E aí, beleza? Essa é minha primeira contribuição aqui na comunidade, e é uma história de muitos anos atrás. Hoje tenho 23 anos, mas com 17 eu era um cara magro, mas não tanto a ponto de ser feio, e honestamente, o rosto não era tão ruim assim. No ensino médio, eu chamava a atenção de uma ou outra garota, então não ia tão mal. Enfim... Não sei como são as escolas em outros lugares, mas aqui no México são meio rígidas com corte de cabelo, e eu era muito exigente com isso. Não gostava de ir com qualquer um, e pra isso minha mãe tinha uma amiga chamada Marcela (dona Chela). A senhora já tinha uns 50 anos, tinha uns 1,55 m de altura, cabelo na altura dos ombros e grisalho, os peitos ainda estavam meio conservados (caídos, mas não demais), e a bunda era de um tamanho respeitável. Minha mãe chamava dona Chela pra eu ir na casa dela cortar o cabelo, já que ela morava perto da nossa e era mais fácil e barato pra mim, além de que ela deixava meu cabelo exatamente do jeito que eu gostava. — Boa tarde, dona Chela, sou o filho da dona Ester, vim cortar o cabelo. + Pode entrar, pode entrar. Ela cortava meu cabelo numa espécie de depósito na entrada da casa dela, onde tinha um espelho grande e vitrines com roupas e pedidos de catálogo, já que ela vendia essas coisas. + Como você quer que eu corte? — Quero com tesoura, por favor — eu sempre escolhia um corte. Adorei como ela deixou meu cabelo, e então continuei indo na dona Chela cortar o cabelo duas vezes por mês. A gente conversava sobre a escola, as garotas e, às vezes, coisas chatas tipo filmes, pra não ficar num silêncio constrangedor. E honestamente, nunca vi essa senhora com outros olhos, até um dia que cheguei mais cedo, num fim de semana, porque ia ter um evento. — Boa tarde, dona Chela. + Entra, filho, ela me disse. Dona Chela aparece com uma camisa justa e sem sutiã, e os peitos... Dava pra ver os biquinhos dos peitos dela, que estavam durinhos, e o short que ela usava era bem curtinho, deixando as pernas dela bem à mostra, que por algum motivo me excitavam. Fiquei com tesão, me esquentei e fiquei meio nervoso com a dona Chela, mas tudo normal como sempre, até um ponto em que a conversa começou a ficar sem assunto, com uns silêncios constrangedores que eu tentava evitar. Aí dona Chela se aproximava muito de mim pra cortar meu cabelo, porque ela não enxergava bem (pelo menos era o que ela dizia, já que usava óculos pra me cortar o cabelo). Foi aí que começou a ficar mais estranho: quando ela estava na minha frente, se aproximou pra cortar a franja, encostando a buceta dela num dos braços da cadeira onde eu estava, e onde meu braço estava apoiado (normalmente minha mão ficava pra fora do braço da cadeira, pendurada). Assim que senti a virilha da dona Chela, fiquei calado e comecei a sentir um arrepio. Ela parece que não percebeu, porque tava focada em não me dar um mal jeito no corte, ou pelo menos era o que aparentava. Ela não fez nada pra se mexer, e eu também não tirei a mão da buceta dela. Com a outra mão, tentei disfarçar e abaixar meu short pra esconder minha ereção, porque eu tava usando um shorts de futebol, e com esses é um problemão não parecer uma barraca de circo com a pica dura. "E como tá sua mãe?" "Bem", respondi tremendo. Quando o pente caiu dela, senti um alívio, porque ela ia sair de cima da minha mão. Parei de sentir a buceta dela, e ela foi pegar o pente. Por causa da excitação e do que tinha rolado, não parava de olhar pra ela e focar mais nos peitos dela. Quando ela se abaixou, percebi que ela não tava de calcinha, por causa da folga do short. Fiquei com tanto tesão que senti vontade de começar a me masturbar ali mesmo, pensando em como a senhora reagiria. Não me segurei e comecei a fazer, cagando pro que ela pensasse ou se fosse contar pra minha mãe. Foi aí que ela terminou de... Cortar meu cabelo e eu parei de me masturbar, então guardei meu pau e tirei a capa onde cai o cabelo e me levantei. —Quanto te devo, dona Chela? +Ai, Deus! —O que foi? +Filho, se cobre! Foi aí que fiquei morrendo de vergonha porque, pelo visto, quando guardei meu pau, coloquei só dentro da cueca e não com o short junto. —Me desculpa! Que vergonha, perdão +Por que o short não tava te cobrindo?! —Me desculpa, dona Chela, sou jovem e me empolguei, não vai contar pra minha mãe, né? +Como assim se empolgou?, Perguntou dona Chela, curiosa —Ai, não! Tô com vergonha, dona Chela +Vamos, me fala antes que eu conte pra sua mãe —Eu, com medo, comecei a contar: o que acontece é que comecei a reparar que a senhora tem um belo corpo e hoje, com todo respeito, a senhora tá apetitosa (soltei uma risada enquanto arrumava bem o short) +Ai, menino! Como é que alguém como eu vai te provocar isso? E ainda tava se masturbando por minha causa? A partir daí, a senhora já não parecia tão surpresa nem tão brava, começou a soar interessada, então, sem saber o que ia rolar, fui na coragem. —O que acontece é que a senhora é muito gostosa, falei pra Marcela +Ai, mas de onde? Se eu já tô toda velha e feia, os homens nem olham mais pra mim —Olha, me desculpa se me masturbei pensando na senhora, mas é que realmente me excitei +Ah, é? E o que exatamente te excitou? Aí eu respondi todo tremendo —Seus peitos, senhora +Você se refere a estes? Então ela tirou a blusa, deixando as tetas de fora. Tinha umas tetas magníficas apesar da idade, eram meio grandes e um pouco caídas, mas estavam lindas com aquele tom de auréola rosa. —Sim, senhora +Você não gosta mais delas agora? —Sim, senhora, respondi de novo +Vai, não quer apalpar elas? —Posso mesmo? Na hora ela pegou minha mão e colocou numa das tetas, e comecei a apertar, e depois a outra, ficando duro de novo. +E só gostou das minhas tetas? Ou disso também? Ela disse enquanto rebolava e abaixava a shorts deixando ver uma calcinha linda que camuflava com a cor da pele e voava minha imaginação (me fazendo saber que ela tava de calcinha), me excitando demais por causa da calcinha tanque que tinha uma parte do lado da bunda que era renda e fazia aquele rabo dela se destacar de um jeito incrível. Eu sem saber o que dizer, a dona Chela repete. +Então? O que achou? -Tá show, dona. Trancando a porta, ela me pega pela mão e me leva pra sala dela e me senta no sofá enquanto eu tô chupando os peitos dela e ela gemendo de prazer, ela começou a tirar minha camiseta e a beijar minha barriga até descer pro meu short e continuou tirando ele junto com a cueca, enfiou meu pau na boca +Faz tempo que não sentia uma rola na minha boca Dizia a dona Chela. Caralho, a dona Chela mexia a língua de vários jeitos que quase gozei na boca dela, até que ela tirou, aí ela me beijou na boca enquanto passava a mão nas minhas costas e sentava em cima de mim. Sentia meu membro molhado de fluidos e excitado com os movimentos da dona +Enfia em mim! -Sim, dona, respondi. Aí ela levanta e tira a calcinha deixando eu ver aquela buceta linda sem depilar mas bem cuidada. -Você não tem camisinha? Perguntei +Não se preocupa, não posso engravidar. Aí não me importei e comecei o vai e vem com ela de quatro no sofá e eu comendo ela, não acreditava, ficamos uns minutos assim até que pedi pra mudar de posição porque tava quase gozando, aí eu sentei e ela montou de vaqueira deixando os peitos dela na minha cara, e enquanto ela pulava no meu pau eu podia chupar aqueles peitos lindos, ficamos assim mais um tempo até que eu falei que ia gozar, aí ela levantou e ficou de joelhos +Goza na minha boca! Ela repetia, enquanto eu me masturbava pra gozar nela, eu surpreso com como ela queria terminar o ato, aí gozei na boca dela sujando um pouco do nariz dela de porra, ela comeu e lambeu tudo, me ofereceu pra tomar banho junto mas só pedi o banho pra me trocar, e ela também, porque tava com medo da minha mãe desconfiar de algo. a gente se despediu com um beijo na boca e fui embora sem pagar, pelo visto ela cobrou de um jeito que nós dois ganhamos. espero que tenham gostado do meu relato, tenho outras histórias, inclusive uma transando com uma amiga bêbada. se curtiram e quiserem o relato, me avisem, um abraço!
2 comentários - A estilista, amiga da minha mãe.