Ella 4

O calvário tinha começado, com meu trabalho, era uma onda de 20 metros imparável, comecei a trabalhar cada vez mais e deixava ela cada vez mais abandonada, e por causa da idade, o tesão aumentava mais, ela me mandava fotos, contos pequenos, que explodiam minha pica, uma vez ela me pede permissão, pra ir dançar com uma amiga que era aniversário, lembro bem foi uma sexta à noite, ia negar mas se proibisse ia ser pior, foi o que pensei, e o que descobri, foi horrível, contado pela melhor amiga dela, depois que nos separamos. ( Cíntia conta a história ) Saímos da minha casa direto, pra nos encontrar, com umas minas éramos 6 e fomos pro bosque, aquela noite tinha mea culpa, ( elas trancam as novinhas num lugar, dão bebida de graça, e a primeira que vai no banheiro, corta a bebida de todas ) naquele dia a gente se embebedou pra caralho, com o calor que tava, e o álcool que a gente tinha não dava conta de nós mesmas, estávamos na pista, tudo mulher tudo bêbada, não conseguia nem ficar em pé, quando tipo 3 da manhã abrem a porta, pro lado onde estavam os caras, além disso muda o ar, imagina um mundo de mulher alcoólatra, correndo pros braços, do primeiro que aparecesse, kkkkkk. E nunca vi ela tão doida, correu pra um preto, favelado, que tava tão bêbado quanto ela, o cara pegou ela comeu ela na hora, e começou a passar a mão na bunda dela na frente de todo mundo, levantando a saia dela, ela não tava nem aí e parecia que queria, subir nele, foram pra um canto e eu perdi ela de vista... ( Isso ela me contou depois de um tempo ) Lembro que tava com muito tesão e muito álcool, e tava puta pra caralho porque você não tava comigo, me cuidando, e sentia que mil mãos tocavam minha bunda, e os peitos, eram chupados por mil bocas, tava tão excitada que não ligava pra nada, o cara me puxou pelo cabelo e me abaixou até a pica dele, eu não hesitei comecei a chupar ele desesperada, e ele me levanta pelo cabelo, e me fala vamos, eu peguei a pica dele com a mão E aí comecei a andar, tipo pra não deixar escapar, sentia passos atrás de mim e não tava errada. Quando saímos pra fora, o álcool bateu em dobro, e alguém falou "bebê, toma isso", "gata", me deu um copo. Achei que era água e tomei de uma vez. Ardendo tudo: boca, garganta, estômago. Não sei se era um copão de vodka ou tequila. Quando voltei a ter consciência, tava sendo apalpada, feito uma puta total. Tinha umas duas mãos na minha pussy, mexiam na minha bunda, batiam nas minhas tetas, e a gente tava viajando. Quando acordo de novo, o cara da balada tava enfiando os dedos na minha pussy, e eu já tava quase nua. Não sei se me deram algo pra esquentar ou o quê, mas eu queria foder a todo custo, não ligava pra nada. Aí pulei em cima dele, ele cai no chão, e eu tirei a camiseta e o sutiã, e comecei a cavalgar, feito uma puta total. Tava super quente, e começou a se aproximar uma pica imensa, era enorme. Achei que era um dildo. Ele meio que me jogou pra frente pra eu pegar ela e chegar mais rápido, e comecei a chupar, igual louca. Lembro que tentei engolir de primeira e não consegui, batia na minha garganta, era gigante, comprida pra caralho. Minha pussy que tava na pica do cara ficou na altura da boca dele, e eu comecei a chupar a pica enquanto dava um boquete foda no picação. Nisso, sinto que começam a querer enfiar o dedo no meu cu, e um líquido escorre pelas minhas costas – tavam me lubrificando. Eu meio que me levantei um pouco pra eles enfiarem o dedo direito, e continuei chupando até bater na garganta. O cara que tava no chão levantou e gritou: "puta do caralho, é essa aqui, vamos arrebentar ela toda". Eu fiquei meio preocupada, ainda tinha a bunda virgem. Nisso, enquanto tavam dedando meu cu, me empurram pra frente, a pica entra até minha garganta, e me dá ânsia. Tirei ela e comecei a vomitar um tempão agachada, mas o dedo do cu não tiravam. Me limpei com uma mão e com a outra... Eu tava com a pica do cara que nunca soltei, vejo uma cama, sinto o cara, me ajoelho, com a bunda empinada, e continuo chupando ele. Lembro que gritavam e não sei o que diziam, falavam, xingavam, eu tava chupando a pica mais linda da minha vida, e me lembro que me sentia uma puta tremenda, pelo jeito que iam me foder, não sei quantos caras, e eu preocupada em não deixar a pica escapar da boca. Tanto dedear deu resultado, e começaram a empurrar no meu cu. Primeiro doía, depois incomodava porque eram meio brutos, e não conseguiam meter no meu buraquinho, e aí parece que um se cansou de tentar e enfiou na minha buceta, foi lindo. Ele me comia com uma fúria que me obrigava a engolir mais e mais pica, eu amava a situação. Foram se revezando, umas 3 ou 4 gozadas recebi dentro, e eu continuava chupando aquela pica gigante e linda, até que senti umas mãos ásperas e duras, enormes, tocando minhas nádegas, e cuspiu no meu cu, e começou a meter o dedo. Tinha um dedo gigante, me senti violada, e quando ele começou a empurrar com o dedo, me deu tanto tesão que senti meu primeiro orgasmo. Fiquei excitada com o dedo do grandão, foi incrível, me estremeci toda, comecei a tremer, minhas pernas amoleceram, e eu quase caí, mas ele me segurou pela cintura, me levantou, me desgrudando do meu chupete, e com uma voz grossa, falou no meu ouvido: — Daqui você vai sair sendo outra pessoa, ouviu, pedaço de puta? E vai voltar sozinha pra gente continuar te arrebentando toda. Eu me estremeci e meio que me assustei por um momento, e comecei a perceber que o cara me segurava levantada, com as mãos nas minhas pernas, de costas pra ele, e tava se preparando pra me comer no cu. A vestia ia me arrebentar toda. Ele começou a descer devagarzinho, e colocou na entrada da minha bunda. Olhei ao redor, e tinha uns 10 ou 12 caras, e ele começou a entrar no meu cu, que não oferecia resistência, tava entrando todo. a cabeça, e começou a doer. Comecei a reclamar, e o filho da puta que tava na minha frente parou e meteu de uma vez na minha pussy. Senti como se uma anaconda tivesse entrando no meu útero, gritei, não sei se de prazer ou dor, mas sentia minha pele do cu esticando, deixando a cock da fera entrar. O filho da puta começou a foder com mais ritmo na minha pussy, enquanto eu tava com os olhos totalmente abertos, do jeito que tavam deixando meu cu, era impressionante, a cock não entrava, e ele começava a empurrar, e empurrar, devagarzinho, pra minha bunda se acostumar. Lembro de muitos gritos, aplausos, quando de repente, o filho da puta que tava arrombando minha pussy literalmente, goza dentro de mim, me bombeia 2 ou 3 vezes mais e sai. Só fiquei empalada pelo cu, e ele começa a curtir, me deixa com as pernas abertas e levantadas por um tempo, grita algo pros outros, e se joga na cama, comigo e tudo. Sinto ele tirar a cock que não saía mais, era eterna, e me fala: "Você cagou tudo, sua puta de merda". Sinto ele me bater, me pegar pelos cabelos, de joelhos me leva pro banheiro, abre o chuveiro, me mete dentro junto com ele, me fala: "Lava minha cock". Eu vejo a cock, tava cheia de merda minha, começo a limpar com a mão, e ele me pega pelo cabelo e fala: "Com a boca, sua puta", e me obriga a engolir a cock, que de uma vez bateu na minha garganta, não dava conta, era uma cock além de grossa, comprida, maior que a outra. E me segurando pelo cabelo, faz eu chupar ela, com muita velocidade e ferocidade, começou a me machucar de tão bruto que era. E num momento, percebo que ele já tinha tirado a mão, e eu continuava chupando a cock a toda velocidade. Ele me segura pelo cabelo de novo, tinha cara de um cara grande, uns 50 anos, tava cortado e tinha uma aparência ruim, como se fosse um preso ou algo assim. Me segura pelo cabelo, me fala pra me agarrar na torneira do banheiro, e coloca meu cu de novo na entrada da cock dele, agarra. um shampoo ou creme, não sei o que era, e ele enfia de novo no meu cu. Sinto que vou me machucar toda, lembro das palavras dele na minha mente, e pela primeira vez quero sair correndo. Não estava com tesão, estava sendo maltratada, estava passando mal. E o inevitável acontece: ele enfia no meu cu sem amor, sem piedade, sem aviso. Sinto que me machuca, eu grito, choro, xingo, tento tirar, mas não consigo. E ele começa a foder meu cu. Pela primeira vez, ouço a risada dele, era macabra, dava medo. Ele bateu minha cabeça na parede do banheiro. Eu era muito pequena praquela besta, não aguentava as investidas que ele dava. E ele continua fodendo meu cu por um bom tempo. Eu começo a chorar, e as lágrimas se misturam com a água do chuveiro. Quando ele tira o pau pela primeira vez, sinto um vazio incrível, um alívio, e não sei o que ele começa a fazer, tipo enfiar e tirar de lado, do outro lado, não sei o que ele tava fazendo, na verdade, mas doía tudo. Nisso, ouço alguém falar "vai, vai..." E tudo acaba. Por aquela noite.

0 comentários - Ella 4