sentada no sofá com as pernas bem abertas e a Sofia chupando ela inteira. Forcei a vista pra parar de olhar aquilo e ver o que rolava ao nosso redor. O Guilherme sentado com o pau na mão, mexendo bem devagar, o Tomás fazendo o mesmo, a Verônica já nessa altura tava do lado da minha esposa e se masturbava lentamente. Ninguém me viu olhando pra eles, tavam hipnotizados com o que tava rolando. Eu também tava com o pau na mão, mas quase não queria mexer. Era como se eu quisesse que o prazer nunca acabasse. Minha senhora olhava como a Sofia chupava a buceta dela e acariciava a cabeça dela enquanto gemia baixinho. Num momento elas se olham e começam a se beijar, as línguas se entrelaçavam de um jeito muito sensual. A Sofia com uma mão começa a tocar a Verônica e enfia um dedo na buceta dela, e ela quase explode de prazer, solta um gemido que quase fez todo mundo gozar ali presente. Se tocavam e se fundiam em beijos, até que minha senhora tira ela da buceta e diz que não queria terminar. Andrea: não aguento mais, ela me fala me olhando toda descabelada. Eu: acho que ninguém aqui aguenta mais. Falei enquanto pegava no meu pau e mostrava pra ela. Távamos num momento em que já tinha ido tudo pro caralho, minha esposa se aproximou de mim, se ajoelhou e passou a língua na ponta do meu pau. Ela chupava de um jeito lindo, eu nos primeiros dois movimentos já não aguentava mais, já queria jogar todo o leite na boca dela, coisa que ela adorava. Olhei pros lados e cada uma das mulheres tava na mesma posição que a minha esposa, fazendo o mesmo com seus maridos. Eu não sabia o que fazer, se deixava ela continuar ou parava porque a qualquer momento vinha o inevitável. Mas nesse momento ouço o Guilherme. Guilherme: Para, gorda, para porque vou encher tua boca de porra. Tudo isso entre gemidos. A Sofia parecia que tinham disse que era a última vez que chuparia uma pica, enfiou ela toda na boca e começou a engasgar e cuspir saliva enquanto fazia força pra enfiar o mais fundo que podia, naquele momento o Guillermo não aguentou mais e começou a soltar toda a porra na garganta dela, segurou a cabeça dela e fez força pra enfiar mais fundo. O Tomas também começou a gozar, mas do jeito dele, tirou a pica da boca da Verônica e, enquanto passeava, terminou de esporrar na cara toda dela enquanto ela abria bem a boca. Eu olhei pra minha esposa, que me encarava com os olhos cheios de lágrimas por causa dos engasgos. Fechei os olhos pra aproveitar mais, sentia que não aguentava mais, mas não queria que o prazer que eu tava sentindo parasse. As respirações ofegantes que antes se ouviam agora tinham parado, mas não abri os olhos pra ver o porquê. Minha esposa continuava chupando de um jeito delicioso, com uma mão segurava minhas bolas e massageava, e parecia que minha pica tava esperando esse estímulo porque não aguentei mais e comecei a soltar tudo que tinha, minha pica ardia e eu sentia ela pulsando sem controle, eu gemendo e me contorcendo de prazer, até não sobrar mais nada. Ela continuou chupando até que num momento parou e soltou. Aí abri os olhos e vi que ela ainda tava de joelhos, mas olhando pro outro lado. Ela se levanta e vai encontrar a Sofia e a Verônica, que estavam paradas uma do lado da outra olhando como ela chupava. Como se estivessem possuídas e se movessem por vontade alheia, as três se juntaram e trocaram um beijo que não saberia dizer quanto tempo durou, suas línguas se entrelaçavam e se acariciavam pelo corpo todo. Nós três caras olhávamos atentos o que elas faziam. Elas pararam de se beijar e sorriram. Os dois casais ajeitaram um pouco as roupas e, sem dizer uma palavra, foram embora. Eu fiquei sentado olhando como elas iam saindo. Acho que foi demais pra todo mundo, ou que tinha escapado do nosso controle, minha esposa olhou como elas iam embora e, sem me dizer uma palavra, entrou no banheiro e eu ouvi como ela liguei a água pra tomar um banho. Fiquei uns minutos sentado no sofá e fui lá fora fumar um cigarro no pátio, quando voltei minha mulher ainda tava se lavando, então tirei a roupa e me joguei na cama só de calção de futebol.
Ela saiu do banheiro como quem Deus mandou pro mundo e se meteu na cama. E eu entendi o que ela queria. Naquela noite a gente trepou igual uns loucos, dormindo abraçados e suados, com nossos sucos nos corpos.
Começa a semana de trabalho, cada um na sua, com a Andrea quase não falamos do que tinha rolado no fim de semana, nós dois sabíamos que a gente precisava pelo menos dar um tempo na conversa, mas parecia que não conseguia, sempre alguma coisa se metia no meio. Entre as 3 famílias a gente tinha um grupo de WhatsApp onde sempre postava alguma coisa, não faltava uma das mulheres desejando boa semana pra todo mundo ou algum vídeo meio doido que a gente mandava. Essa semana ninguém escreveu nem bom dia. Era um silêncio total. Eu várias vezes quase mandei algo, mas não sabia o quê. Minhas conversas com o Guilherme e o Tomás eram também por aquele grupo, então não sabia o que fazer. E assim passou uma semana e o grupo morreu. Não teve nem um oi. Não lembro que dia da semana foi, mas a gente ainda tava na cama e a Andrea puxou o assunto.
Andrea: Que doideira o que rolou outro dia – ela falou sem me olhar, enquanto parecia que tava prestando atenção na TV.
Eu: É, verdade, muito louco – falei com cuidado, mas não adiantou nada porque nem terminei a frase e ela já mandou a próxima pergunta.
Andrea: Você faria de novo? – Agora sim ela me olhou nos olhos.
Foi um daqueles momentos em que, como homem casado e pai de família, você não sabe que merda responder. Se você fala que sim, é porque é um porco degenerado e merece ser levado pelado pra Ushuaia e morrer de frio, e se fala que não, é um fechado e tal. Então…
Eu: Olha, gostar, eu gostei, você sabe que eu gosto de experimentar coisas, e sou homem e tarado, então óbvio que vou te dizer que sim. Gostaria de repetir, mas uma parada dessas também pode trazer um monte de problema ou não pro casal, e eu nunca faria algo que fizesse mal pra gente.
Resposta bem ambígua pra ver se ela afrouxava.
Andrea: Eu faria de novo, sim, verdade, fiquei muito excitada. E quando lembro, fico excitada de novo, ficamos com vontade de mais.
Eu: Ficamos com vontade? — falei surpreso — Com quem você falou?
Andrea: Com as minas, até criamos um grupo pra gente conversar entre as três e não ter que ficar falando com vocês.
Eu não sabia se ficava puto ou feliz, mas já tinha um formigamento me pegando.
Eu: E aí, o que decidiram?
Andrea: Que cada uma ia falar com os maridos e a gente ia ver no que dava. Mas que tinha umas paradas que a gente precisava conversar. Regras pra cumprir, limites e tal. Combinamos que não ia ter filtro e já bolamos mil ideias do que fazer.
Ela me olha com uma cara de quem tá sendo a pessoa mais sincera do mundo.
Andrea: Olha, nenhuma das três é puta, mas a gente gosta de sexo igual a vocês. Essas coisas são boas desde que seja com cuidado e de comum acordo entre todas as partes. Combinamos entre as três que, se trouxesse algum problema, a gente ia conversar tipo terapia em grupo. Mas não queríamos deixar pra lá. As três adoraram e ficaram com vontade de brincar com as fantasias, ver coisas e sentir coisas.
Como sempre acontecia com qualquer conversa importante, fomos interrompidos pelos nossos filhos, que vieram perguntar alguma coisa. Naquela noite, não tocamos mais no assunto.
No dia seguinte, que era sexta-feira, quando eu tava no trabalho, o telefone tocou e era o grupo. Deixei com um som diferente, pulei pra pegar o celular.
Sofia: Hoje a gente come em casa. 21:00h. Seja pontual. Não tragam as crianças.
Quase comecei a chorar de emoção. Todo mundo comentou alguma coisa e disse que ia. Naquela noite, deixamos os pequenos na casa da minha sogra e fomos pra casa da Sofia. Quando chegamos, já tava todo mundo lá. Batemos na porta e fomos recebidos pela Anfitriã que nos recebe com um sorriso. Estavam todos na sala tomando bebidas diferentes, cumprimentamos e nos sentamos num dos sofás. Todo mundo sentado. A gente se olhava em silêncio, meio que pra ver quem ia dar o primeiro passo, e foi a Sofia, que sempre foi considerada no grupo como a sem filtro.
Sofia: bom, o assunto é o seguinte, a gente se conhece há muitos anos, todos nós ficamos meio doidos ou não sei que palavra usar. Mas de uma coisa eu tenho certeza: todo mundo gostou, cada uma das mulheres conversou com seus maridos e todos chegamos na mesma conclusão. Então, por mim e pelas meninas, acho que a gente devia continuar e ver no que dá. A princípio, seria a gente conversar sobre como queremos seguir. A ideia principal é que cada um de nós realize as fantasias que tem ou as coisas que excitam. Nesse caso, não tem essa de chifre. Vou dar um exemplo, conversei com meu marido: eu queria ter uma dupla penetração, e não me refiro a enfiar um vibrador na minha buceta e meter a pica no meu cu, quero uma dupla penetração de dois homens, e claro que meu marido tá entre eles.
Num cemitério tinha mais barulho do que naquela sala. Acho que ninguém nem piscava. Parecia que ela tava anunciando o dia do fim do mundo. Só olhávamos pra ela. Ela faz uma pausa e olha pra todo mundo.
Sofia: bom, parece que a gente tá indo bem, porque ninguém fala nada. Outra coisa que a gente pensou. É colocar nossas fantasias escritas num papel dentro de um envelope, misturar e depois sortear. A fantasia que sair é a que a gente realiza naquele dia. Todo mundo participa. E a gente pode ir discutindo os detalhes. Mas outra ideia que tive é que, por exemplo, o anfitrião tira um envelope pro próximo encontro, e durante a semana a gente vai conversando, seja pra colocar algum limite ou pra sugerir algo. Também vão ter propostas não só de coisas que a gente gostaria de realizar, mas também que nos despertam curiosidade, por Exemplo: eu adoraria dar um massagem prostática no meu marido, mas ele não deixa, fala que é coisa de viado e não sei mais o quê. Bom, aí você se ferrou, ele vai ter que deixar. E as ideias que surgirem durante a semana pra ir plantando na cabeça dele vão ser consideradas. Todas as mensagens vão ser em grupo, nada de mensagens privadas. Não pode tirar foto nem nada. Acho que ficou bem claro, só falta a gente definir se todo mundo concorda, o que vamos fazer hoje e o que vamos comer, porque tô com uma fome danada.
Terminando isso, ela se acomodou no sofá, vitoriosa, e ficou nos olhando.
Eu: concordo com tudo que você disse, gostei da ideia, acho que falo pelos outros caras que a gente topa, só não queremos ter problema com a nossa parceira por causa disso, ou seja, sem reclamação, nem da nossa parte nem da de vocês.
Todos concordaram e ficamos nos olhando de novo.
Andrea: Bom, o que vamos comer? — falou se fazendo de desentendida.
Verônica: Mas a gente não tinha que decidir o que fazer hoje?
Verônica era a mais quietinha de todas, mas dava pra ver que não perdia nada.
Sofia: Hoje minha fantasia vai se realizar, já tá mais que conversado. Aaaaaa, outra coisa que esqueci: isso também podia ser assim. Eu tenho essa fantasia e quero realizar, mas talvez a Verônica também tenha, só que não falou ou não comentou, ou deu vontade de experimentar. Bom, ela também participa, e a Andrea, se quiser, também. Entendeu? Não precisa todo mundo fazer o que o dono da fantasia quer fazer, a gente só precisa compartilhar, olhando, e se quiser, pode participar. Também falta definir quem vai meter na minha bunda e essas coisas.
Ela falou enquanto se levantava e ia pegar o celular pra pedir comida.
Eu levantei e fui pro quintal, queria fumar, tava com uma ansiedade terrível. Os outros homens que também fumavam me seguiram…
Estávamos os três no quintal fumando sem falar nada. Só olhávamos pros lados. Era um momento estranho, mas a gente sabia que… Tínhamos que nos falar algo.
Eu: bom, não sei o que vai rolar com isso, mas eu curto a ideia. Acho que se alguém não tá afim, esse é o momento. Sabemos que vamos compartilhar as esposas e precisamos deixar claro que tá tudo bem, senão essa é a hora de cair fora. Parece que elas conversaram muito sobre isso antes dessa noite e a gente não. Alguém quer vazar?
Os dois disseram que tava tudo certo e que queriam continuar. Apagamos nossos cigarros e entramos na casa.
A imagem era paradisíaca, as três estavam de lingerie sentadas na sala, batendo papo como se nada tivesse acontecendo, como se fosse normal.
Andrea: já pedimos pizza, demora uns 30 minutos, então temos um tempinho. Um vai ter que ficar vestido pra receber o entregador, os outros dois já podem ficar ou pelados ou de cueca, como preferirem. Eu, nem lerdo nem preguiçoso, tirei tudo e fiquei só de cueca, Guillermo me seguiu e fez o mesmo. Tomas ria, entendendo que era o único que ia ficar vestido.
Sofia: bom, já sabemos o que vamos fazer hoje. Vamos aproveitar que temos tempo agora: um por um vai até a escrivaninha onde tá o computador, escreve o que quer, imprime e guarda num envelope lacrado. Depois traz aqui e deixa pro próximo encontro. Outra coisa que a gente conversou enquanto vocês fumavam é que nas outras noites cada uma só tocou no próprio marido, então agora vocês três sentam um do lado do outro.
Ela falou quase como se fosse uma ordem, então a gente fez o que ela pediu sem resistir.
Minha esposa se aproxima e dá um lenço pra cada um.
Andrea: vendem os olhos e tirem as ferramentas, disse entre risadas.
Eu, vendo as três de lingerie, todas gostosas pra caralho, já tava meio duro. Vendamos os olhos e baixamos a cueca, deixando nossos paus à mostra. As mulheres riam e comentavam algo. Eu tava no meio, do meu lado direito o Tomas e do meu lado... esquerdaGuilherme.
Sofia: agora cada uma vai pegar na pica dos três pra gente perder a vergonha. Uma não sei qual foi, pegou na pica do Tomás, dava pra ouvir risadas, passa um tempo e sinto alguém pegar na minha pica e bater uma punheta umas duas vezes e soltar. Assim senti três mãos diferentes tocando na minha pica e batendo uma. Quando a gente ia tirar as vendas, elas disseram que não, e passaram a dar uma chupadinha básica cada uma, então senti umas três bocas chupando minha pica, já tava de pau duro pra caralho. A gente não aguentava mais.
Andrea: agora podem tirar as vendas.
Nós três obedecemos sem falar nada.
Sofia: bom, já fomos infiéis entre todos, então é isso, as três chuparam a pica dos três, então vocês nos dividiram e a gente dividiu vocês. Quem vai escrever primeiro?...........
Ela saiu do banheiro como quem Deus mandou pro mundo e se meteu na cama. E eu entendi o que ela queria. Naquela noite a gente trepou igual uns loucos, dormindo abraçados e suados, com nossos sucos nos corpos.
Começa a semana de trabalho, cada um na sua, com a Andrea quase não falamos do que tinha rolado no fim de semana, nós dois sabíamos que a gente precisava pelo menos dar um tempo na conversa, mas parecia que não conseguia, sempre alguma coisa se metia no meio. Entre as 3 famílias a gente tinha um grupo de WhatsApp onde sempre postava alguma coisa, não faltava uma das mulheres desejando boa semana pra todo mundo ou algum vídeo meio doido que a gente mandava. Essa semana ninguém escreveu nem bom dia. Era um silêncio total. Eu várias vezes quase mandei algo, mas não sabia o quê. Minhas conversas com o Guilherme e o Tomás eram também por aquele grupo, então não sabia o que fazer. E assim passou uma semana e o grupo morreu. Não teve nem um oi. Não lembro que dia da semana foi, mas a gente ainda tava na cama e a Andrea puxou o assunto.
Andrea: Que doideira o que rolou outro dia – ela falou sem me olhar, enquanto parecia que tava prestando atenção na TV.
Eu: É, verdade, muito louco – falei com cuidado, mas não adiantou nada porque nem terminei a frase e ela já mandou a próxima pergunta.
Andrea: Você faria de novo? – Agora sim ela me olhou nos olhos.
Foi um daqueles momentos em que, como homem casado e pai de família, você não sabe que merda responder. Se você fala que sim, é porque é um porco degenerado e merece ser levado pelado pra Ushuaia e morrer de frio, e se fala que não, é um fechado e tal. Então…
Eu: Olha, gostar, eu gostei, você sabe que eu gosto de experimentar coisas, e sou homem e tarado, então óbvio que vou te dizer que sim. Gostaria de repetir, mas uma parada dessas também pode trazer um monte de problema ou não pro casal, e eu nunca faria algo que fizesse mal pra gente.
Resposta bem ambígua pra ver se ela afrouxava.
Andrea: Eu faria de novo, sim, verdade, fiquei muito excitada. E quando lembro, fico excitada de novo, ficamos com vontade de mais.
Eu: Ficamos com vontade? — falei surpreso — Com quem você falou?
Andrea: Com as minas, até criamos um grupo pra gente conversar entre as três e não ter que ficar falando com vocês.
Eu não sabia se ficava puto ou feliz, mas já tinha um formigamento me pegando.
Eu: E aí, o que decidiram?
Andrea: Que cada uma ia falar com os maridos e a gente ia ver no que dava. Mas que tinha umas paradas que a gente precisava conversar. Regras pra cumprir, limites e tal. Combinamos que não ia ter filtro e já bolamos mil ideias do que fazer.
Ela me olha com uma cara de quem tá sendo a pessoa mais sincera do mundo.
Andrea: Olha, nenhuma das três é puta, mas a gente gosta de sexo igual a vocês. Essas coisas são boas desde que seja com cuidado e de comum acordo entre todas as partes. Combinamos entre as três que, se trouxesse algum problema, a gente ia conversar tipo terapia em grupo. Mas não queríamos deixar pra lá. As três adoraram e ficaram com vontade de brincar com as fantasias, ver coisas e sentir coisas.
Como sempre acontecia com qualquer conversa importante, fomos interrompidos pelos nossos filhos, que vieram perguntar alguma coisa. Naquela noite, não tocamos mais no assunto.
No dia seguinte, que era sexta-feira, quando eu tava no trabalho, o telefone tocou e era o grupo. Deixei com um som diferente, pulei pra pegar o celular.
Sofia: Hoje a gente come em casa. 21:00h. Seja pontual. Não tragam as crianças.
Quase comecei a chorar de emoção. Todo mundo comentou alguma coisa e disse que ia. Naquela noite, deixamos os pequenos na casa da minha sogra e fomos pra casa da Sofia. Quando chegamos, já tava todo mundo lá. Batemos na porta e fomos recebidos pela Anfitriã que nos recebe com um sorriso. Estavam todos na sala tomando bebidas diferentes, cumprimentamos e nos sentamos num dos sofás. Todo mundo sentado. A gente se olhava em silêncio, meio que pra ver quem ia dar o primeiro passo, e foi a Sofia, que sempre foi considerada no grupo como a sem filtro.
Sofia: bom, o assunto é o seguinte, a gente se conhece há muitos anos, todos nós ficamos meio doidos ou não sei que palavra usar. Mas de uma coisa eu tenho certeza: todo mundo gostou, cada uma das mulheres conversou com seus maridos e todos chegamos na mesma conclusão. Então, por mim e pelas meninas, acho que a gente devia continuar e ver no que dá. A princípio, seria a gente conversar sobre como queremos seguir. A ideia principal é que cada um de nós realize as fantasias que tem ou as coisas que excitam. Nesse caso, não tem essa de chifre. Vou dar um exemplo, conversei com meu marido: eu queria ter uma dupla penetração, e não me refiro a enfiar um vibrador na minha buceta e meter a pica no meu cu, quero uma dupla penetração de dois homens, e claro que meu marido tá entre eles.
Num cemitério tinha mais barulho do que naquela sala. Acho que ninguém nem piscava. Parecia que ela tava anunciando o dia do fim do mundo. Só olhávamos pra ela. Ela faz uma pausa e olha pra todo mundo.
Sofia: bom, parece que a gente tá indo bem, porque ninguém fala nada. Outra coisa que a gente pensou. É colocar nossas fantasias escritas num papel dentro de um envelope, misturar e depois sortear. A fantasia que sair é a que a gente realiza naquele dia. Todo mundo participa. E a gente pode ir discutindo os detalhes. Mas outra ideia que tive é que, por exemplo, o anfitrião tira um envelope pro próximo encontro, e durante a semana a gente vai conversando, seja pra colocar algum limite ou pra sugerir algo. Também vão ter propostas não só de coisas que a gente gostaria de realizar, mas também que nos despertam curiosidade, por Exemplo: eu adoraria dar um massagem prostática no meu marido, mas ele não deixa, fala que é coisa de viado e não sei mais o quê. Bom, aí você se ferrou, ele vai ter que deixar. E as ideias que surgirem durante a semana pra ir plantando na cabeça dele vão ser consideradas. Todas as mensagens vão ser em grupo, nada de mensagens privadas. Não pode tirar foto nem nada. Acho que ficou bem claro, só falta a gente definir se todo mundo concorda, o que vamos fazer hoje e o que vamos comer, porque tô com uma fome danada.
Terminando isso, ela se acomodou no sofá, vitoriosa, e ficou nos olhando.
Eu: concordo com tudo que você disse, gostei da ideia, acho que falo pelos outros caras que a gente topa, só não queremos ter problema com a nossa parceira por causa disso, ou seja, sem reclamação, nem da nossa parte nem da de vocês.
Todos concordaram e ficamos nos olhando de novo.
Andrea: Bom, o que vamos comer? — falou se fazendo de desentendida.
Verônica: Mas a gente não tinha que decidir o que fazer hoje?
Verônica era a mais quietinha de todas, mas dava pra ver que não perdia nada.
Sofia: Hoje minha fantasia vai se realizar, já tá mais que conversado. Aaaaaa, outra coisa que esqueci: isso também podia ser assim. Eu tenho essa fantasia e quero realizar, mas talvez a Verônica também tenha, só que não falou ou não comentou, ou deu vontade de experimentar. Bom, ela também participa, e a Andrea, se quiser, também. Entendeu? Não precisa todo mundo fazer o que o dono da fantasia quer fazer, a gente só precisa compartilhar, olhando, e se quiser, pode participar. Também falta definir quem vai meter na minha bunda e essas coisas.
Ela falou enquanto se levantava e ia pegar o celular pra pedir comida.
Eu levantei e fui pro quintal, queria fumar, tava com uma ansiedade terrível. Os outros homens que também fumavam me seguiram…
Estávamos os três no quintal fumando sem falar nada. Só olhávamos pros lados. Era um momento estranho, mas a gente sabia que… Tínhamos que nos falar algo.
Eu: bom, não sei o que vai rolar com isso, mas eu curto a ideia. Acho que se alguém não tá afim, esse é o momento. Sabemos que vamos compartilhar as esposas e precisamos deixar claro que tá tudo bem, senão essa é a hora de cair fora. Parece que elas conversaram muito sobre isso antes dessa noite e a gente não. Alguém quer vazar?
Os dois disseram que tava tudo certo e que queriam continuar. Apagamos nossos cigarros e entramos na casa.
A imagem era paradisíaca, as três estavam de lingerie sentadas na sala, batendo papo como se nada tivesse acontecendo, como se fosse normal.
Andrea: já pedimos pizza, demora uns 30 minutos, então temos um tempinho. Um vai ter que ficar vestido pra receber o entregador, os outros dois já podem ficar ou pelados ou de cueca, como preferirem. Eu, nem lerdo nem preguiçoso, tirei tudo e fiquei só de cueca, Guillermo me seguiu e fez o mesmo. Tomas ria, entendendo que era o único que ia ficar vestido.
Sofia: bom, já sabemos o que vamos fazer hoje. Vamos aproveitar que temos tempo agora: um por um vai até a escrivaninha onde tá o computador, escreve o que quer, imprime e guarda num envelope lacrado. Depois traz aqui e deixa pro próximo encontro. Outra coisa que a gente conversou enquanto vocês fumavam é que nas outras noites cada uma só tocou no próprio marido, então agora vocês três sentam um do lado do outro.
Ela falou quase como se fosse uma ordem, então a gente fez o que ela pediu sem resistir.
Minha esposa se aproxima e dá um lenço pra cada um.
Andrea: vendem os olhos e tirem as ferramentas, disse entre risadas.
Eu, vendo as três de lingerie, todas gostosas pra caralho, já tava meio duro. Vendamos os olhos e baixamos a cueca, deixando nossos paus à mostra. As mulheres riam e comentavam algo. Eu tava no meio, do meu lado direito o Tomas e do meu lado... esquerdaGuilherme.
Sofia: agora cada uma vai pegar na pica dos três pra gente perder a vergonha. Uma não sei qual foi, pegou na pica do Tomás, dava pra ouvir risadas, passa um tempo e sinto alguém pegar na minha pica e bater uma punheta umas duas vezes e soltar. Assim senti três mãos diferentes tocando na minha pica e batendo uma. Quando a gente ia tirar as vendas, elas disseram que não, e passaram a dar uma chupadinha básica cada uma, então senti umas três bocas chupando minha pica, já tava de pau duro pra caralho. A gente não aguentava mais.
Andrea: agora podem tirar as vendas.
Nós três obedecemos sem falar nada.
Sofia: bom, já fomos infiéis entre todos, então é isso, as três chuparam a pica dos três, então vocês nos dividiram e a gente dividiu vocês. Quem vai escrever primeiro?...........
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