Mi prima se viste de novia - Capítulo 13

Mi prima se viste de novia - Capítulo 13


*-* PRIMEIRO CAPÍTULO *-*

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vagabundas

Bunda


Minha prima se veste de noiva - Capítulo 13Dessa vez dormi até as quatro da tarde. O cansaço acumulado tinha se feito sentir com força. Mas a importância era zero absoluto.

Como já estava começando a me acostumar, soube que estava acordado quando senti o "Gaag. Aggg. Aggg. Gaaag." que meu pau já duro produzia na garganta da minha prima ao tentar enfiar mais e mais fundo. Queria comer ele inteiro, literalmente.

Os jatos de saliva e o som gutural soavam como sinos me recebendo no paraíso. Era uma sensação perfeita. Julia era perfeita. Tudo era perfeito. Até sentia que eu mesmo era perfeito. E se isso não era a sensação plena de paz que os gênios descrevem quando falam do céu, não entendi nada.

Na hora me distraí do boquete que minha prima tava me fazendo e lembrei que tinha aceitado fazer a festa do cu.

Entre os lábios dela, os beijos, a baba e a garganta, o pau voltou a pulsar sem piedade. O orgasmo tinha começado na minha mente ao saber que finalmente ia meter a buceta na minha prima. Não só ia meter: ia desvirgar ela. O cu da Julia ia carregar minha marca pra sempre. Aquelas enfiadas que eu tinha dado enquanto ela dormia bêbada finalmente iam completar a missão. Só de imaginar a bunda apertada dela cedendo espaço pro meu pau, aos poucos, devagar pra não causar dor extra, já tava me fazendo explodir o espírito.

Peguei ela pelas bochechas e marquei o ritmo. Alguém podia pensar que era o momento perfeito pra fazer a cabeça dela subir e descer com toda força. Mas não parecia necessário.

— Hoje você toma leite no café da manhã — falei entre gemidos. Ignorando que o horário do café já tinha passado.

Julia soltou dois sons parecidos com um "não", ainda com o pau na boca, mas foi em vão. Com uma mão no queixo dela e outra na nuca, foi impossível ela se soltar. Duas, três e quatro gozadas encheram de novo o céu da boca dela de porra. Cinco e seis gozadas a mais fizeram ela ter que inflar as bochechas. tapas para conseguir segurar tudo.

Minha prima me olhou com cara de ódio quando eu soltei ela. Ela se levantou, com os peitos de fora e a calcinha da amiga vestida, balançando as mãos como se estivesse se queimando, ou como se tivesse nojo de ter tanto esperma do primo na boquinha. Parecia que ia vomitar a qualquer momento.

Eu, por outro lado, olhei surpreso e perguntei o que tinha acontecido. Até então, não tinha me ligado que ela era daquelas minas que precisam ser avisadas quando a gente vai gozar. Enquanto ela procurava um lugar pra cuspir a porra, minha curiosidade só aumentava.

Ela encontrou um copo de vidro, daqueles de uísque, e cuspiu todo o sêmen que tinha na boca num segundo.

— Cê é burro, Rodrigo? — ela perguntou quando conseguiu usar a língua pra falar em vez de chupar. — Cê é burro ou se faz?

Abri meus braços como resposta, pra ela saber que eu não tava entendendo nada. Ela cuspiu de novo no copo os restos de esperma que ainda estavam na boca e, ainda com cara de raiva, mandou eu ir pra puta que pariu. Que não podia ser tão idiota.

— Mas o que foi! — falei. — Acordou alérgica a porra? — não entender o que tava rolando já tava me irritando.

Depois de dois segundos de silêncio, que pareceram muito mais, Julia se jogou na cama, do meu lado, e me beijou.

— Eu te falei ontem que hoje era a festa da porra. Você não pode gozar assim em mim. Estragou tudo.

Era verdade. Eu tinha esquecido. Fiquei pensando na outra festa. A que ia vir. Mas não consegui nem me desculpar. Não teria sido sincero.

— Me explica, gênia da vida, ídola dos descarregados — falei com ironia. — Que merda é essa de festa da porra? — perguntei finalmente, conformado em não conseguir sincronizar minha imaginação com a dela.

Julia sorriu. De leve. Entendeu ali que não tinha sido totalmente minha culpa encher a boca dela de porra sem avisar.

— A festa da porra é que eu chupo seu pau o dia inteiro e você Aguenta. Não goza até a noite. – ela me disse, já com menos raiva no rosto. – Então, antes de dormir, eu tomo toda a porra acumulada.

“Chegou o momento mais esperado da noite” – senti ouvir quando fechei os olhos por um instante. “O prêmio para o homem mais idiota do planeta Terra vai para… taran, taran…”

Eu tinha estragado a festa da porra. O sonho do cara. Passar o dia todo de buceta pra cima, relaxado num iate de luxo, tomando toda a cerveja que quisesse, e ainda por cima a dona da garganta ia ser minha prima.

Nem precisei imaginar meu nome. O prêmio era meu.

Mas não costumo me deixar levar pela decepção por muito tempo. Vocês já vão saber. O conforto que a tristeza oferece é viciante. Quanto mais rápido a gente sai dela, mais oportunidades tem na vida.

– Essa não é a festa da porra, boba. – falei, sem saber o que mais ia dizer. – Essa é a festa do boquete. – esclareci depois, ainda sem ideia do que queria explicar. – A gente faz essa festa outro dia.

Julia sorriu. Dessa vez me convenceu um pouco mais de que já não estava com raiva. Quando ela pediu pra eu explicar então qual era a festa da porra, peguei a guitarra. Tudo que eu tinha aprendido sobre enrolar as minas exigia aplicação imediata.

Ela sabia. E adorava. Enlouquecia saber que eu ia enrolar ela como se fosse uma puta que eu acabasse de conhecer num bar.

Segurei o rosto dela e beijei a testa. Depois o ombro e, na mesma hora, comecei a chupar um peito dela. Só pra dar tempo da minha cabeça pelo menos ter alguma ideia.

– A festa da porra é eu gozar sempre num copo. E no final você toma. – improvisei. – Engole fresquinha, bem concentrada. Com muito gosto de sêmen.

Julia fez uma careta de nojo. Metade nojo, pra ser exato. A outra metade mostrava dúvida.

– Não sei se vou gostar, Rodri. – ela disse, tímida. – Nunca tomei porra fria. Sempre gostei quentinha. E tanta quantidade junto… não sei.

Minha cabeça Ela olhou pro céu de novo. Já tava me excitando outra vez. Aquela carinha de desgosto que ela fazia quando parecia que ia cair alguma coisa em cima dela que não tinha certeza, me fazia ferver o sangue. E todo aquele sangue fervendo ia parar no pau pra não deixar ele dormir nem um minuto sossegado. De novo broxa. De novo duríssima, com as bolas recém esvaziadas.

- Você vai gostar, porque você é uma leiteirinha. Vai ver.

Minha prima hesitou, mas aceitou. Quando me viu com o pau duro de novo, se ajeitou pra chupar ele outra vez.

- Se continuar assim, acho que vou ter que ficar o dia inteiro te mamando.

Eu concordei com a cabeça. Dessa vez, minhas mãos foram pra nuca e fechei os olhos pra minha prima me chupar do jeito que ela quisesse.

A umidade da boca dela, o carinho das lambidas que ela dava nas minhas bolas, até o reflexo que os dentes dela causavam quando às vezes fingiam morder minha cabeça já tavam quase me fazendo gozar de novo. Mas dessa vez prestei mais atenção: tirei o pau da boca dela e me levantei. Peguei o copo de uísque e adicionei duas cuspidas pastosas de leite no conteúdo que a Júlia já tinha cuspido.

- Mal começou a festa e já tá quase na metade. – falei, colocando o copo na altura dos olhos e marcando com o dedo até onde o sêmen chegava. – Melhor a gente pegar outro copo.

Não era verdade. Tava quase um quarto cheio. Mas eu gostava de exagerar pra tratar ela como uma puta comedora de porra. Ela também. Exatamente como eu tinha suspeitado, a cara de nojo do começo agora era de excitação.

Ela me olhava com uma cara de puta abstinente de pau que pensei em voltar pra cama e chupar a buceta dela um pouco. Ou até mesmo foder ela com o pau meio mole. Mas não ia me arriscar a estragar de novo a festa que ela tinha proposto.

Falei então pra aproveitarmos pra ir buscar algo pra comer e dar uma volta nos bares pra pegar umas latinhas. Dar tempo pra minhas bolas encherem de esperma de novo. pra continuar enchendo o copo que ele tomaria no final.

No cruzeiro não só tinha uma variedade imensa de comida, como também o salão de jantar funcionava 24 horas por dia. Sem dúvida era o lugar ideal pra fazer umas festinhas com minha prima.

Enquanto provávamos o peixe (que, como a Júlia disse, era bem fresquinho) senti o peso da ressaca. Tanta cerveja da noite anterior e dormir sem jantar tava cobrando o preço do meu corpo. Principalmente da minha cabeça. Mas por sorte eu tinha o antídoto à mão: água. Devia ter bebido umas cinco ou seis garrafinhas de meio litro em menos de uma hora, mas já tava me sentindo melhor.

Dessa vez não ia cometer o mesmo erro. Embora a volta pelos bares tenha demorado mais que no dia anterior, além das latinhas de cerveja, pedimos várias garrafas de água.

De novo, no mesmo lugar, com a mesma roupa e na mesma cadeira, cruzei com o Fabián de novo. Ele já tava falando com o barman como se fossem amigos de infância. E mesmo sem bebidas liberadas, davam uns drinques de vez em quando por pena. Sei disso porque fiquei um tempo observando ele de longe. Até eu tava começando a sentir pena. A Júlia, não.

Como se tivéssemos ensaiado tudo, nos encontramos bem na porta do camarote. Minha prima abriu a porta e deu um grito: tinham arrumado e limpo o quarto perfeitamente. No chão só ficaram as calcinhas da festa. As latas vazias, os papéis, tudo que tava ao redor parecia ter sumido por mágica. A cama recém-feita, um cheiro lindo de lavanda no ar e até o banheiro parecia novo. Mas nada disso pareceu satisfazer a Júlia.

Talvez por causa dos restos da ressaca, mas ela foi mais rápida. Correu até a mesinha de cabeceira e suspirou aliviada quando encontrou o copo cheio de porra.

— Ufa! — disse dando um beijo nele — Pensei que tinham jogado fora.

Vendo a situação, percebi que minha prima era realmente maluca. Maluca por pica. E eu amava isso.

Como se quisesse terminar a tarefa, juntei todas as calcinhas dela do chão e arrumei em cima da cama.

– Você e sua festinha – disse me repreendendo – Agora todas as minhas calcinhas estão sujas.

Me aproximei e beijei ela com cara de moleque arrependido de uma travessura feita. Da cintura dela, minha mão viajou até a bunda dela para apertar primeiro e depois apalpar devagar.

– Relaxa um pouco, otária – respondi tentando arrancar mais um sorriso do rosto dela – Que vou chupar sua buceta do mesmo jeito. Te fodo e te chupo a buceta com a calcinha suja. Você vai gostar mais.

Ela colocou uma mão na minha nuca e, intercalando com a respiração, me deu uma boa quantidade de beijos no pescoço. Ao sentir minha pica por cima da calça, ela a sentiu dura de novo.

Ela me olhou com cara de: “de novo?” e só com meu olhar entendeu que tinha chegado a hora de chupar ela de novo.

Ela se ajoelhou e puxou minha roupa para baixo de uma vez, colocou na boca e de novo pude curtir o “Gaag. Aagg” saindo da garganta dela. As carícias com a língua, os apertos com os lábios. O ar quente ao respirar batendo na minha pica molhada pela saliva da minha prima. Era estar voando de prazer.

Agora avisei que ia gozar e, como uma puta submisso, ela agradeceu com um sorriso meu gesto de piedade.
Ao perceber que não saía mais porra da minha pica, ela esvaziou a boca no copo.

Dessa vez, ela mesma mediu o conteúdo marcando com o dedo no vidro.

– É, acho que vamos precisar de outro copo, Ro.

Como essa festa nos dava tempo livre, Julia sugeriu aproveitar que o dia estava bonito e ir para a piscina que o cruzeiro tinha no fundo. Não recusei, mas disse que assim que tivesse vontade de que ela me fizesse outro boquete, voltaríamos para o quarto na hora e sem desculpas.

Ela aceitou e disse para decidirmos algum código para que eu pudesse avisar.

Era uma boa ideia. Não podia falar na frente de todo mundo que a gente precisava ir encher o copo um pouco mais. Nem que eu já estava sentindo bolas com porra suficiente pra mais uma mamada.

"Vamos pro quarto, priminha, quero gozar na sua boca." Não rolava. "A coleta de sêmen já tá pronta pra uma nova entrega." Também não.

Enquanto se trocava, ouvi ela dizer pra eu usar a palavra "vermelho" numa frase qualquer e ela entenderia. Eu achei graça. Segurando um pouco a risada, expliquei que essa palavra era usada quando um dos participantes de uma sessão de sadomasoquismo queria parar. Que como as palavras tinham passe livre, os gemidos e pedidos eram ignorados. Menos a palavra "Vermelho". Ou algo assim.

— Tá bom. "Branco" então. — disse do banheiro — "Vermelho" fica pra quando você passar dos limites me comendo. — brincou no final, colocando a cabeça pra fora pra espiar minha reação. Queria saber se agora ela tinha arrancado um sorriso meu com o comentário dela.

Mas quando saiu do banheiro, só encontrou minha boca aberta. De surpresa. O biquíni que ela vestia era feito sob medida. Realçava os peitos dela de um jeito tão sensual que me deixou atônito. E a rabeta... O que dizer... Nem tão fio dental, nem tão comportada. Da mesma cor azul, quase verde, dos olhos dela quando o sol batia de frente no rosto. Ela estava uma gostosa.

Uma deusa da altura dela, desfilando com aquele biquíni enfiado na bunda pequena e a xota depilada perfeitamente marcada entre as pernas, ia ser um perigo verdadeiro pra saúde dos velhos tarados que já tínhamos visto viajando com a gente.

Quando deu uma voltinha pra me mostrar como ficava por trás, levei um flechada na mente. Mais uma. Dessa vez mais forte: aquela bundinha pequena tinha poucas horas de virgindade. Aquele rabo lindo que eu tinha na frente tava cada vez mais perto de ser meu. Por mais bonito que fosse, queria arrebentar ele com toda força possível.

— E aí? O que achou, Rodri? — perguntou sabendo a resposta.

— Branco — falei sem hesitar. Quase sem pensar também.

A palavra saiu das minhas cordas vocais com tanta desespero que Júlia pensou que estava carregando.

-Branco. – repeti pra ela.

Júlia sorriu com a boca torta, sinal que eu já sabia que era quando ela tava ficando excitada.
Ela se colocou atrás de mim, apoiando os peitos nas minhas costas. Com uma das mãos me abraçou a barriga e com a outra tirou minha pica da calça e apertou com carinho.

-Que punheteiro que meu primo acabou sendo. – falou baixinho no meu ouvido. – Tenho que ficar pegando no seu pau toda hora.

E começou a descer e subir os dedos com minha pica no meio. Eu me estiquei e alcancei o copo pra ela. Ela pegou e colocou a mão de novo na minha barriga, dessa vez apoiando o vidro pra ficar mais confortável.

-Dessa vez vou ter que tirar seu leite na mão, porque senão você vai deixar minha boca cheia de ferida. Não quer machucar a boquinha da head master da sua prima, quer?

Eu adorava o tom de voz dela. Me deixava tão tesudo que sempre facilitava muito o trabalho quando ela queria me fazer delirar. E essas contradições que a lógica dela mostrava às vezes só me deixavam mais doente. Como se ela também não conseguisse pensar direito quando caía na tentação de transar com o primo.

Há pouco tempo ela tinha ficado puta porque estraguei o plano dela de chupar minha pica o dia inteiro. Desde a hora que acordássemos até a hora de dormir. E agora fingia um medo de machucar a boca de tanto boquete e boquete.

-Que pervertido que meu primo acabou sendo. Punheteiro e pervertido. – continuou – Ele gosta que a prima faça a masturbação nele. E que tome o gozo.

A pica inteira ardia de um jeito tão relaxante que me deixava mais e mais louco. Minha prima era uma expert chupando pica, falando como uma puta, gesticulando como uma mocinha inocente; mas também era uma expert me punhetando.

-Ele comeu todas as calcinhas que trouxe e ainda quer que eu fique pegando no pau dele pra acumular mais porra.

Parecia que tava falando com alguém que não estava ali. Como reclamando de verdade das minhas atitudes. Dos meus desejos. Brincava com o tesão na primeira divisão. No nível das melhores ligas.

- Sorte que a prima é uma puta gostosa. Alta comedora de buceta que é a prima, senão... senão ele sai correndo.

E já não precisou de mais nenhum movimento da mão dela. Atenta como sempre, encaixou o copo na ponta do pau pra não cair uma gota pra fora.

Ao perceber que já estava completamente descarregado, voltou a agir normalmente. E como sempre finalizou nosso momento sexual me beijando com carinho.

- Pensei que "Branco" a gente ia usar pra quando eu quisesse chupar teu pau. Não pra quando você queria um boquete. – me disse confusa.

Respondi que tanto fazia. Podíamos aplicar pras duas coisas. E fomos pra piscina.

Demoramos uns minutos pra entrar porque a água tava fria. Contrastando com nossa excitação, era quase óbvio que ia parecer assim.

Realmente passamos um tempão, brincando de se respingar e essas merdas. Aproveitando que tínhamos o bar perto, pedimos uns drinks mais exóticos, mais elaborados. E verdade que o cara que fazia caprichava e deixava realmente bem gostosos. Mas o sol começava a ir embora.

O pau começou a endurecer de novo ao ver que os caras mais velhos, mesmo sem sol, faziam hora pra não ir embora e continuar olhando a bunda da minha prima. Julia também tinha notado. Longe de se sentir envergonhada, aumentava o espetáculo pra eles. Desfilava como uma gatinha na frente deles toda vez que ia buscar um drink. Deixava a raba parada quase em primeiro plano toda vez que saía da piscina. Sacudia o cabelo, mexia a bunda e tirava com as mãos as gotas de água que ficavam nos peitos dela. Mesmo com as esposas e os filhos enchendo o saco pra voltar pros quartos, os caras continuavam firmes, se recusando a ir embora.

Naquela noite, tinha certeza, Julia estaria na mente de vários homens se masturbando pensando nela. Imaginando ela. nua, bem vadia, bem mas bem peterete. Eu adorava saber que o único que ia aproveitar ela na vida real seria eu.

Tava prestes a começar uma campanha pela união da família, dar um respiro pra esses caras e principalmente pras esposas deles, mas antes de conseguir falar a palavra mágica e ir embora, minha prima falou primeiro.

– Branco. – disse

Ao ver que eu só olhava pra ela sorrindo, surpreso com a conexão que a gente tinha, ela continuou.

– Branco. Branco. – repetiu, dessa vez balançando as mãos na frente dos meus olhos – Branco. – e me deu um tapinha na bochecha, sorrindo agora ela também. – Quero chupar sua pica, Rodri. – sussurrou no final.

Mal saímos da piscina pra encher um pouco mais o copo, nós dois sentimos o efeito do álcool. Sem tontura, sem enjoo. Estar naquele estado só nos arrancou uma gargalhada de felicidade. Tanta felicidade que quase beijo ela na boca na frente de todo mundo, mas por sorte tive força pra me segurar.

Ao chegar no camarote: outra contradição. Júlia se ajoelhou e começou a chupar desesperada. Longe daquele medo de machucar a boca, agora parecia querer machucar de propósito.

Era compreensível. Não lembrava nem de ter tocado na buceta dela um pouquinho o dia inteiro. Sem dúvida tava com um tesão do caralho. Mas isso me servia. Queria ela com muita vontade pra arrebentar o cu dela. E a obediência da minha prima caía como uma luva: ela também nem pediu. A festa da porra era a festa da porra. E só. Era assim que ela queria. E, claro, eu também.

De novo gozei dentro da boca dela, pensando no cu dela, aproveitando a língua. Ela cuspiu a porra toda dentro do copo e sentou no chão.

– Tá quase enchendo – disse relaxada, como se ela também tivesse gozado – Tá com uma cara do caralho, quero comer logo.

Era verdade. Tem que reconhecer que o conteúdo, além do meu sêmen, tinha bastante saliva dela. Mas às oito da noite em ponto, o copo tava cheio. Pra mais um ou dois gozadas. Se minha prima quisesse me chupar ou bater mais uma punheta, a gente ia precisar de outro.

A gente deitou com as costas na parede da cama e zoou um pouco sobre os olhares dos caras da piscina enquanto bebia uma latinha de cerveja atrás da outra, sem dar a mínima que eles estavam de pau duro. A coragem e a ousadia que o ambiente me deu, usei pra tocar no assunto que tinha comido meu cérebro o dia inteiro. A vida toda, na real, embora só tivesse descoberto uns dias atrás.

— Faltam, deixa eu ver... — falei pensando, olhando pro relógio — 3 horas e 21 minutos exatos de vida pro copo.

Julia me olhou de canto mas não falou nada. A conexão que nossas mentes tinham me fazia suspeitar que ela também tava pensando na mesma coisa que eu. Interpretei o silêncio dela como uma permissão pra continuar falando.

— Às 23:59 você toma de uma vez. Toda a porra do dia termina na sua barriguinha. — e me inclinei pra beijar e lamber de leve o ventre dela. — Porque à meia-noite começa a festa do cu.

Dessa vez ela sorriu nervosa. Nós dois sabíamos que esse medo era de verdade, e não o das feridas na boca dela.

— Vamos negociar como eu posso escapar — ela falou com um pouco de resignação. Minha resposta eu já sabia, mas mesmo assim ela me olhou pra fazer pena.

— Vamos negociar que eu arrebento seu cu. E se doer muito, foda-se, um beijo. — respondi com um sorriso de safado nos lábios — E continuo arrebentando seu cu.

A cara da minha prima me confirmou que tava tudo bem. Que ela desistia da negociação e que ia me entregar a bunda em algumas horas. Ela falou sorrindo que pelo menos tinha tentado e que eu não fosse muito bruto. Quando ela tocou no meu pau e me chamou de pervertido, de novo, por querer desvirginar o cu dela, já tava pronto pra outra gozada. Quando falei isso, ela quase me mandou pra puta que pariu por eu ser tão insensível; mas ajoelhou e chupou sem reclamar muito.

Dessa vez era seguro. O peito inflou com aquela percepção que marca a diferença entre um antes e um depois. depois. A diferença, pra vocês entenderem, entre ir fazer uma prova confiante, sabendo que se mataram de estudar pra passar e sair realmente aprovado. Tipo conseguir o trampo que você queria. Ou ter batido o pênalti que te deu a taça.

Dessa vez era certeza. E mesmo que a qualidade de head master da minha prima fosse foda pra caralho, os jatos de porra que o copo recebeu dessa vez foram mérito exclusivo dessa sensação de vitória. Dessa sensação de vencedor que me dava saber que em três horas, mais ou menos, a bunda da minha prima seria minha. Pela primeira vez. O primeiro pau a entrar nela seria meu. Se no dia seguinte minha prima não conseguisse andar direito, seria por minha culpa.

Julia tava com medo por ser uma experiência nova, dolorosa segundo alguma amiga que tinha contado, mas também apavorava ela me ver tão desesperado. Mas ela aguentou feito uma rainha. Em vez de continuar reclamando ou tentar negociar, ou me convencer a não ser tão bruto, priorizou o tesão. Ela também curtia a ideia. Ela também ficava louca com aquilo.

Ela tinha medo, mas também morria de vontade de experimentar. Pedir clemência era algo que não convencia ela totalmente, porque uma parte dela não queria isso. Nós dois sabíamos.

Ela falou pra gente jantar. A gente jantou.

Ela falou que queria mais cerveja pra "anestesiar" um pouco. Ela bebeu.

Ela falou, quando voltamos, que queria outra gozada pra encher o copo até a boca. Eu dei.

A gente lembrou junto quando no Natal ou Ano Novo, a gente ficava na frente da TV, quase sempre ligada no Crônica Tv, e esperava de mãos dadas dar meia-noite em ponto pra avisar o resto da família que já era hora. Já tinha que brindar, comemorar, se abraçar e desejar felicidade.

Dessa vez era um minuto de diferença. Com a diferença também de que isso a gente nunca ia contar pra família. Desejar felicidade era em vão, porque a gente já era feliz. Embora o brinde fosse com porra e Só pra ela, era um brinde.

Mas, bem como lembrávamos daquelas noites, estávamos de mãos dadas.

Quando o relógio trocou o 8 pelo 9, dos 23:58 que marcava, Julia levantou o copo de novo, igual tinha feito com o café, e me olhando nos olhos com aquela cara de puta que ela fazia quando aprontava desse jeito, virou tudo de uma vez, deixando o copo limpo.

Depois tossiu, fez cara de nojo e até teve ânsia. Mas engoliu toda a porra. Toda. Dessa vez fria, acumulada, numa quantidade que dava pra comparar com um gangbang de verdade.

Ver ela daquele jeito me enlouqueceu. Literalmente, senti loucura. Saber o que ia começar em um minuto, mais a língua dela lambendo o fundo do copo, mais aquele olhar de putinha submissa, de menina pecando por desejar o pau do primo, de vagabunda abandonada que não ganhou nem um carinho na buceta por todo o trabalho que teve. Tudo isso fica até hoje como uma daquelas coisas que a gente sabe que vai carregar pra vida toda. Ou além. Aquela loucura deliciosamente proibida que acordou naquele instante era amor. Aquele tipo de amor que é capaz de transformar o mau em bom, o idiota em gênio, o diabo em deus. E aquele amor me mudou pra sempre.

Quando deu meia-noite em ponto, Julia me beijou. Percebi que tava muito bêbada quando tropeçou no caminho pra cama. No rosto dela, aquele sorriso que me deixava louco.

Ela tirou a calça e a parte de baixo do biquíni que ainda tava vestindo. Depois a camiseta e a parte de cima. Nua, se jogou na cama de lado, com a raba apontada pro meu lado. E me chamou, dominada pelo álcool e pelo tesão.

— Vem cá, Ro! — disse quase chorando — Vem dormir comigo. — completou quando apoiou a cabeça no travesseiro.

Parei um pouco mais pra curtir o show. Com uma mão, ela afastou uma nádega pra me mostrar o cu e depois soltou, deixando cair e tampar de novo. Ela tava muito bêbada mesmo. Mais que anestesiada. Parecia que ela ia desmaiar a qualquer momento. Mas o tesão não queria soltar ela. Nem ela queria soltar.

— Vem fazer a Booty na sua prima — sussurrou ao perceber que eu já estava pelado, deitado ao lado dela. — Não seja otário, se eu dormir, aproveita.

Com a pica mais dura do que nunca, obedeci. A glande da minha pica sentiu mais uma vez o calorzinho gostoso do cu apertado dela e comecei a empurrar devagar. Quando a enfiada que eu tava dando ficou mais intensa, um arrepio novo tomou conta do meu corpo inteiro.

Segundos depois, o esfíncter externo já abraçava a ponta da minha pica numa boa. A Júlia soltou um gritinho de dor que me deixou mais louco ainda.

— Devagar — disse na hora que eu ia meter tudo. — Deixa só a cabecinha dentro, tá doendo.

Lutando uma batalha feroz entre a vontade de arrebentar a bunda dela e a intenção de não machucar, obedeci. Deixei quieto pra ela se acostumar melhor com o formato e me distraí curtindo os espasmos que recebia na pontinha do pau por causa das contrações do cu virgem da minha prima. Eram os últimos segundos de virgindade e eu sabia.

— Aiiii! — gritou quando tentei enfiar um pouco mais. — Aiiii! Devagar.

Mas já não dava mais pra obedecer. Minha alma inteira agora pertencia ao demônio que tinha tomado meu corpo.

Vocês conhecem alguém que ganhou cento e setenta bilhões de milhões de milhões de milhões de dólares na loteria?

Tenham um pouco mais de paciência.

Vocês vão conhecer no próximo capítulo.
Continua...




dormindo


Capítulo Seguinte:


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Porra
incesto


calcinha

11 comentários - Mi prima se viste de novia - Capítulo 13

Por favor subi el proximo yaaa
Ni te imaginas como tengo la chuchi 💦💦💦💦💦
-¡Vení acá, Ro!- dijo casi llorando – Vení a dormir conmigo. – agregó cuando apoyó su cabeza en la almohada."

Lo mismo que le dijo el primer dia.
Esto es una obra literaria de gran categoria. Felicitaciones loco
Avisa cdo hagan la serie en netflix
Hasta me siento afortunado de estar leyendo esto antes que algún productor groso y lo quiera hacer y venderlo a Netflix. jajaja
@rom123lopz no aviven a los giles.ya veo que vende los derechos y nos quedamos sin saber el final!!
@romi_lechera jaja mal! Tenés razón
Joder.... 😋 Voy a tener que cosermela reviento en cada capítulo..
Furioso ardor cuando ya se acerca el fin de la serie.