Nuestra amiga Ana

Já fazia quase uma semana daquela noite mágica em que Ana tinha perdido a virgindade pela segunda vez. Ainda lembrava dos lábios estranhos que percorreram sua pele, das mãos que tocaram seu corpo como nunca antes, dos gemidos que seus ouvidos nunca tinham ouvido, e isso a fazia feliz, lembrar de quando se sentiu viva e feliz como nunca. Mas a realidade era diferente quando ela abria os olhos daquele sonho e se deparava com a rotina da sua casa, do seu marido chato e machista, da sua família, do que as pessoas esperavam de uma dona de casa. Mas algo dentro dela tinha mudado, agora aquela nova Ana queria terminar de sair, e graças à Andrea e ao novo amigo dela, isso ia acontecer. Ana começou a se redescobrir. Agora, não olhava mais para o seu corpo gordo que tantas vezes lhe causou nojo e vergonha. Dessa vez, ela se via nua no espelho e se enxergava com os olhos daquele homem que, naquela noite, a despia com o olhar, desejava sua bunda grande, seus peitos enormes e um pouco caídos, sua barriga de mulher que já viveu. Ela se olhava no espelho e lembrava daquela ereção gostosa que viu daquele homem sentado, olhando para ela com o amigo, e percebeu que era real, que nem todos os homens são iguais, que existem homens que enxergam além dos padrões de beleza, que sabem que uma mulher com corpo real e grande pode ser tão puta e gostosa quanto a modelo mais magra. E isso a fazia se sentir linda de novo. Ela via seu corpo nu no espelho e acariciava a própria bunda, sua barriga, seus peitos, fazia sua buceta ficar molhada e desejar estar naquela casa de novo. Dessa vez, ela tomou a iniciativa. Queria e precisava se sentir viva outra vez, não ligava pra mais nada. O marido dela, naquela noite, tinha um encontro com os amigos, justamente com o marido da Andrea, então era a oportunidade perfeita para a nova Ana vir à tona. Sem maiores rodeios, ligou pra amiga e disse que queria repetir, queria ir até o amigo dela. Andrea, ainda incrédula e ao mesmo tempo aliviada (porque sabia que Depois daquela noite, nada seria igual, mas dessa vez seria melhor. Ela respondeu que sim, que justo naquela noite iam se ver e que ter uma anfitriã ia ser perfeito. Dessa vez, Ana queria surpreender a nova amiga do casal e se animou a ir num sex shop. Morrendo de vergonha, comprou um conjunto vermelho com ligas e um roupão de seda. Saiu da loja morrendo de vergonha, mas feliz, se sentia viva, já queria experimentar e se ver no espelho e, principalmente, se ver nos olhos dos amigos. Decidiu que vestiria tudo direto na casa dos amigos, queria que fosse uma surpresa pra todo mundo. Chegou a hora marcada, o marido já tinha ido embora, ela tomou banho, se perfumou, arrumou a roupa nova e foi buscar o que o destino lhe reservava naquela noite. Chegou na casa do Alberto e bateu na porta, as pernas tremiam igual uma adolescente que vai sair com o namorado do colégio pela primeira vez, mas dessa vez a adolescente ia buscar a luxúria e o sexo que tanto desejava. Alberto atendeu e abriu a porta, cumprimentou ela com respeito, como sempre, e convidou pra entrar. Andrea já estava lá, mas pra surpresa de Ana, tinham mais duas pessoas: eram dois amigos do dono da casa que tinham vindo visitar da América Central, dois caras altos e de pele bem morena, com aquele sotaque caribenho que deixava ela louca. Os caras estavam tomando rum e Andrea tomava um vinho. Ela levantou do lugar, abraçou Ana, ficou feliz por ela ter vindo, deu um beijo e levou ela pro quarto pra deixar as coisas e ficar à vontade. Aproveitou pra perguntar se não incomodava os amigos do Alberto estarem ali. Mas era impossível apagar do rosto das duas aquele sorrisinho safado, sabiam que a noite ia ser melhor do que esperavam. Isso foi o suficiente. Andrea, Ana, igual heroína de quadrinhos, tirou o traje de batalha novo e mostrou pra amiga. Andrea não acreditou, falou: "Veste agora, por favor!" E foi assim, sem muito preâmbulo, ela se trocou atrás da porta de um armário. Ela saiu vestida com seu novo visual, conjunto vermelho com um corpete de renda que mal segurava as tetas enormes dela, uma tanga que não deixava nada pra imaginação, bem enfiada na bunda dela, nunca tinha usado algo assim. As meias torneavam as pernas brancas dela de um jeito perfeito. "Você é uma deusa", disse Andrea, pegou ela pela mão e a levou pra fora. Os três homens que esperavam as duas damas da noite ficaram de boca aberta. Os três tinham o mesmo gosto por garotas grandes. A noite ainda era virgem e os cinco estavam morrendo de vontade de se devorar. Baixaram as luzes e tocou música caribenha que fazia os corpos se mexerem. Os homens se jogaram nas duas mulheres, e Ana precisava de um gole. Pegou um copo de rum dos novos amigos e tomou tudo de uma vez. Ali pegou o embalo que precisava e deixou a música invadir o corpo dela. Nunca na vida tinha tido coragem de dançar, nem sabia que conseguia. Sentia os recém-chegados dançando com ela, acariciando o corpo dela devagar. Sentia mãos grandes, firmes e macias ao mesmo tempo acariciando as costas, a bunda, as tetas dela. Ela, de olhos fechados, só aproveitava. A música, as luzes baixas, o cheiro dos homens. Era feliz. Abriu os olhos e viu Andrea com Alberto no sofá assistindo ao espetáculo. Aí percebeu que os novos amigos eram pra ela. Entendeu que tudo estava planejado e ficou feliz com a surpresa. Não deu tempo de reagir quando um dos homens, o mais alto, ficou na frente dela, abraçou ela e puxou contra o peito. Sentia as tetas esmagadas contra o torso nu daquele homem. Estava extasiada. A respiração dela ficava mais profunda, e quando menos esperava, sentiu o outro pegar ela por trás e colocar a pica dura no cu dela quase nu. Se sentia explosivamente desejada. Tinha dois homens extasiados, duros por causa dela, e a amiga dela agora engolia a pica dura do Alberto enquanto ele assistia ao espetáculo. Era demais. O clima sexual e de luxúria naquela casa era demais. Aquele momento já era perfeito, não precisava de mais nada, mas sabia que a noite estava só começando. Não aguentou a vontade de sentir o gosto daquelas duas rolas estrangeiras, então se ajoelhou e, como uma puta profissional, pegou a pica do mais alto e começou a chupar gostoso, enquanto com a outra mão batia uma pro parceiro dele. Quanto mais chupava, mais puta se sentia e mais queria, desejava que a noite nunca acabasse. De canto de olho, via a Andrea se divertindo ao vê-la, e com um sorriso e um piscar de olhos aprovava tudo, feliz por ter dado aquela surpresa. O cara alto a pegou e a beijou fundo e apaixonado, enquanto o outro se encarregou de beijar seus outros lábios de um jeito que ela nunca tinha sentido antes. Ela estava quase gozando, não aguentava mais, e quando menos esperava, sentiu a língua atrevida do novo amigo entrar de sola no cu dela. Tava tão relaxada que não ofereceu resistência — era uma sensação nova pra ela, e ela tava adorando demais. Aquela língua ali seria o prelúdio do que vinha por aí. O cara alto se deitou no chão, colocou ela por cima, e ela enfiou toda a pica que minutos antes chupava com tanta gula. Começou a se mexer com muito tesão, o corpo dela era leve, não tinha nada que a tirasse daquele momento mágico. Sentiu o orgasmo chegando e gozou jorrando em cima da rola do cara alto. No meio do gozo, sentiu o cu dilatado sendo preenchido pela pica do outro, e os dois bombaram sem parar — ela tava sendo comida de todos os lados. Se sentiu uma puta, e feliz. Era o melhor orgasmo da vida dela, não podia acreditar. Depois, sentiu aqueles homens tremerem e, em uníssono, inundarem ela de porra por todos os lados. Foi uma noite mágica, perfeita, que terminou com um brinde e com a Ana mais que feliz. Sabia que agora tinha renascido e que o melhor ainda estava por vir.

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