De novo escrevendo, aproveitando o tempo livre por estar de férias. Dessa vez, vou contar como rolou o primeiro ménage que tivemos eu, minha esposa e uma conhecida minha. Isso aconteceu há uns anos, e minha conhecida, com o tempo, virou nossa amiga, com quem já compartilhamos várias experiências que vou contando nos próximos relatos. Essa amiga vou chamar de Karina, e vai ser o nome dela nas histórias futuras que envolvê-la.
Eu já tinha reparado nela na academia onde a gente treinava. Ela é uma morena que chama atenção tanto de homem quanto de mulher — nas mulheres, causa ciúme e medo; nos caras, desperta todos os tarados. No treino, ela tem um corpão, a bunda dela é durona e grande (tipo colombiana), mas o que mais chama atenção é a sensualidade: ela se mexe e te olha igual gata no cio (mesmo sem perceber). Minha esposa tava fora do país na época e, como já contei antes, a gente tinha liberdade de ação. Já tinham passado umas semanas e eu tava me comportando, até que a Karina resolveu experimentar a aula que eu frequentava.
Não demorou três aulas pra eu me oferecer pra levar ela em casa. Tava tudo tranquilo, não tinha surgido a necessidade de falar que eu tava namorando, até que um dia, parado na porta da casa dela, tudo indicava que tinha clima e que a gente ia acabar transando. Aí achei certo mencionar que eu tinha uma parceira. O clima morreu na hora, deu pra perceber pela linguagem corporal dela, e a gente se despediu.
Passaram mais umas aulas com a mesma rotina de levar ela em casa, e numa sexta depois do treino, ela me pediu: "Me convida pra jantar?" Fomos num barzinho e, enquanto petiscávamos, deixei claro o tipo de relação que eu e minha esposa tínhamos. Ela curtiu muito a ideia e aí se soltou pra confessar que gostava tanto de homem quanto de mulher, e que talvez pudesse rolar algo entre a gente. os três. Cheguei em casa e escrevi pra minha parceira contando o que tinha acontecido e que a Karina tava pedindo uma foto dela pra ver se gostava. Ela me autorizou a mostrar as fotos, e foi o que aconteceu quando fomos tomar algo num bar. Mostrei as fotos e ela disse: "Uau!!!! Ela é lindíssima. É super girl, quantos anos tem?" "Tem 21 anos." "Uhhh, quando ela chega? Já quero pegar ela!!! E você também!!! Mas primeiro quero ficar com a sua mina." Já estava tudo combinado, só faltava elas se conhecerem pessoalmente. Duas semanas depois, minha parceira chega e a gente combinou pra aquele fim de semana ir tomar algo os três num bar bem movimentado. A Karina mal viu ela, quase comeu com os olhos. Tudo tava rolando super tranquilo. No bar, um amigo meu se aproxima e eu começo a conversar com ele. As minhas avisam que iam ao banheiro. Passam alguns minutos e elas voltam morrendo de rir. Minha parceira chega perto e fala: "Já nos conhecemos um pouquinho no banheiro e outra mina nos viu!!" (Tudo isso ela falou no meu ouvido porque eu ainda tava com meu amigo). Karina se aproxima e diz: "Adorei como sua namorada beija, fiquei super excitada!!! E ainda por cima é pequenininha... mas é muito safada!!! Ela tocou nos meus peitos e passou a mão em mim!!!" Nessa hora, eu já não tava mais ouvindo meu amigo que continuava falando besteira. Perguntei pras minas se já queriam ir embora e a gente se despediu do meu amigo. A gente tava andando pro carro e a Karina e minha namorada iam de braço dado. Quando abri o carro, Karina falou: "Você dirige que ela e eu vamos atrás pra continuar nos conhecendo." "Acho um plano excelente!!" Comecei a dirigir pela rua principal da nossa cidade enquanto elas se pegavam e se amassavam sem parar no banco de trás do carro. Pelo retrovisor, consigo ver minha namorada de pernas abertas me encarando enquanto com uma mão apertava a cabeça da Karina, que tava chupando o clitóris dela e enfiando uns dedos na pussy. Olho de relance e vejo a Booty. Bem parudinha a Karina, então aproveitei pra passar a mão nela sem nenhum pudor. Chegamos no nosso bairro, estacionei numa área bem escura e fui pro banco de trás. Karina continuou chupando a buceta da minha namorada, que tava apoiada no meu peito. Aí fiquei só observando e apalpando os peitos dela. Às vezes ela se arqueava e eu sentia a respiração e os gemidos dela no meu pescoço. Karina fala: — Tá bem molhadinha!! Tem que comer ela. Me acomodei e minha namorada sentou de uma vez no meu pau. Karina tava do nosso lado, ajoelhada no banco com as pernas bem abertas, então comecei a enfiar os dedos fundo na buceta dela. Minha namorada continuou cavalgando em mim enquanto agarrava a bunda da Karina e se surpreendia com o duro que tava, mordendo os lábios de tesão pela amiguinha que eu tinha arranjado. Karina, enquanto isso, chupava os peitos da minha namorada e beijava a gente alternadamente. E às vezes a gente fazia beijo triplo. Ficamos assim um tempão até eu gozar. Minha namorada já tinha gozado com a chupada que a Karina deu nela. A gente falou: agora é sua vez, e ela respondeu: — Adoraria continuar, mas já é muito tarde!! Tô chegando super atrasada em casa, mas vai ter próxima... porque já comi sua namorada, mas quero te comer, cara!!! Quero sentar nesse pau!!! Levamos ela até a casa dela, nos despedimos e, como falei no começo, não teve só uma, nem duas vezes... mas sim dezenas de encontros com a Karina que vou contar mais pra frente. Como sempre que a gente inclui alguém na nossa intimidade, ficamos super excitados, então naquela noite a gente transou sem parar eu e minha namorada, lembrando da Karina.
Eu já tinha reparado nela na academia onde a gente treinava. Ela é uma morena que chama atenção tanto de homem quanto de mulher — nas mulheres, causa ciúme e medo; nos caras, desperta todos os tarados. No treino, ela tem um corpão, a bunda dela é durona e grande (tipo colombiana), mas o que mais chama atenção é a sensualidade: ela se mexe e te olha igual gata no cio (mesmo sem perceber). Minha esposa tava fora do país na época e, como já contei antes, a gente tinha liberdade de ação. Já tinham passado umas semanas e eu tava me comportando, até que a Karina resolveu experimentar a aula que eu frequentava.
Não demorou três aulas pra eu me oferecer pra levar ela em casa. Tava tudo tranquilo, não tinha surgido a necessidade de falar que eu tava namorando, até que um dia, parado na porta da casa dela, tudo indicava que tinha clima e que a gente ia acabar transando. Aí achei certo mencionar que eu tinha uma parceira. O clima morreu na hora, deu pra perceber pela linguagem corporal dela, e a gente se despediu.
Passaram mais umas aulas com a mesma rotina de levar ela em casa, e numa sexta depois do treino, ela me pediu: "Me convida pra jantar?" Fomos num barzinho e, enquanto petiscávamos, deixei claro o tipo de relação que eu e minha esposa tínhamos. Ela curtiu muito a ideia e aí se soltou pra confessar que gostava tanto de homem quanto de mulher, e que talvez pudesse rolar algo entre a gente. os três. Cheguei em casa e escrevi pra minha parceira contando o que tinha acontecido e que a Karina tava pedindo uma foto dela pra ver se gostava. Ela me autorizou a mostrar as fotos, e foi o que aconteceu quando fomos tomar algo num bar. Mostrei as fotos e ela disse: "Uau!!!! Ela é lindíssima. É super girl, quantos anos tem?" "Tem 21 anos." "Uhhh, quando ela chega? Já quero pegar ela!!! E você também!!! Mas primeiro quero ficar com a sua mina." Já estava tudo combinado, só faltava elas se conhecerem pessoalmente. Duas semanas depois, minha parceira chega e a gente combinou pra aquele fim de semana ir tomar algo os três num bar bem movimentado. A Karina mal viu ela, quase comeu com os olhos. Tudo tava rolando super tranquilo. No bar, um amigo meu se aproxima e eu começo a conversar com ele. As minhas avisam que iam ao banheiro. Passam alguns minutos e elas voltam morrendo de rir. Minha parceira chega perto e fala: "Já nos conhecemos um pouquinho no banheiro e outra mina nos viu!!" (Tudo isso ela falou no meu ouvido porque eu ainda tava com meu amigo). Karina se aproxima e diz: "Adorei como sua namorada beija, fiquei super excitada!!! E ainda por cima é pequenininha... mas é muito safada!!! Ela tocou nos meus peitos e passou a mão em mim!!!" Nessa hora, eu já não tava mais ouvindo meu amigo que continuava falando besteira. Perguntei pras minas se já queriam ir embora e a gente se despediu do meu amigo. A gente tava andando pro carro e a Karina e minha namorada iam de braço dado. Quando abri o carro, Karina falou: "Você dirige que ela e eu vamos atrás pra continuar nos conhecendo." "Acho um plano excelente!!" Comecei a dirigir pela rua principal da nossa cidade enquanto elas se pegavam e se amassavam sem parar no banco de trás do carro. Pelo retrovisor, consigo ver minha namorada de pernas abertas me encarando enquanto com uma mão apertava a cabeça da Karina, que tava chupando o clitóris dela e enfiando uns dedos na pussy. Olho de relance e vejo a Booty. Bem parudinha a Karina, então aproveitei pra passar a mão nela sem nenhum pudor. Chegamos no nosso bairro, estacionei numa área bem escura e fui pro banco de trás. Karina continuou chupando a buceta da minha namorada, que tava apoiada no meu peito. Aí fiquei só observando e apalpando os peitos dela. Às vezes ela se arqueava e eu sentia a respiração e os gemidos dela no meu pescoço. Karina fala: — Tá bem molhadinha!! Tem que comer ela. Me acomodei e minha namorada sentou de uma vez no meu pau. Karina tava do nosso lado, ajoelhada no banco com as pernas bem abertas, então comecei a enfiar os dedos fundo na buceta dela. Minha namorada continuou cavalgando em mim enquanto agarrava a bunda da Karina e se surpreendia com o duro que tava, mordendo os lábios de tesão pela amiguinha que eu tinha arranjado. Karina, enquanto isso, chupava os peitos da minha namorada e beijava a gente alternadamente. E às vezes a gente fazia beijo triplo. Ficamos assim um tempão até eu gozar. Minha namorada já tinha gozado com a chupada que a Karina deu nela. A gente falou: agora é sua vez, e ela respondeu: — Adoraria continuar, mas já é muito tarde!! Tô chegando super atrasada em casa, mas vai ter próxima... porque já comi sua namorada, mas quero te comer, cara!!! Quero sentar nesse pau!!! Levamos ela até a casa dela, nos despedimos e, como falei no começo, não teve só uma, nem duas vezes... mas sim dezenas de encontros com a Karina que vou contar mais pra frente. Como sempre que a gente inclui alguém na nossa intimidade, ficamos super excitados, então naquela noite a gente transou sem parar eu e minha namorada, lembrando da Karina.
0 comentários - Primer trio