Comecei a dirigir pra casa, em poucos minutos cheguei feliz e contente, rindo de tudo. Abri a porta de casa, o Peter estava vendo TV. — Oi, vocês foram fazer compras? — ele sorriu ao nos ver, igual um cachorro vendo o dono. — Sim, e compramos um monte de coisas pra Jess, e outras coisas também. — Sorrimos ao lembrar da Sam, aquela mulher tá uma gostosa do caralho grávida. — Que bom, a comida já tá pronta. — Ele se levantou do sofá e foi pra cozinha. — Tá bem, a gente vai deixar as coisas e depois jantar. — Com todas as sacolas que a gente tinha, fomos pro quarto que a gente divide. A boa notícia é que minha cama é de casal. Mas no armário tivemos que dar um jeito pra caber a roupa dela e a minha. Já era noite quando chegamos, fechei as cortinas e liguei o aquecedor pra cama não ficar fria. Jess fechou a porta e começou a tirar a roupa. — Jess, uma pergunta: você não tem vontade de ficar com o Peter? — Já que ele só aparece de vez em quando e depois vai trabalhar. — Sei lá, ele não fica em casa, mas um dia, quando ele tiver por perto, pode ser que a gente role um menage. — Essa mulher me deixa doido. — Hoho, parece que você tá mais de boa com isso. — Eu continuei guardando a roupa no armário dela. — É, tô sim. — Ela sentou na cama. — Mas isso é tipo um mundo estranho, eu nem tinha celular, a coisa mais tecnológica que a gente tinha era uma TV e um telefone, e a comida era pouca, então a gente tinha que pedir pros vizinhos e pros clientes mais do que o normal pra comprar. — Essa mina realmente passou a vida na merda. — Mas agora tudo é diferente, tenho roupa normal, um vestido de noiva, um celular, comida, um teto, e logo vou estar em outro país e vou ser mãe. — Dos erros a gente tira o sucesso. — Dei de ombros, enquanto continuava guardando a roupa dela. — É verdade, isso daria uma tatuagem. — É mesmo, ela não tem nenhuma tatuagem. — Sim, o que você acha desse pijama? Comprei ele de presente. — É uma camiseta preta com bolinhas brancas e um short curto. Negro. - Ninguém nunca tinha me dado um presente.
- Ela me abraçou forte, e eu entreguei o presente pra ela.
- De nada.
- falei, terminando de arrumar as roupas e o vestido.
- Vou vestir meu pijama. Tirei a roupa, mostrei meus abdominais e fiquei só de cueca, vestindo o pijama. Ela fez o mesmo, tirou tudo até o sutiã e a calcinha, completamente pelada, e vestiu o pijama dela.
- Vamos comer.
- falei pra sair do quarto.
- O cheiro é delicioso.
- Jess sentou na mesa.
- Fui eu quem preparei.
- Peter começou a comer e nós também. Contamos o que fizemos, e pulamos a parte da Sam — aquela mina tem espírito mesmo.
- E você, como tem estado... No trabalho.
- perguntei enquanto tomava uma bebida.
- Bem, agora tão pedindo pra gente manter as finanças públicas e privadas na linha, e como tô na Espanha, tão os melhores da empresa aqui, então vamos ter mais grana.
- Muita grana, mais do que vamos ter.
- Mas mais trampo também.
- Amanhã você tem que trabalhar?
- perguntei pra ver se a gente ficava os três juntos.
- É meu dia de folga, finalmente, então podemos estrear esses pijamas.
- ele sorriu. Eu já tinha terminado de comer, e Jess tinha comido o triplo de mim.
- Vamos descansar um pouco e depois partimos pra ação.
- Jess falou, e a gente foi pro sofá.
- Sim, também.
- Sentei, e ela colocou as pernas nas minhas. O sofá é comprido, então ela se deitou e apoiou as pernas no meu pacote, do meu lado, o Peter. Ligamos a TV e começamos a assistir, mas quase ninguém prestava atenção, todo mundo tava mais no celular. Da minha parte, tava ensinando Jess a usar o telefone, WhatsApp e Instagram.
- Assim tá bom.
- Eu olhava ela dando like nos famosos, e com meu cotovelo tocava a buceta dela.
- Quem tá pronto?
- falei, olhando pros dois. Toquei no pacote do Peter e o meu endureceu.
- Eu.
- falaram em uníssono.
- Leva ela como se fosse lua de mel.
- Peter carregou Jess até nossa cama.
- Que a festa comece e que nossos filhos aproveitem.
- Peter e Jess se beijavam. Enquanto eu tirava minha camiseta e Peter beijava ela e tirava a roupa dela. Deixei Jessica completamente nua e Peter também, nós três sem nada, nossos paus estavam duros. Ela ficou de quatro, Peter na frente e eu atrás, enquanto eu passava saliva no meu pau e na buceta dela. E a festa começou, as tetas balançando e eu metendo mais forte. Até que tirei meu pau, fizemos um 69 com a Jessica. Minha cara tava na buceta dela e meu pau na boca dela. — Vamos, irmão. — Ele enfiou na buceta dela, eu coloquei minha boca pra lamber ela e as bolas dele também. Com uma mão eu tocava a barriga dela e com a outra o peito dela. Peter tirou o pau, eu levantei e o Peter também. Fiz a Jessica deitar na beirada da cama, comecei a lamber a buceta dela e meu cu também tava sendo lambido pelo Peter. — É hora. — O Peter enfiou em mim, eu gemi de dor. Cada vez mais forte, meu pau roçava na buceta da Jess e ela fazia carinho na minha perna. — Vou gozar. — Ele disse, tirou o pau e ficou na frente da Jess e gozou nela. Ficou toda melada de porra do Peter. — Minha vez. — Falei em inglês, beijei ela. — Relaxa, amor. — Ela deitou na cama e eu bem do lado dela, enquanto o pau dele tava mole de lado com um pouco de porra. — Vamos. — A Jess abriu as pernas e mostrou a vulva dela. Não pensei duas vezes pra meter forte, ela chegou perto de mim e começou a me beijar, e com a porra do Peter eu comecei a chupar ela. — Dentro ou fora? — Perguntei. — Dentro. — Gozei, deixei meu pau dentro dela por um tempo, e comecei a tirar. — Tô com fome. — Me ajoelhei pra comer minha própria porra e enfiei os dedos pra tirar a porra e comer. Terminei de comer e deitei do lado dela, numa mesa que tinha lenços umedecidos peguei alguns pra passar pro Peter e pra Jessica. E nos limpamos, eu tirei a porra do Peter do meu corpo. E a Jess passou o lenço no corpo todo até na buceta dela. Peguei meu pijama, mas só o short e sem cueca. Camiseta. — Boa noite. — Peter pegou a roupa dele e saiu pelado, a porta ficou aberta. Jess levantou os lençóis e se deitou. — E você vai dormir assim. — Levantou e vestiu a camiseta curta que comprei pra ela, só cobria os peitos dela, a barriga e a buceta ficaram de fora. — Melhor. — Deitou, desliguei o aquecedor e a gente se deitou. Apaguei a luz e ficamos de conchinha. — Gosto dessa posição. — Ela disse, meu braço direito tava na cabeça dela, e o esquerdo na barriga dela, e meu pau no cu dela. — Sério. — Fiquei surpreso com o que ela falou. — É verdade, você é a melhor pessoa que me ajudou em tudo. — Ela se virou pra gente se olhar diretamente nos olhos. — Peter, eu gosto dele, mas ele é mais pelo dinheiro do que pelo amor. — Espera. — Falei, levantei do lugar e comecei a andar de cócoras pra chegar no quarto do Peter e ver como ele tava dormindo, fechei a porta e a porta range mesmo devagar. Corri pra cama e deixei a porta aberta, a gente ficou no nosso momento de paixão. — Agora estamos bem. — A gente ficou como antes. — Dos dois, de quem você gosta mais? — De você, Peter é bonito, gostoso, sabe idiomas, mas não fica muito em casa, então poucas vezes posso falar com ele, e com você é o contrário, fomos fazer compras, ficamos com a Sam que é uma mulher gostosa, mas eu gosto do que faço com você, é como se eu voltasse a ter uma infância com você, e agora com os filhos nascendo vai ser diferente, você vai estar no trabalho, eu com as crianças. — Dei um beijo nela pra interromper. — Desde que a gente se conhece, você me fala da sua vida, o quanto foi doloroso, mas que isso não se torne algo ruim, sabe a diferença que teve e deve ser boa, esses bebês que você cuida são a segunda coisa mais importante pra mim, a primeira e as duas pessoas mais importantes são Peter e você, porque conheço o Peter e ele é como eu mesmo, e agora você, uma mulher que quando disse "goza dentro de mim", pensei: essa mulher é louca. — Ela deu umas gargalhadas. — É verdade, mas depois você ficou. Grávida e a gente se conectava naqueles momentos de fraqueza, e virou uma fortaleza.
– Me deu um beijo.
– Valeu, love. – ela disse.
– E Peter também, vocês são meus dois grandes amores.
– De nada. – eu dei outro beijo nela, mas esse foi com mais paixão e saliva. Me abaixei e beijei a barriga dela.
– E obrigado por essa experiência.
– Você que fez.
Ela virou de lado e a gente dormiu abraçado.
Uma nova manhã, acordei normal e a Jess também. A gente tomou café e almoçou os três como uma família.
– O que você pretende fazer? – perguntei, porque sinceramente não sei o que a gente pode fazer.
– Não sei.
Meu telefone começou a tocar, corri pra atender.
– Alô. – falei, esperando que uma mulher respondesse.
– Bom dia, senhor Smith, sou do registro de passaportes. A senhorita Jessica Miller já pode retirar o passaporte dela.
Olhei pros dois com alegria.
– Bom, obrigado... Tchau. – desliguei.
– É pra Jess, seu passaporte tá pronto, a gente precisa buscar. – falei, sentando no sofá.
– Beleza, vamos buscar. – Jess levantou.
– Vão vocês dois, falta vocês se conectarem, e não sexualmente, mas de verdade.
Eles se olharam fixamente e depois olharam pra mim.
– Por quê? – falaram juntos.
– Vão vocês, tenho umas coisas particulares pra fazer do trabalho.
Peter pegou as chaves do carro e foram.
– Se cuidem.
Olhei pela janela enquanto eles iam no carro do Peter, com cara de preocupação. Peguei meu telefone e liguei pra clínica onde eu e o Peter estamos nos tratando, e depois do casamento a Jessica vai entrar também.
– Alô, boa tarde, com quem posso falar? – atendeu a secretária.
– Oi, fala James Smith. Quero marcar um horário pra senhorita Jessica Miller, daqui a duas semanas, com o doutor Jace Lovegood.
Ouvi ela digitando.
– O doutor pode atender às 14h. – fez uma pausa.
– É um bom horário. – falei.
– Ele vai atender daqui a duas semanas, na terça-feira, às 14h. Me deu o caminho todo. — Sim, bem, obrigado. — Desligou a chamada. O doutor é um matron que me falou o outro pra Jessica. Vi o calendário e só faltam dias pro casamento, hoje é quinta e sábado é. Sentei na mesa da cozinha, tá tudo planejado pro casamento, vamos pra um lugar pequeno e depois tudo acaba. Alguém tava me ligando. — Oi, senhor Smith. — Era uma voz de um homem bem grave. — Oi, com quem eu falo? — perguntei, consegui gravar a chamada. — Pelo amor de Deus, não lembra de mim? — Aquela voz eu já tinha ouvido em outro lugar. — Sou o Josh. O pai do Peter. — Josh, quanto tempo, como você tá, não tinha reconhecido sua voz. — Rimos, Josh é uma pessoa de 50 anos, junto com a esposa Marie são como uns pais pra mim. — Bom, o tempo, e como vocês estão? Vão vir pra Espanha? — ele me perguntou. — Sim, e vai ter uma visita nessa viagem. — Sobre a Jessica e a gravidez dela. — Quem? — ele disse. — Vocês vão ver, só esperem. E vocês falaram com ele? — perguntei, porque a relação do Peter com os pais não é muito boa, e quando conheci o Peter, eles gostaram mais de mim e todas as coisas foram pra mim, daí nasceu esse grande amor de pais por mim, mas o Peter é mais velho que eu e não ligou. — Não, desde que eles foram embora. — A relação deles desapareceu. — Bom, não importa. E vocês, como tão na Espanha? — perguntei, porque ficar no passado é chato. — O que você quer que eu te diga, filho? O clima é lindo e as praias? — Riu, dei um gole no copo de suco que eu tinha. — E a Marie, como ela tá? — queria saber como ela tava. — Ela tá do meu lado, vou passar pra você. — Oi, James, como você tá, filho? — Marie perguntou. — Bem, aqui curtindo pra depois ir morar na Espanha como psicólogo. — falei. — Sabia que você conseguiria, James. E o Peter, tá por aí? — Não, sinto muito, ele tá com a amiga dele. — falei e ela não entendeu muito. — Amiga? — ela perguntou. — Daqui a algumas semanas a gente vai estar aí e vocês vão ver, esperando que vocês não morram na tentativa. — Rir. — Bom, vou deixar você, filho. Cuida bem de você, tão nos chamando pra fazer um tour, tchau, um beijo. - Vou me entregar com o Josh. - Josh cuida do Peter e logo vocês vêm. - Ouvi o carro deles chegando. - Claro que a gente vai estar por aí, se cuidem muito, um beijo, tchau. - Desliguei a chamada. Eles abriram a porta e entraram. - Oi. - Falei amigável pra ver o passaporte da Jessica. - A gente tem. - Ela sorriu. - Sorriu, bom, daqui a duas semanas, na terça-feira às duas da tarde, a gente vai ter com o médico pra saber o sexo dos bebês e no sábado é o casamento. - Os dois se olharam. - Quando você fez isso? - Me perguntou o Peter enquanto deixava as chaves no chaveiro. - Agora, com o médico agora mesmo e o casamento foi marcado há um tempo. - Falei pra ver a Jessica olhando a foto dela. - Uau. - Ela disse. - Seus pais me ligaram e estão felizes lá na Espanha e em breve vão conhecer gente nova da família. - Falei pra olhar pra eles. - E o que mais? - Me perguntou sério. - Nada, só como a gente tá e eu disse que tava bem. - Sentei no sofá. As horas passaram normal, como sempre, enquanto o tempo passava, chegou a noite. O dia do casamento Acordei sabendo que era o grande dia. - É o seu dia. - Falei e ela abriu os olhos. - Tô nervosa. - Olhei a hora, são 13:00. Faltam cinco horas. Vamos... Pra ação. Comemos e nos vestimos, eu coloquei minha roupa de gala e ela o vestido dela. - Peter, vai pro cartório, são 17:30. - Ele já tava pronto. - Por quê? - Me perguntou. - O noivo não pode ver a noiva. - Ele riu, pegou as chaves e saiu de casa pro cartório. Bateram na porta. Abri a porta e era a maquiadora. - Ela tá no quarto. - Eram três das melhores maquiadoras que conheço. A Jessica já tava com o vestido, só faltava se maquiar. Trinta minutos depois. - Tamos prontos. - Ela tava realmente gostosa, paguei as minas e elas foram embora. - Vamos. - Falei, ela entrou no carro e eu também. Depois de uns minutos, os câmeras já tavam lá. Descemos do carro e tiramos fotos. Ao entrar no lugar onde tava o senhor. Também Tiraram fotos dos dois com a pessoa, eles assinaram e meteram o papel de casamento e colocaram os anéis. Comecei a aplaudir já que era a única pessoa... — uma foto dos três. — os três tiramos uma foto. Em alguns minutos, o fotógrafo nos entregou as fotos dos três. — vão pra lua de mel de vocês. — eles estavam felizes. — mas antes de tudo isso, e se perguntarem quando tiraram a foto, vão dizer que foi há 10 meses. — por que me perguntaram. — você tá com 4 meses de gravidez e é melhor fazer parecer que casaram há 6 meses, e no total já passaram 10 meses desde que casaram. — entenderam a informação. — haaas, mas é um presente que te demos quando saímos os dois. — Peter tirou um anel. — politicamente somos casados, mas entre a gente não é. Os dois tiraram o anel. — No anelar direito. — colocaram naquele dedo em mim. — bom, vão os recém-casados pra lua de mel, e deixa ela cheia de porra em todo canto. — entreguei o cartão pra eles. — é um hotel, eu tenho que atualizar os arquivos de psicologia da universidade, o Miguelo pediu. — tem certeza? — me falaram. — sim, é verdade. — subiram no carro. — James, você vai com a nossa esposa pra consulta com a parteira, eu tenho que planejar a viagem. — peguei as chaves. — okay, depois da parteira, a gente vai. — falei, eles se despediram de mim com a mão e foram embora. Entrei no meu carro e não parei de olhar as fotos, e também o anel, casei. Sem ter recebido o papel, mas mesmo ela esperando um filho meu, vou casar com alguém. A vida segue e posso ficar com uma pessoa pra vida toda, e ainda por cima não é minha esposa. Saí do lugar, e cheguei na minha casa, tinha uma mulher de costas pra porta. Deixei meu carro estacionado lá fora e ela continuava de costas. Desci do carro com as fotos e tudo. Ela se virou e era a Sam. — Sam? — falei. Ela se aproximou de mim, dei um beijo na bochecha como cumprimento. — como você tá? — me perguntou. — bem e você, o que faz aqui? — perguntei integrado. enquanto abria a porta. — bom... Sei que você é psicólogo e preciso que me ajude e... pelo que vou te contar. — olhei pra ela quando ela disse isso.
- Ela me abraçou forte, e eu entreguei o presente pra ela.
- De nada.
- falei, terminando de arrumar as roupas e o vestido.
- Vou vestir meu pijama. Tirei a roupa, mostrei meus abdominais e fiquei só de cueca, vestindo o pijama. Ela fez o mesmo, tirou tudo até o sutiã e a calcinha, completamente pelada, e vestiu o pijama dela.
- Vamos comer.
- falei pra sair do quarto.
- O cheiro é delicioso.
- Jess sentou na mesa.
- Fui eu quem preparei.
- Peter começou a comer e nós também. Contamos o que fizemos, e pulamos a parte da Sam — aquela mina tem espírito mesmo.
- E você, como tem estado... No trabalho.
- perguntei enquanto tomava uma bebida.
- Bem, agora tão pedindo pra gente manter as finanças públicas e privadas na linha, e como tô na Espanha, tão os melhores da empresa aqui, então vamos ter mais grana.
- Muita grana, mais do que vamos ter.
- Mas mais trampo também.
- Amanhã você tem que trabalhar?
- perguntei pra ver se a gente ficava os três juntos.
- É meu dia de folga, finalmente, então podemos estrear esses pijamas.
- ele sorriu. Eu já tinha terminado de comer, e Jess tinha comido o triplo de mim.
- Vamos descansar um pouco e depois partimos pra ação.
- Jess falou, e a gente foi pro sofá.
- Sim, também.
- Sentei, e ela colocou as pernas nas minhas. O sofá é comprido, então ela se deitou e apoiou as pernas no meu pacote, do meu lado, o Peter. Ligamos a TV e começamos a assistir, mas quase ninguém prestava atenção, todo mundo tava mais no celular. Da minha parte, tava ensinando Jess a usar o telefone, WhatsApp e Instagram.
- Assim tá bom.
- Eu olhava ela dando like nos famosos, e com meu cotovelo tocava a buceta dela.
- Quem tá pronto?
- falei, olhando pros dois. Toquei no pacote do Peter e o meu endureceu.
- Eu.
- falaram em uníssono.
- Leva ela como se fosse lua de mel.
- Peter carregou Jess até nossa cama.
- Que a festa comece e que nossos filhos aproveitem.
- Peter e Jess se beijavam. Enquanto eu tirava minha camiseta e Peter beijava ela e tirava a roupa dela. Deixei Jessica completamente nua e Peter também, nós três sem nada, nossos paus estavam duros. Ela ficou de quatro, Peter na frente e eu atrás, enquanto eu passava saliva no meu pau e na buceta dela. E a festa começou, as tetas balançando e eu metendo mais forte. Até que tirei meu pau, fizemos um 69 com a Jessica. Minha cara tava na buceta dela e meu pau na boca dela. — Vamos, irmão. — Ele enfiou na buceta dela, eu coloquei minha boca pra lamber ela e as bolas dele também. Com uma mão eu tocava a barriga dela e com a outra o peito dela. Peter tirou o pau, eu levantei e o Peter também. Fiz a Jessica deitar na beirada da cama, comecei a lamber a buceta dela e meu cu também tava sendo lambido pelo Peter. — É hora. — O Peter enfiou em mim, eu gemi de dor. Cada vez mais forte, meu pau roçava na buceta da Jess e ela fazia carinho na minha perna. — Vou gozar. — Ele disse, tirou o pau e ficou na frente da Jess e gozou nela. Ficou toda melada de porra do Peter. — Minha vez. — Falei em inglês, beijei ela. — Relaxa, amor. — Ela deitou na cama e eu bem do lado dela, enquanto o pau dele tava mole de lado com um pouco de porra. — Vamos. — A Jess abriu as pernas e mostrou a vulva dela. Não pensei duas vezes pra meter forte, ela chegou perto de mim e começou a me beijar, e com a porra do Peter eu comecei a chupar ela. — Dentro ou fora? — Perguntei. — Dentro. — Gozei, deixei meu pau dentro dela por um tempo, e comecei a tirar. — Tô com fome. — Me ajoelhei pra comer minha própria porra e enfiei os dedos pra tirar a porra e comer. Terminei de comer e deitei do lado dela, numa mesa que tinha lenços umedecidos peguei alguns pra passar pro Peter e pra Jessica. E nos limpamos, eu tirei a porra do Peter do meu corpo. E a Jess passou o lenço no corpo todo até na buceta dela. Peguei meu pijama, mas só o short e sem cueca. Camiseta. — Boa noite. — Peter pegou a roupa dele e saiu pelado, a porta ficou aberta. Jess levantou os lençóis e se deitou. — E você vai dormir assim. — Levantou e vestiu a camiseta curta que comprei pra ela, só cobria os peitos dela, a barriga e a buceta ficaram de fora. — Melhor. — Deitou, desliguei o aquecedor e a gente se deitou. Apaguei a luz e ficamos de conchinha. — Gosto dessa posição. — Ela disse, meu braço direito tava na cabeça dela, e o esquerdo na barriga dela, e meu pau no cu dela. — Sério. — Fiquei surpreso com o que ela falou. — É verdade, você é a melhor pessoa que me ajudou em tudo. — Ela se virou pra gente se olhar diretamente nos olhos. — Peter, eu gosto dele, mas ele é mais pelo dinheiro do que pelo amor. — Espera. — Falei, levantei do lugar e comecei a andar de cócoras pra chegar no quarto do Peter e ver como ele tava dormindo, fechei a porta e a porta range mesmo devagar. Corri pra cama e deixei a porta aberta, a gente ficou no nosso momento de paixão. — Agora estamos bem. — A gente ficou como antes. — Dos dois, de quem você gosta mais? — De você, Peter é bonito, gostoso, sabe idiomas, mas não fica muito em casa, então poucas vezes posso falar com ele, e com você é o contrário, fomos fazer compras, ficamos com a Sam que é uma mulher gostosa, mas eu gosto do que faço com você, é como se eu voltasse a ter uma infância com você, e agora com os filhos nascendo vai ser diferente, você vai estar no trabalho, eu com as crianças. — Dei um beijo nela pra interromper. — Desde que a gente se conhece, você me fala da sua vida, o quanto foi doloroso, mas que isso não se torne algo ruim, sabe a diferença que teve e deve ser boa, esses bebês que você cuida são a segunda coisa mais importante pra mim, a primeira e as duas pessoas mais importantes são Peter e você, porque conheço o Peter e ele é como eu mesmo, e agora você, uma mulher que quando disse "goza dentro de mim", pensei: essa mulher é louca. — Ela deu umas gargalhadas. — É verdade, mas depois você ficou. Grávida e a gente se conectava naqueles momentos de fraqueza, e virou uma fortaleza.
– Me deu um beijo.
– Valeu, love. – ela disse.
– E Peter também, vocês são meus dois grandes amores.
– De nada. – eu dei outro beijo nela, mas esse foi com mais paixão e saliva. Me abaixei e beijei a barriga dela.
– E obrigado por essa experiência.
– Você que fez.
Ela virou de lado e a gente dormiu abraçado.
Uma nova manhã, acordei normal e a Jess também. A gente tomou café e almoçou os três como uma família.
– O que você pretende fazer? – perguntei, porque sinceramente não sei o que a gente pode fazer.
– Não sei.
Meu telefone começou a tocar, corri pra atender.
– Alô. – falei, esperando que uma mulher respondesse.
– Bom dia, senhor Smith, sou do registro de passaportes. A senhorita Jessica Miller já pode retirar o passaporte dela.
Olhei pros dois com alegria.
– Bom, obrigado... Tchau. – desliguei.
– É pra Jess, seu passaporte tá pronto, a gente precisa buscar. – falei, sentando no sofá.
– Beleza, vamos buscar. – Jess levantou.
– Vão vocês dois, falta vocês se conectarem, e não sexualmente, mas de verdade.
Eles se olharam fixamente e depois olharam pra mim.
– Por quê? – falaram juntos.
– Vão vocês, tenho umas coisas particulares pra fazer do trabalho.
Peter pegou as chaves do carro e foram.
– Se cuidem.
Olhei pela janela enquanto eles iam no carro do Peter, com cara de preocupação. Peguei meu telefone e liguei pra clínica onde eu e o Peter estamos nos tratando, e depois do casamento a Jessica vai entrar também.
– Alô, boa tarde, com quem posso falar? – atendeu a secretária.
– Oi, fala James Smith. Quero marcar um horário pra senhorita Jessica Miller, daqui a duas semanas, com o doutor Jace Lovegood.
Ouvi ela digitando.
– O doutor pode atender às 14h. – fez uma pausa.
– É um bom horário. – falei.
– Ele vai atender daqui a duas semanas, na terça-feira, às 14h. Me deu o caminho todo. — Sim, bem, obrigado. — Desligou a chamada. O doutor é um matron que me falou o outro pra Jessica. Vi o calendário e só faltam dias pro casamento, hoje é quinta e sábado é. Sentei na mesa da cozinha, tá tudo planejado pro casamento, vamos pra um lugar pequeno e depois tudo acaba. Alguém tava me ligando. — Oi, senhor Smith. — Era uma voz de um homem bem grave. — Oi, com quem eu falo? — perguntei, consegui gravar a chamada. — Pelo amor de Deus, não lembra de mim? — Aquela voz eu já tinha ouvido em outro lugar. — Sou o Josh. O pai do Peter. — Josh, quanto tempo, como você tá, não tinha reconhecido sua voz. — Rimos, Josh é uma pessoa de 50 anos, junto com a esposa Marie são como uns pais pra mim. — Bom, o tempo, e como vocês estão? Vão vir pra Espanha? — ele me perguntou. — Sim, e vai ter uma visita nessa viagem. — Sobre a Jessica e a gravidez dela. — Quem? — ele disse. — Vocês vão ver, só esperem. E vocês falaram com ele? — perguntei, porque a relação do Peter com os pais não é muito boa, e quando conheci o Peter, eles gostaram mais de mim e todas as coisas foram pra mim, daí nasceu esse grande amor de pais por mim, mas o Peter é mais velho que eu e não ligou. — Não, desde que eles foram embora. — A relação deles desapareceu. — Bom, não importa. E vocês, como tão na Espanha? — perguntei, porque ficar no passado é chato. — O que você quer que eu te diga, filho? O clima é lindo e as praias? — Riu, dei um gole no copo de suco que eu tinha. — E a Marie, como ela tá? — queria saber como ela tava. — Ela tá do meu lado, vou passar pra você. — Oi, James, como você tá, filho? — Marie perguntou. — Bem, aqui curtindo pra depois ir morar na Espanha como psicólogo. — falei. — Sabia que você conseguiria, James. E o Peter, tá por aí? — Não, sinto muito, ele tá com a amiga dele. — falei e ela não entendeu muito. — Amiga? — ela perguntou. — Daqui a algumas semanas a gente vai estar aí e vocês vão ver, esperando que vocês não morram na tentativa. — Rir. — Bom, vou deixar você, filho. Cuida bem de você, tão nos chamando pra fazer um tour, tchau, um beijo. - Vou me entregar com o Josh. - Josh cuida do Peter e logo vocês vêm. - Ouvi o carro deles chegando. - Claro que a gente vai estar por aí, se cuidem muito, um beijo, tchau. - Desliguei a chamada. Eles abriram a porta e entraram. - Oi. - Falei amigável pra ver o passaporte da Jessica. - A gente tem. - Ela sorriu. - Sorriu, bom, daqui a duas semanas, na terça-feira às duas da tarde, a gente vai ter com o médico pra saber o sexo dos bebês e no sábado é o casamento. - Os dois se olharam. - Quando você fez isso? - Me perguntou o Peter enquanto deixava as chaves no chaveiro. - Agora, com o médico agora mesmo e o casamento foi marcado há um tempo. - Falei pra ver a Jessica olhando a foto dela. - Uau. - Ela disse. - Seus pais me ligaram e estão felizes lá na Espanha e em breve vão conhecer gente nova da família. - Falei pra olhar pra eles. - E o que mais? - Me perguntou sério. - Nada, só como a gente tá e eu disse que tava bem. - Sentei no sofá. As horas passaram normal, como sempre, enquanto o tempo passava, chegou a noite. O dia do casamento Acordei sabendo que era o grande dia. - É o seu dia. - Falei e ela abriu os olhos. - Tô nervosa. - Olhei a hora, são 13:00. Faltam cinco horas. Vamos... Pra ação. Comemos e nos vestimos, eu coloquei minha roupa de gala e ela o vestido dela. - Peter, vai pro cartório, são 17:30. - Ele já tava pronto. - Por quê? - Me perguntou. - O noivo não pode ver a noiva. - Ele riu, pegou as chaves e saiu de casa pro cartório. Bateram na porta. Abri a porta e era a maquiadora. - Ela tá no quarto. - Eram três das melhores maquiadoras que conheço. A Jessica já tava com o vestido, só faltava se maquiar. Trinta minutos depois. - Tamos prontos. - Ela tava realmente gostosa, paguei as minas e elas foram embora. - Vamos. - Falei, ela entrou no carro e eu também. Depois de uns minutos, os câmeras já tavam lá. Descemos do carro e tiramos fotos. Ao entrar no lugar onde tava o senhor. Também Tiraram fotos dos dois com a pessoa, eles assinaram e meteram o papel de casamento e colocaram os anéis. Comecei a aplaudir já que era a única pessoa... — uma foto dos três. — os três tiramos uma foto. Em alguns minutos, o fotógrafo nos entregou as fotos dos três. — vão pra lua de mel de vocês. — eles estavam felizes. — mas antes de tudo isso, e se perguntarem quando tiraram a foto, vão dizer que foi há 10 meses. — por que me perguntaram. — você tá com 4 meses de gravidez e é melhor fazer parecer que casaram há 6 meses, e no total já passaram 10 meses desde que casaram. — entenderam a informação. — haaas, mas é um presente que te demos quando saímos os dois. — Peter tirou um anel. — politicamente somos casados, mas entre a gente não é. Os dois tiraram o anel. — No anelar direito. — colocaram naquele dedo em mim. — bom, vão os recém-casados pra lua de mel, e deixa ela cheia de porra em todo canto. — entreguei o cartão pra eles. — é um hotel, eu tenho que atualizar os arquivos de psicologia da universidade, o Miguelo pediu. — tem certeza? — me falaram. — sim, é verdade. — subiram no carro. — James, você vai com a nossa esposa pra consulta com a parteira, eu tenho que planejar a viagem. — peguei as chaves. — okay, depois da parteira, a gente vai. — falei, eles se despediram de mim com a mão e foram embora. Entrei no meu carro e não parei de olhar as fotos, e também o anel, casei. Sem ter recebido o papel, mas mesmo ela esperando um filho meu, vou casar com alguém. A vida segue e posso ficar com uma pessoa pra vida toda, e ainda por cima não é minha esposa. Saí do lugar, e cheguei na minha casa, tinha uma mulher de costas pra porta. Deixei meu carro estacionado lá fora e ela continuava de costas. Desci do carro com as fotos e tudo. Ela se virou e era a Sam. — Sam? — falei. Ela se aproximou de mim, dei um beijo na bochecha como cumprimento. — como você tá? — me perguntou. — bem e você, o que faz aqui? — perguntei integrado. enquanto abria a porta. — bom... Sei que você é psicólogo e preciso que me ajude e... pelo que vou te contar. — olhei pra ela quando ela disse isso.
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