Minha ideia de sábado, depois de um dia longo de trampo, que não tava planejado, era pedir comida, ligar a Netflix e me jogar na cama pra relaxar. Não sou muito fã de sair no Dia do Amigo, é sempre um caos e geralmente se você sai com um grupo, outro se ofende, então evito. Além disso, vejo meus amigos direto, pra que sair num dia específico?
Tomei um banho e enquanto me secava e pensava em que comida pedir, vi que tinha várias mensagens no WhatsApp. Eram da Brenda, uma das minhas amigas mais antigas. A gente era um grupo de 10 meninos e meninas, nossos pais eram amigos e a gente se conhecia desde que nasceu, praticamente, porque tínhamos todos a mesma idade com diferença de meses (bem originais nossos pais, eu sei), exceto 4 que eram os irmãos mais novos que chegaram depois. Nas mensagens, ela avisava que tinha organizado um churrasco improvisado na casa dela, se eu quisesse ir. Iam ela, a Camila, a Agostina, a Natasha e o Leo, que era o único homem. A verdade é que pensei um segundo em não responder e dar o cano, mas fazia um tempinho que não via eles e a casa da Bren não era tão longe da minha, então mandei uma mensagem, falei que tinha acabado de sair do banho, me trocava e ia.
Cheguei com um vinho e na hora fiquei feliz de ter ido. Era uma reunião no nosso estilo antigo, bem tranquila, música suave, cervejas e risadas. Vou descrever pra vocês terem uma ideia da situação. A Brenda, junto comigo, é a mais velha, por diferença de 45 minutos ela nasceu um dia antes de mim tecnicamente. Loirinha natural, pele bem branca, baixinha, com um corpo gostoso fruto das horas de academia e uns olhos azuis lindos. A Agostina é loira, mas fisicamente é o oposto da Bren. É uma amazona, joga vôlei, tem quase 1,90 (não sei a altura exata porque ela tem uma baita vergonha disso), com uma costa firme e pernas longas que terminam numa bunda muito bonita, e sempre com um sorriso de orelha a orelha. A Camila é uma menina que não fala Muita, castanha clara, com um corpo que ela não dá muita atenção, embora esteja sempre bem vestida, e tem dois peitos que deixam qualquer um de boca aberta. Mas tem um grande defeito: em mais de 30 anos que a conheço, nunca a vi sorrir, está sempre com cara de bunda. Natasha tem cabelo preto e brilhante, comprido até a cintura, uns olhos verdes que combinam perfeitamente com as sardas do rosto dela. Assim como Agos, tem um sorriso sempre enorme, é a "hippie" do grupo, pra falar de algum jeito. Vive usando calças estilo indiano e camisetas compridas, e se por algum motivo usa jeans, são sempre de cintura alta, que destacam umas pernas muito bonitas que terminam numa booty linda, embora com peitos pequenos que muitas vezes foram motivo de zoação de algum "engraçadinho". Leo era um cara normal até terminar com a última namorada. Aí ele entrou na academia igual um louco (levado pelo Bren) e se transformou quase num fisiculturista que deixava qualquer gatinha que cruzasse o caminho dele morta por ele.
A noite foi super normal, entre conversas, carne e taças de vinho. Na sobremesa, não sei como surgiu o assunto de pornô, sinceramente não percebi como chegamos nessa conversa. Mas do pornô que a gente via ou não via, passamos pras famosas nudes e se a gente mandava ou não.
C: Nem louca mando fotos pelada, se quiser me ver nua, vem e olha.
A: Bom, mas às vezes não precisa estar pelada, provocar é legal.
Y: Você tira fotos pelada? Não acredito.
A: Por que não poderia? Nunca mandei, mas com meu ex tirei várias vezes quando estávamos juntos.
B: Olha a Agos hein, que isso! Eu no máximo me aventurei em poses sexy na academia.
L: É, já tô cansado dos caras me pedindo pra fazer gancho com você, podia dar uma segurada!
B: Podia me apresentar pra eles, melhor! Kkkk
L: Deus, eu admito que já mandei alguma.
N: E você, Lu? Você tira?
Y: Você?
N: Eu perguntei primeiro.
Y: Já mandei alguma vez.
N: Eu adoro tirar fotos quando tô sozinha, mas cuidadas, e algumas eu mandei.
Nesse momento, ela me olha e sorri com cumplicidade e safadeza, e quando a coisa tava começando a ficar estranha, o rumo da conversa mudou completamente.
Sempre gostei da Nata, desde moleque eu tinha uma queda por ela, mas desde cedo eu tinha entrado na friendzone, porra, foi por causa dela que descobri o que era estar na friendzone, a ponto de ela ter sido por muitos anos a namorada do meu melhor amigo, mas ainda hoje, quando olhava pra ela, muitas vezes ficava bobo e nervoso. Se a isso somar imaginar as fotos dela pelada e o olhar cúmplice dela, eu tinha ficado feito um idiota.
Chegou a hora de ir embora finalmente. Como eu tava de carro, a Nata e a Agos me perguntaram se eu podia levar elas. Tinha que dar uma desviada de casa, mas não ia deixar elas irem sozinhas. Breno, Léo e Cami iam pra balada. Mas os quebrados decidimos ir descansar.
Subimos no carro, a Agos, que descia primeiro, sentou atrás, e a Nata na frente comigo. A gente vinha conversando besteira e, de repente, graças ao Tinder, o assunto das fotos voltou.
A: O que vocês acham, manos? Um cara do Tinder tá me pedindo uma foto de como eu tô linda hoje.
Y: E qual é o problema? Cê tá maravilhosa.
A: E se eu mandar uma foto igual as da Nata?
N: Kkkkk, manda uma, mas primeiro pede pra ele mandar uma dele!
Y: Boa ideia!
A: Kkkkk, medo! Fiquei curiosa com as suas fotos, Nata, como serão, kkkk.
N: E eu fiquei curiosa com as fotos da Lu, a ver se é verdade!
A: Kkkkk, é verdade, será?
Y: Será o quê?
N e A: Nada, nada – responderam as duas em coro, rindo.
Y: Cê não vai ver nada se eu não ver nada.
N: Ufa!
E a conversa mudou de novo, por sorte. Parei num posto pra abastecer e as minas foram comprar alguma coisa. Do carro, dava pra ver elas, e eu não conseguia parar de olhar pra Nata, pensando nas fotos dela e nos palos. De repente, vibrou meu celular e me tirou do devaneio. Era uma mensagem no Snapchat da Nata. Abri e era uma foto dela. nua, com um dedo na boca, os peitos pequenos dela com uns bicos lindos e quase sem auréola, e o lençol enroscado na perna dela tapando a buceta. Não vou mentir, engoli o chiclete que tava mascando de susto. A foto fechou e vi uma mensagem dela:
“Agora você vai me mostrar o seu, safado?”
Pensei seriamente no que fazer, não tava seguro, mas procurei entre minhas fotos e achei uma onde eu tava nu com a pica dura, mas tampada pelo lençol na virilha, igual ela, e decidi mandar essa. A única resposta que recebi foi uma série de chamas.
Vi elas voltarem pro carro, a primeira a subir foi a Agos, a Nata subiu, me olhou e mordeu o lábio. Continuamos falando de um monte de besteira, deixamos a Agos e só uns metros depois ela falou comigo:
N: você não me disse se gostou da foto – falando manhosa, mas dava pra ver que tava nervosa –
Y: amei, você tá linda… e você gostou?
N: fiquei com vontade de tirar o lençol
Y: eu também
Terminei de falar isso e virei pra olhar ela, e o rosto dela tava do meu lado, e a gente se beijou com paixão, ela devorava minha boca desesperada, sentia a língua dela lutando com a minha. Uma buzina nos tirou do transe, os dois tavam com a respiração ofegante.
Y: desculpa, não sei o que deu em mim, você tem namorado, passei dos limites
N: eu também passei, mas é só nós dois aqui e meu namorado não tá
Y: eu sei, mas você sabe que sempre gostei de você, Nata, e isso vai acabar mal
N: como assim sempre gostou de mim?
Y: sim, não me diga que nunca percebeu
N: e por que me apresentou pro Adrian?
Y: porque você gostava dele
N: mas eu gostava era de você
Y: bom, mas eu não tive coragem
N: você é um bobo
Naquele momento ela me deu outro beijo, mas dessa vez mais suave. Em uns segundos chegamos na casa dela, parei na porta pra ela descer.
N: quer entrar?
Y: sim e não
N: por que não?
Y: porque eu sei o que vou querer se subir
N: e se eu também quiser? É errado, mas meu namorado foi com os amigos, tô sozinha, tô com tesão e você também tá
Y: você quer que eu suba? Ela respondeu, só me beijou, tirou as chaves do porta-malas e desceu do carro. Desci atrás dela, ela me pegou pela mão, entramos juntos e, assim que entramos no elevador, começamos a nos beijar com paixão. Os dois estávamos com a respiração ofegante, nossas mãos percorriam nossos corpos, as minhas apertavam forte a bunda dela pra puxar ela mais pra perto de mim, uma das mãos dela brincava na minha virilha, me tocando com suavidade, mas cheio de desejo. Quando o elevador parou, nos separamos rindo e ajeitando a roupa, descemos e entramos no apê dela. Assim que entrou, ela tirou os tênis jogando pra longe, soltou o cabelão, se virou e me puxou com as mãos pra me beijar de novo e me levar até o sofá. Sentei e ela sentou em cima de mim, na hora enfiei minhas mãos por baixo da camiseta dela pra percorrer as costas dela. Quando tentei tirar a camiseta dela, ela me empurrou e pulou de cima de mim. Achei que tinha estragado tudo.
Eu: Aconteceu alguma coisa?
Ela: Não, me espera aqui, já volto, não vai embora.
Ela saiu correndo pro quarto, entrou, enquanto eu me levantei pra pegar algo pra beber. Tava ficando louco, quantas vezes eu tinha esperado ela naquele apê enquanto ela se trocava, quantas vezes tive que ouvir as discussões dela com meu amigo, ou aturar o namorado da vez, até mesmo ouvir ela gemer baixinho uma vez que dormi naquele sofá. Tava sentando de novo quando a porta do quarto abriu e ela apareceu. Ela tava usando um conjunto preto de renda, um sutiã tipo top, sem nenhum enchimento ou armação, uma tanga que tinha tipo um cinto de pérolas que cruzava a buceta dela, uma cinta-liga com umas meias que combinavam, e tinha calçado uns saltos agulha que faziam conjunto. O cabelo dela tava jogado pra frente, tampando um dos peitos. Fiquei de boca aberta, não conseguia parar de olhar pra ela, queria correr e beijar ela toda.
Ela: Gostou? Valeu a espera?
Eu: Foi a melhor espera do mundo.
Ela: Senta.
Obedeci e ela começou a andar bem devagar na minha direção, rebolando aquele corpinho. até que ela ficou na minha frente, instintivamente levei minhas mãos pro corpo dela, apoiei nas laterais das pernas dela, enquanto sentia a pele dela se arrepiar até que peguei os braços dela e puxei ela pra perto. Ela se ajoelhou no sofá e em cima de mim, e começou a me beijar, enquanto eu acariciava aquela bunda gostosa que tava completamente sem roupa. Ela pegou primeiro minha camiseta e tirou, me beijou de novo e começou a descer o corpo, beijando meu pescoço, meu peito, a lateral da minha barriga, até terminar ajoelhada no chão. Com as mãos, ela desabotoou minha calça e com os dentes pegou o zíper e começou a puxar pra baixo, tava uma puta que eu nem reconhecia, ela tinha se transformado. Assim que soltou minha calça, puxou ela pra baixo me deixando só de cueca, e começou a passar a língua no meu volume enquanto me olhava.
N: vi que é verdade que você tinha uma coisa bonita entre as pernas
Y: e quem te disse isso?
N: a Bren te viu uma vez com a irmã e espionou vocês, e contou que você tinha uma coisa muito interessante
Y: e agora você tem ela aí
N: tô molhada desde a casa da Bren, quero provar logo
Y: não espera mais
Na sequência, ela pegou com as mãos minha cueca e começou a puxar pra baixo, meu pau saltou na cara dela, o que fez ela dar uma risada safada. Ela pegou ele com a mão direita e, me olhando, passou a língua das minhas bolas até a ponta, e quando chegou na ponta, começou a enfiar bem devagar na boca até engolir tudo. Não tenho um pau enorme, mas é grosso, e poucas conseguem engolir ele inteiro. Ela fez isso sem tirar os olhos de mim um segundo e começou um sobe e desce suave com a boca, dava pra sentir a língua dela percorrendo ele quando tava dentro dela, ela tava me fazendo um love com a boca. Aos poucos fui me recostando no sofá, e ela entendeu na hora o que eu queria. Ela subiu no sofá sem tirar meu pau da boca e minha cabeça ficou entre as pernas dela, dava pra ver o quanto ela tava molhada pelo brilho das coxas dela, a calcinha fio dental mal cobria a buceta dela, e na parte de trás a tira de pérolas era tudo que tinha, que se Afundei no seu bum lindo. Comecei a passar a língua pelas pérolas, o sabor me surpreendeu, era diferente de tudo, era doce, quente, e o aroma me hipnotizava por completo. Em segundos, minha boca já tinha invadido a buceta dela e meus dedos brincavam com a buceta e o cuzinho dela, que aceitava tudo sem reclamar. Nunca esperava que ela fosse assim. Pra piorar, toda vez que percebia que eu tava perto de gozar, apertava minhas bolas e a base do meu pau e cortava essa vontade sem me dar nem um pingo de prazer.
De repente, parou de chupar meu pau e se sentou em cima de mim, e começou a mexer a cintura, tava montando na minha língua. O corpo dela ficou todo tenso, começou a tremer e gritar, e de repente o silêncio. Senti o orgasmo dela na minha língua, os fluidos inundaram minha boca com aquela doçura. Pensei que fosse descansar, mas não. Saiu de cima de mim, virou e voltou a se agachar em cima de mim, me olhando, me mandou um beijo enquanto pegava meu pau e apontava direto pra bucetinha dela. Sentir a umidade dos lábios dela roçando na minha cabeça tava me deixando louco. Devagarzinho, começou a descer, sem tirar os olhos de mim um segundo, abrindo cada vez mais a boca, até que finalmente entrou toda dentro dela. Fechou os olhos por um segundo, abriu, me olhou e sorriu de novo. Levou as mãos nas costas e soltou o sutiã, liberando os peitinhos pequenos dela com aqueles bicos que eu não conseguia tirar da cabeça desde que vi a foto. Comecei a subir minhas mãos da cintura dela enquanto ela começava a se mexer bem devagar. O roçar das pérolas no meu pau somava um prazer incrível ao calor e à umidade que já sentia lá dentro. Cheguei nos peitos dela, acariciei primeiro de leve e depois, com a mão esquerda, peguei o bico e apertei forte. Um gemido alto escapou dos lábios dela e ela se jogou em cima de mim, me beijou e começou a aumentar o ritmo dos movimentos. Minhas mãos pousaram na bunda dela e, por instinto, dei um tapa, o que provocou outro gemido e fez ela acelerar ainda mais. Nesse movimento, ela ergueu o corpo. Os peitos dela ficaram na altura da minha boca, tava querendo chupar eles desde o posto de gasolina, então beijei eles, como se tivesse beijando a boca dela, como se fosse um bebê se alimentando. Os gemidos dela aumentaram e o ritmo também, comecei a morder os bicos dos peitos dela, isso deixou ela louca e aumentou o ritmo ainda mais.
N: por favor, Lu, enche eu, acaba comigo, não aguento mais
Y: você quer? O que você quer?
N: seu gozo, por favor, quero todo seu gozo quentinho dentro de mim, quero sentir você
Naquele momento senti as paredes da buceta dela começarem a apertar meu pau, os gemidos dela passaram de gritos pra um silêncio absoluto com a boca aberta e eu também não aguentei e comecei a gozar, não sei quantas jorradas foram, mas quando finalmente relaxamos e o corpo dela caiu sobre o meu, os dois suados, dava pra sentir meu gozo e os fluidos dela escorrendo pelas minhas bolas.
N: meu deus, eu precisava disso
Y: não acredito que isso tá acontecendo
N: vamos tomar um banho, te deixei todo sujo
Y: me deixou satisfeito
Beijei ela, levantamos e enquanto ela me levava pro banheiro foi tirando o resto da roupa, ficando completamente pelada. Entramos os dois debaixo do chuveiro e ficamos nos beijando e nos acariciando. Não sei por que instinto, me ajoelhei e comecei a chupar a buceta dela de novo, o gosto ainda tava lá, me deixava louco. E mais uma vez ela fez algo que me surpreendeu, me empurrou até eu ficar sentado debaixo dela e quando isso aconteceu ela começou a se abaixar até a buceta dela ficar em cima do meu pau já totalmente duro, levou o dedo indicador à boca e de repente começou a mijar no meu pau, sentir aquele líquido quente caindo no meu pau e ver como ela tava curtindo me deixou a mil. Quando terminou, levantei ela, virei de costas, coloquei a bunda dela pra fora e sem dizer uma palavra enfiei com violência, enquanto dava tapas na bunda dela, levei um dos meus dedos pro cu dela esperando que ela reprovasse, mas pelo contrário, ela me incentivou.
N: ah, sim! Quero seu pau no meu cu, faz tempo que ninguém fode minha bundinha, papai
Y: Seguro? Não quero que você se arrependa
N: uma putinha nunca se arrepende quando pede alguma coisa, papi
Eu tirei e encostei a ponta no cuzinho dela, e quando ia começar a empurrar, ela jogou a bunda pra trás e engoliu a pica toda de uma vez, soltando um grito que não me surpreenderia se tivesse sido ouvido no quarteirão inteiro
N: é assim, me come toda, enche meu cuzinho de porra, por favor!
Y: olha só que putinha que você é
N: sou muito putinha, mas quando gosto da pica que me fode, e a sua me encanta, papi
Eu dava tapas nela e comia gostoso enquanto ela se masturbava numa velocidade incrível, e a chuva do chuveiro quente caía nos nossos corpos. Não aguentei muito e finalmente gozei dentro dela, quando tirei a pica dava pra ver o cu dela todo dilatado, com minha porra escorrendo e se contraindo enquanto ela finalmente gozava.
Terminamos de tomar banho nos beijando, saímos e nos secamos, e eu fui pra sala me trocar e ir embora. Ela ficou parada na porta do quarto só com a toalha, que mal cobria a buceta dela
N: já vai? Não gostou de mim?
Y: adorei, mas achei que você queria descansar
N: quero, sim, mas não quero que você vá, quero que esteja aqui quando eu acordar, porque sei que vou continuar com tesão
Ela se aproximou de novo, largando a toalha, me beijou e me levou pro quarto. Deitamos os dois pelados, de conchinha, e dormimos.
No próximo eu conto como foi o domingo, e como ela continuou me surpreendendo
Tomei um banho e enquanto me secava e pensava em que comida pedir, vi que tinha várias mensagens no WhatsApp. Eram da Brenda, uma das minhas amigas mais antigas. A gente era um grupo de 10 meninos e meninas, nossos pais eram amigos e a gente se conhecia desde que nasceu, praticamente, porque tínhamos todos a mesma idade com diferença de meses (bem originais nossos pais, eu sei), exceto 4 que eram os irmãos mais novos que chegaram depois. Nas mensagens, ela avisava que tinha organizado um churrasco improvisado na casa dela, se eu quisesse ir. Iam ela, a Camila, a Agostina, a Natasha e o Leo, que era o único homem. A verdade é que pensei um segundo em não responder e dar o cano, mas fazia um tempinho que não via eles e a casa da Bren não era tão longe da minha, então mandei uma mensagem, falei que tinha acabado de sair do banho, me trocava e ia.
Cheguei com um vinho e na hora fiquei feliz de ter ido. Era uma reunião no nosso estilo antigo, bem tranquila, música suave, cervejas e risadas. Vou descrever pra vocês terem uma ideia da situação. A Brenda, junto comigo, é a mais velha, por diferença de 45 minutos ela nasceu um dia antes de mim tecnicamente. Loirinha natural, pele bem branca, baixinha, com um corpo gostoso fruto das horas de academia e uns olhos azuis lindos. A Agostina é loira, mas fisicamente é o oposto da Bren. É uma amazona, joga vôlei, tem quase 1,90 (não sei a altura exata porque ela tem uma baita vergonha disso), com uma costa firme e pernas longas que terminam numa bunda muito bonita, e sempre com um sorriso de orelha a orelha. A Camila é uma menina que não fala Muita, castanha clara, com um corpo que ela não dá muita atenção, embora esteja sempre bem vestida, e tem dois peitos que deixam qualquer um de boca aberta. Mas tem um grande defeito: em mais de 30 anos que a conheço, nunca a vi sorrir, está sempre com cara de bunda. Natasha tem cabelo preto e brilhante, comprido até a cintura, uns olhos verdes que combinam perfeitamente com as sardas do rosto dela. Assim como Agos, tem um sorriso sempre enorme, é a "hippie" do grupo, pra falar de algum jeito. Vive usando calças estilo indiano e camisetas compridas, e se por algum motivo usa jeans, são sempre de cintura alta, que destacam umas pernas muito bonitas que terminam numa booty linda, embora com peitos pequenos que muitas vezes foram motivo de zoação de algum "engraçadinho". Leo era um cara normal até terminar com a última namorada. Aí ele entrou na academia igual um louco (levado pelo Bren) e se transformou quase num fisiculturista que deixava qualquer gatinha que cruzasse o caminho dele morta por ele.
A noite foi super normal, entre conversas, carne e taças de vinho. Na sobremesa, não sei como surgiu o assunto de pornô, sinceramente não percebi como chegamos nessa conversa. Mas do pornô que a gente via ou não via, passamos pras famosas nudes e se a gente mandava ou não.
C: Nem louca mando fotos pelada, se quiser me ver nua, vem e olha.
A: Bom, mas às vezes não precisa estar pelada, provocar é legal.
Y: Você tira fotos pelada? Não acredito.
A: Por que não poderia? Nunca mandei, mas com meu ex tirei várias vezes quando estávamos juntos.
B: Olha a Agos hein, que isso! Eu no máximo me aventurei em poses sexy na academia.
L: É, já tô cansado dos caras me pedindo pra fazer gancho com você, podia dar uma segurada!
B: Podia me apresentar pra eles, melhor! Kkkk
L: Deus, eu admito que já mandei alguma.
N: E você, Lu? Você tira?
Y: Você?
N: Eu perguntei primeiro.
Y: Já mandei alguma vez.
N: Eu adoro tirar fotos quando tô sozinha, mas cuidadas, e algumas eu mandei.
Nesse momento, ela me olha e sorri com cumplicidade e safadeza, e quando a coisa tava começando a ficar estranha, o rumo da conversa mudou completamente.
Sempre gostei da Nata, desde moleque eu tinha uma queda por ela, mas desde cedo eu tinha entrado na friendzone, porra, foi por causa dela que descobri o que era estar na friendzone, a ponto de ela ter sido por muitos anos a namorada do meu melhor amigo, mas ainda hoje, quando olhava pra ela, muitas vezes ficava bobo e nervoso. Se a isso somar imaginar as fotos dela pelada e o olhar cúmplice dela, eu tinha ficado feito um idiota.
Chegou a hora de ir embora finalmente. Como eu tava de carro, a Nata e a Agos me perguntaram se eu podia levar elas. Tinha que dar uma desviada de casa, mas não ia deixar elas irem sozinhas. Breno, Léo e Cami iam pra balada. Mas os quebrados decidimos ir descansar.
Subimos no carro, a Agos, que descia primeiro, sentou atrás, e a Nata na frente comigo. A gente vinha conversando besteira e, de repente, graças ao Tinder, o assunto das fotos voltou.
A: O que vocês acham, manos? Um cara do Tinder tá me pedindo uma foto de como eu tô linda hoje.
Y: E qual é o problema? Cê tá maravilhosa.
A: E se eu mandar uma foto igual as da Nata?
N: Kkkkk, manda uma, mas primeiro pede pra ele mandar uma dele!
Y: Boa ideia!
A: Kkkkk, medo! Fiquei curiosa com as suas fotos, Nata, como serão, kkkk.
N: E eu fiquei curiosa com as fotos da Lu, a ver se é verdade!
A: Kkkkk, é verdade, será?
Y: Será o quê?
N e A: Nada, nada – responderam as duas em coro, rindo.
Y: Cê não vai ver nada se eu não ver nada.
N: Ufa!
E a conversa mudou de novo, por sorte. Parei num posto pra abastecer e as minas foram comprar alguma coisa. Do carro, dava pra ver elas, e eu não conseguia parar de olhar pra Nata, pensando nas fotos dela e nos palos. De repente, vibrou meu celular e me tirou do devaneio. Era uma mensagem no Snapchat da Nata. Abri e era uma foto dela. nua, com um dedo na boca, os peitos pequenos dela com uns bicos lindos e quase sem auréola, e o lençol enroscado na perna dela tapando a buceta. Não vou mentir, engoli o chiclete que tava mascando de susto. A foto fechou e vi uma mensagem dela:
“Agora você vai me mostrar o seu, safado?”
Pensei seriamente no que fazer, não tava seguro, mas procurei entre minhas fotos e achei uma onde eu tava nu com a pica dura, mas tampada pelo lençol na virilha, igual ela, e decidi mandar essa. A única resposta que recebi foi uma série de chamas.
Vi elas voltarem pro carro, a primeira a subir foi a Agos, a Nata subiu, me olhou e mordeu o lábio. Continuamos falando de um monte de besteira, deixamos a Agos e só uns metros depois ela falou comigo:
N: você não me disse se gostou da foto – falando manhosa, mas dava pra ver que tava nervosa –
Y: amei, você tá linda… e você gostou?
N: fiquei com vontade de tirar o lençol
Y: eu também
Terminei de falar isso e virei pra olhar ela, e o rosto dela tava do meu lado, e a gente se beijou com paixão, ela devorava minha boca desesperada, sentia a língua dela lutando com a minha. Uma buzina nos tirou do transe, os dois tavam com a respiração ofegante.
Y: desculpa, não sei o que deu em mim, você tem namorado, passei dos limites
N: eu também passei, mas é só nós dois aqui e meu namorado não tá
Y: eu sei, mas você sabe que sempre gostei de você, Nata, e isso vai acabar mal
N: como assim sempre gostou de mim?
Y: sim, não me diga que nunca percebeu
N: e por que me apresentou pro Adrian?
Y: porque você gostava dele
N: mas eu gostava era de você
Y: bom, mas eu não tive coragem
N: você é um bobo
Naquele momento ela me deu outro beijo, mas dessa vez mais suave. Em uns segundos chegamos na casa dela, parei na porta pra ela descer.
N: quer entrar?
Y: sim e não
N: por que não?
Y: porque eu sei o que vou querer se subir
N: e se eu também quiser? É errado, mas meu namorado foi com os amigos, tô sozinha, tô com tesão e você também tá
Y: você quer que eu suba? Ela respondeu, só me beijou, tirou as chaves do porta-malas e desceu do carro. Desci atrás dela, ela me pegou pela mão, entramos juntos e, assim que entramos no elevador, começamos a nos beijar com paixão. Os dois estávamos com a respiração ofegante, nossas mãos percorriam nossos corpos, as minhas apertavam forte a bunda dela pra puxar ela mais pra perto de mim, uma das mãos dela brincava na minha virilha, me tocando com suavidade, mas cheio de desejo. Quando o elevador parou, nos separamos rindo e ajeitando a roupa, descemos e entramos no apê dela. Assim que entrou, ela tirou os tênis jogando pra longe, soltou o cabelão, se virou e me puxou com as mãos pra me beijar de novo e me levar até o sofá. Sentei e ela sentou em cima de mim, na hora enfiei minhas mãos por baixo da camiseta dela pra percorrer as costas dela. Quando tentei tirar a camiseta dela, ela me empurrou e pulou de cima de mim. Achei que tinha estragado tudo.
Eu: Aconteceu alguma coisa?
Ela: Não, me espera aqui, já volto, não vai embora.
Ela saiu correndo pro quarto, entrou, enquanto eu me levantei pra pegar algo pra beber. Tava ficando louco, quantas vezes eu tinha esperado ela naquele apê enquanto ela se trocava, quantas vezes tive que ouvir as discussões dela com meu amigo, ou aturar o namorado da vez, até mesmo ouvir ela gemer baixinho uma vez que dormi naquele sofá. Tava sentando de novo quando a porta do quarto abriu e ela apareceu. Ela tava usando um conjunto preto de renda, um sutiã tipo top, sem nenhum enchimento ou armação, uma tanga que tinha tipo um cinto de pérolas que cruzava a buceta dela, uma cinta-liga com umas meias que combinavam, e tinha calçado uns saltos agulha que faziam conjunto. O cabelo dela tava jogado pra frente, tampando um dos peitos. Fiquei de boca aberta, não conseguia parar de olhar pra ela, queria correr e beijar ela toda.
Ela: Gostou? Valeu a espera?
Eu: Foi a melhor espera do mundo.
Ela: Senta.
Obedeci e ela começou a andar bem devagar na minha direção, rebolando aquele corpinho. até que ela ficou na minha frente, instintivamente levei minhas mãos pro corpo dela, apoiei nas laterais das pernas dela, enquanto sentia a pele dela se arrepiar até que peguei os braços dela e puxei ela pra perto. Ela se ajoelhou no sofá e em cima de mim, e começou a me beijar, enquanto eu acariciava aquela bunda gostosa que tava completamente sem roupa. Ela pegou primeiro minha camiseta e tirou, me beijou de novo e começou a descer o corpo, beijando meu pescoço, meu peito, a lateral da minha barriga, até terminar ajoelhada no chão. Com as mãos, ela desabotoou minha calça e com os dentes pegou o zíper e começou a puxar pra baixo, tava uma puta que eu nem reconhecia, ela tinha se transformado. Assim que soltou minha calça, puxou ela pra baixo me deixando só de cueca, e começou a passar a língua no meu volume enquanto me olhava.
N: vi que é verdade que você tinha uma coisa bonita entre as pernas
Y: e quem te disse isso?
N: a Bren te viu uma vez com a irmã e espionou vocês, e contou que você tinha uma coisa muito interessante
Y: e agora você tem ela aí
N: tô molhada desde a casa da Bren, quero provar logo
Y: não espera mais
Na sequência, ela pegou com as mãos minha cueca e começou a puxar pra baixo, meu pau saltou na cara dela, o que fez ela dar uma risada safada. Ela pegou ele com a mão direita e, me olhando, passou a língua das minhas bolas até a ponta, e quando chegou na ponta, começou a enfiar bem devagar na boca até engolir tudo. Não tenho um pau enorme, mas é grosso, e poucas conseguem engolir ele inteiro. Ela fez isso sem tirar os olhos de mim um segundo e começou um sobe e desce suave com a boca, dava pra sentir a língua dela percorrendo ele quando tava dentro dela, ela tava me fazendo um love com a boca. Aos poucos fui me recostando no sofá, e ela entendeu na hora o que eu queria. Ela subiu no sofá sem tirar meu pau da boca e minha cabeça ficou entre as pernas dela, dava pra ver o quanto ela tava molhada pelo brilho das coxas dela, a calcinha fio dental mal cobria a buceta dela, e na parte de trás a tira de pérolas era tudo que tinha, que se Afundei no seu bum lindo. Comecei a passar a língua pelas pérolas, o sabor me surpreendeu, era diferente de tudo, era doce, quente, e o aroma me hipnotizava por completo. Em segundos, minha boca já tinha invadido a buceta dela e meus dedos brincavam com a buceta e o cuzinho dela, que aceitava tudo sem reclamar. Nunca esperava que ela fosse assim. Pra piorar, toda vez que percebia que eu tava perto de gozar, apertava minhas bolas e a base do meu pau e cortava essa vontade sem me dar nem um pingo de prazer.
De repente, parou de chupar meu pau e se sentou em cima de mim, e começou a mexer a cintura, tava montando na minha língua. O corpo dela ficou todo tenso, começou a tremer e gritar, e de repente o silêncio. Senti o orgasmo dela na minha língua, os fluidos inundaram minha boca com aquela doçura. Pensei que fosse descansar, mas não. Saiu de cima de mim, virou e voltou a se agachar em cima de mim, me olhando, me mandou um beijo enquanto pegava meu pau e apontava direto pra bucetinha dela. Sentir a umidade dos lábios dela roçando na minha cabeça tava me deixando louco. Devagarzinho, começou a descer, sem tirar os olhos de mim um segundo, abrindo cada vez mais a boca, até que finalmente entrou toda dentro dela. Fechou os olhos por um segundo, abriu, me olhou e sorriu de novo. Levou as mãos nas costas e soltou o sutiã, liberando os peitinhos pequenos dela com aqueles bicos que eu não conseguia tirar da cabeça desde que vi a foto. Comecei a subir minhas mãos da cintura dela enquanto ela começava a se mexer bem devagar. O roçar das pérolas no meu pau somava um prazer incrível ao calor e à umidade que já sentia lá dentro. Cheguei nos peitos dela, acariciei primeiro de leve e depois, com a mão esquerda, peguei o bico e apertei forte. Um gemido alto escapou dos lábios dela e ela se jogou em cima de mim, me beijou e começou a aumentar o ritmo dos movimentos. Minhas mãos pousaram na bunda dela e, por instinto, dei um tapa, o que provocou outro gemido e fez ela acelerar ainda mais. Nesse movimento, ela ergueu o corpo. Os peitos dela ficaram na altura da minha boca, tava querendo chupar eles desde o posto de gasolina, então beijei eles, como se tivesse beijando a boca dela, como se fosse um bebê se alimentando. Os gemidos dela aumentaram e o ritmo também, comecei a morder os bicos dos peitos dela, isso deixou ela louca e aumentou o ritmo ainda mais.
N: por favor, Lu, enche eu, acaba comigo, não aguento mais
Y: você quer? O que você quer?
N: seu gozo, por favor, quero todo seu gozo quentinho dentro de mim, quero sentir você
Naquele momento senti as paredes da buceta dela começarem a apertar meu pau, os gemidos dela passaram de gritos pra um silêncio absoluto com a boca aberta e eu também não aguentei e comecei a gozar, não sei quantas jorradas foram, mas quando finalmente relaxamos e o corpo dela caiu sobre o meu, os dois suados, dava pra sentir meu gozo e os fluidos dela escorrendo pelas minhas bolas.
N: meu deus, eu precisava disso
Y: não acredito que isso tá acontecendo
N: vamos tomar um banho, te deixei todo sujo
Y: me deixou satisfeito
Beijei ela, levantamos e enquanto ela me levava pro banheiro foi tirando o resto da roupa, ficando completamente pelada. Entramos os dois debaixo do chuveiro e ficamos nos beijando e nos acariciando. Não sei por que instinto, me ajoelhei e comecei a chupar a buceta dela de novo, o gosto ainda tava lá, me deixava louco. E mais uma vez ela fez algo que me surpreendeu, me empurrou até eu ficar sentado debaixo dela e quando isso aconteceu ela começou a se abaixar até a buceta dela ficar em cima do meu pau já totalmente duro, levou o dedo indicador à boca e de repente começou a mijar no meu pau, sentir aquele líquido quente caindo no meu pau e ver como ela tava curtindo me deixou a mil. Quando terminou, levantei ela, virei de costas, coloquei a bunda dela pra fora e sem dizer uma palavra enfiei com violência, enquanto dava tapas na bunda dela, levei um dos meus dedos pro cu dela esperando que ela reprovasse, mas pelo contrário, ela me incentivou.
N: ah, sim! Quero seu pau no meu cu, faz tempo que ninguém fode minha bundinha, papai
Y: Seguro? Não quero que você se arrependa
N: uma putinha nunca se arrepende quando pede alguma coisa, papi
Eu tirei e encostei a ponta no cuzinho dela, e quando ia começar a empurrar, ela jogou a bunda pra trás e engoliu a pica toda de uma vez, soltando um grito que não me surpreenderia se tivesse sido ouvido no quarteirão inteiro
N: é assim, me come toda, enche meu cuzinho de porra, por favor!
Y: olha só que putinha que você é
N: sou muito putinha, mas quando gosto da pica que me fode, e a sua me encanta, papi
Eu dava tapas nela e comia gostoso enquanto ela se masturbava numa velocidade incrível, e a chuva do chuveiro quente caía nos nossos corpos. Não aguentei muito e finalmente gozei dentro dela, quando tirei a pica dava pra ver o cu dela todo dilatado, com minha porra escorrendo e se contraindo enquanto ela finalmente gozava.
Terminamos de tomar banho nos beijando, saímos e nos secamos, e eu fui pra sala me trocar e ir embora. Ela ficou parada na porta do quarto só com a toalha, que mal cobria a buceta dela
N: já vai? Não gostou de mim?
Y: adorei, mas achei que você queria descansar
N: quero, sim, mas não quero que você vá, quero que esteja aqui quando eu acordar, porque sei que vou continuar com tesão
Ela se aproximou de novo, largando a toalha, me beijou e me levou pro quarto. Deitamos os dois pelados, de conchinha, e dormimos.
No próximo eu conto como foi o domingo, e como ela continuou me surpreendendo
5 comentários - Dia do Amigão
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