Naquele dia, depois de ter ficado com a Mariana, quando saí do trabalho, liguei pra Ludmila e marquei de encontrá-la às 18h. Aproveitei pra tirar uma soneca revigorante. À tarde, antes de me encontrar com ela, fui no apê trocar os lençóis e dar uma limpada, depois fui encontrá-la. Caminhamos um pouco e sugeri irmos pro apê, já que em poucos dias ela ia viajar e ficaríamos 15 dias sem nos ver. Fomos pro depto e eu tava bem descansado mesmo. Fodi como nunca, sempre fui duro pra gozar uns 40-50 min na primeira gozada, depois daquela pausa não sei por que esticou pra 60-70 min. Lembro que naquele dia foi uns 90 min. Ludmila gozou umas 3 ou 4 vezes nesse período, foi completo. Dei uma chupada de buceta de uns 20 min mais ou menos, ela gozou na minha boca e automaticamente meti o pau e ela gozou de novo. Com o pau todo melado de leite, comecei a comer o cu dela com as pernas dela nos meus ombros, assim por um bom tempo. Depois comecei com uma sequência de buceta e cu em séries de 3: 3 metidas na buceta, 3 metidas no cu. Ela gemia, gritava e se revirava de prazer. Não tenho certeza absoluta, mas acho que ali ela gozou pelo cu. Enquanto eu comia ela e ela gozava, meu pau ficava cada vez mais grosso, inchava e ficava mais rígido, isso fazia ela gritar cada vez mais. Coloquei ela na posição fetal e continuei com a sequência de buceta-cu, dessa vez em séries de 10. Quando senti que ia gozar, coloquei ela de barriga pra cima, com a cabeça meio no cu, e gozei uma porrada lá dentro, e ela gozou de novo. Os dois estavam suados. Tirei meu pau do cu e enfiei na buceta dela, ficando deitado em cima dela. Em poucos minutos já tava pronto pra segunda rodada. Deitei de barriga pra cima e deixei ela fazer o que quisesse. Ela subiu, enterrando meu pau até o fundo, e sentada se mexia bem devagar, de trás pra frente. Eu sentia os fluidos escorrendo da buceta e ela disse: "Tá sentindo tudo que tá saindo daí de dentro? Agora vou tomar tudo. Pegar. Em segundos, ela se levantou, tinha a pica lambuzada de porra e lubrificação, colocou ela inteira na boca, soltava pra respirar e de novo até a garganta, fazendo bico. Que pica linda você tem! Que porra gostosa! Tá ficando muito grossa! Eram algumas das frases que ela dizia enquanto podia. Nossa! Como tá grossa e dura! Vai me arrebentar a bunda com isso? Senta! Ordenei. Ela se levantou, virou e me disse: olha como entra! Segurando o tronco da minha pica, primeiro enfiou a cabeça, subindo e descendo. Depois, meio pica. Viu como entra? Tá abrindo tudo, né? Eu via como entrava e como saía minha porra da bunda dela. Falo: vejo tudo, vejo como sai porra dessa bundinha minúscula... De quem é essa porra? Sua, piranha! E enfiou a pica até o fundo. Enquanto se rebolava, gemia e dizia que delíciaaaa, que delíciaaaa, que gostoso! Parei ela por um segundo, sem tirar a pica, fiz ela virar pra mim. Toca você! Faz uma punheta com a pica no cu, falei. Ela inclinou o corpo pra trás e, enquanto se masturbava o clitóris, perguntava se tava bom assim, se era isso que eu queria, cê gosta assim? Respondi que sim pra tudo. A bunda dela apertava cada vez mais minha pica e ela se tocava cada vez mais rápido, gozou soltando um gemido longo junto com um suspiro. Deitei ela sem tirar a pica do cu, coloquei os joelhos dela nos ombros dela e comecei a comer ela com força até gozarmos juntos. Ficamos os dois exaustos na cama, nos abraçamos e tiramos um cochilo rápido. Umas 40 minutos, às 22:25 acordamos, tomamos um banho e comi ela de novo, inclinada em pé, segurando os braços dela. Depois de 10-15 min, as pernas dela tremiam. Ajoelhei ela na banheira e continuei comendo. Por favor, parar, ela pedia, que não ia aguentar mais, que as pernas doíam. Isso me excitava mais e mais forte eu comia. Ela gozou antes de mim e o corpo dela ficou mole, realmente não tinha mais forças. Levantei ela no colo, levei até a cama e, exausta como estava, terminei de comer ela. Quando gozei, deixei ela descansar um pouco, às 00h. Acordei ela pra levar até a casa dela. A Ludmila tava realmente exausta, a gente caminhava e ela falava que se sentia como se tivesse acabado de descer de um cavalo, mas a cara dela mostrava satisfação. Quando chegamos na casa dela, a gente se despediu com paixão, ela me perguntou o que tinha acontecido comigo naquele dia pra eu estar daquele jeito. Falei que era porque ia sentir falta dela, ela sorriu e disse: "Já tô imaginando como vai ser quando eu voltar! Vou te matar, então se prepara", eu falei. A gente se beijou um pouco e ela subiu. A gente se viu (não lembro direito) uns 2 ou 3 dias até ela viajar de férias, nada fora do normal, uns roles, praça, sorvete e uns beijos. Durante esses dias, não vi a Mariana. A negra voltou das férias dela e fui vê-la, quando vi ela chegando pelo hall do prédio, percebi que tinha alguma coisa errada, no rosto dela tinha algo estranho, não era a felicidade que ela deveria sentir ao me ver depois de quase 20dias.meDou um beijo seco, quase sem vontade... A primeira coisa que pensei foi que ela tinha conhecido alguém nas férias e ia me dar um pé na bunda. Perguntei o que tava rolando. "Vem, senta aqui", ela falou, e sentamos do lado da entrada do prédio dela. Eu: "O que foi, negona? Tá tudo bem?" Negona: "Não, não tá tudo bem, tá tudo uma merda." Eu: "Beleza... mas o que foi?" Negona: "Não sei como te falar... mas a gente tem um problema." Eu: "A gente tem um problema? O que aconteceu?" Negona: "É, a gente tem um problema e não sei como explicar." Eu: "O que foi, neguinha? Fala logo de uma vez. Conheceu alguém?" A negona me olhou, semicerrar os olhos e quase com ódio falou: "Você não vê que é um idiota? Eu te amo e tô preocupada, por isso não sei como te falar." Eu: "Beleza... calma, as coisas se falam de um jeito só, como são. Então fala o que quer que seja e a gente vê como resolve." Negona: "Não consigo, porque sei que você vai ficar puto." Eu: "Tô começando a ficar puto com tanta volta que você tá dando, fala logo, o que foi?" Negona: "Beleza, não encontro explicação, juro que pensei mil vezes, mas não sei como aconteceu. Tô grávida." Fiquei mudo, olhando pra ela, e minha cabeça foi pra um lugar só: não é meu. Já que eu tinha tido caxumba e os exames tinham dado estéril positivo. Eu: "Hmmmm e por que você não se cuidou?" Negona: "Você é burro? É seu! Eu não fiquei com ninguém." Eu: "Negona, você sabe que não posso ter filhos..." Negona: "Sei, por isso parei de tomar a pílula e não entendo como pode ser." Eu: "Não será que você tá atrasada?" Negona: "É... foi um atraso de 3 meses, mas fiz um teste e deu positivo." Eu: "Se você ficou só comigo, é impossível você estar grávida, deve ser atraso. Amanhã a gente vai no hospital e faz um exame de sangue, esses testes não são 100% confiáveis, são uma bosta." Negona: "É... pode ser. Beleza, vamos cedo?" Eu: "Sim, às 7 vou no trampo e aviso que tenho que sair, umas 8 venho te buscar. Tá bom?" Negona: "Sim, tá bom." No dia seguinte, Horas conversamos sobre como foram as férias delas e como ela tinha passado. No dia seguinte fomos ao hospital, fizeram o exame de sangue e tinha que retirar em 48 horas úteis. Lembro que era uma segunda-feira pra ir buscar. Naquele fim de semana, fingi que estava mal pra não ver a Mariana e ficar com a negra. A negrinha estava mal, então nem pensar em transar, ficamos na casa dela vendo TV e sem fazer nada. Todos esses dias minha cabeça estava a mil, não queria pensar mal da negra, mas a situação me levava a desconfiar, mas até não ter os resultados, não ia tomar nenhuma decisão. Na segunda-feira fomos buscar os resultados e sim. Ela estava grávida mesmo. Minha cabeça ficou ainda mais bagunçada, fomos até a casa dela, eu totalmente em silêncio, pensando e engolindo a raiva. Quando chegamos, a negra me pergunta se eu ia subir, falei que não, que precisava pensar. Ela disse: "Você não acredita que não fiquei com ninguém, né?" Olhei pra ela e não respondi. Fui pro meu trabalho e tava com uma cara de bunda do caralho, tentava entender o que tinha acontecido, algo dentro de mim não me deixava desconfiar da negra. Em algum momento do dia, meu chefe me pergunta o que tava rolando, se eu queria ir embora. Falei que não e contei o que tava acontecendo. Ele me perguntou se aquele exame de esterilidade era confiável, e eu falei que sim. "Que merda, mano... Conversa direito com a negra, esse moleque não é seu." Fiquei com aquilo que ele disse e segui meu dia. À noite, liguei pra negra e combinei de ir na casa dela. Fui e conversamos sobre o que tava rolando, ela me jurava que não tinha ficado com ninguém e me propôs fazer um novo exame. No dia seguinte, procuramos um urologista especialista em esterilidade e marcamos uma consulta, 10 dias. Foi e foi muito tempo, minha cabeça não aguentava mais. Chegou o dia e fomos ver o especialista. O cara me explica que às vezes pessoas que tiveram caxumba e desce ficam estéreis por um tempo indefinido, que não é permanente. Ele me manda tirar uma amostra de sêmen e levar pra analisar. Os comentários me deixaram um pouco mais tranquilo, e aí começou outra preocupação: a gente era muito novo pra ser pai e mãe, e o tempo não parava. Enfim, sim, eu não era estéril e a negra tava grávida de mim. Até a próxima e valeu por me seguir!!! Um abraço em todo mundo! FELIZ NATAL E ANO NOVO!!!
5 comentários - Historias de un verdulero 14
SPOILEEER!!
en otro realto habias dicho que la negra era la madre de tu/s hije/s