Entupindo de porra minha mãe 4

Devagar, ela aproximou o rosto, abrindo levemente a boca, franzindo o nariz de novo, com nojo. Aí eu apertei o nariz dela e, sem ela esperar, enfiei a pica até o fundo, sem pena nenhuma, até os engasgos ficarem agonizantes. As lágrimas escorriam pelo rosto dela, ela babava pra caralho, e os sons guturais eram bizarros e doentios.
—A buceta da sua amiga tem um gostinho bom? hahahaha
—Falei zoando ela, enquanto mantinha a cabeça dela apertada contra meu pau, enfiando tudo que a garganta dela aguentava.

Levantei de supetão da cadeira e tirei o pau da boca dela rapidão, ela ficou tossindo babas de joelhos, e num instante peguei ela pelo cabelo e coloquei de joelhos em cima da cadeira, com minha mão segurando firme nos fios. Agarrei meu pau duríssimo e, apontando pra buceta da minha pobre mãe, sem dar chance dela reagir, enfiei de uma vez até a metade, e a vaca começou a lubrificar na hora.
—Nãããão… você é louco, tira isso pelo amor de Deus, vai me arrebentar! Seu paaaaai…! — Ela disse enquanto mordia o lábio pra abafar o gemido.
Levantei a calcinha rosa dela pra foder com ela vestida, puxando pro lado, tendo que dar uns puxões fortíssimos que faziam o corpo dela balançar todo de um lado pro outro, tendo que se segurar e fazer equilíbrio com as mãos no chão pra não cair com a força que eu puxava, com raiva, rasgando ela pra ceder o suficiente pra passar por cima da bunda esquerda e liberar de vez as nádegas brancas dela.
Desse jeito, a visão era extremamente tarada, impressionante, maravilhosa — uma mãe de 36 anos, na frente do filho de 18, com a bunda empinada, de quatro na cadeira, calça arriada até os joelhos, se oferecendo pro filho igual uma puta, chantageada e humilhada, com a calcinha rosa escorregada pra um lado, em cima da nádega oposta, deixando à mostra uma bunda perfeita e carnuda, tremendo a cada movimento leve, com o rego aberto exibindo os dois buracos.
Agarrei o rosto dela com as duas mãos, apertando bem, tampei a boca com uma e os olhos com a outra, com força, começando a forçar a entrada ainda mais até a metade.
—Que vergonha, foxy, com essa bunda empinada enquanto o papai espera pelos macarrão com queijo dele! —Falei enquanto começava a tirar meu pau devagar, já brilhando pela lubrificação que a bucetinha apertada dela começava a soltar.
Apertei com dois dedos o nariz torto dela e enfiei nos buracos, puxando pra cima, deixando o nariz dela igual o de uma porca, que era o que ela era, enquanto com a outra mão tapava os olhos dela.
Dei um puxão nos três botões da camiseta dela e arranquei, liberando os peitos dela puxando os bicos pra fora. Arrastava meu pau pela buceta dela, tirava e esfregava por fora, apertando contra ela. Me veio uma ideia. Fui até a geladeira, deixando ela de quatro com o rabo empinado e a buceta exageradamente dilatada pelo grande invasor que tinha saído de lá, e peguei um saco de cenouras. Parei um instante pra escolher a ideal, a mais grossa kkkkk. Voltei até ela, enquanto ela me olhava com olhos apavorados.
—Mas… que isso… Richard… pelo amor… não… — Ela me implorou.
—Plaaaaaaaaaaaaasssssssss! Plaaaaaaaaaaaasssssssss! —Sem dizer uma palavra e enquanto segurava a cenoura na mão, abaixei a cabeça e a aproximei da bunda dela, começando a passar minha língua comprida e larga por toda a bunda dela, babando tudo e deixando escorrer jatos de saliva, soltando um estalo excitante pra caralho. Caprichava em meter a língua no cu da minha mãe, e nessa hora, tapando a boca, ela soltou um gemido, a putinha, tremendo ao sentir o toque numa área tão sensível como a bunda, que pelo visto nunca tinha sido estimulada. Mas eu não ia aliviar, então, enquanto enfiava a língua no cu dela e passava minha língua comprida do clitóris, subindo por toda a racha da bunda até o cóccix, comecei a bater nela com força, sem me importar se meu pai ouvia alguma coisa. Peguei a calcinha e puxei ainda mais até ouvir o rasgo, dando tapas na bunda dela, enquanto com a outra mão, aproximei a cenoura do cu dela.
—Nããão… isso não… Richard… —Disse minha mãe, começando a ofegar.
—Agora você diz que não, rabuda? Se tá com a buceta de porca escorrendo, putinha! Plaaaaaaaaaaaaaassssssssss! —Falei pra ela fazendo pressão com a ponta da cenoura na bunda, enfiando a ponta dela.
Segurei as mãos da minha mãe e prendi os pulsos dela com a minha mão esquerda, enquanto com a outra não parei, comecei a empurrar a cenoura enormona, vencendo a resistência do esfíncter, tirando ela e deixando cair um rio de cuspe grosso no buraco que ficou, pra meter de novo, ignorando os pedidos da minha mãe.
—Richard, você vai me arrombar a buceta! Pela frente sim, mas pelo cu, pelo amor de Deus, não! — Ele se humilhou por desespero, o que só fez aumentar o tamanho da minha já duríssima pica.
—Fica tranquila, hahahaha, vou arrebentar essa sua buceta, enquanto você estiver com a cenoura no cu, vou te tratar como se trata porcas como você, vou fazer você ir comer com a cenoura enfiada no rabo, depois vou tirar e você vai ver que salada mais gostosa você vai fazer pro papai, hahahaha —Falei pra ela, que tava desesperada, aumentando a pressão da cenoura no cu dela, fazendo a saliva estalar mais forte com a cenoura apertando as paredes do rabo dela.
A saliva escorria da bunda dela até a buceta, pingando no moletom dela, que tinha grandes fileiras de cuspe escorrendo por ele. Decidi levantar a calcinha dela e deixar subida, com a cenoura enfiada no cu e fazendo volume por baixo da calcinha.
—Sua puta, afasta a calcinha com a mão você mesma, quero que puxe com força ou rasgo ela e te tiro de quatro na frente do corno do meu pai ou mostro pra ele seus lindos vídeos de mãe e filho com seu amado filho! Plaaaaaaaaaaaaaassssssssssss! —Falei dando um tapa forte na bunda dela.
Ela jogou um dos braços para trás e, segurando a calcinha justinha como uma segunda pele na bunda, tentou puxá-la para o lado, não sendo fácil, e não conseguindo puxar além da racha do cu. Deixou ela puxada na altura da racha, como se esperasse que aquilo já bastasse.
—Mais, vagabunda! Ou arranco elas no puxão e penduro nas tuas orelhas, porca, adúltera! — Ela esbravejava.
Ao ouvir isso, minha mãe puxou cada vez mais sua calcinha justa, vendo como marcava suas nádegas carnudas, como apertava sua carne firme até estalar, mas ela precisava puxar mais.
—Mais foxy! Plaaaaaaaaaasssssss! Mais! Plaaaaaaasssssssss! Plaaaaaaaaasssssssssss! —Comecei a falar enquanto batia nela, dando palmadas de uma nádega à outra, como se estivesse incentivando, divertido, vendo aquela cena, com as nádegas dela a centímetros dos meus olhos jovens e pervertidos, vendo como os dedos com as unhas pintadas de vermelho seguravam com força a calcinha, fechando-se sobre ela, exercendo ainda mais tensão no tecido, ouvindo o pano ceder, alargando-se, quase chegando a ponto de rasgar até deixar visível a nádega oposta.
—Vou te dar uma escolha, foxy —falei pra minha mãe —Ou eu te como no cu agora mesmo, arrebento tudo com o pai na sala e te garanto que você não vai conseguir sentar por uma semana, ou então você vai tirar todo o meu leite agora, se esforçando de verdade, colocando molho no macarrão do pai, tipo, você mesma vai cuidar pra ele comer o esperma que você tirou.
Minha mãe ficou pensando por alguns segundos, enquanto eu enfiava ainda mais a cenoura, enquanto eu mantinha meu rosto sorrindo, olhando bem de pertinho o cu da minha mãe escorrendo pela minha saliva, enquanto eu tirava e enfiava a cenoura no cu dela, devagar. Ao me aproximar ainda mais da rachadura da buceta dela, encostei meu rosto na buceta dela, vendo como ela realmente estava lubrificando, não podia acreditar que ela estava excitada enquanto o filho de 18 anos tratava ela daquele jeito tão humilhante, aquela mãe puritana, esposa fiel, sendo tratada como uma puta qualquer pelo próprio filho. Naqueles segundos em que ela ficou pensando, enfiei, sem ela esperar, a ponta do meu polegar na buceta encharcada dela.
—Aaaaaaaahhhhhhh! —Ela gemeu de repente, me olhando de soslaio, surpresa e com as pupilas dilatadas de tesão, eu vi isso no olhar dela, que por um momento baixou a guarda, amolecendo o corpo e abaixando ainda mais a cabeça até o chão, onde se apoiava só com um braço, quase encostando a cabeça no chão, então a bunda dela ficou toda empinada, com a cenoura penetrando o cu dela e meu polegar penetrando a buceta dela, sem conseguir segurar o quanto a putinha estava com tesão.
—Não acredito, você me deixou indignado. Você fica excitada com o que seu filho de 18 anos faz com você, puta? —Perguntei com um meio sorriso que ela não conseguia ver.
—Nnn…nn…nãooo… —Ela respondeu quase inaudível.
—Não? Então por que caralhos você está escorrendo igual uma porca! Plaaaaaasssssssss! — Falei enquanto enfiava meu polegar mais fundo, dando um tapa forte na bunda dela.
—Uuuuuuuuuuu…. Aaaaaaaahhhhhh —Ela gemia baixinho, tentando controlar os gemidos, mas não conseguia. Do mesmo jeito, seu corpo tremia de arrepios, chegando a dar até calafrios na pele. O corpo a denunciava de forma vergonhosa, exposta na frente do próprio filho. A buceta dela começou a encharcar minha mão inteira, fazendo estalinhos quando meus dedos tocavam, junto com a porra do fluxo que escorria da buceta melada, que começou a pingar no shortinho dela já abaixado. Ela continuava segurando a calcinha de lado, apertando cada vez mais forte, como se quisesse que o filho não parasse, deixando os buracos bem à mostra, bem diferente do que a cabeça dela mandava. Os hormônios já não deixavam a consciência ser ouvida, indo contra tudo que ela acreditava como esposa e, principalmente, como mãe.
Tirei o polegar e enfiei dois dos meus dedos, o indicador e o médio, dando um novo sobressalto junto com um longo suspiro, sinal de que o prazer tinha invadido como um raio todo o corpo dela, como uma descarga elétrica, enfiando até os nós dos dedos, girando eles em si mesmos, enquanto com a outra mão comecei a dar, mais que palmadas, umas porradas violentas na bunda dela, numa nádega e na outra, balançando elas violentamente a cada impacto, enquanto não parava de foder ela com meus dedos grossos. A calcinha dela rangeu de novo, a puta safada continuava puxando a calcinha dela pro lado, já nessa altura toda rasgada e totalmente esticada, não servia mais pra nada além de um pano, ela tinha se deixado levar pela perversão mais porca, tinha se entregado como uma puta barata, como uma vagabunda de estrada pro filho dela de 18 anos, ainda sem barba nessa idade, mas com um pauzão do caralho.
Decidi tirar meus dedos grossos e compridos da buceta encharcada dela, e puxei de uma vez a cenoura do cu dela, deixando ele bem dilatado. Agarrei o cabelo dela fazendo um rabo de cavalo e puxei pra cima, levantando a cabeça dela na altura da minha.
—Abre a boca, porca! —Falei dando um tapa na bochecha dela que ela não esperava, abrindo na hora.
Em seguida, enfiei a cenoura que tinha enfiado na bunda.
—Você vai manter na sua boca até eu mandar, entendeu, porca? —Falei com autoridade.
Ela só balançou a cabeça enquanto mantinha ele na boca, obediente. Não conseguia acreditar na submissão com que ela tinha aceitado o papel dela, com certeza quando isso acabasse ela sentiria um arrependimento imenso, um sentimento de culpa que faria ela repensar um monte de coisas, mas... até lá... ia aproveitar.
Enquanto ela mantinha a cenoura gorda na boquinha dela, eu puxei devagar meu pauzão, bem duro, escorrendo da ponta da cabecinha gotas de líquido pré-seminal, que deslizavam pela glande, dando um brilho excitante, morbidão. Também coloquei minhas bolas grandes pra fora, tipo duas bolas de tênis, pra, lentamente, ir aproximando meu imponente cacete da buceta dela, e, sem que ela esperasse, comecei a esfregar ele na fenda da buceta lubrificada, e ela respondeu com uma nova convulsão.
—Oooooohhhh…! —A vadia gemia, até que virou a cabeça e, ao ver minha barra de carne enorme, venosa e ameaçadora, tentou me dissuadir do que ela imaginava que ia rolar —…ooo…eeehhhhoooo…oooo…! —Tentava falar com a boca cheia da cenoura, que fazia com que ela não conseguisse segurar a saliva acumulada na boca, fazendo tudo escorrer pelo lábio inferior, descendo pelo queixo, onde formavam fios de baba que balançavam de um lado pro outro a cada movimento, sujo e excitante ao mesmo tempo. Os fios se moviam no ritmo dos movimentos da cabeça dela, que balançava negando, fazendo com que um desses fios de saliva grossa caísse no decote.
Ignorando os avisos e súplicas dela, comecei a deslizar meu pau inteiro ao longo da buceta dela, sem penetrar, só esfregando na buceta dela, soltando estalos fortes enquanto movia devagar de trás pra frente, bem devagar no começo, pra ela sentir meu pau duro inteiro pressionando a buceta dela. Depois, coloquei meu cacete na fenda do cu dela e comecei a deslizar, largando um baita jorro de cuspe grosso em cima, que deu mais lubrificação, dando pra bater uma punheta devagar só com a fricção do meu pau leiteiro na fenda do cu dela. Ela já não falava nada, só ouvia ela soltar suspiros minúsculos, quase imperceptíveis, enquanto a mão dela continuava no tecido da calcinha, com a mente parecendo vazia, só guiada automaticamente pela situação. Eu movia minha pelve deslizando meu pau pra cima e pra baixo, levando minha cabecinha até o buraco da buceta pra, devagar, voltar a empurrar e deslizar pela fenda do cu até o cóccix, onde repetia o processo lento, voltando a deslizar o pauzão pra baixo, até ter a cabecona na frente do buraco da buceta, onde dava umas estocadas pequenas, fazendo o corpo dela responder com arrepios. Repeti o processo mais duas vezes, até que, na terceira, coloquei minha cabecona enorme, grossa como uma ameixa, em cima do buraco da buceta e, quando ela achou que eu ia deslizar pra fenda do cu, dei uma estocada violenta e enfiei meia barra grossa e cheia de veias de carne dentro da buceta dela, sentindo as paredes vaginais tentando resistir por causa da apertura da buceta, que nunca tinha tido nada tão grande dentro.
—¡…aaaaaaaaaaaaa….! ¡…aaaaaaaaaaa…! —Ela soltou entre prazer e dor, por causa do tamanhão, que a buceta dela ainda não tinha se acostumado.
Ela fechou os olhos com força, enquanto sua boca começava a babar abundantemente, caindo no chão grandes quantidades de saliva, enquanto tentava se manter com uma mão apoiada no chão e com a outra puxava ainda mais forte, se possível, sobre a calcinha já inútil.
—Porca, você devia se envergonhar! Vadia barata, de quatro com o rabo do seu filho dentro da sua buceta, porca! —Ele dizia para humilhá-la ainda mais e fazê-la consciente do que estava acontecendo.
Ela simplesmente ficava parada, aceitando a situação.
—Com meu pai esperando na sala enquanto você tá aqui, de quatro com a calcinha virada pro lado! Plaaaaaaaaaaaaaasssssssssss! —Falei pra ela.
Ela se virou pra olhar com a boquinha cheia de baba e a cenoura entupindo a boca dela, foi quando eu joguei um baita cusparada na cara dela, que acertou a testa e foi escorrendo devagar até o olho direito.
—Não desvia o rosto, raposa! —Falei enquanto juntava saliva pra cuspir de novo.
Enquanto isso, eu metia devagar com meu pau na buceta dela, foi quando peguei o pano da calcinha dela no mesmo lugar onde ela tava segurando e, apertando com força, dei um puxão tão forte que rasgou ela toda, deixando pendurada na bunda dela, completamente destruída.
—Vou gozar, sua porca, seu filho de 18 anos vai te engravidar que nem uma vaca! Plaaaaaaaaaaaaaaaaaasssssssssss! Plaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaasssssssssss! —Falei pra ela dando umas palmadas enormes sem delicadeza nenhuma, completamente solto.
Lancei outro baita cusparada que acertou bem no nariz dela, enquanto enfiava até o fundo da buceta dela o meu pauzão, que ia abrindo caminho com dificuldade, segurando com minhas mãos grandes o rosto dela pelos dois lados na altura dos olhos, tapando eles, pra poder meter com força.
—Tô gozandooooo...! Aaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhh! Levanta, vagabundaaa! —Falei, puxando ela pelo cabelo da cadeira pra ocupar o lugar dela, ficando ela ajoelhada na minha frente. Com os peitões enormes pra fora da camiseta e o shortinho pelos joelhos, a cenoura ainda na boca dela e a baba escorrendo.
Sentei rapidamente enquanto batia uma punheta no meu pau, todo lubrificado e brilhando com os fluidos da minha mãe, e levantei as pernas para o alto, deixando minhas bolas grandes e minha bunda à mostra para ela.
—Sua puta, vai lamber o prato do papai! —Ordenei, olhando desorientada para os lados até localizar ele, pegando o prato de forma atrapalhada.
Ela ficou ali com o prato na mão, sem saber o que fazer, com uma cara ridícula, segurando a cenoura na boca, com gosto da própria bunda dela. Peguei o prato de macarrão do papai.
—Agora, porca, tira todo o queijo do seu filhinho, já pode começar a passar bem a língua desde a bunda do seu filho até minhas bolas, tudo isso enquanto você me ordenha o pau com a mão e, se não se apressar, vou chamar o papai… hahaha! — Eu disse, vendo como o rosto dela estava pálido, embora com uma cara de puta e morbosa, ainda com minha cusparada na cara, aquela cenoura, que ela tirou devagar da boca pra poder usar e me dar prazer. Ela não disse uma palavra, o olhar dela dizia tudo, era um olhar sem alma, vazio, oco.
Aproximou a boca, lentamente, na minha bunda. Depois de tudo que aconteceu, não tinha dignidade nem forças pra negar e, esticando a língua devagar, começou a passar por toda a fenda do cu até chegar nas minhas bolas, enquanto a mãozinha dela tentava envolver meu pau sem conseguir por completo, pra começar a ordenhá-lo, enquanto mantinha o rosto enfiado na racha do cu.
—Oooooohhhhhhh! Que porra é teu marido, fala, fala que ele é um corno manso! —Eu disse.
—…eeeee…uuuunnn…ooooo…uuuu…ddddd…ooooo… —Ela tentava articular com a língua na minha buceta.
—Quem tem a raba maior! — ela perguntava.
—…uuuuuuu…
Eu olhava pra ela de cima, com aqueles peitões enormes pendurados pra fora da camiseta, balançando a cada movimento, com a carinha dela enfiada na minha racha, enquanto a mãozinha dela me ordenhava, deslizando a mão por todo o meu tronco, onde eu joguei um rio de cuspe, que caiu na ponta da minha cabecinha, transbordando pelos lados em direção ao tronco, onde encontrou a mão dela, começando a acumular até transbordar também pelos dedos dela e deixar a mão inteira toda viscosa, podendo assim deslizar fácil ao longo do pauzão, da base até a cabecinha, enquanto a safada lambia minhas bolas enormes depiladas.
—Quem é teu macho, porca?!
—…uuuuuuu…
—Você tem que responder: "meu macho é você, filho!" — falei rindo.
—…uuuuuuu…iiiii…iiiiiii….hhhhoooooo… —Ela tentava repetir.
Naquele momento, eu tensei os músculos e joguei a cabeça pra trás, bufando igual um touro, sendo ordenhado pela minha própria mãe, que finalizava comendo o cu e as bolas do próprio filho. Eu já não aguentava mais, a gozada ia ser violenta, dava pra sentir que a erupção de porra bem quente tava prestes a acontecer.
—Oooooooooohhhhhhhhhhhhhhhhhh! Não paraaaaaa! Aaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhh! —Minha mãe dizia.
—¡Qual é, cê vem logo ou o quê?! —Gritou meu pai da sala.
—Responde pro corno, puta —falei pra minha mãe.
Ela tirou o rosto da minha racha e respondeu pra ele.
—Sim… já vamos… amor…! —Respondeu minha mãe, enquanto eu cuspi nela com força, acertando bem na boca dela.
—Aaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhhhhhhhhh! Chupa minhas bolaaaaaasssssssss e o meu cuziiiiiiiiiiiiiiiiii!
—Minha porra começou a escorrer por todo o meu tronco, enquanto minha mãe obedecia à minha ordem e passava a língua nas minhas bolas e no meu cu, fazendo com que um jorro imenso de esperma saísse com pressão da cabeça da piroca, enchendo o prato debaixo das minhas bolas, onde uma quantidade enorme de porra grossa e abundante começou a inundar o prato inteiro, com parte dos jorros escorrendo pelas bordas, formando fios grossos e pegajosos para fora do prato.

—Uuuuuuffffff…! —Eu suspirei por causa do orgasmo potente.
Minha mãe, lentamente, tirou a boca das minhas bolas, me olhando com um olhar de culpa, um olhar desconhecido pra mim, embora isso não fosse me fazer desistir das minhas intenções de jeito nenhum…
—Vamos, puta, tira o prato pro corno e, nada de limpar essa cara de puta que eu te deixei, vira-te pra explicar essa cara de puta que tu tá… hahahaha!

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