O melhor conto que já li na vida XIV BIS

Continua o capítulo O melhor conto que li na minha vida XIVEm uma dessas, o cara enfiou tudo lá dentro, bem até o fundo da buceta, a pélvis dele bateu na bunda da irmã, e ele ficou assim por alguns segundos, parado, curtindo ter ela todinha enfiada na sua irmãzinha... sentiu tudo tão quentinho e molhado... que já estava quase gozando.

Ahhhhhh!!!…uf… como você está me deixando excitada, cara…
-.. Ahhh… vou gozar, irmãzinha…
Mmmmm… que delícia… onde você quer que eu goze, gostosa?
Ahh… Agus… quero gozar dentro da sua buceta…

Agustina sorriu, sabendo perfeitamente que ele ia dizer aquilo. Eles conversavam em voz baixa, num tom doce e carinhoso:

Mmm... que cara de safado você é...
- Me deixa, irmãzinha?
-Não!… você não pode fazer isso, gatinho…
- Por quê?... por favor, irmãzinha linda... quero encher sua buceta de porra...
Ai, não… você vai me engravidar, irmãozinho… eu não quero ficar grávida…

Enquanto conversavam, continuavam transando, embora mais devagar e pausado, Martín enfiava nela bem devagarinho…

Toda vez que o irmãozinho dela enfiava tudo, Agus sentia as bolas batendo no seu clitóris… ela desejava, queria sentir pela primeira vez sua buceta inundada de porra grossa e quente… mas estava com um pouco de medo.

Podia parar o irmão dele e proibir de gozar dentro da minha buceta, mas não fiz... porque, apesar do medo lógico, eu estava tão excitada, era uma situação tão tarada, que eu queria que ele gozasse dentro...

Agora o garoto voltou a aumentar o ritmo, se movia rápido, cada vez que enfiava, batia o púbis contra a bunda da irmã, fazendo aquele barulhinho típico, estava comendo ela o mais forte que podia… estava enfiando o pau na buceta da irmã, naquela boceta delicada e linda, abrindo ela toda…

Uhhh… aiii irmãozinho… siiim… aiii siiim…
Agus estava gemendo muito!

Ahhhhhh!… Eu vou gozar… já vou gozar, gostosa…
-Mmmm…aiii… você vai me engravidar, gato…- sussurrou Agustina, gemendo, no limite da excitação.

Martín não conseguiu mais se segurar, enfiou tudo na buceta babada da irmã mais velha, ela ficou toda tensa, e o pau dele começou a jorrar porra, porra e mais porra...

Assim que Agustina sentiu a porra jorrar dentro dela, ela teve um orgasmo!

-Mmmmmmmmmhhhhhhhhhh!!!!!!!!!!!!!!!!- gemeu a guria, sem abrir a boca para não fazer barulho.

Ela sentiu toda a porra quentinha do irmão dentro da buceta, inundando ela por completo… e ainda por cima, ele tinha quase toda a pica enfiada também…

Enquanto a garota gozava, suas pernas tremiam, ela se agarrava forte na árvore e sua buceta estremecia. Agora ela tinha a buceta cheia... cheia de pau e cheia de muita porra... tudo dentro dela!

Era a primeira vez que gozavam dentro dela, e era o próprio irmão mais novo dela!

Com o orgasmo da Agus, a buceta apertou ainda mais o pau do cara... que continuou se derramando dentro da irmã dele... ele nunca tinha vivido algo assim. Foi a gozada mais longa da sua curta vida.

Tantos dias sem se masturbar... ela tinha tanto gozo... ele esvaziou as bolas dentro da buceta da irmã...

Ambos terminaram... chegaram ao clímax... que loucura. Martín ficou parado, com o pau ainda duro, enfiado na buceta da irmã... toda quente por causa da porra lá dentro...

Agustina ficou de olhos fechados... poucas vezes tinha vivido algo assim... sua buceta estava ardendo, queimava ter tanto porra quente dentro... ela se sentiu tão puta... que prazer.

O cara, já relaxado, foi saindo, se desgrudando dela… bem devagarinho… se moveu pra trás, tirando o pau dela aos poucos… mal tirou completamente, da buceta começou a escorrer porra…

Os dois olharam para onde estavam os outros, por sorte ninguém tinha percebido nada, ainda se ouviam as vozes dos caras jogando bola.

Agustina se virou, ainda meio bamba das pernas, quase tropeçando nas raízes da árvore, enquanto sentia a porra escorrendo pelas suas coxas. Ela olhou pro irmão e sentiu uma culpa enorme:

- O que foi que a gente fez, mano?… meu Deus… isso não devia ter acontecido… isso nunca devia ter acontecido…

Um pouco de porra escorreu direto da buceta para baixo, caindo na calcinha, que ela tinha junto ao short nas coxas.

Ai, que burra, vai sujar tudo.

Agustina, com cuidado, baixou o short e a calcinha até os pés, tirando as duas peças por cima dos tênis.

Pega! Segura isso aqui e fica de olho pra ver se não vem ninguém, por favor!

Agus deu a calcinha e a calcinha curta para o irmão, que pegou. A calcinha vermelha já estava manchada com um pouco de porra.

A adolescente estava nua da cintura para baixo, atrás das árvores, esperando que nem sua mãe, nem seu namorado, nem ninguém a visse... ela se posicionou novamente atrás da árvore onde tinham transado, e assim, em pé como estava, abriu um pouco as pernas, para que a porra escorresse da sua buceta.

Olha só o que você me deixou, cara... - disse Agustina.

Ela levou uma mão até sua buceta e abriu com os dedos. Afastou os lábios rosados e delicados de sua xota, enquanto a porra caía direto no chão ou escorria pelas suas coxas.

Martín a observava enquanto fazia isso, de olho de vez em quando para garantir que ninguém se aproximasse. Ele tinha gozado tanto dentro dela, que a buceta da sua linda irmã estava transbordando.

O cara tinha o pau cheio de porra e gozo... limpou com a mão, como deu, e enfiou de volta dentro da sunga. Passou a mão nas folhas de uma árvore, pra se limpar.

Agustina continuava de pé, com as perninhas abertas, tentando tirar a porra da buceta. Tava saindo bastante. Ela se olhava ali... enfiou uns dedos lá dentro, tentando pegar o sêmen e puxar pra fora.

- Não te contei nada, irmãozinho… mas daqui a pouco, quando todo mundo for embora, meu namorado disse que vai me comer…
- Aqui?
Sii bobão… em casa!.. Ele disse que no final da tarde os pais dele saem e a gente fica sozinho na casa..

Ela enfiou dois dedos na buceta e tirou ainda mais porra... sacudiu os dedos no ar enquanto a porra caía no chão.

Aiii... meu namorado vai perceber na hora... você deixou minha bucetinha toda cheia da sua porra, cara!
Perdão, irmãzinha!… É que fazia muitos dias que eu não gozava… Eu queria, mas você dizia que ainda não podia!
Claro, e ainda por cima você tinha toda essa porra acumulada!

Os dois deram risada.

Agus continuou tirando como podia a porra do irmão da sua pobre bucetinha. Depois de alguns minutos, não saía mais... todo o sêmen tinha caído no chão.

Ela tinha a buceta toda sucia e melada. Colocou saliva na mão e passou por toda a extensão dos lábios vaginais, limpando um pouco... esperei alguns segundos para secar.

Bom, parece que já gozei tudo. Ninguém vai vir?
-Não, relaxa!
Me dá a roupa.

Martín entregou a roupa para Agus. Ele viu a mancha de sêmen na calcinha, dava para ver, se o namorado dela visse assim depois, com certeza ia notar. A garota passou a língua no tecido da calcinha, limpando a mancha de sêmen.

Ela levantou uma perna e vestiu a calcinha, depois a outra e a puxou completamente para cima. Em seguida, colocou o shorts; foi um pouco difícil vesti-lo porque a bunda dela estava tão grande que o shorts emperrava na hora de subir. Mas ela conseguiu. E agora, ambos vestidos e satisfeitos, saíram de entre as árvores para voltar para onde estavam todos os outros.

A tarde já ia adiantada, mas o céu ainda estava predominantemente azul, a brisa um pouco quente batia de lado neles… o sol já tinha baixado um pouco e agora batia de frente no rosto deles.

Enquanto caminhavam de volta, lado a lado, Agustina ficou mais séria:

Ei, mano... me escuta uma coisa.
- E aí?
-Não vá achar que isso vai se repetir…

Martín olhou para ela e fez uma cara como quem diz "lá vem ela de novo com essa mesma história".

Mesmo que você me olhe desse jeito, cara... o que aconteceu hoje, foi um acidente... entendo que estávamos brincando, e você meteu sem querer... a gente tava muito excitado, e acabamos continuando... mas o que fizemos foi muito errado, tá me ouvindo?
-Pra mim não foi nada mal! - replicou o garoto.
Olha, não vamos discutir agora… mas o que a gente fez, foi muito errado, é incesto, você pode tentar justificar como quiser… é algo totalmente proibido, e não vamos fazer nunca mais, entendeu?
Sim, Agus... eu entendi...
Ok... outra coisa. Gozar dentro da minha buceta, não foi ruim, foi MUITO RUIM, e não vou colocar toda a culpa em você, porque eu também tenho culpa, por permitir que você fizesse isso comigo...
Eu sei... mas foi tão gostoso! Foi demais... você curtiu mesmo!
-… Olha só, meu bem… sim, adorei sentir toda sua porra na minha buceta… acho que nunca senti tanto prazer na minha vida… na verdade, é a primeira vez que transo sem camisinha… mas esse não é o ponto! A gente errou, não devia ter feito isso, porque agora eu vou ter que tomar a pílula pra não engravidar!
-…É… você tem razão, Agus… te entendo perfeitamente!… Acho que fui muito irresponsável… prometo que não faço mais isso.
Muito bem!.. espero que tenha ficado tudo claro.

Eles continuaram andando, já estavam chegando na mesa.

Bom… gostou da sua primeira vez? – perguntou Agus ao irmão, sorrindo.
Muitíssimo!!!
Kkkkk… espero que tenha sido especial… imagino que não seja o ideal você ter perdido a virgindade comigo, sua irmã, mas enfim… o que está feito, está feito.
- Nããã, maninha… eu queria fazer com você… ter a primeira vez com você foi a melhor coisa que podia ter acontecido!!!
Fico feliz então... pra mim também foi muito gostoso... e de certa forma, gosto que você tenha se estreado comigo... mas como eu disse, foi um acidente, e não vamos repetir.

Martín estava muito feliz. Sua primeira vez tinha sido com a irmã mais velha dele! Com a semi deusa gostosa da irmã dele… uma das fantasias mais proibidas e quentes tinha se tornado realidade. E ainda por cima, com o perigo latente de alguém os ver…

Chegaram à mesa onde estavam todos, e começaram a conversar com a mãe, e a Agus com o namorado, como se nada tivesse acontecido.

- O que vocês estavam fazendo?.. Foram sentar lá embaixo na sombrinha das árvores? - A mãe perguntou aos filhos.
Sim, gata, a sombra tava uma delícia e o lugar super tranquilo.

O namorado contava para Agustina as jogadas do jogo, sem que ela prestasse muita atenção…

Se você soubesse que enquanto você se divertia jogando bola, atrás das árvores meu irmãozinho me comia e enchia minha buceta de porra...

Todos ficaram sentados ali mais um tempinho, até o sol começar a descer e já ser o fim da tarde. Os convidados começaram a juntar suas coisas e foram indo embora.

Martín e sua mãe cumprimentaram o namorado da irmã dele e entraram no carro. Voltaram para casa.

Agustina e o namorado ficaram na casa de campo. Quando todo mundo já tinha ido embora, até os pais do aniversariante, os dois entraram e começaram a se beijar loucamente.

Depois dos beijos, o namorado já queria meter, tirou a camiseta da Agustina, mas ela o segurou.

Para um minuto.. preciso ir ao banheiro!

O cara bufou, Agus não curtiu nada, mas enfim...

Agustina caminou até o banheiro. A cada passo, sentia a buceta muito molhada, pegajosa… e também sentia a calcinha suja. Entrou no banheiro e fechou a porta. Baixou a calcinha e o short, e sentou-se na privada.

Logo ela percebeu que a calcinha estava manchada de porra, levou a mão até a virilha, tocou a buceta com os dedos e notou que ainda estava saindo gozo dela...

Ela se assustou, o namorado dela ia perceber com certeza, e ainda por cima ela estava toda melada!

Ela enfiava os dedos, tentando tirar a porra, as gotas caindo na privada, ficou assim por 2 ou 3 minutos, continuou enfiando os dedos, até que não saía mais nada.

Ela pegou papel higiénico e passou por toda a buceta, limpando de uma vez por todas a porra do seu irmãozinho. Como percebeu que mesmo passando papel ainda estava molhada, pegou uma toalha do banheiro e passou na use the word: buceta, enfiando a toalha um pouquinho pra dentro, para se limpar bem... uma vez feito isso, deixou a toalha onde estava, agora suja com porra e fluidos!.. A garota deu risada, divertida, como se tivesse feito uma travessura.

Ela tirou a calcinha e o short, porque o namorado podia perceber, e saiu pelada do banheiro, pronta para foder.

O namorado dela já estava esperando na cama, peladão, e com a camisinha posta.

“Ai… isso vai ser um pouco chato” Pensou Agustina.

Exatamente, enquanto transavam, eles sempre faziam as mesmas posições... com o pau do namorado dela dentro, usando camisinha... ela já percebia que não era a mesma coisa, nem de longe... que ela queria foder sem camisinha!

Ela percebeu que não se sentia tão cheia, que o pau do namorado não a preenchia tanto quanto o do irmão… ao sentir os dois paus dentro dela no mesmo dia, percebeu que o do irmão era mais grosso e a preenchia mais, provocando mais prazer.

Em poucos minutos, o cara gozou. Depois de gozar, os dois ficaram jogados na cama. O namorado tentou abraçar a Agustina, mas ela resistiu… levantou da cama e pediu que ele a levasse pra casa na hora.

Ela estava muito confusa e triste. Não entendia o que estava acontecendo com ela. Queria estar com o irmão, não com o namorado…

Já noite adentro, o namorado a levou até a casa dela, deixou-a na porta, e se cumprimentaram friamente.

Agus entrou em casa e trancou a porta. Todo mundo já estava dormindo, porque todas as luzes estavam apagadas. Foi até o banheiro escovar os dentes e tomar um banho rápido, e foi para a cama.

Ela entrou no quarto e acendeu a luz. A Florencia estava deitada, aparentemente dormindo. A Agus, que estava pelada, entrou na cama da irmã e a abraçou. Florencia acordou... e a Agustina contou tudo. Ficaram se pegando na cama até adormecerem juntas.

Felizes e contentes com o que tinha acontecido com Martín, mas tristes pelo que tinha acontecido com o namorado. Agustina entendeu que não o amava mais, que aquela relação não fazia sentido. Ela ia terminar com o namorado em breve, mas ainda não estava preparada para dar esse passo, não tinha coragem de contar pra ele. Mas já era hora, a decisão estava tomada. Ela ia largar ele.

No dia seguinte, Agustina pegou a pílula do dia seguinte que ela guardava em uma das gavetas do quarto, para situações de emergência. Tirou uma e tomou com um copo d'água.

Continua…



Crédito ao autor @nickbend

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