Minha namorada... Ingênua ou puta? 4

Terceira parte do relato, recomendo ler o primeiro pra conhecer os personagens. Depois do acampamento, Carlos e Rafa marcaram um dia pra tomar um café. Porra Carlos, que acampamento do caralho, passei o dia vendo o vídeo das fodas na burra da Eva. A mina nem percebeu que o diretor tava envolvido na história que a gente armou pra comer ela.Mi novia...Ingenua o puta? 4Tonta? O que ela é é uma piranha que gosta mais de uma rola do que criança gosta de doce. Que nada, que nada, a mina é uma inocente. Bom, teremos mais chances de ver quem tá certo. Eu já tô bolando um plano pra continuar comendo ela. Ha, ha, ha, eu também, mas não me veio nada. Pois pra mim veio. Conta, conta, Carlos. Vamos aproveitar o medo que ela tem de bichos e da noite. Também vamos precisar de um grupinho de moleques novinhos. Isso é fácil, minha galera de amigos é que nem eu, tem entre 22 e 23 anos. Melhor uns de 18, que já sejam maiores de idade. Posso falar com meu irmão e os amigos dele, que todos já fizeram 18 agora pouco, e o filho da puta do meu irmão já fez cópias do vídeo e espalhou pra todo lado. Quantos vamos precisar? Acho que uns 5, com nós dois dá sete. Acho que sete paus são suficientes – disse Carlos entre gargalhadas. Beleza, conta, conta, por favor. Carlos contou a Rafa a ideia dele, e o Rafa ficou encantado, então resolveu ligar pra ela. – Fala, Rafa – disse Eva ao atender. – Oi, tudo bem? Já descansou do acampamento? – Sim, obrigada, dormi pra caramba e agora tô super ocupada com os preparativos do meu casamento… aliás, a gente precisa se ver pra te entregar o convite e você conhecer meu noivo. – Beleza, tô doido pra conhecer esse sortudo que conseguiu conquistar uma noiva tão gostosa. – Que bobo você é – disse Eva entre risadinhas.Mi novia...Ingenua o puta? 4- Pô, não sei se te falei que tô como voluntário numa ONG com adolescentes problemáticos.
- Não me disse nada, caramba, adoro que você dedique seu tempo livre pra educar os moleques, você é um cara gente boa pra caralho, dedicando seu tempo pros outros. O que cê precisa? Espero que não seja uma doação, porque com o casamento tô dura.
- Então, quero fazer um acampamento de fim de semana e a outra monitora me deixou na mão. Como acho muito importante eles terem uma referência feminina, pensei em você. Claro que não pagam nada, então não sei se vai te interessar.

Eva tava enrolada com o casamento, mas ficou puta do amigo Rafa achar que ela não iria porque não pagavam, então topou.

- Depende da data, quando é?
- Bom, quando você puder. São poucos moleques e eles têm todo o tempo do mundo, já que vêm de famílias pobres, mal têm grana, então não viajam nas férias.
- Então, esse fim de semana meu namorado tá trampando, na verdade esse e o mês inteiro, então quando você quiser.
- Então vamos nesse mesmo, vamos nesse – disse Rafa, ansioso.
- Preparo alguma coisa?
- Não, não se preocupa, já tá tudo pronto. Vamos nos divertir pra caralho (principalmente nós, pensou Rafa). Passo lá na sexta à tarde, umas 18h. Te dou um toque e você desce. Traz saco de dormir e só.
- Beleza, nos vemos sexta, beijinhos.

Na ponta da pica quero os beijinhos, pensou Rafa, mas claro que não falou.

- Igualmente, beijos.

Depois de desligar:
- Carlos, já temos plano pra esse fim de semana.
- Arruma o do teu irmão, mas lembra, todos com 18 anos, embora pra puta da Eva vão ter 16.

Chegou o fim de semana e Rafa foi buscar Eva. Eva se surpreendeu ao descer de casa e encontrar Carlos, o cozinheiro seboso do acampamento. De certa forma, ela era grata a ele por ter ajudado com a prisão de ventre durante o acampamento, mas não conseguia evitar um certo nojo ao lembrar daqueles dedos curtos e gordinhos apalpando os peitos dela enquanto metia no cu... sentiu um arrepio ao recordar.Mi novia...Ingenua o puta? 4- Olá, Carlos, disse Eva enquanto dava dois beijinhos nele - Olá, Eva, e aí, aquela bunda já tá boa? Falou enquanto dava um tapa sonoro na bunda dela. - Tudo bem, obrigada. Não sabia que você vinha. - Como você bem sabe, eu gosto de ajudar e quero que esses moleques comam bem pelo menos um fim de semana. - Bom, vamos lá, que os meninos já levamos e deixamos eles montando as barracas sozinhos. - No final vieram os cinco, o perfil é que são de famílias desestruturadas e muito carentes de amor e carinho. Eva conheceu os garotos, gostou muito deles. Eram uns jovens encantadores e todos muito gostosos, magrinhos mas musculosos, com uns piercings mas nada muito chamativo. - Vocês devem ter um monte de namoradas no bairro. - Imagina, nenhuma nos quer, falaram os garotos rindo. A tarde foi muito agradável e Eva não parava de comentar com Rafa que ele fazia um trabalho fantástico, que os meninos pareciam muito educados, e isso que ela achava que seriam uns delinquentes. - Eles estão loucos por você, só ficam mostrando as tatuagens e andando sem camisa pra chamar sua atenção. - Novidade. - Não, Eva, é que você é uma grande educadora. - Você gosta do lugar? É lindo, mas pra mim não ter um chuveiro e um banheiro é terrível. Com o medo que tenho de bichos, e aqui deve ter um monte. Estava muito calor, mas Carlos tinha preparado limonada bem geladinha e Eva não parava de beber, sem saber que tinha umas gotinhas de um remédio pra evitar retenção de líquido… tipo, pra mijar mais. À noite, o cozinheiro, Rafa e Eva foram pra barraca deles e os garotos pra deles. Foram cedo porque Carlos e Rafa diziam que estavam se sentindo mal, tontos, e queriam deitar. O resto estava perfeito. Umas duas da manhã, Eva acordou. - Rafa, desculpa… tô mijando muito. - Então vai mijar logo. - Tenho medo de ir sozinha. - Vai, não acontece nada, me deixa dormir, ainda tô me sentindo mal, por favor. E virando de lado, fingiu que dormia. - Carlos Acorda, acorda, por favor. — O que foi? — Tô morrendo de vontade de mijar, não consigo segurar e tenho medo de ir sozinha. — Então fala com o Rafa. — Já falei, mas ele não quer ir comigo. — Porra, tia, tô ouvindo os moleques acordados, pede pra um deles te acompanhar, que eu tô muito ferrado. — E virou de lado pra dormir de novo. Eva saiu da barraca, vestindo um pijaminha verde curto de duas peças e folgado, e foi até a barraca dos meninos. — Oi, pessoal. — A gente vai dormir agora, disse o Anjinho, achando que ela ia dar bronca. — Tudo bem, mas preciso pedir um favor: tô morrendo de vontade de mijar e tenho medo. Alguém pode me acompanhar? — Claro, tia, disse o irmão do Rafa. — Vamos, Juan, pega a lanterna. Os dois saíram dos sacos de dormir só de cueca e acompanharam Eva até uma parte do bosque, uns 25 metros pra lá. — Por favor, olha se não tem bicho ou cobra. Os dois começaram a pular e bater o pé no chão. — Se tinha algum, já foi. Vamos virar de costas. — Não, por favor, fiquem perto e iluminem a área, não vá aparecer uma cobra. Prefiro que vocês me vejam mijando do que ser atacada por um bicho. Como quem leu as histórias anteriores sabe, Eva não se importava de ser vista pelada, porque desde pequena ia pra praias e resorts naturistas, então não tinha vergonha nenhuma. — É, o perigo aqui é um bicho subir na sua calça se você deixar no chão e te picar na hora de vestir. Eva tirou a calça do pijama e ficou nua, só com a camiseta do pijama que batia no umbigo. Rapidamente entregou a calça pro Juan e se agachou pra mijar. — Porra, tava com vontade mesmo. — Se esperasse mais, estourava.Mi novia...Ingenua o puta? 4Comentavam os dois enquanto não perdiam detalhe do corpo nu da Eva. Quando a Eva se levantou depois de mijar e pediu um lenço de papel. — Juan foi buscar papel higiênico — E o Juan saiu correndo, com a calça da Eva na mão. — Não precisa, mas o Juan já tinha ido embora. — Essa tarde vocês encheram o saco com essa história de muita higiene na loja que a gente divide com mais gente e agora quer voltar com a buceta cheia de mijo… olha se tem umas gotinhas nos pelinhos — disse Alberto enquanto iluminava e aproximava o rosto a menos de cinco centímetros da buceta bem cuidada da Eva. Nessa hora ela foi se cobrir com a mão, mas Alberto segurou. — Vai se encher de mijo… espera o papel. Os dois ficaram em silêncio enquanto Alberto não tirava os olhos dela e a Eva começou a sentir vergonha, principalmente vendo que da cueca do Alberto despontava uma ereção fortíssima. — Parece que ele tá demorando um pouco, disse a Eva. Vamos voltar? — Ele não vai achar, disse Alberto enquanto dava voltas ao redor da Eva e não perdia nenhum detalhe daquele rabão. — O que você tá fazendo? — Ora, garantindo que não tem nenhum bicho perto de você. — Ah, desculpa — pensou a Eva. Ainda por cima o cara se preocupa comigo e garante que não tem nenhum bicho, e eu aqui pensando mal, achando que ele queria ver minha bunda. No fundo, são uns caras legais.Mi novia...Ingenua o puta? 4— Sem beijos.
— Ilumina, ouvi um barulho.
— Não ouvi nada — embora tivesse ouvido e soubesse que todos os amigos não tinham perdido um detalhe.

Juan chegou correndo, depois de mais de cinco minutos eternos para Eva, com o papel higiênico.

— Desculpa — disse com a voz ofegante — não achei, a gente tinha enfiado no fundo da nossa barraca.

E, como se fosse a coisa mais normal do mundo, começou a limpar a bucetinha. Eva deu um pulo ao sentir a mão de Juan no seu sexo, e Juan, com um tom surpreso:

— Foi mal, nem percebi. Vim tão rápido pra não te deixar aí toda mijada que nem me toquei e comecei a limpar eu mesmo.

— Relaxa, mas eu dou conta sozinha, valeu — e pegou um pouco de papel e se limpou. — Agora a gente volta com o papelzinho pro acampamento pra não sujar o mato — disse Eva, satisfeita com a lição de ecologia que deu. — Me dá minha calça.

— Merda — disse Juan, levando a mão à cabeça — deixei no acampamento quando fui pegar o papel. Vou buscar?

— Não, deixa, vamos pro acampamento — Eva não ia esperar mais tempo na frente de um adolescente de pau duro enquanto ele voltava com a calça, correndo o risco de os bichos comerem ela.

Ao chegar no acampamento iluminado, os caras disseram pra Eva que iam mijar, mas ela tinha certeza de que iam bater uma punheta e tanto fazia, já que tinha visto vários punheteiros nas praias de nudismo. Do lado de fora da barraca dos caras, que estava com luz acesa, e tampando o sexo com a mão, ela disse:

— Vocês podem pegar minha calça do pijama? — tinha certeza de que não ia dormir pelada perto do seboso do Carlos.

Não teve resposta de dentro; na verdade, não se ouvia nada.

— Caras, vocês não tão dormindo, né? Deixaram o fogão de acampamento ligado, é perigoso.

Continuou sem resposta, então enfiou a cabeça pra dentro da barraca:

— Gente, se tão acordados, não vou brigar — mas ninguém abriu os olhos, então decidiu entrar com cuidado, engatinhando.

Assim que chegou... No final da loja, ouviu um grito e várias pessoas se jogaram em cima dela. — Tão nos atacando — Sou a Eva… sou eu… calma — dizia Eva, completamente imobilizada com os três adolescentes em cima dela.Mi novia...Ingenua o puta? 4— E aí, colegas, é a Eva, tira a mão. — Que susto, a gente tava dormindo e eu acordei, e quando te vi pensei que alguém queria roubar nossos tênis. — Não é nada disso — disse Eva — era eu procurando uma coisa — e começou a se levantar, mas como não cabia dentro da barraca, ficou com metade do corpo inclinado, então os dois de trás tinham uma bela visão da bunda e da rachinha dela, e o da frente da buceta dela. — Ela tá pelada, disse um apontando pro sexo dela — Deve ser uma putinha, só quer é pica. Eva não sabia como, mas de repente tinha seis mãos passando por todo o corpo dela, agarrando com força os peitos, a bunda. — Não, me soltem, me soltem — gritava Eva. Tentava soltar as mãos, mas se soltava uma, outra se agarrava. — Para, galera… para… soltem ela, gritava Rafa, o que vocês tão fazendo? Todos soltaram ela e se viraram pra entrada da barraca, onde estavam Rafa e Carlos, momento que Eva aproveitou pra se levantar e se abraçar no Rafa. — Eles me atacaram do nada. — Não, essa putinha entrou pelada procurando pica e a gente ia dar pra ela. — Não, não, eu entrei pra pegar minha calça de pijama. — Mas que porra de buceta você tá fazendo pelada na barraca? Te enfiaram à força? — A gente? Se ela entrou rebolando a bunda e enfiando a xereca na nossa cara. — Bom, vamos nos acalmar e resolver isso, sentenciou Rafa, Eva, se veste e vai pra nossa barraca. — Não, disse Alberto, que já tinha voltado com Juan. — Como assim não? Agora você manda? — disse Rafa puto. — Essa gostosa passou o tempo todo nos deixando de pau duro e a gente é de menor, M E N O R E S, assim que chegar em casa vou meter uma queixa ou chamo a Guarda Civil agora. — E eu. — E eu. — Todo mundo vai meter uma queixa… já tô vendo as manchetes dos jornais "Assédio sexual a menores", "Monitores pelados na frente de menores"… vocês vão se foder. — Vocês são uns filhos da puta, não esperava isso de vocês, galera. — Carlos, Eva, é verdade, eles tão com a faca e o queijo na mão. — O que vocês querem? — Queremos ter um fim de semana inesquecível, então, de repente, que ela tire a camiseta. Eva Ela olhou horrorizada pro Rafa, que encarou ela nos olhos e disse:
—Faz isso ou esses filhos da puta vão acabar com a gente pra sempre.
—Mas… —disse a Eva, hesitante— a gente pode fazer alguma coisa, não pode?
—Infelizmente não —disse Carlos— ou a gente aceita essa chantagem ou explica o inexplicável pra polícia…
Eva, cheia de raiva, levantou a camiseta e ficou completamente nua enquanto todo mundo olhava pra ela. Os adolescentes soltaram gritos de empolgação.Mi novia...Ingenua o puta? 4-Vamos te foder todos, várias vezes e até a gente cansar.
-Não se preocupa, disse com arrogância o cozinheiro seboso, esses pivetes não aguentam nem um minuto… você nem vai perceber.
-Olha aqui, gordo filho da puta, a gente vai ver quem aguenta mais. Cada trepada comigo, o Rafa e você também vão comer ela, e no final do fim de semana a gente vê quem é mais macho.
-Vadia, agradece a esse porco que agora não vão te comer cinco, vão ser sete caras.
-Isso, isso, seu gordo desgraçado, continua falando que a gente chama uns amigos pra vir comer de graça.
Rafa segurou ela pelos ombros e, olhando nos olhos dela, disse:
-Esses arrombados nos pegaram, mas é você quem tem que decidir. Você que nos meteu nessa, e as consequências podem ser terríveis, principalmente pra você… mas você precisa pensar se é melhor dar uma trepadinha ou passar vergonha pública, sua e nossa, e talvez até um problema na justiça. Decide, Evita. Eu chamo a guarda civil ou a gente se diverte um pouco?
Eva não disse nada. Deitou de barriga pra cima e abriu as pernas.Mi novia...Ingenua o puta? 4Boazinha, muito boazinha. Gordo, olha só como esse pivete fode. Rafa, certeza que você tem camisinha no carro… seja bonzinho e vai buscar, não quero que essa foxy me passe alguma coisa. Ele baixou a cueca e o pau dele ereto apontava direto pra Eva. A verdade é que o pau dele era grande, com uma cabeça bem rosadinha e, com certeza, em outras circunstâncias, Eva teria achado atraente. Slutty, viu como não sou tão ruim? Te poupo das preliminares, já venho com o dever de casa feito — disse Alberto, apontando pro próprio pau e rindo enquanto colocava a camisinha. Ele subiu em cima e meteu direto na bucetinha, que na hora não estava lubrificada, e na boca beijava ela com sofreguidão enquanto enfiava com força. Eva sentia muita dor e estava toda dura. — Foxy, se mexe, parece que tô fodendo uma morta! Mas Eva não se mexeu e aguentou as 27 estocadas do Alberto até ele gozar no final. No fim, ela decidiu fechar os olhos porque, pra onde olhasse, só via os olhares dos adolescentes.Mi novia...Ingenua o puta? 4— E aí, mano? — perguntaram os colegas dele. — A melhor buceta que já comi, bem apertadinha, parecia virgem. Agora o gordo, quero ver como você fode a foca, e depois você — apontando pro Rafa. — Gordo, chupa a buceta dela antes de foder, que com certeza ainda tá com cheiro da minha pica. Rafa chegou perto do ouvido da Eva e quase num sussurro: — Querida, isso é inevitável, não tem o que fazer, por que você não tenta relaxar e curtir um pouco… vai ser mais suave. Mal tinha terminado de falar, Eva já sentia a nojenta língua do Carlos lambendo ela desajeitadamente, longe de excitá-la, com a buceta dolorida do jeito que tava, cada passada era um tormento. No fim das contas, a culpa tinha sido dela, pensou, e considerou que o melhor jeito de humilhar os moleques era, se não gozar, pelo menos parecer que com o Carlos e o Rafa ela tava curtindo. Aqueles demônios de pivetes pelo menos iam pensar que o Carlos e o Rafa fodiam tão bem que conseguiam fazer ela gozar. Então começou a gemer e dar gritinhos de prazer assim que sentiu a pica do Carlos dentro dela. Começou a acariciar a careca dele e evitou mostrar o nojo que sentia ao tocar naqueles poucos cabelos também ensebados e na pressão dos 120 quilos que ele devia pesar. Mexia a cintura o mais rápido que aquele peso permitia e, assim que sentiu a gozada do Carlos, simulou um orgasmo.Mi novia...Ingenua o puta? 4Aí chegou a vez do Rafa, e a Eva, que gostava dele, decidiu imaginar que tava com o namorado. Rafa foi bem cuidadoso e começou percorrendo o corpo dela com beijinhos rápidos enquanto acariciava o cabelo dela. — Vamo lá, caralho, faltam quatro, mete a direta. — Po, eu já não aguento mais. — Calma, galera, fala o Alberto, que ainda tem sábado e domingo, a gente vai encher o saco de foder essa Promíscua. Rafa focou em lamber os peitos enquanto enfiava devagar um dedo na buceta da Eva e, pela primeira vez na noite toda, Eva não fingiu o orgasmo e tava doida pra que o Rafa metesse nela. Pra ela foi gostoso, ele penetrou devagar enquanto continuava lambendo os mamilos dela e, antes da penetração acabar, ela teve outro orgasmo forte. Decidiu que aqueles moleques não iam humilhar ela, iam foder ela, mas já que tinha que aguentar, ia tentar gozar ao máximo. Mesmo com a decisão de tentar aproveitar, o fim de semana foi longo pra ela, só saía da barraca pra se lavar no rio, e direto entravam na barraca um por um, ou vários de uma vez, e sempre que o Alberto comia ela ou ela tinha que chupar ele, o Carlos e o Rafa tinham que entrar na barraca e foder ela também.Mi novia...Ingenua o puta? 4No domingo à tarde, já nem lembrava quantas vezes tinha sido fodida, sete ou oito vezes cada um? Doíam todos os buracos dela, mas tinha que admitir que em vários momentos sentiu muito prazer, embora outros parecessem eternos. Nos poucos momentos em que não estavam fodendo ela, tinha que andar pelada pelo acampamento, e era raro o instante em que um ou outro não estava passando a mão na bunda dela ou beliscando um peito... Rafa e Carlos, na presença da Eva, pareciam tristes, mas sem a Eva estavam adorando o resultado do plano deles, se cagando de rir que a Eva achava que ela estava transando com menores de idade.Mi novia...Ingenua o puta? 4No caminho de volta no carro, Carlos, Rafa e Eva quase não falaram, e quando já deixavam Carlos em casa, ele quebrou o silêncio. — Foi duro, mas nos livramos da denúncia daqueles delinquentes. Até mais — disse fechando a porta do carro. — Eva, tô muito triste por você, me sinto tão culpado por ter te trazido no fim de semana — falou Rafa sem conseguir olhar na cara dela. — Sei que nunca mais vai querer me ver na vida… sinto muito de verdade. Eva ficou emocionada, não achava que era culpa dele, mas sim dela por ser tão confiante e medrosa. — Não foi culpa de ninguém, no máximo dos moleques, mas vamos ver o lado positivo: demos uma boa educação sexual pra eles. — Ah, Eva, você é maravilhosa, nunca perde essa alegria de viver. Mas me sinto tão culpado e quero te compensar, e vou fazer isso, já vai ver. (Rafa já tinha uma nova ideia pra continuar comendo Eva) Chegaram na casa de Eva e encontraram comigo, que tava descendo o lixo. — Oi, amor — disse Eva me abraçando —, te apresento o Rafa. — Rafa… te apresento meu namorado, de quem tanto falei. — Prazer em te conhecer — disse ele estendendo a mão pra mim. Aí conheci o Rafa, de quem só sabia que era o amigo da minha namorada, e eu ainda não fazia ideia nem do que tinha rolado nem do que ia rolar nos meses seguintes, quando Rafa virou um dos nossos melhores amigos… maldito o dia em que ela o conheceu. — Bom, Eva, vou nessa, te ligo amanhã e a gente comenta, tô doido pra chegar em casa — pra ver as fotos e os vídeos que tiramos de você nesse fim de semana e você nem percebeu, ingênua, pensou Rafa, mas claro que não disse —, tô cansado. E Eva e eu fomos pra nossa casa. — Amor, cê tá mal? Aconteceu alguma coisa? — Tô dolorida, esses caras me deram uma canseira… subimos um monte de montanhas. — Vai voltar com eles? — Não, acho que não, na real… Valeu pelos comentários, sabendo que alguém se interessa, continuo a história.

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