La amiga de mi abuela 29

E naquela tarde, quando voltei da escola (na verdade, depois de passar o dia na cama com a Tita), entrei em casa e encontrei a mamãe sozinha. Cumprimentei ela, dizendo "olá, senhora", e ela respondeu: "Senhora não, mamãe. Já te falei que, até novo aviso, você está de castigo e sou só sua mãe, entendeu, pivete?" Terminou de falar e me deixou sozinho. Fui pro meu quarto e pensei: "Caralho, que pegou pesado. Será que doeu tanto assim?" O tempo foi passando, jantamos, fomos dormir. No dia seguinte, a relação continuou fria, quase tanto quanto eu cada vez que cruzava com a mamãe. O jeito que ela me castigava me deixava com o pau duro, e em cada momento que a via, queria ter ela nos meus braços, beijá-la e fazer com que me perdoasse. Fui pra escola, voltei, e o tratamento dela pra mim era o mesmo. Chegou a noite, jantamos em família, a mesma rotina. Quando me deitei, pensei em bater uma punheta, já que até sábado não ia comer a vovó de novo. Mas depois de umas poucas punhetadas no meu pau, falei: "Não, melhor eu me segurar. No sábado à noite, a vovó vai implorar pra eu tirar ele." De manhã cedo, ouvi a porta da rua quando meu velho foi trabalhar e deixou minha irmã na escola. Pouco depois, a porta do meu quarto abriu. Era minha avó Clara, vestida pra sair. Ela chegou perto da minha cama e disse: "Filho, você tá dormindo?" "Não", respondi. "Tô te avisando que vou cedo sacar a aposentadoria, e depois fazer umas compras, antes de buscar sua irmã na escola e ir comer como sempre. Tô te falando porque quero comprar algo pra vestir amanhã à noite, pra te receber quando você vier me ver. O que você gostaria que eu vestisse?" "Sei lá, me surpreenda", falei. "Bom, vou indo", e ela saiu. Ouvi quando fechou a porta da rua. Esperei um pouco. Mamãe ainda tava deitada; ela levantava pouco depois das 9. Eram 9 menos vinte, o horário certo. Levantei em silêncio. Chovia devagar. Fui pra cozinha, esquentei uma xícara de café, coloquei numa bandejinha com alguns biscoitos. Açúcar e guardanapo, com tudo pronto fui pro quarto da mamãe, passando antes pela porta da rua, onde coloquei o trinco interno pra ninguém entrar. Depois disso, entrei no quarto sem bater. Mamãe tava deitada, no escuro. Quando abri a porta, ela acendeu o abajur. "O que cê tá fazendo aqui?" "Trouxe seu café da manhã" e ofereci a bandeja. Ela sentou na cama, pegou a bandeja e disse: "Como cê acordou?" "É que a vó me acordou antes de sair pro banco, e pensei que cê ia gostar de tomar café na cama." Ela tava de camisola de verão, com alcinhas finas, amarelo claro, e por baixo dava pra ver o sutiã preto. Obviamente eu já tava de pau duro, por baixo do pijama, sem cueca. Mamãe nem ligou pra minha tesão, tomava o café em goles, dando umas mordidas nos biscoitos. Enquanto isso, eu ali parado com a pica querendo sair da calça. Mamãe terminou o café, me devolveu a bandeja. Perguntei se tinha gostado. Ela disse que sim, mas que pro gosto dela tinha faltado um pouco de porra. Não aguentei mais. Larguei a bandeja em cima da cômoda, abri a braguilha, tirei o pau duro e molhado. Cheguei perto da cama, agarrei a cabeça dela por trás, aproximei a pica da boca dela e falei: "Aqui cê tem toda a porra que quiser, bem quentinha, preparada toda pra você." Naquele momento acabou meu castigo, porque sem fazer charme, a putinha da minha velha enfiou a pica toda na boca, chupando com vontade. Ela passava a língua por todo o tronco e fazia garganta profunda até se engasgar. Enquanto ela chupava, eu aproveitava pra baixar a camisola, fazendo ela deslizar pelos ombros dela. Desabotoei o sutiã, deixando os peitos pequenos dela expostos, com os bicos duros. Tirei a pica da boca dela, me deitei junto com ela, chupando os peitos e mordiscando os bicos. Enquanto eu fazia isso, mamãe disse: "Quero foder, mas não pelo cu. Tá doendo desde domingo. Quero sentir você dentro da pussy, sentir esse jato. Gostosa quando goza dentro de mim, sonho em ter essa pica se mexendo dentro de mim, dura e grossa, não sei de quem você puxou, com certeza não é do seu pai. Parei de chupar os peitos dela, me levantei, puxei a camisola até tirar pelos pés dela, só atrapalhava entre minha piroca e a buceta dela a calcinha preta, grande, que cobria da cintura até o sexo desejado, tirei, aproximei meus lábios da racha dela, beijei os lábios da buceta peluda, meti minha língua na buceta inundada de líquidos, chupei como o mais gostoso manjar, ela suspirava, pedia para eu meter logo minha pica grossa, não podia negar o doce pedido dela, e assim foi entrando toda até chegar nos ovos, ela se mexia como uma gostosa, gritava, mais forte, tira e mete mais forte, fiz isso algumas vezes, até sentir que não aguentava mais e a mais forte das estocadas coincidiu com o mais longo e farto rio de porra, que saiu das minhas entranhas, pela primeira vez mamãe cravou as unhas nas minhas costas, enquanto se mexia e beijava meus lábios, ficamos deitados um bom tempo, até que ela disse: vai tomar banho que você tem que ir pra escola, afinal de contas, por mais puta que seja, é uma mãe.

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