A faxineira 2

Depois daquela primeira vez com a empregada, não conseguia tirar ela da cabeça. Era chegar em casa e bater uma punheta com a lembrança viva daquele rabo tão perfeito, quentinho, suculento, delicioso e potente. Um rabo que sempre vou ter orgulho de ter penetrado, um rabo que era uma obra de arte e que nunca vou esquecer. A grande pergunta era: quando eu ia ver ela de novo? Seria igual da última vez? Será que ela ia deixar eu acessar o corpo dela? Mais uma semana teria que passar pra saber essas respostas. Minhas fantasias aumentavam a cada hora... cada hora!!! Não pensava em outra coisa senão ter ela nas minhas mãos de novo. Sonhei que tocava buzina à meia-noite na minha casa com a moto do marido ou namorado dela, ou sei lá. Eu abria a porta e ela tirava o capacete, e a primeira coisa que aparecia era uma cara de "vim te estuprar". E infelizmente, ao sentir tanta alegria no corpo, acordei e aquela fantasia se perdeu... Não sem antes gerar uma ereção noturna que rendeu duas punhetas... Era tanta tesão que me deu na telha mandar um texto pra minha mãe dizendo... "O Heran (amigo de infância) tá procurando alguém pra limpar a casa dele uma vez por semana, e eu falei que ia passar o número da moça que limpa aqui. Me passa o número. Como tão as ações? Como tá a vó? Abraços pra todos." Ela respondeu o texto: "Por sorte, ela tá melhorando. Tudo bem aqui. À noite te ligo. (Número da moça que limpa)" Eu tinha o número dela e podia falar com ela. Depois de salvar, consegui ver a foto do WhatsApp dela: tava ela com dois filhos na moto, posando. Tem filhos... pensei. Tem namorado... pensei. Mas a lembrança que invade todos meus pensamentos é muito forte! Tão forte que mandei mensagens pra ver o que ela ia dizer: "Oi, sou o João, o da rua São Martinho. Cê tem tempo pra limpar a casa de um conhecido meu uma ou duas vezes por semana? Espero sua resposta pra eu responder meu amigo." Duas horas ela demorou pra me responder. Duas horas em que não parei de viajar na maionese! Duas horas sem parar de olhar pro celular. Duas horas com o sangue fervendo e a pica dura. Decido bater uma pra aliviar tanta tensão. Entro no xvideos, começo com a Lisa Ann, uma morena gostosa com uma raba monumental, sigo com a Esperanza Gómez, uma colombiana deusa com um corpo exuberante e que fala com aquele sotaque latino que me deixa louco. Mas o que me fez gozar igual um vulcão foi um vídeo amador de uma coroa com um cara magrelo, mas a cara daquela coroa gozando me levou pro céu e foi tão forte o esporro que juro que o leite subiu mais de um metro e bateu no lençol se espalhando tudo, e eu, sentado na beirada da cama, me joguei pra trás com o pau ainda duro mas já satisfeito, e assim, com a rola pra fora da cueca, acabei dormindo...

Acordo com o celular. Abro os olhos na hora e minha cabeça dispara a mil como há um tempo atrás. Leio a mensagem: "Oi Juan, bom dia. Dá pra pegar mais horas. Me avisa que te ligo. Te ligo... Ela vai me ligar. Vamos conversar. Vou ouvir a voz dela." Isso era o eco na minha cabeça. Respondo: "Me liga quando quiser." Sinto um alívio e só aí guardo a pica, que já tava de boa dentro da cueca, e fico esperando a ligação. Ela liga e a primeira parte da conversa foi sobre trabalho. A segunda ela confirma que vem aqui em casa pra gente conversar. Aí ela tá batendo palma na calçada. Pelo olho mágico vejo que veio de jeans. Daqueles que os homens não entendem como as mulheres conseguem vestir. Uma camiseta branca que deixava ver um sutiã preto e, pra minha sorte, ela tava de chinelo... com as unhas dos pés pintadas de preto... os pés dela... bem na hora senti meu pau endurecer. Ela entra em casa. Tira o capacete. Me dá um beijo no rosto. E me conta que a polícia tá aqui na esquina numa casa... tem umas cinco viaturas, ela diz. "Com certeza aconteceu algo", ela fala. Ofereço um copo de suco e ela aceita. Tudo muito estranho. Ninguém toma a iniciativa. O ar tá pesado. Meu pau sabe da presença dela. Cê tá bem? Ela me pergunta. Tô de boa, sorte. Enquanto sirvo um suco pra mim... falo: cor bonita, olhando pros pés dela. Cê gosta, né? Sim, são muito lindos. A cara de calor dela vira a de uma pornstar louca por cock. Sem falar nada, a gente se beija. Ela me agarra pela cintura. E me abraça. A gente se come de boca. A gente se olha fixo. A gente se deseja forte. Ela começa a me tocar. Enfia a mão por baixo da minha camiseta e brinca com meus mamilos. Eu sento ela na mesa e apalpo os peitos dela e beijo o pescoço. Cê ficou todo tesudo, né? Chupa, respondi enquanto esticava a pele do meu pau, que eu acabava de tirar da calça. A cabeça brilhava, e ela primeiro passa a língua na ponta várias vezes. Ela segura ele pelo tronco enquanto saboreia minha cabeça rosada e suculenta. Do nada, decide enfiar ele inteiro na boca. É tão gostoso que eu tremo! Ela tira tudo e enfia de novo. Tira tudo, falo. Ela começa pela camiseta e sutiã, deixa os peitos lindos no ar, mas não gigantes. Os mamilos dela durinhos e rosadinhos, com uma auréola do mesmo tom ruivo, mas bem pequena. Embaixo, o umbigo. Lindo pra encher de porra. Vendo as curvas dela, afirmo que o corpo dela é animal. Muito gostosa e em boa forma, mas de algum jeito a força corporal dela não dá pra ver com roupa. E eu, gordo e feio, mas no topo do mundo naquele momento. Sou testemunha privilegiada de ver ela desabotoar a calça jeans e, com um movimento, tirar a calça e uma calcinha fio-dental preta. E assim se revela essa pussy impoluta. Eu vejo, aprecio e desejo. Dessa vez, os pelinhos estavam um pouco mais compridos. Os lábios estavam fechados, a racha da pussy parecia de uma novinha. Era uma pussy padrão, mas tão amigável e tão yummy que pra mim era o suprassumo das bucetas. Enquanto eu olhava, meu pau pedia guerra. Precisava transar. Como cê tá, gata? Ela disse, enquanto se tocava na pussy. Um fiozinho de suco de pussy escorria. e brilhava da minha perspectiva, descia... descia... descia e pousava na unha do dedão do pé esquerdo dela. E a perfeição da unha pintada de preto era interrompida por aquele fiozinho de caldo de buceta — uma imagem que me faria perder o freio. Deito ela. Penetro e vejo a cara dela no momento em que meu pau entra. Ela abre a boca e solta um gemido. Aquela buceta é como um lacre que se ajusta no meu pau. O roçar é uma delícia. Cada vez mais forte. Nós dois gememos. Entra e sai o mais rápido que posso, o mais forte que posso. Não quero gozar, mas a pressão é imensa. Faço força pra segurar a gozada, mas não paro de bombar. Não consigo. A porra tá prestes a disparar. Bombo forte. Ela grita e eu também. "Engole", falo pra ela. "Si, si, si", ela diz. Enquanto aproximo meu pau, todo inchado, cabeçudo e vermelho, ela aproxima a cabeça. Mas sai muita porra antes de nos acomodarmos. Uma gozada forte acerta a bochecha dela. Uma parte do sêmen entra na boca dela e o resto escorre pelo rosto. Foi inesperado; ela ia engolir uma boa gozada, mas se contentaria com menos. As outras gozadas menores foram parar no pescoço, nos peitos e na barriga dela. Começo a me tocar, e ela rapidamente diz: "Deixa comigo." E estica tanto minha pele que doeu, mas não falei nada. Depois, os movimentos de pulso dela ficaram mais curtos e mais rápidos. E ela começa a chupar de novo. Chegou a hora de trabalhar naquele cu, de sentir e chupar. Falei pra ela: "Vou chupar teu cu por meia hora!! Sua filha da puta!" Ela solta gemidos. Coloco ela de quatro e vejo aquela bunda linda. Tons escuros. Centro rosado. Abro com as duas mãos! E dou uma primeira lambida bem devagar. Saboreando tudo. Dou uma olhada e vejo o cu suculento, fico desesperado e começo a chupar violentamente, tanto que ela geme. Eu fico forte. Levanto a cabeça pra dizer: "Grita, puta! Grita!! Grita!!!" Os gemidos aumentam e percebo que ela começa a se tocar a buceta, então aproveito e meto meus dedos. Aquela buceta Buceta era uma lagoa morna em busca de mais prazer. Isso tá começando, galera! Comentem aí se sai a última parte.

4 comentários - A faxineira 2

Qué buena historia. Manda fotos de ella si puede ser.
Lamentablemente no tengo. Esto paso hace mucho