valeu a todos por lerem, pelos comentários e pelos pontos
Pedimos pizza e jantamos, claro que naquela noite na cama a gente quase não transou, mas não faltaram carícias e comentários sobre o que rolou com os negões. Eu falei pra ela o tesão que me deu vê-la gozando com eles, que ela tava tipo desesperada por aquelas picas, quando chupava elas com tanta paixão. Ela me disse que tinha ficado louca e perdido total o controle, e o que mais a deixou doida foi me ver empalado pelo negão. Ela perguntou se doeu, eu falei que não muito. O que mais me excitou naquele momento foi ser dominado pela mesma rola que dominou ela depois, e que eu tava realmente feliz por ter realizado a fantasia dela, mas que se ela quisesse, um deles disse que dava pra repetir, que tinha um amigo que ela não ia esquecer, porque a pica dele era bem maior.que eles, isso fez ela se molhar na hora e não aguentou a ansiedade, subiu em cima de mim e com a bucetinha dela conseguiu me deixar duro pra depois enfiar e cavalgar com muita força até tirar todo meu leite, percebi que ia ter outra sessão com os negros, sem dúvida, e assim dormimos. No dia seguinte fomos pra praia de novo, tomamos café da manhã lá e conseguimos ficar quase no mesmo lugar de ontem, nos divertimos pra caralho, entramos na água várias vezes porque do nosso lado tinha um casal muito gente boa, e num momento ela me disse
Ana, os negros nem aparecem, eu.
Cê tá afim de levar uma pirocada, não é?
Ana é culpa sua, amor. Agora que sei que tem um negão bem dotado, só de pensar já fico toda molhada.
Que gostosa, sua putinha, que é meu amor
Ana e a loira nem apareceu.
Eu e a loira de novo, porra.
Ana, é que eu quero tirar essa vontade de você de arrebentar bem a bunda daquela loira que é mais piranha do que eu.
Eu por queeeee
Ana, eu não olho pra outro cara se ele tá com uma gostosa, e muito menos fico dando em cima dela, amor.
Eu e, bem, love, talvez ela seja tão gostosa quanto você com os negões.
Ana, assim que eu ver ela, vou encarar ela.
Ah, para de encher o saco, estamos de férias, vamos aproveitar, porraaaa
Ana, é isso que eu quero, que você também se divirta. Sei que você vai rasgar ela no meio e ela não vai ter mais vontade de provocar nenhum macho de outra gostosa.
Eu, enquanto não tiver briga, tá tudo suave.
O sol foi se pondo e a gente também, chegamos em casa e tomamos um banho, bebemos umas cervejas, tava cansados, botamos uma música e de noite saímos com a intenção de comer alguma coisa, embora eu saiba que a Ana só queria ver se encontrava os negões, conheço ela muito bem e sei que tava morrendo de vontade daquela pica enorme. Chegamos no apê bem tarde, fomos direto pra cama, a gente tinha caminhado pra caralho, ela dormiu assim que encostou a cabeça no travesseiro, ainda tinha mais um dia pela frente. No dia seguinte, chegamos na praia bem tarde, procuramos o lugar de sempre e, pra nossa surpresa, a loira tava lá com os mesmos três caras.
Ana, vem me seguir.
Me disse que tudo tinha ido pro caralho, mas não foi assim,Ela fincou o guarda-sol do lado dos caras. Eu larguei a bolsa e a caixa térmica, estiquei as esteiras e sentamos. Na hora, a Ana preparou o mate e eu tirei os salgados. Sem perceber, a Ana já tava trocando ideia com eles. A loira chegou toda soltinha e, em questão de minutos, todo mundo já tava tomando mate e comendo. A sonsa da Ana tinha conseguido o que queria. Assim formou um grupo maneiro. Descobrimos que um dos caras era irmão da loira, e os outros dois, um primo e um amigo dele. Eles iam embora em alguns dias, e a gente ainda tinha quatro pela frente. Chegou a hora do almoço e decidimos fazer junto. Os caras foram buscar uns sanduíches, e a gente tinha as cervejas na caixa térmica. Antes de almoçar, fomos pra água. O irmão da loira não curtia o mar, igual ao primo. Eles ficaram, e nós quatro entramos pra brincar na água. No começo, era umas brincadeiras de casal, mas num instante a Ana começou a se envolver com o cara, e a loira se animou comigo. Aí não nos largamos mais. Entendi que era isso que a Ana queria, e assim foi a tarde toda. A loira tinha uns peitos muito gostosos, maiores que os da Ana, e sabia como mostrar. Cheguei a apalpar eles na água, e ela aceitou essa brincadeira numa boa. Num momento, a Ana me disse:
Ana, vamos pra água.
Deixamos eles sozinhos e fomos pra dentro, mas a Ana tinha outro plano.
A Ana tá toda tesuda, então vamos chamar ela pra casa e lá tu come ela gostoso.
Mas eu vou ficar com os caras.
Ana, deixa comigo.
Eu já sei que você vai dar pra eles, né?
Ana, claroQue sim, viu como o primo fica olhando pra minha bunda, mano?
Eu percebi, sim, mas tu vai mamar três paus, gostosa.
Ana e você, um bumbum virgem, será que vale a pena?
Como é que você sabe que ela é virgem, hein?
Ana, se não é mais virgem, parou de procurar o negão de pau grande.
Eu prometo?
Ana, claro que sim.
Beleza, então, já que você já comeu dois negões, tomara que esses idiotas saibam te dar prazer.
Ana, não se preocupa que eu ensino elas.
Eu sei disso muito bem, que puta gostosa que tu é.
Voltamos, nos secamos e a Ana se aproximou da loira, falou algo baixinho e ela topou na hora. Começamos a juntar tudo e os caras foram pra outro lado, aí a loira falou pra eles
Onde vocês vão? A Ana nos convidou pra casa dela, vamos.
Os caras se olharam e o primo falou
Ok, vamos.
Loira, tem música e cerveja.
Mano, nem mais uma palavra.
Entramos no apê. A Ana falou pro primo colocar uma música e sentou do lado do irmão e do amigo, me pediu pra trazer umas cervejas e a loira foi comigo buscá-las. Quando entrei na cozinha, peguei ela pela cintura, ela se virou e me deu um chupão daqueles na hora. Abracei ela na mesma hora e esfreguei os peitos dela, os bicos estavam durinhos. Desci minhas mãos pra bunda dela e ela colocou a mão no meu pau, acariciando com força. Não sabia se elas tinham falado com a Ana e também não tava nem aí, só queria aproveitar. A loira se ajoelhou de repente e puxou meu short pra baixo, meteu o pau na boca dela me dizendo
Loira, não aguento mais, esse pau me deixa louca.
Ela me deu um boquete desesperado, eu tava com medo do irmão dela aparecer, então tirei e levantei ela, falando pra ela
Eu de boa, pode vir teu irmão e fode tudo.
Loira tá ocupada demais pra isso.
Ela se ajoelhou de novo e continuou chupando como se nada tivesse acontecido. Percebi que tudo tinha sido planejado pela Ana. Não aguentei muito e enchi a boca dela. Ela se levantou e me beijou. Tirei o short e inclinei ela um pouco. Ela mesma se virou, puxou a tanga pra o lado e me entregou a buceta. Apoiei a rola e, quando ela se virou, me implorou com um olhar de medo pra ser suave. Sabia o que a esperava. Devagar fui enfiando enquanto ela se contorcia. Mandei ela se abaixar e ela ficou de quatro. Nos ajeitamos bem e aí começou a cavalgada enquanto ela gemia que nem uma gata. Dava pra ver que ela tava sentindo como nunca. E eu metia mais forte até que, depois de um tempo, enchi a buceta dela de leite, enterrando até o fundo que consegui. A loira nunca ia esquecer de uma foda dessas. Quando tirei, ela ainda tava gozando. Os movimentos dela me faziam saber. Aí enfiei o dedo maior no cu dela e ela deu um pulo.
Loira, nãooo, por aí nãooo, meu amorrrr, nunca fiz isso, vai doer pra caralho.
Me deixa, eu juro que você vai gozar gostoso.
Loira, nãooo, por favorrrr
Ana tinha me dito a verdade, a putinha era virgem do cuzinho. Comecei a masturbar ele com o dedo, e ela, não sei se por causa do tesão, começou a gostar a ponto de gemer de novo. Daí a pouco já eram dois dedos, enquanto com a outra mão eu brincava com o clitóris dela, fazendo ela gozar de novo. Nessa altura, já eram três dedos no cu dela, entrando e saindo devagar, enquanto ela só gemia cada vez mais forte. Tirei as mãos e peguei nos peitos dela, começando a brincar com os bicos, enquanto minha boca comia a buceta dela e brincava com o buraquinho já dilatado. Isso fez ela pirar de tesão. Foi então que abri as nádegas dela e encostei minha pica. Ela só disse: "DEVAGARZINHO". Custou um pouco, mas a cabeça entrou, entre os gemidos dela de dor e prazer ao mesmo tempo. Pensei: "vou meter tudo de uma vez pra ela não sofrer mais", e foi o que fiz. A loira segurou o grito, acho que por causa do irmão. Depois de dentro, fiquei parado e falei: "JÁ ERA, AGORA É SÓ APROVEITAR". Ela ficou imóvel e eu comecei a cavalgar bem devagar. Fiquei assim um bom tempo até ela dizer: "MAIS FORTE, PIROCÃO, COMO VOCÊ TÁ ME FAZENDO GOZAR". Acelerei a cavalgada até deixar infernal, enquanto ela só gemia e dizia: "TÁ ME RACHANDOOOOO ASSIM ASSIM MAISSS". Não aguentei mais e meti com fúria tudo pra dentro, gozei como nunca. Ela me empurrou pra trás, sem saber que não dava pra entrar mais. Tirei e limpei minha pica no meu short, me virei e aproximei do rosto dela. Ela, ainda com lágrimas, abriu a boca e engoliu, me dando um boquete foda. Nisso, o amigo dela entrou e nos viu. Sem dizer nada, foi pro cu dela e aí sim disse: "BURRA, VOU TE ARREBENTAR".
Loira, o Adrian foi magnífico.
O cara, sem hesitar, puxou a pica pra fora e meteu de uma vez só. Ela recebeu como se nada fosse, e isso me mostrou que a pica dele era bem pequena. Tirei a pica da boca dela e fui pro refeitório, sabendo que ia encontrar a Ana sendo macetada pelos outros dois. Não queria perder o espetáculo. E era isso mesmo: o irmão metendo de quatro nela, enquanto ela chupava a do primo. Isso me excitou de novo. Me virei e voltei pra loira, que ainda tava levando uma sentada daquele tal de Adrián. Cheguei perto e falei:
Eu coloco ela por cima.
O cara me deu bola, deitou e colocou ela por cima.
Loira, o que você vai fazer?
Eu vou te enlouquecer, já vai ver.
Me acomodei em cima dos dois, abrindo as pernas dela até conseguir enfiar a pica na buceta dela, ela gritou e me abraçou, a putinha tava comendo duas rolas juntas e tava adorando pra caralho, o tal do Adriano encheu o cu dela de porra e eu enchi a buceta de novo um tempo depois, quando tentei levantar ouvi uma palma, era a Ana que tava junto com os outros dois.Ela foi até a geladeira e pegou um pack de cerveja enquanto a gente terminava de se levantar. Sem dizer nada, foi pra sala e sentou. Todos nós seguimos, cada um pegou uma lata e começamos a rir e comentar o quanto a gente tinha se divertido. A Ana, num momento, perguntou pra loira se ela tinha saciado a vontade, e ela respondeu que não, que se dependesse dela, continuaria me dando. A Ana apontou pro quarto e disse: "Pode continuar lá se quiser, do lado tem o banheiro." O primo disse: "Não vai me escapar não, sempre tive vontade de te pegar." E ela respondeu: "Se ele vier, sem problema." Ele me olhou como se implorasse pra eu ir, e eu olhei pra Ana, que disse: "Vai, trouxa, aproveita." Olhei pro irmão e pro Adriano e falei: "Com ela, cuidado." Eles riram, e nós três fomos pro banheiro. Tomamos banho juntos e fomos pro quarto. O primo abraçou ela com força e beijou, ela se deixou levar, esperando minha reação. O primo sentou ela na cama, e ela mamou nele quase por obrigação até que eu aproximei meu pau. Aí ela se dedicou completamente ao meu, enquanto batia uma pra ele com muita dedicação. Nós a colocamos na cama, e eu falei: "PRIMO, VOCÊ EMBAIXO" e "VOCÊ EM CIMA". Os dois obedeceram. Ela sentou e colocou o pau do primo na buceta sozinha, e se deitou em cima dele como se soubesse o que eu queria fazer. Ela abriu as pernas, e então eu subi, enfiando no cu dela e começando a bombar devagar, enquanto ela gemia e pedia mais e mais. O primo não aguentou muito e gozou dentro, dava pra ver que ele tava morrendo de vontade. Virei ela, e ela ficou em cima de mim, com o primo de lado, enfiada na bunda aguentando a bombada que eu dava e as massagens nos peitos que a excitavam até fazê-la voar. Quando percebi que todo mundo no quarto tava olhando a gente e tomando outra lata de cerveja, fiquei louco vendo a Ana como curtia e não aguentei mais. Enchi o cu da loira pela segunda vez, e mesmo depois de sentir que eu tinha gozado, ela continuava cavalgando pedindo mais até chegar ao orgasmo. Virei ela, tirando ela de cima de mim, ela ficou de lado do meu lado, abracei ela e perguntei se ela tinha gozado e ela respondeu que nunca tinha gozado assim com uma pica. Levantei e fui no banheiro de novo, quando saí ela entrou, os outros já estavam em O jantar, a Ana me falou que as pizzas já estavam chegando, a gente se trocou e jantou nós seis, ouvimos música e jogamos um pouco de cartas, depois os quatro foram embora, tinham que preparar as coisas pra volta deles, a Ana me olhou e disse
Ana, você se divertiu, não, safado? Viu que eu tava certa?
Eu, se é que amava, era virgem no final.
Ana, bom, isso tem um preço, love.
Já sei, amanhã vou atrás dos negões, meu céu.
Ana, agora vamos dormir, vou ficar com vontade de te ter dentro de mim.
Mas você já comeu os caras.
Ana, não me fizeram cócegas, céu.
Vou dar uma olhada pra ver o que posso fazer.
CONTINUARÁ
Pedimos pizza e jantamos, claro que naquela noite na cama a gente quase não transou, mas não faltaram carícias e comentários sobre o que rolou com os negões. Eu falei pra ela o tesão que me deu vê-la gozando com eles, que ela tava tipo desesperada por aquelas picas, quando chupava elas com tanta paixão. Ela me disse que tinha ficado louca e perdido total o controle, e o que mais a deixou doida foi me ver empalado pelo negão. Ela perguntou se doeu, eu falei que não muito. O que mais me excitou naquele momento foi ser dominado pela mesma rola que dominou ela depois, e que eu tava realmente feliz por ter realizado a fantasia dela, mas que se ela quisesse, um deles disse que dava pra repetir, que tinha um amigo que ela não ia esquecer, porque a pica dele era bem maior.que eles, isso fez ela se molhar na hora e não aguentou a ansiedade, subiu em cima de mim e com a bucetinha dela conseguiu me deixar duro pra depois enfiar e cavalgar com muita força até tirar todo meu leite, percebi que ia ter outra sessão com os negros, sem dúvida, e assim dormimos. No dia seguinte fomos pra praia de novo, tomamos café da manhã lá e conseguimos ficar quase no mesmo lugar de ontem, nos divertimos pra caralho, entramos na água várias vezes porque do nosso lado tinha um casal muito gente boa, e num momento ela me disse
Ana, os negros nem aparecem, eu.
Cê tá afim de levar uma pirocada, não é?
Ana é culpa sua, amor. Agora que sei que tem um negão bem dotado, só de pensar já fico toda molhada.
Que gostosa, sua putinha, que é meu amor
Ana e a loira nem apareceu.
Eu e a loira de novo, porra.
Ana, é que eu quero tirar essa vontade de você de arrebentar bem a bunda daquela loira que é mais piranha do que eu.
Eu por queeeee
Ana, eu não olho pra outro cara se ele tá com uma gostosa, e muito menos fico dando em cima dela, amor.
Eu e, bem, love, talvez ela seja tão gostosa quanto você com os negões.
Ana, assim que eu ver ela, vou encarar ela.
Ah, para de encher o saco, estamos de férias, vamos aproveitar, porraaaa
Ana, é isso que eu quero, que você também se divirta. Sei que você vai rasgar ela no meio e ela não vai ter mais vontade de provocar nenhum macho de outra gostosa.
Eu, enquanto não tiver briga, tá tudo suave.
O sol foi se pondo e a gente também, chegamos em casa e tomamos um banho, bebemos umas cervejas, tava cansados, botamos uma música e de noite saímos com a intenção de comer alguma coisa, embora eu saiba que a Ana só queria ver se encontrava os negões, conheço ela muito bem e sei que tava morrendo de vontade daquela pica enorme. Chegamos no apê bem tarde, fomos direto pra cama, a gente tinha caminhado pra caralho, ela dormiu assim que encostou a cabeça no travesseiro, ainda tinha mais um dia pela frente. No dia seguinte, chegamos na praia bem tarde, procuramos o lugar de sempre e, pra nossa surpresa, a loira tava lá com os mesmos três caras.
Ana, vem me seguir.
Me disse que tudo tinha ido pro caralho, mas não foi assim,Ela fincou o guarda-sol do lado dos caras. Eu larguei a bolsa e a caixa térmica, estiquei as esteiras e sentamos. Na hora, a Ana preparou o mate e eu tirei os salgados. Sem perceber, a Ana já tava trocando ideia com eles. A loira chegou toda soltinha e, em questão de minutos, todo mundo já tava tomando mate e comendo. A sonsa da Ana tinha conseguido o que queria. Assim formou um grupo maneiro. Descobrimos que um dos caras era irmão da loira, e os outros dois, um primo e um amigo dele. Eles iam embora em alguns dias, e a gente ainda tinha quatro pela frente. Chegou a hora do almoço e decidimos fazer junto. Os caras foram buscar uns sanduíches, e a gente tinha as cervejas na caixa térmica. Antes de almoçar, fomos pra água. O irmão da loira não curtia o mar, igual ao primo. Eles ficaram, e nós quatro entramos pra brincar na água. No começo, era umas brincadeiras de casal, mas num instante a Ana começou a se envolver com o cara, e a loira se animou comigo. Aí não nos largamos mais. Entendi que era isso que a Ana queria, e assim foi a tarde toda. A loira tinha uns peitos muito gostosos, maiores que os da Ana, e sabia como mostrar. Cheguei a apalpar eles na água, e ela aceitou essa brincadeira numa boa. Num momento, a Ana me disse:
Ana, vamos pra água.
Deixamos eles sozinhos e fomos pra dentro, mas a Ana tinha outro plano.
A Ana tá toda tesuda, então vamos chamar ela pra casa e lá tu come ela gostoso.
Mas eu vou ficar com os caras.
Ana, deixa comigo.
Eu já sei que você vai dar pra eles, né?
Ana, claroQue sim, viu como o primo fica olhando pra minha bunda, mano?
Eu percebi, sim, mas tu vai mamar três paus, gostosa.
Ana e você, um bumbum virgem, será que vale a pena?
Como é que você sabe que ela é virgem, hein?
Ana, se não é mais virgem, parou de procurar o negão de pau grande.
Eu prometo?
Ana, claro que sim.
Beleza, então, já que você já comeu dois negões, tomara que esses idiotas saibam te dar prazer.
Ana, não se preocupa que eu ensino elas.
Eu sei disso muito bem, que puta gostosa que tu é.
Voltamos, nos secamos e a Ana se aproximou da loira, falou algo baixinho e ela topou na hora. Começamos a juntar tudo e os caras foram pra outro lado, aí a loira falou pra eles
Onde vocês vão? A Ana nos convidou pra casa dela, vamos.
Os caras se olharam e o primo falou
Ok, vamos.
Loira, tem música e cerveja.
Mano, nem mais uma palavra.
Entramos no apê. A Ana falou pro primo colocar uma música e sentou do lado do irmão e do amigo, me pediu pra trazer umas cervejas e a loira foi comigo buscá-las. Quando entrei na cozinha, peguei ela pela cintura, ela se virou e me deu um chupão daqueles na hora. Abracei ela na mesma hora e esfreguei os peitos dela, os bicos estavam durinhos. Desci minhas mãos pra bunda dela e ela colocou a mão no meu pau, acariciando com força. Não sabia se elas tinham falado com a Ana e também não tava nem aí, só queria aproveitar. A loira se ajoelhou de repente e puxou meu short pra baixo, meteu o pau na boca dela me dizendo
Loira, não aguento mais, esse pau me deixa louca.
Ela me deu um boquete desesperado, eu tava com medo do irmão dela aparecer, então tirei e levantei ela, falando pra ela
Eu de boa, pode vir teu irmão e fode tudo.
Loira tá ocupada demais pra isso.
Ela se ajoelhou de novo e continuou chupando como se nada tivesse acontecido. Percebi que tudo tinha sido planejado pela Ana. Não aguentei muito e enchi a boca dela. Ela se levantou e me beijou. Tirei o short e inclinei ela um pouco. Ela mesma se virou, puxou a tanga pra o lado e me entregou a buceta. Apoiei a rola e, quando ela se virou, me implorou com um olhar de medo pra ser suave. Sabia o que a esperava. Devagar fui enfiando enquanto ela se contorcia. Mandei ela se abaixar e ela ficou de quatro. Nos ajeitamos bem e aí começou a cavalgada enquanto ela gemia que nem uma gata. Dava pra ver que ela tava sentindo como nunca. E eu metia mais forte até que, depois de um tempo, enchi a buceta dela de leite, enterrando até o fundo que consegui. A loira nunca ia esquecer de uma foda dessas. Quando tirei, ela ainda tava gozando. Os movimentos dela me faziam saber. Aí enfiei o dedo maior no cu dela e ela deu um pulo.
Loira, nãooo, por aí nãooo, meu amorrrr, nunca fiz isso, vai doer pra caralho.
Me deixa, eu juro que você vai gozar gostoso.
Loira, nãooo, por favorrrr
Ana tinha me dito a verdade, a putinha era virgem do cuzinho. Comecei a masturbar ele com o dedo, e ela, não sei se por causa do tesão, começou a gostar a ponto de gemer de novo. Daí a pouco já eram dois dedos, enquanto com a outra mão eu brincava com o clitóris dela, fazendo ela gozar de novo. Nessa altura, já eram três dedos no cu dela, entrando e saindo devagar, enquanto ela só gemia cada vez mais forte. Tirei as mãos e peguei nos peitos dela, começando a brincar com os bicos, enquanto minha boca comia a buceta dela e brincava com o buraquinho já dilatado. Isso fez ela pirar de tesão. Foi então que abri as nádegas dela e encostei minha pica. Ela só disse: "DEVAGARZINHO". Custou um pouco, mas a cabeça entrou, entre os gemidos dela de dor e prazer ao mesmo tempo. Pensei: "vou meter tudo de uma vez pra ela não sofrer mais", e foi o que fiz. A loira segurou o grito, acho que por causa do irmão. Depois de dentro, fiquei parado e falei: "JÁ ERA, AGORA É SÓ APROVEITAR". Ela ficou imóvel e eu comecei a cavalgar bem devagar. Fiquei assim um bom tempo até ela dizer: "MAIS FORTE, PIROCÃO, COMO VOCÊ TÁ ME FAZENDO GOZAR". Acelerei a cavalgada até deixar infernal, enquanto ela só gemia e dizia: "TÁ ME RACHANDOOOOO ASSIM ASSIM MAISSS". Não aguentei mais e meti com fúria tudo pra dentro, gozei como nunca. Ela me empurrou pra trás, sem saber que não dava pra entrar mais. Tirei e limpei minha pica no meu short, me virei e aproximei do rosto dela. Ela, ainda com lágrimas, abriu a boca e engoliu, me dando um boquete foda. Nisso, o amigo dela entrou e nos viu. Sem dizer nada, foi pro cu dela e aí sim disse: "BURRA, VOU TE ARREBENTAR".
Loira, o Adrian foi magnífico.
O cara, sem hesitar, puxou a pica pra fora e meteu de uma vez só. Ela recebeu como se nada fosse, e isso me mostrou que a pica dele era bem pequena. Tirei a pica da boca dela e fui pro refeitório, sabendo que ia encontrar a Ana sendo macetada pelos outros dois. Não queria perder o espetáculo. E era isso mesmo: o irmão metendo de quatro nela, enquanto ela chupava a do primo. Isso me excitou de novo. Me virei e voltei pra loira, que ainda tava levando uma sentada daquele tal de Adrián. Cheguei perto e falei:
Eu coloco ela por cima.
O cara me deu bola, deitou e colocou ela por cima.
Loira, o que você vai fazer?
Eu vou te enlouquecer, já vai ver.
Me acomodei em cima dos dois, abrindo as pernas dela até conseguir enfiar a pica na buceta dela, ela gritou e me abraçou, a putinha tava comendo duas rolas juntas e tava adorando pra caralho, o tal do Adriano encheu o cu dela de porra e eu enchi a buceta de novo um tempo depois, quando tentei levantar ouvi uma palma, era a Ana que tava junto com os outros dois.Ela foi até a geladeira e pegou um pack de cerveja enquanto a gente terminava de se levantar. Sem dizer nada, foi pra sala e sentou. Todos nós seguimos, cada um pegou uma lata e começamos a rir e comentar o quanto a gente tinha se divertido. A Ana, num momento, perguntou pra loira se ela tinha saciado a vontade, e ela respondeu que não, que se dependesse dela, continuaria me dando. A Ana apontou pro quarto e disse: "Pode continuar lá se quiser, do lado tem o banheiro." O primo disse: "Não vai me escapar não, sempre tive vontade de te pegar." E ela respondeu: "Se ele vier, sem problema." Ele me olhou como se implorasse pra eu ir, e eu olhei pra Ana, que disse: "Vai, trouxa, aproveita." Olhei pro irmão e pro Adriano e falei: "Com ela, cuidado." Eles riram, e nós três fomos pro banheiro. Tomamos banho juntos e fomos pro quarto. O primo abraçou ela com força e beijou, ela se deixou levar, esperando minha reação. O primo sentou ela na cama, e ela mamou nele quase por obrigação até que eu aproximei meu pau. Aí ela se dedicou completamente ao meu, enquanto batia uma pra ele com muita dedicação. Nós a colocamos na cama, e eu falei: "PRIMO, VOCÊ EMBAIXO" e "VOCÊ EM CIMA". Os dois obedeceram. Ela sentou e colocou o pau do primo na buceta sozinha, e se deitou em cima dele como se soubesse o que eu queria fazer. Ela abriu as pernas, e então eu subi, enfiando no cu dela e começando a bombar devagar, enquanto ela gemia e pedia mais e mais. O primo não aguentou muito e gozou dentro, dava pra ver que ele tava morrendo de vontade. Virei ela, e ela ficou em cima de mim, com o primo de lado, enfiada na bunda aguentando a bombada que eu dava e as massagens nos peitos que a excitavam até fazê-la voar. Quando percebi que todo mundo no quarto tava olhando a gente e tomando outra lata de cerveja, fiquei louco vendo a Ana como curtia e não aguentei mais. Enchi o cu da loira pela segunda vez, e mesmo depois de sentir que eu tinha gozado, ela continuava cavalgando pedindo mais até chegar ao orgasmo. Virei ela, tirando ela de cima de mim, ela ficou de lado do meu lado, abracei ela e perguntei se ela tinha gozado e ela respondeu que nunca tinha gozado assim com uma pica. Levantei e fui no banheiro de novo, quando saí ela entrou, os outros já estavam em O jantar, a Ana me falou que as pizzas já estavam chegando, a gente se trocou e jantou nós seis, ouvimos música e jogamos um pouco de cartas, depois os quatro foram embora, tinham que preparar as coisas pra volta deles, a Ana me olhou e disse
Ana, você se divertiu, não, safado? Viu que eu tava certa?
Eu, se é que amava, era virgem no final.
Ana, bom, isso tem um preço, love.
Já sei, amanhã vou atrás dos negões, meu céu.
Ana, agora vamos dormir, vou ficar com vontade de te ter dentro de mim.
Mas você já comeu os caras.
Ana, não me fizeram cócegas, céu.
Vou dar uma olhada pra ver o que posso fazer.
CONTINUARÁ
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