Bom, vou contar pra vocês que sobre aquela noite na garagem da minha casa com Carlos, meu marido não suspeitou de nada, absolutamente nada, felizmente. E como eu tinha dito, Carlos me convidou pra dançar numa balada na sexta. Na sexta à tarde, meu marido viajou pra levar cereal pra Buenos Aires. Depois que ele foi embora, entrei online pra ver se encontrava Carlos e, pra minha infelicidade, ele não estava. Mandei uma mensagem no celular dele, dando um oi e perguntando se o convite ainda estava de pé. Ele disse que sim, e eu perguntei pra qual balada ele me levaria. Ele falou uma que eu conhecia só de nome, e pelo que tinha ouvido falar era uma bailão.
Aí a Sofia, minha melhor amiga, me ligou. Com tudo que estava acontecendo ultimamente, eu não tinha visto ela. A gente se perguntou como estava e essas coisas, e quando contei que meu marido tinha viajado fazia pouco, ela sugeriu de sair pra tomar alguma coisa. Eu disse que não podia, e ela perguntou por quê, o que eu tinha pra fazer. Entre minha dúvida e meu silêncio, ela desconfiou que tinha alguma coisa. Me disse pra contar, e eu falei pra ela vir tomar uns mates em casa que eu contava. Ela disse que em 15 minutos estaria aqui e desligou. Eu saí da internet e fui colocar a chaleira pra esperar ela. Pouco depois, a Sofia chegou com uns doces e a gente sentou pra tomar mate. A Sofia é amiga há mais de 15 anos, tem 38 anos e é separada há pouco mais de 2 anos. É loira e tem um filho de 10 anos chamado Tiago. Mora perto de casa com o filho.Antes de mais nada, me conta o que você tem que fazer essa noite, sua doida, esse mistério tá me deixando nervosa hahaela me disse.Conheci alguém –eu disse.Como é? – mepergunto surpresa.Pô, vacilona, tô saindo com alguém –eu disse.Para, para. Como assim? –ela me disse.Se faz umas semanas conheci alguém num chat e bem –eu disse.Mas o Esteban não sabe de nada disso, né?me pergunto (Esteban é meu marido).Não, de jeito nenhum, senão ela me mata – eu disse.Kkkk Que filha da puta que você é, burrona, e me conta dele –ela me disse.Ele se chama Carlos, tem 21 anos –eu disse.21 anos? –Eu me pergunto, surpresa.Sim, 21 –eu disse.Kkkk Que rouba berço você é –ela me disse.E aí, onde você mora?ele me perguntou.Mora no Alberdi –eu falei (Alberdi é um bairro de Rosário).
E como ele é?ele me perguntou.Não é nenhum galã, muito pelo contrário, é bem gordinho, moreno, e é um pouco mais alto que eu –eu disse.Boluda, você me deixa gelada –ela me disse.E se eu já sei que é uma loucura, mas te juro que esse cara me dá um tesão –eu disse.Não vai estar se apaixonando, né?ele me perguntou.Não, nada a ver, é outra coisa –eu disse.No sexo? –ele me perguntou.É, o assunto é mais ou menos por aí mesmo –eu disse.Nunca me contou que você e Carlos não se davam bem na cama –ela me disse.E essas coisas aí dão uma vergonha, boba, sabe, as viagens dela, e quando a gente tá junto parece que não é a mesma coisa de antes –eu disse.
Mas olha só, eu ainda quero o Esteban como no primeiro dia, por isso te falo que é só uma questão de cama mesmo –eu disse.Carlos é tão dotado assim?pergunto-me, rindo.Hahaha É um pouco de tudo, ele é bom na cama, não posso negar, além de ser jovem, pura energia –eu disse.E quantas vezes vocês já se viram?ele me perguntou.E 3 vezes, a primeira vez ele me chamou pra tomar um drink no Augustus, depois me convidou pra uma festa de um amigo e acabamos indo pra casa dele até o outro dia, e a última vez foi aqui em casa, com o Esteban dormindo –eu disse (Augustus é o bar onde eu e o Carlos nos conhecemos).O quê?Eu me pergunto, surpresa.Sim, na quarta à noite ele me mandou uma mensagem no celular dizendo que queria me ver, e eu já estava deitada pra dormir, falei pra ele não fazer essa loucura mas mesmo assim ele veio –eu disse.E como você fez?ele me perguntou.E fomos para a garagem –eu disse.Kkkk, não acredito, sua doida –ela me disse.E quando você transou com ele pela primeira vez?ele me perguntou.
E naquela mesma tarde que conheci ele, saímos do bar e fomos para um hotel –eu disse.Vejo que não fez muita cerimônia, safada hahahaela me disse.Me deixa bem surpresa, gata, e essa noite onde te convido –ela me disse.Me chama pra dançar –eu disse.Boluda, por que você não vem com a gente?eu disse.Não, boluda, o que eu vou fazer aí no meio de vocês –ela me disse.Vai lá, Sofi, eu falo pro Carlos levar um amigo e pronto.eu disse.
Um amigo? Tá doida, guria –ela me disse.Mas não é pra rolar nada, a gente se diverte um pouco e pronto, não tô falando que você vai terminar a noite na cama com o amigo hahahaeu disse.
Kkkk Pois é, vacilona, mas sei láela me disse.Vai, não seja burra –eu disse.Tá bom então –ele me disse. Na hora mandei uma mensagem pro Carlos dizendo que tinha uma amiga que queria sair hoje à noite e não queria deixá-la na mão, que se ele podia levar um amigo, ele respondeu que sim, que não tinha drama.Pronto, gostosa, já tá tudo resolvido –eu disse.Como você vai lidar com o Tiago?eu perguntei.Falo pra minha velha ficar em casa hoje à noite –ela me disse.Continuamos tomando mate e contando nossas coisas, e quando olhei no relógio já eram 7 da noite, tinha que ir ao mercado comprar algumas coisas.Ei, gata, preciso ir no mercado. Me acompanha?eu disse.Pode crer, não tenho nada pra fazer –ela me disse.Saímos de casa de carro e fomos comprar algumas coisas que estavam faltando pra minha casa, e vinhos espumantes e champanhe pra hoje à noite.Boluda, pra que tanto álcool?ele me perguntou.E hoje a gente faz a prévia em casa, gata –eu disse.Saímos do supermercado e fomos para casa, arrumei as coisas que tinha comprado e as garrafas na geladeira.Ei, gata, o que você vai vestir hoje à noite?eu disse.Não sei, qualquer coisa –ela me disse.Nada de qualquer coisa, agora eu termino de arrumar aqui e vamos ao centro comprar algo pra você.eu disse.Você tá doida, gostosa –ela me disse.Não, mas com essas roupas que você sempre usa não deixa nada para a imaginação kkkeu disse.Mas eu tô de boa assim, não preciso de nada não.ela me disse.Boluda, já faz mais de 2 anos que você tá separada, não ficou com ninguém, tem que fazer a sua, Tiago já é grandinho –eu disse.
Sim, mas não é por aí, sei lá.ela me disse.Não é pra casar também, você é jovem e tem que curtir a vida, boba –eu disse.Não sei, além disso não trouxe nenhum dinheiro –ela me disse.E eu te pedi dinheiro, idiota? Vai ser um presente meu –eu disse.Terminei de arrumar as coisas e fomos pro centro, entramos numa loja de roupas e falei pra ela dar uma olhada se achava algo que gostasse enquanto eu procurava vestidos. Vi que ela tava olhando calças e essas coisas, achei um vestido perfeito pra ela e levei pra ela provar.Olha só, mané, isso aqui é pra você, experimenta –eu disse.Você acha que eu vou botar essa merda?ela me disse.Vai lá, mané, já conversamos sobre isso, vai ficar perfeito em você, vai lá experimentar.eu disse.Com uma cara de mal gosto, ele pegou o vestido e disse para a moça que atendia a loja que iria experimentá-lo. Foi até o provador enquanto eu continuava olhando as roupas. O vestido que ele ia experimentar era branco com listras pretas verticais, decotado e curtinho. Vi que ele espiou a cabeça pelo provador e me fez sinais com a mão. Fui e entrei. O vestido ficou justinho nele.Pareço uma zebra com essa porra.ela me disse.Kkkk Ficou muito gostosa, vagabunda, tô adorando –eu disse.Você tá mais doida que o normal, hein?ela me disse.Vamos levar ele, troca de roupa e vaza!eu disse.Paguei o vestido com o cartão e saímos do local, entramos no carro e ele me disse para levá-la até a casa dela.Boluda, você pagou o vestido com o cartão? O que você vai dizer pro Esteban?ela me disse.Seu aniversário tá chegando, gostosa, vou dizer que é um presente adiantado –eu disse.Que filha da puta você é, já tem tudo planejado, é rápida pra mentir –ela me disse.Kkkk E eu sou mulher, besta, a gente mente bem, não igual a eles kkkkeu disse.Kkkkk –ri.E aí, volta pra casa lá pelas 9, assim a gente come alguma coisa e toma umas antes –eu disse.Tá bom, mas leva o vestido pra sua casa, eu me troco lá, não quero sair de casa vestida assim, senão minha mãe vai surtar.ela me disse.
Beleza –eu disse.Deixei ela na casa dela e fui para a minha. Quando cheguei, já eram 20h30. Passei para tomar um banho rápido e, quando saí do banho, fiquei pensando no que ia vestir naquela noite. Escolhi um vestido marrom curto e uns salto agulha brancos com preto. Deixei a roupa em cima da cama e coloquei um short e uma camiseta, sandálias, e fiquei esperando a Sofia chegar.
Pouco depois ela chegou e pedimos uma pizza. Ela foi comprar duas cervejas no barzinho e comemos a pizza enquanto conversávamos sobre assuntos de mulher. Terminamos de comer e fomos nos trocar. Com maquiagem e com uns saltos pretos que eu emprestei para ela, ela estava parecendo uma deusa. Ela ainda não estava totalmente convencida, mas já era tarde para se arrepender. Peguei um espumante da geladeira e começamos a beber.Bom, vamos brindar, sua gostosa –eu disse.E por que a gente brinda?perguntou.Para a gente arrasar essa noite hahaha –eu disse.Vai nessa, contanto que a gente não acabe toda quebrada hahahaela disse.Já tá tarde pra mim hahaha –eu disse.Kkkkk –ri.E aí, qual é o nome do amigo do Carlos?ele me perguntou.Mmmm, você me matou, acho que Diego –eu disse.Você é uma doida varrida, nem o nome sabe –ela me disse.Vi ele só uma vez, naquela festa –eu disse.E como ele é?ele me perguntou.E deve ter a mesma idade do Carlos, talvez um pouco menos ou um pouco mais, é moreninho e magro, um cara comum, digamos –eu disse.Já tá começando a gostar da ideia, né, doida kkkkeu disse.Não, gostosa, é só pra saber mesmo.ela me disse.Tomamos dois espumantes, tiramos algumas fotos rindo de besteiras, o álcool já tinha feito algum efeito, e aí o Carlos me manda uma mensagem, pra passar na casa dele às 2. Fomos ao banheiro e saímos de casa, passamos pra buscar o Carlos e ele saiu de casa entrando no meu carro. Cumprimentou a Sofia informalmente, já que por estar dentro do carro não podiam se beijar. Perguntei pelo amigo dele e ele disse que nos esperaria na balada. Perguntei se o nome era Diego e ele disse que sim. Chegamos na balada e lá apresentei a Sofia e o Carlos como devia ser. Entramos na balada de mãos dadas com o Carlos e a Sofia ao meu lado. Fomos ao bar pra pedir algo pra beber e o Carlos foi ver se encontrava o Diego. Perguntei à Sofia o que ela achava do Carlos e ela disse que achou ele simpático. Pedimos vodka com energético e começamos a dançar entre nós perto do bar. Alguns caras se aproximaram pra nos chamar pra dançar e obviamente recusamos. E aí vejo o Carlos se aproximando com o Diego, que por sinal nos olhou de cima a baixo, as duas. Nos apresentamos e eles vinham com uns copos de fernet.
Percebi que o Diego era bem extrovertido porque logo em seguida ele começou a conversar com a Sofia. Devido à música e ao barulho, obviamente não ouvia o que eles falavam, ou o que o Diego falava no ouvido da Sofia, porque via que a Sofia só balançava a cabeça dizendo sim ou não. O Carlos passou um braço por trás de mim me abraçando pela cintura e nos beijamos, primeiro com os lábios pra depois ir saboreando nossas línguas. Passei meus braços pelo pescoço dele com o copo na mão e nos beijamos por um bom tempo, como um sinal dos dias que tinham passado sem nos vermos. Ele, por sua vez, passou seus braços pela minha cintura e nos aproximamos com nossos corpos.Tava com saudade dos seus beijos, safadinho.eu disse, olhando nos olhos dele e passando meu polegar pelos lábios dele para tirar o resto de saliva.Eu também, Su –ela me disse.Você gostou do que rolou na quarta?ela me disse.Sim, adorei, cada vez você me trata melhor –eu disse.Também gostei de te comer na sua casa enquanto seu marido dormia, me deu muito tesão.ela me disse.Você é um depravado lindo, eu tava com vontade de te matar quando abri a porta –eu disse.Kkkk Mas esse depravado você gosta, né?ela me disse.Claro –eu disse.E aí, onde você tava que chegou todo bebum?eu perguntei.Eu tava bebendo com o Diego em casa e apostei que era capaz de vir na sua casa e te comer com seu marido na sua casa –ela me disse.Que safados vocês são, abusam de mim hahaha –eu disse.E você deixa mesmo, né? kkkkela me disse.Com você tudo, você já sabe –eu disse enquanto o beijava novamente com paixão.Vamos dançar –ela me disse.Vai lá, já falo pra Sofi –eu disse.Boluda, vamos dançar –eu sussurrei no ouvido dela enquanto Carlos falava com o Diego.Vai –ela me disse.Fomos pra pista e começamos a dançar. Do nosso lado, Sofia e Diego também estavam dançando. Começaram a tocar reggaeton e Carlos passou um braço por trás de mim, me agarrando pela cintura e me puxando pra perto dele. Ele colocou uma das pernas entre as minhas e eu passei meu braço por trás do corpo dele, segurando na cintura dele também. Começamos a dançar, uma dança bem quente. Como a pista estava lotada, eu não estava nem aí pro tipo de dança que estávamos fazendo. Enquanto nos devorávamos de beijos, nossos corpos se deixavam levar pela música. Eu esfregava minha pelvis contra a perna dele e, de vez em quando, jogava minha cabeça pra trás enquanto Carlos beijava meu pescoço. A dança estava começando a me esquentar, ainda mais com o calor do ambiente. De vez em quando, eu olhava pra Sofia e Diego – eles mal se mexiam, mas Diego não parava de falar no ouvido dela. Sofia já parecia mais solta e ria de algumas coisas que ele dizia.
Passei meus braços pelo pescoço de Carlos e devorei sua boca, dando mordidinhas nos lábios dele com meus dentes. Aquela dança estava me excitando. O atrito da minha pelvis contra a perna dele estava me levando ao céu. Nos beijávamos como desesperados no meio da pista, enquanto ele me apertava mais contra o corpo dele. Eu agarrava a nuca dele com minha mão pra devorar melhor sua boca. O calor estava cada vez mais sufocante e a gente não tinha nada pra beber. Me afastei da boca de Carlos e disse que estava com muito calor – por causa dele e do calor da balada. Ele disse o mesmo e sugeriu irmos até o bar comprar alguma coisa. Olhei pra Sofia e fiz sinal de ir pro bar. Saímos da pista de mãos dadas com Carlos, e eles foram atrás da gente.
Enquanto esperávamos no bar pra sermos atendidos, Carlos ficou atrás de mim me segurando pela cintura, porque tinha pouco espaço no bar – estava lotado. Pedi 4 fernets e Carlos falou no meu ouvido.Olha a sua amiga –ela me disse.Quando me virei e olhei para a Sofia, não pude acreditar. Eles estavam se beijando, ela com os braços em volta do pescoço dele e ele segurando sua cintura. Dava pra ver claramente as línguas se enrolando dentro das bocas. Naquela hora, a bebida chegou e fiquei com dois copos, enquanto o Carlos pegou outros dois. A gente não queria atrapalhar enquanto eles faziam as deles. Não conseguia parar de olhar para a Sofia e o Diego. Nunca imaginei que a Sofia cederia tão fácil, conhecendo ela, mas algo no Diego devia ter impressionado ela.Agora eu entendo por que ela é sua amiga –Carlos me disse.Kkkk Que idiota você é, juro que nunca imaginei isso –eu disse.Por quê? –ele me perguntou.Porque a Sofia é discreta, a gente já saiu bastante com ela e ela nunca topou nem dançar depois da separação –eu disse.Ah, é separada, talvez ela carregue por dentro a mesma coisa que você –ela me disse.Kkkk E talvez, sei lá –eu disse.Seja o que for, hoje à noite ela vai levar rola –ela me disse.Não sei se a Sofi consegue chegar tão longe –eu disse.Porque você não conhece o Diego –ela me disse.E o que o Diego tem?eu perguntei.Ele tem um papo muito bom, mulher que conhece, mulher que ele come, comeu até a irmã, então já pode imaginar –ela me disse.Como assim? Na irmã?perguntei, surpresa.Sim, viu a mina que você brigou na festa? Pois é, essa é a irmã –ela me disse.Você me deixa gelada. Mas isso é consentido?eu perguntei.Sim, e mais, ela tá atrás dele pra transar, e além dele ter me contado, eu mesmo confirmei –ela me disse.E como você verificou?eu perguntei.Ano passado a gente tava fumando nós três e deu ideia de menage, mas no final eu não consegui fazer nada, a mina não aguentou a minha pica –ela me disse.O trio não aguentou?eu perguntei.Não, pra mim, eu enfiei só a ponta e ela gritava como uma condenada, no final não consegui comer ela.ela me disse.Kkkk Eu já sabia que essa mina não tinha estômago –eu disse.Não ria muito, que pra você também foi difícil –ela me disse.Sim, mas lembra da última vez que estivemos juntos? Aguentei ou não?eu disse.Kkkk É, você aguentou ela todinha, Su –ela me disse.Te peço que não fale nada pra Sofia sobre a irmã do Diego, senão eu acabo estragando o papo dele –ela me disse.Sem problema, não vou contar nada pra ele –eu disse.Naquele momento, olhei para Sofia e Diego e eles tinham parado de se beijar para continuar cochichando coisas no ouvido um do outro, os dois bem sorridentes. Sofia me olhou e, agarrando a mão de Diego, se aproximou da gente.Vocês não vão oferecer não?ela disse sorrindo.É que a gente via vocês tão ocupados que não quisemos incomodar.eu disse.Os dois estavam rindo e eu dei um copo para a Sofia enquanto o Carlos deu o copo para o Diego. Eu continuava de mãos dadas com o Carlos e, quando olhei para o lado, vi algo que me deixou gelada e quase fez meu coração sair pela boca. Vi a Karina, a melhor amiga da Florencia, minha filha mais velha. Instantaneamente soltei a mão do Carlos e ela veio na minha direção, me cumprimentou, e eu instintivamente toquei no braço da Sofia. A Karina conhecia a Sofia.Como você tá, Susana?Karina me disse.E aí, Kari? E você?eu disse.Poxa, que surpresa te ver aqui –ela me disse.Sim, é que eu vim com a Sofia e uns amigos dela –eu disse.Ah, tá bom –ela me disse.Beleza, Susy, continua se divertindo aí –ela me disse.Valeu, Kari, você também –eu disse.Pela cara da Karina e pelo jeito que ela tava nos encarando, eu sabia que alguma coisa tava errada, ou que ela tava desconfiada. Naquele momento eu travei, não dava mais pra ficar naquele lugar. Nem eu nem o Carlos iam se divertir ali.Carlos, essa é amiga da minha filha mais velha –eu disse.Ah, ele te falou alguma coisa?ela me disse.Não, mas a gostosa não é burra, do jeito que ela tava olhando, acho que ela viu ou desconfiou de alguma coisa –eu disse.E aí, o que a gente faz?he told me.Olha, eu não quero ficar assim porque a gente não vai se divertir, nem você nem eu.eu disse.Sim, você tem razão –ela me disse.Vamos pra outro lugar –eu disse.Se dale melhor –ela me disse.Falei pra Sofia que a gente ia embora com o Carlos e perguntei se ela ia ficar ou vir com a gente, e eles decidiram vir também. Saímos da balada e entramos no carro. Eram 3:30 da madrugada e decidimos vir pra casa tomar alguma coisa, em vez de ir pra outra balada. No caminho de volta, eu via pelo retrovisor a Sofia e o Diego se esfregando de beijo. O Carlos e eu trocávamos olhares e ríamos daquele mela-cueca deles. Chegamos em casa e os caras ficaram na sala, enquanto eu e a Sofia fomos pra cozinha pegar o champanhe pra beber.Boluda, é a primeira vez que te vejo assim com alguém –eu falei.
Kkkk E o cara tem um papo bom, além de não ser nada mal não kkkkela me disse.Pô, eu percebi sim, quase comeu a boca da mina quando foi beijar kkkkeu disse.Você não tem ideia de como essa gostosa beija, o cara me mata de tesão –ela me disse.Kkkk Pois é, mané, tá aí o quarto de qualquer uma das minhas filhas, então quando quiser é só ir lá.eu disse.Não, não sei, sua buceta. Tá achando?ela me disse.Seu buceta, quem vai te falar alguma coisa?eu disse.Ninguém –ela me disse.Então vai fundo, nem pensa duas vezes –eu disse.Fomos para a sala com o champanhe e as taças, e eu me sentei ao lado do Carlos, enquanto a Sofia se sentou em outra poltrona perto do Diego.Por que demoraram tanto?pergunta Carlos.Coisas de mulher –eu disse.Com certeza estavam tramando alguma coisa –disse Diego.Parece que o garoto entende de mulher, hein? Su hahahadisse a Sofia.
Parece que não é tão novinho assim, hein kkkkeu disse.Continuamos bebendo e rindo, e já dava pra ver que o álcool estava pegando nos quatro. Quando o champanhe acabou, fui pegar outro na geladeira e, quando voltei, dessa vez sentei no colo do Carlos. Enquanto o Diego servia as taças, eu beijava o Carlos e ele correspondia aos meus beijos.Vocês podem esperar um pouquinho, eu –disse Diego.Kkkk Você é pouco cavalheiro, Diego, devia pedir pra Sofia descansar na sua perna também kkkkeu disse.Não precisa pedir, pode vir sozinha –disse Diego, olhando para Sofia.Sofia se levantou e sentou no colo dele, começando a se beijar como tinham feito na boate e no carro. Eles devoravam as bocas com muita paixão, enquanto Carlos e eu observávamos como aqueles dois se desejavam. Com Carlos, a gente se beijava e tomava nossas taças de champanhe, enquanto os outros dois não paravam de se beijar, e a mão de Diego já acariciava a perna de Sofia, que deixava rolar sem nenhum problema. Em um momento, Sofia sussurrou algo no ouvido de Diego e eles se levantaram. Segurando a mão dele, Sofia começou a caminhada que eu sabia onde ia terminar: em um dos quartos das minhas filhas. Diego perguntou se podia levar a garrafa de champanhe, e dissemos que sim — eu tinha outra na geladeira. Eles trocaram um toca aqui entre Diego e Carlos, como celebrando a conquista de Diego, e foram em direção ao quarto.Eu te disse que ia acabar comendo ela.Carlos me disse.Sim, é verdade, ainda bem que não apostei nada hahahaeu falei.
E agora, o que a gente faz?ela me disse.Agora eu quero que você me coma como você sabe, bem comidinha –eu disse, beijando e mordendo sua boca.Carlos começou a me beijar com paixão e sem controle, e eu respondia aos seus beijos de língua. Me levantei um pouco e sentei de pernas abertas no colo dele, enquanto com uma das mãos agarrei sua nuca enquanto nos devorávamos em beijos. Ele acariciava minhas costas e puxava meu vestido até a cintura, apertando minha bunda com força enquanto nossas bocas se fundiam. Dava pra ouvir nossa respiração cada vez mais ofegante e alguns gemidos abafados meus ao sentir suas mãos apertando minhas nádegas. Ele jogava a cabeça para trás e eu lambia sua boca com minha língua. Ele colocava a língua pra fora e eu a chupava e sugava como se fosse o pau dele, percebendo que isso o deixava com mais tesão e repetia. Descia para o pescoço dele, lambendo e chupando, enquanto ele não parava de apertar minha bunda e respirar cada vez mais rápido.Mmm, filha da puta, como você me deixa excitadoele me dizia. Dei pequenas mordidinhas com meus dentes no pescoço dele enquanto movia minha pélvis para frente e para trás, esfregando minha buceta na calça dele. Desabotoei a camisa enquanto o beijava e enfiei minha língua para brincar com a dele, antes de unir nossas bocas novamente em um beijo apaixonado. Fui descendo pelo pescoço dele com minha língua, toquei seu peito com as mãos e senti sua respiração acelerar. Desci com minha boca até seu peito, beijando-o e fazendo círculos com minha língua em seus mamilos. Olhei para ele e ele apenas jogou a cabeça para trás, olhando para o teto, aproveitando o que eu estava fazendo. Fui descendo e me ajoelhei no chão. Desabotoei o cinto sem parar de olhar para ele. Rapidamente, ele estava com as calças nos tornozelos. Tirei os sapatos e o jeans, deixando-o apenas de cueca, que já marcava bem o volume do pau dele. Acariciei com minha mão, apertando-o, sem parar de olhar. Aproximei minha boca e senti em meu nariz aquele cheiro delicioso de pau que tanto adoro. Com minhas mãos, fui puxando a cueca até tirá-la. Admirei aquele pau mais uma vez, segurando-o com minha mão e sentindo o quanto estava quente, e como as veias estavam saltadas. Aproximei meu nariz para cheirá-lo por inteiro, cheirar suas bolas, esfregar meu nariz nelas. Abri minha boca e dei uma chupada molhada em suas bolas, vendo como a saliva ficava nelas. Lambi-as, olhando em seus olhos. Seu olhar era de satisfação; ele estava adorando. Comecei a acelerar o ritmo das lambidas: lambia uma bola, depois a outra. Coloquei uma bola na minha boca e chupei. Ele arqueou no sofá – deve ter sentido um pouco de dor. Coloquei a outra bola na boca e chupei. Passei minha língua desde a base até a ponta de seu pau. Da cabeça já saía aquele líquido pré-gozo. Lambi, fazendo círculos com minha língua, saboreando.Que suquinho gostoso você tem, cara –eu disse.É todo seu, gostosa, aproveita.ela me disse.Mmmmm como eu adoro seu pau, me deixa louca –eu disse enquanto lambia a ponta dele.Chupa tudo, puta, vai –ela me disse.Agarrei o pau dele com a mão e comecei a enfiar na minha boca, metendo um pouco e tirando, quando enfiava na boca lambia por dentro com a língua, fazia círculos dentro da boca com a língua, olhando nos olhos dele. Ele colocou uma mão na minha cabeça e me pressionava contra o pau dele, cada vez enfiando mais fundo na boca, e o vai e vem da minha cabeça ficava cada vez mais forte, a mão dele me ajudava a engolir ainda mais. Tirava da boca e dava chupadas na cabeça fazendo ele gemer, masturbava com a mão enquanto descia mais e começava a passar a língua entre as bolas e o cu, com ele me ajudando a abrir mais as pernas. Lambia o suor que tinha entre as pernas, botava a língua bem pra fora e percorria toda aquela área até as bolas, pra voltar pro pau e enfiar o máximo que podia na boca, até sentir na garganta, subia e descia a cabeça até sentir o pau bater e abrir minha garganta.
A respiração e os gemidos abafados dele ficavam cada vez mais evidentes e fortes.Ah, puta, você vai me fazer gozar –ela me disse.Mmmmm me dá seu leite, goza na sua putinha, cara –eu disse enquanto lambia o pau dele e não parava de masturbá-lo.
Acelerei ainda mais a velocidade da minha mão enquanto os gemidos da sua boca ficavam cada vez mais altos, ele estava quase gozando, peguei um copo e continuei masturbando até que seu corpo começou a ficar tenso, coloquei o copo na ponta do pau dele e jatos potentes de porra começaram a sair, contei 8 jatos abundantes que encheram quase até a metade do copo, ele reclamava da gozada enquanto a cabeça estava jogada para trás, apertei o pau para tirar até a última gota, caindo sobre o copo, quando ele me olhou levantei o copo e olhando nos seus olhos comecei a beber sua porra do copo, até virar ele todo, saboreando aquela porra gostosa, quente, de sabor doce.Que porra gostosa você tem, cara –eu disse enquanto com meu dedo indicador tirava restos de porra de dentro da taça e chupava meu dedo.Que puta gostosa você é, me deixa loucoela me disse.Seu cara, sua puta –eu disse enquanto agarrava o pau dele e dava uma chupada na ponta para deixar tudo limpinho.Quando deixei o pau dele limpinho, me levantei e tirei o vestido, olhando bem nos olhos dele.Deixa os salto postos –ela me disse.I squatted with my legs spread to suck his cock and get it hard again, spending a couple of minutes until it was once more stiff as a mast. I stood up and knelt on the sofa with him beneath me, guiding the tip of his cock into my pussy with my hand and slowly lowering myself down. So wet was I that the tip slid in easily, and I began to move slowly while kissing his neck. He grabbed my ass, trying to guide the motion of my body, making it lighter, until his hands settled on my shoulders, forcing me down suddenly and burying his cock to the hilt.Aaaaaahhhhhhhhhhhhhhhh que filho da puta que você é!!eu gritei com ela.That's it slut, move it, come on, you've got it all inside you –ela me disse.Mmmmmmmmmmm ah ah ah ah que pau que você tem, cara, me mata!eu disse entre gemidos. Senti como o pau dele me abria bem a buceta, estava me partindo ao meio e eu estava adorando, a dor era pouca e o prazer era imenso, era eu quem ditava o ritmo da foda, ouvia o barulho das minhas nádegas batendo nas coxas dele, comecei a beijá-lo, devorando sua boca enquanto ele apertava minha bunda, ele dava tapas na minha bunda para eu me mexer mais rápido, me joguei para trás e coloquei minhas mãos atrás da nuca sem parar de pular em cima do pau dele, a boca dele se ocupou em chupar meus peitos ao seu prazer, ele os lambia, os chupava, dava mordidinhas nos meus mamilos que doíam e me deixavam louca.Ah ah ah ah ah cara, você me deixa louca!!!gemia.Assim putinha, mexe essa bunda e engole todinha meu pau –dizia.Vai me fazer gozar, filho da puta.eu disse.Goza dentro dessa puta, vai –ela me disse.Naquele momento senti aquele fogo, tantas vezes sentido, que desceu com uma velocidade enorme, me fazendo arquear e gritar como uma louca. O primeiro orgasmo da noite tinha chegado, e eu não parava de me mexer, queria mais. Encostei minha cabeça no ombro dele, tentando me recuperar do orgasmo, enquanto ele agarrava minha bunda e continuava se movendo sem perder o ritmo. Ele ia pra cima e pra baixo, me penetrando até o fundo a cada investida. Quando me recuperei, coloquei minhas mãos nos ombros dele e voltei a assumir o controle da foda, descendo e subindo de uma vez, enfiando o pau dele até o útero. Eu sentia ele bater no fundo e sair.Assim putinha, mete tudo, continua assim gostosa –ela me dizia.Mmmmmm ahhhhhhhhhhgssss mmmmmmmmm como eu gosto de você, cara –ela dizia.Eu seguro o seu pescoço enquanto retomo o ritmo da foda, subindo e descendo. Ele me olhava com ódio, e a sua metida era selvagem, como se quisesse me matar com o pau dele. Ele me dava com força e eu não parava de gemer, estava me matando de prazer.Quem é o seu putinho?me pergunto sem soltar seu pescoço.
Mmmmmmmmmmm, você, cara, você é meu macho foda!eu gritei com ela.
Assim que eu gosto, putinha, goza no meu pau. O corno te fode assim, gostosa?ela me disse.Agggggghhhhhhhssssssssss não, cara, você é o único que me fodeu assim na minha vida mmmmmm ah ahh ahhhh gozeiiiiii –gritei.Acabei como uma puta e o estranho foi que aquele orgasmo veio super rápido, nem senti chegando, como se as palavras dele tivessem me levado direto ao clímax. Caí rendida no peito dele, sem ar, com o corpo todo tremendo. Abria a boca procurando ar e meu coração batia forte no peito, tudo misturado com gemidos. Senti ele me levantando e me agarrei no pescoço dele, o pau dele saiu da minha buceta e senti meu fluxo misturado com urina escorrendo no chão. Com a cabeça apoiada no ombro dele, vi que ele estava me carregando pelo corredor, provavelmente me levando pro meu quarto. Quando passamos pelo quarto da minha filha, dava pra ouvir os gemidos do Diego e da Sofia.Escuta como sua amiguinha goza hahaha –Carlos me disse.Quando chegamos ao meu quarto, ele me jogou na cama e abriu minhas pernas, se jogou em cima de mim e me penetrou até o fundo de uma só vez. Ele jogou todo o corpo sobre o meu e eu o abracei com minhas pernas. A cada bombada, meus saltos batiam na bunda dele. Ele estava me comendo de um jeito selvagem e parecia que não ia parar até gozar. Eu já estava adormecida, cansada, mas não parava de sentir o pau dele entrando e saindo da minha buceta. Ele tirava até mais da metade e voltava a enfiar, respirando e gemendo no meu ouvido. Eu apertava minhas unhas nas costas dele e jogava a cabeça para trás.Que bom que você me come, cara, não para mmmmm ahhhhhhgsssssss ahhhhh ahhhhhhhhh –Eu gemeu.Vou encher sua buceta de porra, sua vadia.ela sussurrava no meu ouvido.
Enche minha buceta, cara, enche minha buceta de porra, quero sentir ela mmmmm assim mais mais mais não para!eu gritei com ela.Ahhh ahhh ahhh vou te encher de merda, sua puta –ela me disse.Ele continuou perfurando minha buceta com seu pau por alguns minutos até que seus gemidos se transformaram em gritos de prazer e, enquanto seu corpo se tensionava, senti sua porra quente bater e preencher as paredes da minha vagina, me enchendo aos poucos, sentia sua temperatura perfeitamente dentro da minha buceta. Naquele momento, os músculos da minha buceta se contraíram e um novo orgasmo me invadiu, fechei os olhos e senti tudo girar, gemei, meu corpo queria se tensionar mas não conseguia pelo peso do corpo dele, minhas pernas amoleceram e quando abri os olhos via tudo embaçado, meus olhos se encheram de lágrimas e comecei a chorar como uma menina, o orgasmo ainda não cessava, me invadia, e além do prazer estava me causando emoção. Ele gozou dentro de mim e ficou deitado ao meu lado, eu me contorcia na cama enquanto gemia devido a tanto prazer e choramingava.Tá bem?me pergunto.Aiii sssim ahhh –consegui responder entre gemidos.Carlos se levantou e foi ao banheiro, eu me recuperava aos poucos e começava a ouvir os gemidos que vinham do quarto da minha filha, não conseguia acreditar que ainda estivessem transando. Carlos voltou e deitou na cama, acendeu um cigarro e eu tentei me levantar. Quando coloquei os pés no chão, minhas pernas fraquejaram, e caí de joelhos ao lado da cama. Carlos me olhava e não dizia nada, sabia que tudo aquilo era resultado da foda que ele tinha me dado. Com a ajuda da cama consegui me levantar, e tive dificuldade para andar por causa das pernas moles e dos saltos. Fui ao banheiro sentindo o gozo de Carlos escorrendo pelas minhas pernas, fiz xixi e sentei no bidê para me lavar. Quando terminei, me sequei e me olhei no espelho, e lá estava novamente aquela mesma cara de satisfeita, cansada, exausta de tanto prazer. Voltei para a cama e adormeci abraçada com Carlos.
Quando acordei, olhei o relógio e eram 2 da tarde. Ouvi barulhos na cozinha e me levantei, fui ao banheiro e, ao sair, fui até a cozinha. Era a Sofia que estava acordada tomando mate.Faz tempo que você acordou?eu perguntei.Não, faz uns 15 minutos mais ou menos –ela me disse.Boluda, tô acabada, tô toda dolorida –eu disse.Você não é a única otária, eu também tô toda dolorida –ela me disse.
E você ainda deu uma chupada, eu dormi e vocês continuaram –eu disse.Kkkk O cara é incansável mesmo, ele tirou tudo que eu tava guardandoela me disse.Eu percebi sim, olha o chupão que você tem, gostosa –eu disse, passando a mão pelo cabelo dela e olhando seu pescoço.Kkkk Só percebi agora quando me vi no espelho do banheiro –ela me disse.Putz, então a coisa foi selvagem mesmo, hein kkkkeu disse.E olha que você nem viu o pescoço dele hahahaela me disse.Eu coloquei os lençóis e o cobertor na máquina de lavar, você já deve imaginar que sujou tudo, e coloquei esse roupão da Flor –Ela me disse (Flor é minha filha).Beleza, gata, sem problema –eu disse.Beleza, vacilona, vou tomar um mate com meu guri hahaha –ela me disse.
Kkkk vai lá então, eu vou acordar o meu –eu disse.Voltei para a cama e me sentei de pernas abertas em cima dele, beijando seu rosto e pescoço inteiros até ele acordar.Bom dia, otário –eu disse.Bom dia, Su. Acordou com vontade?– ele me disseA verdade é que acordei exausta, mas com você eu quero a todo momento –eu disse.Continua…






Aí a Sofia, minha melhor amiga, me ligou. Com tudo que estava acontecendo ultimamente, eu não tinha visto ela. A gente se perguntou como estava e essas coisas, e quando contei que meu marido tinha viajado fazia pouco, ela sugeriu de sair pra tomar alguma coisa. Eu disse que não podia, e ela perguntou por quê, o que eu tinha pra fazer. Entre minha dúvida e meu silêncio, ela desconfiou que tinha alguma coisa. Me disse pra contar, e eu falei pra ela vir tomar uns mates em casa que eu contava. Ela disse que em 15 minutos estaria aqui e desligou. Eu saí da internet e fui colocar a chaleira pra esperar ela. Pouco depois, a Sofia chegou com uns doces e a gente sentou pra tomar mate. A Sofia é amiga há mais de 15 anos, tem 38 anos e é separada há pouco mais de 2 anos. É loira e tem um filho de 10 anos chamado Tiago. Mora perto de casa com o filho.Antes de mais nada, me conta o que você tem que fazer essa noite, sua doida, esse mistério tá me deixando nervosa hahaela me disse.Conheci alguém –eu disse.Como é? – mepergunto surpresa.Pô, vacilona, tô saindo com alguém –eu disse.Para, para. Como assim? –ela me disse.Se faz umas semanas conheci alguém num chat e bem –eu disse.Mas o Esteban não sabe de nada disso, né?me pergunto (Esteban é meu marido).Não, de jeito nenhum, senão ela me mata – eu disse.Kkkk Que filha da puta que você é, burrona, e me conta dele –ela me disse.Ele se chama Carlos, tem 21 anos –eu disse.21 anos? –Eu me pergunto, surpresa.Sim, 21 –eu disse.Kkkk Que rouba berço você é –ela me disse.E aí, onde você mora?ele me perguntou.Mora no Alberdi –eu falei (Alberdi é um bairro de Rosário).
E como ele é?ele me perguntou.Não é nenhum galã, muito pelo contrário, é bem gordinho, moreno, e é um pouco mais alto que eu –eu disse.Boluda, você me deixa gelada –ela me disse.E se eu já sei que é uma loucura, mas te juro que esse cara me dá um tesão –eu disse.Não vai estar se apaixonando, né?ele me perguntou.Não, nada a ver, é outra coisa –eu disse.No sexo? –ele me perguntou.É, o assunto é mais ou menos por aí mesmo –eu disse.Nunca me contou que você e Carlos não se davam bem na cama –ela me disse.E essas coisas aí dão uma vergonha, boba, sabe, as viagens dela, e quando a gente tá junto parece que não é a mesma coisa de antes –eu disse.
Mas olha só, eu ainda quero o Esteban como no primeiro dia, por isso te falo que é só uma questão de cama mesmo –eu disse.Carlos é tão dotado assim?pergunto-me, rindo.Hahaha É um pouco de tudo, ele é bom na cama, não posso negar, além de ser jovem, pura energia –eu disse.E quantas vezes vocês já se viram?ele me perguntou.E 3 vezes, a primeira vez ele me chamou pra tomar um drink no Augustus, depois me convidou pra uma festa de um amigo e acabamos indo pra casa dele até o outro dia, e a última vez foi aqui em casa, com o Esteban dormindo –eu disse (Augustus é o bar onde eu e o Carlos nos conhecemos).O quê?Eu me pergunto, surpresa.Sim, na quarta à noite ele me mandou uma mensagem no celular dizendo que queria me ver, e eu já estava deitada pra dormir, falei pra ele não fazer essa loucura mas mesmo assim ele veio –eu disse.E como você fez?ele me perguntou.E fomos para a garagem –eu disse.Kkkk, não acredito, sua doida –ela me disse.E quando você transou com ele pela primeira vez?ele me perguntou.
E naquela mesma tarde que conheci ele, saímos do bar e fomos para um hotel –eu disse.Vejo que não fez muita cerimônia, safada hahahaela me disse.Me deixa bem surpresa, gata, e essa noite onde te convido –ela me disse.Me chama pra dançar –eu disse.Boluda, por que você não vem com a gente?eu disse.Não, boluda, o que eu vou fazer aí no meio de vocês –ela me disse.Vai lá, Sofi, eu falo pro Carlos levar um amigo e pronto.eu disse.
Um amigo? Tá doida, guria –ela me disse.Mas não é pra rolar nada, a gente se diverte um pouco e pronto, não tô falando que você vai terminar a noite na cama com o amigo hahahaeu disse.
Kkkk Pois é, vacilona, mas sei láela me disse.Vai, não seja burra –eu disse.Tá bom então –ele me disse. Na hora mandei uma mensagem pro Carlos dizendo que tinha uma amiga que queria sair hoje à noite e não queria deixá-la na mão, que se ele podia levar um amigo, ele respondeu que sim, que não tinha drama.Pronto, gostosa, já tá tudo resolvido –eu disse.Como você vai lidar com o Tiago?eu perguntei.Falo pra minha velha ficar em casa hoje à noite –ela me disse.Continuamos tomando mate e contando nossas coisas, e quando olhei no relógio já eram 7 da noite, tinha que ir ao mercado comprar algumas coisas.Ei, gata, preciso ir no mercado. Me acompanha?eu disse.Pode crer, não tenho nada pra fazer –ela me disse.Saímos de casa de carro e fomos comprar algumas coisas que estavam faltando pra minha casa, e vinhos espumantes e champanhe pra hoje à noite.Boluda, pra que tanto álcool?ele me perguntou.E hoje a gente faz a prévia em casa, gata –eu disse.Saímos do supermercado e fomos para casa, arrumei as coisas que tinha comprado e as garrafas na geladeira.Ei, gata, o que você vai vestir hoje à noite?eu disse.Não sei, qualquer coisa –ela me disse.Nada de qualquer coisa, agora eu termino de arrumar aqui e vamos ao centro comprar algo pra você.eu disse.Você tá doida, gostosa –ela me disse.Não, mas com essas roupas que você sempre usa não deixa nada para a imaginação kkkeu disse.Mas eu tô de boa assim, não preciso de nada não.ela me disse.Boluda, já faz mais de 2 anos que você tá separada, não ficou com ninguém, tem que fazer a sua, Tiago já é grandinho –eu disse.
Sim, mas não é por aí, sei lá.ela me disse.Não é pra casar também, você é jovem e tem que curtir a vida, boba –eu disse.Não sei, além disso não trouxe nenhum dinheiro –ela me disse.E eu te pedi dinheiro, idiota? Vai ser um presente meu –eu disse.Terminei de arrumar as coisas e fomos pro centro, entramos numa loja de roupas e falei pra ela dar uma olhada se achava algo que gostasse enquanto eu procurava vestidos. Vi que ela tava olhando calças e essas coisas, achei um vestido perfeito pra ela e levei pra ela provar.Olha só, mané, isso aqui é pra você, experimenta –eu disse.Você acha que eu vou botar essa merda?ela me disse.Vai lá, mané, já conversamos sobre isso, vai ficar perfeito em você, vai lá experimentar.eu disse.Com uma cara de mal gosto, ele pegou o vestido e disse para a moça que atendia a loja que iria experimentá-lo. Foi até o provador enquanto eu continuava olhando as roupas. O vestido que ele ia experimentar era branco com listras pretas verticais, decotado e curtinho. Vi que ele espiou a cabeça pelo provador e me fez sinais com a mão. Fui e entrei. O vestido ficou justinho nele.Pareço uma zebra com essa porra.ela me disse.Kkkk Ficou muito gostosa, vagabunda, tô adorando –eu disse.Você tá mais doida que o normal, hein?ela me disse.Vamos levar ele, troca de roupa e vaza!eu disse.Paguei o vestido com o cartão e saímos do local, entramos no carro e ele me disse para levá-la até a casa dela.Boluda, você pagou o vestido com o cartão? O que você vai dizer pro Esteban?ela me disse.Seu aniversário tá chegando, gostosa, vou dizer que é um presente adiantado –eu disse.Que filha da puta você é, já tem tudo planejado, é rápida pra mentir –ela me disse.Kkkk E eu sou mulher, besta, a gente mente bem, não igual a eles kkkkeu disse.Kkkkk –ri.E aí, volta pra casa lá pelas 9, assim a gente come alguma coisa e toma umas antes –eu disse.Tá bom, mas leva o vestido pra sua casa, eu me troco lá, não quero sair de casa vestida assim, senão minha mãe vai surtar.ela me disse.
Beleza –eu disse.Deixei ela na casa dela e fui para a minha. Quando cheguei, já eram 20h30. Passei para tomar um banho rápido e, quando saí do banho, fiquei pensando no que ia vestir naquela noite. Escolhi um vestido marrom curto e uns salto agulha brancos com preto. Deixei a roupa em cima da cama e coloquei um short e uma camiseta, sandálias, e fiquei esperando a Sofia chegar.
Pouco depois ela chegou e pedimos uma pizza. Ela foi comprar duas cervejas no barzinho e comemos a pizza enquanto conversávamos sobre assuntos de mulher. Terminamos de comer e fomos nos trocar. Com maquiagem e com uns saltos pretos que eu emprestei para ela, ela estava parecendo uma deusa. Ela ainda não estava totalmente convencida, mas já era tarde para se arrepender. Peguei um espumante da geladeira e começamos a beber.Bom, vamos brindar, sua gostosa –eu disse.E por que a gente brinda?perguntou.Para a gente arrasar essa noite hahaha –eu disse.Vai nessa, contanto que a gente não acabe toda quebrada hahahaela disse.Já tá tarde pra mim hahaha –eu disse.Kkkkk –ri.E aí, qual é o nome do amigo do Carlos?ele me perguntou.Mmmm, você me matou, acho que Diego –eu disse.Você é uma doida varrida, nem o nome sabe –ela me disse.Vi ele só uma vez, naquela festa –eu disse.E como ele é?ele me perguntou.E deve ter a mesma idade do Carlos, talvez um pouco menos ou um pouco mais, é moreninho e magro, um cara comum, digamos –eu disse.Já tá começando a gostar da ideia, né, doida kkkkeu disse.Não, gostosa, é só pra saber mesmo.ela me disse.Tomamos dois espumantes, tiramos algumas fotos rindo de besteiras, o álcool já tinha feito algum efeito, e aí o Carlos me manda uma mensagem, pra passar na casa dele às 2. Fomos ao banheiro e saímos de casa, passamos pra buscar o Carlos e ele saiu de casa entrando no meu carro. Cumprimentou a Sofia informalmente, já que por estar dentro do carro não podiam se beijar. Perguntei pelo amigo dele e ele disse que nos esperaria na balada. Perguntei se o nome era Diego e ele disse que sim. Chegamos na balada e lá apresentei a Sofia e o Carlos como devia ser. Entramos na balada de mãos dadas com o Carlos e a Sofia ao meu lado. Fomos ao bar pra pedir algo pra beber e o Carlos foi ver se encontrava o Diego. Perguntei à Sofia o que ela achava do Carlos e ela disse que achou ele simpático. Pedimos vodka com energético e começamos a dançar entre nós perto do bar. Alguns caras se aproximaram pra nos chamar pra dançar e obviamente recusamos. E aí vejo o Carlos se aproximando com o Diego, que por sinal nos olhou de cima a baixo, as duas. Nos apresentamos e eles vinham com uns copos de fernet.
Percebi que o Diego era bem extrovertido porque logo em seguida ele começou a conversar com a Sofia. Devido à música e ao barulho, obviamente não ouvia o que eles falavam, ou o que o Diego falava no ouvido da Sofia, porque via que a Sofia só balançava a cabeça dizendo sim ou não. O Carlos passou um braço por trás de mim me abraçando pela cintura e nos beijamos, primeiro com os lábios pra depois ir saboreando nossas línguas. Passei meus braços pelo pescoço dele com o copo na mão e nos beijamos por um bom tempo, como um sinal dos dias que tinham passado sem nos vermos. Ele, por sua vez, passou seus braços pela minha cintura e nos aproximamos com nossos corpos.Tava com saudade dos seus beijos, safadinho.eu disse, olhando nos olhos dele e passando meu polegar pelos lábios dele para tirar o resto de saliva.Eu também, Su –ela me disse.Você gostou do que rolou na quarta?ela me disse.Sim, adorei, cada vez você me trata melhor –eu disse.Também gostei de te comer na sua casa enquanto seu marido dormia, me deu muito tesão.ela me disse.Você é um depravado lindo, eu tava com vontade de te matar quando abri a porta –eu disse.Kkkk Mas esse depravado você gosta, né?ela me disse.Claro –eu disse.E aí, onde você tava que chegou todo bebum?eu perguntei.Eu tava bebendo com o Diego em casa e apostei que era capaz de vir na sua casa e te comer com seu marido na sua casa –ela me disse.Que safados vocês são, abusam de mim hahaha –eu disse.E você deixa mesmo, né? kkkkela me disse.Com você tudo, você já sabe –eu disse enquanto o beijava novamente com paixão.Vamos dançar –ela me disse.Vai lá, já falo pra Sofi –eu disse.Boluda, vamos dançar –eu sussurrei no ouvido dela enquanto Carlos falava com o Diego.Vai –ela me disse.Fomos pra pista e começamos a dançar. Do nosso lado, Sofia e Diego também estavam dançando. Começaram a tocar reggaeton e Carlos passou um braço por trás de mim, me agarrando pela cintura e me puxando pra perto dele. Ele colocou uma das pernas entre as minhas e eu passei meu braço por trás do corpo dele, segurando na cintura dele também. Começamos a dançar, uma dança bem quente. Como a pista estava lotada, eu não estava nem aí pro tipo de dança que estávamos fazendo. Enquanto nos devorávamos de beijos, nossos corpos se deixavam levar pela música. Eu esfregava minha pelvis contra a perna dele e, de vez em quando, jogava minha cabeça pra trás enquanto Carlos beijava meu pescoço. A dança estava começando a me esquentar, ainda mais com o calor do ambiente. De vez em quando, eu olhava pra Sofia e Diego – eles mal se mexiam, mas Diego não parava de falar no ouvido dela. Sofia já parecia mais solta e ria de algumas coisas que ele dizia.
Passei meus braços pelo pescoço de Carlos e devorei sua boca, dando mordidinhas nos lábios dele com meus dentes. Aquela dança estava me excitando. O atrito da minha pelvis contra a perna dele estava me levando ao céu. Nos beijávamos como desesperados no meio da pista, enquanto ele me apertava mais contra o corpo dele. Eu agarrava a nuca dele com minha mão pra devorar melhor sua boca. O calor estava cada vez mais sufocante e a gente não tinha nada pra beber. Me afastei da boca de Carlos e disse que estava com muito calor – por causa dele e do calor da balada. Ele disse o mesmo e sugeriu irmos até o bar comprar alguma coisa. Olhei pra Sofia e fiz sinal de ir pro bar. Saímos da pista de mãos dadas com Carlos, e eles foram atrás da gente.
Enquanto esperávamos no bar pra sermos atendidos, Carlos ficou atrás de mim me segurando pela cintura, porque tinha pouco espaço no bar – estava lotado. Pedi 4 fernets e Carlos falou no meu ouvido.Olha a sua amiga –ela me disse.Quando me virei e olhei para a Sofia, não pude acreditar. Eles estavam se beijando, ela com os braços em volta do pescoço dele e ele segurando sua cintura. Dava pra ver claramente as línguas se enrolando dentro das bocas. Naquela hora, a bebida chegou e fiquei com dois copos, enquanto o Carlos pegou outros dois. A gente não queria atrapalhar enquanto eles faziam as deles. Não conseguia parar de olhar para a Sofia e o Diego. Nunca imaginei que a Sofia cederia tão fácil, conhecendo ela, mas algo no Diego devia ter impressionado ela.Agora eu entendo por que ela é sua amiga –Carlos me disse.Kkkk Que idiota você é, juro que nunca imaginei isso –eu disse.Por quê? –ele me perguntou.Porque a Sofia é discreta, a gente já saiu bastante com ela e ela nunca topou nem dançar depois da separação –eu disse.Ah, é separada, talvez ela carregue por dentro a mesma coisa que você –ela me disse.Kkkk E talvez, sei lá –eu disse.Seja o que for, hoje à noite ela vai levar rola –ela me disse.Não sei se a Sofi consegue chegar tão longe –eu disse.Porque você não conhece o Diego –ela me disse.E o que o Diego tem?eu perguntei.Ele tem um papo muito bom, mulher que conhece, mulher que ele come, comeu até a irmã, então já pode imaginar –ela me disse.Como assim? Na irmã?perguntei, surpresa.Sim, viu a mina que você brigou na festa? Pois é, essa é a irmã –ela me disse.Você me deixa gelada. Mas isso é consentido?eu perguntei.Sim, e mais, ela tá atrás dele pra transar, e além dele ter me contado, eu mesmo confirmei –ela me disse.E como você verificou?eu perguntei.Ano passado a gente tava fumando nós três e deu ideia de menage, mas no final eu não consegui fazer nada, a mina não aguentou a minha pica –ela me disse.O trio não aguentou?eu perguntei.Não, pra mim, eu enfiei só a ponta e ela gritava como uma condenada, no final não consegui comer ela.ela me disse.Kkkk Eu já sabia que essa mina não tinha estômago –eu disse.Não ria muito, que pra você também foi difícil –ela me disse.Sim, mas lembra da última vez que estivemos juntos? Aguentei ou não?eu disse.Kkkk É, você aguentou ela todinha, Su –ela me disse.Te peço que não fale nada pra Sofia sobre a irmã do Diego, senão eu acabo estragando o papo dele –ela me disse.Sem problema, não vou contar nada pra ele –eu disse.Naquele momento, olhei para Sofia e Diego e eles tinham parado de se beijar para continuar cochichando coisas no ouvido um do outro, os dois bem sorridentes. Sofia me olhou e, agarrando a mão de Diego, se aproximou da gente.Vocês não vão oferecer não?ela disse sorrindo.É que a gente via vocês tão ocupados que não quisemos incomodar.eu disse.Os dois estavam rindo e eu dei um copo para a Sofia enquanto o Carlos deu o copo para o Diego. Eu continuava de mãos dadas com o Carlos e, quando olhei para o lado, vi algo que me deixou gelada e quase fez meu coração sair pela boca. Vi a Karina, a melhor amiga da Florencia, minha filha mais velha. Instantaneamente soltei a mão do Carlos e ela veio na minha direção, me cumprimentou, e eu instintivamente toquei no braço da Sofia. A Karina conhecia a Sofia.Como você tá, Susana?Karina me disse.E aí, Kari? E você?eu disse.Poxa, que surpresa te ver aqui –ela me disse.Sim, é que eu vim com a Sofia e uns amigos dela –eu disse.Ah, tá bom –ela me disse.Beleza, Susy, continua se divertindo aí –ela me disse.Valeu, Kari, você também –eu disse.Pela cara da Karina e pelo jeito que ela tava nos encarando, eu sabia que alguma coisa tava errada, ou que ela tava desconfiada. Naquele momento eu travei, não dava mais pra ficar naquele lugar. Nem eu nem o Carlos iam se divertir ali.Carlos, essa é amiga da minha filha mais velha –eu disse.Ah, ele te falou alguma coisa?ela me disse.Não, mas a gostosa não é burra, do jeito que ela tava olhando, acho que ela viu ou desconfiou de alguma coisa –eu disse.E aí, o que a gente faz?he told me.Olha, eu não quero ficar assim porque a gente não vai se divertir, nem você nem eu.eu disse.Sim, você tem razão –ela me disse.Vamos pra outro lugar –eu disse.Se dale melhor –ela me disse.Falei pra Sofia que a gente ia embora com o Carlos e perguntei se ela ia ficar ou vir com a gente, e eles decidiram vir também. Saímos da balada e entramos no carro. Eram 3:30 da madrugada e decidimos vir pra casa tomar alguma coisa, em vez de ir pra outra balada. No caminho de volta, eu via pelo retrovisor a Sofia e o Diego se esfregando de beijo. O Carlos e eu trocávamos olhares e ríamos daquele mela-cueca deles. Chegamos em casa e os caras ficaram na sala, enquanto eu e a Sofia fomos pra cozinha pegar o champanhe pra beber.Boluda, é a primeira vez que te vejo assim com alguém –eu falei.
Kkkk E o cara tem um papo bom, além de não ser nada mal não kkkkela me disse.Pô, eu percebi sim, quase comeu a boca da mina quando foi beijar kkkkeu disse.Você não tem ideia de como essa gostosa beija, o cara me mata de tesão –ela me disse.Kkkk Pois é, mané, tá aí o quarto de qualquer uma das minhas filhas, então quando quiser é só ir lá.eu disse.Não, não sei, sua buceta. Tá achando?ela me disse.Seu buceta, quem vai te falar alguma coisa?eu disse.Ninguém –ela me disse.Então vai fundo, nem pensa duas vezes –eu disse.Fomos para a sala com o champanhe e as taças, e eu me sentei ao lado do Carlos, enquanto a Sofia se sentou em outra poltrona perto do Diego.Por que demoraram tanto?pergunta Carlos.Coisas de mulher –eu disse.Com certeza estavam tramando alguma coisa –disse Diego.Parece que o garoto entende de mulher, hein? Su hahahadisse a Sofia.
Parece que não é tão novinho assim, hein kkkkeu disse.Continuamos bebendo e rindo, e já dava pra ver que o álcool estava pegando nos quatro. Quando o champanhe acabou, fui pegar outro na geladeira e, quando voltei, dessa vez sentei no colo do Carlos. Enquanto o Diego servia as taças, eu beijava o Carlos e ele correspondia aos meus beijos.Vocês podem esperar um pouquinho, eu –disse Diego.Kkkk Você é pouco cavalheiro, Diego, devia pedir pra Sofia descansar na sua perna também kkkkeu disse.Não precisa pedir, pode vir sozinha –disse Diego, olhando para Sofia.Sofia se levantou e sentou no colo dele, começando a se beijar como tinham feito na boate e no carro. Eles devoravam as bocas com muita paixão, enquanto Carlos e eu observávamos como aqueles dois se desejavam. Com Carlos, a gente se beijava e tomava nossas taças de champanhe, enquanto os outros dois não paravam de se beijar, e a mão de Diego já acariciava a perna de Sofia, que deixava rolar sem nenhum problema. Em um momento, Sofia sussurrou algo no ouvido de Diego e eles se levantaram. Segurando a mão dele, Sofia começou a caminhada que eu sabia onde ia terminar: em um dos quartos das minhas filhas. Diego perguntou se podia levar a garrafa de champanhe, e dissemos que sim — eu tinha outra na geladeira. Eles trocaram um toca aqui entre Diego e Carlos, como celebrando a conquista de Diego, e foram em direção ao quarto.Eu te disse que ia acabar comendo ela.Carlos me disse.Sim, é verdade, ainda bem que não apostei nada hahahaeu falei.
E agora, o que a gente faz?ela me disse.Agora eu quero que você me coma como você sabe, bem comidinha –eu disse, beijando e mordendo sua boca.Carlos começou a me beijar com paixão e sem controle, e eu respondia aos seus beijos de língua. Me levantei um pouco e sentei de pernas abertas no colo dele, enquanto com uma das mãos agarrei sua nuca enquanto nos devorávamos em beijos. Ele acariciava minhas costas e puxava meu vestido até a cintura, apertando minha bunda com força enquanto nossas bocas se fundiam. Dava pra ouvir nossa respiração cada vez mais ofegante e alguns gemidos abafados meus ao sentir suas mãos apertando minhas nádegas. Ele jogava a cabeça para trás e eu lambia sua boca com minha língua. Ele colocava a língua pra fora e eu a chupava e sugava como se fosse o pau dele, percebendo que isso o deixava com mais tesão e repetia. Descia para o pescoço dele, lambendo e chupando, enquanto ele não parava de apertar minha bunda e respirar cada vez mais rápido.Mmm, filha da puta, como você me deixa excitadoele me dizia. Dei pequenas mordidinhas com meus dentes no pescoço dele enquanto movia minha pélvis para frente e para trás, esfregando minha buceta na calça dele. Desabotoei a camisa enquanto o beijava e enfiei minha língua para brincar com a dele, antes de unir nossas bocas novamente em um beijo apaixonado. Fui descendo pelo pescoço dele com minha língua, toquei seu peito com as mãos e senti sua respiração acelerar. Desci com minha boca até seu peito, beijando-o e fazendo círculos com minha língua em seus mamilos. Olhei para ele e ele apenas jogou a cabeça para trás, olhando para o teto, aproveitando o que eu estava fazendo. Fui descendo e me ajoelhei no chão. Desabotoei o cinto sem parar de olhar para ele. Rapidamente, ele estava com as calças nos tornozelos. Tirei os sapatos e o jeans, deixando-o apenas de cueca, que já marcava bem o volume do pau dele. Acariciei com minha mão, apertando-o, sem parar de olhar. Aproximei minha boca e senti em meu nariz aquele cheiro delicioso de pau que tanto adoro. Com minhas mãos, fui puxando a cueca até tirá-la. Admirei aquele pau mais uma vez, segurando-o com minha mão e sentindo o quanto estava quente, e como as veias estavam saltadas. Aproximei meu nariz para cheirá-lo por inteiro, cheirar suas bolas, esfregar meu nariz nelas. Abri minha boca e dei uma chupada molhada em suas bolas, vendo como a saliva ficava nelas. Lambi-as, olhando em seus olhos. Seu olhar era de satisfação; ele estava adorando. Comecei a acelerar o ritmo das lambidas: lambia uma bola, depois a outra. Coloquei uma bola na minha boca e chupei. Ele arqueou no sofá – deve ter sentido um pouco de dor. Coloquei a outra bola na boca e chupei. Passei minha língua desde a base até a ponta de seu pau. Da cabeça já saía aquele líquido pré-gozo. Lambi, fazendo círculos com minha língua, saboreando.Que suquinho gostoso você tem, cara –eu disse.É todo seu, gostosa, aproveita.ela me disse.Mmmmm como eu adoro seu pau, me deixa louca –eu disse enquanto lambia a ponta dele.Chupa tudo, puta, vai –ela me disse.Agarrei o pau dele com a mão e comecei a enfiar na minha boca, metendo um pouco e tirando, quando enfiava na boca lambia por dentro com a língua, fazia círculos dentro da boca com a língua, olhando nos olhos dele. Ele colocou uma mão na minha cabeça e me pressionava contra o pau dele, cada vez enfiando mais fundo na boca, e o vai e vem da minha cabeça ficava cada vez mais forte, a mão dele me ajudava a engolir ainda mais. Tirava da boca e dava chupadas na cabeça fazendo ele gemer, masturbava com a mão enquanto descia mais e começava a passar a língua entre as bolas e o cu, com ele me ajudando a abrir mais as pernas. Lambia o suor que tinha entre as pernas, botava a língua bem pra fora e percorria toda aquela área até as bolas, pra voltar pro pau e enfiar o máximo que podia na boca, até sentir na garganta, subia e descia a cabeça até sentir o pau bater e abrir minha garganta.
A respiração e os gemidos abafados dele ficavam cada vez mais evidentes e fortes.Ah, puta, você vai me fazer gozar –ela me disse.Mmmmm me dá seu leite, goza na sua putinha, cara –eu disse enquanto lambia o pau dele e não parava de masturbá-lo.
Acelerei ainda mais a velocidade da minha mão enquanto os gemidos da sua boca ficavam cada vez mais altos, ele estava quase gozando, peguei um copo e continuei masturbando até que seu corpo começou a ficar tenso, coloquei o copo na ponta do pau dele e jatos potentes de porra começaram a sair, contei 8 jatos abundantes que encheram quase até a metade do copo, ele reclamava da gozada enquanto a cabeça estava jogada para trás, apertei o pau para tirar até a última gota, caindo sobre o copo, quando ele me olhou levantei o copo e olhando nos seus olhos comecei a beber sua porra do copo, até virar ele todo, saboreando aquela porra gostosa, quente, de sabor doce.Que porra gostosa você tem, cara –eu disse enquanto com meu dedo indicador tirava restos de porra de dentro da taça e chupava meu dedo.Que puta gostosa você é, me deixa loucoela me disse.Seu cara, sua puta –eu disse enquanto agarrava o pau dele e dava uma chupada na ponta para deixar tudo limpinho.Quando deixei o pau dele limpinho, me levantei e tirei o vestido, olhando bem nos olhos dele.Deixa os salto postos –ela me disse.I squatted with my legs spread to suck his cock and get it hard again, spending a couple of minutes until it was once more stiff as a mast. I stood up and knelt on the sofa with him beneath me, guiding the tip of his cock into my pussy with my hand and slowly lowering myself down. So wet was I that the tip slid in easily, and I began to move slowly while kissing his neck. He grabbed my ass, trying to guide the motion of my body, making it lighter, until his hands settled on my shoulders, forcing me down suddenly and burying his cock to the hilt.Aaaaaahhhhhhhhhhhhhhhh que filho da puta que você é!!eu gritei com ela.That's it slut, move it, come on, you've got it all inside you –ela me disse.Mmmmmmmmmmm ah ah ah ah que pau que você tem, cara, me mata!eu disse entre gemidos. Senti como o pau dele me abria bem a buceta, estava me partindo ao meio e eu estava adorando, a dor era pouca e o prazer era imenso, era eu quem ditava o ritmo da foda, ouvia o barulho das minhas nádegas batendo nas coxas dele, comecei a beijá-lo, devorando sua boca enquanto ele apertava minha bunda, ele dava tapas na minha bunda para eu me mexer mais rápido, me joguei para trás e coloquei minhas mãos atrás da nuca sem parar de pular em cima do pau dele, a boca dele se ocupou em chupar meus peitos ao seu prazer, ele os lambia, os chupava, dava mordidinhas nos meus mamilos que doíam e me deixavam louca.Ah ah ah ah ah cara, você me deixa louca!!!gemia.Assim putinha, mexe essa bunda e engole todinha meu pau –dizia.Vai me fazer gozar, filho da puta.eu disse.Goza dentro dessa puta, vai –ela me disse.Naquele momento senti aquele fogo, tantas vezes sentido, que desceu com uma velocidade enorme, me fazendo arquear e gritar como uma louca. O primeiro orgasmo da noite tinha chegado, e eu não parava de me mexer, queria mais. Encostei minha cabeça no ombro dele, tentando me recuperar do orgasmo, enquanto ele agarrava minha bunda e continuava se movendo sem perder o ritmo. Ele ia pra cima e pra baixo, me penetrando até o fundo a cada investida. Quando me recuperei, coloquei minhas mãos nos ombros dele e voltei a assumir o controle da foda, descendo e subindo de uma vez, enfiando o pau dele até o útero. Eu sentia ele bater no fundo e sair.Assim putinha, mete tudo, continua assim gostosa –ela me dizia.Mmmmmm ahhhhhhhhhhgssss mmmmmmmmm como eu gosto de você, cara –ela dizia.Eu seguro o seu pescoço enquanto retomo o ritmo da foda, subindo e descendo. Ele me olhava com ódio, e a sua metida era selvagem, como se quisesse me matar com o pau dele. Ele me dava com força e eu não parava de gemer, estava me matando de prazer.Quem é o seu putinho?me pergunto sem soltar seu pescoço.
Mmmmmmmmmmm, você, cara, você é meu macho foda!eu gritei com ela.
Assim que eu gosto, putinha, goza no meu pau. O corno te fode assim, gostosa?ela me disse.Agggggghhhhhhhssssssssss não, cara, você é o único que me fodeu assim na minha vida mmmmmm ah ahh ahhhh gozeiiiiii –gritei.Acabei como uma puta e o estranho foi que aquele orgasmo veio super rápido, nem senti chegando, como se as palavras dele tivessem me levado direto ao clímax. Caí rendida no peito dele, sem ar, com o corpo todo tremendo. Abria a boca procurando ar e meu coração batia forte no peito, tudo misturado com gemidos. Senti ele me levantando e me agarrei no pescoço dele, o pau dele saiu da minha buceta e senti meu fluxo misturado com urina escorrendo no chão. Com a cabeça apoiada no ombro dele, vi que ele estava me carregando pelo corredor, provavelmente me levando pro meu quarto. Quando passamos pelo quarto da minha filha, dava pra ouvir os gemidos do Diego e da Sofia.Escuta como sua amiguinha goza hahaha –Carlos me disse.Quando chegamos ao meu quarto, ele me jogou na cama e abriu minhas pernas, se jogou em cima de mim e me penetrou até o fundo de uma só vez. Ele jogou todo o corpo sobre o meu e eu o abracei com minhas pernas. A cada bombada, meus saltos batiam na bunda dele. Ele estava me comendo de um jeito selvagem e parecia que não ia parar até gozar. Eu já estava adormecida, cansada, mas não parava de sentir o pau dele entrando e saindo da minha buceta. Ele tirava até mais da metade e voltava a enfiar, respirando e gemendo no meu ouvido. Eu apertava minhas unhas nas costas dele e jogava a cabeça para trás.Que bom que você me come, cara, não para mmmmm ahhhhhhgsssssss ahhhhh ahhhhhhhhh –Eu gemeu.Vou encher sua buceta de porra, sua vadia.ela sussurrava no meu ouvido.
Enche minha buceta, cara, enche minha buceta de porra, quero sentir ela mmmmm assim mais mais mais não para!eu gritei com ela.Ahhh ahhh ahhh vou te encher de merda, sua puta –ela me disse.Ele continuou perfurando minha buceta com seu pau por alguns minutos até que seus gemidos se transformaram em gritos de prazer e, enquanto seu corpo se tensionava, senti sua porra quente bater e preencher as paredes da minha vagina, me enchendo aos poucos, sentia sua temperatura perfeitamente dentro da minha buceta. Naquele momento, os músculos da minha buceta se contraíram e um novo orgasmo me invadiu, fechei os olhos e senti tudo girar, gemei, meu corpo queria se tensionar mas não conseguia pelo peso do corpo dele, minhas pernas amoleceram e quando abri os olhos via tudo embaçado, meus olhos se encheram de lágrimas e comecei a chorar como uma menina, o orgasmo ainda não cessava, me invadia, e além do prazer estava me causando emoção. Ele gozou dentro de mim e ficou deitado ao meu lado, eu me contorcia na cama enquanto gemia devido a tanto prazer e choramingava.Tá bem?me pergunto.Aiii sssim ahhh –consegui responder entre gemidos.Carlos se levantou e foi ao banheiro, eu me recuperava aos poucos e começava a ouvir os gemidos que vinham do quarto da minha filha, não conseguia acreditar que ainda estivessem transando. Carlos voltou e deitou na cama, acendeu um cigarro e eu tentei me levantar. Quando coloquei os pés no chão, minhas pernas fraquejaram, e caí de joelhos ao lado da cama. Carlos me olhava e não dizia nada, sabia que tudo aquilo era resultado da foda que ele tinha me dado. Com a ajuda da cama consegui me levantar, e tive dificuldade para andar por causa das pernas moles e dos saltos. Fui ao banheiro sentindo o gozo de Carlos escorrendo pelas minhas pernas, fiz xixi e sentei no bidê para me lavar. Quando terminei, me sequei e me olhei no espelho, e lá estava novamente aquela mesma cara de satisfeita, cansada, exausta de tanto prazer. Voltei para a cama e adormeci abraçada com Carlos.
Quando acordei, olhei o relógio e eram 2 da tarde. Ouvi barulhos na cozinha e me levantei, fui ao banheiro e, ao sair, fui até a cozinha. Era a Sofia que estava acordada tomando mate.Faz tempo que você acordou?eu perguntei.Não, faz uns 15 minutos mais ou menos –ela me disse.Boluda, tô acabada, tô toda dolorida –eu disse.Você não é a única otária, eu também tô toda dolorida –ela me disse.
E você ainda deu uma chupada, eu dormi e vocês continuaram –eu disse.Kkkk O cara é incansável mesmo, ele tirou tudo que eu tava guardandoela me disse.Eu percebi sim, olha o chupão que você tem, gostosa –eu disse, passando a mão pelo cabelo dela e olhando seu pescoço.Kkkk Só percebi agora quando me vi no espelho do banheiro –ela me disse.Putz, então a coisa foi selvagem mesmo, hein kkkkeu disse.E olha que você nem viu o pescoço dele hahahaela me disse.Eu coloquei os lençóis e o cobertor na máquina de lavar, você já deve imaginar que sujou tudo, e coloquei esse roupão da Flor –Ela me disse (Flor é minha filha).Beleza, gata, sem problema –eu disse.Beleza, vacilona, vou tomar um mate com meu guri hahaha –ela me disse.
Kkkk vai lá então, eu vou acordar o meu –eu disse.Voltei para a cama e me sentei de pernas abertas em cima dele, beijando seu rosto e pescoço inteiros até ele acordar.Bom dia, otário –eu disse.Bom dia, Su. Acordou com vontade?– ele me disseA verdade é que acordei exausta, mas com você eu quero a todo momento –eu disse.Continua…







5 comentários - Conheci ele no chat (5)
no hay nada más saludable que ponerse al día con un pendejo
pero le digo algo no hay nada más satisfactorio, que probar a un veterano
así que, cuando guste!