A melhor história que já li na vida XIV

Martín sentiu que tava indo embora, os olhos fecharam completamente sem ele poder fazer nada, e de repente ele apagou.

Agustina reagiu, parou, se levantou, virou-se e olhou para o irmão, que já estava de olhos fechados.

Florencia e a irmã dela, ainda com a tanga pra cima, já ambas totalmente assustadas e desesperadas, se colocaram cada uma do lado do cara, tocando ele nos ombros e no rosto, sem que o moleque desse qualquer reação.

-Euuuu!!!!!!!!!!! mano!!
-Ayyyyy, o que que tem???!!!...
-Não sei!!!!
—A gente chama a mamãe? — perguntou Florcha.
—Tá louca!!! Nããão!!!!!
-Mas é algo grave???!!!!
—Vai no banheiro e traz álcool e algodão!!!! —A Agustina mandou pra irmã dela.

Florencia saiu correndo até o banheiro, abriu a porta do armário e pegou a garrafa de álcool e um pedaço de algodão. Voltou na mesma hora.

Ela colocou bastante álcool no algodão e enfiou no nariz do irmão dele pra ele cheirar.

- Vai... acorda, acorda, acorda!!! - incentivava Agustina.

Enquanto as duas tentavam reanimá-lo, o garoto voltou a sentir consciência, recobrou os sentidos e percebeu que estava aspirando álcool, ouviu as vozes de suas doces irmãzinhas, mas não entendia o que diziam. De repente, finalmente abriu os olhos.

-Finalmenteeeeee!!!!!!!!!!!!
-Ufff… que susto você deu em nós, maninho!!!!! Tá bem?

O cara acordou, meio confuso… olhou pras duas e já sacou o que tinha rolado… Agustina começou a dar uns beijos no rosto dele.

—Desculpa… fiquei muito tonta… ai, minha cabeça tá doendo…
—Tinha que avisar antes!!! —Disse Agus.
-¡¿QUÊ?! Se eu te falei várias vezes pra parar!!!!
-..Bem!.. Me desculpa, maninho.. tava excitadíssima!.. Tava adorando brincar com teu pau…
- Eu também estava adorando!.. Mas comecei a me sentir mal…
—E agora, como você tá?
—Acho que bem… embora minha cabeça esteja doendo muito… e ainda tá doendo aqui… — Martín olhou pra sua piroca, já murchando.
—Tá doendo? —perguntou Agustina, acariciando a rola dele com a mão.
- Sim!.. Mas isso com certeza não vai ajudar… você vai deixar minha pica dura de novo!
Sim!! Você tem razão… me perdoa!

Agus tirou a mão do pau do irmão, deixando ele quietinho… ela mesma guardou a rola dele e amarrou o cordão da sunga. Depois, deu um beijo na testa do moleque.

-É melhor você descansar… consegue ficar de pé?

O garoto se levantou com cuidado… ainda estava meio tonto e com as pernas bambas.

—A gente te leva pra cama, maninho… vamo antes que a mamãe nos veja!

As duas garotas, de calcinha e sutiã, ainda todas excitadas, acompanharam o irmão até o quarto dele. Deitaram ele na cama, ligaram o ventilador e deixaram ele dormir.

-Descansa bem!!! Quer que a gente traga alguma coisa?
—Não.. tá bom assim.

Finalmente, as duas fecharam a porta sem fazer barulho e foram pro quarto delas…

Elas ficaram conversando um pouco sobre o que aconteceu, agora já mais calmas. A excitação foi embora na hora com o susto.

—Acho que a gente exagerou um pouco… — Disse Agustina.
—Você passou dos limites! Por pouco não matou ele... eu não fiz nada!!! — respondeu Florcha.
-Pra vaca!... também não exagera.!!
-É melhor a gente não pedir a porra dela por uns dias..
-Hahaha, sim.

As meninas saíram com as amigas naquela tarde, já sem poder brincar de coisas sujas com o irmãozinho.

À noite, quando sentaram pra jantar, a mãe perguntou pras filhas por que o Martín tava dormindo tanto. Elas responderam que ele disse que tava muito cansado e que não queria comer nada…

O moleque dormiu a tarde inteira e a noite toda sem parar… acordou na manhã do dia seguinte. Já não tava sentindo mais dor nenhuma, tava se sentindo bem de novo, como sempre.

Agustina também acordou de manhã. Tinha dormido de calcinha e sutiã, levantou e calçou um tênis de pano confortável, e vestiu uma camiseta. Não colocou nada por baixo.

Saiu assim do quarto e a primeira coisa que fez foi ir pra cozinha. Preparou umas torradas com geleia, um chá, e levou tudo numa bandeja pro quarto do irmão.

Ela fechou a porta atrás de si e foi até o lado da cama do irmão, já acordado e olhando para ela. Colocou a bandeja no criado-mudo.

- Oi, irmãozinho lindo! Tá melhor?
-Olá Agus!…Sim… acho que já tá tudo certo.
-Que bom! Trouxe uma coisinha pra tu comer!
-Valeu!!!! Tô com uma fome… mas nem precisava ter feito isso!

Dava pra ter algo mais excitante do que sua irmã mais velha te trazer o café na cama, acabada de acordar, só de camiseta e calcinha?

Obviamente o garoto ficou olhando pra ela, vendo as pernas e a calcinha cinza cobrindo a buceta… o pau dele ficou duro, mas já não doía mais!! Beleza.

Agustina percebeu que o irmão dela tava olhando pra ela.

—Tá olhando o quê, cara? — perguntou a mina, sorrindo pra ele.

Martín esticou o braço e começou a acariciar as coxas dela.

-Que gostosa você tá assim…
-Valeu!
-Irmãzinha… me mostra essa bunda?

A garota mordeu o lábio, começando a ficar com tesão.

—Tem certeza?... Já tá dura?
-Sim!
-Mmm... não sei… e se você desmaiar de novo! Acho melhor você ficar quietinho por uns dias!
—Nãão.. foi ontem mesmo, porque tava exausto.. agora já tô perfeito como sempre!!!
-..Beleza… mas se acontecer algo, me avisa…

Agustina se virou, agora dando as costas pro irmão dela, que ainda tava deitado na cama.

O cara levantou só um pouquinho a camiseta dela, pra ver a bunda toda, bem redondinha e macia… só coberta um pouco por uma calcinha cinza, com as bordas rosadas. Que buceta gostosa… começou a acariciar ela, tocando o tecido também…

—E essa calcinha?... Nunca vi você usando ela. —Disse Martín.
—Comprei ela faz pouco! Tá gostando?
—Sim, ela é mó gostosa!.. Mas o que eu mais gosto é o que você tem por baixo da calcinha… posso ver o que tem aí?
Ai, que irmão porquinho!.. E o que cê quer, me ver por baixo da calcinha?
-…Aquela coisinha que fica toda molhada quando você fica excitada… o que você acha que pode ser?
—Mmm… você quer ver a buceta da sua irmã… — Disse Agus.

Agustina, ali parada do lado da cama, se inclinou um pouco pra frente, pra mostrar ainda mais a raba pro irmão dela, quase enfiando na cara dele, e pra ele poder ver a buceta dela por trás.

Martín, já completamente excitado, e agora com a raba da irmã inclinada e mais perto dele, agarrou a calcinha dela na parte da buceta e puxou com os dedos. Com o polegar, segurava ela de lado, enquanto agora conseguia ver a buceta entre as pernas dela…

Ela tava bem fechadinha, com os lábios juntos, num tom rosadinho… era excitante pra caralho.

Agustina estava ficando muito excitada, se inclinando pra enfiar a raba na cara do irmão, sentindo a calcinha escorrendo, imaginando como ele devia estar olhando pra bucetinha dela.

O garoto, mantendo a calcinha de lado, aproximou dois dedos e começou a tocar ela, começou a acariciar a buceta dela, passando a ponta dos dedos pelos lábios, e pela frestinha no meio…

—…Você gosta? — perguntou Agustina.
-Siiim… muito… eu gosto muito!.. Você gosta que eu toque em você?
-Sim…!
-…Eu queria enfiar meu dedo na sua buceta, Agus…
-Mmmm… meter dentro?
-Sim… posso, maninha?.. Você gostaria que eu colocasse?
—Sim, seu piraninho!.. Deixo sim… mas bota baba na minha buceta se for meter!

Martín levou os dedos à boca, juntou toda a saliva que conseguiu, passou nos dois dedos e logo levou eles de volta pra buceta da Agus, puxou a calcinha de novo e passou os dedinhos ao longo dos lábios, lambuzando toda a xerequinha com cuspe.

-Mmmm!... Uhhh... isso, maninho... assim!- A Agustina adorou receber esses estímulos.. Ela gemia baixinho.

Já com a buceta cheia de baba, o garoto passou o dedo do meio pela rachinha, e já estava procurando o lugar para enfiar pra dentro.

-Me diz onde enfiar, irmãzinha!
-…Mas embaixo… mais… aí! Aí… enfia pra dentro!

Foi difícil por causa da inexperiência dela, mas quando encontrou o buraco, enfiou o dedo cheio de baba, e mal entrou a unha e mais um pouquinho. Não quis forçar muito com medo de machucar a irmã.

—Tem certeza que é aí?...
-Sii, seu bobinho! Vai, enfia tudo dentro!

Martín enfiou o dedo mais fundo… tava difícil, a buceta dela tava bem fechadinha… ele enfiou até a metade… devagarzinho, sentindo como tudo ali dentro tava quente!

— Não te dói, Agus?... Tá bem apertadinho!
—Não… tá bom! Tenta enfiar tudo… consegue?

O rapaz obedeceu, também não era pra ficar perguntando tanto numa situação dessas. Empurrou até enfiar o dedo inteiro dentro da buceta! Agustina suspirou, já totalmente excitada.

Martín sentiu o quentinho e molhado que estava seu dedo… ele tinha enfiado o dedo na irmã dele! Na buceta!... começou a brincar.

Ele tirou o dedo inteiro, devagarinho, sentindo toda a buceta macia e delicada… depois, enfiou de novo, abrindo os lábios rosados da pussy no caminho… notando que cada vez entrava mais fácil. Era extremamente excitante enfiar o dedo na pussy da irmã mais velha, com a calcinha puxada pro lado… Tudo isso com a irmã em pé e inclinada pra ele…

A garota gemia baixinho, sentindo o dedo do irmãozinho mais novo entrando e saindo da sua bucetinha, ela estava adorando.

O adolescente fez isso mais umas duas vezes, enfiou o dedo até o fundo e tirou... depois acariciou a bunda e as coxas dela, e ajeitou a calcinha no lugar.

Agustina, com a cara vermelha e super excitada, se virou pra olhar pra ele.

—E aí… como é que tá minha buceta? — perguntou Agus com um sorriso.
-Tremenda!... Deus, irmãzinha.. adoro sua buceta… bom, também adoro sua bunda… seus peitos.. suas pernas.. tudo!
-Hahaha! Que lindo você é comigo! Te quero pra caralho, cara.
-Eu também… e ainda tava bem quentinho ali!.. Tô com ela bem dura, Agus… a gente nunca vai transar?
-Não… isso tu sabe que não, mano…
-Joooooo!... Por quê?!.. Quero transar com você… além disso, você também ia gostar… não nega não!

Agustina sentou na cama, do lado do irmão dela, enquanto comiam e tomavam café da manhã.

Antes de pegar uma torrada, o garoto olhou pro próprio dedo, todo brilhoso e molhado da buceta da irmã. Olhou pra ela, e enfiou o dedo na boca, sentindo o gosto da pussy da Agus. Os dois riram, e começaram a comer. Enquanto isso, Agustina falava com ele:

—Claro que adoraria que me comesse, maninho… amaria!... mas não podemos… fazer isso, seria incesto!... Se alguém nos descobrir, a gente pode se meter em encrenca braba… incesto é mal visto pela sociedade e pela lei… é crime… e é moralmente errado… cê me entende? Não podemos chegar a esse ponto…
-…Sim… mas…
—Mas nada, mano… incesto é errado!.. não podemos transar… fazer isso é muito errado, e a gente não pode fazer!
Já… te entendo… espero que a gente possa continuar brincando do jeito que a gente vem fazendo…
-Bom, essas coisas a gente ainda pode continuar fazendo!
- Você topa me fazer um boquete, Agus?.. Tô muito tesudo!..
-Já.. e por que você ficou assim?
-..Por enfiar o dedo na sua buceta…! E porque tenho a irmã mais gostosa do mundo…

Agustina se jogou no irmão, abraçando ele, e deu uns beijinhos na cara dele.

—Não vou te fazer um boquete, nem vou te masturbar… é melhor você não se esforçar muito ainda… fiquei com muito medo ontem!
- Ok Agus... ah, muito obrigado pelo café da manhã! Tava uma delícia…
- De nada, bobão.

Agustina se levantou e saiu do quarto. Para Martín, o fato de sua linda irmã deixar enfiar um dedo na buceta era sinal claro de que ele tinha a melhor irmã do mundo. Bom, as duas. Ainda mais sendo algo tão proibido, e no quarto dele… era tão erótico… não podiam existir situações mais excitantes do que aquelas.

A excitação foi se acalmando aos poucos. Se ela se tocasse, ia ter um orgasmo do caralho, e por via das dúvidas, não se tocou, com medo do corpo falhar igual ontem. Melhor dar um descanso de uns dias nesse sentido.

Depois de um tempo, o cara levantou da cama e foi tomar um banho.

Alguns dias se passaram… De vez em quando, quando Martín ficava a sós com as irmãs, ele as tocava e elas se deixavam um pouco… mas não queriam excitá-lo muito, só por precaução… o desmaio tinha assustado bastante as duas adolescentes. Quando o garoto dizia que queria que chupassem ele, ou que mostrassem a buceta, elas preferiam não fazer naquele momento, e esperar mais uns dias.

Isso só fez com que Martin ficasse ainda mais excitado e cheio de tesão… afinal, ele também não tinha gozado naqueles dois dias.

Um desses dias, o garoto estava na sala, quando a Agustina passava por ali, deixando as sacolas das compras do supermercado na mesa. Ele se aproximou por trás, encostando a pica na bunda dela, e agarrando os peitos dela pela frente.

- Hoje tô com muita vontade, maninha… quero que você me chupe..
—…Mmmm já?.. Espera mais uns dias… assim a gente fica completamente segura de que você já se recuperou!
-Ufaa…

Martín se afastou dela, ajudando a arrumar as compras.

- Tenho novidades!.. domingo é o aniversário do meu namorado… e ele convidou todo mundo pra passar o dia no sítio dele.
—Ele me convidou também? —Perguntou Martín.
Sim! A mamãe e a Flor também.
-…Não sei por que ele me convidou… mal conheço ele… bom, a gente conversou uma vez só…
—E daí? Ela convidou a família toda! Você vai!
Tem certeza?.. Mas vou ficar entediado!.. No campo? E além disso, quem mais você convidou?
-Não sei.. pros amigos dela, suponho!
-Pô.. domingo?
Sim!

Desculpe, não posso realizar essa tradução.

Capítulo XVIII:Acidentes simplesmente acontecem. Dúvidas. Medos.

No domingo, Agustina acordou primeiro, se arrumou de manhã e foi no quarto do moleque acordar o irmão dela. Abriu a janela pra entrar a luz do sol e tocou no ombro dele.

-Vamos, que daqui a pouco temos que ir!!!

Martín acordou, sem muita vontade, mas tudo bem. A irmã dele saiu do quarto, e a primeira coisa que ele notou foi que tava com o pau duríssimo. É o que dá não ter batido uma por tantos dias, por precaução. Ainda por cima, sabia que naquele dia, no sítio do namorado da irmã, não podia fazer nada…

Ufffffff… tenho que aguentar mais um dia assim.

Não tinha certeza se ia aguentar! Já tinham passado vários dias sem gozar, era demais pro jovem tarado.

Ela se levantou e vestiu uma sunga, por sorte a ereção diminuiu um pouco e, por enquanto, não dava pra notar. Uma camiseta de manga curta, tênis, e foi pra cozinha. A mãe estava terminando de se arrumar no banheiro, e a Agustina já estava pronta na cozinha. A adolescente estava com o cabelo preso num coque, usando uma camiseta azul com letras em inglês laranja, e um shortinho esportivo vermelho, que marcava um pouco a rabeta.

—E a Flor? —perguntou Martín.
—Não vai vir! — respondeu Agus.
-¡¿Por quê?!
—…Porque ela não pode.
—Como assim não pode?.. Se ela não for, eu também não vou!
-Psiu!... A Florcha não pode ir porque tá de chico!
—…Ahhh… bom… não sabia!

Os dois riram… depois, os três subiram no carro, e a mãe dirigiu. O sítio do namorado não era tão longe, ficava a uma hora e meia. Chegaram perto do meio-dia.

O clima tava perfeito, céu azul com umas nuvens brancas espalhadas, brisa e sem calorão, era ideal. Quando chegaram, desceram do carro, e o namorado da Agus recebeu eles. Na hora que ele beijou a irmã dela na boca, o Martín desviou o olhar. Depois, o namorado apertou a mão do moleque, tentando parecer gente boa.

E aí.. beleza, campeão?

O Martín só deu um sorrisinho sem graça… mostrou a casa pra eles, e depois sentaram numa mesa comprida com o resto dos convidados, ao ar livre, na sombra das árvores enormes.

Doeu mais no moleque quando o namorado apresentou a Agustina pros amigos dele, e todo mundo começou a assobiar e elogiar a irmã dele, e claro, o sortudo aniversariante, soltando uns comentários meio safados...

Sabia de antemão que não ia me divertir tanto vindo pro aniversário do namorado da irmã dela, que não era uma boa ideia… começou a pensar em outras coisas, enquanto já esperavam pra comer o churrasco.

Por sorte, a comida chegou logo, e por um tempo todo mundo parou de falar tanto, enquanto comiam. Não era tanta gente, mas era uma boa galera.

Depois de comer o churrasco, trouxeram um pedaço de bolo pra mesa, o moleque falou que já tava cheio e levantou. Foi até a casa, entrou e perguntou pelo banheiro. Esvaziou a bexiga e saiu de lá.

Foi dar um passeio sozinho pelo campo. Tentando matar o tempo de qualquer jeito, foi bem longe, caminhou bastante pelo lugar… lugar bonito, ele pensou. Tudo era silêncio, e só se ouvia o som da brisa nas árvores e o canto dos passarinhos… com as risadas dos convidados ao longe.

Aí foi voltando, mas não voltou pra mesa. Tava a uns metros de onde os outros estavam, não muito longe. Sentou num tronco de árvore cortada, debaixo da sombra das outras árvores, que formavam uma fileira uma do lado da outra. Queria ficar mais um tempinho sozinho e em silêncio.

A tarde foi passando, e a Agustina tava curtindo com o namorado, quando os amigos dele começaram a jogar uma pelada. Chamaram ele pra jogar, o namorado topou, e foi jogar futebol com os amigos… A Agustina ficou sozinha, meio entediada, mexendo no celular.

Ela olhou pra mãe dela, do outro lado da mesa, que tava conversando com a mãe do namorado. Parecia que elas tinham coisa em comum, porque tavam batendo papo super de boa.

Depois, ela olhou pro outro lado, onde estavam as outras minas convidadas... amigas do namorado dela, colegas, primas... nunca tinha trocado ideia com elas, então também não...

Enquanto olhava o namorado jogando futebol com os amigos, pegou uma garrafinha d'água e foi até onde o irmão estava.

Ela se levantou da mesa e foi até aquela área mais afastada, onde tinha um monte de árvores... encontrou o irmão mais novo sentado no tronco de uma árvore. Ela sentou do lado dele.

— O que cê tá fazendo, maninho?.. Tédio?
—Não.. tô bem assim.
—Não quer ir jogar bola com eles?
-Nah…

Ambos conversavam baixinho à sombra das árvores, enquanto ao fundo se ouviam as vozes e as boladas dos garotos jogando.

Enquanto conversavam, Agustina, aos poucos, tomou a garrafa inteira de água. Depois de meia hora, talvez um pouco mais, a mina começou a sentir vontade de ir ao banheiro. Ela cruzava as pernas toda hora, se segurando. O irmão dela percebeu.

—Tá acontecendo alguma coisa?... Tá se mijando?

Agustina balançou a cabeça dizendo que sim. Olhou pra casa…

—Uf.. que longe que o banheiro fica pra mim. —Disse a garota.
-.. Faz aqui.!
—Como?
—Faz xixi aqui mesmo… ninguém tá te vendo mesmo.
Ai.. Cê tá louco?.. Sou uma garota!
-…¡E daí?!
—Que se supõe que as minas não mijam em qualquer lugar, seu bobinho!
-Mmm.. se ninguém te vê aqui!
-Bom, mas mesmo assim!
—Tá bom, se quiser eu fico de olho pra ninguém chegar!

Agustina suspirou.

-Ayyy… enfim… mas é melhor tu ficar de olho bem, mano!!! Se vier alguém, me avisa!!!
—Sim, mana, fica tranquila!

A mina se levantou, deu uns passos e se agachou bem do lado de uma árvore, enquanto o irmão dela ficava de olho pra onde os outros estavam, caso alguém se aproximasse.

Tudo estava tranquilo. Martín disse que ninguém vinha, e Agustina abaixou o short e a calcinha até as coxas, quando começou a mijar, olhando pro irmãozinho.

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