Juanito é um homem de 64 anos, com 125 quilos de felicidade nas costas. E a mãe dele sempre fez a vida que ele "deve levar"... Até a esposa foi ela quem escolheu. Uma tarde, dona Emma, mãe do Juanito, me parou e pediu se eu podia consertar o cano do banheiro, já que tinha vazamento nas junções, e na hora aceitei ir lá. Como não levava comigo a caixa de ferramentas, só dei uma olhada no defeito, com a intenção de que o gasto fosse menor, ofereci colocar peças usadas... Fui e voltei com o necessário, e comecei a trabalhar na hora. Por lógica, apareceram detalhes inesperados, mas não tinha nenhuma objeção da minha parte, o ruim era o tempo que estava levando, o dobro... Quando chegou a nora dele, Lulú, uma mulher de 38 anos bem plantada e com um corpo exuberante, cumprimentou com uma voz de felina no cio, eu a cumprimentei e virei o rosto pro trabalho. Claro que percebi o jeito exibicionista dela, sem importar que a sogra estivesse presente...
Ela puxou conversa deixando transparecer insinuações diretas, eu finji não entender, só falava do trabalho, e de vez em quando, recreava minha pupila com a figura dela, sem que ela notasse - bom, ela sabia o que estava acontecendo, lógico... Quando terminei essa parte, tinha que subir para o terraço, Lulú me indicou o caminho, e onde estava a escada, e segundo ela primeiro eu tinha que segurar o cachorro dela que tinha um péssimo humor... Então ela subiu primeiro, e mesmo que eu não quisesse, a oportunidade de dar uma espiada era inevitável, levantei a cara e segurando a escada como um cavalheiro que sou... fiquei com os olhos grudados em tudo que estava ao alcance... Umas pernas... E que rabo...
Suas calcinhas brancas continham aqueles deliciosos lábios vaginais, protegendo de qualquer ar que escapasse... degrau por degrau, a luxúria me dominava cada vez mais, minha masculinidade pedia para se fazer presente, dava pra ouvir que ela falava com o cachorro com certa voz de autoridade, a verdade é que eu percebi que aquele cachorro é muito manso e brincalhão, depois, lá de cima ela me indicou que já estava pronta pra eu subir, eu disse pra ela descer, e quando desceu, foi em câmera lenta completa... Mas percebi que ela não estava mais de calcinha, e fiquei olhando com um absoluto descaramento...
Brrr... Subi todo arrepiado, com um calafrio na espinha, tão quente, que se eu tivesse com o pau pra fora, com certeza teria travado em algum degrau. Passei pelo cachorro, ele me dava as patinhas brincando, comecei a ver a questão dos canos e encontrei a calcinha da Lulú. Bom, era óbvio que ela é mais brava que o cachorro. Guardei a peça e, quando terminei, desci pra testar a corrente de água. Dona Emma gritou pra nora dela pra vir verificar se meu trabalho estava certo... Não chegava, e ela me pediu que fosse atrás dela e visse logo pra dar fim ao serviço... Falei alto, mas ela não respondeu, entrei mais pro fundo e pude vê-la com um camisolão minúsculo que cobria no máximo os pulmões pra evitar uma gripe...
Comentei sobre o serviço da Dona Emma, e ela me acompanhou ao banheiro, andando na minha frente. Nem sei de que cor era o piso, só via as nádegas apetitosas da Lulú balançando a cada passo... Comecei a explicar meu trabalho, ela parecia não estar prestando atenção, virava muito para olhar o corredor, não respondia às perguntas, até que finalmente falou algo que não entendi o porquê... "Bom, já dormiu..." E bem, entendi que isso a favorecia, então ela começou a dar umaas empinadas tremendas, com as nádegas se abrindo na minha frente... Enquanto "checava" a tubulação, ela foi dando uns rebolados, e terminou dizendo: "Bom, me segue..." E fomos pro quarto dela, lá ela me pagou pelo serviço... Agradeci e mal virei as costas quando ela disse: "Quê, já vai embora?"... Claro que não queria ir, queria era gozar, então agarrei ela tirando sua roupa...
Fui apalpando ela pelos quatro pontos cardinais do corpo dela, tirando o que atrapalhava na cama, abri as pernas dela e comecei a chupar com o maior prazer a bucetinha dela, ela teve uma série de orgasmos que bebi com gosto, chupei e mordi a fina divisão entre a vagina e o cu dela...
Enfiei a língua no máximo que pude nesse último, ela prendeu minha cabeça com as pernas... E pedia mais... Movendo o quadril em círculos, prendendo minha língua com apertos fortes do esfínter anal, quando de repente ela se virou e se ajeitou de quatro, empinada e abrindo as nádegas na minha frente...
Já não tarde, eu a penetrei de uma só vez, o que ela agradeceu... E assim, durante não sei quanto tempo, fiquei bombando com um vai e vem bem intenso, me segurando com força com os 10 dedos enterrados na sua deliciosa bunda e quadris... O jeito dela era exatamente o que eu pedia, comê-la com uma Intensidade Extrema... Ela gritava livremente com sons roucos e dizia palavrões, me come com força daddy, me abre, arrebenta meu cu, é teu... E algumas outras que, bom, era o momento dela, e tinha que se destacar... Então eu gozei de tal maneira, que até as bolas pagaram, uma dor forte, que fez meu peito e minha pélvis se encontrarem... Dava pra sentir meu esperma correndo pra fora, queimando meu pau por dentro... Depois fiquei descansando, ainda com meu pau dentro.
Ela se soltou e começou a me chupar, até conseguir deixar ele duro de novo, hahaha, coitada, ela se esforçou... Depois me deitou de barriga pra cima e continuou mamando meu pau até a base, engolindo com uma luxúria sóbria, queria ter certeza da dureza dele... Assim que conseguiu, me olhou com um sorriso maligno e disse: •Agora você vai ver, papai...• ..... Ougsss ela pegou impulso e se lançou como num ato circense onde o trapézio é o centro das atenções... E caiu sobre mim enfiando meu pau até o fundo da sua bucetinha, puuuffff, meus ossos ou meu corpo não doeram tanto quanto minhas bolas, ela começou a se mover com um ritmo delicioso, e logo o medo de perder as bolas passou...
Me concentrei tanto e me deixei levar pelas loucuras da Lulú, realmente é uma mulher que sabe se entregar, e de despertar o desejo ainda mais na gente... Meu esforço diminuiu depois da minha segunda gozada, mas ela não desmontou de mim, ficamos lá conversando, como se fosse um piquenique... Ficamos de repetir, enquanto o Juanito não estivesse, porque ela respeita ele. Hahaha, bom, acredito nela... Quando saía, olhei pra Dona Emma, estranhamente ela estava com um sorriso, abracei a Lulú, segurando ela pela bunda e beijando sua boca, e tenho certeza que Dona Emma piscou o olho pra mim...
Ela puxou conversa deixando transparecer insinuações diretas, eu finji não entender, só falava do trabalho, e de vez em quando, recreava minha pupila com a figura dela, sem que ela notasse - bom, ela sabia o que estava acontecendo, lógico... Quando terminei essa parte, tinha que subir para o terraço, Lulú me indicou o caminho, e onde estava a escada, e segundo ela primeiro eu tinha que segurar o cachorro dela que tinha um péssimo humor... Então ela subiu primeiro, e mesmo que eu não quisesse, a oportunidade de dar uma espiada era inevitável, levantei a cara e segurando a escada como um cavalheiro que sou... fiquei com os olhos grudados em tudo que estava ao alcance... Umas pernas... E que rabo...
Suas calcinhas brancas continham aqueles deliciosos lábios vaginais, protegendo de qualquer ar que escapasse... degrau por degrau, a luxúria me dominava cada vez mais, minha masculinidade pedia para se fazer presente, dava pra ouvir que ela falava com o cachorro com certa voz de autoridade, a verdade é que eu percebi que aquele cachorro é muito manso e brincalhão, depois, lá de cima ela me indicou que já estava pronta pra eu subir, eu disse pra ela descer, e quando desceu, foi em câmera lenta completa... Mas percebi que ela não estava mais de calcinha, e fiquei olhando com um absoluto descaramento...
Brrr... Subi todo arrepiado, com um calafrio na espinha, tão quente, que se eu tivesse com o pau pra fora, com certeza teria travado em algum degrau. Passei pelo cachorro, ele me dava as patinhas brincando, comecei a ver a questão dos canos e encontrei a calcinha da Lulú. Bom, era óbvio que ela é mais brava que o cachorro. Guardei a peça e, quando terminei, desci pra testar a corrente de água. Dona Emma gritou pra nora dela pra vir verificar se meu trabalho estava certo... Não chegava, e ela me pediu que fosse atrás dela e visse logo pra dar fim ao serviço... Falei alto, mas ela não respondeu, entrei mais pro fundo e pude vê-la com um camisolão minúsculo que cobria no máximo os pulmões pra evitar uma gripe...
Comentei sobre o serviço da Dona Emma, e ela me acompanhou ao banheiro, andando na minha frente. Nem sei de que cor era o piso, só via as nádegas apetitosas da Lulú balançando a cada passo... Comecei a explicar meu trabalho, ela parecia não estar prestando atenção, virava muito para olhar o corredor, não respondia às perguntas, até que finalmente falou algo que não entendi o porquê... "Bom, já dormiu..." E bem, entendi que isso a favorecia, então ela começou a dar umaas empinadas tremendas, com as nádegas se abrindo na minha frente... Enquanto "checava" a tubulação, ela foi dando uns rebolados, e terminou dizendo: "Bom, me segue..." E fomos pro quarto dela, lá ela me pagou pelo serviço... Agradeci e mal virei as costas quando ela disse: "Quê, já vai embora?"... Claro que não queria ir, queria era gozar, então agarrei ela tirando sua roupa...
Fui apalpando ela pelos quatro pontos cardinais do corpo dela, tirando o que atrapalhava na cama, abri as pernas dela e comecei a chupar com o maior prazer a bucetinha dela, ela teve uma série de orgasmos que bebi com gosto, chupei e mordi a fina divisão entre a vagina e o cu dela...
Enfiei a língua no máximo que pude nesse último, ela prendeu minha cabeça com as pernas... E pedia mais... Movendo o quadril em círculos, prendendo minha língua com apertos fortes do esfínter anal, quando de repente ela se virou e se ajeitou de quatro, empinada e abrindo as nádegas na minha frente...
Já não tarde, eu a penetrei de uma só vez, o que ela agradeceu... E assim, durante não sei quanto tempo, fiquei bombando com um vai e vem bem intenso, me segurando com força com os 10 dedos enterrados na sua deliciosa bunda e quadris... O jeito dela era exatamente o que eu pedia, comê-la com uma Intensidade Extrema... Ela gritava livremente com sons roucos e dizia palavrões, me come com força daddy, me abre, arrebenta meu cu, é teu... E algumas outras que, bom, era o momento dela, e tinha que se destacar... Então eu gozei de tal maneira, que até as bolas pagaram, uma dor forte, que fez meu peito e minha pélvis se encontrarem... Dava pra sentir meu esperma correndo pra fora, queimando meu pau por dentro... Depois fiquei descansando, ainda com meu pau dentro.
Ela se soltou e começou a me chupar, até conseguir deixar ele duro de novo, hahaha, coitada, ela se esforçou... Depois me deitou de barriga pra cima e continuou mamando meu pau até a base, engolindo com uma luxúria sóbria, queria ter certeza da dureza dele... Assim que conseguiu, me olhou com um sorriso maligno e disse: •Agora você vai ver, papai...• ..... Ougsss ela pegou impulso e se lançou como num ato circense onde o trapézio é o centro das atenções... E caiu sobre mim enfiando meu pau até o fundo da sua bucetinha, puuuffff, meus ossos ou meu corpo não doeram tanto quanto minhas bolas, ela começou a se mover com um ritmo delicioso, e logo o medo de perder as bolas passou...
Me concentrei tanto e me deixei levar pelas loucuras da Lulú, realmente é uma mulher que sabe se entregar, e de despertar o desejo ainda mais na gente... Meu esforço diminuiu depois da minha segunda gozada, mas ela não desmontou de mim, ficamos lá conversando, como se fosse um piquenique... Ficamos de repetir, enquanto o Juanito não estivesse, porque ela respeita ele. Hahaha, bom, acredito nela... Quando saía, olhei pra Dona Emma, estranhamente ela estava com um sorriso, abracei a Lulú, segurando ela pela bunda e beijando sua boca, e tenho certeza que Dona Emma piscou o olho pra mim...
0 comentários - La dulce esposa de Juanito.