Como eu dominei a raba da mamãe

Depois de muitos anos escrevendo, eu tinha perdido o interesse porque, assim que a tesão passava, me dava uma preguiça danada. Mas muitas mensagens me pedem pra contar o que aconteceu. Depois de tudo que relatei, eu tava obcecado em fazer ela minha todo santo dia. Passei um tempão pensando num jeito, mas, sinceramente, cada ideia era pior que a outra. Além disso, meus pais sempre tiveram um relacionamento estável e ainda têm, então não vou escrever mentiras, e isso torna tudo mais complicado. Sempre leio histórias que parecem falsas, onde o pai tinha amantes, etc.

A primeira coisa que fiz foi deixar minhas intenções bem na cara, sem vergonha nenhuma. Isso faria com que ela conversasse comigo, tentando me entender, e aí eu teria vantagem, porque poderia dizer o que queria. Comecei a ser muito grudento com ela e não perdia chance de abraçá-la por trás pra encostar meu pacote, a ponto de deixá-la incomodada, porque sentia minha ereção e ela se afastava ou virava, etc. Mas sabia que nunca passaria daquilo se não fizesse algo diferente.

E chegou o dia em que enchi o saco dela. Desci, como já tinha feito antes, de jeans com o pau totalmente pra fora da braguilha e cobri com a toalha pra poder passar pela sala normalmente. A toalha era bem comprida, então, enrolando no pescoço como se fosse cachecol, o comprimento cobria perfeitamente meu pau. Lembro que meu pai tava na sala e ela na cozinha, e o corredor da cozinha é muito estreito, praticamente pra uma pessoa só. Passei com a desculpa de provar o sal do que ela tava cozinhando e depois iria tomar banho. Tudo normal, até que passei por trás dela e, como eu disse, o espaço é pra uma pessoa, e ainda mais com aquela bunda enorme das fotos, pfff! O que vou dizer? Quando passei por trás dela, meu pau já tava duro de tanta adrenalina, e só virei a toalha de lado e encostei ele a queima-roupa. Lembro de ver a cabeça do meu pau se enterrando naquela lycra que ela usava, com aquela bunda enorme. Ela sentiu na hora, mas, por causa do aperto, não conseguiu se mexer, e eu empurrei um pouco mais! Isso aí... Foram 2 ou 3 segundos, ela não disse nada, mas percebi que ela ficou sem graça. Comecei a fazer a mesma coisa a cada 2 dias, aproveitando quando meu pai estava por perto. Sabia que ela não falaria nada pra não causar problema. De repente, ela bateu no meu quarto e disse: "Precisamos conversar." Fiz cara de surpreso e perguntei: "Sobre o quê?" Ela: "Você sabe muito bem do que." Eu: "Não, juro que não." Ela: "Sou sua mãe e você tem que me respeitar como tal. Não sou sua amiguinha pra você fazer o que faz na cozinha todo dia. Imagina se seu pai descobre o problema que você causa? Você não pensa. Se tá com muita tesão, procura uma garota da sua idade." Eu: "Desculpa, mãe. Sinto muito. Me sinto muito mal quando faço isso, de verdade. É que você me excita demais, seu corpo é uma delícia. E no final, você é uma mulher. Eu transo com garotas da minha idade, não é só tesão. Sinto um desejo imenso por você. Juro que poderia ficar de pau duro o dia inteiro por sua causa. Sou obcecado por você. Não durmo de tesão pensando em você. Sei que é errado, mas te desejo tanto. Não me odeie por te achar gostosa." Ela: "Eu não posso te odiar, daria minha vida por você. Só não posso corresponder do jeito que você quer. Sou sua mãe, pelo amor de Deus!!! Você ouve o que tá dizendo?" Eu: "Eu sei, e acredite, penso nisso sempre, mas não consigo controlar meu desejo." Ela: "Seu pai já tá gritando. Vou servir a comida. A gente conversa sobre isso depois." Naquele momento, as cartas já estavam na mesa. Ela sabia das minhas intenções e o pior já tinha passado. Lembro que fiquei uns 15 dias sem tentar nada. Mas um dia, tava super excitado. Desci, fiz a mesma coisa de sempre. Meu pai tava na sala, igual. Quando entrei na cozinha pra provar a comida, tirei a toalha de novo e me encostei do mesmo jeito. Mas, honestamente, dessa vez foi descarado. Até empurrei um pouco. E minha surpresa foi ver que ela não saiu como das outras vezes. Ela também não fez cara de prazer, só não saiu. E eu fui passando pelo corredor, esfregando a bunda dela no meu pau, bem coberto com a... Toalha, tipo 1 minuto. Nunca teria rolado isso se não fosse pela conversa. Por causa disso, no dia seguinte tentei de novo, e foi a mesma coisa: ela não disse nada e bateu de novo no quarto.

Ela: — A gente precisa conversar.
Eu: — Desculpa, mãe, você me excita muito, me perdoa.
Ela: — O fato de eu não falar nada não significa que eu gosto que você me assedie ou que acho isso certo. Só estou deixando você explorar sua curiosidade. Por favor, não faça mais isso quando seu pai estiver por perto, senão ele vai te expulsar de casa se te ver. Ficou claro?
Eu: — Sim.
Ela: — Não escutei! Ficou claro?
Eu: — Sim, mãe.

Nessa hora ela saiu do quarto, mas honestamente eu só escutei o que quis. Prestei atenção que ela estava me deixando explorar. Aquilo queria dizer que eu tinha permissão, ou pelo menos foi assim que entendi: quando meu pai não estivesse por perto. Ela não tava brava, verdade. Passou uma semana e minha tia tava se mudando. Me levaram pra ajudar a carregar as coisas. Resumindo, passamos o dia inteiro na mudança, do apartamento da minha tia pro novo. Várias viagens de carro porque não pagaram caminhão. No fim do dia, minha mãe chegou (tava com um vestido verde bem soltinho até a coxa, e quando ela se virou, a bunda dela não parecia enorme — o que vinha depois era um rabo gigantesco, e dá pra ver nas fotos, não to exagerando). No apartamento velho, ela trouxe comida, refrigerante, etc., e a gente fez a última viagem. Fechou o apartamento, ficou vazio. O carro da tia tava cheio pra caralho de coisas, e a gente já ia pegar um táxi quando minha tia falou: "Como é que é? Pelo menos a gente leva vocês até em casa." Minha mãe respondeu: "Não cabe nem um alfinete nesse carro já."

Nessa hora, a putaria subiu 1000% na minha cabeça, pensando que minha mãe podia ir no meu colo se eu fizesse direito. E o meu tesão foi tanto que me deu na telha de tirar o pau de novo. Eu tava carregando as cortinas, então fiz a mesma coisa: tirei o pau com as cortinas na frente, não dava pra ver que tava pra fora. Minha tia foi na frente com o filho pequeno dela, e a verdade é que atrás não cabia uma pessoa, mas eu tava tão excitado que me sentei atrás como deu, fazendo um espaço impossível. Claro, eu... Sentei rápido porque eu já tava com ele pra fora e também porque queria que minha mãe sentasse no meu pau com o vestido dela. A safada não queria, tentou parar o táxi, e minha tia se irritou e falou: "Já!!! Mônica, não seja palhaça, você não nasceu num táxi, sobe logo no colo do seu filho, são só 15 minutos, anda!" E de má vontade, minha mãe sentou no meu colo — na verdade, pelo espaço apertado, mais no meu pau mesmo, haha. Na hora que ela sentou, sentiu tudo na pele, tava durasso e pra fora, e ela deu um pulinho. Notei que ela arregalou os olhos, meio surpresa com meu cinismo. Conforme o trajeto avançava, meu pau tava afogado naquela bunda enorme. Minha mãe disfarçava bem, agindo como se não sentisse nada, e conversava normal com minha tia. De repente, me veio outra ideia idiota e gostosa: falei alto pra ela: "Levanta um pouquinho, que meu pé cãibra." Ela levantou por um segundo, e eu levantei o vestido dela pra meu pau entrar direto, sem nada, entre as nádegas dela. Juro que tava com a adrenalina e a excitação no talo. No segundo seguinte, ela sentiu que meu pau tava debaixo do vestido dela. Tentou se mexer, mas não tinha espaço — e se fizesse, todo mundo veria. Ela ficou paralisada, vi a cara de agonia dela enquanto minha tia perguntava algo. Minha mãe nem ligou, e minha tia disse: "Em que planeta você tá? Tô falando com você!" E continuaram a conversa. Eu tava no paraíso: meu pau no limite entre as nádegas dela, e cada vez que o carro freava, entrava mais e mais. Pela sensação no meu pau, notei que ela tava de fio dental, porque deslizava perfeito naquela bundona, mas batia no limite da calcinha. Uma e outra vez, meu pau se movia devagar entre o cu dela, com o movimento natural do carro, lombadas e buracos. Uns 10 minutos depois, percebi que a cara de agonia dela já parecia mais de tesão. Isso me deu a confiança que faltava, e bem numa lombada, empurrei até o fundo. Deus, lembro disso e fico excitado de novo. Senti que tava começando a penetrar ela pelo cu, e ela não reagiu, então continuei devagar enquanto minha tia me perguntava coisas. Chegamos. O ponto é que eu tava tão excitado que já começava a sentir a pressão do cu na ponta do meu pau, e passando por um buraco, mais fundo ainda!!! Fui até o talo e gozei nas nádegas e no cu dela por baixo da saia, mas ainda faltavam uns 5 minutos de caminho, e minha ereção, por causa da minha fantasia, me manteve duro pra caralho. E eu continuei entrando devagar até que o sonho acabou, chegamos e minha mãe desceu do carro como um raio. Eu me cobri com as cortinas que tinha e, como pude, enfiei o pau pra dentro do zíper e desci. Entrando em casa, levei um tapa do caralho e ela disse que estava muito decepcionada comigo. Chorou e subiu pro quarto dela. Fiquei com muito medo, pensei que dessa vez eu tinha ido longe demais e que ela ia me denunciar. Então não tentei nada por meses, e a relação ficou tensa, pra ser sincero. Até que um dia ela entrou no meu quarto e disse: "Ela - Não conversamos sobre o que aconteceu no carro da sua tia. Naquele dia você passou dos limites e eu estava muito puta com você, mas não consigo te odiar, você é meu filho e por você eu daria minha vida. Não entendo o motivo da sua obsessão com sua própria mãe!! Mas entendo que você é homem, tão idiota quanto seu pai, e não pensa nas coisas. Não quero que nossa relação de mãe e filho seja tão fria, então vamos limpar a barra e recomeçar." "Eu - Obrigado, mãe. Me desculpa, eu tava muito excitado (não quis dizer mais nada, não era a hora)." "Ela - Mas você já ficou satisfeito, já senti seu leite, filho da puta! E bem fundo, pode acreditar. Espero que com o que aconteceu, nunca mais se repita um incidente igual." "Eu - Eu sei, mãe. Não quero fazer você passar por um momento tão desagradável de novo." "Ela - Não é desagradável, não, docinho. É que não é certo. Sou sua mãe e sempre serei, e amo seu pai, e ele te ama. Agora desce pra comer." A única coisa que ouvi de novo é que ela não tinha achado ruim meu pau dentro dela, de jeito nenhum! E isso me excitou ainda mais do que antes!

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