Cheguei à cabana antes do previsto. Anna e eu havíamos saído para comprar no centro comercial após nossa tarde na praia, mas ela havia tido que se ir antes porque seu irmão pequeno havia se machucado jogando futebol. Meu irmão mais velho seria o único em casa, certo, pois meus pais haviam ido ter seu tempo de parceria no lago para leste da cidade e não pensavam voltar até bem entrada a noite, talvez mesmo amanhã.
Despejei minhas coisas ao lado do sofá e caminhei para a cozinha. Saí dois cubos de gelo da geladeira e os pus na caneca para enchê-la d'água. Estava sedenta, pois havia esquecido comprar água mineral no meu passeio.
—¡Diane! —me chamou meu irmão do pátio— Podes me trazer uma cerveja?
Jake tinha vinte anos, ou seja, dois mais que eu. Nós ambos tínhamos o cabelo escuro, a pele pálida e os olhos verdes. Parecíamos gêmeos, mas apesar disso, continuavam se confundindo por namorado e namorada quando íamos juntos às festas. Ele era muito bonito e às vezes se tornava um pouco presunçoso, mas sempre era muito carinhoso comigo. Nós nos dávamos bem apesar de todas as discussões tontas.
—¡Hólgano! —dissi rindo.
Saí um par...Coroasda nevera e caminhei para o pátio onde Jake estava tomando sol em uma cadeira de praia ao lado da piscina. Ah, meu Deus! Soltei um riso nervoso quando o encontrei completamente nu enquanto se bronzeava. Estendi uma mão à minha frente e cobri seu baixo ventre da minha vista para poder lhe entregar a cerveja.
—Estás louco —disse-lhe— Por que não te cobriste se sabias que eu iria chegar?
—Que vai, somos irmãos. Não exagere, Dy.
Tomou a cerveja e abriu a tampa enquanto um pequeno jorro escorria por seu peito. Apressou-se em levá-la à boca para não continuar escorrendo. Peguei o pano do respaldo de outra cadeira e lhe ofereci para que secasse enquanto eu tirava a camiseta e os short para tomar sol ao lado dele, mas eu estava no bikini.
—Aproveita de te cobrir —sussurrei enquanto abria minha própria cerveja com mais cuidado. Não derramei nem uma gota.
—Também te surpreendi tomando sol nua —me olhou com picardia.
Pus os olhos para cima.
—Essa vez foi porque eu me adormeci e não senti você chegar. Me cobri imediatamente. Não sei qual é sua ideia de continuar assim.
—Planejava bronzear uniformemente. Depois, não quero que as meninas vejam que meu traseiro está mais branco do que o resto do meu corpo. Elas rirão de mim.
—Oh, Jake, agora você não está bronzeando precisamente seu traseiro —ri sem olhar.
Ele não disse nada. Só riu. Então eu comecei a cobrir meus ombros, braços, barriga e pernas com protetor solar. O peito, o rosto. Jake se pôs de pé e colocou a toalha que lhe havia oferecido em volta da cintura.
Disse-me que iria tomar banho para se preparar para a festa dessa noite.
—Uhm, aproveitando que você está de pé… —o detive acostando-me de costas sobre a cadeira de praia e estendi o envelope do protetor solar—
Você importaria me dar um banho na minha costa?
Jake grunhiu, mas mesmo assim se sentou ao lado da minha cadeira de praia e tomou o envelope. Com um Pop, molhou a mão na creme e a estendeu sobre meus ombros e omóplatos. Começou a descer por minha coluna... sem previo aviso, tomou a tirinha do meu bikini e desfez o nó, deixando minha espinha nua.
—Hey —queixei-me.
—Deixa-me fazer como eu quiser, menina —riu.
E continuou espalhando tudo para baixo. Chegou à parte inferior da minha espinha e parou de pé, dando por terminado o seu trabalho.
—Obrigada —murmurei meio adormecida.
Era gostoso que você aplicasse protetor solar, era como um massagem. Comecei a adormecer e não senti quando Jake se foi embora.
Tinha que me preparar para a festa. Nós não morávamos naquele balneário, mas íamos ficar na cabana de veraneio dos meus pais todos os verões, então tínhamos vários amigos lá. Essa noite havia uma festa na casa de um garoto a apenas uma quadra da nossa cabana. Não sabia o que vestir, porque estava curta de dinheiro esse ano e não havia comprado muita roupa bonita.
Assim, por mais de duas horas estive dando voltas pela minha habitação, em lingerie e então com um novo conjunto, após volta em lingerie para provar outra coisa. E assim intermitentemente. Quando Jake entrou eu estava em lingerie e o olhei furiosa. Ele se deitou na minha cama e cruzou os braços atrás da sua cabeça.
—Ainda não estás pronta? —bufou— A festa é às nove e já estamos atrasados há dez minutos. Vamos chegar muito atrasados.
—Nunca se chega cedo às festas, Jake, é lei.
—Eu sei, só que estou tremendamente aborrecido e quero ir embora agora.
Ele estava vestido com uma camiseta preta e jeans. Nada de mais. Ele não precisava se preocupar, porque era homem e de qualquer forma, ele sempre se via bem em qualquer coisa.
—O que eu vou vestir? —chorou tirando roupa após roupa da minha cama.
Jake pegava uma ou outra e as analisava com preguiça. Me mirava divertido. Ele se divertia com minha desesperança e não me ajudaria.
—Só apressa-te —fechou os olhos e fez como se fosse tomar um sono.
Talvez o fizesse.
Depois de meia hora estive pronta. Eu havia posto um top vermelho e meus melhores jeans. Llevava sapatos de... plataforma alta que me faziam quase como o porte do meu irmão. Em quanto Jake viu que eu estava bem, tomou-me da mão e arrastrei-me para fora do espelho para que parasse de se contemplar. Estava um pouco irritado porque já eram vinte para as dez da noite.
Caminhamos pela calçada e desfrutei o aroma marinho. Eu gostava. Ao chegar, cumprimentamos nossos amigos, mas estava cheio de pessoas que não conhecia. Só havia como cinco pessoas com quem eu me havia reunido antes nesse Balneario, nem mesmo Ana havia ido.
Bailamos um monte e conheci gente nova e muito divertida. Apenas me deparei com Jake porque a casa era grande e o público era imenso. Depois de um tempo, Jake encontrou-me e disse que ia sair com um grupo para a praia para continuar a festa. Dentro da casa estava fazendo muito calor.
—¿Vienes? —me perguntou.
Encogeu os ombros e disse que sim. Depois de tudo, a gente que conhecia era muito pouca e nem podia dizer que fossem realmente meus amigos. Estava bem se conhecia gente nova.
Seguimos ao grupo. Levavam cervejas e faziam escândalo. Algumas garotas correram até o mar e se zambulharam escandalosamente. Alguns homens as seguiram e não quis mais continuar a ver. O resto bailava e gritava com a música que haviam trazido. Devia tirar os meus tacos e deixá-los escondidos entre a camisa que Jake se havia sacado. Não sabia qual era sua ideia, porque não foi para banhar-se no mar. Talvez apenas quisesse mostrar seus abdominais às garotas.
Então eu comecei a bailar com um rapaz bonito. Lá ninguém me conhecia e eu não conhecia a ninguém, então me sentia um pouco incómoda, mas livre ao mesmo tempo. O rapaz, cujo nome não lembro, começou a ser um pouco fogoso. Me estreitou contra ele enquanto bailávamos e suas mãos se apossaram de minhas nádegas. Podia sentir a dureza da sua entreperna pressionando no meu baixo ventre.
Comecei a me pôr nervosa. Ele me beijava no ombro, no pescoço e eu quis escapar. Tinha o pressentimento de que ele era outro dos escandalosos que queria... sexo na praia. A mim não parecia boa ideia. Inclusive asqueroso, embora o garoto fosse bonito. O empurrei fracamente reclamando meu espaço, mas não cedeu. Disse-lhe que me deixasse e não obedeceu. Torci-me em seus braços e ele se tornou uma besta furiosa tentando beijar e tocar meus peitos.
De repente, ele me soltou. Mas não voluntariamente, pois Jake o segurava pelo pescoço. Olhava-o com ira nos olhos que eu havia visto poucas vezes.
—Deixa-la em paz —grunhiu-lhe a dois centímetros do rosto do garoto.
Meu irmão parecia realmente intimidante. Assim sem camiseta e tão alto quanto era. O braço que sustentava o imbecil estava tenso e mostrava uma grande musculatura.
—Lo sinto, irmão —disse-lhe o garoto rodeando o braço de Jake com as mãos tentando tirá-lo da cima— Me propasei, é minha culpa. Lo sinto —me olhou— Lo sinto, menina. Sou um idiota.
Vi que Jake ia golpear o garoto em qualquer momento. Pus uma mão no seu ombro e o olhei suplicante.
—Não te metas em problemas —disse nervosa— Já passou.
Soltou o garoto. Muitos pares de olhos estavam observando, mas a música continuava. O resto parecia imerso em seu próprio mundo de loucura, então a festa não havia sido aguada.
Jake me tomou pelos ombros. Suspirei. Aqui não éramos amigos de ninguém, então estava segura de que se começasse uma briga, os idiotas estariam do lado do outro garoto e Jake sairia lastimado. Então passou algo impactante. Jake me beijou.
Deixou cair sua boca na minha e me apertou até fundirmo-nos em um abraço. Seus lábios rogaron nos meus e, apesar do meu choque inicial, deixei-me levar. Não sabia que Jake besasse tão bem. Abri a boca e dei acesso à sua língua. Agradeceu que ninguém ali soubesse que éramos irmãos, porque teria sido atroz, mas por como me sentia nesses momentos, supunha que não havia acabado com o beijo mesmo se estivessem nossos amigos na festa, mesmo se estivesse Ana.
Jadei contra sua boca. Rodeei seu corpo com meus braços enquanto ele sustentava minha cabeça entre suas grandotas hands. Almost made me shiver. This was not good. It was unnatural. I wanted to feel disgust, but couldn't. Started getting excited and it was just at that moment when something clicked in my head and pushed him away.
We kept staring fixedly. His green eyes enveloped mine with a shine that I had only seen in my partners during sexual relationships. A shiver ran down me and I didn't know if it was good or bad. He couldn't be feeling sexual attraction for me, right? I couldn't be feeling sexual attraction for my own brother either.
—So they'll think you're my girlfriend— he whispered —No one else will dare touch you.
I swallowed saliva.
—We could have just left, simple as that.
He untangled his fingers from my hair and I let him go. I looked around and the boy who had been harassing me was already gone, continuing with the party. Everyone was dancing, some were looking. Only then did I feel like the music was getting into my ears. During the seconds the kiss lasted, I had gotten into a bubble where there was only silence and Jake and I.
Some guys yelled obscenities in our direction and laughed. They thought we were just a hot couple. Who would have thought we were brothers?
We went to sit down next to a group that seemed quieter. They chatted and told jokes while passing around beer for us to drink together. Jake took my hand and didn't let me go.
—I didn't know you two were a couple— said a girl sitting next to Jake —I haven't seen you guys together all night. I like your attitude. I hate when couples try to be too lovey-dovey all the time and don't let each other breathe. I need my freedom, the guys I've dated don't understand that.
Jake smiled tensely and gave a light squeeze to my hand.
—Well, you know— I said —You have to talk about these things.
But what an idiot. I should have run away in that same instant. Leave, lock myself in my room and forget Jake had hecho esta estupidez de besarme. ¿Por qué me había gustado? Bueno, mi hermano era caliente, no podía negarlo.
Volvimos a casa tomados de la mano, sin hablar. Yo me fui directo a mi cuarto y él al suyo. Alrededor de las cinco de la mañana, escuché ruidos en la entrada. Mamá estaba gritando incoherencias y papá le respondía furibundo. Al parecer no habían tenido un buen rato como pareja. Cuando ellos se peleaban, eran explosivos.
—¡Al menos podrías bajar el tono! —decía mamá a gritos, lo cual lo hacía sonar irónico— ¡Los niños están durmiendo! ¡Además no tienes derecho a gritarme así!
Me cubrí la cabeza con la almohada y traté de dormirme. Los gritos continuaron por más de media hora, hasta que escuché un fuerte portazo. No supe descifrar si acaso era la puerta de alguna habitación la que habían azotado o acaso era la puerta de entrada y alguno de mis padres se había mandado a cambiar.
Suspiré y gruñí aburrida. Ellos eran buenos peleando cuando les entraban los monos. Y no me iba a levantar a ver que estaba pasando. Que ellos arreglaran sus problemas. Ya me habían dado suficientes dolores de cabeza con sus peleas cuando era niña y ahora no me iba a preocupar como entonces. Antes me ponía tan nerviosa que a veces me quedaba tardes enteras llorando. Ahora sólo intentaría dormir.
En la mañana desperté al sentir que mi cama se hundía. Tomé una respiración profunda y rápida por la sorpresa y me incorporé en la cama para pillar a Jake sentado en el borde mirándome con una mueca. Quise patearlo por el susto que me dio.
—Perdón por asustarte —murmuró— pero tenemos que hablar.
Oh, Dios. ¿Por qué me pasaba esto a mí? Cerré los ojos y cuando los volví a abrir, me percaté de que mi hermano estaba casi completamente desnudo. Sólo una toalla blanca alrededor de su cintura lo cubría. Su pelo mojado y goteando sobre su espalda, delataba la ducha reciente que se había dado.
—¿Por qué hiciste eso? —pregunté atragantándome.
—Estaba borracho y enfadado. Lo lamento. En serio. Tragué saliva. O que eu havia de dizer sobre isso? Eu estava bêbada o suficiente para me desculpar por não ter respondido ao seu beijo? Fiquei olhando para ele sem saber o que dizer. Parecia nervoso e um pouco assustado, como se achasse que eu fosse atacá-lo a qualquer momento e tivesse que se proteger. —Mas isso não é o único problema —disse com relutância em continuar. Suspirou— Hoje eu precisei tomar uma ducha fria… Soltou um riso triste. Uma ducha fria? Então estava quente por mim. Quase me fez rir, mas a situação era séria. Mesmo assim, a minha sonrisa escapada não foi invisível para Jake. Parecia confuso ao ver-me reagir daquela maneira. —O que? —me olhou com a cabeça ladeada e com um brilho de diversão contida refletido nos seus olhos. —Você me põe? Você é um porco, Jake —rirrei— Masturbando-se enquanto pensava em sua própria irmã. Ele sorriu abertamente, mas enrubescendo. Bem, talvez pudéssemos levar essa conversa por uma via mais burlona e assim não teríamos que nos sentir incómodos com o que havia acontecido. Apoiou as suas duas mãos no colchão e se inclinou para trás alguns graus até sua pose parecer mais relaxada. Olhou-me com a sua sonrisa de puta que comeu canário e uma gota rolou desde seu cabelo molhado até sua nariz. Eu me inclinei e a tirei com meu dedo indicador. —Não me masturbei pensando em você —disse com voz rouca— Tive que tomar uma ducha fria para não fazer isso, mas não funcionou. —Não? Todo esse tempo eu não havia querido olhar para a toalha branca que o cobria, mas eu percebia que estava cobrindo uma forma um pouco estranha. Meu olhar se desviou para sua entreperna e pude ver a carpa que formava com a toalha. Perdi o fôlego. Eu havia causado isso? —Tudo é sua culpa —acusei burlonamente— Você, ontem, me olhando nu enquanto eu tomava sol. Você pedindo para eu lhe aplicar protetor solar. Você andando de calcinha em frente a mim durante mais de meia hora procurando roupa. Você, com sua boca atrevida e devolvendo-me o beso. —I have things to say in my defense —I choked— I didn't look at you naked yesterday. Even I threw a towel at you. I didn't invite you into my room to see me choose clothes and you've already seen me in underwear before. The same with sunscreen. You've also thrown it at me before. I didn't ask you to unbutton my bikini… His smile widened. —Already. A defense for three of my four accusations. Then you admit that you returned the kiss. Did you like it? I wanted to slap him, but my first reaction was to unconsciously lick my lips at the memory of his mouth. —You might be a good kisser. He let out a seductive growl and my heart shrunk. My crotch was palpitating scandalously and I didn't know what to do to stop this madness. —This conversation isn't helping anything —he said with his deep voice— Do you want to see? Before I could respond, Jake stood up, unwrapped the towel and opened it wide, showing me his incredible erection. I gasped feeling like my whole body was trembling. I felt like desire substance was flowing through my veins in large quantities at that moment. I wanted to bite myself and get this crap out of me. How could I be so excited when Jake and I had seen each other naked all our childhood? He was my brother, damn it. I couldn't take my eyes off his penis. It had marked veins but was beautiful, like a magazine penis. Big and thick with sensual curvature. His testicles hung down, showing no sign of public hair. —Don't mess with me —I said in a voice that sounded almost as rough as Jake's— Do you shave? Jake nodded with a lascivious smile. —Hey, I'm not talking about that —he said somewhat nervously— Quiero decir, si me das permiso de pensar en ti mientras yo... —se miró el pene y su mano continuó subiendo y bajando. —¿Masturbarte? Bueno, eso no era tan terrible. Uno podía tener fantasías estúpidas cuando hacía eso. Yo había fantaseado con un millón de idioteces asquerosas cuando me masturbaba, desde asaltantes sexys a extraterrestres superdotados. ¿Qué había de malo en pensar en tu sexy hermana? ¿Yo era sexy, cierto? —Sí, pero además… aquí. Digo. Mientras tú miras. Tragué saliva. Mis ojos no se iban de aquel lugar de su cuerpo. Yo iba a morir ahí mismo si no me tocaba a mi misma también, pero no podía hacer eso. No podía. Era malo. Estaba mal visto. Era una aberración. Yo ni siquiera debería estar mirando a mi hermano con esta cara. Él no debería estar desnudo ante mí y menos tocándose. Oh, pero cuantas ganas tenía que esa mano fuera la mía. —Ya lo estás haciendo —dije intentando forzar una sonrisa, pero ahora mismo sólo tenía que concentrarme en no dejar caer mis babas. Jake me miró con una sonrisa nerviosa y continuó con su trabajo manual. Yo podía notar por la subida y bajada de su pecho, que estaba respirando agitadamente. A pesar de lo mucho que me resistí, terminé excitándome demasiado y terminé mojando mis bragas. Sentí como se derretía mi entrepierna ante tan caliente escena. Yo me iba a desmayar. Dejó de mirarme y se concentró en su miembro. No nos hablamos en todo el rato en que duró aquella locura. Entonces Jake tomó el borde de su toalla blanca y cubrió la punta de su miembro. Soltó un pequeño jadeo de placer y supe que se estaba corriendo. Mantuve mis piernas bien apretadas tratando de calmar mi ansiedad. Voy a morir. Voy a morir. O tal vez me corra junto con él tan sólo con mirarlo. —Oh, joder —gruñó convulsionando en la toalla— Que bueno fue eso… Apreté fuertemente mi mandíbula. Sentía un gemido atrapado en la garganta y no quería que él lo fuera a escuchar. Se quitó la toalla, limpió su semen y dejó descansando su pene sobre las piernas. Que bem dotado estava meu irmão. Por que não o havia notado antes? Bem, antes procurava manter apartada a vista se ele estivesse nu. Agora havíamos cruzado os limites.
De repente me assaltou a terrível ideia de que nossos pais poderiam ter entrado em minha sala em qualquer momento e nos teriam surpreendido em tão humilhante situação. Me aterri.
—Onde estão os papás?
—Dormindo. Ontem foi uma noite de luta e reconciliação. Mamãe se encerrou em seu quarto por pelo menos uma hora e então chegou o pai suplicando que eu o perdoasse. Creio que após isso eles se divertiram um pouco —solto uma risada— Não vão acordar até mais tarde.
—Que horas são?
—As dez. Devem ter dormido cerca de duas ou três horas, no máximo.
Assenti e me quedava petrificada na cama sem saber o que fazer em seguida. Nós nos olhamos por um longo tempo, até que finalmente Jake se pôs de pé. A vista desviou-se para seu membro pendente. Me estremecei.
—Obrigado, Dy. Outra irmã me teria mandado para o inferno —me guiñou um olho.
Fiz uma careta e em seguida meus lábios se curvaram em uma sonrisa involuntária envergonhada.
—Madurei antes de que eu comece a hiperventilar por isso que aconteceu. Não devia ter acontecido, maldição.
—Eu sei.
Ele foi embora. Então fechei com seguro e me masturbei até ficar completamente saciada. Depois fui tomar uma ducha fria, para ver se isso fazia alguma diferença.
Despejei minhas coisas ao lado do sofá e caminhei para a cozinha. Saí dois cubos de gelo da geladeira e os pus na caneca para enchê-la d'água. Estava sedenta, pois havia esquecido comprar água mineral no meu passeio.
—¡Diane! —me chamou meu irmão do pátio— Podes me trazer uma cerveja?
Jake tinha vinte anos, ou seja, dois mais que eu. Nós ambos tínhamos o cabelo escuro, a pele pálida e os olhos verdes. Parecíamos gêmeos, mas apesar disso, continuavam se confundindo por namorado e namorada quando íamos juntos às festas. Ele era muito bonito e às vezes se tornava um pouco presunçoso, mas sempre era muito carinhoso comigo. Nós nos dávamos bem apesar de todas as discussões tontas.
—¡Hólgano! —dissi rindo.
Saí um par...Coroasda nevera e caminhei para o pátio onde Jake estava tomando sol em uma cadeira de praia ao lado da piscina. Ah, meu Deus! Soltei um riso nervoso quando o encontrei completamente nu enquanto se bronzeava. Estendi uma mão à minha frente e cobri seu baixo ventre da minha vista para poder lhe entregar a cerveja.
—Estás louco —disse-lhe— Por que não te cobriste se sabias que eu iria chegar?
—Que vai, somos irmãos. Não exagere, Dy.
Tomou a cerveja e abriu a tampa enquanto um pequeno jorro escorria por seu peito. Apressou-se em levá-la à boca para não continuar escorrendo. Peguei o pano do respaldo de outra cadeira e lhe ofereci para que secasse enquanto eu tirava a camiseta e os short para tomar sol ao lado dele, mas eu estava no bikini.
—Aproveita de te cobrir —sussurrei enquanto abria minha própria cerveja com mais cuidado. Não derramei nem uma gota.
—Também te surpreendi tomando sol nua —me olhou com picardia.
Pus os olhos para cima.
—Essa vez foi porque eu me adormeci e não senti você chegar. Me cobri imediatamente. Não sei qual é sua ideia de continuar assim.
—Planejava bronzear uniformemente. Depois, não quero que as meninas vejam que meu traseiro está mais branco do que o resto do meu corpo. Elas rirão de mim.
—Oh, Jake, agora você não está bronzeando precisamente seu traseiro —ri sem olhar.
Ele não disse nada. Só riu. Então eu comecei a cobrir meus ombros, braços, barriga e pernas com protetor solar. O peito, o rosto. Jake se pôs de pé e colocou a toalha que lhe havia oferecido em volta da cintura.
Disse-me que iria tomar banho para se preparar para a festa dessa noite.
—Uhm, aproveitando que você está de pé… —o detive acostando-me de costas sobre a cadeira de praia e estendi o envelope do protetor solar—
Você importaria me dar um banho na minha costa?
Jake grunhiu, mas mesmo assim se sentou ao lado da minha cadeira de praia e tomou o envelope. Com um Pop, molhou a mão na creme e a estendeu sobre meus ombros e omóplatos. Começou a descer por minha coluna... sem previo aviso, tomou a tirinha do meu bikini e desfez o nó, deixando minha espinha nua.
—Hey —queixei-me.
—Deixa-me fazer como eu quiser, menina —riu.
E continuou espalhando tudo para baixo. Chegou à parte inferior da minha espinha e parou de pé, dando por terminado o seu trabalho.
—Obrigada —murmurei meio adormecida.
Era gostoso que você aplicasse protetor solar, era como um massagem. Comecei a adormecer e não senti quando Jake se foi embora.
Tinha que me preparar para a festa. Nós não morávamos naquele balneário, mas íamos ficar na cabana de veraneio dos meus pais todos os verões, então tínhamos vários amigos lá. Essa noite havia uma festa na casa de um garoto a apenas uma quadra da nossa cabana. Não sabia o que vestir, porque estava curta de dinheiro esse ano e não havia comprado muita roupa bonita.
Assim, por mais de duas horas estive dando voltas pela minha habitação, em lingerie e então com um novo conjunto, após volta em lingerie para provar outra coisa. E assim intermitentemente. Quando Jake entrou eu estava em lingerie e o olhei furiosa. Ele se deitou na minha cama e cruzou os braços atrás da sua cabeça.
—Ainda não estás pronta? —bufou— A festa é às nove e já estamos atrasados há dez minutos. Vamos chegar muito atrasados.
—Nunca se chega cedo às festas, Jake, é lei.
—Eu sei, só que estou tremendamente aborrecido e quero ir embora agora.
Ele estava vestido com uma camiseta preta e jeans. Nada de mais. Ele não precisava se preocupar, porque era homem e de qualquer forma, ele sempre se via bem em qualquer coisa.
—O que eu vou vestir? —chorou tirando roupa após roupa da minha cama.
Jake pegava uma ou outra e as analisava com preguiça. Me mirava divertido. Ele se divertia com minha desesperança e não me ajudaria.
—Só apressa-te —fechou os olhos e fez como se fosse tomar um sono.
Talvez o fizesse.
Depois de meia hora estive pronta. Eu havia posto um top vermelho e meus melhores jeans. Llevava sapatos de... plataforma alta que me faziam quase como o porte do meu irmão. Em quanto Jake viu que eu estava bem, tomou-me da mão e arrastrei-me para fora do espelho para que parasse de se contemplar. Estava um pouco irritado porque já eram vinte para as dez da noite.
Caminhamos pela calçada e desfrutei o aroma marinho. Eu gostava. Ao chegar, cumprimentamos nossos amigos, mas estava cheio de pessoas que não conhecia. Só havia como cinco pessoas com quem eu me havia reunido antes nesse Balneario, nem mesmo Ana havia ido.
Bailamos um monte e conheci gente nova e muito divertida. Apenas me deparei com Jake porque a casa era grande e o público era imenso. Depois de um tempo, Jake encontrou-me e disse que ia sair com um grupo para a praia para continuar a festa. Dentro da casa estava fazendo muito calor.
—¿Vienes? —me perguntou.
Encogeu os ombros e disse que sim. Depois de tudo, a gente que conhecia era muito pouca e nem podia dizer que fossem realmente meus amigos. Estava bem se conhecia gente nova.
Seguimos ao grupo. Levavam cervejas e faziam escândalo. Algumas garotas correram até o mar e se zambulharam escandalosamente. Alguns homens as seguiram e não quis mais continuar a ver. O resto bailava e gritava com a música que haviam trazido. Devia tirar os meus tacos e deixá-los escondidos entre a camisa que Jake se havia sacado. Não sabia qual era sua ideia, porque não foi para banhar-se no mar. Talvez apenas quisesse mostrar seus abdominais às garotas.
Então eu comecei a bailar com um rapaz bonito. Lá ninguém me conhecia e eu não conhecia a ninguém, então me sentia um pouco incómoda, mas livre ao mesmo tempo. O rapaz, cujo nome não lembro, começou a ser um pouco fogoso. Me estreitou contra ele enquanto bailávamos e suas mãos se apossaram de minhas nádegas. Podia sentir a dureza da sua entreperna pressionando no meu baixo ventre.
Comecei a me pôr nervosa. Ele me beijava no ombro, no pescoço e eu quis escapar. Tinha o pressentimento de que ele era outro dos escandalosos que queria... sexo na praia. A mim não parecia boa ideia. Inclusive asqueroso, embora o garoto fosse bonito. O empurrei fracamente reclamando meu espaço, mas não cedeu. Disse-lhe que me deixasse e não obedeceu. Torci-me em seus braços e ele se tornou uma besta furiosa tentando beijar e tocar meus peitos.
De repente, ele me soltou. Mas não voluntariamente, pois Jake o segurava pelo pescoço. Olhava-o com ira nos olhos que eu havia visto poucas vezes.
—Deixa-la em paz —grunhiu-lhe a dois centímetros do rosto do garoto.
Meu irmão parecia realmente intimidante. Assim sem camiseta e tão alto quanto era. O braço que sustentava o imbecil estava tenso e mostrava uma grande musculatura.
—Lo sinto, irmão —disse-lhe o garoto rodeando o braço de Jake com as mãos tentando tirá-lo da cima— Me propasei, é minha culpa. Lo sinto —me olhou— Lo sinto, menina. Sou um idiota.
Vi que Jake ia golpear o garoto em qualquer momento. Pus uma mão no seu ombro e o olhei suplicante.
—Não te metas em problemas —disse nervosa— Já passou.
Soltou o garoto. Muitos pares de olhos estavam observando, mas a música continuava. O resto parecia imerso em seu próprio mundo de loucura, então a festa não havia sido aguada.
Jake me tomou pelos ombros. Suspirei. Aqui não éramos amigos de ninguém, então estava segura de que se começasse uma briga, os idiotas estariam do lado do outro garoto e Jake sairia lastimado. Então passou algo impactante. Jake me beijou.
Deixou cair sua boca na minha e me apertou até fundirmo-nos em um abraço. Seus lábios rogaron nos meus e, apesar do meu choque inicial, deixei-me levar. Não sabia que Jake besasse tão bem. Abri a boca e dei acesso à sua língua. Agradeceu que ninguém ali soubesse que éramos irmãos, porque teria sido atroz, mas por como me sentia nesses momentos, supunha que não havia acabado com o beijo mesmo se estivessem nossos amigos na festa, mesmo se estivesse Ana.
Jadei contra sua boca. Rodeei seu corpo com meus braços enquanto ele sustentava minha cabeça entre suas grandotas hands. Almost made me shiver. This was not good. It was unnatural. I wanted to feel disgust, but couldn't. Started getting excited and it was just at that moment when something clicked in my head and pushed him away.
We kept staring fixedly. His green eyes enveloped mine with a shine that I had only seen in my partners during sexual relationships. A shiver ran down me and I didn't know if it was good or bad. He couldn't be feeling sexual attraction for me, right? I couldn't be feeling sexual attraction for my own brother either.
—So they'll think you're my girlfriend— he whispered —No one else will dare touch you.
I swallowed saliva.
—We could have just left, simple as that.
He untangled his fingers from my hair and I let him go. I looked around and the boy who had been harassing me was already gone, continuing with the party. Everyone was dancing, some were looking. Only then did I feel like the music was getting into my ears. During the seconds the kiss lasted, I had gotten into a bubble where there was only silence and Jake and I.
Some guys yelled obscenities in our direction and laughed. They thought we were just a hot couple. Who would have thought we were brothers?
We went to sit down next to a group that seemed quieter. They chatted and told jokes while passing around beer for us to drink together. Jake took my hand and didn't let me go.
—I didn't know you two were a couple— said a girl sitting next to Jake —I haven't seen you guys together all night. I like your attitude. I hate when couples try to be too lovey-dovey all the time and don't let each other breathe. I need my freedom, the guys I've dated don't understand that.
Jake smiled tensely and gave a light squeeze to my hand.
—Well, you know— I said —You have to talk about these things.
But what an idiot. I should have run away in that same instant. Leave, lock myself in my room and forget Jake had hecho esta estupidez de besarme. ¿Por qué me había gustado? Bueno, mi hermano era caliente, no podía negarlo.
Volvimos a casa tomados de la mano, sin hablar. Yo me fui directo a mi cuarto y él al suyo. Alrededor de las cinco de la mañana, escuché ruidos en la entrada. Mamá estaba gritando incoherencias y papá le respondía furibundo. Al parecer no habían tenido un buen rato como pareja. Cuando ellos se peleaban, eran explosivos.
—¡Al menos podrías bajar el tono! —decía mamá a gritos, lo cual lo hacía sonar irónico— ¡Los niños están durmiendo! ¡Además no tienes derecho a gritarme así!
Me cubrí la cabeza con la almohada y traté de dormirme. Los gritos continuaron por más de media hora, hasta que escuché un fuerte portazo. No supe descifrar si acaso era la puerta de alguna habitación la que habían azotado o acaso era la puerta de entrada y alguno de mis padres se había mandado a cambiar.
Suspiré y gruñí aburrida. Ellos eran buenos peleando cuando les entraban los monos. Y no me iba a levantar a ver que estaba pasando. Que ellos arreglaran sus problemas. Ya me habían dado suficientes dolores de cabeza con sus peleas cuando era niña y ahora no me iba a preocupar como entonces. Antes me ponía tan nerviosa que a veces me quedaba tardes enteras llorando. Ahora sólo intentaría dormir.
En la mañana desperté al sentir que mi cama se hundía. Tomé una respiración profunda y rápida por la sorpresa y me incorporé en la cama para pillar a Jake sentado en el borde mirándome con una mueca. Quise patearlo por el susto que me dio.
—Perdón por asustarte —murmuró— pero tenemos que hablar.
Oh, Dios. ¿Por qué me pasaba esto a mí? Cerré los ojos y cuando los volví a abrir, me percaté de que mi hermano estaba casi completamente desnudo. Sólo una toalla blanca alrededor de su cintura lo cubría. Su pelo mojado y goteando sobre su espalda, delataba la ducha reciente que se había dado.
—¿Por qué hiciste eso? —pregunté atragantándome.
—Estaba borracho y enfadado. Lo lamento. En serio. Tragué saliva. O que eu havia de dizer sobre isso? Eu estava bêbada o suficiente para me desculpar por não ter respondido ao seu beijo? Fiquei olhando para ele sem saber o que dizer. Parecia nervoso e um pouco assustado, como se achasse que eu fosse atacá-lo a qualquer momento e tivesse que se proteger. —Mas isso não é o único problema —disse com relutância em continuar. Suspirou— Hoje eu precisei tomar uma ducha fria… Soltou um riso triste. Uma ducha fria? Então estava quente por mim. Quase me fez rir, mas a situação era séria. Mesmo assim, a minha sonrisa escapada não foi invisível para Jake. Parecia confuso ao ver-me reagir daquela maneira. —O que? —me olhou com a cabeça ladeada e com um brilho de diversão contida refletido nos seus olhos. —Você me põe? Você é um porco, Jake —rirrei— Masturbando-se enquanto pensava em sua própria irmã. Ele sorriu abertamente, mas enrubescendo. Bem, talvez pudéssemos levar essa conversa por uma via mais burlona e assim não teríamos que nos sentir incómodos com o que havia acontecido. Apoiou as suas duas mãos no colchão e se inclinou para trás alguns graus até sua pose parecer mais relaxada. Olhou-me com a sua sonrisa de puta que comeu canário e uma gota rolou desde seu cabelo molhado até sua nariz. Eu me inclinei e a tirei com meu dedo indicador. —Não me masturbei pensando em você —disse com voz rouca— Tive que tomar uma ducha fria para não fazer isso, mas não funcionou. —Não? Todo esse tempo eu não havia querido olhar para a toalha branca que o cobria, mas eu percebia que estava cobrindo uma forma um pouco estranha. Meu olhar se desviou para sua entreperna e pude ver a carpa que formava com a toalha. Perdi o fôlego. Eu havia causado isso? —Tudo é sua culpa —acusei burlonamente— Você, ontem, me olhando nu enquanto eu tomava sol. Você pedindo para eu lhe aplicar protetor solar. Você andando de calcinha em frente a mim durante mais de meia hora procurando roupa. Você, com sua boca atrevida e devolvendo-me o beso. —I have things to say in my defense —I choked— I didn't look at you naked yesterday. Even I threw a towel at you. I didn't invite you into my room to see me choose clothes and you've already seen me in underwear before. The same with sunscreen. You've also thrown it at me before. I didn't ask you to unbutton my bikini… His smile widened. —Already. A defense for three of my four accusations. Then you admit that you returned the kiss. Did you like it? I wanted to slap him, but my first reaction was to unconsciously lick my lips at the memory of his mouth. —You might be a good kisser. He let out a seductive growl and my heart shrunk. My crotch was palpitating scandalously and I didn't know what to do to stop this madness. —This conversation isn't helping anything —he said with his deep voice— Do you want to see? Before I could respond, Jake stood up, unwrapped the towel and opened it wide, showing me his incredible erection. I gasped feeling like my whole body was trembling. I felt like desire substance was flowing through my veins in large quantities at that moment. I wanted to bite myself and get this crap out of me. How could I be so excited when Jake and I had seen each other naked all our childhood? He was my brother, damn it. I couldn't take my eyes off his penis. It had marked veins but was beautiful, like a magazine penis. Big and thick with sensual curvature. His testicles hung down, showing no sign of public hair. —Don't mess with me —I said in a voice that sounded almost as rough as Jake's— Do you shave? Jake nodded with a lascivious smile. —Hey, I'm not talking about that —he said somewhat nervously— Quiero decir, si me das permiso de pensar en ti mientras yo... —se miró el pene y su mano continuó subiendo y bajando. —¿Masturbarte? Bueno, eso no era tan terrible. Uno podía tener fantasías estúpidas cuando hacía eso. Yo había fantaseado con un millón de idioteces asquerosas cuando me masturbaba, desde asaltantes sexys a extraterrestres superdotados. ¿Qué había de malo en pensar en tu sexy hermana? ¿Yo era sexy, cierto? —Sí, pero además… aquí. Digo. Mientras tú miras. Tragué saliva. Mis ojos no se iban de aquel lugar de su cuerpo. Yo iba a morir ahí mismo si no me tocaba a mi misma también, pero no podía hacer eso. No podía. Era malo. Estaba mal visto. Era una aberración. Yo ni siquiera debería estar mirando a mi hermano con esta cara. Él no debería estar desnudo ante mí y menos tocándose. Oh, pero cuantas ganas tenía que esa mano fuera la mía. —Ya lo estás haciendo —dije intentando forzar una sonrisa, pero ahora mismo sólo tenía que concentrarme en no dejar caer mis babas. Jake me miró con una sonrisa nerviosa y continuó con su trabajo manual. Yo podía notar por la subida y bajada de su pecho, que estaba respirando agitadamente. A pesar de lo mucho que me resistí, terminé excitándome demasiado y terminé mojando mis bragas. Sentí como se derretía mi entrepierna ante tan caliente escena. Yo me iba a desmayar. Dejó de mirarme y se concentró en su miembro. No nos hablamos en todo el rato en que duró aquella locura. Entonces Jake tomó el borde de su toalla blanca y cubrió la punta de su miembro. Soltó un pequeño jadeo de placer y supe que se estaba corriendo. Mantuve mis piernas bien apretadas tratando de calmar mi ansiedad. Voy a morir. Voy a morir. O tal vez me corra junto con él tan sólo con mirarlo. —Oh, joder —gruñó convulsionando en la toalla— Que bueno fue eso… Apreté fuertemente mi mandíbula. Sentía un gemido atrapado en la garganta y no quería que él lo fuera a escuchar. Se quitó la toalla, limpió su semen y dejó descansando su pene sobre las piernas. Que bem dotado estava meu irmão. Por que não o havia notado antes? Bem, antes procurava manter apartada a vista se ele estivesse nu. Agora havíamos cruzado os limites.
De repente me assaltou a terrível ideia de que nossos pais poderiam ter entrado em minha sala em qualquer momento e nos teriam surpreendido em tão humilhante situação. Me aterri.
—Onde estão os papás?
—Dormindo. Ontem foi uma noite de luta e reconciliação. Mamãe se encerrou em seu quarto por pelo menos uma hora e então chegou o pai suplicando que eu o perdoasse. Creio que após isso eles se divertiram um pouco —solto uma risada— Não vão acordar até mais tarde.
—Que horas são?
—As dez. Devem ter dormido cerca de duas ou três horas, no máximo.
Assenti e me quedava petrificada na cama sem saber o que fazer em seguida. Nós nos olhamos por um longo tempo, até que finalmente Jake se pôs de pé. A vista desviou-se para seu membro pendente. Me estremecei.
—Obrigado, Dy. Outra irmã me teria mandado para o inferno —me guiñou um olho.
Fiz uma careta e em seguida meus lábios se curvaram em uma sonrisa involuntária envergonhada.
—Madurei antes de que eu comece a hiperventilar por isso que aconteceu. Não devia ter acontecido, maldição.
—Eu sei.
Ele foi embora. Então fechei com seguro e me masturbei até ficar completamente saciada. Depois fui tomar uma ducha fria, para ver se isso fazia alguma diferença.
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