O que um gordão típico faz com as primas políticas... po, ele vê elas como irmãs mais novas, ou não?
Bom, essa história é entre ficção e realidade, porque se minha parceira descobre que eu escrevo aqui e que tenho conta no @Poringa, ela corta minhas bolas e pendura nos fios dos postes na rua. Mas é mais realidade.
Acontece que há mais de 18 anos a gente se conhece com a prima curvy (ela é mais gorda do que gostosa, mas sinto aquela atração, tipo preto que quer pegar na carne), e às vezes, na bebedeira e nas noites viradas, a gente se pegava pela mão no caminho pra casa ou quando eu acompanhava ela até o ponto de ônibus. Enfim, vivíamos o love secreto (eu diria a atração ou a vontade de trepar, só isso).
Pois nunca passou disso, só aquilo, feito namorados de colégio... Mas no dia do meu casamento com minha parceira, entre os vestidos e as guloseimas, as coisas pra lá e pra cá... po, surgiu a oportunidade de dar um apertão forte na bunda dela, mas pra minha surpresa ela não falou nada, só se afastou, e minha noiva (agora esposa) nos viu. Quase cancelou tudo... Mas convenci ela de que não foi nada do que ela pensava, que a gente só tava brincando e minha mão escapou, e pronto, caiu ali.
Até aí a coisa parou... mais ou menos um ano depois, festejando algumas festas em casa, eu me aproximava mais e mais dela, até que um dia acordei de pijama, ela em outro quarto, longe de onde eu tava, e entrei no quarto dela. Ela tava sozinha naquela vez; em outras, estaria com a irmã ou o filho, mas dessa vez sozinha. Acordei ela enfiando a mão debaixo das cobertas e acariciei por cima da calcinha matadora de paixões a racha dela... Quando ela abriu bem os olhos, coloquei meu pau na cara dela, e ela só pegou e deu duas puxadas, me afastou e falou: "Se nos descobrirem, a gente é expulso daqui os dois"... Ali parou naquela vez... bom, enfiei a mão de novo, mas por baixo da calcinha, e ela tava molhada...
Passou um bom tempo, e no casamento de outra prima, minha parceira me mandou dançar com ela, já que não Ela tava de casal, a gente dançou um forró e de vez em quando eu encostava minha rola nela. Numa dessas, dançando bem colados, a calça dela ficou mais escura, tinha molhado muito. A gente deixou pra lá, falando que era suor (óbvio, pela condição dela de gordinha gostosa)... No meio da dança, a gente foi se soltando, falando sobre sexo... Mas o que me deixou doido foi que ela gosta de ser comida e ter os buracos dela cheios de porra, e não tem medo de engravidar, porque ela é bem cuidadosa com essas coisas, mas adora leite, em todo lugar.
De novo, passaram festas e encontros, muito tempo... Até que ela me evitava e me dava o fora nas conversas.
Até que um dia, conversando (ela tinha pedido pra minha mina levar ela e o filho dela pra casa), no carro, com o filho dela dormindo, eu falei que tava afim dela, coloquei a mão dela no meu volume e a gente foi assim. Não passou disso até eu descer carregando o filho dela, deitei ele e, saindo do quarto, abracei ela, meti o dedo na bucetinha dela e masturbei ela. Ela gozou rápido, já tava molhadinha, e claro que eu não fiquei atrás, gozei dentro da minha cueca.
Passou mais tempo, a gente trocava mensagem e tal, até que um dia começamos uma conversa quente. Ela me contou tudo que gosta, o que já experimentou, e aí fomos atrás de tempo e espaço.
A primeira vez foi num hotel nada confortável, mas no fim, é só pra FODER... QUE SABOR...
A segunda foi na minha casa, e a terceira no meu escritório. Nesse momento, ela acabou de ir embora.
Bom, essa história é entre ficção e realidade, porque se minha parceira descobre que eu escrevo aqui e que tenho conta no @Poringa, ela corta minhas bolas e pendura nos fios dos postes na rua. Mas é mais realidade.
Acontece que há mais de 18 anos a gente se conhece com a prima curvy (ela é mais gorda do que gostosa, mas sinto aquela atração, tipo preto que quer pegar na carne), e às vezes, na bebedeira e nas noites viradas, a gente se pegava pela mão no caminho pra casa ou quando eu acompanhava ela até o ponto de ônibus. Enfim, vivíamos o love secreto (eu diria a atração ou a vontade de trepar, só isso).
Pois nunca passou disso, só aquilo, feito namorados de colégio... Mas no dia do meu casamento com minha parceira, entre os vestidos e as guloseimas, as coisas pra lá e pra cá... po, surgiu a oportunidade de dar um apertão forte na bunda dela, mas pra minha surpresa ela não falou nada, só se afastou, e minha noiva (agora esposa) nos viu. Quase cancelou tudo... Mas convenci ela de que não foi nada do que ela pensava, que a gente só tava brincando e minha mão escapou, e pronto, caiu ali.
Até aí a coisa parou... mais ou menos um ano depois, festejando algumas festas em casa, eu me aproximava mais e mais dela, até que um dia acordei de pijama, ela em outro quarto, longe de onde eu tava, e entrei no quarto dela. Ela tava sozinha naquela vez; em outras, estaria com a irmã ou o filho, mas dessa vez sozinha. Acordei ela enfiando a mão debaixo das cobertas e acariciei por cima da calcinha matadora de paixões a racha dela... Quando ela abriu bem os olhos, coloquei meu pau na cara dela, e ela só pegou e deu duas puxadas, me afastou e falou: "Se nos descobrirem, a gente é expulso daqui os dois"... Ali parou naquela vez... bom, enfiei a mão de novo, mas por baixo da calcinha, e ela tava molhada...
Passou um bom tempo, e no casamento de outra prima, minha parceira me mandou dançar com ela, já que não Ela tava de casal, a gente dançou um forró e de vez em quando eu encostava minha rola nela. Numa dessas, dançando bem colados, a calça dela ficou mais escura, tinha molhado muito. A gente deixou pra lá, falando que era suor (óbvio, pela condição dela de gordinha gostosa)... No meio da dança, a gente foi se soltando, falando sobre sexo... Mas o que me deixou doido foi que ela gosta de ser comida e ter os buracos dela cheios de porra, e não tem medo de engravidar, porque ela é bem cuidadosa com essas coisas, mas adora leite, em todo lugar.
De novo, passaram festas e encontros, muito tempo... Até que ela me evitava e me dava o fora nas conversas.
Até que um dia, conversando (ela tinha pedido pra minha mina levar ela e o filho dela pra casa), no carro, com o filho dela dormindo, eu falei que tava afim dela, coloquei a mão dela no meu volume e a gente foi assim. Não passou disso até eu descer carregando o filho dela, deitei ele e, saindo do quarto, abracei ela, meti o dedo na bucetinha dela e masturbei ela. Ela gozou rápido, já tava molhadinha, e claro que eu não fiquei atrás, gozei dentro da minha cueca.
Passou mais tempo, a gente trocava mensagem e tal, até que um dia começamos uma conversa quente. Ela me contou tudo que gosta, o que já experimentou, e aí fomos atrás de tempo e espaço.
A primeira vez foi num hotel nada confortável, mas no fim, é só pra FODER... QUE SABOR...
A segunda foi na minha casa, e a terceira no meu escritório. Nesse momento, ela acabou de ir embora.
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