
Primeiro de tudo, deixar claro que essa história é de um dos meus melhores amigos, quase um irmão pra mim, e ex-colega de trabalho. Como acho que ele nunca vai ser usuário do Poringa!, resolvi contar a história dele, óbvio com a permissão dele, mas mantendo ele anônimo. Vou me colocar no lugar dele e narrar em primeira pessoa. Até porque achei uma história muito boa pra contar.
Meu nome é Elias. Na época em que essas coisas aconteceram, eu tinha 20 anos e minha irmã, 18. Na nossa infância, minha irmã e eu sempre fomos muito unidos em tudo, desde a escola. Eu defendia ela dos colegas que a perturbavam, e ela, uma ou duas vezes, até tentou enfrentar os que me incomodavam. A gente brincava com os vizinhos e tudo era normal. Conforme fomos crescendo, tudo continuava normal, uma relação de irmãos, até que eu tinha 16 anos e ela, 14. Ela me contou que gostava de um colega. Eu disse que não era hora de pensar nessas coisas. Aí ela me perguntou: "Se eu tiver um namorado, você não vai ficar com ciúmes?" Eu respondi que não tinha motivo pra ciúmes, mas que sempre ia protegê-la e que o namorado que ela tivesse teria que passar pela minha aprovação. Ela me perguntou se eu já tinha beijado alguém. E a verdade é que sim, mas nunca nada muito sexual. Então ela sugeriu a gente se beijar pra praticar pro dia em que tivéssemos namorado. Eu, sinceramente, topei, afinal, tinha muita confiança na minha irmã. A gente deu um beijinho.
Ficamos nos olhando nos olhos um do outro. E aí, sinceramente, viramos os rostos de vergonha. Daí foi o estopim pra mais tarde a gente ir além. Enfim, os anos passaram e nós dois sempre nos demos bem. Eu sempre tive namorada e um dia levei ela pra apresentar pra minha família, então combinei de levá-la um dia em casa pra almoçar com meu núcleo familiar. Tudo ia bem — pra não alongar a história — minha namorada caiu nas graças de todo mundo, menos de uma pessoa: minha irmã. Naquele mesmo dia, quando já era quase hora de dormir, ela disse que queria falar comigo e falou: "Não gosto da garota que você trouxe, não gosto dela pra você... Ela não me cai bem e acho que não te faz bem." Eu disse que ela tava enganada e tal, mas os dias foram passando e minha namorada me traiu com um colega dela.
Aquela puta da minha ex me traiu e eu fiquei destruído... tava muito triste e tal, não chorei nem nada, meus pais perceberam mas eu falei que um amigo próximo tinha morrido... minha irmã, que na época era tipo minha melhor amiga, não acreditou em nada porque ela conhecia meus amigos e não tinha nenhuma notícia ruim deles nas redes nem nada... aí ela chegou perto e perguntou: "Aquela puta da sua namorada fez alguma coisa com você? Ou te largou?" A verdade é que eu queria desabafar com ela e contei tudo, até com lágrimas, e a partir daí ficamos mais unidos, inclusive adorei que minha irmã foi atrás daquela puta da minha ex para encarar ela na porrada... mas enfim, tudo ia super bem e era uma manhã de sábado, meus pais, minha irmã e eu estávamos nos preparando para ir a uma praia muito famosa de El Salvador. Ficamos numa casa de praia que alugamos por 2 noites, então nos divertimos pra caramba... já de noite, meus pais foram dormir. Eram 3 quartos: o primeiro ficou minha irmã, o do meio meus pais, e eu no fundo... lá pelas 11 da noite, ouvi meus pais transando... porra, era meio desconfortável, eles achavam que as paredes de cimento não deixariam ouvir, mas na verdade dava pra ouvir bem alto e eles estavam comendo forte pelos sons.
Minha irmã me escreve 5 minutos depois: "Você também tá ouvindo isso?" Eu ri pra caralho porque nós dois estávamos ouvindo nossos pais transando. Falei pra ela que era melhor a gente descer pra piscina, de qualquer jeito eles nem iam perceber a putaria que tavam fazendo. No fim, fomos pro quintal da casa de praia, acendemos a luz, sentamos na borda da piscina e esperamos um tempão pra ver se eles já tinham parado de foder... Enquanto eu e minha irmã conversávamos, bateu uma vontade de entrar na piscina de novo. Entrei, e ela também. Agradeci ela por ter me ouvido e ajudado, abracei ela, e aí a gente se olhou e se beijou. Foi um beijo longo. Depois, olhei pra ela e comecei a acariciar as costas dela com movimentos suaves. Era uma delícia, já que a gente tava na piscina. Ela encostou a cabeça no meu peito enquanto eu acariciava ela, e ouvir meus pais transando tinha me deixado com tesão. Então comecei a passar a mão na bunda da minha irmã. Ela não falava nada... Eu continuei, sem parar. Ela tinha uma bunda muito gostosa, não era grande, mas era redondinha e dura, grande o suficiente pra satisfazer um homem. Ela encostou o corpo dela no meu, como se quisesse sentir meu pau. A gente não falava uma palavra, tudo fluía naturalmente. A gente se beijou de novo e começou a tirar a roupa. Era como se os dois já se desejassem, querendo se possuir... A gente tava pelado, de pé. Levantei uma perna dela e enfiei sem pensar. Ela gemeu e me abraçou. Comecei a me mexer, mas era meio difícil por causa da água, que fazia resistência. Então sentei num dos degraus da piscina. Ela, sem perder tempo, montou no meu pau.
Foi muito gostoso, ela me olhava sem dizer nada, era tipo um misto de olhares de prazer mas com vergonha de saber que somos irmãos... continuamos transando, ela juntou as pernas e tremeu enquanto arranhava meu abdômen. Parou um momento e continuou mais rápido me montando. Senti que ia gozar, então falei que ia ejacular. Ela tirou meu pau e me masturbou por uns 2 segundos, e eu gozei. Algumas gotas do meu sêmen caíram na barriga dela.
Acabei de gozar e ela pegou a roupa dela e começou a se trocar. Mandou eu fazer o mesmo, e cada um foi pro quarto se secar. O dia passou, e no dia seguinte minha mãe recebeu uma ligação dizendo que meu tio tinha sofrido um acidente, e voltamos pra casa de novo. Meu pai foi com minha mãe depois de nos deixar em casa, e nós conversamos e combinamos de manter o que fizemos em segredo. Naquele dia não fizemos nada por causa da preocupação com o acidente do meu tio. Enfim, os dias passaram e estávamos na sala — ela, meus pais e eu. Meu pai foi dormir primeiro, e minha mãe começou a falar no telefone com uma amiga. Ela saiu pro quintal pra conversar, como sempre. Minha irmã e eu estávamos na sala, e eu comecei a me aproximar dela... Ela tava usando uma camisa bem grande pra dormir e um shortinho bem curto que deixava ela muito gostosa. Então comecei a acariciar as pernas dela. Ela só me olhava tipo: "Não faz isso, podem nos ver". Era muito arriscado, já que do quintal minha mãe podia nos ver, mas eu não quis parar de tocá-la... Então continuei acariciando as pernas dela, quase roçando na buceta dela.
Ela tava assustada e eu também, mas queria dar pra ela de novo. Ela até abria as pernas pra eu tocar melhor na buceta dela... mas com minha mãe no quintal, não dava pra gente transar. Então falei: "Tive uma ideia, pega o notebook e liga a webcam, vamos fazer videochamada". A gente se despediu da mãe e foi pros nossos quartos. Entrei no meu, conectamos no vídeo na hora e começamos a nos masturbar pela webcam, cada um na sua própria cama.
Foi incrível, pra ser sincero, ver toda a buceta da minha irmã de novo. A verdade é que nós dois nos divertimos pra caralho, nos masturbamos com muito tesão até gozar... era óbvio que a gente se desejava como amantes... nos despedimos e fomos dormir. Na manhã seguinte, recebi uma mensagem da minha irmã dizendo: "Vamos esperar nossos pais saírem... não vamos estudar hoje". Já veio na minha cabeça que a gente ia transar por causa da videochamada da noite anterior. Fiquei surpreso, dessa vez ela queria me comer... enfim, meus pais foram embora e a gente fingiu que estava quase saindo, já que minha irmã estava trancada "se trocando" e eu já estava pronto esperando ela... enfim, eles foram. Minha irmã me chamou no quarto dela... abri a porta e ela estava me esperando nessa posição...
Ele me disse: "e aí então, maninho, vai meter ou não?"... me deu uma ereção na hora, só baixei a calça e a cueca, nem tirei a camisa, e meti com muita força.
Estávamos transando bem forte, a casa tava vazia, ninguém podia nos ouvir. Ela gritava do jeito que queria, qualquer um que estivesse dentro de casa ia pensar que tavam matando ela, mas era puro prazer. Enquanto a gente trepava, não parava de se beijar e gemer, era tudo com muita paixão.
Seguimos transando, logo mandei ela parar e apoiei ela na penteadeira dela pra meter de pé.
Estávamos transando muito forte, adorava como vocês nem imaginam, penetrar ela naquela posição, sentia que ela me apertava com a buceta e isso me dava vontade de gozar... depois de alguns minutos, senti molhado, ela soltou um gemido de "ahhhhhh! pelo amor de Deus! tô gozando" e senti um pouco molhado, vi que ela tava se mijando naquele momento, não sabia que assim também uma garota gozava, mas isso me deixou louco de tesão e não aguentei mais, gozei dentro dela, não me importei que fôssemos irmãos, queria batizar a buceta dela com meu sêmen, então deixei toda a carga dos meus testículos ir, gozei, esperei esvaziar todo o meu pau... e tirei...
Ela me olhou com uma cara de preocupação, e eu disse que não consegui me controlar, mas que não precisava se preocupar, que ia comprar a pílula do dia seguinte pra ela... terminamos de transar e ela foi lavar a buceta e tirar meu leite o mais rápido possível... ela tava mais preocupada que eu kkk... enfim, fui na farmácia comprar a pílula pra ela e de quebra umas cartelas de anticoncepcional pra sugerir a ela planejar e não ficarmos nesse desespero....Essa é a primeira parte, galera. Se quiserem saber como a história termina... me contem nos comentários... ou com pontos... se eu ver que tem bastante apoio, posso mostrar uma foto real dos protagonistas dessa história. Valeu por chegar até aqui.
PARTE #2:
http://www.poringa.net/posts/relatos/3373027/Mi-hermana-entre-curiosidad-y-depravacion-parte2.html
4 comentários - Mi hermana: Entre curiosidad y la depravacion