A Safada

E aí, galera do Poringa!

Acabei de criar minha conta aqui com o objetivo de contribuir com o lado erótico, proibido e perverso das coisas.

Embora eu tenha uma vida sexual bem ativa, preciso admitir que a maioria dos meus encontros são bem "comuns". No entanto, tenho algumas histórias que realmente merecem ser classificadas como "especiais" e vou compartilhá-las ao longo dos meus posts. Algumas virão com fotos e vídeos que tenho dessas ocasiões, outras serão apenas a história em si.

A história mais importante e obscura é a da minha comadre, que vou dividir em vários posts porque é muito longa, cheia de episódios e, mesmo depois de quatro anos desde que começou, ainda está sendo escrita. O motivo pelo qual dou tanta importância a essa história é porque ela é carregada de tabu, erotismo, romantismo e perversão. Como já devem imaginar, ela não só é casada e tem filhos (um deles sou eu quem é padrinho, obviamente), mas também é minha vizinha e esposa do meu primo. Isso nos permitiu ter incontáveis encontros. Já transamos em todos os cantos da minha casa e da dela, em reuniões de família, hotéis, lugares públicos, quartos ao lado onde tem gente que poderia nos pegar. Devo dizer que a adrenalina, o proibido, a paixão e a compatibilidade sexual que temos nos prenderam e viciaram nessa aventura, nessa relação de amantes, a ponto de até tentarmos que ela engravidasse e planejarmos uma espécie de casamento, criando uma vida alternativa secreta e obscura paralela à que levamos no dia a dia. Alguns vão achar isso estúpido, outros vão ver como uma aberração, e alguns vão entender a intensidade dessa situação. A única coisa que posso dizer é que, pra mim, que estou vivendo essa história, tem sido uma das experiências mais excitantes da minha vida. Então, se vocês tiverem interesse em saber como essa história se desenrolou, sem mais delongas... agora, vou contar como tudo começou.

O COMEÇO

Não vou dizer que minha comadre é super gostosa ou que tem um corpo perfeito, em termos gerais ela é uma mulher comum, porém, pelo menos pra mim, ela tem aquela aura que a torna uma pessoa atraente e que faz a gente pensar nela de um jeito bem sexual. Só de olhar pra ela, sem saber porquê, dá vontade de seduzir, tocar, beijar e fazer tudo que der com ela. Com certeza vocês já esbarraram com pessoas assim. Enfim, ela e meu primo se casaram bem jovens, devem estar juntos desde uns 15 anos. Eu tinha 12 quando a conheci e desde então eu gostava dela, tinha fantasias e até sonhos molhados com ela.

Nossa relação antes de tudo isso sempre foi mais cordial do que qualquer outra coisa: cumprimento, conversas passageiras, piadas sem graça e despedidas educadas, mesmo depois de termos virado compadres. Mas tudo mudou na época em que eu estava na faculdade. Minha avó adoeceu e não conseguia mais fazer as tarefas de casa e, como todo mundo tinha atividades durante o dia, só podíamos ajudá-la nos poucos momentos livres. Minha comadre, por ser dona de casa, se ofereceu pra fazer a limpeza depois de cuidar da própria casa dela. Por causa disso, ela fazia a limpeza na minha casa durante as tardes, então eu sempre encontrava ela quando chegava da faculdade. Foi nessa época que começamos a conviver mais, já que éramos praticamente os únicos em casa, as conversas rolavam.

No começo, as conversas eram sobre coisas comuns tipo: a faculdade, como tinha sido o dia, coisas banais que a gente tinha visto, etc. Mas aos poucos as conversas foram ficando mais profundas naturalmente, desde falar de pessoas que conhecíamos em comum até a maneira como a gente pensava ou via o mundo. Nossa amizade chegou num ponto de confidência, em que a gente contava nossos problemas e tal, e foi assim que eu descobri que ela suspeitava da infidelidade do marido e o que, pelo visto, foi o estopim de tudo. Depois que começaram essas conversas, nosso tratamento um com o outro começou a ser diferente. Havia mais contato visual e físico, a gente se procurava com o olhar, nos abraçávamos constantemente. Ao nos despedirmos, os beijos cada vez ficavam mais perto da boca. Até comecei a fazer massagens nela. E mesmo sabendo que estava brincando com fogo, a carga sexual que se sentia me fazia procurá-la como um animal farejando comida. Cada vez eu colava mais meu corpo no dela, e ela o dela no meu.

Um dia, pouco depois de ter terminado meus estudos, já pronto para ir para o estágio obrigatório, como já era costume, fui me despedir dela. Ela estava limpando o quarto do meu irmão. Entrei dizendo que já estava indo. Ela sorriu e esticou a mão para mim, me disse para não ir, que queria conversar com alguém. Sentei na cama e disse para ela se aproximar. A abracei e disse que, se fosse assim, ela também parasse de trabalhar e deitasse comigo para conversar. Sem esperar resposta, puxei ela para a cama e ela ficou deitada sobre mim. Sentia o coração dela bater muito rápido. Ela tinha o rosto virado, evitando o meu. Disse que não era bom a gente ficar assim. Respondi para ela não se preocupar, sussurrando no ouvido dela enquanto acariciava suas costas. Eu estava ardendo de excitação, sentia a adrenalina tomando conta de mim. Minha comadre, que eu sempre tinha desejado, estava a um passo de ser minha. Eu sentia, eu sabia, porque o rosto dela aos poucos foi virando para o meu e ela me dizendo que estava nervosa. Sentia os peitos dela sobre mim, minha perna encostada na buceta dela começou a sentir calor. Num impulso, me virei, ficando por cima dela na cama. A beijei. Ela correspondeu ao beijo, mas se afastou na mesma hora. Disse que estava com medo, que queria, mas que não se sentia segura para fazer aquilo. Que uma coisa era flertar e outra muito diferente era foder. Mas eu não conseguia parar. Sabia que estava errado, mas um impulso animal tinha se soltado dentro de mim. O desejo de sentir com meu pau aquele calor intenso que senti no meu joelho era incontrolável. Coloquei-me entre suas pernas e comecei a mover meu quadril contra ela, esfregava meu pênis nela, e sentia que ela estava cedendo, não parava de me beijar, mas toda vez que eu tentava desabotoçar sua calça ela me segurava e eu sentia que a situação estava fugindo do controle. Depois de várias tentativas, desisti, pois vi que ela realmente estava com medo de fazer, então só dei um último beijo e me desculpei por colocá-la naquela situação. Ela me beijou de novo e disse que realmente queria, mas não podia. Levantamos e ela foi até a vovó, enquanto eu fui terminar meu serviço social.

No dia seguinte, era sábado, ela e meu primo vieram em casa. Meu primo queria passar um tempo com a vovó e, depois de algumas horas, enquanto assistia TV, ele acabou dormindo no sofá da sala. Foi quando a comadre aproveitou para subir pro meu quarto. Ela disse que precisávamos conversar sobre o que tinha acontecido, disse que durante anos ela tinha desejado que algo rolasse entre a gente e que se sentia mal por ter deixado aquela oportunidade passar. No entanto, também reforçou que não era certo, que era perigoso e estúpido, e que se fosse acontecer, seria só uma vez. Então me beijou e me olhou com uma expressão ansiosa. Eu disse que concordava. Ela foi até a porta e trancou com a chave, depois foi pra cama e sentou-se encostada na cabeceira, enquanto abria as pernas, levantava a saia e tirava a calcinha. Mostrou-me sua buceta, que já estava brilhante e inchada de excitação. Olhou pra mim com uma cara que misturava nervosismo e medo com êxtase e desejo, era uma expressão que eu nunca tinha visto. Joguei-me sobre ela e começamos a nos beijar. Beijei seu pescoço, minhas mãos a tocavam por inteiro. Desabotoei sua blusa e tirei seus seios pra fora, chupei seus mamilos que já estavam duros, assim como meu pau estava. Ela desabotoçou minha calça e começou a me masturbar. Não deixei um centímetro dela sem ser acariciado ou beijado. Lambi sua buceta, seus fluidos escorriam pelo meu queixo enquanto ela me... Ela implorava que eu enfiasse logo, que não aguentava mais a vontade de me sentir dentro, que queria gozar no meu pau duro e banhá-lo com seu líquido. Mas não enfiei na hora, me coloquei entre suas pernas e comecei a esfregar meu pênis sobre sua buceta, friccionando seu clitóris enquanto mordia seus lábios. Ela respirava muito ofegante, sua respiração soava como se mal conseguisse puxar ar, e de repente seu corpo começou a ter pequenas explosões convulsivas. Vi como escorria de sua vagina, manchando os lençóis, e isso me acendeu demais. Então, enfiei lentamente o pênis; conforme ia entrando, sentia o calor de sua buceta me envolvendo. Nunca tinha sentido uma vagina ardendo daquele jeito.

Comecei a penetrá-la devagar no início, sentia as paredes de sua buceta esfregando intensamente na pele do meu pau. Pouco a pouco, os movimentos de nossos quadris foram ficando mais selvagens. A comadre não gritava, mas gemia com sons abafados, às vezes interrompendo os gemidos para dizer coisas como "Assim!! Não para!!!"... "Ai, não quero que pare de me comer!!"... "Se é a única vez, me dá a foda que eu mereço!!"... De repente, comecei a sentir em seu calor uma umidade que cobria meu pênis. Enquanto a penetrava, ouvia-se um som molhado ao bater minha pelve contra seus quadris. Seu corpo voltou a convulsionar, parecia um ataque de arrepios percorrendo seu corpo. Seu rosto tinha uma expressão de prazer que, só de lembrar, meu pênis já fica ereto automaticamente. Olhei para sua buceta e notei que nos lençóis se formava uma poça úmida. Isso me deixou ainda mais excitado e a penetrei com mais paixão, mais vigor, enquanto ela arranhava minhas costas como se tentasse se agarrar a algo. Senti que meu pênis ia explodir, avisei que ia gozar, mas ela me apertou com as pernas e disse para gozar dentro, que se íamos foder, ela queria tudo de mim lá dentro. Dei mais forte, estava completamente louco, e ela só repetia para dar meu leite. Comecei a gozar dentro dela, com cada jato me... ela tremia mais intensamente enquanto eu me agarrava nela, e num momento, ainda gozando, senti de novo o líquido quente dela percorrer toda a buceta e o tremor do corpo dela.

Longe de ter acabado, toda a situação e o jeito que tava rolando, não parei de meter. A primeira gozada só tinha me deixado com mais tesão, e ela também parecia querer mais. Continuei comendo ela, chegou uma hora que finalmente percebi o quão intensos eram nossos movimentos: a cama tava uma onda de rangidos, nossos gemidos não eram tão baixos quanto eu achava. Me deu um medo do compadre ou da vó poderem ouvir, mas ao olhar pra ela, tava tão focada no ato que acabei me abandonando de novo e continuei dando pra ela.

Teve um momento que nunca vou esquecer: enquanto eu via meu pau entrando nela e o movimento da pele que isso causava, ela começou a mexer o quadril de um jeito ondulante. A visão foi muito sexy. Ela me olhou com malícia e disse: "Não para de me comer, compadre. Você ainda quer mais e eu também. Me dá mais do seu sêmen, adoro como sente quando você goza."

Chegou uma hora que a realidade ficou mais presente: começamos a ouvir barulhos no andar de baixo. Ainda movendo os quadris devagar, prestamos atenção. A cara da minha comadre foi do êxtase pro medo, mas mesmo assim não parava de se mexer e esfregar a buceta na minha pelve com meu pau dentro dela. Isso combinado com o medo me excitou bastante. Eu não queria parar — finalmente tava comendo minha comadre! E ainda por cima, a realidade era melhor que a imaginação, seja pela adrenalina da situação ou por toda a história por trás desse encontro.

Ouvimos a porta da frente fechando. Sem sair dela, espiei pela janela perto da cama e vi meu primo indo pra loja. Falei pra comadre que a gente tinha que se apressar. Ela tava meio assustada, mas também notei que ela tava mais molhada. Continuamos comendo, demos mais velocidade, o barulho da cama e— nossas peles se chocando virou um estrondo, num momento ela começou a levantar a voz e soltou um grito. De longe conseguimos ouvir a vó perguntando se estava tudo bem, isso nos desconcentrou mas não parávamos de nos mexer, ela dizia que já tínhamos que parar mas ao mesmo tempo se movia com mais intensidade, seu olhar ficava na porta como se estivesse esperando o momento em que gritariam pra gente perguntando o que estávamos fazendo, mas de repente voltei a sentir que estava chegando, vi no rosto dela uma mistura de prazer e terror, percebi que o perigo realmente a excitava bastante, penetrei mais forte, se nos pegassem pelo menos que valesse a pena, gozei dentro dela, meus jatos saíram mais fortes que da última vez, ela me disse que estava sentindo como eu a enchia, dizia "joga tudo em mim, me enche, me dá teu leite compadre, dá teu leite pra tua comadre!!".

Não descansamos, terminando nos vestimos e ela saiu do meu quarto, para nossa sorte não souberam o que aconteceu naquele dia. Uma vez que ela e o compadre foram embora, a comadre me mandou uma mensagem, dizia que tinha gostado muito e que esperava que fosse uma grande lembrança, uma lembrança obscura e excitante para nós e que esperava que nossa amizade não mudasse. Mas nossa história mal tinha começado e mais ainda, até hoje quatro anos depois, parece estar longe de terminar.

Vou continuar compartilhando mais dessa história e outras em breve. Deixo algumas fotos da comadre.A Safada


A Safada

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4 comentários - A Safada

muy buen relato . exelente relacion .esperamos leer mucho mas . lindisima la comadre y si se depilara la vagina mucho mass.van pts