Depois dos momentos que vivi com a Marcela, achei que nada mais ia me surpreender, mas tava enganado. Nunca passou pela minha cabeça que uma parada dessas pudesse rolar, e por isso resolvi contar pra vocês os fatos exatamente como aconteceram.
Através do meu trampo, conheci o gerente de um hotel 5 estrelas na região do Retiro. O nome dele é Osvaldo, uns 50 anos, super gente boa. Em agradecimento por ter fechado um negócio foda com a nossa empresa, ele me deu dois passes pra eu ir com a minha mina na piscina do hotel.
Quando cheguei em casa naquele dia, mostrei pra Marcela o presente que tinham me dado e decidimos ir numa quarta-feira, já que eu estava de folga e achamos que teria menos gente do que no fim de semana.
Foi assim que naquele dia a gente acordou cedo pra aproveitar ao máximo e fomos pro hotel.
Quando chegamos, entreguei os convites e na mesma hora nos mostraram os vestiários onde podíamos trocar de roupa, e foi o que fizemos. Eu vesti uma sunga azul estilo bermuda e a Marcela colocou um biquíni azul clarinho bem pequenininho que deixava todos os atributos dela à mostra, especialmente a raba, já que a tanguinha sumia entre os peitinhos dela, durinhos e empinados, dando uma visão perfeita da bunda dela.
Ao ver ela sair do vestiário assim, não me senti muito confortável. Fiquei com medo de que tivesse muita gente na piscina e que, como era costume da minha mina, ela perdesse o controle e tudo terminasse em outra aventura.
Mas por sorte, quando entramos no clube aquático, tava quase vazio; tinha umas 3 ou 4 casais que dava pra ver que eram turistas.
Foi assim que pegamos duas espreguiçadeiras e nos deitamos pra pegar um sol. Já tinham passado quase duas horas quando de repente ouvi risadas e murmúrios e vejo um monte de gente começando a entrar, dava pra ver que era um grupo de estrangeiros, ocupando quase todos os lugares disponíveis ao redor da piscina.
A tranquilidade que tinha até aquele momento tinha ido embora. Só tinha barulho, risada e gritaria. Eu percebia que os casais estavam de olho na bunda da minha mina, que tava deitada na espreguiçadeira de bruços. Ficamos mais um tempo até que eu e a Marcela decidimos, com tanta bagunça, vazar.
Tava indo pros vestiários quando quase trombei com o Osvaldo. Depois de nos cumprimentarmos com carinho, apresentei minha mina pra ele.
– Muito prazer, ele disse, enquanto apertava a mão da Marcela e a olhava de cima a baixo.
– Encantada, respondeu ela.
— Mas já vão embora?, perguntou
— O que acontece é que a piscina encheu de gente e a gente não tá muito confortável, falei.
– Por isso não tem problema, venham comigo que eu convido vocês pra ficar na piscina VIP do hotel, lá vocês vão ficar de boa, são todos homens grandes, empresários, e não fazem a bagunça que os turistas fazem, ele me disse.
Ele nos convidou pra entrar por uma porta, tomando o cuidado de deixar a Marcela passar primeiro pra poder olhar pra bunda dela, o que fez sem vergonha nenhuma, cravando os olhos nela o caminho inteiro. Mesmo falando comigo, não conseguia parar de ver o show que minha mina tava dando pra ele, rebolando aquela bucetinha parada.
Ver como o Osvaldo desejava a Marcela começou a me excitar de um jeito que o pau começou a subir, coisa que disfarcei enfiando as mãos nos bolsos da sunga.
Atravessamos várias portas até entrar no local. Era uma piscina menor do que a que estávamos antes, tinha um balcão onde serviam drinks e, como o Osvaldo disse, havia 7 homens, todos por volta dos 50 anos, que dava pra ver que eram endinheirados pelos relógios e correntes de ouro que usavam. O que não tinha era nenhuma mulher, então vocês imaginam os olhares dos caras quando minha namorada passou na frente deles indo para as espreguiçadeiras. Eles devoravam a raba dela com os olhos. Notei que a Marcela tinha percebido isso, porque bem na hora vi ela arquear as costas e empinar aquela bunda pequena mais pra fora pra eles admirarem melhor.
O pior é que eu nem tinha percebido sozinho, notei que o Osvaldo, que não perdia um detalhe, fez uma cara de espanto que na hora virou um olhar de desejo incontrolável. Ele tentou se recompor e nos convidou pra sentar em duas espreguiçadeiras que estavam vazias. Foi um alívio poder sentar, porque em pé era quase impossível disfarçar a pau duro que a cena tinha me dado.
O Osvaldo trouxe uma dose pra cada um de nós e pediu licença pra se ausentar um instante.
Aí ficamos nós, rodeados de uns caras que não faziam outra coisa senão olhar pra Marcela sem o menor disfarce toda vez que ela fazia qualquer movimento. Percebi que ela tava adorando aquilo, tinha se deitado de bruços e levantado um pouco a bunda, dando uma vista fabulosa pra todos os velhos que babavam com aquele espetáculo danado.
O pior de tudo isso é que eu também tava a mil com essa situação, mas tinha que dar um basta nisso.
— Marce, abaixa essa buceta que todo mundo tá te olhando, ordenei.
Ela virou o rosto, olhou pros caras e me respondeu:
– Já sei, deixa eles olharem, tenho os velhos loucos e você sabe que eu gosto disso.
– O que acontece é que tão comendo teu rabo com os olhos, falei pra ela.
Eu tinha cometido um erro grave ao dizer isso. Sabia que essas coisas excitavam a Marcela pra caralho, mas por causa da minha tesão não consegui me segurar.
– Ufffffffffff, ela me respondeu, enquanto me olhava com a maior cara de puta que ela tem e levantava mais a bunda, abrindo um pouco as pernas.
— Não aguento mais esse calor, vou pra água, continuou.
Ela parou, passou na frente de todos os caras rebolando bem a raba até chegar na escada da piscina, que ela desceu devagarinho até se mergulhar.
Eu da minha espreguiçadeira via todo mundo querendo comer ela, e isso me deixava cada vez pior.
– Pra ser sincero, você tem uma mulher gostosa pra caralho, ouço o povo falando nas minhas costas.
Era o Osvaldo que tinha voltado e sentou na espreguiçadeira da minha mina.
– Valeu, respondi pra ela.
— Você deve ter que cuidar dela muito, né? Alguém com esse corpo deve ser a tentação de mais de um. Perguntei.
— Ela sabe se virar sozinha, respondi.
— Tô vendo que você não se importa dos caras olharem pra ela, ele me disse, já meio sem noção.
— Não, não me incomoda, pelo contrário, gosto que admirem a mulher gostosa que tenho, respondi.
Nisso vejo a Marcela saindo da piscina e vindo na nossa direção.
– Por favor, senta, disse Osvaldo, enquanto se levantava da espreguiçadeira e estendia uma toalha branca.
– Valeu, ela respondeu. Pegou a toalha e começou a se secar de um jeito bem sensual. Fez-se um silêncio de morte. Todo mundo olhava pra ela, e o Osvaldo, que tava a um metro de distância, babava e já dava pra ver o começo de uma ereção que ele tentou esconder.
– Tem que passar um protetor solar porque nessa hora o sol tá muito forte. Disse Osvaldo.
— É que eu não tenho, respondo ela.
— Aqui tenho um muito bom, ele disse.
– Valeu, respondeu ela, deitando na espreguiçadeira de barriga pra cima e começando a passar o creme em toda a parte da frente do corpo.
A cena era do caralho. Minha mina passando creme no corpo inteiro, e oito caras e eu olhando ela em silêncio enquanto fazia isso.
Pela cara que a Marcela fez, percebi que o tesão dela já estava insuportável.
De repente, ela terminou de passar tudo na frente e eu ouço o Osvaldo falando com ela.
– Pergunta pro seu marido se ele deixa eu passar o creme nas suas costas.
— Meu amor, cê deixa o moço passar creminha na minha bunda? — ela perguntou enquanto virava de bruços.
— Se você quiser, pra mim não tem problema, respondi quase sem conseguir articular uma palavra de tanto tesão que tava.
Osvaldo deu um jato de creme nas costas dela e começou a espalhar. Marcela tinha fechado os olhos e dava pra ver que ela tava explodindo.
— Senhora, dá uma segurada nessa bunda que vou meter ali, que ela tá toda ruiva, ordenou Osvaldo.
Ela abriu os olhos, me olhou como se estivesse pedindo permissão e levantou um pouco a bunda. Eu já não conseguia falar. Os outros caras estavam se aproximando aos poucos e não perdiam nenhum detalhe da cena.
Osvaldo começou a massagear a bunda dela quase com desespero. As mãos deslizavam fácil por causa do creme. Marcela cada vez o segurava mais.
– Com licença, vou puxar a tanga da sua patroa pra o creme chegar bem fundo, ele me disse sem me dar chance de proibir.
Osvaldo enfiou um dedo por baixo da fio dental e puxou tudo pro lado, deixando o cuzinho e a buceta da minha namorada bem à mostra.
Ela virou o rosto e olhou pra ele, empinou mais a raba, quase ficando de joelhos, e pediu:
– Passa o creminho bem fundo na minha bucetinha apertada que tá ardendo um pouco.
Osvaldo deu uma esguichada de bronzeador no cuzinho dela e começou a espalhar com dois dedos, passando por toda a racha, chegando até a massagear a buceta dela. Foi aí que a Marcela não aguentou mais e, entre gemidos, deu o primeiro orgasmo pra ele. Nisso, três caras tinham pulado na piscina e chegado a menos de um metro de onde a gente tava. Os outros sentaram de lado e, enquanto se pegavam na virilha, observavam tudo sem acreditar.
— Tá ardendo menos agora, dona? — perguntou Osvaldo enquanto dois dedos entravam e saíam do cu de Marcela.
– Sim, senhor, algo a menos, respondo ela.
– O que eu vejo é que você se queimou muito com o sol e está bem quentinha. O que a senhora precisa é de uma massagem mais profunda, disse Osvaldo, enquanto tirava os dedos da buceta dela e colocava a tanga de volta no lugar.
— Toma, Jale, as chaves de um quarto. Se não te incomoda, leva ela pra lá que daqui a pouco a gente vai com os senhores e dar um tratamento mais intensivo na sua mulher, continuou.
Eu não respondi pra ele, a situação tinha me esquentado tanto que a única coisa que eu queria era baixar a sunga e bater uma punheta daquelas.
— Me deixa minha buceta que os senhores façam o tratamento em mim? — me perguntou Marcela, que continuava deitada de bruços na espreguiçadeira.
Todos os olhares se viraram pra mim.
— Cê acha? Tá afim?, respondi pra ela.
– É que minha bucetinha tá ardendo muito e eu preciso de massagens profundas, ela me respondeu.
Essa resposta foi demais pra mim. Fiz um puta esforço pra não gozar, me levantei, peguei ela pela mão e levei pro quarto. Todos os caras nos seguiram sem falar nada, só se olhavam entre si como se não pudessem acreditar no que tava rolando com eles.
Chegamos no quarto e o Osvaldo já estava lá. Ele tinha trocado de roupa e tava só de sunga.
— Que sorte que a senhora veio, vai ver como daqui a pouco vai se sentir mais aliviada, disse Osvaldo.
– Venha pra cá e a fez sentar na cama. Você, ale, pode sentar ali, continuou, apontando pra uma cadeira encostada numa das paredes. Vocês sentem naqueles sofás, indicou pros sete veteranos.
– Tá bom, dona, tira essa blusinha e deita na cama com essa rabetinha pra cima.
Marcela me olhou e perguntou, enquanto mordia o lábio inferior:
– Posso ficar peladinha na frente dos senhores, meu amor?

Eu assenti com a cabeça. Aí ela virou de costas e tirou primeiro o sutiã. Depois enfiou os dedos na lateral da calcinha fio dental e foi descendo devagarzinho, deixando à mostra aquela bunda gostosa. Ela se jogou na cama e deitou de bruços, levantando um pouco a rabeta.
Osvaldo sentou do lado e começou a acariciar suavemente as costas dela.
– Pobre da sua patroa, uma bucetinha tão gostosa e ela queimou tudo. Tá ardendo aqui?, ele perguntou enquanto passava a mão na racha da bunda dela.
– Não, um pouco mais pra dentro, respondeu minha namorada, empinando mais a raba e abrindo as pernas pra deixar o buraquinho aberto no ar.
Osvaldo passou um pouco de creme e enfiou de uma vez dois dedos até o fundo. Marcela deu um gritinho e se ajoelhou.
Os dedos do Osvaldo entravam e saíam, enquanto ele pedia pra ela contar pra todo mundo como ela gostava. Ela só pedia mais e se contorcia de prazer.
Os caras já tinham tirado o short e estavam batendo uma freneticamente. Eu observava e esperava impaciente como de novo, como já tantas vezes, iam arrebentar a buceta da minha mina.
– Agora, vou passar o creminho mais pra dentro, disse Osvaldo enquanto tirava o short.
– Licença, Jorge, mas preciso ir mais fundo, ele me disse, enquanto passava creme no seu pauzão assustador que não era muito comprido, mas devia ter uns 5 cm de largura.
Fez ela botar a raba mais pra fora, e de uma só vez meteu nela.
– Siiiiiiiiiiiii, grita Marcela, enfia o creme bem fundo.
Osvaldo montava nela feito um louco, enquanto perguntava se ainda ardia.
— Se ainda precisar de creminha mais pra dentro, respondia a puta da minha namorada.
Osvaldo fez sinal pra um dos caras que tinha uma pica enorme, mais comprida que a dele, e cedeu o lugar.
— Acha que com isso dá pra ela, disse o velho pra Marcela, enquanto mostrava um pedaço de carne do caralho.
Minha namorada virou o rosto e, ao ver ele, agarrou e levou desesperadamente pra boca dela.
—Ah, vejo que a sua patroa também tava com a boquinha ardendo, me disse Osvaldo.
Todos riram e subiram na cama. Tocavam ela por todo lado, metiam as mãos nas tetas dela, esfregavam as picas no rosto dela, enfiavam as línguas no cu dela e na buceta, e beijavam ela na boca.
Marcela parecia possuída, abria a boca, abria a bunda com as mãos, enfiava os dedos na buceta e não parava de gemer e gritar.
Eu sentado na cadeira, me masturbava sem parar vendo 8 velhos babões comendo minha mina.
Assim ficaram por um bom tempo. De vez em quando, Osvaldo me olhava e dizia como eu era gostosa e o quão puta era a minha mulher. Ouvir aquilo parecia deixar a Marcela ainda mais excitada. Os lençóis estavam todos molhados das gozadas da minha namorada, que não devem ter sido menos de dez. De repente, um por um, começaram a banhá-la com porra, e a safada se lambuzava com ela pelo corpo todo.
Osvaldo dizia pra ela que aquela era a creminha que ela precisava e que preparasse bem a buceta que agora ele ia meter gostoso lá dentro. Marcela se ajoelhou de quatro de novo com a raba bem empinada e as pernas abertas e, enquanto enfiava um dedo na boceta, Osvaldo enfiou de novo até deixar a última gota de porra dentro daquela bunda linda dela.
Todo mundo se trocou e foi embora. Eu me joguei do lado da minha mina, que tava visivelmente exausta, tanto quanto eu por causa das três punhetas que eu tinha batido.
Através do meu trampo, conheci o gerente de um hotel 5 estrelas na região do Retiro. O nome dele é Osvaldo, uns 50 anos, super gente boa. Em agradecimento por ter fechado um negócio foda com a nossa empresa, ele me deu dois passes pra eu ir com a minha mina na piscina do hotel.
Quando cheguei em casa naquele dia, mostrei pra Marcela o presente que tinham me dado e decidimos ir numa quarta-feira, já que eu estava de folga e achamos que teria menos gente do que no fim de semana.
Foi assim que naquele dia a gente acordou cedo pra aproveitar ao máximo e fomos pro hotel.
Quando chegamos, entreguei os convites e na mesma hora nos mostraram os vestiários onde podíamos trocar de roupa, e foi o que fizemos. Eu vesti uma sunga azul estilo bermuda e a Marcela colocou um biquíni azul clarinho bem pequenininho que deixava todos os atributos dela à mostra, especialmente a raba, já que a tanguinha sumia entre os peitinhos dela, durinhos e empinados, dando uma visão perfeita da bunda dela.
Ao ver ela sair do vestiário assim, não me senti muito confortável. Fiquei com medo de que tivesse muita gente na piscina e que, como era costume da minha mina, ela perdesse o controle e tudo terminasse em outra aventura.
Mas por sorte, quando entramos no clube aquático, tava quase vazio; tinha umas 3 ou 4 casais que dava pra ver que eram turistas.
Foi assim que pegamos duas espreguiçadeiras e nos deitamos pra pegar um sol. Já tinham passado quase duas horas quando de repente ouvi risadas e murmúrios e vejo um monte de gente começando a entrar, dava pra ver que era um grupo de estrangeiros, ocupando quase todos os lugares disponíveis ao redor da piscina.
A tranquilidade que tinha até aquele momento tinha ido embora. Só tinha barulho, risada e gritaria. Eu percebia que os casais estavam de olho na bunda da minha mina, que tava deitada na espreguiçadeira de bruços. Ficamos mais um tempo até que eu e a Marcela decidimos, com tanta bagunça, vazar.
Tava indo pros vestiários quando quase trombei com o Osvaldo. Depois de nos cumprimentarmos com carinho, apresentei minha mina pra ele.
– Muito prazer, ele disse, enquanto apertava a mão da Marcela e a olhava de cima a baixo.
– Encantada, respondeu ela.
— Mas já vão embora?, perguntou
— O que acontece é que a piscina encheu de gente e a gente não tá muito confortável, falei.
– Por isso não tem problema, venham comigo que eu convido vocês pra ficar na piscina VIP do hotel, lá vocês vão ficar de boa, são todos homens grandes, empresários, e não fazem a bagunça que os turistas fazem, ele me disse.
Ele nos convidou pra entrar por uma porta, tomando o cuidado de deixar a Marcela passar primeiro pra poder olhar pra bunda dela, o que fez sem vergonha nenhuma, cravando os olhos nela o caminho inteiro. Mesmo falando comigo, não conseguia parar de ver o show que minha mina tava dando pra ele, rebolando aquela bucetinha parada.
Ver como o Osvaldo desejava a Marcela começou a me excitar de um jeito que o pau começou a subir, coisa que disfarcei enfiando as mãos nos bolsos da sunga.
Atravessamos várias portas até entrar no local. Era uma piscina menor do que a que estávamos antes, tinha um balcão onde serviam drinks e, como o Osvaldo disse, havia 7 homens, todos por volta dos 50 anos, que dava pra ver que eram endinheirados pelos relógios e correntes de ouro que usavam. O que não tinha era nenhuma mulher, então vocês imaginam os olhares dos caras quando minha namorada passou na frente deles indo para as espreguiçadeiras. Eles devoravam a raba dela com os olhos. Notei que a Marcela tinha percebido isso, porque bem na hora vi ela arquear as costas e empinar aquela bunda pequena mais pra fora pra eles admirarem melhor.
O pior é que eu nem tinha percebido sozinho, notei que o Osvaldo, que não perdia um detalhe, fez uma cara de espanto que na hora virou um olhar de desejo incontrolável. Ele tentou se recompor e nos convidou pra sentar em duas espreguiçadeiras que estavam vazias. Foi um alívio poder sentar, porque em pé era quase impossível disfarçar a pau duro que a cena tinha me dado.
O Osvaldo trouxe uma dose pra cada um de nós e pediu licença pra se ausentar um instante.
Aí ficamos nós, rodeados de uns caras que não faziam outra coisa senão olhar pra Marcela sem o menor disfarce toda vez que ela fazia qualquer movimento. Percebi que ela tava adorando aquilo, tinha se deitado de bruços e levantado um pouco a bunda, dando uma vista fabulosa pra todos os velhos que babavam com aquele espetáculo danado.
O pior de tudo isso é que eu também tava a mil com essa situação, mas tinha que dar um basta nisso.
— Marce, abaixa essa buceta que todo mundo tá te olhando, ordenei.
Ela virou o rosto, olhou pros caras e me respondeu:
– Já sei, deixa eles olharem, tenho os velhos loucos e você sabe que eu gosto disso.
– O que acontece é que tão comendo teu rabo com os olhos, falei pra ela.
Eu tinha cometido um erro grave ao dizer isso. Sabia que essas coisas excitavam a Marcela pra caralho, mas por causa da minha tesão não consegui me segurar.
– Ufffffffffff, ela me respondeu, enquanto me olhava com a maior cara de puta que ela tem e levantava mais a bunda, abrindo um pouco as pernas.
— Não aguento mais esse calor, vou pra água, continuou.
Ela parou, passou na frente de todos os caras rebolando bem a raba até chegar na escada da piscina, que ela desceu devagarinho até se mergulhar.
Eu da minha espreguiçadeira via todo mundo querendo comer ela, e isso me deixava cada vez pior.
– Pra ser sincero, você tem uma mulher gostosa pra caralho, ouço o povo falando nas minhas costas.
Era o Osvaldo que tinha voltado e sentou na espreguiçadeira da minha mina.
– Valeu, respondi pra ela.
— Você deve ter que cuidar dela muito, né? Alguém com esse corpo deve ser a tentação de mais de um. Perguntei.
— Ela sabe se virar sozinha, respondi.
— Tô vendo que você não se importa dos caras olharem pra ela, ele me disse, já meio sem noção.
— Não, não me incomoda, pelo contrário, gosto que admirem a mulher gostosa que tenho, respondi.
Nisso vejo a Marcela saindo da piscina e vindo na nossa direção.
– Por favor, senta, disse Osvaldo, enquanto se levantava da espreguiçadeira e estendia uma toalha branca.
– Valeu, ela respondeu. Pegou a toalha e começou a se secar de um jeito bem sensual. Fez-se um silêncio de morte. Todo mundo olhava pra ela, e o Osvaldo, que tava a um metro de distância, babava e já dava pra ver o começo de uma ereção que ele tentou esconder.
– Tem que passar um protetor solar porque nessa hora o sol tá muito forte. Disse Osvaldo.
— É que eu não tenho, respondo ela.
— Aqui tenho um muito bom, ele disse.
– Valeu, respondeu ela, deitando na espreguiçadeira de barriga pra cima e começando a passar o creme em toda a parte da frente do corpo.
A cena era do caralho. Minha mina passando creme no corpo inteiro, e oito caras e eu olhando ela em silêncio enquanto fazia isso.
Pela cara que a Marcela fez, percebi que o tesão dela já estava insuportável.
De repente, ela terminou de passar tudo na frente e eu ouço o Osvaldo falando com ela.
– Pergunta pro seu marido se ele deixa eu passar o creme nas suas costas.
— Meu amor, cê deixa o moço passar creminha na minha bunda? — ela perguntou enquanto virava de bruços.
— Se você quiser, pra mim não tem problema, respondi quase sem conseguir articular uma palavra de tanto tesão que tava.
Osvaldo deu um jato de creme nas costas dela e começou a espalhar. Marcela tinha fechado os olhos e dava pra ver que ela tava explodindo.
— Senhora, dá uma segurada nessa bunda que vou meter ali, que ela tá toda ruiva, ordenou Osvaldo.
Ela abriu os olhos, me olhou como se estivesse pedindo permissão e levantou um pouco a bunda. Eu já não conseguia falar. Os outros caras estavam se aproximando aos poucos e não perdiam nenhum detalhe da cena.
Osvaldo começou a massagear a bunda dela quase com desespero. As mãos deslizavam fácil por causa do creme. Marcela cada vez o segurava mais.
– Com licença, vou puxar a tanga da sua patroa pra o creme chegar bem fundo, ele me disse sem me dar chance de proibir.
Osvaldo enfiou um dedo por baixo da fio dental e puxou tudo pro lado, deixando o cuzinho e a buceta da minha namorada bem à mostra.
Ela virou o rosto e olhou pra ele, empinou mais a raba, quase ficando de joelhos, e pediu:
– Passa o creminho bem fundo na minha bucetinha apertada que tá ardendo um pouco.
Osvaldo deu uma esguichada de bronzeador no cuzinho dela e começou a espalhar com dois dedos, passando por toda a racha, chegando até a massagear a buceta dela. Foi aí que a Marcela não aguentou mais e, entre gemidos, deu o primeiro orgasmo pra ele. Nisso, três caras tinham pulado na piscina e chegado a menos de um metro de onde a gente tava. Os outros sentaram de lado e, enquanto se pegavam na virilha, observavam tudo sem acreditar.
— Tá ardendo menos agora, dona? — perguntou Osvaldo enquanto dois dedos entravam e saíam do cu de Marcela.
– Sim, senhor, algo a menos, respondo ela.
– O que eu vejo é que você se queimou muito com o sol e está bem quentinha. O que a senhora precisa é de uma massagem mais profunda, disse Osvaldo, enquanto tirava os dedos da buceta dela e colocava a tanga de volta no lugar.
— Toma, Jale, as chaves de um quarto. Se não te incomoda, leva ela pra lá que daqui a pouco a gente vai com os senhores e dar um tratamento mais intensivo na sua mulher, continuou.
Eu não respondi pra ele, a situação tinha me esquentado tanto que a única coisa que eu queria era baixar a sunga e bater uma punheta daquelas.
— Me deixa minha buceta que os senhores façam o tratamento em mim? — me perguntou Marcela, que continuava deitada de bruços na espreguiçadeira.
Todos os olhares se viraram pra mim.
— Cê acha? Tá afim?, respondi pra ela.
– É que minha bucetinha tá ardendo muito e eu preciso de massagens profundas, ela me respondeu.
Essa resposta foi demais pra mim. Fiz um puta esforço pra não gozar, me levantei, peguei ela pela mão e levei pro quarto. Todos os caras nos seguiram sem falar nada, só se olhavam entre si como se não pudessem acreditar no que tava rolando com eles.
Chegamos no quarto e o Osvaldo já estava lá. Ele tinha trocado de roupa e tava só de sunga.
— Que sorte que a senhora veio, vai ver como daqui a pouco vai se sentir mais aliviada, disse Osvaldo.
– Venha pra cá e a fez sentar na cama. Você, ale, pode sentar ali, continuou, apontando pra uma cadeira encostada numa das paredes. Vocês sentem naqueles sofás, indicou pros sete veteranos.
– Tá bom, dona, tira essa blusinha e deita na cama com essa rabetinha pra cima.
Marcela me olhou e perguntou, enquanto mordia o lábio inferior:
– Posso ficar peladinha na frente dos senhores, meu amor?

Eu assenti com a cabeça. Aí ela virou de costas e tirou primeiro o sutiã. Depois enfiou os dedos na lateral da calcinha fio dental e foi descendo devagarzinho, deixando à mostra aquela bunda gostosa. Ela se jogou na cama e deitou de bruços, levantando um pouco a rabeta.
Osvaldo sentou do lado e começou a acariciar suavemente as costas dela.
– Pobre da sua patroa, uma bucetinha tão gostosa e ela queimou tudo. Tá ardendo aqui?, ele perguntou enquanto passava a mão na racha da bunda dela.
– Não, um pouco mais pra dentro, respondeu minha namorada, empinando mais a raba e abrindo as pernas pra deixar o buraquinho aberto no ar.
Osvaldo passou um pouco de creme e enfiou de uma vez dois dedos até o fundo. Marcela deu um gritinho e se ajoelhou.
Os dedos do Osvaldo entravam e saíam, enquanto ele pedia pra ela contar pra todo mundo como ela gostava. Ela só pedia mais e se contorcia de prazer.
Os caras já tinham tirado o short e estavam batendo uma freneticamente. Eu observava e esperava impaciente como de novo, como já tantas vezes, iam arrebentar a buceta da minha mina.
– Agora, vou passar o creminho mais pra dentro, disse Osvaldo enquanto tirava o short.
– Licença, Jorge, mas preciso ir mais fundo, ele me disse, enquanto passava creme no seu pauzão assustador que não era muito comprido, mas devia ter uns 5 cm de largura.
Fez ela botar a raba mais pra fora, e de uma só vez meteu nela.
– Siiiiiiiiiiiii, grita Marcela, enfia o creme bem fundo.
Osvaldo montava nela feito um louco, enquanto perguntava se ainda ardia.
— Se ainda precisar de creminha mais pra dentro, respondia a puta da minha namorada.
Osvaldo fez sinal pra um dos caras que tinha uma pica enorme, mais comprida que a dele, e cedeu o lugar.
— Acha que com isso dá pra ela, disse o velho pra Marcela, enquanto mostrava um pedaço de carne do caralho.
Minha namorada virou o rosto e, ao ver ele, agarrou e levou desesperadamente pra boca dela.
—Ah, vejo que a sua patroa também tava com a boquinha ardendo, me disse Osvaldo.
Todos riram e subiram na cama. Tocavam ela por todo lado, metiam as mãos nas tetas dela, esfregavam as picas no rosto dela, enfiavam as línguas no cu dela e na buceta, e beijavam ela na boca.
Marcela parecia possuída, abria a boca, abria a bunda com as mãos, enfiava os dedos na buceta e não parava de gemer e gritar.
Eu sentado na cadeira, me masturbava sem parar vendo 8 velhos babões comendo minha mina.
Assim ficaram por um bom tempo. De vez em quando, Osvaldo me olhava e dizia como eu era gostosa e o quão puta era a minha mulher. Ouvir aquilo parecia deixar a Marcela ainda mais excitada. Os lençóis estavam todos molhados das gozadas da minha namorada, que não devem ter sido menos de dez. De repente, um por um, começaram a banhá-la com porra, e a safada se lambuzava com ela pelo corpo todo.
Osvaldo dizia pra ela que aquela era a creminha que ela precisava e que preparasse bem a buceta que agora ele ia meter gostoso lá dentro. Marcela se ajoelhou de quatro de novo com a raba bem empinada e as pernas abertas e, enquanto enfiava um dedo na boceta, Osvaldo enfiou de novo até deixar a última gota de porra dentro daquela bunda linda dela.
Todo mundo se trocou e foi embora. Eu me joguei do lado da minha mina, que tava visivelmente exausta, tanto quanto eu por causa das três punhetas que eu tinha batido.
6 comentários - mi esposa la insasciable
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