Meu nome é Andrés e este é o meu primeiro relato. É algo real que aconteceu comigo há três meses e, por causa do que rolou, acabei procurando sites como este pra contar minhas histórias.
Sou engenheiro de sistemas, tenho 28 anos, não sou lá essas coisas na aparência por causa dos anos de loucura em que me meti no mundo das drogas e do álcool. Resumindo, sou a ovelha negra da família, uma família de classe alta da cidade de Pereira. Eles me deixaram de lado quando, por causa das drogas, caí na desgraça: fui demitido da minha empresa, minha namorada me chutou, e meus pais e o resto da família, exceto meu primo Mário, resolveram me excluir do círculo deles, porque eu já tava causando muito estrago, até roubando pra sustentar meu vício.
Como eu contei, o único que não virou as costas pra mim foi meu primo Mário. Ele era como o resto da família, um cara exemplar, mas sempre tivemos uma relação de irmãos. Naquela época, há dois anos, ele vivia cheio de luxo, vida saudável e, claro, uma namorada que fazia todo mundo ter inveja dele, porque ela era realmente linda, com um corpo espetacular: morena, lábios sensuais, cabelo comprido, corpo bem tonificado, mas o melhor atributo dela era aquele par de bundas que enlouquecia qualquer um que cruzasse com ela. Enfim, ela sempre mostrou um certo desprezo por mim, porque, na real, eu tava num estado deplorável, física e mentalmente, e minha única paixão era computadores, droga e álcool.
Quando meu primo me viu assim, dormindo numa calçada, ele decidiu me ajudar e me convenceu a entrar numa clínica de reabilitação, que levaria um ano e meio pra desintoxicar meu corpo. Eu me internei, e o único contato que tinha com o mundo exterior eram as poucas vezes que o Mário conseguia me visitar. Obviamente, a namorada dele nunca o acompanhou. Faltava um mês pra eu sair do confinamento, e meu primo foi me dar a boa notícia: ele me deixou as chaves de um dos apartamentos dele e um celular, pra que, quando eu saísse, ligasse pra ele e ele me desse uma força. roupa e me ajudar.
Chegou o dia da minha saída, eu estava muito feliz, meio nervoso e, pra ser sincero, bem ansioso. Meu corpo tava limpo, mas minha mente ainda tava meio suja. A primeira coisa que fiz ao sair foi pegar a chave com o encarregado do centro e o celular recarregado, a pedido do meu primo.
Liguei pra ele, falei que já tava recuperado, mas que ainda não queria ver minha família porque minha aparência não tava das melhores. Ele pareceu feliz e me disse:
— Primo, que alegria, finalmente você tá bem. Olha, tô numa reunião aqui, mas se quiser, liga pra Marcela, minha esposa, e avisa que vai lá pegar um dinheiro e a direção. Já vou falar com ela pra te esperar.
— Beleza, primo, muito obrigado.
Ele me passou o número da mulher. Liguei pra ela, e ela atendeu com um certo receio quando descobriu que era eu. Meio a contragosto, me deu o endereço. E eu fui andando até a casa dela.
Quando cheguei no condomínio onde eles moravam, me deixaram entrar com um pouco de desconfiança. Cheguei na porta, bati, e uma senhora já de idade abriu. Ela pediu pra eu esperar na porta enquanto a patroa vinha. Sinceramente, me senti humilhado, mas resolvi esperar. Pouco tempo depois, Marcela desceu. Ela tava realmente gostosa, parecia que tinha acabado de sair da academia. Tava com um short de lycra bem curto e um top que deixava ela bem provocante. Olhei pra ela com um certo respeito e alegria, mas o comportamento dela foi de total desprezo e humilhação.
— Oi, Andrés, como cê tá? Olha, meu marido deixou esse dinheiro e essa roupa pra você. Por favor, pega e tenta reconstruir sua vida longe dele.
Fiquei perplexo, me senti um lixo na hora. Mas a única coisa que me passou pela cabeça foi pedir um pouco de comida e algo pra beber, porque tava morrendo de fome.
— Tá bom. Se quiser, senta no comedor que já peço pra empregada preparar algo. Vou tomar um banho. Fica bem.
Ela chamou a senhora, mandou ela me dar alguma coisa e subiu pro segundo andar. Eu sentei, humilhado, mas com fome, e esperei a senhora ir preparar algo pra mim. algo. Naquele momento, minha mente cheia de raiva e rancor me fez subir atrás da Marcela — queria xingar ela pelo desprezo e prepotência dela. Subi devagar e, quando cheguei no que parecia ser o quarto dela, entrei e senti que ela estava no chuveiro. Minha mente se retorceu ainda mais ao ver a silhueta dela através da porta semitransparente e a roupa íntima dela em cima da cama: umas tangas pretas e um sutiã da mesma cor, junto com uma calça e uma blusa. Meu pau endureceu na hora, porque fazia mais de um ano que eu não sentia o gosto do sexo.
No meio do meu choque, senti o chuveiro desligar e me assustei. Mas, sem ter o que fazer, decidi pegar um notebook super moderno que estava ligado em cima da cama. Pensei: pelo menos vou ganhar uma grana e dar o troco de algum jeito pela humilhação daquela foxy. Peguei o bagulho e saí voando, não esperei nada — só levei o dinheiro, a roupa e o notebook.
Já tava andando fazia meia hora, procurando onde vender o troço, mas o cansaço e a fome me fizeram parar. Já mais calmo e com um pouco de remorso pelo meu primo, decidi pensar antes de fazer merda. Tava lá num banco de um parque, sentado, pensando, quando o celular que o Mario tinha me dado tocou.
— Alô? Atendi.
— Oi, Andrés, é a Marcela. Como você pôde fazer isso com seu primo? Por favor, não vá vender o notebook. Traz ele aqui e eu te dou mais dinheiro, mas não entrega pra ninguém. E, por favor, traz o mais rápido possível. Prometo que não vou contar nada pro meu marido. São 11 da manhã e ele chega às 2. Se até lá você não tiver trazido, vou contar tudo e te denunciar por roubo e abuso de confiança.
Desliguei na hora, meio assustado, mas alguma coisa me fez pensar: por que ela tava tão desesperada pra recuperar o equipamento? E ainda mais, por que essa cumplicidade comigo, se essa era a chance dela de afastar de vez o marido de mim? Já tava quase chegando no apartamento que meu primo tinha me emprestado e decidi ir lá dar uma olhada no computador dela. Cheguei, não quis fazer mais nada, só dar uma olhada. Encontrei várias pastas, mas nada relevante, até que achei uma pasta oculta e criptografada, que, com meus conhecimentos, não foi problema nenhum desbloquear. Abri a pasta, que tava escrita "privada", e olha só a surpresa: tinha fotos íntimas da Marcela, mostrando ainda mais a beleza dela. Mas o que encontrei depois foi ouro: um vídeo e várias fotos com um cara que não era exatamente meu primo.
"Então é essa sua urgência, Marcelita?", pensei. Levantei, preparei algo pra comer, enquanto bolava como ia tirar proveito da informação que tinha, e decidi sair de uma vez pra casa do meu primo.
Me deixaram passar na portaria de novo. Cheguei, toquei a campainha e, dessa vez, quem abriu foi a própria Marcela, com a roupa que tava em cima da cama dela, o que fez minha imaginação voar, sabendo que ela tava usando aquelas calcinhas tão pequenininhas.
— Me devolve o computador e te dou duzentos mil pra você ir embora de vez. Cadê ele?
Olhei pra ela, dessa vez com toda confiança, e sem pedir licença, entrei na sala e falei:
— Ficou no meu apartamento, Marcelita.
— Como assim? Cê quer que eu te dê o dinheiro e você roubar ele?
— Não, nada disso. Só quero guardar ele por mais uns dias, porque o que eu achei naquela pasta oculta que você tinha lá vale mais do que você tá me oferecendo.
Ela ficou pálida, e a cara agressiva e prepotente mudou pra uma de angústia e vergonha.
— Do que cê tá falando? Que pa... pasta?
— Aonde você aparece com seu amante. Agora sabe qual é?
— Pelo amor de Deus, me devolve. Quanto você quer? Fala, mas me traz o computador.
Eu tinha ela na mão, e não ia esperar mais pra fazer meu pedido.
— Viu como você pode ser mais educada, Marcelita? Então, quero o dobro do que você me dá e quero que você me faça um bom boquete agora mesmo. E é melhor se apressar, antes que meu primo chegue e eu tenha que contar suas safadezas.
— Cê tá louco? Qual é, idiota? Respeito, some daqui antes que eu chame a polícia. polícia.
—Ok, mas já vou ligar pro Mario.
Virei as costas e fui saindo, e quando já ia sair, ele me chamou.
—Espera, por favor, te imploro, não conta nada pro meu marido, se quiser te dou mais dinheiro, mas não me pede isso, nem fala nada.
—Se você não tivesse sido tão grossa e humilhante comigo, isso não taria acontecendo, Marcelita. Agora ou faz o que eu peço ou melhor não fala mais nada.
—Me desculpa de verdade, eu fui muito grossa mesmo, mas não é pra tanto. Se quiser, me pede outra coisa, mas pelo amor de Deus.
Ela fez aquela cara de triste e arrependida. Eu olhei ela de cima a baixo e, com um pouco de safadeza, falei:
—Tá bom, me dá o dinheiro e deixa eu ver sua calcinha.
—Qual calcinha? A que eu tô usando?
—Óbvio, mas vai logo que eu quero ver.
—Nããão, isso não. Se você acha que vou ceder ao seu chantagem, cê é louco.
—Viu? Você não se deixa ajudar.
Mas, quando abri a porta de novo pra sair, ela disse:
—Tá bom, mas só isso e você vai embora pelo meu notebook.
Eu sorri, fechei a porta de novo e fiquei olhando pra ela. Ela, por sua vez, me entregou o dinheiro, deu uns passos pra trás, desabotoou a calça, baixou o zíper e foi descendo até os joelhos, me deixando ver aquela calcinha fio-dental minúscula e aquele par de pernas espetacular que fez meu pau ficar duro na hora. Mas, quando tudo tava indo de vento em popa, senti umas chaves abrindo a porta. Olhei meio assustado, e Marcela subiu a calça e ajeitou.
—André, que felicidade te ver, meu irmão!
—Mario, como você tá bem!
Meu primo tinha chegado. Pra disfarçar, dei um abraço forte nele, enquanto a esposa dele, meio nervosa, se aproximou e deu um beijo.
—Sim, amor, olha a surpresa. Seu primo já tava indo quando você chegou.
—Não, mas como vai embora? Fica aí, almoça com a gente e me conta como você tá.
Eu, nem aí, aproveitei e fiquei até ficar tarde. Já eram sete da noite e fingi que precisava ir pra não incomodar, mas meu primo, com toda a simpatia, me pediu pra ficar aquela noite. Noite, eu, mesmo fazendo charme, aceitei, o que deixou Marcela ainda mais incomodada.
—Love, mas o quarto de hóspedes está desarrumado, e pra ser sincera, eu tô muito cansada.
—Fica tranquila, love, entre eu e o André a gente arruma, né, primo.
—Claro, aceito o convite de boa, mas amanhã antes do amanhecer eu tenho que sair, quero ir me arrumar pra ver meus pais.
—Perfeito. —disse Mario, e fomos arrumar meu quarto.
Marcela, por sua vez, subiu pro quarto dela dizendo que ia descansar. Terminamos de deixar tudo pronto, falei pro meu primo que ia tomar um banho e subia pra me despedir, porque não queria acordar eles de manhã.
Tomei banho e subi bem de leve, a porta do quarto estava encostada e com a luz acesa, o que me deixou ver sem ser visto. Meu primo tava deitado vendo TV e a esposa dele tava com uma pijama de alcinha que chegava só uns centímetros abaixo da bunda dela, tava uma delícia.
Bati na porta, ela vestiu um roupão, abriu, e eu me despedi como se nada. Meu primo falou que ele também acordava cedo, umas 6 horas, mas eu disse que ia bem mais cedo porque já tava acostumado a madrugar. Enfim, fui, deitei pra planejar umas coisas, até dormir.
Umas 5 da manhã eu levantei, arrumei a cama e fingi que saía, abrindo e fechando a porta com um pouco de força. Me escondi esperando meu primo sair. Umas hora e meia depois, senti ele descendo as escadas, eu me escondi debaixo da cama e vi ele entrar no quarto, ver que tava tudo certo e sair. Quando ele fechou a porta da rua, eu levantei, coloquei o trinco e subi pro quarto dos dois. A porta tava meio encostada, abri bem devagar, e lá estava Marcela, ainda dormindo, deitada de lado, o que deixava ver a bunda enorme dela se destacando debaixo do cobertor.
Eu parei do lado da cama, observei ela e comecei a tirar a camisa, depois a calça, e fiquei só na cueca velha. Sentei na cama e levantei o cobertor devagar, pra ver a bunda linda dela, toda Pra mim, coloquei uma das minhas mãos na coxa dela e fui acariciando até chegar na bunda dela, terminei de levantar a camisola dela e deixei a rabeta dela livre, só com a tanga que no dia anterior já tinha me deixado louco e que se perdia no meio daquela delícia.
Comecei a beijar devagar a bunda dela, as pernas, e ela começou a dar sinais de que ia acordar, então subi de vez na cama e quando ela acordou e virou o corpo pra ficar de costas na cama, e abriu os olhos, aproveitei pra montar nela e impedir que ela se levantasse. Ela tentou gritar, mas eu coloquei uma das minhas mãos na boca dela, enquanto com minhas pernas eu abria as dela e ficava no meio.
— Shiiiiit, Marcelita, não faz barulho que a gente tá sozinho, além disso a gente vai se divertir bem gostoso. Agora você vai me pagar pelo seu desprezo e de quebra matar a vontade que eu tô de você.
Ela tentou se debater, mas era inútil, meu peso não deixava ela se mexer, além disso coloquei minha mão no pescoço dela e apertei um pouco, pra ela não gritar.
— Então, mamacita, se você quer que tudo saia bem, vai se comportar direitinho, e vai ver como a gente vai se divertir gostoso e você fica com seu computador, seu amante, e eu fico com seu corpo e meu silêncio. É um trato.
Apoiei meus joelhos na cama, me inclinei um pouco e com a outra mão desci até a virilha dela e comecei a acariciar a buceta dela por cima da tanga, depois levantei a borda da calcinha e enfiei meus dedos nos lábios da buceta dela. Ela, desesperada, tentava se soltar, mas era inútil.
— Então, sua putinha, fica quieta ou eu te mato.
Ela ficou com cara de pânico e começou a chorar. Eu tirei minha mão do pescoço dela e dei um tapa que parece que deixou ela meio tonta. Depois peguei a camisola dela e levantei até o pescoço, deixando os peitos dela livres, que eram de cair o cu da calça. Coloquei as duas mãos na cabeça dela pra tirar de vez a camisola e deixar ela só com aquela tanga.
— Por favor, não me estupra, eu imploro, assim não, eu te peço.
— Cala a boca, puta.
E levantei minha mão num tom ameaçador e dei outro tapa nela. Abaixei minha boca... Até o pescoço dela, lambi, desci até os peitos dela, chupei, mordi os mamilos dela de leve, e notei que eles ficaram duros, desci pelo corpo todo até chegar na bucetinha dela, puxei ainda mais a calcinha fio-dental e meti a língua, senti um prazer imenso, enquanto ela se contorcia e chorava, mas conforme eu chupava o clitóris dela, ela já não parecia resistir tanto, abri com as mãos o máximo que pude as pernas dela, desci com a língua até o cu dela e enfiei, e mesmo que a Foxy não tivesse tomado banho ainda, tinha um gosto delicioso, depois subi de novo pela vagina dela, pelo umbigo, pelos peitos, e beijei e lambi o rosto dela.
—Viu o que acontece por ser puta e orgulhosa? Agora vou meter até o fundo, olha.
Me ajeitei e abaixei a cueca, ela inclinou um pouco a cabeça e viu meu pau ereto, me olhou com desprezo e virou o rosto cheio de lágrimas para o lado, enquanto eu colocava meu pau na entrada da buceta gostosa dela e metia de uma vez só, penetrei tão forte que ela deu um grito.
—Aaaaah.
Tirei meu pau e meti de novo, a buceta dela era apertada e era um prazer entrar nela, e a cada estocada, minha luxúria aumentava, chupava e mordia os peitos dela, lambia o pescoço, e ela começava a dar uns gemidinhos, até sentir que relaxava as pernas e mexia um pouco o quadril no ritmo das minhas penetradas.
Tava tão boa e eu tinha tanta tesão acumulada, que dei mais umas estocadas e meu gozo se espalhou dentro da buceta dela, deixei ela bem cheia.
—Uff, uff, sim, sim, que gostosa, Marcelita. Você é uma mulher de verdade mesmo.
Falava enquanto terminava de gozar, peguei o rosto dela e beijei à força, depois me deixei cair de lado. E sorri dizendo:
—Que mulherão que o primo tem, não é à toa que realiza todos os seus caprichos, ele e seu amante devem se divertir pra caralho.
—Já conseguiu o que queria, vai embora —ela respondeu no meio do choro, enquanto descia da cama e dava passos desorientados.
Eu olhava pra ela e ria, ela me olhava, mas quando saiu do transe, teve um ataque de Histeria e começou a gritar, igual uma louca, se sacudindo como se quisesse se limpar. Saiu correndo do quarto e desceu as escadas. Eu me levantei, fui atrás dela e alcancei ela quando tentava sair pra rua. Por sorte, a porta tinha trinco pra mim. Peguei ela pelo cabelo com uma mão, enquanto com a outra tapava a boca dela.
— Cala a boca, estúpida. Pra onde cê pensa que vai? Hmm, quer morrer, sua viadona?
Arrastei ela até a sala, enquanto falava:
— Você vai ficar quietinha, assim como eu fiquei quietinho sobre o seu outro maridinho. E se acalma, ou eu te acalmo na porrada.
— Nãooo, não me bate mais, por favor. Só vai embora.
— Assim é melhor, mamacita. Agora você vai pra cozinha e vai me trazer algo pra beber. Tô com muita sede.
Empurrei ela e dei um tapa na bunda dela. Ela virou pra me olhar e disse:
— Por favor, vai embora. Não me atormenta mais.
— Não me ouviu, estúpida? Me traz algo pra beber.
Levantei a mão pra ameaçar, e ela tentou se cobrir.
— Não, por favor, não me bate.
Ela foi pra cozinha. Enquanto caminhava, eu observava ela. Só de ver aquele par de bundão, aquelas pernas e aquela cintura, meu pau queria entrar na festa de novo. Porque uma coisa era ter visto ela nas fotos, outra era ter ela ali ao vivo. Que mulher mais gostosa.
Em poucos segundos, ela saiu da cozinha com uma latinha de cerveja. Me olhando, toda assustada, disse:
— É... é... isso é o que tem. Toma e vai embora, que a empregada já tá quase chegando.
— Cerveja, perfeito. Mas quem dá as ordens sou eu, Marcelita. Vem cá!
Ela me entregou a lata, toda tremendo. Eu peguei, abri e dei um gole. Depois, peguei ela pelo antebraço e levei até a sala de jantar.
— Viu como você consegue ser uma boa mulher? Deita na mesa. Agora.
Ela me olhou e obedeceu. Eu me aproximei, derramei um pouco de cerveja nos peitos dela e comecei a chupar eles, junto com o pescoço, enquanto enfiava a mão na buceta dela e a masturbava. Ela só soluçava, dando uns gemidinhos de prazer. Depois, mandei ela se levantar e... chuparia, ela recusou.
—Nãooo, isso não, já chega, vá embora.
—Sua burra, vai querer apanhar de novo?
E eu dei um tapa nela, ela gritou.
—Me mata, mas isso nunca.
E sem hesitar, cuspiu em mim. Eu, muito puto, peguei ela pelo cabelo, dei um soco na barriga dela, coloquei ela de bruços sobre a mesa da sala, abri as pernas dela, rasguei a calcinha fio-dental e dei umas palmadas tão fortes que a bunda deliciosa dela ficou vermelha.
—Você é uma puta muito teimosa, já que não quer chupar, vou arrebentar esse seu cu gostoso. Mas vou comer ele mesmo assim depois que você me chupar, olha só que delícia de raba.
—Nãooo, nãooo, socorro, ajuda!
Coloquei minha mão na cabeça dela, pressionei contra a mesa, enfiei a calcinha na boca dela pra abafar os gritos, cuspi umas duas vezes no cu dela e coloquei meu pau na entrada do buraco. Ela arranhava com as unhas as partes do meu corpo que conseguia alcançar, mas não tinha salvação. E pra mim era excitante ver ela daquele jeito, senti mais prazer do que com droga. Me apoiei no corpo dela e meu pau começou a tentar entrar naquele cu apertado e gostoso, até que, por causa da pressão que eu fazia e da saliva, consegui enfiar uma parte. Aí, com mais uma empurrada, cravei tudo sem piedade, acompanhado de um gemido meu de prazer e um grito abafado de dor dela.
—Ahhhh, uhuuu, que gostosoo.
—Mmmm, mmmmm.
—Isso é o paraíso, siiiim, siiiim.
Ela arranhava o vidro da mesa e chorava desesperada de dor.
Tirei meu pau e enfiei de novo, enquanto segurava os quadris dela pra penetrar cada vez mais fundo, e notei como saía um fio de sangue do cu dela e meu pau ficava vermelho. Comecei a penetrar com mais facilidade a cada vez, ela só tremia. Fiquei assim, metendo sem parar, até que ela só se deixava levar, sem dizer nada. Depois, tirei meu pau do cu já arrombado dela. Ela escorregou pela mesa e ficou sentada no chão. Peguei ela pelo cabelo e coloquei meu pau na boca dela. Ela tremia e só de me olhar, soube que tinha que me fazer um boquete. Deliciosos lábios. Enfiei meu pau nos lábios dela, ela só abriu a boca enquanto eu guiava a cabeça dela com minha mão.
— Que boa garota você foi hoje, Marcelita, issooo, assimmm, uffff, mamacita.
Eu só sentia meu pau batendo no céu da boca dela, enquanto ela tentava vomitar, mas não aguentei mais e gozei na boca dela, e enquanto eu me descarregava de novo, ela tentava cuspir, eu tirei meu pau já meio mole e ela começou a vomitar no chão.
Entrei no quarto, peguei a roupa, me vesti e quando saí ela ainda estava no chão, chorando e tremendo, as pernas dela estavam sujas de sangue junto com a boca.
— Agora vou embora, Marcelita, mas o que você está esperando? Vai tomar um banho, você tá um bagaço, anda, sobe.
— Mal…
Ela tentou me dizer algo, mas se conteve, e quando tentou se levantar, as pernas dela mal aguentavam. Eu abri a porta e falei:
— Essa semana, quando você estiver melhor, te ligo pra você ir no meu apartamento pegar seu notebook.
Fechei a porta e fui embora.
Essa é minha primeira história. Depois daquele dia, minha vida mudou, não dependo mais de álcool nem droga, mas tenho outra obsessão. E mais algumas mulheres que merecem ser castigadas. Aguardo seus comentários e perguntas.
No meu perfil, postei uma foto da Marcela, das que encontrei no computador dela. Não me julguem pelo que fiz, ela merecia, por ser tão gostosa e tão metida.
Sou engenheiro de sistemas, tenho 28 anos, não sou lá essas coisas na aparência por causa dos anos de loucura em que me meti no mundo das drogas e do álcool. Resumindo, sou a ovelha negra da família, uma família de classe alta da cidade de Pereira. Eles me deixaram de lado quando, por causa das drogas, caí na desgraça: fui demitido da minha empresa, minha namorada me chutou, e meus pais e o resto da família, exceto meu primo Mário, resolveram me excluir do círculo deles, porque eu já tava causando muito estrago, até roubando pra sustentar meu vício.
Como eu contei, o único que não virou as costas pra mim foi meu primo Mário. Ele era como o resto da família, um cara exemplar, mas sempre tivemos uma relação de irmãos. Naquela época, há dois anos, ele vivia cheio de luxo, vida saudável e, claro, uma namorada que fazia todo mundo ter inveja dele, porque ela era realmente linda, com um corpo espetacular: morena, lábios sensuais, cabelo comprido, corpo bem tonificado, mas o melhor atributo dela era aquele par de bundas que enlouquecia qualquer um que cruzasse com ela. Enfim, ela sempre mostrou um certo desprezo por mim, porque, na real, eu tava num estado deplorável, física e mentalmente, e minha única paixão era computadores, droga e álcool.
Quando meu primo me viu assim, dormindo numa calçada, ele decidiu me ajudar e me convenceu a entrar numa clínica de reabilitação, que levaria um ano e meio pra desintoxicar meu corpo. Eu me internei, e o único contato que tinha com o mundo exterior eram as poucas vezes que o Mário conseguia me visitar. Obviamente, a namorada dele nunca o acompanhou. Faltava um mês pra eu sair do confinamento, e meu primo foi me dar a boa notícia: ele me deixou as chaves de um dos apartamentos dele e um celular, pra que, quando eu saísse, ligasse pra ele e ele me desse uma força. roupa e me ajudar.
Chegou o dia da minha saída, eu estava muito feliz, meio nervoso e, pra ser sincero, bem ansioso. Meu corpo tava limpo, mas minha mente ainda tava meio suja. A primeira coisa que fiz ao sair foi pegar a chave com o encarregado do centro e o celular recarregado, a pedido do meu primo.
Liguei pra ele, falei que já tava recuperado, mas que ainda não queria ver minha família porque minha aparência não tava das melhores. Ele pareceu feliz e me disse:
— Primo, que alegria, finalmente você tá bem. Olha, tô numa reunião aqui, mas se quiser, liga pra Marcela, minha esposa, e avisa que vai lá pegar um dinheiro e a direção. Já vou falar com ela pra te esperar.
— Beleza, primo, muito obrigado.
Ele me passou o número da mulher. Liguei pra ela, e ela atendeu com um certo receio quando descobriu que era eu. Meio a contragosto, me deu o endereço. E eu fui andando até a casa dela.
Quando cheguei no condomínio onde eles moravam, me deixaram entrar com um pouco de desconfiança. Cheguei na porta, bati, e uma senhora já de idade abriu. Ela pediu pra eu esperar na porta enquanto a patroa vinha. Sinceramente, me senti humilhado, mas resolvi esperar. Pouco tempo depois, Marcela desceu. Ela tava realmente gostosa, parecia que tinha acabado de sair da academia. Tava com um short de lycra bem curto e um top que deixava ela bem provocante. Olhei pra ela com um certo respeito e alegria, mas o comportamento dela foi de total desprezo e humilhação.
— Oi, Andrés, como cê tá? Olha, meu marido deixou esse dinheiro e essa roupa pra você. Por favor, pega e tenta reconstruir sua vida longe dele.
Fiquei perplexo, me senti um lixo na hora. Mas a única coisa que me passou pela cabeça foi pedir um pouco de comida e algo pra beber, porque tava morrendo de fome.
— Tá bom. Se quiser, senta no comedor que já peço pra empregada preparar algo. Vou tomar um banho. Fica bem.
Ela chamou a senhora, mandou ela me dar alguma coisa e subiu pro segundo andar. Eu sentei, humilhado, mas com fome, e esperei a senhora ir preparar algo pra mim. algo. Naquele momento, minha mente cheia de raiva e rancor me fez subir atrás da Marcela — queria xingar ela pelo desprezo e prepotência dela. Subi devagar e, quando cheguei no que parecia ser o quarto dela, entrei e senti que ela estava no chuveiro. Minha mente se retorceu ainda mais ao ver a silhueta dela através da porta semitransparente e a roupa íntima dela em cima da cama: umas tangas pretas e um sutiã da mesma cor, junto com uma calça e uma blusa. Meu pau endureceu na hora, porque fazia mais de um ano que eu não sentia o gosto do sexo.
No meio do meu choque, senti o chuveiro desligar e me assustei. Mas, sem ter o que fazer, decidi pegar um notebook super moderno que estava ligado em cima da cama. Pensei: pelo menos vou ganhar uma grana e dar o troco de algum jeito pela humilhação daquela foxy. Peguei o bagulho e saí voando, não esperei nada — só levei o dinheiro, a roupa e o notebook.
Já tava andando fazia meia hora, procurando onde vender o troço, mas o cansaço e a fome me fizeram parar. Já mais calmo e com um pouco de remorso pelo meu primo, decidi pensar antes de fazer merda. Tava lá num banco de um parque, sentado, pensando, quando o celular que o Mario tinha me dado tocou.
— Alô? Atendi.
— Oi, Andrés, é a Marcela. Como você pôde fazer isso com seu primo? Por favor, não vá vender o notebook. Traz ele aqui e eu te dou mais dinheiro, mas não entrega pra ninguém. E, por favor, traz o mais rápido possível. Prometo que não vou contar nada pro meu marido. São 11 da manhã e ele chega às 2. Se até lá você não tiver trazido, vou contar tudo e te denunciar por roubo e abuso de confiança.
Desliguei na hora, meio assustado, mas alguma coisa me fez pensar: por que ela tava tão desesperada pra recuperar o equipamento? E ainda mais, por que essa cumplicidade comigo, se essa era a chance dela de afastar de vez o marido de mim? Já tava quase chegando no apartamento que meu primo tinha me emprestado e decidi ir lá dar uma olhada no computador dela. Cheguei, não quis fazer mais nada, só dar uma olhada. Encontrei várias pastas, mas nada relevante, até que achei uma pasta oculta e criptografada, que, com meus conhecimentos, não foi problema nenhum desbloquear. Abri a pasta, que tava escrita "privada", e olha só a surpresa: tinha fotos íntimas da Marcela, mostrando ainda mais a beleza dela. Mas o que encontrei depois foi ouro: um vídeo e várias fotos com um cara que não era exatamente meu primo.
"Então é essa sua urgência, Marcelita?", pensei. Levantei, preparei algo pra comer, enquanto bolava como ia tirar proveito da informação que tinha, e decidi sair de uma vez pra casa do meu primo.
Me deixaram passar na portaria de novo. Cheguei, toquei a campainha e, dessa vez, quem abriu foi a própria Marcela, com a roupa que tava em cima da cama dela, o que fez minha imaginação voar, sabendo que ela tava usando aquelas calcinhas tão pequenininhas.
— Me devolve o computador e te dou duzentos mil pra você ir embora de vez. Cadê ele?
Olhei pra ela, dessa vez com toda confiança, e sem pedir licença, entrei na sala e falei:
— Ficou no meu apartamento, Marcelita.
— Como assim? Cê quer que eu te dê o dinheiro e você roubar ele?
— Não, nada disso. Só quero guardar ele por mais uns dias, porque o que eu achei naquela pasta oculta que você tinha lá vale mais do que você tá me oferecendo.
Ela ficou pálida, e a cara agressiva e prepotente mudou pra uma de angústia e vergonha.
— Do que cê tá falando? Que pa... pasta?
— Aonde você aparece com seu amante. Agora sabe qual é?
— Pelo amor de Deus, me devolve. Quanto você quer? Fala, mas me traz o computador.
Eu tinha ela na mão, e não ia esperar mais pra fazer meu pedido.
— Viu como você pode ser mais educada, Marcelita? Então, quero o dobro do que você me dá e quero que você me faça um bom boquete agora mesmo. E é melhor se apressar, antes que meu primo chegue e eu tenha que contar suas safadezas.
— Cê tá louco? Qual é, idiota? Respeito, some daqui antes que eu chame a polícia. polícia.
—Ok, mas já vou ligar pro Mario.
Virei as costas e fui saindo, e quando já ia sair, ele me chamou.
—Espera, por favor, te imploro, não conta nada pro meu marido, se quiser te dou mais dinheiro, mas não me pede isso, nem fala nada.
—Se você não tivesse sido tão grossa e humilhante comigo, isso não taria acontecendo, Marcelita. Agora ou faz o que eu peço ou melhor não fala mais nada.
—Me desculpa de verdade, eu fui muito grossa mesmo, mas não é pra tanto. Se quiser, me pede outra coisa, mas pelo amor de Deus.
Ela fez aquela cara de triste e arrependida. Eu olhei ela de cima a baixo e, com um pouco de safadeza, falei:
—Tá bom, me dá o dinheiro e deixa eu ver sua calcinha.
—Qual calcinha? A que eu tô usando?
—Óbvio, mas vai logo que eu quero ver.
—Nããão, isso não. Se você acha que vou ceder ao seu chantagem, cê é louco.
—Viu? Você não se deixa ajudar.
Mas, quando abri a porta de novo pra sair, ela disse:
—Tá bom, mas só isso e você vai embora pelo meu notebook.
Eu sorri, fechei a porta de novo e fiquei olhando pra ela. Ela, por sua vez, me entregou o dinheiro, deu uns passos pra trás, desabotoou a calça, baixou o zíper e foi descendo até os joelhos, me deixando ver aquela calcinha fio-dental minúscula e aquele par de pernas espetacular que fez meu pau ficar duro na hora. Mas, quando tudo tava indo de vento em popa, senti umas chaves abrindo a porta. Olhei meio assustado, e Marcela subiu a calça e ajeitou.
—André, que felicidade te ver, meu irmão!
—Mario, como você tá bem!
Meu primo tinha chegado. Pra disfarçar, dei um abraço forte nele, enquanto a esposa dele, meio nervosa, se aproximou e deu um beijo.
—Sim, amor, olha a surpresa. Seu primo já tava indo quando você chegou.
—Não, mas como vai embora? Fica aí, almoça com a gente e me conta como você tá.
Eu, nem aí, aproveitei e fiquei até ficar tarde. Já eram sete da noite e fingi que precisava ir pra não incomodar, mas meu primo, com toda a simpatia, me pediu pra ficar aquela noite. Noite, eu, mesmo fazendo charme, aceitei, o que deixou Marcela ainda mais incomodada.
—Love, mas o quarto de hóspedes está desarrumado, e pra ser sincera, eu tô muito cansada.
—Fica tranquila, love, entre eu e o André a gente arruma, né, primo.
—Claro, aceito o convite de boa, mas amanhã antes do amanhecer eu tenho que sair, quero ir me arrumar pra ver meus pais.
—Perfeito. —disse Mario, e fomos arrumar meu quarto.
Marcela, por sua vez, subiu pro quarto dela dizendo que ia descansar. Terminamos de deixar tudo pronto, falei pro meu primo que ia tomar um banho e subia pra me despedir, porque não queria acordar eles de manhã.
Tomei banho e subi bem de leve, a porta do quarto estava encostada e com a luz acesa, o que me deixou ver sem ser visto. Meu primo tava deitado vendo TV e a esposa dele tava com uma pijama de alcinha que chegava só uns centímetros abaixo da bunda dela, tava uma delícia.
Bati na porta, ela vestiu um roupão, abriu, e eu me despedi como se nada. Meu primo falou que ele também acordava cedo, umas 6 horas, mas eu disse que ia bem mais cedo porque já tava acostumado a madrugar. Enfim, fui, deitei pra planejar umas coisas, até dormir.
Umas 5 da manhã eu levantei, arrumei a cama e fingi que saía, abrindo e fechando a porta com um pouco de força. Me escondi esperando meu primo sair. Umas hora e meia depois, senti ele descendo as escadas, eu me escondi debaixo da cama e vi ele entrar no quarto, ver que tava tudo certo e sair. Quando ele fechou a porta da rua, eu levantei, coloquei o trinco e subi pro quarto dos dois. A porta tava meio encostada, abri bem devagar, e lá estava Marcela, ainda dormindo, deitada de lado, o que deixava ver a bunda enorme dela se destacando debaixo do cobertor.
Eu parei do lado da cama, observei ela e comecei a tirar a camisa, depois a calça, e fiquei só na cueca velha. Sentei na cama e levantei o cobertor devagar, pra ver a bunda linda dela, toda Pra mim, coloquei uma das minhas mãos na coxa dela e fui acariciando até chegar na bunda dela, terminei de levantar a camisola dela e deixei a rabeta dela livre, só com a tanga que no dia anterior já tinha me deixado louco e que se perdia no meio daquela delícia.
Comecei a beijar devagar a bunda dela, as pernas, e ela começou a dar sinais de que ia acordar, então subi de vez na cama e quando ela acordou e virou o corpo pra ficar de costas na cama, e abriu os olhos, aproveitei pra montar nela e impedir que ela se levantasse. Ela tentou gritar, mas eu coloquei uma das minhas mãos na boca dela, enquanto com minhas pernas eu abria as dela e ficava no meio.
— Shiiiiit, Marcelita, não faz barulho que a gente tá sozinho, além disso a gente vai se divertir bem gostoso. Agora você vai me pagar pelo seu desprezo e de quebra matar a vontade que eu tô de você.
Ela tentou se debater, mas era inútil, meu peso não deixava ela se mexer, além disso coloquei minha mão no pescoço dela e apertei um pouco, pra ela não gritar.
— Então, mamacita, se você quer que tudo saia bem, vai se comportar direitinho, e vai ver como a gente vai se divertir gostoso e você fica com seu computador, seu amante, e eu fico com seu corpo e meu silêncio. É um trato.
Apoiei meus joelhos na cama, me inclinei um pouco e com a outra mão desci até a virilha dela e comecei a acariciar a buceta dela por cima da tanga, depois levantei a borda da calcinha e enfiei meus dedos nos lábios da buceta dela. Ela, desesperada, tentava se soltar, mas era inútil.
— Então, sua putinha, fica quieta ou eu te mato.
Ela ficou com cara de pânico e começou a chorar. Eu tirei minha mão do pescoço dela e dei um tapa que parece que deixou ela meio tonta. Depois peguei a camisola dela e levantei até o pescoço, deixando os peitos dela livres, que eram de cair o cu da calça. Coloquei as duas mãos na cabeça dela pra tirar de vez a camisola e deixar ela só com aquela tanga.
— Por favor, não me estupra, eu imploro, assim não, eu te peço.
— Cala a boca, puta.
E levantei minha mão num tom ameaçador e dei outro tapa nela. Abaixei minha boca... Até o pescoço dela, lambi, desci até os peitos dela, chupei, mordi os mamilos dela de leve, e notei que eles ficaram duros, desci pelo corpo todo até chegar na bucetinha dela, puxei ainda mais a calcinha fio-dental e meti a língua, senti um prazer imenso, enquanto ela se contorcia e chorava, mas conforme eu chupava o clitóris dela, ela já não parecia resistir tanto, abri com as mãos o máximo que pude as pernas dela, desci com a língua até o cu dela e enfiei, e mesmo que a Foxy não tivesse tomado banho ainda, tinha um gosto delicioso, depois subi de novo pela vagina dela, pelo umbigo, pelos peitos, e beijei e lambi o rosto dela.
—Viu o que acontece por ser puta e orgulhosa? Agora vou meter até o fundo, olha.
Me ajeitei e abaixei a cueca, ela inclinou um pouco a cabeça e viu meu pau ereto, me olhou com desprezo e virou o rosto cheio de lágrimas para o lado, enquanto eu colocava meu pau na entrada da buceta gostosa dela e metia de uma vez só, penetrei tão forte que ela deu um grito.
—Aaaaah.
Tirei meu pau e meti de novo, a buceta dela era apertada e era um prazer entrar nela, e a cada estocada, minha luxúria aumentava, chupava e mordia os peitos dela, lambia o pescoço, e ela começava a dar uns gemidinhos, até sentir que relaxava as pernas e mexia um pouco o quadril no ritmo das minhas penetradas.
Tava tão boa e eu tinha tanta tesão acumulada, que dei mais umas estocadas e meu gozo se espalhou dentro da buceta dela, deixei ela bem cheia.
—Uff, uff, sim, sim, que gostosa, Marcelita. Você é uma mulher de verdade mesmo.
Falava enquanto terminava de gozar, peguei o rosto dela e beijei à força, depois me deixei cair de lado. E sorri dizendo:
—Que mulherão que o primo tem, não é à toa que realiza todos os seus caprichos, ele e seu amante devem se divertir pra caralho.
—Já conseguiu o que queria, vai embora —ela respondeu no meio do choro, enquanto descia da cama e dava passos desorientados.
Eu olhava pra ela e ria, ela me olhava, mas quando saiu do transe, teve um ataque de Histeria e começou a gritar, igual uma louca, se sacudindo como se quisesse se limpar. Saiu correndo do quarto e desceu as escadas. Eu me levantei, fui atrás dela e alcancei ela quando tentava sair pra rua. Por sorte, a porta tinha trinco pra mim. Peguei ela pelo cabelo com uma mão, enquanto com a outra tapava a boca dela.
— Cala a boca, estúpida. Pra onde cê pensa que vai? Hmm, quer morrer, sua viadona?
Arrastei ela até a sala, enquanto falava:
— Você vai ficar quietinha, assim como eu fiquei quietinho sobre o seu outro maridinho. E se acalma, ou eu te acalmo na porrada.
— Nãooo, não me bate mais, por favor. Só vai embora.
— Assim é melhor, mamacita. Agora você vai pra cozinha e vai me trazer algo pra beber. Tô com muita sede.
Empurrei ela e dei um tapa na bunda dela. Ela virou pra me olhar e disse:
— Por favor, vai embora. Não me atormenta mais.
— Não me ouviu, estúpida? Me traz algo pra beber.
Levantei a mão pra ameaçar, e ela tentou se cobrir.
— Não, por favor, não me bate.
Ela foi pra cozinha. Enquanto caminhava, eu observava ela. Só de ver aquele par de bundão, aquelas pernas e aquela cintura, meu pau queria entrar na festa de novo. Porque uma coisa era ter visto ela nas fotos, outra era ter ela ali ao vivo. Que mulher mais gostosa.
Em poucos segundos, ela saiu da cozinha com uma latinha de cerveja. Me olhando, toda assustada, disse:
— É... é... isso é o que tem. Toma e vai embora, que a empregada já tá quase chegando.
— Cerveja, perfeito. Mas quem dá as ordens sou eu, Marcelita. Vem cá!
Ela me entregou a lata, toda tremendo. Eu peguei, abri e dei um gole. Depois, peguei ela pelo antebraço e levei até a sala de jantar.
— Viu como você consegue ser uma boa mulher? Deita na mesa. Agora.
Ela me olhou e obedeceu. Eu me aproximei, derramei um pouco de cerveja nos peitos dela e comecei a chupar eles, junto com o pescoço, enquanto enfiava a mão na buceta dela e a masturbava. Ela só soluçava, dando uns gemidinhos de prazer. Depois, mandei ela se levantar e... chuparia, ela recusou.
—Nãooo, isso não, já chega, vá embora.
—Sua burra, vai querer apanhar de novo?
E eu dei um tapa nela, ela gritou.
—Me mata, mas isso nunca.
E sem hesitar, cuspiu em mim. Eu, muito puto, peguei ela pelo cabelo, dei um soco na barriga dela, coloquei ela de bruços sobre a mesa da sala, abri as pernas dela, rasguei a calcinha fio-dental e dei umas palmadas tão fortes que a bunda deliciosa dela ficou vermelha.
—Você é uma puta muito teimosa, já que não quer chupar, vou arrebentar esse seu cu gostoso. Mas vou comer ele mesmo assim depois que você me chupar, olha só que delícia de raba.
—Nãooo, nãooo, socorro, ajuda!
Coloquei minha mão na cabeça dela, pressionei contra a mesa, enfiei a calcinha na boca dela pra abafar os gritos, cuspi umas duas vezes no cu dela e coloquei meu pau na entrada do buraco. Ela arranhava com as unhas as partes do meu corpo que conseguia alcançar, mas não tinha salvação. E pra mim era excitante ver ela daquele jeito, senti mais prazer do que com droga. Me apoiei no corpo dela e meu pau começou a tentar entrar naquele cu apertado e gostoso, até que, por causa da pressão que eu fazia e da saliva, consegui enfiar uma parte. Aí, com mais uma empurrada, cravei tudo sem piedade, acompanhado de um gemido meu de prazer e um grito abafado de dor dela.
—Ahhhh, uhuuu, que gostosoo.
—Mmmm, mmmmm.
—Isso é o paraíso, siiiim, siiiim.
Ela arranhava o vidro da mesa e chorava desesperada de dor.
Tirei meu pau e enfiei de novo, enquanto segurava os quadris dela pra penetrar cada vez mais fundo, e notei como saía um fio de sangue do cu dela e meu pau ficava vermelho. Comecei a penetrar com mais facilidade a cada vez, ela só tremia. Fiquei assim, metendo sem parar, até que ela só se deixava levar, sem dizer nada. Depois, tirei meu pau do cu já arrombado dela. Ela escorregou pela mesa e ficou sentada no chão. Peguei ela pelo cabelo e coloquei meu pau na boca dela. Ela tremia e só de me olhar, soube que tinha que me fazer um boquete. Deliciosos lábios. Enfiei meu pau nos lábios dela, ela só abriu a boca enquanto eu guiava a cabeça dela com minha mão.
— Que boa garota você foi hoje, Marcelita, issooo, assimmm, uffff, mamacita.
Eu só sentia meu pau batendo no céu da boca dela, enquanto ela tentava vomitar, mas não aguentei mais e gozei na boca dela, e enquanto eu me descarregava de novo, ela tentava cuspir, eu tirei meu pau já meio mole e ela começou a vomitar no chão.
Entrei no quarto, peguei a roupa, me vesti e quando saí ela ainda estava no chão, chorando e tremendo, as pernas dela estavam sujas de sangue junto com a boca.
— Agora vou embora, Marcelita, mas o que você está esperando? Vai tomar um banho, você tá um bagaço, anda, sobe.
— Mal…
Ela tentou me dizer algo, mas se conteve, e quando tentou se levantar, as pernas dela mal aguentavam. Eu abri a porta e falei:
— Essa semana, quando você estiver melhor, te ligo pra você ir no meu apartamento pegar seu notebook.
Fechei a porta e fui embora.
Essa é minha primeira história. Depois daquele dia, minha vida mudou, não dependo mais de álcool nem droga, mas tenho outra obsessão. E mais algumas mulheres que merecem ser castigadas. Aguardo seus comentários e perguntas.
No meu perfil, postei uma foto da Marcela, das que encontrei no computador dela. Não me julguem pelo que fiz, ela merecia, por ser tão gostosa e tão metida.
3 comentários - Chantagem e estupro