Le compre el auto a mi comadre ( quinta parte)

Sabry mandou as fotos pra amiga dela pra ela ver como a gente tava se divertindo e a real é que era só foda com a puta da minha comadre. Na hora tocou o telefone, uma mensagem que a Sabry leu em voz alta: "#tremenda cock vou praí#", confirmando a viagem dela. - Viu o que te falei? Ela vem, afirmou Sabry. - Já que é, me diz quem é. Sabry - é a big brest, morena, pele trigueira, tem mais de 40, você conhece ela há muito tempo, esteve em uns aniversários seus. Eu - July, cê tá me zoando? July é? Não acredito. - Ela me mostrou o celular e era a July mesmo. Mais precisamente, tem 42 anos, muito bem vividos, separada, um pouco gordinha, muito big brest, pelo menos do que eu lembrava dela. Não vi ela muitas vezes e nem imaginava que ela curtia a festa, muito menos que me queria. Na hora, Sabry notou minha cara de felicidade. - Cê gosta? Ela é gostosa, me ofereceu umas vezes pra entrar num menage, mas como não conhecia o cara, não fui, me disse Sabry. Mas beleza, a gente realiza a vontade, ela tem um corpão, tá mudada, me disse, nada a ver com a última vez que você viu ela. Ela se separou e virou uma puta do caralho. Sem mais o que fazer, falei pra Sabry dormir uma soneca pra ficar fresquinho pra noite. - Vou comprar umas coisinhas pra petiscar à noite e bebidas, hoje a gente vai encher a cara e o que pintar, pintou, ela disse. Tomei um banho rápido pra ficar bem relaxado enquanto Sabry ligou pra July pra confirmar tudo. Saí do banho, me deitei pelado como vim ao mundo. Sabry veio pro quarto já trocada e se jogou direto na minha pica, falei pra ela. - É que preciso de grana e se eu fizer um boquete, você me paga? hahahahahaha ela virou uma puta de verdade. - Claro, falei, mas te pago agora e você chupa minha pica depois. Ela foi fazer compras e eu fui dormir a soneca lembrando da July. Voltou um tempo depois, acordei quando ouvi ela, já era quase cinco da tarde. Preparou o mate e sentou na varanda. Coloquei um short e a gente ficou tomando mate na varanda. Na hora de trocar a erva, ela levantou, foi pra cozinha e voltou, mas dessa De vez em quando eu sento no meu próprio colo. "Tô te devendo um boquete", ela disse enquanto passava a mão na minha rola. Puxou um peito pra fora da blusa e me ofereceu como se fosse pra eu largar o chimarrão de lado. Falei que aqui não, que iam nos ver. Ela se ajoelhou, pouco se importou, puxou a rola pela barra da bermuda e começou a chupar. A sacada dava pra praia, mas era fechada — ninguém via ela, mas me via. Eu via as pessoas andando, um par me olhou como quem diz "que vista bonita pra praia", sem saber que o mais bonito era que eu tinha minha comadre agarrada na rola, fazendo um boquete foda. Era impressionante ver como ela engolia a rola inteira. Nunca tinham chupado minha rola daquele jeito. Depois de deixar ela ali um tempão me chupando toda, falei: "Quero te comer." "É mais grana", ela respondeu, como se fosse uma verdadeira puta. "Tenho, me dá essa buceta", pedi. Ela se levantou, entrou no quarto, baixou a legging, ficou de quatro na beirada da cama e, abrindo a bunda com as duas mãos, me chamou: "Vem, mete tudo." Fechei a porta da sacada e fui direto chupar o cu dela. Tava muito tentador, tudo aberto pra mim. Com uma mão, eu acariciava a buceta dela, já toda molhada, e minha língua começava a entrar no cu dela. A buceta dela tava tão molhada que logo enchi de rola. Meti forte e, bem na hora, ouvi a porta. Sabri rapidinho vestiu a legging, se ajeitou um pouco e desceu. Era a dona da casa, trazendo umas toalhas, roupa de cama e mais umas coisas que a Sabri tinha pedido emprestado. Esperei a rola desinchar um pouco e desci. Lá estava a velha, batendo papo com a Sabri. Uma coroa gostosa que, assim que me viu descer, senti o olhar dela na minha entreperna. "Ahhh, mas que bem acompanhada você está", disse a coroa. "É meu compadre", respondeu a Sabri. Tomamos uns mates. A velha se convidou sozinha, e então sentamos pra matear — já tinha cortado o nosso sexo. Sabri mandou mensagem pra July pra ver por onde ela vinha e foi. Aí, onde a Sabry fala "vamo comprar, me leva", ela me disse e já saímos. A véia subiu na 4x4 dela e a gente no nosso carro pra dar uma volta e se livrar da coroa. Assim que virei a esquina, a Sabry meteu a mão no meu pau e começou a chupar a jovem enquanto eu dirigia. "Para, que a gente vai bater", falei, mas ela tava pouco se lixando, obcecada em deixar meu pau duro. "Vamo pra casa", falei. "Então acelera", respondeu sem parar de chupar meu pau. Mal entramos, fomos direto pro quarto, mas ela não deixou eu chegar. Três degraus antes do fim da escada, já tinha tirado a legging e se ajoelhou no degrau. Eu tirei o pau, abri um pouco as nádegas dela e enfiei até o fundo. Vi ela mexer a bunda, fiquei doido com aquele rabo. "Vamo pra cama que vou te dar no cu", falei. "Cê tem grana pra pagar pelo meu cuzinho?", respondeu no caminho pro quarto. Mal entramos no quarto, ela se ajoelhou pra chupar mais um pouco meu pau. "Agora que tá bem chupada, faz meu cu", e se ajoelhou de quatro na beira da cama. E de novo, assim que enfiei um pouco o pau no cu dela, o celular tocou. Ela desceu porque era a July, e era verdade: ela tava chegando em Mar del Tuyú. Eu fui tomar banho pra deixar o pau limpinho, não fosse pintar uma festa quando a July chegasse. A Sabry vestiu uma fio dental e uma camiseta comprida que mal cobria a bunda, veio no banheiro assim vestida e falou: "A July chegou". Me sequei, vesti meu short e desci. Lá estava a July conversando com a Sabry. Já de cima, notei o tamanho dos peitos dela, tava com uma regata decotada. Desci, nos cumprimentamos meio frio, foi o primeiro encontro. A Sabry trouxe cerveja e aí quebrou o gelo. "Vamos brindar ao sexo, porque vou foder a Sabry e vou comer um pau desse tamanho", disse a July. Nós rimos e começamos a conversar sobre como tudo tinha surgido. Depois de umas cervejas e já mais à vontade, ela me pediu pra tomar um banho, enquanto a Sabry foi pra cozinha preparar uma tábua de frios. Eu a levei. Primeiro, fui pro quarto pra ela deixar a bolsa, mostrei a sacada e falei que ela podia dormir em qualquer um dos dois quartos. Aí ela respondeu: "Não vou dormir não." Me olhou fixo nos olhos e a gente se beijou. Ela me agarrou pelo pescoço, eu pela cintura, e depois que o beijo ficou mais quente, peguei na bunda dela, massageei um pouco, ela se deixou levar. Depois beijei o pescoço dela, fui descendo pros peitos, e aí ela me parou: "Espera, vou tomar um banho." Desci pra dar uma mão pra Sabry, que já tava quase tudo pronto. Ela me perguntou se eu tinha gostado da July, se tava seguro. Óbvio, ela é uma gostosa, olha como me deixou — e apoiei a pica enquanto arrumava a bancada da cozinha. "Tô meio nervosa", ela me disse, e aí fui pegar um baseado pra relaxar. Fumamos e tomamos umas cervejas. Ficamos meio de agarração, ouvimos ela descendo as escadas e fomos pra sala. July tava com um vestido branco curto, decotado, que deixava ela muito sexy. Sabry chegou perto pra elogiar, falar que ela tava linda, e July comeu a boca dela na hora, sem rodeios. Fiquei observando um pouco, pra deixar elas entrarem no clima. Enquanto se beijavam, Sabry levantou o vestido dela, e eu cheguei pra meter a boca também. Apoiei a July por trás, agarrei os peitos dela com as duas mãos e comecei a beijar o pescoço. Sabry soltou a boca da July pra me beijar também. "Olha que par de tetas, compadre", ela falou enquanto puxava o decote do vestido pra fora. July se virou com os peitos todos de fora, uns mamilos enormes, duros, meio caídos, não tão firmes, mas muito grandes. "Cê gosta? Quer?", ela disse, e eu mergulhei de cabeça no meio daquelas tetas. "Tô muito molhada", falou Sabry, "vou me trocar." E nos deixou sozinhos. July me pegou pela mão, me sentou no sofá e sentou em cima de mim. A gente começou a se beijar, ela pegou uma teta e colocou na minha boca. "Me excita que chupem minhas tetas", ela disse. Levantou um pouco a perna e meteu a mão na minha pica. — Quero. Ver essa pica é enorme - disse ela, e se ajoelhou ao lado do sofá com o olhar fixo no meu volume. Tirei a pica, que já estava dura. - Tá aqui - falei, e ela se jogou de uma vez ao me ver a pica assim em pé. Logo notei a experiência dela no assunto, porque engoliu minha pica inteira, colocava a língua para fora e parecia que envolvia a pica com a língua. Que jeito de chupar pica, me deixou louco na hora. Depois, com uma mão, apertou bem forte minha pica e com a língua passava com força também na cabeça da minha pica. Que prazer que a July me dava. Nesse momento, a Sabry desceu só com uma mini tanga vermelha que mal cobria a buceta dela e de peitos, uns peitos bem durinhos e firmes. Ela parou do lado do sofá, do meu lado, mostrando como a tanga se enterrava na buceta, rachava a buceta dela ao meio. Ela se virou para me mostrar a raba, e aí eu não aguentei e dei uns beijos nas nádegas dela, enquanto a July não parava de chupar minha pica. Levantei para a Sabry sentar no sofá e, com a pica toda babada, enfiei entre os peitos dela, enquanto a July comia a boca dela. - Era isso que você queria? - falei pra Sabry. - E você, mete essa pica em mim - pediu. Ela foi pegar camisinha na bolsa, mas quando voltou, a Sabry já tinha se ajoelhado de quatro e eu enfiei a pica inteira, afastando de lado o fiozinho que tapava a buceta dela. Comi ela com força por um tempo, até que a July também se ajoelhou de quatro em cima do sofá, sem tanga, e me alcançou o preservativo. Encapucei a pica e fui enfiando devagar na buceta dela, enquanto com as mãos abria as nádegas dela. A July, assim que sentiu a pica entrar, começou a reclamar. - Ai, devagar, filho da puta, que você tem a pica enorme - a Sabry ria, não sei se pela situação ou pelo baseado. Aos poucos, fui metendo com mais ritmo e a July gemendo, já com a buceta bem aberta e cheia de pica. Depois de um bom tempo comendo a July, sentei no sofá e a pica começou a murchar - não estou acostumado com camisinha. A Sabry percebeu na hora. Me montei, ela começou a agachar em cima da minha pica. A verdade é que como minha comadre se mexe com a pica dentro da buceta, nunca vi uma mulher assim. July aproveitou a posição e começou a brincar com a língua no cu da Sabry e nas minhas bolas. Meti o dedo no cu da Sabry e, ao notar que July tinha chupado bem, enfiei na bunda dela. — Vamos ver como você se mexe com a pica no cu — falei, e ela já começou a dançar, só mexendo os quadris. Impressionante como minha comadre transa, até July elogiou: — Caralho, como você come ela. Tive que tirar a pica porque ia gozar. Sabry se deitou no sofá como se fosse descansar um pouco, July abriu as pernas dela e disse: — Me dá essa buceta, e você enfia por trás. Enterrou a cabeça na buceta da Sabry, e eu comecei a meter na bunda da July. — Ah, vai me foder o cu? — disse, e eu enfiei de uma vez. Senti a bunda dela se abrindo devagar, porque não usava há muito tempo. Ouvir isso me deixou de pau duro pra caralho, sabia que tava comendo o cu dela depois de tanto tempo sem uso. — Vou foder teu cu a noite toda, July — e comecei a meter um pouco mais forte, enquanto ela chupava a buceta da Sabry até ela gozar. Sabry se colocou de quatro de novo em cima do sofá, e eu meti na bunda dela. Tirei a calcinha dela, que tava encharcada, e comecei a comer com força, um tempinho em cada uma. Era um concerto de gemidos que adoçava meus ouvidos. Já tava tão excitado que falei que ia explodir a pica. — Querem a porra, vadias? — Sabry: — Sim, na boca. — July: — Um pouquinho pra cada uma. Elas se ajoelharam na minha frente, July começou a me punhetar e trocavam chupadas. Ver as duas ali me fez perder a cabeça. Quando a Sabry tava com a pica na boca, saiu o primeiro jato de porra. July tirou a pica, e o próximo jato acertou a cara dela. Depois, as duas cuidaram do resto, deixaram minha pica seca de porra. Sabry levantou e foi pegar uma cerveja, July ainda tava agarrada na pica. Nunca fui comido assim por uma pica. De grande disse. Sentei no sofá e ela continuou chupando minha pica. Sem deixar broxar, sentou na pica, encostou as costas no meu peito e, metendo a mão na buceta, comecei a foder ela. Ela queria dar uma trepada, ouvir ela pedir pica me deixou louco de novo. Tirei a pica da buceta dela e enfiei no cu — assim, vadia, goza com a pica no cu, vai — mexia minha pelve pra encher bem o cu dela de pica, e ela começou a gritar — gozei, gozei com a pica no cu, filha da puta, toma — senti um jato saindo da buceta dela, como se ela tivesse mijando. Sabri se surpreendeu, e July não parava de se tocar e gozar — mais um, mais um — disse Sabry, se aproximou da gente, e July pediu pra ela chupar a buceta dela. Fez meio tímida, tirei a pica e coloquei na frente da boceta da July pra Sabry chupar a buceta e minha pica. De novo, enfiei no cu da July, ela jogou o corpo pra frente e começou a se mexer pra cima e pra baixo, cavalgando com o cu. Enche meu cu de porra, ela disse, e aí minha pica explodiu de novo no cu da July. Ela saiu de cima de mim, e Sabry tratou de passar a língua e limpar minha pica. July foi pegar um pano de chão porque tinha bastante líquido no chão, enquanto dizia: "Meu Deus, como você me fez gozar, faz tempo que não sinto isso. Não acredito na pica que você tem." Com a Sabri, a gente ria, ainda sob o efeito do baseado. "Quero fumar um", disse July, e fui bolar um pra ela, ela merecia, tinha realizado nossa fantasia. Gente, comentei com minha comadre sobre os relatos, vi ela no fim de semana, fodemos de novo, e no próximo ela conta. Ela disse: "Vamos ver se ela se anima." Sobre fotos, disse que não quer saber de nada, que sou um punheteiro por estar nesse site, mas com o relato a gente consentiu. Valeu, espero comentários.Le compre el auto a mi comadre ( quinta parte)Deixo foto da July, uma gostosa do caralho. Nunca vi ela assim na rua, você cruza com ela e não tem nada a ver.

3 comentários - Le compre el auto a mi comadre ( quinta parte)

Felicitaciones por la historia y July es una hermosa hembra súper cogíble, van 10 puntos