En el bar con el cornudo.1

Olá, sou o chanotupapi. Esses dias um leitor me mandou um relato, muitos já devem ter lido. Só espero um comentário bom e um like se você realmente gostou. Comecei com o tema em uma das comunidades do Poringa. Em infidelidade consentida, escrevi... "Vamos testar sua esposa." Consistia em nos encontrarmos num bar, fingir que éramos velhos conhecidos e ficar entre os dois tomando algo. Eu propunha buscar uns roçados, olhares, tipo... seduzir a parceira dele. Horas depois, uma DM de um Poringa boy dizendo que a proposta tinha deixado ele muito excitado, que já tinham conversado com a namorada sobre isso, mas não sabia se ela ia topar. Combinamos de tirar a dúvida, horas depois... na terça, no Temple Bar. Me vesti bem, camisa polo, calça social e sapato. Pedi um uísque e esperei eles no balcão. Eram 10 horas quando apareceram. Soube porque tinha visto fotos dela. Ele também me disse como estaria vestido. Cruzamos olhares... ele passou na minha frente e parou, eu fiquei de frente pra namorada dele... ela era melhor do que eu esperava. O cara era bonitinho, baixinho e magro. Ela não era muito mais alta, só um pouco. A raba que ela tinha era impressionante... pequenininha, mas empinada e redonda, apertada na saia preta que ela usava. Dava pra ver a tanguinha. Queria pular nela na hora, mas me limitei a olhar nos olhos dela e descer pro decote, depois desviei o olhar e tomei um gole de uísque. Ela me viu olhando, vendo os peitos dela e agindo como se nada. O bar nessa hora já tá cheio de estrangeiros e geralmente não tem muito lugar. Ouço o Javier falar pra mina: "Vamos ficar aqui no balcão... você vai tomar cerveja?" (e me olhando)... "Seba! Quanto tempo, hein?!" "Caralho! Tudo tranquilo?!" (sim, sim... como se nos conhecêssemos) Nos abraçamos, e "Essa mina?" Perguntei olhando nos olhos dela. "Vanesa, vou te apresentar... é minha namorada." Vanesa era uma morena, de narizinho pequeno e uns lábios lindos. Não era bocuda, mas eram carnudos. Daqueles que dá vontade de Morder eles. A gente se deu um beijo normal, mas minha mão direita pousou na cintura dela, suave, quase chegando no fiozinho da tanga. Foi só isso, ficamos conversando um tempo. Quando ele virou pra pedir, falei com ela, perguntei sobre as coisas dela. Bem tranquilo, sem insinuar nada, já teria tempo. Javier pediu umas cervejas bem fortes pra deixar ela um pouco bêbada, e a gente conversava de boa os três. Ela tava no meio, à minha direita. Na minha esquerda era o balcão, eu com o cotovelo ali e a outra mão no uísque. De vez em quando roçava a cintura dela, ou descia pra perna e tirava. O pessoal passava por trás e empurrava ela contra a gente... aí era quando eu mais aproveitava. Continuamos conversando, verdade seja dita, eu tava fazendo um monte de piadas, era quase um monólogo e papo com ela. Javier parecia mais tímido ou calado. Com a Vanesa, a verdade é que a gente tava se divertindo pra caralho. Já iam na segunda cerveja delas, eu deixo a minha no balcão e Javier avisa que vai ao banheiro. Aí ficamos nós dois, a garçonete passa atrás da Vane, ela se aproxima, minha mão vai pra cintura dela. Firme mas suave ao mesmo tempo, e olhando nos olhos dela, continuei falando como se nada fosse... A situação me deixava com muito tesão. Eu colado na mina, bem pertinho da boquinha de head master dela, com a mão na cintura, dizendo que quando o namorado chegasse ia convidar eles pra um champanhe. A uns metros, Javier esticando o pescoço, tentando ver o que rolava. Ela me diz que adoraria, e aí eu retirei a mão deixando cair... roçando o fiozinho da tanga. Ela continuou como se nada. Cada coisa que a gente falava, era se aproximar do outro e tocar a cintura, ela fazia o mesmo comigo também. Aquele contato já tava me dando a maior certeza de que ela queria meu pau... e ia ter. Javier chegou, e eu comecei a falar com uma mina que tava ali. Era do interior e tava rindo de um yankee todo vermelho, muito bêbado. Fiz um comentário sobre isso e papeamos um pouco. Vane ficou à minha esquerda, de costas pra mim, e aí aconteceu algo lindo. Conversando com a outra mina, começo a roçar as costas da Vane, que conversava como se nada com o Javier. Aos poucos vou descendo e deixo a mão apoiada bem onde começa a saia... Ninguém conseguia ver o que rolava ali, nem o Javi, porque ela me tampava... então, bem de leve, começo a descer minha mão, ela vai escorregando pela bunda dela, a nádega esquerda... ela mal se mexe... e gira a bunda, fazendo minha mão bater bem no meio... na racha, que começo a pressionar de leve. Sinto que ela também empina a bunda, enquanto conversa como se nada com o namorado, tá toda entregue. A outra mina vai embora e eu volto a falar com eles, já tinha chegado onde queria. Estávamos os três perto, dava pra tocar a bunda dela e ninguém percebia. Nos roçamos algumas vezes até que ela me serviu um pouco de champanhe, encheu a taça do Javi e disse... acabou... love, é a nossa vez. E foi pro banheiro. Conversei com o Javi e falei que sentia que tava tudo mais que certo, que quando a namorada chegasse, ela fosse pro banheiro. Quando a Vane voltou, ele foi embora, nos deixando sozinhos de novo. Ela pegou a taça já cheia e bebeu me olhando nos olhos... eu agarrei ela pela cintura e, como se fosse falar algo no ouvido, passei a língua e me afastei. Ela me olhou assustada. O Javi olhava de longe, deve ter pensado que eu falei algo no ouvido. — Sabe que você e eu hoje vamos acabar transando até morrer, né? — hahaha. Você é louco, né? — Agora mesmo vou falar com seu namorado. Nós dois vamos te comer. — hahaha. O Javi vai te mandar pastar, não rola... — Se ele me der o ok... hoje eu te como toda. Shhh... — calo ela colocando o dedo na boca enquanto ia pro banheiro onde o Javi estava...

4 comentários - En el bar con el cornudo.1

subí la segunda parte
Como estas? El relato es mi, fijate en mi perfil estan las continuaciones
seguiloooooo y sino alguna foto de esa Putita. van puntos.
No hay fotos de la putita por respeto, pero el relato es mío y tenes la continuación en mi perfil
Seguilo que está buenísimo!!!! Muy buen relato
El relato es mío, tenés las 3 partes en mi perfil
Querido chabotupapi, esa vivencia es mía y el relato lo escribí yo, lo cual me tomo esfuerzo y tiempo. Mínimo merecería una mención en el post no te parece?